Casais do clube SW

Fiquei muito feliz que vocês receberam bem meu primeiro post, com vários seguidores, muitos likes e comentários. Nesta segunda parte, vou tentar ser mais profundo e mais detalhista. Aquilo que homens e mulheres gostam. Vou falar das mulheres que são parceiras dos caras que conheci no swing. Dois motivos me levam a isso: 1º porque não é só sobre mim, e 2º porque assim também compartilho a experiência dos outros. Dessa vez, as duas coisas vêm juntas: minha experiência e a de um rapaz. Primeiro, vou começar detalhando as mulheres que faziam parte de um grupo que formou amizade no clube de swing que eu frequentava. Eram 5 casais e eu sozinho. Como eu ia sempre às sextas-feiras de gang bang e todos os sábados, comecei a fazer amizade com um grupo que se destacava no clube porque era formado por vários casais... 5 no total. Então eu pegava aquelas minas e assim fui conquistando o respeito dos maridos ou parceiros delas. Mas num sábado, cheguei perto da 1h30 da manhã e o grupo tinha recebido um casal jovem. Ele com uns 35 e ela com 28... 29. Ela estava com uma regatinha ou blusinha curta branca semi-transparente, bem justinha no corpo. Alta, 1,75m, cabelo castanho claro e comprido até a cintura. Usava um short jeans bem curtinho que deixava ver claramente a bunda perfeita dela. As pernas eram lindas demais porque ela estava com uns saltos altos de 10cm, tipo sandália. Muito sensual. Ela segurava uma bebida na mão esquerda, do lado do marido, Daniel. Um cara normal, com barriguinha e óculos. Cabelo curto e tênis tipo náutico. Mas muito gente boa. Cheguei no local, entrei na sala onde todo mundo estava. Fui direto pro grupo de amigos e conheci eles. Mas claro... com aquele rabo, não conseguia parar de olhar pra ela por trás. Os dois muito simpáticos. Mas agora vou contar o resto das mulheres que formavam o grupo e como elas estavam produzidas. Paula: santiaguense de 32 anos, cabelo que cobria as costas, loira e de pais paraguaios. Olhos cor de mel e levemente gordinha. Tava com um vestido preto curto, sandália dourada e uns peitos normais. A melhor qualidade dela era se entregar de verdade na cama e ela sabia como fazer isso. Ela curte sexo anal...ela mesma pede. Maria: morena infernal, corpo perfeito e peitos bons. Muito parecida com a atriz pornô Mya Diamond. Morena de cabelo liso até a cintura. Tava de salto e vestindo uma blusa branca transparente que deixava ver aquela cintura, pernas e bunda dos sonhos. O melhor dela é que ela curtia dupla vaginal. Ana: mulher de uns 55 anos. Loira raiz que tem um corpo bem cuidado. Olhos verdes. Eles vinham de La Plata. Então apareciam a cada 15 dias. O marido dela...o famoso corno feliz. Ele só ficava olhando a mulher chupar pica igual uma louca e quando iam meter nela, ele desembolsava as camisinhas e te davam 3 de uma vez. Pra mim servia porque não precisava comprar muitas hahaha. Nadia: gordinha morena de cabelo liso e comprido até a cintura. Ela curte sexo anal pesado, que tire e coloque na boca. Ela gostava de sentir a dor e provar o gosto do próprio cu. Sempre gostava de levar gozo na boca. Laura: peruana de carinha de chinesa. Se alguém lembra de Karate Kid 2, a chinesa que aparece lá...então, igual! Linda e muito dócil. Sempre curtia um menage. Não dava o cu, mas sabia entregar o resto do corpo pra você fazer o que quisesse. Ela tava vestida de diabinho naquela noite. Salto, chifrinhos e o tridente. Elas e os maridos ou parceiros da vez estavam lá naquele dia. Já tinha dito que o Daniel era o marido dela. Ela se chama Vicky. Daniel e Vicky foram pela primeira vez no boliche de swing que eu frequentava e curtiram a onda. Enquanto isso, eu fui puxar papo com a Vicky...queria conhecer ela um pouco mais. A gente se afastou e, enquanto os drinks iam descendo, começamos a dançar. Ela me disse que o Daniel adora ver ela transar com outros caras e que quanto mais putaria, melhor. Ele gosta de ser humilhado pelos amantes de ocasião. Tudo isso. Já tava ficando com tesão. Abracei ela de leve e apertei aquela bunda linda. Falei que ela tava me deixando louco de tesão, e ela disse que também tava afim de mim. Transamos um bom tempo e ela se ajoelhou na pista e começou a chupar meu pau de um jeito suave, mas que foi ficando mais forte. Sentia os lábios dela e a profundidade da boca. Ela era de garganta profunda. Aí ela me pegou pela mão e me levou pros privês, e no caminho pegou na mão de um cara sortudo, haja. Passamos pelo resto do grupo e ela disse: "Love... vamos". Entramos quatro no privê. Eu, Vicky, o marido dela e o cara. O cara tava com um sorriso de orelha a orelha... parecia o Pipa Higuaín. Aí ela tirou a roupa... tipo, tirou o short jeans e só, porque não tava de calcinha por baixo. Ficou só com a camiseta branca justa e os saltos. Sentou e colocou a gente na frente dela. Começou a chupar o pau dos dois e tentava meter os dois juntos na boca. Enquanto isso, o marido dela olhava de perto. Lembrei que ela tinha me falado que o Daniel gosta de ser humilhado. Então eu falava pra Vicky: "Vai, puta linda, chupa com força... vai, que o otário do teu marido tá perdendo isso" — "Que puta que tu é, gostosa, abre as pernas que vou enfiar os dedos". Percebi que ela adorava aquilo e engasgava no meu pau... que não é um pau enorme, mas me viro bem, haja. Peguei ela e coloquei de quatro, e chupei a buceta e o cu dela, enquanto ela continuava chupando o pau do outro cara. Aí o Daniel percebeu que eu ia meter e me passou uma camisinha. Coloquei e falei pro Daniel: "Chega perto e cospe na buceta dela". E foi assim mesmo, enchi ela de saliva e ele gozou. Aí meti nela. Ela gemeu gostoso e em dois minutos deu um squirt. O outro cara sentou e ela começou a cavalgar nele, era uma delícia de ver. E eu metia na boca dela. Fodia a boca dela e olhava pro marido, dando risada. Aí percebi que ele tava tirando foto com o celular, haja. Isso me ela gostou... e aí ela pediu o celular dele e colocou no modo selfie. Então tirou uma foto com meu pau na boca dela. Naquela balada, não tem problema tirar fotos, desde que seja consensual. Então ela tirou umas 5 fotos chupando meu pau de vários jeitos: só a cabeça, mais fundo, bem fundo e engasgada. Isso me deixou louco e gozei na boca dela. Mas minha tara continuava... e enquanto o sortudo comedor macetava ela, eu esperei uns 5 minutos ou mais pra voltar pra ação. E o milagre aconteceu... meu pau subiu de novo em 5 minutos. Então ela voltou a chupar gostoso e fundo. Aí eu sentei e ela se abriu pra montar de frente, mas eu virei ela. Chamei o Daniel de novo e falei: "Cospe no cu dela e mete dois dedos que vou comer o cu dela agora." Obediente, ele fez. Quando tava tudo pronto, agarrei ela pela cintura e sentei no meu pau. Entrou devagar, mas entrou. Eu não sabia que ela dava o cu... foi sorte mesmo, haja. Pra isso, o sortudo gozou e foi embora. Eu continuei metendo forte por trás. Mas ela já tava meio cansada de tanto prazer. Então chamei o marido e pedi pra ele segurar ela. O marido corno me ajudava a macetar ela forte. Ele empurrava ela pra baixo e segurava as mãos dela se precisasse. Virei ela e deixei de bruços, subi em cima e pisei na cabeça dela com um pé, mas de leve. O Daniel viu isso, pegou o celular e começou a tirar fotos. Então, enquanto pisava na cabeça dela, metia no cu dela. Assim por mais 20 minutos e gozei na boca dela... embora tenha deixado cair a porra nos peitos dela. Foi uma noite linda aquela noite. Depois disso, transamos no carro dela, na casa dela e no trabalho dela. Também na balada sw porque tivemos boa química. Fim.

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