Carlos, 23 anos, e sua namorada Carolina, de 19, estão prontos pra curtir as férias. Ela é uma patricinha linda, cabelo preto comprido, morena clara, olhos cor de mel, uma boca, peitos, pernas e uma raba fabulosa. Uma ninfa caída do céu com seu 1,78m, jogadora de hóquei — se tem um esporte feminino que me deixa doido é esse, além do tênis feminino, claro, e do vôlei nas duas versões, tradicional e de praia. Ver aquela potranca com toda aquela energia juvenil segurando o taco de hóquei com a bolinha e aquela saia curta que solta a imaginação de qualquer ser humano, apesar do short que algumas usam por baixo ou da legging. E sim, quem nunca ficou excitado vendo, no meu caso, as Leoas? Não que eu entenda do esporte, nem sou argentino, mas lembro daquela gostosa da Luciana Aimar, ou alguma holandesa, alemã ou australiana da vez. Como já falei, Caro era uma patricinha linda e seu namorado Carlos também era patricinha — óbvio, Deus os cria e eles se juntam. Jogador de rugby, 1,85m, loiro, sarado, olhos azuis. Se conheceram no Colégio Inglês do bairro de Carrasco, em Montevidéu, onde vive gente de alto poder aquisitivo, geralmente empresários ou algum atleta famoso. Estavam juntos há três anos e se davam superbem, eram o complemento um do outro — Caro era inquieta e Carlos tranquilo. Na intimidade, se complementavam perfeitamente; ela era uma putinha gulosa pela pica do Carlos... só tinha um problema: ele tinha uma pica muito grande e grossa, que ela adorava com a boca, os peitos e a buceta. E vocês vão perguntar: qual é o problema? É que o namorado vivia obcecado em comer o cu dela, que era perfeito, mas Caro, não por maldade, não aguentava aquele pauzão de 23 x 6 cm — sim, 6 cm de largura —, o que humanamente era compreensível que ela não aguentasse. Embora várias vezes, em momentos de putaria extrema, como uma vez que ele a comia no sofá de casa, ela estava cavalgando ele — uffff, a vadiazinha gemia, com Carlinhos chupando os peitos dela, percorrendo todo o falo. lentamente, escorrendo porra do pauzão dele, use a palavra: buceta tremelicamente dilatada, aberta igual uma flor, e esse zangão com seu ferrããão, tava polinizando ela errado. Ela tava tipo em transe, ele puxava o cabelo dela pra baixo, tava empombando ela, com aquele cacete de carne e osso. Cena quente demais, ela com a saia branca de hockey, a blusa azul com o escudo do colégio... era o fetiche dele comer ela vestida do esporte que a Caro tanto amava. Num momento da foda, ela sozinha desmontou e ficou de 4 no sofá, era tanta quentura da bebona e ela tava ciente que o namorado queria fazer a Booty nela, foi naquele momento de tesão, que não se pensa. Carlos abriu as nádegas dela, chupou o esfíncter e enfiou o dedo indicador, Caro tava em chamas, pronta pra ser sodomizada, mais que isso, ela desejava que o namorado arrombasse o cu dela. Embora ela se masturbasse e já tivesse colocado alguma coisinha no cu, dava pra dizer que era virgem de pica real, brinquedo e até um plug foi o máximo que ela aceitou naquele cu lindo. Quando o namorado terminou de chupar o cu dela e enfiou um e dois dedos no ânus, a coisa tava pintando maravilha, ela exigiu: "Mete tudo, amor, pela Booty". Carlitos apoiou a cabeça ou prepúcio na entrada do esfíncter, ela em vez de relaxar, se tensiou, Carlos não soube decodificar aquele instante em que a namorada ficou tensa e investiu, uma estocada lenta, que aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaayyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy Caro gritou, "Filhooooo da Puta de Sete Mil Putasssssssssss", não conseguiu enfiar toda a cabeça da pica. "Tiraaaaaa", gritou a namorada, era pica demais pra qualquer mulher, não aguentou aquela pica leve. Ele tentou convencer ela, mas não teve jeito, de certa forma Carlos entendeu naquela noite que ia ser muito difícil comer o cu da namorada, que ela tava em choque com uma dor de cu assassina. Naquela noite, meio sem graça, a foda foi cortada, Carlos fez a promessa de que no Carnaval levaria ela pra casa dos pais dele na praia pra descontrair a situação, Caro não tava a fim de conversa, falou ok e insistiu pra ele ir embora, e ele foi. Ela ficou dois dias com uma dor no cu danada, mas como tudo, não tem mal que dure pra sempre, diz o ditado, passou. O que ficou de ruim foi a promessa do Carlos de ir pra praia. Nada menos que no Carnaval, partiram com destino a La Pedrera, Rocha, se na época teve um Carnaval bizarro, esse era. Chegaram no chalé (Country), que o pai do Carlos era o dono, se instalaram, e foram curtir de tarde a praia e de noite o Carnaval, que surgia espontaneamente numa rua de no máximo 200 metros, se amontoavam até 20 mil pessoas fantasiadas, com muito álcool e substâncias no sangue. Essa tarde curtiram a praia, matearam e se prepararam pra noite. Ele tava fantasiado de imperador romano, com a coroa de oliveira, e ela pra não desentonar era uma ninfa romana, com uma túnica ou solteira que deixava um ombro de fora, curtinha e transparente, que dava pra ver a tanga vermelha perdida naquele cu carnudo e voluptuoso. As sandálias baixas douradas que amarravam cruzadas até quase os joelhos, brincos e o cabelo preso faziam ela parecer fabulosa. Fizeram o esquenta na cabana, tomaram uns vodkas com Speed e foram pra onde tava a bagunça. Era uma da manhã e a festa tava no auge, a maioria gente nova fantasiada que se jogava espuma, música, pulos, risadas, cantorias, muito álcool e baseado. Pra piorar, era uma noite muito quente e o álcool do esquenta mais o fato de estarem amontoados deixava todo mundo com tesão. Caro já tinha levado várias roçadas de pica, Carlos tava noutra, até meteram a mão na bunda dela, o que deixou ela ainda mais excitada. Foi num momento que decidiram comprar mais álcool, onde um cara com uma geladeira, sentado numa cadeira de praia, vendeu umas cervejas pra eles, sei lá por que razão, Carlos começou a conversar com o sujeito. A questão é que Germán, assim se chamava o cara, que Todo verão ele fazia sua grana vendendo cerveja e pagava o aluguel, que com mais quatro amigos — hum, dois caras e uma mina — tinha alugado naquele ano ali. Já não tinha quase bebida, então chamou o Carlos sem saber que, a metros dali e no meio da multidão, estava a namorada dele. "Germán, já vou levantar tudo aqui, por que você não vem pra cabana? Tô com a Yennifer, o Ariel e o Seba." "Espera, vou falar com minha mina e a gente vai junto." A Caro já tava sendo apalpada por todo lado naquela multidão, a metros do Carlos, que conseguiu tirar ela dali e apresentou pra Germán — aquele típico hippie desencanado, moreno com dreads, estilo Bob Marley. Cumprimentaram e foram abrindo caminho pela calçada no meio da galera. Mesmo tendo ficado uns 20 minutos naquela rua, não era como tinham imaginado; se sentiam muito desconfortáveis. Melhor do que isso era conhecer gente nova num lugar mais íntimo. A cabana ficava a 30 metros da praia, um lugar estratégico. Carlos e, principalmente, Caro estavam fascinados com a personalidade desencanada do Germán, aquele choque, digamos, cultural entre o mundo patricinha, onde tudo é aparência e glamour, e a vibe despreocupada e amigável do hippie uruguaio. Chegaram na cabana, rolou as apresentações, tomaram uma garrafa bem gelada de vinho branco que tinham guardado pra uma ocasião especial e foram pra praia. A noite tava pedindo pra ficar ao ar livre, muito calor. Os quatro amigos, mais o Germán e a Caro, se sentaram embaixo da guarita do salva-vidas, em roda, bebendo o vinho na boca da garrafa, como manda o figurino. O Germán já distribuiu os baseados que o Ariel e o Seba acenderam, e foram passando pra Jennifer, que era a namorada do Ariel. A mesma coisa fez o Germán, que tragou e passou pra Caro, que passou pro Carlos, que passou pro Seba. Todo mundo tava doidão, digamos assim, e a Jennifer ficou putinha. Tava de minissaia e regata, se levantou e mostrou a bunda como se fosse uma brincadeira — aquela fio dental preta se perdia naquela raba surpreendentemente voluptuosa. Subiu na guarita e, de baixo, todo mundo contemplava. movimento da bunda dela,
Caro, pra não ficar de fora, já fumada e com o álcool e a tesão de ver aquela bunda gostosa, também entrou na onda.
As duas rebolavam a bunda, enquanto os 4 lá embaixo na areia tiravam a roupa.
— Que foda que a gente vai dar — disse Germán.
Já Caro e Jennifer se beijavam na boca com desespero, se esfregavam,
os peitos delas, mmmm, Jennifer tirou a blusa inteira da Caro,
que apoiou os braços no parapeito e começou a chupar a pussy e a bunda dela.
Ufffffgfffffffff — gemia Caro, era a primeira vez que a puta recebia uma língua feminina na pussy e na bunda dela.
Os caras, pra dizer algo, já estavam se masturbando e subiram rapidinho.
Carlos pegou a mão da Jennifer e os três amigos foram com as namoradas deles...
Jennifer se ajoelhou com os peitos de fora e ficou fascinada pela pica do Carlos, que começou a mamar rapidinho.
Glup Glup Glup Glup — ela era toda uma especialista em boquete, com a saia na cintura, ele apalpava os peitos dela.
Mesmo aquela piroca não entrando toda, ela engasgava, mas se esforçava pra caralho. Gloc gloc,
do lado dela estava a puta da Caro com a calcinha fio-dental vermelha, e abaixada chupava as três picas dos caras, alternando.
Glup glup glup glup, fascinada, pra surpresa dela, com a pica do Germán, que era comprida igual a do namorado dela, mas mais fina.
— Isso, putaaaaaaaa, chupa elas, que puta gostosa cheta você é — entre uma pica e outra, quando Caro respirava, eles beijavam a boca dela e os peitos.
Uffffc ufffff uffffff — faziam os caras.
Carlos, que já tinha tido a pica e os ovos chupados pela Jennifer, colocou ela de quatro igual fez com a namorada dele,
enquanto ela chupava a pussy dele com a língua.
Carlos correu a calcinha fio-dental preta dela, passou pela racha com gozo da pussy e terminou a linguada no cu.
Era óbvio que Jennifer era a puta dos três amigos, abrindo as pernas em pé.
Uggggg — gemia Jennifer com os braços apoiados no parapeito.
— Me fode — gritou ela naquela noite escura e estrelada de verão.
Carlos meteu a pica toda sem dó até os ovos.
Ahhhhhhhhh — exclamou ela. Jeniffer, me parte a bucetaaaa, plaf plaf plaf plaf, acelerava Carlos. Enquanto isso, Caro já tinha montado no Ariel e tava alternando as duas picas do Germán e do Seba na boca dela. Mmmmm mmmmm que picas gostosas, gritava a patricinha, enquanto subia e descia na cock do Ariel. Um momento quente foi quando Caro grita pro Carlos: "Vão me arrebentar o cu, amor". "Siiim", diz ele, que tava com a Jeniffer encostada na grade, metendo cock a todo vapor. "Ahhhhjjjjhhhhh", gritava Jennifer: "Você me quebra a buceta todinha. Quero sua cock no meu cuuuu", gritou a patricinha pro Germán, que ficou atrás. Ariel abriu as nádegas dela, Germán lambeu e cuspiu no cu e de uma vez meteu. Uffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffff, gritou a patricinha, que, por causa do álcool ou do baseado, ou da cock mais fina, vai saber, curtiu como nunca aquela pica até os ovos. Plaf plaf plaf plaf, Germán tava arrebentando o cu dela literalmente. Agggggggg aggggggggggggggg, Caro com a cock do Seba na boca, a do Ariel na buceta, plaf plaf plaf, delirava de prazer. Pra não ficar pra trás, Carlos apoiou a cock no cu da Yeniffer, que, longe de se assustar, gritou: "Quero ela toda pra dentro, me parte o cu com essa picotaaaaaaaaaaaaaaa". Não tinha terminado a frase, e Carlos meteu a pica toda. Ela aguentou com um "aaaaaaaaaaaaaa aaaaaa uffffffffffffffff, me arrebenta tudaaaaaaa, plof plof plof plof plof plof plof plof plof plof". Carlos gritou pra namorada: "Amor, isso sim é uma putaaaaria". Grrrrfrrrrrrrrrfrrf, gritava Yeniffer. Caro era tripla penetrada, Seba, Ariel e German se alternavam pra comer ela. A patricinha tava em êxtase: "Igggggggg ggggggggggg, me arrebentem o cu de pica", conseguiu dizer. A noite foi longa. Encheram a boca, o cu e os peitos de Caro de porra. O melhor foi quando o namorado dela comeu o cu dela, que tava bem dilatado e cheio de porra. Foi fabulosa a gozada que ele deu. O cu dela tava tão dilatado que a cock dele passou olímpica pelo esfíncter. Jennifer também foi toda cheia de porra. Picas e gozo.
As duas minas aguentavam sozinhas os quatro caras, enquanto uma era comida, a outra se masturbava.
Foderam até amanhecer. Nos dias seguintes, Carlos convidou os novos amigos pra trepar na casa do pai dele na praia. Foram umas férias maravilhosas, cheias de prazer, que repetem todo ano. A Caro era bem comida, como no ano em que a Jennifer não pôde ir e o Claudio foi no lugar dela. Deram uma porrada de pica nela a semana inteira, em grupo ou um por um. Fim.
Caro, pra não ficar de fora, já fumada e com o álcool e a tesão de ver aquela bunda gostosa, também entrou na onda.
As duas rebolavam a bunda, enquanto os 4 lá embaixo na areia tiravam a roupa.
— Que foda que a gente vai dar — disse Germán.
Já Caro e Jennifer se beijavam na boca com desespero, se esfregavam,
os peitos delas, mmmm, Jennifer tirou a blusa inteira da Caro,
que apoiou os braços no parapeito e começou a chupar a pussy e a bunda dela.
Ufffffgfffffffff — gemia Caro, era a primeira vez que a puta recebia uma língua feminina na pussy e na bunda dela.
Os caras, pra dizer algo, já estavam se masturbando e subiram rapidinho.
Carlos pegou a mão da Jennifer e os três amigos foram com as namoradas deles...
Jennifer se ajoelhou com os peitos de fora e ficou fascinada pela pica do Carlos, que começou a mamar rapidinho.
Glup Glup Glup Glup — ela era toda uma especialista em boquete, com a saia na cintura, ele apalpava os peitos dela.
Mesmo aquela piroca não entrando toda, ela engasgava, mas se esforçava pra caralho. Gloc gloc,
do lado dela estava a puta da Caro com a calcinha fio-dental vermelha, e abaixada chupava as três picas dos caras, alternando.
Glup glup glup glup, fascinada, pra surpresa dela, com a pica do Germán, que era comprida igual a do namorado dela, mas mais fina.
— Isso, putaaaaaaaa, chupa elas, que puta gostosa cheta você é — entre uma pica e outra, quando Caro respirava, eles beijavam a boca dela e os peitos.
Uffffc ufffff uffffff — faziam os caras.
Carlos, que já tinha tido a pica e os ovos chupados pela Jennifer, colocou ela de quatro igual fez com a namorada dele,
enquanto ela chupava a pussy dele com a língua.
Carlos correu a calcinha fio-dental preta dela, passou pela racha com gozo da pussy e terminou a linguada no cu.
Era óbvio que Jennifer era a puta dos três amigos, abrindo as pernas em pé.
Uggggg — gemia Jennifer com os braços apoiados no parapeito.
— Me fode — gritou ela naquela noite escura e estrelada de verão.
Carlos meteu a pica toda sem dó até os ovos.
Ahhhhhhhhh — exclamou ela. Jeniffer, me parte a bucetaaaa, plaf plaf plaf plaf, acelerava Carlos. Enquanto isso, Caro já tinha montado no Ariel e tava alternando as duas picas do Germán e do Seba na boca dela. Mmmmm mmmmm que picas gostosas, gritava a patricinha, enquanto subia e descia na cock do Ariel. Um momento quente foi quando Caro grita pro Carlos: "Vão me arrebentar o cu, amor". "Siiim", diz ele, que tava com a Jeniffer encostada na grade, metendo cock a todo vapor. "Ahhhhjjjjhhhhh", gritava Jennifer: "Você me quebra a buceta todinha. Quero sua cock no meu cuuuu", gritou a patricinha pro Germán, que ficou atrás. Ariel abriu as nádegas dela, Germán lambeu e cuspiu no cu e de uma vez meteu. Uffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffff, gritou a patricinha, que, por causa do álcool ou do baseado, ou da cock mais fina, vai saber, curtiu como nunca aquela pica até os ovos. Plaf plaf plaf plaf, Germán tava arrebentando o cu dela literalmente. Agggggggg aggggggggggggggg, Caro com a cock do Seba na boca, a do Ariel na buceta, plaf plaf plaf, delirava de prazer. Pra não ficar pra trás, Carlos apoiou a cock no cu da Yeniffer, que, longe de se assustar, gritou: "Quero ela toda pra dentro, me parte o cu com essa picotaaaaaaaaaaaaaaa". Não tinha terminado a frase, e Carlos meteu a pica toda. Ela aguentou com um "aaaaaaaaaaaaaa aaaaaa uffffffffffffffff, me arrebenta tudaaaaaaa, plof plof plof plof plof plof plof plof plof plof". Carlos gritou pra namorada: "Amor, isso sim é uma putaaaaria". Grrrrfrrrrrrrrrfrrf, gritava Yeniffer. Caro era tripla penetrada, Seba, Ariel e German se alternavam pra comer ela. A patricinha tava em êxtase: "Igggggggg ggggggggggg, me arrebentem o cu de pica", conseguiu dizer. A noite foi longa. Encheram a boca, o cu e os peitos de Caro de porra. O melhor foi quando o namorado dela comeu o cu dela, que tava bem dilatado e cheio de porra. Foi fabulosa a gozada que ele deu. O cu dela tava tão dilatado que a cock dele passou olímpica pelo esfíncter. Jennifer também foi toda cheia de porra. Picas e gozo.
As duas minas aguentavam sozinhas os quatro caras, enquanto uma era comida, a outra se masturbava.
Foderam até amanhecer. Nos dias seguintes, Carlos convidou os novos amigos pra trepar na casa do pai dele na praia. Foram umas férias maravilhosas, cheias de prazer, que repetem todo ano. A Caro era bem comida, como no ano em que a Jennifer não pôde ir e o Claudio foi no lugar dela. Deram uma porrada de pica nela a semana inteira, em grupo ou um por um. Fim.
1 comentários - Carnaval na Buceta