começa outra história com os mesmos atores
Espero que vocês gostem
O morbo nela sobra.
Ainda mais do que os anteriores.
Se tiver pontos e comentários
vamos seguir a história
VALEU POR ME LER
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Depois disso, o Oscarcito cuidou das compras por um tempo. Eu já sabia que toda vez que ele ia no açougue voltava com o cu arrombado, porque o paraguaio metia nele. Enquanto isso, eu pegava quem dava e, claro, não negava rola pro meu marido. A Maia tava crescendo e, com o tempo, começou a desconfiar da nossa relação, principalmente dos encontros em família, onde sempre levava uma foda. A gente foi viajar várias vezes, sempre em família, mas as coisas tinham mudado. Meu cunhado tava namorando e quase não conseguia me comer, só de vez em quando, escondido da namorada. Aí meu sogro aproveitou a situação e era quem mais me comia, com a cumplicidade da minha sogra. Sem perceber, a Maia já tava toda uma mocinha, e comecei a ver o interesse dela por paus. Foi aí que, aos poucos, os amiguinhos começaram a desfilar em casa. Quando eu via eles, imaginava as gozadas que a garota ia tomar com aqueles caras e me perguntava se ela curtia muito, embora ela jurasse pela virgindade dela. Um belo dia, mudaram na casa ao lado: pai e filho tinham comprado. Logo começaram as reuniões de sexta à noite. Como antes morava um casal bem velho, nunca tinha reparado que o quarto deles era colado no meu e dava pra ouvir claramente os gemidos das fodas. Nessa época, o Oscarcito viajava muito e a Maia dormia comigo. Numa sexta, a gente não conseguia dormir por causa dos gemidos. Parecia que tinha uma festa doida, e decidi ir reclamar, porque tava muito cansada. A Maia foi comigo, não deu pra evitar. Do jeito que tava, bati na porta. Lá estava o Fernando, um cara que nos atendeu super gentilmente e depois da minha reclamação, eles nos convidaram pra entrar pra conversar e tomar algo, no começo eu não queria, mas como a Maia ficou animada, a gente entrou e o Fernando nos ofereceu uma bebida, na hora ele me apresentou pro pai dele e pra namorada dele, pediu desculpa pela bagunça, o velho tava excitado, dava pra ver o volume no short que ele tava usando e a Silvia, a namorada do Fernando, me fazia parecer uma virgem, sem camiseta, só de sutiã e uma mini que deixava ver que ela não tava de calcinha fio dental, o Fernando tava sentado no sofá do meu lado, me abraçou e perguntou se eu queria entrar na festinha, quem cala consente ele disse e com uma mão puxou o pau dele pra fora e com a outra inclinou minha cabeça na direção dele, eu me deixei levar pelo meu vizinho e chupei ele com muito capricho, o pai dele falou algo tipo que queria provar minha buceta, eu abri minhas nádegas, levantei minha saia, puxei a calcinha fio dental e ele enfiou o pau na minha buceta molhada, lá estava eu chupando o pau do Fernando enquanto o pai dele me comia, que delícia, me levaram pro quarto e o Fernando me sentou em cima dele enfiando o pau dele na minha buceta que ainda tava escorrendo porra, eu gemi como o que eu sou, uma verdadeira gostosa, ele não parava de olhar pra minha cara e aí eu senti o pai dele me enrabando, eu tava voando de tesão, nem conhecia eles e já tavam me enchendo de prazer e o pior é que eu tava adorando e pedia pra eles não pararem de me comer, eu tava uma puta, uma puta oferecida e até senti os paus deles juntos na minha pussy entrando e saindo, gozei como uma gostosa e assim me deixaram nas mãos da Silvia que cuidou de fazer um 69 maravilhoso comigo enquanto o pai me comia de novo o cu, na hora eu nem percebi que o Fernando tava com a Maia Acariciando ela e mostrando como a gente gozava, minha coitadinha ficou com muito tesão com tudo aquilo e no fim, depois de um bom tempo, consegui ver ela chupando a rola do Fernando, o filho da puta encheu a cara dela de porra e depois o pai dele continuou, a Maia tava se empanturrando de rola enquanto agora era o Fernando quem tava comendo minha bundinha enquanto eu chupava a buceta da namoradinha dele, aí quando o pai do Fernando terminou com a Maia e me soltaram, voltamos pra casa, as duas fomos direto tomar banho rindo do que a gente tinha feito e fomos dormir, embora continuássemos ouvindo gemidos até pegar no sono, já no café da manhã a gente conversou sobre o que tinha rolado.
Maia, que tal a gente voltar pra visitar eles mais tarde?
Com uma condição: que você não faça o que eu faço. Você me disse que ainda era virgem.
Maia sim, mami, eu sou, mas essa parada de chupar pau eu adorei, viu o tamanhão que ele tem?
Já sei, e se ele meter, vai doer. Só deixo você chupar ele se você gosta tanto, amor, mas isso sim, nada de transar.
Maia está bem, sim.
E disso, nem uma palavra pro seu pai.
Maia, sim, claro, mãe, mas por que você fez isso? Aconteceu alguma coisa com o papai, não é verdade?
Se amor, teu papi quase nem me toca e eu adoro transar pra caralho e ele sabe disso.
Maia, me diz a verdade, você deu pro velhote? Porque eu tô vendo ele muito afim de você.
Sim, meu amor, na real ele comeu eu e se você não se cuidar, ele vai te comer também, é um velho tarado.
Maia... e bom, quem sabe assim eu possa ganhar uma boa grana dando pra ele.
Melhor esperar pra ficar maior, meu bem
Maia, e se não, ela chupar já estaria bom.
Nem pense nisso, esse velho não se contenta só com um boquete.
Naquele sábado, no final, não conseguimos ir na casa do vizinho, o Oscar tinha voltado, então ficamos muito excitadas a semana toda, mas na sexta ele viajou de novo e me disse que só voltaria na segunda à tarde, então naquela noite voltamos muito tesudas da casa do Fernando. A gente se arrumou pra ocasião, eu com uma minissaia que só cobria metade da minha bunda e a Maia com o uniforme escolar. A gente tava pedindo, precisava de um pau de verdade e lá estava o Fer, o pai dele, a namorada e a mãe, uma mais puta que a outra. A velha logo me pegou nos braços e me levou pro quarto, não demorou nada pra me despir e chupar minha buceta, e depois enfiar um arnês no meu cu enquanto a Silvia cuidava dos meus peitos. Até então eu não sabia nada da Maia, mas no melhor momento eu ouvi ela gemer e pedir pra irem bem devagar. Desesperada, fui até a sala e quando cheguei, o velho tava chupando a boca dela e o Fernando tinha levantado a saia pregueada dela até a cintura e tava tirando a calcinha fio dental.
Mami, deixa eles, tão se divertindo pra caralho, vamos continuar com a nossa parada, gostosa.
Nãooo, a Maia é virgem e o Fernando tá prestes a comer ela.
Silvia, já vai ver como tratam bem a putinha, olha como ela adora uma pica, tá desesperada.
Era verdade, a Maia parecia toda uma profissional chupando a pica do velho, lambia ela, chegava nos ovos e chupava eles pra depois engolir a pica enfiando tudo pra dentro, só de olhar já me excitava e foi assim que Fernando parou de chupar a buceta dela pra devagarinho meter a pica dele dentro.
Nããão, coloca uma camisinha, vai engravidar ela, porraaaa
A pica do Fernando entrava e saía da buceta virgem da Maia, que chorava de prazer e acho que só de tesão pedia mais e mais. Fernando tirou ela e começou a chupar o cu dela, isso deixou a Maia louca.
Fernando, quer que eu te arrebente agora?
Maia, não vai doer?
Fernando, um pouquinho na primeira vez, mas depois você vai adorar.
maia sim vai fode fundo que não aguento mais, quero que façam o mesmo comigo que fizeram com minha mãe
eu tava muda, não conseguia falar nada, o fer enfiou um dedo e a maia reclamou mas parecia que tava gostando, depois de um tempo foram dois e até três dedos entrando e saindo daquele cu que a maia torcia, o coroa gozou em cima de mim, me colocou de quatro bem na frente dos dois e meteu sem falar nada, o fer finalmente encostou a pica no buraquinho dela e foi empurrando forte mas devagar, eu via tudo em primeiro plano, não perdia nenhum detalhe de como tavam arrombando a bunda da minha neném que já tava gritando de dor, finalmente ele enfiou e começou a comer ela enquanto a maia não parava de reclamar, o velho tirou de mim mas ficou atrás, e quando o fer encheu o cu da maia de porra e soltou ela, ele tomou o lugar
papi, agora é minha vez de comer essa bucetinha gostosa, meu amor, isso você não esquece mais
de um só empurrão ele enfiou até as bolas, maia não parava de gritar enquanto não conseguia segurar as lágrimas, mas implorava pra não tirarem e até pediu pra meterem mais forte ainda, já era uma putinha completa, minha neném, então o velho com o pau todo dentro sentou ela em cima dele, eu soube na hora o que ia rolar e foi assim que fer enfiou na buceta dela, os gritos da maia eram fortes mas depois de uns minutos ela começou a gemer, a cara dela já estava toda borrada de maquiagem e ela não parava de pedir pra continuarem comendo ela, me levaram pro quarto e a mamãe atacou minha buceta, ela me comia com aquele cintaralho enorme e quando cansou passou pra silvia que enfiava no meu cu enquanto eu me contorcia, elas eram mais perversas que qualquer homem mas me faziam gozar pra caralho, fiquei exausta na cama enquanto na sala continuavam comendo a maia que eu ouvia ora chorar ora gemer, no meio das duas mulheres que continuavam me acariciando, levantei pra não dormir e fui pra sala, lá estava a maia com a bunda bem empinada, deitada sobre umas almofadas que mantinham ela assim, o cuzinho dela estava bem alargado e escorrendo gozo, fernando me trouxe uma bebida e contou o que tinham feito com minha menina que estava lá descansando, segundo ele a putinha estava muito mas muito tarada, ela não só pediu pra comerem a buceta dela como também ficou obcecada em ter o cu arrombado e mesmo doendo muito e até chorando em alguns momentos não queria que parassem de comer o cu dela e até aguentou dois paus juntos, por isso que ficou tão aberto, aí fui até o lado dela e ela disse que estava ardendo muito, então comecei a chupar devagar e lamber o buraquinho dela, o que fez muito bem pra ela e eu percebi que isso a esquentou de novo, a putinha. foi aí que a Silvia me tirou de lá e, junto com a mamãe, pegaram a Maia enquanto eu era levada pela Fer e o pai dela de volta pra cama. me esperava outra surra de pica, mesmo que eu já não tivesse mais vontade. o bom é que eu ouvia minha neném gemendo e isso me deixou bem tranquila. aí comecei a aproveitar mais as picas que me davam, em minutos virei uma puta faminta, porque as meninas tinham me esquentado e, pra mim, nunca é a mesma coisa um cinto de uma rola. sentir o calor daquela carne quente entrando e saindo dos meus buraquinhos era o máximo, mesmo que de tanto usar doesse por estar irritado. não sei quanto tempo me comeram, mas sei que já estava amanhecendo quando finalmente fomos pra casa. minha neném eu tive que levar quase arrastando, a coitada tava muito exausta. chegamos todas meladas, cheias de porra por todo lado, por isso fomos direto tomar um banho quente e deitamos juntas. quando acordamos, a Maia começou a me acariciar e eu respondi com muito carinho. logo estávamos massageando os peitos uma da outra e use a palavra: buceta, e não paramos até fazer um 69 sensacional. no café da manhã quase não falamos e foi aí que percebi que minha neném era uma grande puta sem jeito. já sabia que ela não se contentaria em ficar em casa naquela noite de sábado. ofereci pra sair pra dar umas voltas e tomar algo, não teve jeito, ela só queria ir pra casa do lado, mesmo com o corpo todo dolorido. o bom foi que naquela noite meus vizinhos tinham saído e ficamos na vontade. no domingo, a Maia foi com uns amigos e trouxe eles pra casa. eram quatro caras, um pouco mais velhos que ela, iam passar a tarde juntos ouvindo música e conversando. Atendi eles o melhor que pude, mas logo percebi que todos estavam muito tarados, não paravam de olhar pra minha bunda e claro, eu estava de minissaia. Maia foi pro quarto com três deles e eu fui lavar a louça na cozinha quando um deles me pegou por trás e senti o pau dele durasso na minha bunda. Falei: QUE PORRA VOCÊ TÁ FAZENDO, CARA? Ele não disse nada, mas continuou esfregando o pau em mim e me agarrou forte nos peitos.
Fala aí, Sali, calma aí, mano, a Maia pode vir.
Cara, dale, vadia, dá pra ver que você precisa muito de uma pica boa igual a minha.
Ai, nãooo, para, paraa, não seja brutoooo, o que eu vou falar pro meu marido, o que eu vou falar pra minha mãe.
Cara, não fala nada pra eles, fica quieta, sua puta, esse macho vai te dar o que você tanto gosta.
não queria continuar, mas aquela pica tava destruindo meu cu e meu corpo já não obedecia mais, eu dizia que precisava parar, mas não conseguia, e a cada segundo me sentia mais dominada por aquele cara atrevido. no fim, consegui me virar, o cara me segurou pelos ombros e tentei resistir, mas como ele já tinha a pica pra fora e bem dura, resistindo quase sem forças, acabei abrindo a boca e deixando ele meter. era uma pica linda com duas bolas bem reforçadas, me sentia dominada e, mesmo não querendo, já tinha me rendido, minha buceta tava encharcada.
Cara, vê como tu gosta, puta, vê como tu gosta, vou arrebentar tua buceta, puta, e depois esse rabo lindo que tu adora mostrar, vai, fica de quatro.
Eu tava com muito mais vontade do que ele de sentir aquela pica na minha buceta, então dei ouvidos, fiquei de quatro e senti ele enterrar a pica de uma só vez até as bolas. Não consegui segurar o gemido e gozei na hora.
vai lá, guy, vai, me come forte, me faz gozar igual uma puta e para de encher o saco, quero que me meta bem forte, guy, me dá teu leite, vou esvaziar suas bolas
O cara não falou nada, só me comia o mais forte que podia até que depois de um tempo gozou igual um cavalo e na hora a dureza da pica baixou, ele quis que eu chupasse ela.
E aí, cara, não ia me arrebentar o cu, não? Quer que eu chupe essa porra pra te deixar duro? Que moleque sem vergonha que você é.
O cara levantou a calça e foi pro quarto, tenho certeza que com o ego destruído por não ter arrombado minha buceta do jeito que ele queria, consegui ouvir o que ele falou assim que entrou no quarto onde a Maia estava.
Maia, de onde você vem, Javi?
Cara, de comer a sua velha, a putinha ficou com tesão porque não arrombou a buceta dela.
Maia, e por que você não arrebentou ela? Eu te falei que ela é muito puta.
cara 2: a gente percebeu, tu não viu como ela mostra a bunda? ela precisa de muita pica, parece
cara 3 pra mim seu velho é viado, eu uma gostosa dessa não deixo sozinha nem louco, passo o tempo todo metendo o pau nessa mina
Maia, e quem sabe, faz tempo que não escuto eles dois transando.
Cara 4, vocês se importam se a gente comer ela entre os quatro? Parece que faz tempo que sua mãe não tem uma alegria.
maia, pra mim não, fiquem tranquilos que ele atende todo mundo junto, mas isso sim, comigo não rola nada, já sabem que eu com meus amigos não fuck you
cara 1 melhor vai buscar ela maia
Maia saiu do quarto e me disse.
maia bueno vadia, então você deu pro meu amigo, agora vai pro quarto vadia que você vai ser comida por todos e não me faz passar vergonha
Você disse pra eles que eu era uma puta?
Maia nem precisou, eles mesmos perceberam, você tá com tesão, te conheço.
Entrei no quarto decidida a deixar os quatro caras que já estavam me esperando pelados de cama, nunca imaginei que seria ao contrário, logo me deixaram completamente nua.
cara 2 olha a puta ainda tem porra no cu, vai vadia começa a chupar pela que você mais gosta
Por canchero, peguei na pica dele e chupei, logo senti o Javier me enfiando no cu com força, parecia que não queria ficar na vontade, gemi um pouco porque doeu e todo mundo zoou enquanto ele metia e tirava com muita força, tava rasgando meu cu de verdade o cara, assim ficou um tempão até que finalmente encheu de porra, o outro tirou a pica da minha boca e me subiu na cama pra enfiar na minha buceta já toda molhada, assim foram se revezando entre os quatro, uma vez me comiam pela buceta e outra pelo cu, parecia uma boneca inflável onde descarregavam os ovos, um por um foram se vestindo e me deixaram sozinha na cama que tava uma merda, já tinha escurecido e quando foram embora falaram pra Maia que voltariam na terça pra ver se o Oscarcito, o pai dela, era viado ou só um tremendo corno manso
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Depois disso, o Oscarcito cuidou das compras por um tempo. Eu já sabia que toda vez que ele ia no açougue voltava com o cu arrombado, porque o paraguaio metia nele. Enquanto isso, eu pegava quem dava e, claro, não negava rola pro meu marido. A Maia tava crescendo e, com o tempo, começou a desconfiar da nossa relação, principalmente dos encontros em família, onde sempre levava uma foda. A gente foi viajar várias vezes, sempre em família, mas as coisas tinham mudado. Meu cunhado tava namorando e quase não conseguia me comer, só de vez em quando, escondido da namorada. Aí meu sogro aproveitou a situação e era quem mais me comia, com a cumplicidade da minha sogra. Sem perceber, a Maia já tava toda uma mocinha, e comecei a ver o interesse dela por paus. Foi aí que, aos poucos, os amiguinhos começaram a desfilar em casa. Quando eu via eles, imaginava as gozadas que a garota ia tomar com aqueles caras e me perguntava se ela curtia muito, embora ela jurasse pela virgindade dela. Um belo dia, mudaram na casa ao lado: pai e filho tinham comprado. Logo começaram as reuniões de sexta à noite. Como antes morava um casal bem velho, nunca tinha reparado que o quarto deles era colado no meu e dava pra ouvir claramente os gemidos das fodas. Nessa época, o Oscarcito viajava muito e a Maia dormia comigo. Numa sexta, a gente não conseguia dormir por causa dos gemidos. Parecia que tinha uma festa doida, e decidi ir reclamar, porque tava muito cansada. A Maia foi comigo, não deu pra evitar. Do jeito que tava, bati na porta. Lá estava o Fernando, um cara que nos atendeu super gentilmente e depois da minha reclamação, eles nos convidaram pra entrar pra conversar e tomar algo, no começo eu não queria, mas como a Maia ficou animada, a gente entrou e o Fernando nos ofereceu uma bebida, na hora ele me apresentou pro pai dele e pra namorada dele, pediu desculpa pela bagunça, o velho tava excitado, dava pra ver o volume no short que ele tava usando e a Silvia, a namorada do Fernando, me fazia parecer uma virgem, sem camiseta, só de sutiã e uma mini que deixava ver que ela não tava de calcinha fio dental, o Fernando tava sentado no sofá do meu lado, me abraçou e perguntou se eu queria entrar na festinha, quem cala consente ele disse e com uma mão puxou o pau dele pra fora e com a outra inclinou minha cabeça na direção dele, eu me deixei levar pelo meu vizinho e chupei ele com muito capricho, o pai dele falou algo tipo que queria provar minha buceta, eu abri minhas nádegas, levantei minha saia, puxei a calcinha fio dental e ele enfiou o pau na minha buceta molhada, lá estava eu chupando o pau do Fernando enquanto o pai dele me comia, que delícia, me levaram pro quarto e o Fernando me sentou em cima dele enfiando o pau dele na minha buceta que ainda tava escorrendo porra, eu gemi como o que eu sou, uma verdadeira gostosa, ele não parava de olhar pra minha cara e aí eu senti o pai dele me enrabando, eu tava voando de tesão, nem conhecia eles e já tavam me enchendo de prazer e o pior é que eu tava adorando e pedia pra eles não pararem de me comer, eu tava uma puta, uma puta oferecida e até senti os paus deles juntos na minha pussy entrando e saindo, gozei como uma gostosa e assim me deixaram nas mãos da Silvia que cuidou de fazer um 69 maravilhoso comigo enquanto o pai me comia de novo o cu, na hora eu nem percebi que o Fernando tava com a Maia Acariciando ela e mostrando como a gente gozava, minha coitadinha ficou com muito tesão com tudo aquilo e no fim, depois de um bom tempo, consegui ver ela chupando a rola do Fernando, o filho da puta encheu a cara dela de porra e depois o pai dele continuou, a Maia tava se empanturrando de rola enquanto agora era o Fernando quem tava comendo minha bundinha enquanto eu chupava a buceta da namoradinha dele, aí quando o pai do Fernando terminou com a Maia e me soltaram, voltamos pra casa, as duas fomos direto tomar banho rindo do que a gente tinha feito e fomos dormir, embora continuássemos ouvindo gemidos até pegar no sono, já no café da manhã a gente conversou sobre o que tinha rolado.
Maia, que tal a gente voltar pra visitar eles mais tarde?
Com uma condição: que você não faça o que eu faço. Você me disse que ainda era virgem.
Maia sim, mami, eu sou, mas essa parada de chupar pau eu adorei, viu o tamanhão que ele tem?
Já sei, e se ele meter, vai doer. Só deixo você chupar ele se você gosta tanto, amor, mas isso sim, nada de transar.
Maia está bem, sim.
E disso, nem uma palavra pro seu pai.
Maia, sim, claro, mãe, mas por que você fez isso? Aconteceu alguma coisa com o papai, não é verdade?
Se amor, teu papi quase nem me toca e eu adoro transar pra caralho e ele sabe disso.
Maia, me diz a verdade, você deu pro velhote? Porque eu tô vendo ele muito afim de você.
Sim, meu amor, na real ele comeu eu e se você não se cuidar, ele vai te comer também, é um velho tarado.
Maia... e bom, quem sabe assim eu possa ganhar uma boa grana dando pra ele.
Melhor esperar pra ficar maior, meu bem
Maia, e se não, ela chupar já estaria bom.
Nem pense nisso, esse velho não se contenta só com um boquete.
Naquele sábado, no final, não conseguimos ir na casa do vizinho, o Oscar tinha voltado, então ficamos muito excitadas a semana toda, mas na sexta ele viajou de novo e me disse que só voltaria na segunda à tarde, então naquela noite voltamos muito tesudas da casa do Fernando. A gente se arrumou pra ocasião, eu com uma minissaia que só cobria metade da minha bunda e a Maia com o uniforme escolar. A gente tava pedindo, precisava de um pau de verdade e lá estava o Fer, o pai dele, a namorada e a mãe, uma mais puta que a outra. A velha logo me pegou nos braços e me levou pro quarto, não demorou nada pra me despir e chupar minha buceta, e depois enfiar um arnês no meu cu enquanto a Silvia cuidava dos meus peitos. Até então eu não sabia nada da Maia, mas no melhor momento eu ouvi ela gemer e pedir pra irem bem devagar. Desesperada, fui até a sala e quando cheguei, o velho tava chupando a boca dela e o Fernando tinha levantado a saia pregueada dela até a cintura e tava tirando a calcinha fio dental.
Mami, deixa eles, tão se divertindo pra caralho, vamos continuar com a nossa parada, gostosa.
Nãooo, a Maia é virgem e o Fernando tá prestes a comer ela.
Silvia, já vai ver como tratam bem a putinha, olha como ela adora uma pica, tá desesperada.
Era verdade, a Maia parecia toda uma profissional chupando a pica do velho, lambia ela, chegava nos ovos e chupava eles pra depois engolir a pica enfiando tudo pra dentro, só de olhar já me excitava e foi assim que Fernando parou de chupar a buceta dela pra devagarinho meter a pica dele dentro.
Nããão, coloca uma camisinha, vai engravidar ela, porraaaa
A pica do Fernando entrava e saía da buceta virgem da Maia, que chorava de prazer e acho que só de tesão pedia mais e mais. Fernando tirou ela e começou a chupar o cu dela, isso deixou a Maia louca.
Fernando, quer que eu te arrebente agora?
Maia, não vai doer?
Fernando, um pouquinho na primeira vez, mas depois você vai adorar.
maia sim vai fode fundo que não aguento mais, quero que façam o mesmo comigo que fizeram com minha mãe
eu tava muda, não conseguia falar nada, o fer enfiou um dedo e a maia reclamou mas parecia que tava gostando, depois de um tempo foram dois e até três dedos entrando e saindo daquele cu que a maia torcia, o coroa gozou em cima de mim, me colocou de quatro bem na frente dos dois e meteu sem falar nada, o fer finalmente encostou a pica no buraquinho dela e foi empurrando forte mas devagar, eu via tudo em primeiro plano, não perdia nenhum detalhe de como tavam arrombando a bunda da minha neném que já tava gritando de dor, finalmente ele enfiou e começou a comer ela enquanto a maia não parava de reclamar, o velho tirou de mim mas ficou atrás, e quando o fer encheu o cu da maia de porra e soltou ela, ele tomou o lugar
papi, agora é minha vez de comer essa bucetinha gostosa, meu amor, isso você não esquece mais
de um só empurrão ele enfiou até as bolas, maia não parava de gritar enquanto não conseguia segurar as lágrimas, mas implorava pra não tirarem e até pediu pra meterem mais forte ainda, já era uma putinha completa, minha neném, então o velho com o pau todo dentro sentou ela em cima dele, eu soube na hora o que ia rolar e foi assim que fer enfiou na buceta dela, os gritos da maia eram fortes mas depois de uns minutos ela começou a gemer, a cara dela já estava toda borrada de maquiagem e ela não parava de pedir pra continuarem comendo ela, me levaram pro quarto e a mamãe atacou minha buceta, ela me comia com aquele cintaralho enorme e quando cansou passou pra silvia que enfiava no meu cu enquanto eu me contorcia, elas eram mais perversas que qualquer homem mas me faziam gozar pra caralho, fiquei exausta na cama enquanto na sala continuavam comendo a maia que eu ouvia ora chorar ora gemer, no meio das duas mulheres que continuavam me acariciando, levantei pra não dormir e fui pra sala, lá estava a maia com a bunda bem empinada, deitada sobre umas almofadas que mantinham ela assim, o cuzinho dela estava bem alargado e escorrendo gozo, fernando me trouxe uma bebida e contou o que tinham feito com minha menina que estava lá descansando, segundo ele a putinha estava muito mas muito tarada, ela não só pediu pra comerem a buceta dela como também ficou obcecada em ter o cu arrombado e mesmo doendo muito e até chorando em alguns momentos não queria que parassem de comer o cu dela e até aguentou dois paus juntos, por isso que ficou tão aberto, aí fui até o lado dela e ela disse que estava ardendo muito, então comecei a chupar devagar e lamber o buraquinho dela, o que fez muito bem pra ela e eu percebi que isso a esquentou de novo, a putinha. foi aí que a Silvia me tirou de lá e, junto com a mamãe, pegaram a Maia enquanto eu era levada pela Fer e o pai dela de volta pra cama. me esperava outra surra de pica, mesmo que eu já não tivesse mais vontade. o bom é que eu ouvia minha neném gemendo e isso me deixou bem tranquila. aí comecei a aproveitar mais as picas que me davam, em minutos virei uma puta faminta, porque as meninas tinham me esquentado e, pra mim, nunca é a mesma coisa um cinto de uma rola. sentir o calor daquela carne quente entrando e saindo dos meus buraquinhos era o máximo, mesmo que de tanto usar doesse por estar irritado. não sei quanto tempo me comeram, mas sei que já estava amanhecendo quando finalmente fomos pra casa. minha neném eu tive que levar quase arrastando, a coitada tava muito exausta. chegamos todas meladas, cheias de porra por todo lado, por isso fomos direto tomar um banho quente e deitamos juntas. quando acordamos, a Maia começou a me acariciar e eu respondi com muito carinho. logo estávamos massageando os peitos uma da outra e use a palavra: buceta, e não paramos até fazer um 69 sensacional. no café da manhã quase não falamos e foi aí que percebi que minha neném era uma grande puta sem jeito. já sabia que ela não se contentaria em ficar em casa naquela noite de sábado. ofereci pra sair pra dar umas voltas e tomar algo, não teve jeito, ela só queria ir pra casa do lado, mesmo com o corpo todo dolorido. o bom foi que naquela noite meus vizinhos tinham saído e ficamos na vontade. no domingo, a Maia foi com uns amigos e trouxe eles pra casa. eram quatro caras, um pouco mais velhos que ela, iam passar a tarde juntos ouvindo música e conversando. Atendi eles o melhor que pude, mas logo percebi que todos estavam muito tarados, não paravam de olhar pra minha bunda e claro, eu estava de minissaia. Maia foi pro quarto com três deles e eu fui lavar a louça na cozinha quando um deles me pegou por trás e senti o pau dele durasso na minha bunda. Falei: QUE PORRA VOCÊ TÁ FAZENDO, CARA? Ele não disse nada, mas continuou esfregando o pau em mim e me agarrou forte nos peitos.
Fala aí, Sali, calma aí, mano, a Maia pode vir.
Cara, dale, vadia, dá pra ver que você precisa muito de uma pica boa igual a minha.
Ai, nãooo, para, paraa, não seja brutoooo, o que eu vou falar pro meu marido, o que eu vou falar pra minha mãe.
Cara, não fala nada pra eles, fica quieta, sua puta, esse macho vai te dar o que você tanto gosta.
não queria continuar, mas aquela pica tava destruindo meu cu e meu corpo já não obedecia mais, eu dizia que precisava parar, mas não conseguia, e a cada segundo me sentia mais dominada por aquele cara atrevido. no fim, consegui me virar, o cara me segurou pelos ombros e tentei resistir, mas como ele já tinha a pica pra fora e bem dura, resistindo quase sem forças, acabei abrindo a boca e deixando ele meter. era uma pica linda com duas bolas bem reforçadas, me sentia dominada e, mesmo não querendo, já tinha me rendido, minha buceta tava encharcada.
Cara, vê como tu gosta, puta, vê como tu gosta, vou arrebentar tua buceta, puta, e depois esse rabo lindo que tu adora mostrar, vai, fica de quatro.
Eu tava com muito mais vontade do que ele de sentir aquela pica na minha buceta, então dei ouvidos, fiquei de quatro e senti ele enterrar a pica de uma só vez até as bolas. Não consegui segurar o gemido e gozei na hora.
vai lá, guy, vai, me come forte, me faz gozar igual uma puta e para de encher o saco, quero que me meta bem forte, guy, me dá teu leite, vou esvaziar suas bolas
O cara não falou nada, só me comia o mais forte que podia até que depois de um tempo gozou igual um cavalo e na hora a dureza da pica baixou, ele quis que eu chupasse ela.
E aí, cara, não ia me arrebentar o cu, não? Quer que eu chupe essa porra pra te deixar duro? Que moleque sem vergonha que você é.
O cara levantou a calça e foi pro quarto, tenho certeza que com o ego destruído por não ter arrombado minha buceta do jeito que ele queria, consegui ouvir o que ele falou assim que entrou no quarto onde a Maia estava.
Maia, de onde você vem, Javi?
Cara, de comer a sua velha, a putinha ficou com tesão porque não arrombou a buceta dela.
Maia, e por que você não arrebentou ela? Eu te falei que ela é muito puta.
cara 2: a gente percebeu, tu não viu como ela mostra a bunda? ela precisa de muita pica, parece
cara 3 pra mim seu velho é viado, eu uma gostosa dessa não deixo sozinha nem louco, passo o tempo todo metendo o pau nessa mina
Maia, e quem sabe, faz tempo que não escuto eles dois transando.
Cara 4, vocês se importam se a gente comer ela entre os quatro? Parece que faz tempo que sua mãe não tem uma alegria.
maia, pra mim não, fiquem tranquilos que ele atende todo mundo junto, mas isso sim, comigo não rola nada, já sabem que eu com meus amigos não fuck you
cara 1 melhor vai buscar ela maia
Maia saiu do quarto e me disse.
maia bueno vadia, então você deu pro meu amigo, agora vai pro quarto vadia que você vai ser comida por todos e não me faz passar vergonha
Você disse pra eles que eu era uma puta?
Maia nem precisou, eles mesmos perceberam, você tá com tesão, te conheço.
Entrei no quarto decidida a deixar os quatro caras que já estavam me esperando pelados de cama, nunca imaginei que seria ao contrário, logo me deixaram completamente nua.
cara 2 olha a puta ainda tem porra no cu, vai vadia começa a chupar pela que você mais gosta
Por canchero, peguei na pica dele e chupei, logo senti o Javier me enfiando no cu com força, parecia que não queria ficar na vontade, gemi um pouco porque doeu e todo mundo zoou enquanto ele metia e tirava com muita força, tava rasgando meu cu de verdade o cara, assim ficou um tempão até que finalmente encheu de porra, o outro tirou a pica da minha boca e me subiu na cama pra enfiar na minha buceta já toda molhada, assim foram se revezando entre os quatro, uma vez me comiam pela buceta e outra pelo cu, parecia uma boneca inflável onde descarregavam os ovos, um por um foram se vestindo e me deixaram sozinha na cama que tava uma merda, já tinha escurecido e quando foram embora falaram pra Maia que voltariam na terça pra ver se o Oscarcito, o pai dela, era viado ou só um tremendo corno manso
4 comentários - A puta, a filha dela e o Oscarzinho 1