É um relato sobre uma experiência, coloco o contexto da época, é beeem longo o relato... se você só quer descrição de putaria, não perca seu tempo.🙂
O bom de estar à toa no verão é que dá pra ver pornô no escritório. E encontro um vídeo antigo de uma coroa chamadaKaren Summerque me trouxe a lembrança da minha primeira conquista pela internet... sem apps, sem WhatsApp, nem MSN Messenger existia (saiu uns meses depois) — a internet dura e hostil de 20 anos atrás.
E aproveito pra escrever isso pra relembrar uma experiência gostosa e trazer essa memória de volta...
Época de não comer ninguém, um tesão danado, dei ouvido a um colega de trabalho e me joguei nos chats dos únicos lugares de informação, os extintos Portais — não lembro se era o chat da Terra, Cidade, ou algum outro perdido no tempo.
Naqueles chats vazios, era tudo um exercício de fé e esperança. Comecei a conversar com um nick de uma tal Noemi, e no papo ela me contou que era casada, de 41 anos... isso fez meu coração disparar. Mas tudo conversa civilizada. E aí vem o que hoje me parece doideira: eu tinha celular, mas sem SMS — as mensagens de texto mal funcionavam em modelos tops — e Noemi nem celular tinha!!! Combinamos de entrar no dia seguinte no mesmo chat, num certo horário, e nos procurar pelo nick.
Milagrosamente, depois de um dia só pensando nisso, entro à noite no chat e encontro a Noemi. Trocamos uns dados pra confirmar que éramos nós mesmos e continuamos a conversa. Aí ela me disse que tava atrás de uma aventura, que a rotina tava acabando com ela. Nos descrevemos fisicamente — porque, claro, não tinha como mandar fotos!!! Apertei um pouco pra gente se ver, tomar um café e ver no que dava, e ela topou. Eu não acreditava.
Combinamos de nos encontrar ao meio-dia num bar bem vagabundo que ficava (ou ainda fica) numa esquina da Yerbal, em frente à estação Floresta. Escolhemos ali porque ela era de Liniers, acho, e eu porque sabia que tinha um hotel a umas quadras dali — o otimismo nunca morre.
Lembro que não tínhamos fotos um do outro!!! Combinamos de ir com certa roupa de certa cor. Totalmente no escuro, uma loucura daquela época.
Cheguei no bar, bem sujo, uns trabalhadores tomando cerveja, garçom com cara de... Poucos amigos, peço um café e fico esperando, com o coração explodindo de ansiedade e cagasso de levar um bolo. Daí, vejo entrar no bar uma senhora bem gostosa, com uns óculos escuros enormes, parecendo que tava procurando algo no bar... e com a cor da roupa que ela tinha me falado. A primeira coisa que percebi é que me enganei feio com a idade, ela não tinha 41, pra mim tava na casa dos 50. Ela me olha, faz um gesto com a mão e eu respondo tocando na minha camisa, por causa da cor.
Linda senhora gostosa da capital, falei que tava feliz dela ter vindo... a gostosa da foto é mais velha, mas é muito parecida com a Noemi, com certeza foi assim alguns anos depois de conhecê-la.
Ela sentou, meio nervosa, até meio nervosa demais, nem quis beber nada. Falei meio na brincadeira pra descontrair: "ainda bem que você conseguiu vir", e ela, meio safada, respondeu: "te falei que não ia furar!". Nesse tempo todo, eu pensava se ia pra frente ou não, meio que me desanimou ela ser mais madura do que eu imaginava (eu tinha 25 anos, não era tão moleque haha), mas saber que era casada, ver a aliança, e aquele jeito de dona de casa que escapou porque queria transar me convenceu de vez... no fim, pelo menos um boquete eu ia ganhar hehe.
Como percebemos que não dava mais naquele bar meia-boca, nos olhamos em silêncio por uns segundos, ela fez um sinal com os olhos tipo "o que você acha de mim?"... e aí eu falei pra irmos pra "outro lugar".
Vamos" — ela disse com uma segurança que já me deixou de pau duro. Saímos para o carro, como um cavalheiro abri a porta pra ela, e quando entrei no carro ela disse docemente "obrigada pela educação", aí sim eu meti um beijo na boca dela. Ela não esperava, ficou meio em silêncio, pensei que tinha estragado tudo, mas ela diz que prefere que a gente fique a sós. Então saí voando pro hotel do Yerbal.
Entramos no quarto, abracei ela e começamos a nos devorar de boca com toda a vontade, já tinha esquecido a questão da idade, fui fundo na madura 😃... ela pediu pra abaixar as luzes, coloquei as vermelhas, e ela saiu do banheiro com um roupão (já veio preparada pra tudo) e sentou na cama onde eu estava só de cueca. Muito beijo, língua, notei que ela começava a gemer, nos levantamos e tirei o roupão dela, ela estava de lingerie branca, uma peça que caía muito bem nela, que claro durou pouco tempo vestida.
Eu despi ela e fiquei louco, aquele corpo de coroa, com suas imperfeições mas linda, peitos suculentos, uma barriguinha que percebi que me excitava pra caralho, uma buceta toda depilada, bem pequenininha. Beijei o corpo dela, me ajoelhei do lado e ela começou a acariciar meu pau, quase sem me olhar, e entre suspiros dizia que não acreditava que tava fazendo aquilo... isso me deixava ainda mais tesudo. Pra não apressar ela, e também pra aproveitar meu tempo, comecei a masturbar ela e apalpar os peitos, sentir como aquela buceta tava toda molhada, enfiava os dedos e passava na boca dela pra ela provar o próprio gosto... ela disse que nunca tinha feito aquilo, perguntei se tava gostando e num suspiro falou "tô amando". Vi que o corpo começou a tremer, os dedos na buceta estavam dando o primeiro orgasmo nela, então continuei até ela gozar com um grito abafado, senti a buceta apertando meus dedos... e ela, que continuava esfregando meu pau, levou uma porrada de leite nos peitos que não esperava. A gente fez uma piada sobre ter gozado rápido, mas já tava na confiança e eu falei que isso era só o começo... demos risada e ela disse que era bom eu cumprir. Fomos pra banheira de hidromassagem, brincando com as bolhas, eu pegava os peitos dela com as duas mãos, a gente se apalpava debaixo d'água, obviamente em dois minutos tava duro... sentei na borda e ela sozinha se agarrou no meu pau, disse que desde que casou não viu outro pau... fiquei mais duro ainda. Ela era meio sem jeito no começo, dava pra ver que não praticava muito, mas fui guiando e ela chupou como se fosse um picolé, inclusive as bolas.
Voltamos pra cama enorme, comecei a chupar a buceta dela com tudo, passava os dedos na bunda dela e dava pra ver que ela tava gostando, e de novo percebi que ela ia gozar, então mais língua, mais saliva e ela teve um orgasmo lindo na minha cara, a Noemi segurava a própria cabeça, eu felizão por ela estar gozando daquele jeito.
Coloquei a camisinha (era uma condição que ela tinha falado no chat), e meio mole como fiquei depois do segundo orgasmo, coloquei ela de quatro, uma bunda linda, redondinha por causa de uns quilinhos a mais, bem branquinha... passei a língua de novo na buceta e no cuzinho dela e comecei a meter na buceta até gozar, segurando ela firme pela cintura, pegando nos peitos dela, ela toda entregue.
Enquanto a gente fumava um baseado, ela me contava que em casa já não aguentava mais, com o marido só transava um domingo por mês, de manhã porque os filhos ou filhas dormiam até tarde por saírem de balada. E sempre a mesma coisa, ela tinha que sentar em cima dele, de costas, e fazer ele gozar rápido, o cara nem se mexia. Ela disse que não tinha mais vontade de transar com o marido, nem queria tocar nele, fazia anos que não tinha orgasmos.
Colocamos pornô na TV e começamos de novo, nos beijamos devagar, brincamos com nossas línguas e ela começou a descer me beijando o corpo, lambia o peito, sentia a língua descendo, e quando chegou na piroca, meteu ela de uma vez na boca, com muita baba, esfregava no rosto dela, de olhos fechados, devagar, cheirava, saboreava, dava pra ver que ela tava curtindo a situação. Pedi pra ela chupar entre as bolas e a bunda, a Noemi não sabia que a gente gostava disso, então acho que também foi a primeira bunda de homem que ela comeu. 😛
Ela sentou em cima de mim, cavalgou um tempo, devagar, rápido, mudando o ritmo, sentia como aquela buceta de coroa curtia minha piroca, apertava, relaxava, saía e voltava a entrar cada vez mais molhada... enquanto eu chupava os peitos dela, agarrava a bunda dela, passava um dedo no cú e a gente se dava uns beijos, até que dessa vez a gente conseguiu gozar junto, ela tremia o corpo todo quando chegava no orgasmo.
A hora mágica passou rápido, eu tinha que voltar a trabalhar, ela cuidar da casa e da família... saímos do hotel, e a Noemi desceu numa rua bem de bairro, a umas quadras do hotel, sem movimento. Ela tava com muito medo de alguém ver ela descendo de um carro numa avenida.
Voltando ao começo, os meios de comunicação eram inexistentes. Ela tinha meu telefone, mas como ela não tinha um, tive que esperar ela me ligar. Logicamente, ela não queria me dar o telefone da casa dela. Naquela época de merda (pleno 2002), eu morava com meus pais, e lembro que uns dias depois eu tinha saído e o telefone ficou em casa (não era como hoje, que não concebemos viver sem o celular na mão). Quando voltei, meu pai disse que uma tal de Noemi ligou (sim, era bem normal que, se o telefone tocasse, alguém atendesse). Pelo visto, ela pensou que era eu quem tava atendendo e falou uma besteira pro meu pai, tipo "achou que eu não ia ligar, gostoso?"... acho que ela deve ter morrido de vergonha, e como não existia identificador de chamadas, nunca soube o número dela. E aí nossa história acabou. Entrei várias noites no chat e nunca mais encontrei ela.Volto a dizer, a Noemi era mais nova que a Karen Summer nas fotos, menos rugas, mas muito, muito parecida, e de corpo igual, com tudo de bom e de ruim nisso. Eu adorei, e hoje, sendo casado e 20 anos depois, Noemi, vou dedicar a melhor das minhas punhetas lembrando daquela tarde.
E aproveito pra escrever isso pra relembrar uma experiência gostosa e trazer essa memória de volta...
Época de não comer ninguém, um tesão danado, dei ouvido a um colega de trabalho e me joguei nos chats dos únicos lugares de informação, os extintos Portais — não lembro se era o chat da Terra, Cidade, ou algum outro perdido no tempo.
Naqueles chats vazios, era tudo um exercício de fé e esperança. Comecei a conversar com um nick de uma tal Noemi, e no papo ela me contou que era casada, de 41 anos... isso fez meu coração disparar. Mas tudo conversa civilizada. E aí vem o que hoje me parece doideira: eu tinha celular, mas sem SMS — as mensagens de texto mal funcionavam em modelos tops — e Noemi nem celular tinha!!! Combinamos de entrar no dia seguinte no mesmo chat, num certo horário, e nos procurar pelo nick.
Milagrosamente, depois de um dia só pensando nisso, entro à noite no chat e encontro a Noemi. Trocamos uns dados pra confirmar que éramos nós mesmos e continuamos a conversa. Aí ela me disse que tava atrás de uma aventura, que a rotina tava acabando com ela. Nos descrevemos fisicamente — porque, claro, não tinha como mandar fotos!!! Apertei um pouco pra gente se ver, tomar um café e ver no que dava, e ela topou. Eu não acreditava.
Combinamos de nos encontrar ao meio-dia num bar bem vagabundo que ficava (ou ainda fica) numa esquina da Yerbal, em frente à estação Floresta. Escolhemos ali porque ela era de Liniers, acho, e eu porque sabia que tinha um hotel a umas quadras dali — o otimismo nunca morre.
Lembro que não tínhamos fotos um do outro!!! Combinamos de ir com certa roupa de certa cor. Totalmente no escuro, uma loucura daquela época.
Cheguei no bar, bem sujo, uns trabalhadores tomando cerveja, garçom com cara de... Poucos amigos, peço um café e fico esperando, com o coração explodindo de ansiedade e cagasso de levar um bolo. Daí, vejo entrar no bar uma senhora bem gostosa, com uns óculos escuros enormes, parecendo que tava procurando algo no bar... e com a cor da roupa que ela tinha me falado. A primeira coisa que percebi é que me enganei feio com a idade, ela não tinha 41, pra mim tava na casa dos 50. Ela me olha, faz um gesto com a mão e eu respondo tocando na minha camisa, por causa da cor.
Linda senhora gostosa da capital, falei que tava feliz dela ter vindo... a gostosa da foto é mais velha, mas é muito parecida com a Noemi, com certeza foi assim alguns anos depois de conhecê-la.
Ela sentou, meio nervosa, até meio nervosa demais, nem quis beber nada. Falei meio na brincadeira pra descontrair: "ainda bem que você conseguiu vir", e ela, meio safada, respondeu: "te falei que não ia furar!". Nesse tempo todo, eu pensava se ia pra frente ou não, meio que me desanimou ela ser mais madura do que eu imaginava (eu tinha 25 anos, não era tão moleque haha), mas saber que era casada, ver a aliança, e aquele jeito de dona de casa que escapou porque queria transar me convenceu de vez... no fim, pelo menos um boquete eu ia ganhar hehe.Como percebemos que não dava mais naquele bar meia-boca, nos olhamos em silêncio por uns segundos, ela fez um sinal com os olhos tipo "o que você acha de mim?"... e aí eu falei pra irmos pra "outro lugar".
Vamos" — ela disse com uma segurança que já me deixou de pau duro. Saímos para o carro, como um cavalheiro abri a porta pra ela, e quando entrei no carro ela disse docemente "obrigada pela educação", aí sim eu meti um beijo na boca dela. Ela não esperava, ficou meio em silêncio, pensei que tinha estragado tudo, mas ela diz que prefere que a gente fique a sós. Então saí voando pro hotel do Yerbal.Entramos no quarto, abracei ela e começamos a nos devorar de boca com toda a vontade, já tinha esquecido a questão da idade, fui fundo na madura 😃... ela pediu pra abaixar as luzes, coloquei as vermelhas, e ela saiu do banheiro com um roupão (já veio preparada pra tudo) e sentou na cama onde eu estava só de cueca. Muito beijo, língua, notei que ela começava a gemer, nos levantamos e tirei o roupão dela, ela estava de lingerie branca, uma peça que caía muito bem nela, que claro durou pouco tempo vestida.
Eu despi ela e fiquei louco, aquele corpo de coroa, com suas imperfeições mas linda, peitos suculentos, uma barriguinha que percebi que me excitava pra caralho, uma buceta toda depilada, bem pequenininha. Beijei o corpo dela, me ajoelhei do lado e ela começou a acariciar meu pau, quase sem me olhar, e entre suspiros dizia que não acreditava que tava fazendo aquilo... isso me deixava ainda mais tesudo. Pra não apressar ela, e também pra aproveitar meu tempo, comecei a masturbar ela e apalpar os peitos, sentir como aquela buceta tava toda molhada, enfiava os dedos e passava na boca dela pra ela provar o próprio gosto... ela disse que nunca tinha feito aquilo, perguntei se tava gostando e num suspiro falou "tô amando". Vi que o corpo começou a tremer, os dedos na buceta estavam dando o primeiro orgasmo nela, então continuei até ela gozar com um grito abafado, senti a buceta apertando meus dedos... e ela, que continuava esfregando meu pau, levou uma porrada de leite nos peitos que não esperava. A gente fez uma piada sobre ter gozado rápido, mas já tava na confiança e eu falei que isso era só o começo... demos risada e ela disse que era bom eu cumprir. Fomos pra banheira de hidromassagem, brincando com as bolhas, eu pegava os peitos dela com as duas mãos, a gente se apalpava debaixo d'água, obviamente em dois minutos tava duro... sentei na borda e ela sozinha se agarrou no meu pau, disse que desde que casou não viu outro pau... fiquei mais duro ainda. Ela era meio sem jeito no começo, dava pra ver que não praticava muito, mas fui guiando e ela chupou como se fosse um picolé, inclusive as bolas.
Voltamos pra cama enorme, comecei a chupar a buceta dela com tudo, passava os dedos na bunda dela e dava pra ver que ela tava gostando, e de novo percebi que ela ia gozar, então mais língua, mais saliva e ela teve um orgasmo lindo na minha cara, a Noemi segurava a própria cabeça, eu felizão por ela estar gozando daquele jeito.Coloquei a camisinha (era uma condição que ela tinha falado no chat), e meio mole como fiquei depois do segundo orgasmo, coloquei ela de quatro, uma bunda linda, redondinha por causa de uns quilinhos a mais, bem branquinha... passei a língua de novo na buceta e no cuzinho dela e comecei a meter na buceta até gozar, segurando ela firme pela cintura, pegando nos peitos dela, ela toda entregue.
Enquanto a gente fumava um baseado, ela me contava que em casa já não aguentava mais, com o marido só transava um domingo por mês, de manhã porque os filhos ou filhas dormiam até tarde por saírem de balada. E sempre a mesma coisa, ela tinha que sentar em cima dele, de costas, e fazer ele gozar rápido, o cara nem se mexia. Ela disse que não tinha mais vontade de transar com o marido, nem queria tocar nele, fazia anos que não tinha orgasmos.Colocamos pornô na TV e começamos de novo, nos beijamos devagar, brincamos com nossas línguas e ela começou a descer me beijando o corpo, lambia o peito, sentia a língua descendo, e quando chegou na piroca, meteu ela de uma vez na boca, com muita baba, esfregava no rosto dela, de olhos fechados, devagar, cheirava, saboreava, dava pra ver que ela tava curtindo a situação. Pedi pra ela chupar entre as bolas e a bunda, a Noemi não sabia que a gente gostava disso, então acho que também foi a primeira bunda de homem que ela comeu. 😛
Ela sentou em cima de mim, cavalgou um tempo, devagar, rápido, mudando o ritmo, sentia como aquela buceta de coroa curtia minha piroca, apertava, relaxava, saía e voltava a entrar cada vez mais molhada... enquanto eu chupava os peitos dela, agarrava a bunda dela, passava um dedo no cú e a gente se dava uns beijos, até que dessa vez a gente conseguiu gozar junto, ela tremia o corpo todo quando chegava no orgasmo.
A hora mágica passou rápido, eu tinha que voltar a trabalhar, ela cuidar da casa e da família... saímos do hotel, e a Noemi desceu numa rua bem de bairro, a umas quadras do hotel, sem movimento. Ela tava com muito medo de alguém ver ela descendo de um carro numa avenida.Voltando ao começo, os meios de comunicação eram inexistentes. Ela tinha meu telefone, mas como ela não tinha um, tive que esperar ela me ligar. Logicamente, ela não queria me dar o telefone da casa dela. Naquela época de merda (pleno 2002), eu morava com meus pais, e lembro que uns dias depois eu tinha saído e o telefone ficou em casa (não era como hoje, que não concebemos viver sem o celular na mão). Quando voltei, meu pai disse que uma tal de Noemi ligou (sim, era bem normal que, se o telefone tocasse, alguém atendesse). Pelo visto, ela pensou que era eu quem tava atendendo e falou uma besteira pro meu pai, tipo "achou que eu não ia ligar, gostoso?"... acho que ela deve ter morrido de vergonha, e como não existia identificador de chamadas, nunca soube o número dela. E aí nossa história acabou. Entrei várias noites no chat e nunca mais encontrei ela.Volto a dizer, a Noemi era mais nova que a Karen Summer nas fotos, menos rugas, mas muito, muito parecida, e de corpo igual, com tudo de bom e de ruim nisso. Eu adorei, e hoje, sendo casado e 20 anos depois, Noemi, vou dedicar a melhor das minhas punhetas lembrando daquela tarde.
3 comentários - Meu Primeiro Caso com uma Casada Gostosa