Capítulo 2: As Semanas Sem Coni
Tony e Manuel se mostraram dois caras muito legais, além de serem verdadeiros gourmets da carne, o que me beneficiou indiretamente, já que pela primeira vez na vida comi um entrecot ou T-bone, foi algo fantástico. Depois do almoço farto, fomos descansar em casa com Coni e Belén, para depois nos encontrarmos e irmos a uma exibição de tênis de dois líderes da ATP na quadra de um clube importante. Em seguida, fomos a um pub e karaokê. No decorrer da noite, as minas combinaram de se ver com eles durante a semana depois que esse fim de semana incrível terminasse. Isso me irritou pra caralho, mas o que eu podia fazer?
À noite, jantamos num restaurante de peixes e frutos do mar, obviamente escolhido pelas minas. O jantar foi amigável e dava pra ver claramente que os caras estavam se exibindo pras duas gatinhas, e elas estavam super receptivas… estávamos nessa, ou eles estavam nessa, quando meus amigos da faculdade me ligaram pra gente se encontrar num lugar perto, o que foi comemorado pelos outros quatro na mesa.
Lá pelas nove, deixei eles ainda na sobremesa e, com um pouco de raiva e ciúmes, larguei Coni com Tony… fui pro lugar que os caras me falaram e me encontrei com meus amigos num bar na praia com música ao vivo, karaokê e areia. A verdade é que o clima estava magnífico, logo me animei e comecei a conversar com todo mundo. Foi aí que, no local, uma das minas chamada Julieta, ou Juli pros amigos, tomou conta de mim e, deixando quase de lado os outros amigos dela, me "dançou", "beijou de língua" e finalmente me levou pra praia, onde do amasso passamos pra uns apalpões bem pesados, mas sem chegar a transar… naquela praia abençoada que por um bom tempo me fez esquecer a Coni, descobri que a Juli tinha um belo par de peitos e uma bunda dura que tive a chance de tocar e amassar por cima da roupa.
Passada a meia-noite, o grupo se desfez, pois todo mundo tinha que voltar pros seus respectivos alojamentos, então Juli foi embora com o irmão dela. Quando fiquei sozinho, decidi voltar pro apartamento, mas quando tava passando na frente do bar que a gente tinha ido com as minas no dia anterior, me deu na telha de dar uma olhada pra ver se elas tavam lá.
O lugar tava bem cheio e o clima tava agradável, procurei as garotas e avistei a Belém dançando com o Manuel, aquele que não tinha vergonha na cara de pegar na bunda da amiga gostosa da Coni, mas ela eu não via, então entrei no bar, e depois de andar um pouco avistei a Coni numa mesinha se beijando com o Tony, que tava apalpando ela cheio de tesão e vontade, enquanto ela deixava ele amassar os peitos dela por cima da roupa… tenho que confessar que me deu uma raiva do caralho, mas com a pouca “sangue frio” que eu tinha, consegui me acalmar, a real é que eu tinha comido a Coni, mas ela não passava de ser a irmã do meu melhor amigo. Não aguentando mais aquele show, fui embora pra casa.
Cheguei no apartamento e comecei o ritual de deitar devagar, tentando esquecer o que tinha acabado de ver, então comecei a pensar na Juli, tava escovando os dentes quando ouvi a porta da entrada e os passos da Coni, que andava quase que nem uma ninja… De repente a porta do banheiro abriu e a Coni apareceu com um olhar que me deixou estranho, porque eu podia apostar que era um olhar cheio de safadeza… algo que eu nunca tinha visto nela. Larguei a escova em cima da pia e sorri pra ela ainda com pasta na boca, mas quando ia cumprimentar ela, ela se jogou em mim me abraçando com uma puta fogosidade, não consegui fazer nada além de retribuir o abraço e minhas mãos, quase como um reflexo, foram direto pra bunda dela.
Engoli a pasta e a saliva que ainda tinha na boca, porque quando ela me beijou já não tinha mais nada além dos restos que se misturavam com o gosto de Margarita, o drink favorito dela… a verdade é que eu tava surpreso, já que imaginava ela transando com o Tony.
• Eu: Que surpresa, Coni, e o Tony?
• Coni: Foi pra casa dele…
• Eu: Pensei que você tivesse com ele…
• Coni: Tava muita vontade de pica.
• Eu: E ele?
• Coni: Não vou pra cama com qualquer um que me quer…
• Eu: E eu?
• Coni: Você não me quer… e eu te conheço…
Minha pica ficou dura na hora… enfiei a mão por baixo da saia dela e puxei a calcinha pro lado… senti a bucetinha dela molhada e quente, aí me ajeitei um pouco e meti com força, ela gemeu quando entrou dentro da bucetinha dela. Coni parecia precisando de muito prazer. Me pareceu que ela tava decidida a quebrar todas as regras que ela tinha falado até quase me cansar.
Eu tava fodendo ela no banheiro, mas tava cansando de ficar meio curvado pra meter, então peguei ela pelaquele rabo enorme, levei ela até a cama, deixei ela por cima pra meter de novo na hora e com uma mão acendi a luz do criado-mudo, queria ver ela se entregando pra mim, ela passava a mão no meu peito enquanto eu fodia olhando nos olhos dela, ela tava linda… fodi com “carinho”, não queria que a última foda do fim de semana fosse algo bruto.
• Eu: Você gosta, Coni?
• Coni: Sim! … muito… agora preciso que você me coma… me dá duro… por favor…
• Eu: Olhei surpreso, porque não era o que eu tinha planejado…
Ela me parou e ficou de quatro, igual cachorrinho, ajoelhada na cama, abrindo as pernas e olhando pra trás, esperando receber minha pica.
• Coni: Você vai me foder?
• Eu: Claro… mas Tony…
• Coni: Você me fodeu do seu jeito, agora quero que me foda do meu jeito… vai logo que tô quente!
Não falei mais nada, se ela queria isso, ia ter! Me pareceu que Coni tava desesperada e precisava de pica. Tirei a calcinha dela completamente, deixando o rabo dela no ar — e que rabo! — e sem mais cerimônia meti de novo com paixão enquanto segurava na cintura dela.
• Coni: Mmmm… isso… me fode, Claudinho…
Eu ia tirando devagar e depois enfiava com força de volta, em cada estocada Coni Gemia delirante, Coni tava sentindo eu enchendo a bucetinha dela, e ao mesmo tempo, eu sentia aquela bucetinha me envolvendo e apertando meu pau, era prazer demais!
Nós dois tentávamos aprofundar cada estocada, eu ficava louco a cada batida do meu púbis na bunda dela, uma e outra vez... Olhando pro espelho do quarto, notei que Coni fechava os olhos enquanto curtia minha vara entrando nela sem parar, era hipnotizante ver ela através daquele espelho... Ver ela tão entregue ao prazer me fazia me esforçar pra dar o meu melhor, aumentei o ritmo, fodendo ela mais rápido enquanto segurava ela pela cintura...
• Coni: Aaaiii... assim Claudito! ... assim... mais... me dá mais forte... Uhummm como você enche!
Coni apoiou a cabeça no colchão, enquanto eu acelerava o ritmo, cada vez que eu metia, minhas pernas batiam na bunda dela, e minhas bolas chegavam até as pernas dela e perto do clitóris, acho que isso dava o maior prazer pra ela. Sem dúvida, Coni tava perto do orgasmo, ela gemia de olhos fechados e boca aberta, ofegante. Meu pau entrava e saía rápido naquela bucetinha que era um rio de lubrificação, eu fodendo com força, não conseguia parar de me mexer, pra frente e pra trás... também tava quase gozando!
Tava fodendo ela do jeito que ela queria... por um momento pensei, pra ela nunca me largar, tinha que deixar ela "tonta de tanto pau", se conseguisse, ela seria minha mina pra sempre, então meti mais forte ainda, se é que isso é possível... Como eu disse, nós dois távamos perto do orgasmo... enquanto eu fodia ela que nem um demônio, senti uma das mãos dela descer e os dedos acariciarem o clitóris dela, sei disso porque tocava nas minhas bolas
• Aaaiii... aaiii... tô gozandooo... você me mataaa... aaiii!
Continuei metendo sem dó, com força, de repente senti a bucetinha dela apertando meu pau, contraindo, era quase loucura, o que fez eu gozar que nem um burro e encher ela de porra.
Depois do orgasmo feroz, fiquei olhando pra Coni e principalmente pra bucetinha dela... a rachinha tava um pouco aberta… rosada e brilhosa… não me ocorreu nada melhor do que beijar a bunda dela e passar a língua pelas bochechas suculentas… Ela suspirou e respirou fundo pra me dizer:
• Mete de novo….
• Eu: Não posso, amor, tenho que esperar…
• Coni: Mmm! … bom, eu também posso esperar, deita do meu lado.
Nós deitamos abraçados e pelados do jeito que estávamos, dormindo os dois, não sei em que minuto acordei, mas já estava claro e os passarinhos cantavam, olhei pro lado e Coni dormia tranquila, fiquei tentado a acordá-la, mas deixei ela dormir um pouco mais, porque tínhamos planejado voltar pra casa lá pelas 11:30 pra evitar os centenas de carros que iam encher as estradas à tarde.
Fiquei pensando que Coni acordaria e sentiria a magia inesperada desse fim de semana, tava no melhor quando “a bela adormecida” acordou… com vontade de continuar a farra, porque me pegou na pica enquanto se espreguiçava pra me beijar com paixão.
• Eu: Uhmmm!, vejo que acordou feliz, hehehe
• Coni: Feliz não!... **tesuda**!!, hahaha… Ontem à noite você ficou me devendo…
• Eu: Não lembro disso…
• Coni: Isso te faz lembrar?, disse enfiando meu pau na boca dela
Diante dessa resposta, amassei os peitos dela enquanto ela chupava minha pica e comecei a planejar como ia realizar os desejos dela ou minha “dívida”… Tirei ela do meu pau, coloquei ela de costas e fiquei por cima, enfiando com força na bucetinha dela… Coni suspirou enquanto eu fodia ela de missionário, mas pra Coni não era suficiente, ela me parou por um instante, ficou de quatro igual à noite e disse:
• Coni: Agora sim!... vai, manda ver, que sua última fodida seja uma lembrança inesquecível, hehehe
Voltei a segurar na cintura dela, começando uma forte metida e tirada, agora à luz do dia ver aquela bunda gostosa me deixou com muito mais tesão, tanto que me esforcei pra arrancar todo tipo de gemidos e suspiros da garota que eu fodia debaixo de mim, fazendo ela gozar correu em poucos minutos, com a cabeça e o tronco caindo na cama... não deixei a bunda dela desabar, porque tinha outros planos… se essa era minha última chance, não ia desperdiçar, então cuspi naquela bunda maravilhosa e apresentei minha piroca lubrificada na entrada:
• Coni: O que você pretende?
• Eu: Não é óbvio? Te foder…
• Coni: Seu porco nojento!, vai foder a irmã mais velha do seu amigo?
• Eu: Sim!, vou te "foder de novo", falei enfiando a piroca devagar mas firme enquanto derramava toda a saliva que ainda tinha na boca
O diálogo quente que tivemos elevou nossa luxúria a níveis extremos, era prazer demais ter a irmã do Feli de quatro na minha cama… Coni já tinha moldado a bunda dela na minha piroca, porque entrava toda até bater no fundo, ela reclamou um pouco, mas já era tarde
Coni se agarrava com força nos lençóis da cama, enquanto eu comia ela com tudo, logo, além dos gemidos da Coni, os únicos sons que se ouviam eram os do meu saco batendo na bunda dela… era hipnótico… plap, plap, plap, plap… Aquele barulho era como música no meu cérebro, o que me fazia ser cada vez mais intenso, já nada me limitava, essa bunda seria minha e de mais ninguém… era o que eu pensava, o Tony podia foder ela, mas não me importava, desde que aquela bunda fosse só minha e de mais ninguém.
• Coni: Você é, ahh! …! Ahh ayy Siii! ... Uy!... assim!... assim que eu gosto de ser fodida…
• Eu: Vou foder sua bunda quando você quiser….
• Coni: Aahh! …! Ahh ayy Siii! ...
• Eu: vou foder assim sua bunda que vai ser minha pra sempre, falei cheio de coragem…
• Coni: Ahh!, lembra que essa é a última…. Vez… ahh! …! Ahh ayy Siii! ...
Ao barulho dos nossos corpos se chocando, se juntou o da cama começando a bater o encosto na parede… tudo se mexia, até o colchão se movia com as fortes metidas que eu dava, não sei se os vizinhos estavam, mas não me importava… eu tava embalado. • Coni: Aaahh! …! Ahh ayy Siii! ...
• Eu: Vou encher teu cu de porra….
• Coni: Aaahh! …! Ahh ayy Siii! ... uhhh… uhhh…
• Eu: Ou prefere na boca?
• Coni: Na boca, mas espera… Aaahh! …! Ahh ayy Siii! ... tô quase gozando
Eu mal segurava meu orgasmo, felizmente a Coni gozou mais uma vez entre gritos e gemidos, então, sentindo minha gozada iminente, me movi do cu dela pra direção da boca dela, ela se virou abrindo a boca e pegando nos peitos também.
Me posicionei entendendo que ela não queria só na boca, mas nos peitos também… Uff que mina mais safada!... coloquei a pica perto da boca dela, ela abriu ainda mais, e eu não aguentei, soltando toda minha porra lá dentro, deixando os últimos três jatos pros peitos dela… A Coni engoliu tudo, depois passou as mãos nos peitos espalhando o que restava do meu leite, aí me olhou sorrindo com malícia.
• Eu: Gostou, sua puta, de eu encher você de porra?, perguntei todo orgulhoso.
• Coni: Sim, assim como de te foder e "re-cular", hahaha
• Eu: Seu cuzinho agora vai ser meu…
• Coni: Sabe que não vai ter outra vez, tá claro?
• Eu: Tô ligado, mas fica claro que esse cu é só meu
• Coni: Bom, te prometo que ninguém mais vai ter meu cu, hahaha, dói pra caralho, hahaha
• Eu: É uma promessa?
• Coni: É, juro pela minha mãe, hahaha
A gente tomou banho junto entre carícias e com toda a calma do mundo tomamos café, arrumamos o apartamento e fizemos as malas… o fim de semana prolongado chegava ao fim, mas com as fodas que eu tinha dado, na minha cabeça eu apostava que ela ia ficar apaixonada por mim. Infelizmente, o que eu imaginava não ia se realizar, porque enquanto a gente tomava café antes de sair, ela repetiu mais uma vez:
• Claudito, tá claro que o que rolou esse fim de semana não vai se repetir e que você nunca vai falar disso?, nem sequer no teu leito de morte
• Eu: Sim, entendi… mas não tem nenhuma chance de…
• Coni: Nenhuma!
Passamos por Belém e voltamos pra casa, no caminho elas só falavam do Tony e do Manuel, o que me deixava puto e eu disfarcei o melhor que pude, porque não podia contar pra Coni que o bum dela era meu e não do Tony.
Na estrada, paramos pra um almoço rápido que foi bem bom, porque elas escolheram um posto de caminhoneiros. A única merda é que os caras que estavam no lugar devoravam elas com o olhar, mas ninguém falou nada ou tentou puxar assunto, mesmo eu não achando que eles se intimidavam comigo por eu ser alto e forte, hahaha
Chegamos em casa depois de deixar a Belém, meus pais estavam ansiosos, o que era estranho, e mal estacionei eles já me interrogaram, sem nem me deixar me despedir da Coni, que saiu rápido, talvez pra evitar que eu abrisse a boca e falasse algo ou simplesmente pra não levantar suspeita dos meus pais. Naquele dia, um pouco mais tarde, fui na casa do Feli, que já tava recuperado, e a gente comentou a viagem, ele se lamentando por não ter ido e eu contando só o que dava pra contar.
Depois voltei pra triste realidade, as tarefas da faculdade me esperavam e os professores pareciam querer fazer a gente pagar por ter curtido um feriadão, tanto que no único momento em que consegui ligar pra Juli, ela disse que não podia me ver até o fim de semana, se não passassem mais trabalho. Mesmo assim, mantive meu costume de passar na casa do Feli e falar com alguém, especialmente procurava a Coni, mas naquela semana ela não chegou cedo nenhum dia como de costume, então só encontrei a tia Sole e o Feli.
No começo, fiquei meio frustrado por não encontrar a Coni, porque meu coração ficou vidrado na… bunda dela… que bunda!!!... a verdade é que eu não tava apaixonado por ela, ou será que tava?, mas com certeza tava vidrado na bunda dela, mas fiz uma descoberta… Coni era uma cópia exata da mãe dela, Soledad. Essa última tinha uma bunda de "meter medo", mas como era mãe do meu melhor amigo, eu nunca tinha reparado ou analisado direito. Agora, porém, eu conseguia ver que a tia Sole era uma mulher linda e, diferente da Coni, tinha uns peitões enormes, o que me agradava pra caralho.
Como eu tava dizendo, aquela semana passou sem pena nem glória, assim como o fim de semana seguinte, onde só consegui ir jogar videogame com o Feli no sábado à noite, depois das 22h, porque não tivemos mais tempo livre. Naquele sábado, minha decepção chegou ao máximo quando, minutos depois de começar a jogar com o Feli, o Tony chegou todo sorridente pra buscar a Coni, que eu não tinha visto até aquele momento. E ali eu voltei a sentir inveja do Tony, porque ela estava vestida pra matar — ou talvez pra foder, sei lá…
A semana seguinte foi mais ou menos a mesma coisa, porque a pressão da faculdade não dava trégua, e eu também não via a Coni. Só encontrava a tia Sole, o Feli e, de vez em quando, o seu Feli. Preciso confessar que a tia Sole me atraía cada dia mais, especialmente aqueles decotes ardentes que faziam a gente adivinhar os tesouros escondidos debaixo das blusas e dos sutiãs dela.
Na sexta, finalmente consegui encontrar a Juli, que convidou uma amiga pro meu amigo Feli. Saímos os quatro no meu carro, visitando vários lugares cheios de movimento, dançamos e nos divertimos como nunca. Pra ser sincero, a gente precisava daquilo… Naquela sexta, o Feli se deu super bem com a amiga da Juli e, de alguma forma, acabamos num mirante, nos pegando gostoso, cada um com sua respectiva. Finalmente consegui chupar os peitos da Juli. Fiquei surpreso porque os peitinhos dela eram firmes e empinados, assim como a bunda dela, que mesmo não sendo grande, era um verdadeiro manjar… O corpo da Juli me lembrava o de uma garota chamada Karla Spice.
Voltamos com o Feli mais quentes que uma locomotiva a vapor, mas valeu a pena. Nós dois saímos com umas minas que eram super legais e muito gostosas, por sinal. Mas no sábado voltamos à realidade dos estudos, com a diferença de que a Juli me convidou. na casa dele pra um churrasco com a família, pra depois sair pra dançar.
A verdade é que o plano da Juli tinha uns pequenos ajustes, porque em vez de ir dançar, a gente foi transar. Na real, ela me disse pra irmos a um motel de casais e que a gente rachava a conta, coisa que aceitei na hora. Então ela falou:
• Te garanto que vamos nos divertir e esquecer a facul, hehehe
• Eu: Pra onde a gente vai?
• Juli: Você não sabe?
• Eu: Nunca fui num desses… e você?
• Juli: Não fui em muitos, mas com meu ex a gente visitou uns dois, vamos no mais perto.
A Juli tava super relaxada, ainda mais sabendo que ela era a guia experiente, tanto que ficava tirando uma onda com a minha primeira vez num lugar como aquele. Mas a marra acabou quando a gente chegou no local e o cara da entrada olhou pra gente pedindo nossos documentos. Ela praticamente se escondeu atrás de mim e só apareceu quando a gente parou na frente do quarto… Só naquele instante ela me olhou de novo, ainda nervosa mas sorrindo, eu beijei ela e entramos nos pegando no quarto.
A gente tava morrendo de vontade um do outro… então, assim que fechei a porta, abracei ela por trás de novo, encostando toda a minha masculinidade ardente na bunda apertada e gostosa dela… nisso ela pegou minhas mãos e colocou nos peitinhos dela… os bicos estavam durinhos de tesão, e sem mais palavras comecei a amassá-los… talvez com muita paixão… tanto que ela falou:
• Ai… cuidado que não são de borracha….
• Eu: Desculpa, respondi e continuei um pouco mais controlado amassando aquelas perinhas deliciosas dela
Depois dessas reclamações rápidas, a Juli voltou com o tesão e me beijava como podia, por ela estar na frente e eu atrás… eu não parava de esfregar meu pau na buceta dela, desabotoei a calça jeans dela e puxei pra baixo… efetivamente ela tava usando uma daquelas calcinhas que deixam as nádegas à mostra e se enfiam no meio da bunda, uma bunda quase perfeita… senti o calor do corpo dela que transmitiam aquelas bochechas juvenis duras e empinadas.
Começamos a ter sexo simulado, a verdade é que estávamos muito quentes… sem parar de nos beijar, parei de amassar os peitos dela e com minhas mãos busquei o acesso àquelas delícias por baixo do macacão, não foi fácil porque o sutiã dela abria na frente, coisa que eu não sabia, mas Juli não ficou parada e me ajudou a soltá-los, e finalmente consegui “pegar” nos peitos dela….
Juli me deu uma espécie de empurrão com a bunda e novamente me incentivou a rebolar, então continuei com “a dança”… Depois de um tempo nisso, ficamos cara a cara tentando suavizar nosso encontro. Os beijos delicados que trocamos nesse novo começo foram se transformando em outros muito mais passionais… mas de repente tocou o interfone nos dando boas-vindas e oferecendo uns cubas-libres e pedindo o pagamento do quarto… Pagamos e recebemos nossas bebidas, o “incrível” é que nesse processo não percebi em que minuto Juli estava pelada como uma Eva e eu ainda vestido, hahaha
Só passaram alguns instantes e retomamos nosso encontro tórrido, ela até me ajudou a me despir, Juli era toda colaboração, de repente eu a empurrei na cama, e ela, me olhando divertida, me esperou com as pernas abertas, deixando livre a entrada da sua buceta depilada e deliciosa. Ao contrário do que ela provavelmente esperava, fui devagar e coloquei minha cabeça entre as pernas dela, mergulhando naquele delicioso monte de Vênus totalmente depilado, que não só beijei, como praticamente comi. Juli delirava de êxtase, eu urrava de tesão e desejo, tanto que ela disse com uma voz difícil de descrever:
• “Mete em mim!… vai, que não aguento mais…”
• Eu: “Já vou, sua putinha…”
• Juli: “Desde quando sou uma putinha pra você?”, disse toda provocante.
• Eu: “Desde agora, você é, hehehe”
Me movi rápido pra meter o mais fundo possível, mas a buceta dela, por mais molhada que estivesse, era muito apertada, então fiz um esforço Entre bruto e delicado... empurrando, consegui enfiar até a metade. Ela gemeu, mas o olhar de desejo dela mostrava que queria mais. Com uma segunda estocada, consegui juntar nossas virilhas em fogo, pra depois continuar com um frenético vai e vem.
Não sei, mas cada investida que eu dava na Juli aumentava minha vontade de rasgar a buceta dela... Era isso que eu tentava! Enquanto a Juli gritava aos quatro ventos o prazer dela e amassava os próprios peitos com uma paixão lasciva. Fodemos como se o mundo fosse acabar... De repente, ela abriu bem grandes os olhos escuros, como se algo fosse acontecer, e gritando me disse:
- Tô gozando, tô gozando, Claudito... ahhhh!!
Não consegui dizer nada, porque incrivelmente eu ainda não tinha gozado. Talvez por causa das inúmeras punhetas que eu tinha batido nessas semanas pensando na Coni... Pensando bem, a verdade é que nas últimas punhetas eu não tinha pensado só na irmã mais velha do meu melhor amigo... também tinha incluído a mãe dela. Por um instante, me senti um verme, mas passou bem rápido.
Não sei se eram meus pensamentos ou o quanto a Juli era participativa, mas meu tesão tava solto e eu não ia ficar daquele jeito. Então, assim que a Juli se recuperou, coloquei ela de quatro com toda a intenção de comer o cu dela. A verdade é que minha mente febril só pensava em como seria rasgar o cu da... tia Sole?... Sim! Aquele cu que eu descobri depois do fim de semana prolongado com a Coni. Além disso, o cu que eu tinha na minha frente, embora não fosse tão grande quanto o da Coni ou da tia Sole, era com certeza muito apetitoso. Eram diferentes, tipo a diferença entre uma Mercedes Benz de luxo e uma esportiva. Pensei que os dois são pra aproveitar como um louco.
- Juli: Peraí! O que você tá tramando? – perguntou assustada quando sentiu meu pau na entrada do cu dela.
- Eu: Enfiar no...
- Juli: No meu cu não, nunca enfiaram nada lá!... Se quiser, a gente repete, mas por ali não!
- Eu: Beleza, mas fica assim que a gente vai fazer de quatro. Gosto muito assim…
• Juli: Bom, se você gosta disso, então tá…
Fiquei atrás dela, baixei meu amigão o máximo que pude, abri as bundas durinhas e perfeitas dela pra ver bem onde enfiar meu pau. E, apesar de ter hesitado com a tentação latente de comer ela sem consentimento, no fim direcionei meu amigão pra frestinha da buceta meio aberta pela trepada recente… enfiei inteiro, de uma só vez! Dessa vez entrou sem problemas, mesmo sendo uma bucetinha apertada, mas já tava pegando o jeito do meu pau.
Segurei firme na cintura dela e, aproveitando o embalo, comecei um vai e vem rápido, batendo as bundas durinhas dela contra minha virilha. A batida soava como música pros meus ouvidos, aquele som ritmado me deixava nervoso e com tesão, me trazia lembranças da última vez que comi a Coni, e como aquele som ficou gravado a fogo, agora eu delirando só de pensar que podia ser a bunda da Coni ou da tia Sole, esses pensamentos eram extremamente excitantes. Tava comendo a Juli feito uma putinha enquanto pensava em como comer a Coni e a mãe dela, era uma loucura.
Enquanto pensava nisso e acelerava o vai e vem, a Juli delirando com cada uma das minhas estocadas, até que senti ela se inundar de novo com o fluxo vaginal e apertar meu pau com a buceta dela, isso foi demais pra mim e comecei a gozar igual quando comi a Coni pela última vez. A real é que meu pau cuspia porra uma vez atrás da outra, o que desencadeou um orgasmo prolongado na Juli, ela num momento tentou escapar da minha gozada, mas eu tava segurando firme na cintura dela, até que caímos exaustos na cama, ela no colchão e eu por cima dela…
Depois de muito chamego e brincadeiras, decidimos voltar pra casa, o tesão dos dois tinha acalmado, dava pra encarar uma nova semana de faculdade. Tomamos banho juntos entre carícias e beijos, tínhamos que tirar o suor e a meleca dos nossos fluidos, ao olhar pra Juli, pude ver o que não tinha visto só instantes antes, ela era um docinho todo, louca, tentadora e explosiva. Já a Coni era... um fruto maduro!... tentador, suculento e fogoso.
Saímos do lugar de um jeito bem parecido com o que entramos, ou seja, a Juli quase escondida atrás de mim... ela só relaxou umas duas quadras pra frente, onde se endireitou e voltou a ser a tagarela de sempre, soltando os pensamentos dela, alguns que até me envergonharam, porque ela "não tem papas na língua". Assim fomos pra casa... bom, deixei a Juli na casa dela e fui pra minha, pensando que com a trepada da porra que a gente tinha dado, eu conseguiria controlar os desejos que sentia pela "Família do Meu Melhor Amigo".... Falei desejos pela família do Feli...? Aghg!, que horror!, não pode ser....
Dormi tranquilão, então acordei super relaxado, com uma vontade louca de respirar ar puro... por isso tomei um café com leite, torradas, presunto e queijo e depois saí vestindo um look esportivo... grande foi minha surpresa ao dar de cara com a Coni e a mãe dela!, que estavam saindo de roupa esportiva a caminho da academia ali perto. Me aproximei delas e acompanhei o trote leve delas até perto da academia:
• Tia Sole: Oi, Claudinho!... vai pra academia igual a gente?
• Eu: Oi, tia, oi, Coni!, até queria, mas não sou inscrito, então vou pro parque.
• Coni: Ah, que pena, a gente vai!
• Tia Sole: Se quiser, vem com a gente, sou sócia "Golden" e posso levar um convidado.
• Eu: Sério, tia?
• Sole: Claro, virei sócia Golden pra tentar fisgar o Feliciano, hahaha, mas ele só curte os resultados da academia, hahaha
• Coni: Ai, mãe, as besteiras que você fala, hahaha
Fui com elas, a verdade é que a academia era um luxo só, claro que as atividades eram diferentes das que o cara que me designaram como guia me submeteu, o qual, junto comigo, devorava com os olhos as duas mulheres que eram fruto da minha admiração. A verdade é que quando elas se livraram dos respectivos moletons ou agasalhos, deixaram claro que as curvas delas eram pra O mais casto dos homens desejaria pecar com elas.
Minha rotina foi divertida, mas muito intensa, poderia dizer que nem senti, ao ver minhas musas fazendo bicicleta ergométrica ou máquinas de pesos, como eu gostaria de estar falando com elas!, como diria um argentino "chamullándolas", mas tinha que me resignar que o que rolou com a Coni não se repetiria, apesar dos meus "desejos obscuros".
Terminada a jornada, fomos andando pra casa, tia Sole extrovertida como sempre, falava comigo enquanto a Coni me ignorava, a verdade é que não entendia a atitude dela, tinha fodido com ela, sim, mas em nenhum momento foi contra a vontade dela, e também não tinha importunado ou abusado da confiança dela depois de voltar do "bendito feriado prolongado".
O resto do domingo, passei com meus pais que me levaram pra visitar a avó e outros parentes que eu não conhecia, a única coisa boa é que encontrei uma prima distante que era uma gostosa, a verdade é que era uma menina loira de 17 anos que ia prestar o vestibular, então ofereci meu apoio em tudo que ela precisasse, ela bem safada aceitou e disse que me procuraria assim que pudesse… poderia ter avançado um pouco mais, mas minha mãe percebeu minhas "intenções perversas" e não me largou por nada, então só consegui pegar o número de celular da Lúcia, como se chama minha "priminha", quando fingi que precisava ir ao banheiro e consegui escapar pra pedir… Não entendo o motivo dessa atitude na minha mãe, ela é uma prima distante, nossos filhos não teriam problemas genéticos, kkkk
As duas semanas seguintes foram uma cópia "infeliz" das duas anteriores, em outras palavras, vi tia Sole, carinhosa como sempre, a Feli pra brincar, o Javi uma vez quando veio deixar a roupa lavada, porque ainda não lava na casa dele, ela alega que não tem máquina de lavar e que as fichas pra lavar no prédio dela são caras demais, um roubo!, então a mãe dela lava a roupa dos "recém-casados", e o don Feli quando vinha jantar, mas da Coni não vi nem a Sombra. Já tinha passado quase um mês e da Coni, nada de nada. A única coisa boa é que com a Juli a gente formava uma boa dupla pra aliviar a tensão, e junto com a amiga dela e o Feli, a gente se divertia, porque nos dávamos bem e fazíamos uns rolês recreativos.
Mas na quinta à tarde, algo mudou. Umas quatro horas, pouco antes de terminar minha jornada acadêmica, chegou um WhatsApp da Coni. A verdade é que, como eu tava na aula, só vi quando saí. Apressado, li a mensagem. No texto curto, só dizia: "Me espera na saída da sua faculdade às 17h". Fiquei intrigado pra caralho e, como tinha que esperar quase 45 minutos, fui tomar um café e depois sentei nas escadarias da entrada. Vários me perguntaram o que eu tava fazendo ali, e eu respondia com um seco "esperando"... Esperando o quê? A verdade é que eu não sabia... A espera foi quase um tormento, porque não fazia ideia do que ela ia me dizer. Será que tava grávida? Será que tinha me denunciado na justiça? Será que tinha me dedurado pro Tony? A verdade é que eu tava mais que pilhado...
Tony e Manuel se mostraram dois caras muito legais, além de serem verdadeiros gourmets da carne, o que me beneficiou indiretamente, já que pela primeira vez na vida comi um entrecot ou T-bone, foi algo fantástico. Depois do almoço farto, fomos descansar em casa com Coni e Belén, para depois nos encontrarmos e irmos a uma exibição de tênis de dois líderes da ATP na quadra de um clube importante. Em seguida, fomos a um pub e karaokê. No decorrer da noite, as minas combinaram de se ver com eles durante a semana depois que esse fim de semana incrível terminasse. Isso me irritou pra caralho, mas o que eu podia fazer?
À noite, jantamos num restaurante de peixes e frutos do mar, obviamente escolhido pelas minas. O jantar foi amigável e dava pra ver claramente que os caras estavam se exibindo pras duas gatinhas, e elas estavam super receptivas… estávamos nessa, ou eles estavam nessa, quando meus amigos da faculdade me ligaram pra gente se encontrar num lugar perto, o que foi comemorado pelos outros quatro na mesa.
Lá pelas nove, deixei eles ainda na sobremesa e, com um pouco de raiva e ciúmes, larguei Coni com Tony… fui pro lugar que os caras me falaram e me encontrei com meus amigos num bar na praia com música ao vivo, karaokê e areia. A verdade é que o clima estava magnífico, logo me animei e comecei a conversar com todo mundo. Foi aí que, no local, uma das minas chamada Julieta, ou Juli pros amigos, tomou conta de mim e, deixando quase de lado os outros amigos dela, me "dançou", "beijou de língua" e finalmente me levou pra praia, onde do amasso passamos pra uns apalpões bem pesados, mas sem chegar a transar… naquela praia abençoada que por um bom tempo me fez esquecer a Coni, descobri que a Juli tinha um belo par de peitos e uma bunda dura que tive a chance de tocar e amassar por cima da roupa.
Passada a meia-noite, o grupo se desfez, pois todo mundo tinha que voltar pros seus respectivos alojamentos, então Juli foi embora com o irmão dela. Quando fiquei sozinho, decidi voltar pro apartamento, mas quando tava passando na frente do bar que a gente tinha ido com as minas no dia anterior, me deu na telha de dar uma olhada pra ver se elas tavam lá.
O lugar tava bem cheio e o clima tava agradável, procurei as garotas e avistei a Belém dançando com o Manuel, aquele que não tinha vergonha na cara de pegar na bunda da amiga gostosa da Coni, mas ela eu não via, então entrei no bar, e depois de andar um pouco avistei a Coni numa mesinha se beijando com o Tony, que tava apalpando ela cheio de tesão e vontade, enquanto ela deixava ele amassar os peitos dela por cima da roupa… tenho que confessar que me deu uma raiva do caralho, mas com a pouca “sangue frio” que eu tinha, consegui me acalmar, a real é que eu tinha comido a Coni, mas ela não passava de ser a irmã do meu melhor amigo. Não aguentando mais aquele show, fui embora pra casa.
Cheguei no apartamento e comecei o ritual de deitar devagar, tentando esquecer o que tinha acabado de ver, então comecei a pensar na Juli, tava escovando os dentes quando ouvi a porta da entrada e os passos da Coni, que andava quase que nem uma ninja… De repente a porta do banheiro abriu e a Coni apareceu com um olhar que me deixou estranho, porque eu podia apostar que era um olhar cheio de safadeza… algo que eu nunca tinha visto nela. Larguei a escova em cima da pia e sorri pra ela ainda com pasta na boca, mas quando ia cumprimentar ela, ela se jogou em mim me abraçando com uma puta fogosidade, não consegui fazer nada além de retribuir o abraço e minhas mãos, quase como um reflexo, foram direto pra bunda dela.
Engoli a pasta e a saliva que ainda tinha na boca, porque quando ela me beijou já não tinha mais nada além dos restos que se misturavam com o gosto de Margarita, o drink favorito dela… a verdade é que eu tava surpreso, já que imaginava ela transando com o Tony.
• Eu: Que surpresa, Coni, e o Tony?
• Coni: Foi pra casa dele…
• Eu: Pensei que você tivesse com ele…
• Coni: Tava muita vontade de pica.
• Eu: E ele?
• Coni: Não vou pra cama com qualquer um que me quer…
• Eu: E eu?
• Coni: Você não me quer… e eu te conheço…
Minha pica ficou dura na hora… enfiei a mão por baixo da saia dela e puxei a calcinha pro lado… senti a bucetinha dela molhada e quente, aí me ajeitei um pouco e meti com força, ela gemeu quando entrou dentro da bucetinha dela. Coni parecia precisando de muito prazer. Me pareceu que ela tava decidida a quebrar todas as regras que ela tinha falado até quase me cansar.
Eu tava fodendo ela no banheiro, mas tava cansando de ficar meio curvado pra meter, então peguei ela pelaquele rabo enorme, levei ela até a cama, deixei ela por cima pra meter de novo na hora e com uma mão acendi a luz do criado-mudo, queria ver ela se entregando pra mim, ela passava a mão no meu peito enquanto eu fodia olhando nos olhos dela, ela tava linda… fodi com “carinho”, não queria que a última foda do fim de semana fosse algo bruto.
• Eu: Você gosta, Coni?
• Coni: Sim! … muito… agora preciso que você me coma… me dá duro… por favor…
• Eu: Olhei surpreso, porque não era o que eu tinha planejado…
Ela me parou e ficou de quatro, igual cachorrinho, ajoelhada na cama, abrindo as pernas e olhando pra trás, esperando receber minha pica.
• Coni: Você vai me foder?
• Eu: Claro… mas Tony…
• Coni: Você me fodeu do seu jeito, agora quero que me foda do meu jeito… vai logo que tô quente!
Não falei mais nada, se ela queria isso, ia ter! Me pareceu que Coni tava desesperada e precisava de pica. Tirei a calcinha dela completamente, deixando o rabo dela no ar — e que rabo! — e sem mais cerimônia meti de novo com paixão enquanto segurava na cintura dela.
• Coni: Mmmm… isso… me fode, Claudinho…
Eu ia tirando devagar e depois enfiava com força de volta, em cada estocada Coni Gemia delirante, Coni tava sentindo eu enchendo a bucetinha dela, e ao mesmo tempo, eu sentia aquela bucetinha me envolvendo e apertando meu pau, era prazer demais!
Nós dois tentávamos aprofundar cada estocada, eu ficava louco a cada batida do meu púbis na bunda dela, uma e outra vez... Olhando pro espelho do quarto, notei que Coni fechava os olhos enquanto curtia minha vara entrando nela sem parar, era hipnotizante ver ela através daquele espelho... Ver ela tão entregue ao prazer me fazia me esforçar pra dar o meu melhor, aumentei o ritmo, fodendo ela mais rápido enquanto segurava ela pela cintura...
• Coni: Aaaiii... assim Claudito! ... assim... mais... me dá mais forte... Uhummm como você enche!
Coni apoiou a cabeça no colchão, enquanto eu acelerava o ritmo, cada vez que eu metia, minhas pernas batiam na bunda dela, e minhas bolas chegavam até as pernas dela e perto do clitóris, acho que isso dava o maior prazer pra ela. Sem dúvida, Coni tava perto do orgasmo, ela gemia de olhos fechados e boca aberta, ofegante. Meu pau entrava e saía rápido naquela bucetinha que era um rio de lubrificação, eu fodendo com força, não conseguia parar de me mexer, pra frente e pra trás... também tava quase gozando!
Tava fodendo ela do jeito que ela queria... por um momento pensei, pra ela nunca me largar, tinha que deixar ela "tonta de tanto pau", se conseguisse, ela seria minha mina pra sempre, então meti mais forte ainda, se é que isso é possível... Como eu disse, nós dois távamos perto do orgasmo... enquanto eu fodia ela que nem um demônio, senti uma das mãos dela descer e os dedos acariciarem o clitóris dela, sei disso porque tocava nas minhas bolas
• Aaaiii... aaiii... tô gozandooo... você me mataaa... aaiii!
Continuei metendo sem dó, com força, de repente senti a bucetinha dela apertando meu pau, contraindo, era quase loucura, o que fez eu gozar que nem um burro e encher ela de porra.
Depois do orgasmo feroz, fiquei olhando pra Coni e principalmente pra bucetinha dela... a rachinha tava um pouco aberta… rosada e brilhosa… não me ocorreu nada melhor do que beijar a bunda dela e passar a língua pelas bochechas suculentas… Ela suspirou e respirou fundo pra me dizer:
• Mete de novo….
• Eu: Não posso, amor, tenho que esperar…
• Coni: Mmm! … bom, eu também posso esperar, deita do meu lado.
Nós deitamos abraçados e pelados do jeito que estávamos, dormindo os dois, não sei em que minuto acordei, mas já estava claro e os passarinhos cantavam, olhei pro lado e Coni dormia tranquila, fiquei tentado a acordá-la, mas deixei ela dormir um pouco mais, porque tínhamos planejado voltar pra casa lá pelas 11:30 pra evitar os centenas de carros que iam encher as estradas à tarde.
Fiquei pensando que Coni acordaria e sentiria a magia inesperada desse fim de semana, tava no melhor quando “a bela adormecida” acordou… com vontade de continuar a farra, porque me pegou na pica enquanto se espreguiçava pra me beijar com paixão.
• Eu: Uhmmm!, vejo que acordou feliz, hehehe
• Coni: Feliz não!... **tesuda**!!, hahaha… Ontem à noite você ficou me devendo…
• Eu: Não lembro disso…
• Coni: Isso te faz lembrar?, disse enfiando meu pau na boca dela
Diante dessa resposta, amassei os peitos dela enquanto ela chupava minha pica e comecei a planejar como ia realizar os desejos dela ou minha “dívida”… Tirei ela do meu pau, coloquei ela de costas e fiquei por cima, enfiando com força na bucetinha dela… Coni suspirou enquanto eu fodia ela de missionário, mas pra Coni não era suficiente, ela me parou por um instante, ficou de quatro igual à noite e disse:
• Coni: Agora sim!... vai, manda ver, que sua última fodida seja uma lembrança inesquecível, hehehe
Voltei a segurar na cintura dela, começando uma forte metida e tirada, agora à luz do dia ver aquela bunda gostosa me deixou com muito mais tesão, tanto que me esforcei pra arrancar todo tipo de gemidos e suspiros da garota que eu fodia debaixo de mim, fazendo ela gozar correu em poucos minutos, com a cabeça e o tronco caindo na cama... não deixei a bunda dela desabar, porque tinha outros planos… se essa era minha última chance, não ia desperdiçar, então cuspi naquela bunda maravilhosa e apresentei minha piroca lubrificada na entrada:
• Coni: O que você pretende?
• Eu: Não é óbvio? Te foder…
• Coni: Seu porco nojento!, vai foder a irmã mais velha do seu amigo?
• Eu: Sim!, vou te "foder de novo", falei enfiando a piroca devagar mas firme enquanto derramava toda a saliva que ainda tinha na boca
O diálogo quente que tivemos elevou nossa luxúria a níveis extremos, era prazer demais ter a irmã do Feli de quatro na minha cama… Coni já tinha moldado a bunda dela na minha piroca, porque entrava toda até bater no fundo, ela reclamou um pouco, mas já era tarde
Coni se agarrava com força nos lençóis da cama, enquanto eu comia ela com tudo, logo, além dos gemidos da Coni, os únicos sons que se ouviam eram os do meu saco batendo na bunda dela… era hipnótico… plap, plap, plap, plap… Aquele barulho era como música no meu cérebro, o que me fazia ser cada vez mais intenso, já nada me limitava, essa bunda seria minha e de mais ninguém… era o que eu pensava, o Tony podia foder ela, mas não me importava, desde que aquela bunda fosse só minha e de mais ninguém.
• Coni: Você é, ahh! …! Ahh ayy Siii! ... Uy!... assim!... assim que eu gosto de ser fodida…
• Eu: Vou foder sua bunda quando você quiser….
• Coni: Aahh! …! Ahh ayy Siii! ...
• Eu: vou foder assim sua bunda que vai ser minha pra sempre, falei cheio de coragem…
• Coni: Ahh!, lembra que essa é a última…. Vez… ahh! …! Ahh ayy Siii! ...
Ao barulho dos nossos corpos se chocando, se juntou o da cama começando a bater o encosto na parede… tudo se mexia, até o colchão se movia com as fortes metidas que eu dava, não sei se os vizinhos estavam, mas não me importava… eu tava embalado. • Coni: Aaahh! …! Ahh ayy Siii! ...
• Eu: Vou encher teu cu de porra….
• Coni: Aaahh! …! Ahh ayy Siii! ... uhhh… uhhh…
• Eu: Ou prefere na boca?
• Coni: Na boca, mas espera… Aaahh! …! Ahh ayy Siii! ... tô quase gozando
Eu mal segurava meu orgasmo, felizmente a Coni gozou mais uma vez entre gritos e gemidos, então, sentindo minha gozada iminente, me movi do cu dela pra direção da boca dela, ela se virou abrindo a boca e pegando nos peitos também.
Me posicionei entendendo que ela não queria só na boca, mas nos peitos também… Uff que mina mais safada!... coloquei a pica perto da boca dela, ela abriu ainda mais, e eu não aguentei, soltando toda minha porra lá dentro, deixando os últimos três jatos pros peitos dela… A Coni engoliu tudo, depois passou as mãos nos peitos espalhando o que restava do meu leite, aí me olhou sorrindo com malícia.
• Eu: Gostou, sua puta, de eu encher você de porra?, perguntei todo orgulhoso.
• Coni: Sim, assim como de te foder e "re-cular", hahaha
• Eu: Seu cuzinho agora vai ser meu…
• Coni: Sabe que não vai ter outra vez, tá claro?
• Eu: Tô ligado, mas fica claro que esse cu é só meu
• Coni: Bom, te prometo que ninguém mais vai ter meu cu, hahaha, dói pra caralho, hahaha
• Eu: É uma promessa?
• Coni: É, juro pela minha mãe, hahaha
A gente tomou banho junto entre carícias e com toda a calma do mundo tomamos café, arrumamos o apartamento e fizemos as malas… o fim de semana prolongado chegava ao fim, mas com as fodas que eu tinha dado, na minha cabeça eu apostava que ela ia ficar apaixonada por mim. Infelizmente, o que eu imaginava não ia se realizar, porque enquanto a gente tomava café antes de sair, ela repetiu mais uma vez:
• Claudito, tá claro que o que rolou esse fim de semana não vai se repetir e que você nunca vai falar disso?, nem sequer no teu leito de morte
• Eu: Sim, entendi… mas não tem nenhuma chance de…
• Coni: Nenhuma!
Passamos por Belém e voltamos pra casa, no caminho elas só falavam do Tony e do Manuel, o que me deixava puto e eu disfarcei o melhor que pude, porque não podia contar pra Coni que o bum dela era meu e não do Tony.
Na estrada, paramos pra um almoço rápido que foi bem bom, porque elas escolheram um posto de caminhoneiros. A única merda é que os caras que estavam no lugar devoravam elas com o olhar, mas ninguém falou nada ou tentou puxar assunto, mesmo eu não achando que eles se intimidavam comigo por eu ser alto e forte, hahaha
Chegamos em casa depois de deixar a Belém, meus pais estavam ansiosos, o que era estranho, e mal estacionei eles já me interrogaram, sem nem me deixar me despedir da Coni, que saiu rápido, talvez pra evitar que eu abrisse a boca e falasse algo ou simplesmente pra não levantar suspeita dos meus pais. Naquele dia, um pouco mais tarde, fui na casa do Feli, que já tava recuperado, e a gente comentou a viagem, ele se lamentando por não ter ido e eu contando só o que dava pra contar.
Depois voltei pra triste realidade, as tarefas da faculdade me esperavam e os professores pareciam querer fazer a gente pagar por ter curtido um feriadão, tanto que no único momento em que consegui ligar pra Juli, ela disse que não podia me ver até o fim de semana, se não passassem mais trabalho. Mesmo assim, mantive meu costume de passar na casa do Feli e falar com alguém, especialmente procurava a Coni, mas naquela semana ela não chegou cedo nenhum dia como de costume, então só encontrei a tia Sole e o Feli.
No começo, fiquei meio frustrado por não encontrar a Coni, porque meu coração ficou vidrado na… bunda dela… que bunda!!!... a verdade é que eu não tava apaixonado por ela, ou será que tava?, mas com certeza tava vidrado na bunda dela, mas fiz uma descoberta… Coni era uma cópia exata da mãe dela, Soledad. Essa última tinha uma bunda de "meter medo", mas como era mãe do meu melhor amigo, eu nunca tinha reparado ou analisado direito. Agora, porém, eu conseguia ver que a tia Sole era uma mulher linda e, diferente da Coni, tinha uns peitões enormes, o que me agradava pra caralho.
Como eu tava dizendo, aquela semana passou sem pena nem glória, assim como o fim de semana seguinte, onde só consegui ir jogar videogame com o Feli no sábado à noite, depois das 22h, porque não tivemos mais tempo livre. Naquele sábado, minha decepção chegou ao máximo quando, minutos depois de começar a jogar com o Feli, o Tony chegou todo sorridente pra buscar a Coni, que eu não tinha visto até aquele momento. E ali eu voltei a sentir inveja do Tony, porque ela estava vestida pra matar — ou talvez pra foder, sei lá…
A semana seguinte foi mais ou menos a mesma coisa, porque a pressão da faculdade não dava trégua, e eu também não via a Coni. Só encontrava a tia Sole, o Feli e, de vez em quando, o seu Feli. Preciso confessar que a tia Sole me atraía cada dia mais, especialmente aqueles decotes ardentes que faziam a gente adivinhar os tesouros escondidos debaixo das blusas e dos sutiãs dela.
Na sexta, finalmente consegui encontrar a Juli, que convidou uma amiga pro meu amigo Feli. Saímos os quatro no meu carro, visitando vários lugares cheios de movimento, dançamos e nos divertimos como nunca. Pra ser sincero, a gente precisava daquilo… Naquela sexta, o Feli se deu super bem com a amiga da Juli e, de alguma forma, acabamos num mirante, nos pegando gostoso, cada um com sua respectiva. Finalmente consegui chupar os peitos da Juli. Fiquei surpreso porque os peitinhos dela eram firmes e empinados, assim como a bunda dela, que mesmo não sendo grande, era um verdadeiro manjar… O corpo da Juli me lembrava o de uma garota chamada Karla Spice.
Voltamos com o Feli mais quentes que uma locomotiva a vapor, mas valeu a pena. Nós dois saímos com umas minas que eram super legais e muito gostosas, por sinal. Mas no sábado voltamos à realidade dos estudos, com a diferença de que a Juli me convidou. na casa dele pra um churrasco com a família, pra depois sair pra dançar.
A verdade é que o plano da Juli tinha uns pequenos ajustes, porque em vez de ir dançar, a gente foi transar. Na real, ela me disse pra irmos a um motel de casais e que a gente rachava a conta, coisa que aceitei na hora. Então ela falou:
• Te garanto que vamos nos divertir e esquecer a facul, hehehe
• Eu: Pra onde a gente vai?
• Juli: Você não sabe?
• Eu: Nunca fui num desses… e você?
• Juli: Não fui em muitos, mas com meu ex a gente visitou uns dois, vamos no mais perto.
A Juli tava super relaxada, ainda mais sabendo que ela era a guia experiente, tanto que ficava tirando uma onda com a minha primeira vez num lugar como aquele. Mas a marra acabou quando a gente chegou no local e o cara da entrada olhou pra gente pedindo nossos documentos. Ela praticamente se escondeu atrás de mim e só apareceu quando a gente parou na frente do quarto… Só naquele instante ela me olhou de novo, ainda nervosa mas sorrindo, eu beijei ela e entramos nos pegando no quarto.
A gente tava morrendo de vontade um do outro… então, assim que fechei a porta, abracei ela por trás de novo, encostando toda a minha masculinidade ardente na bunda apertada e gostosa dela… nisso ela pegou minhas mãos e colocou nos peitinhos dela… os bicos estavam durinhos de tesão, e sem mais palavras comecei a amassá-los… talvez com muita paixão… tanto que ela falou:
• Ai… cuidado que não são de borracha….
• Eu: Desculpa, respondi e continuei um pouco mais controlado amassando aquelas perinhas deliciosas dela
Depois dessas reclamações rápidas, a Juli voltou com o tesão e me beijava como podia, por ela estar na frente e eu atrás… eu não parava de esfregar meu pau na buceta dela, desabotoei a calça jeans dela e puxei pra baixo… efetivamente ela tava usando uma daquelas calcinhas que deixam as nádegas à mostra e se enfiam no meio da bunda, uma bunda quase perfeita… senti o calor do corpo dela que transmitiam aquelas bochechas juvenis duras e empinadas.
Começamos a ter sexo simulado, a verdade é que estávamos muito quentes… sem parar de nos beijar, parei de amassar os peitos dela e com minhas mãos busquei o acesso àquelas delícias por baixo do macacão, não foi fácil porque o sutiã dela abria na frente, coisa que eu não sabia, mas Juli não ficou parada e me ajudou a soltá-los, e finalmente consegui “pegar” nos peitos dela….
Juli me deu uma espécie de empurrão com a bunda e novamente me incentivou a rebolar, então continuei com “a dança”… Depois de um tempo nisso, ficamos cara a cara tentando suavizar nosso encontro. Os beijos delicados que trocamos nesse novo começo foram se transformando em outros muito mais passionais… mas de repente tocou o interfone nos dando boas-vindas e oferecendo uns cubas-libres e pedindo o pagamento do quarto… Pagamos e recebemos nossas bebidas, o “incrível” é que nesse processo não percebi em que minuto Juli estava pelada como uma Eva e eu ainda vestido, hahaha
Só passaram alguns instantes e retomamos nosso encontro tórrido, ela até me ajudou a me despir, Juli era toda colaboração, de repente eu a empurrei na cama, e ela, me olhando divertida, me esperou com as pernas abertas, deixando livre a entrada da sua buceta depilada e deliciosa. Ao contrário do que ela provavelmente esperava, fui devagar e coloquei minha cabeça entre as pernas dela, mergulhando naquele delicioso monte de Vênus totalmente depilado, que não só beijei, como praticamente comi. Juli delirava de êxtase, eu urrava de tesão e desejo, tanto que ela disse com uma voz difícil de descrever:
• “Mete em mim!… vai, que não aguento mais…”
• Eu: “Já vou, sua putinha…”
• Juli: “Desde quando sou uma putinha pra você?”, disse toda provocante.
• Eu: “Desde agora, você é, hehehe”
Me movi rápido pra meter o mais fundo possível, mas a buceta dela, por mais molhada que estivesse, era muito apertada, então fiz um esforço Entre bruto e delicado... empurrando, consegui enfiar até a metade. Ela gemeu, mas o olhar de desejo dela mostrava que queria mais. Com uma segunda estocada, consegui juntar nossas virilhas em fogo, pra depois continuar com um frenético vai e vem.
Não sei, mas cada investida que eu dava na Juli aumentava minha vontade de rasgar a buceta dela... Era isso que eu tentava! Enquanto a Juli gritava aos quatro ventos o prazer dela e amassava os próprios peitos com uma paixão lasciva. Fodemos como se o mundo fosse acabar... De repente, ela abriu bem grandes os olhos escuros, como se algo fosse acontecer, e gritando me disse:
- Tô gozando, tô gozando, Claudito... ahhhh!!
Não consegui dizer nada, porque incrivelmente eu ainda não tinha gozado. Talvez por causa das inúmeras punhetas que eu tinha batido nessas semanas pensando na Coni... Pensando bem, a verdade é que nas últimas punhetas eu não tinha pensado só na irmã mais velha do meu melhor amigo... também tinha incluído a mãe dela. Por um instante, me senti um verme, mas passou bem rápido.
Não sei se eram meus pensamentos ou o quanto a Juli era participativa, mas meu tesão tava solto e eu não ia ficar daquele jeito. Então, assim que a Juli se recuperou, coloquei ela de quatro com toda a intenção de comer o cu dela. A verdade é que minha mente febril só pensava em como seria rasgar o cu da... tia Sole?... Sim! Aquele cu que eu descobri depois do fim de semana prolongado com a Coni. Além disso, o cu que eu tinha na minha frente, embora não fosse tão grande quanto o da Coni ou da tia Sole, era com certeza muito apetitoso. Eram diferentes, tipo a diferença entre uma Mercedes Benz de luxo e uma esportiva. Pensei que os dois são pra aproveitar como um louco.
- Juli: Peraí! O que você tá tramando? – perguntou assustada quando sentiu meu pau na entrada do cu dela.
- Eu: Enfiar no...
- Juli: No meu cu não, nunca enfiaram nada lá!... Se quiser, a gente repete, mas por ali não!
- Eu: Beleza, mas fica assim que a gente vai fazer de quatro. Gosto muito assim…
• Juli: Bom, se você gosta disso, então tá…
Fiquei atrás dela, baixei meu amigão o máximo que pude, abri as bundas durinhas e perfeitas dela pra ver bem onde enfiar meu pau. E, apesar de ter hesitado com a tentação latente de comer ela sem consentimento, no fim direcionei meu amigão pra frestinha da buceta meio aberta pela trepada recente… enfiei inteiro, de uma só vez! Dessa vez entrou sem problemas, mesmo sendo uma bucetinha apertada, mas já tava pegando o jeito do meu pau.
Segurei firme na cintura dela e, aproveitando o embalo, comecei um vai e vem rápido, batendo as bundas durinhas dela contra minha virilha. A batida soava como música pros meus ouvidos, aquele som ritmado me deixava nervoso e com tesão, me trazia lembranças da última vez que comi a Coni, e como aquele som ficou gravado a fogo, agora eu delirando só de pensar que podia ser a bunda da Coni ou da tia Sole, esses pensamentos eram extremamente excitantes. Tava comendo a Juli feito uma putinha enquanto pensava em como comer a Coni e a mãe dela, era uma loucura.
Enquanto pensava nisso e acelerava o vai e vem, a Juli delirando com cada uma das minhas estocadas, até que senti ela se inundar de novo com o fluxo vaginal e apertar meu pau com a buceta dela, isso foi demais pra mim e comecei a gozar igual quando comi a Coni pela última vez. A real é que meu pau cuspia porra uma vez atrás da outra, o que desencadeou um orgasmo prolongado na Juli, ela num momento tentou escapar da minha gozada, mas eu tava segurando firme na cintura dela, até que caímos exaustos na cama, ela no colchão e eu por cima dela…
Depois de muito chamego e brincadeiras, decidimos voltar pra casa, o tesão dos dois tinha acalmado, dava pra encarar uma nova semana de faculdade. Tomamos banho juntos entre carícias e beijos, tínhamos que tirar o suor e a meleca dos nossos fluidos, ao olhar pra Juli, pude ver o que não tinha visto só instantes antes, ela era um docinho todo, louca, tentadora e explosiva. Já a Coni era... um fruto maduro!... tentador, suculento e fogoso.
Saímos do lugar de um jeito bem parecido com o que entramos, ou seja, a Juli quase escondida atrás de mim... ela só relaxou umas duas quadras pra frente, onde se endireitou e voltou a ser a tagarela de sempre, soltando os pensamentos dela, alguns que até me envergonharam, porque ela "não tem papas na língua". Assim fomos pra casa... bom, deixei a Juli na casa dela e fui pra minha, pensando que com a trepada da porra que a gente tinha dado, eu conseguiria controlar os desejos que sentia pela "Família do Meu Melhor Amigo".... Falei desejos pela família do Feli...? Aghg!, que horror!, não pode ser....
Dormi tranquilão, então acordei super relaxado, com uma vontade louca de respirar ar puro... por isso tomei um café com leite, torradas, presunto e queijo e depois saí vestindo um look esportivo... grande foi minha surpresa ao dar de cara com a Coni e a mãe dela!, que estavam saindo de roupa esportiva a caminho da academia ali perto. Me aproximei delas e acompanhei o trote leve delas até perto da academia:
• Tia Sole: Oi, Claudinho!... vai pra academia igual a gente?
• Eu: Oi, tia, oi, Coni!, até queria, mas não sou inscrito, então vou pro parque.
• Coni: Ah, que pena, a gente vai!
• Tia Sole: Se quiser, vem com a gente, sou sócia "Golden" e posso levar um convidado.
• Eu: Sério, tia?
• Sole: Claro, virei sócia Golden pra tentar fisgar o Feliciano, hahaha, mas ele só curte os resultados da academia, hahaha
• Coni: Ai, mãe, as besteiras que você fala, hahaha
Fui com elas, a verdade é que a academia era um luxo só, claro que as atividades eram diferentes das que o cara que me designaram como guia me submeteu, o qual, junto comigo, devorava com os olhos as duas mulheres que eram fruto da minha admiração. A verdade é que quando elas se livraram dos respectivos moletons ou agasalhos, deixaram claro que as curvas delas eram pra O mais casto dos homens desejaria pecar com elas.
Minha rotina foi divertida, mas muito intensa, poderia dizer que nem senti, ao ver minhas musas fazendo bicicleta ergométrica ou máquinas de pesos, como eu gostaria de estar falando com elas!, como diria um argentino "chamullándolas", mas tinha que me resignar que o que rolou com a Coni não se repetiria, apesar dos meus "desejos obscuros".
Terminada a jornada, fomos andando pra casa, tia Sole extrovertida como sempre, falava comigo enquanto a Coni me ignorava, a verdade é que não entendia a atitude dela, tinha fodido com ela, sim, mas em nenhum momento foi contra a vontade dela, e também não tinha importunado ou abusado da confiança dela depois de voltar do "bendito feriado prolongado".
O resto do domingo, passei com meus pais que me levaram pra visitar a avó e outros parentes que eu não conhecia, a única coisa boa é que encontrei uma prima distante que era uma gostosa, a verdade é que era uma menina loira de 17 anos que ia prestar o vestibular, então ofereci meu apoio em tudo que ela precisasse, ela bem safada aceitou e disse que me procuraria assim que pudesse… poderia ter avançado um pouco mais, mas minha mãe percebeu minhas "intenções perversas" e não me largou por nada, então só consegui pegar o número de celular da Lúcia, como se chama minha "priminha", quando fingi que precisava ir ao banheiro e consegui escapar pra pedir… Não entendo o motivo dessa atitude na minha mãe, ela é uma prima distante, nossos filhos não teriam problemas genéticos, kkkk
As duas semanas seguintes foram uma cópia "infeliz" das duas anteriores, em outras palavras, vi tia Sole, carinhosa como sempre, a Feli pra brincar, o Javi uma vez quando veio deixar a roupa lavada, porque ainda não lava na casa dele, ela alega que não tem máquina de lavar e que as fichas pra lavar no prédio dela são caras demais, um roubo!, então a mãe dela lava a roupa dos "recém-casados", e o don Feli quando vinha jantar, mas da Coni não vi nem a Sombra. Já tinha passado quase um mês e da Coni, nada de nada. A única coisa boa é que com a Juli a gente formava uma boa dupla pra aliviar a tensão, e junto com a amiga dela e o Feli, a gente se divertia, porque nos dávamos bem e fazíamos uns rolês recreativos.
Mas na quinta à tarde, algo mudou. Umas quatro horas, pouco antes de terminar minha jornada acadêmica, chegou um WhatsApp da Coni. A verdade é que, como eu tava na aula, só vi quando saí. Apressado, li a mensagem. No texto curto, só dizia: "Me espera na saída da sua faculdade às 17h". Fiquei intrigado pra caralho e, como tinha que esperar quase 45 minutos, fui tomar um café e depois sentei nas escadarias da entrada. Vários me perguntaram o que eu tava fazendo ali, e eu respondia com um seco "esperando"... Esperando o quê? A verdade é que eu não sabia... A espera foi quase um tormento, porque não fazia ideia do que ela ia me dizer. Será que tava grávida? Será que tinha me denunciado na justiça? Será que tinha me dedurado pro Tony? A verdade é que eu tava mais que pilhado...
5 comentários - A Família do Meu Melhor Amigo Cap. 2