Esclarecimento 1: essa história não é de minha autoria, foi escrita pelo adrianreload que não está mais aqui no P!, estou repostando porque também gostei muito na época.
**Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade**
Aquele cumprimento, com um sorriso debochado e provocador, só podia ser para uma pessoa… para a Mili… duvido que quisesse tirar o Guille do sério… eu, da minha posição, sem conseguir me mexer, não via quase nada, só o céu claro do amanhecer…
— Por que você fez isso?... perguntei.
— Ela merecia… — disse friamente.
Se fosse a Mili irritada que jogou coisas em mim, ela entraria daqui a pouco pra me expulsar a chutes do meu quarto e da minha vida, até poderia me castrar… mas também lembrei que a Mili fugiu quando tentei fazer as pazes com ela no dia anterior… era um mistério o que a Mili poderia fazer…
Enquanto eu me lamentava mentalmente, a Vane se levantou, meu pau já estava mole de pensar que a mulher que eu queria me viu com outra no meio do ato sexual, que eu apressei pra me livrar da Vane, mas a Mili podia entender que era porque eu também queria… e a Vane, tranquila, limpava a própria buceta sem maiores problemas.
Ela estava com a buceta e o cu satisfeitos, tinha conseguido o que queria e o resto não importava… eu ainda me debatia com as amarras e ela me olhava com pena, sabia que se me soltasse eu iria atrás da Mili ou a expulsaria aos empurrões da cabana pra ela explicar pra Mili.
Obviamente não me soltei, só consegui cobrir o rosto com uma camisa minha… vingança completa, pra eu não ver nada… depois só ouvi seus passos de saída e a porta fechada… essa bruxa perversa… praguejei. Aquela louca tinha ido longe demais.
Eu me achava esperto por ter bolado um plano pra enganá-la, mas ela bolou um plano maior… o meu foi um truque que fui obrigado a fazer pra anulá-la, me proteger e proteger a Mili… mas o da Vane era um jogo de vingança e revanche contra nós… incluindo o Guille… pobre diabo apaixonado…
Fiquei remoendo isso na cabeça, pensei em explicações ou jeitos de reconquistar a Mili… ficar amarrado daquele jeito era uma tortura que a Vane planejou bem… talvez tenha pensado nisso enquanto voltava pra casa com o Guille depois que ele… Eu desvirgo ela e traumatizo, bom, mais do que já estava…
Não sei se fiquei assim minutos ou horas, pareceu uma eternidade, minha cabeça era um delírio por causa da dor, exausto, às vezes cochilava pensando que era um pesadelo… mas o barulho da porta me trouxe de volta à realidade…
- O que aconteceu com você?...
Era a voz atônita e quase debochada do Guille, ao me encontrar pelado e amarrado… não quis responder, ele imediatamente tirou a camiseta dos meus olhos e cobriu minha virilha… depois começou a me desamarrar…
- Pensei que já tinha visto de tudo… mas vocês são extremistas pra essas coisas… brincou o Guille.
Claramente ele achava que a Mili tinha feito aquilo comigo. Não quis responder, até ele me soltar por completo. O pobre e ingênuo Guille não ousava pensar que fosse a Vane e eu também não queria quebrar o coração do meu amigo, primeiro precisava encontrar a Mili.
- Bom, você sabe, a gente às vezes experimenta… falei disfarçando minha vergonha.
Não é todo dia que seu amigo te encontra no quarto ao lado, amarrado na cama e pelado, com a vista tampada por uma camiseta, com seus genitais encharcados de fluidos seus e de uma filha da puta.
- Sabe onde a Vane está?... me perguntou o Guille, curioso.
- Ahhh… não sei… você não devia saber disso… respondi engolindo seco.
- Que estranho… acordei e ela não estava… ele disse.
- Com certeza foi tomar café da manhã… falei pra distrair ele.
Depois me desculpei, deixei ele e saí pra procurar a Mili na cabana dela. Não importava se o militar ia quebrar minha cabeça com a garrafa que a gente dividiu ontem. Bati na porta e fui recebido amigavelmente pela minha até então sogra… parecia que a Mili não tinha contado nada… perguntei por ela e a resposta me gelou o sangue…
- Ela saiu pra correr um tempo atrás… com aquela amiga dela… a Vane, acho… ela disse.
- Sabe por onde?... perguntei apressado.
- Acho que pela beira do rio… por onde vocês estiveram ontem…
Que porra essa bruxa estava tramando?… será que enganou a Mili também?… será que contou pra ela? versão das coisas no meio do caminho?... será que ela levaria aonde o Guille comeu ela ontem?... será que jogaria ela no rio pra afogar a Mili?... todas essas dúvidas me atacavam enquanto eu saía correndo pra achar as duas.
Saí apressado atrás de Vane e Mili, pelo menos tinha certeza que a Mili não confiava na Vane, que não acreditaria fácil nela... não depois que me apresentei pros pais dela como namorado dela, e que fiquei de boa com o velho dela até tarde... não acho que a Mili pense que sou tão hipócrita de conquistar a família dela pra perder tudo por causa da buceta da Vane...
Segui o caminho do dia anterior... bem antes da curva onde a Mili bateu com a árvore (e eu enfiei no cu dela), tinha outra curva e essa parecia dar acesso direto ao rio sem perigo. Parece que por ali, no dia anterior, a Vane e o Guille chegaram na margem.
Atravessei as árvores e cheguei na beira... lá longe vi a silhueta daquelas duas gostosas competindo, mas pareciam tranquilas, quanto tempo teria passado desde que a Vane contou? Será que a Mili já tinha assimilado?... Me aproximei rápido... notei como convenientemente a Vane fugia... maldita rabuda...
Quando cheguei perto, hesitei... vi a Mili olhando pro rio pensativa... Merda... não de novo... falei pra mim mesmo, tanto que lutei pra recuperar ela e agora tinha que lutar por ela de novo... antes era só um boato do Javier, agora ela tinha visto ao vivo da janela do meu quarto, era pior...
Embora pudesse argumentar que estava amarrado, da janela e com a luz fraca do sol, talvez a Mili nem tivesse notado... além disso, dava pra ver que apressei meus movimentos pra fazer a Vane gozar... mas mesmo assim... a Mili tinha aceitado sair com a Vane... pra ouvir a versão dela ou só por masoquismo...
A Mili estava de novo de roupa de banho, dessa vez de peça única (estilo baywatch), com certeza não queria mostrar os atributos naturais pra Vane não odiar ela mais. Do lado via a toalha e a roupa esportiva dela... e os rastros da bruxa da Vane.
De repente a Mili percebeu que tava sendo observada. e viro pra me olhar com medo:
- Como você me encontrou?... pergunto surpresa.
Depois ela se levantou, como eu não respondi, me olhou atônita como se eu fosse um fantasma e depois se aproximou… me preparei pro tapa e pras reclamações…
- O que houve, love?... você tá pálido… disse me abraçando.
Mas como?... ela não tava brava comigo… o que tinha acontecido?... ela não acreditou na Vane ou só esperava que o velho dela vingasse a honra dela… talvez a Vane tenha ido atrás do militar…
- O que você tava fazendo com a Vane?... perguntei afastando ela e olhando nos olhos dela.
- Ah… aquela doida veio na minha cabana me chamar pra correr, disse que ia me mostrar o rio…
- Mas vocês se odeiam… por que você aceitou?... perguntei estranhando.
- Sei lá… ela parecia arrependida… Ela tá saindo com o Guille… então não quis continuar a briga… ela explicou.
- Você tá bem, love?... perguntou me abraçando de novo.
A cadela… aquela não falou nada, talvez esperasse estar mais à vontade com a Mili no rio… por outro lado, se a Mili tava tranquila é porque não me viu de manhã na janela do meu quarto… quem a Vane tava cumprimentando com aquele sorriso de vingança?…
Com certeza não eram nem o Guille nem a Mili os que espionaram pela minha janela enquanto eu enfiava no cu da Vane… muito menos podiam ser os velhos da Mili senão teriam me esperado na cabana pra emboscar e me encher de porrada… talvez será que era o Javier de novo tirando fotos da gente?…
Ou simplesmente era que a Vane não viu ninguém pela janela… que me fez acreditar que tinha alguém ali, pra me deixar na dúvida de quem seria… ela tapou minha vista e me deixou amarrado pra eu me torturar sozinho pensando que era a Mili e tudo que ia rolar… essa foi a vingança cruel dela…
Essa bruxa tinha certeza que eu não contaria pro Guille porque ele era meu amigo e eu não queria machucar ele, que eu não contaria pra Mili que era minha namorada e já tinha duvidado de mim… ela tava fechando o cerco em volta de mim, me deixando sem aliados… brincando de gato e rato… o que mais ela tramaria?…
No começo de tudo isso, pensei que meu pior O inimigo era o Javier… não contava com a Vane maquiavélica…
— Você tá bem? — insistiu a Mili, me vendo paralisado.
— Mili, cê tá bem comigo? — perguntei de volta.
— Claro… eu te amo, você me ama… minha mãe te adora e meu pai te aceita… é tudo que sempre quis — disse ela, sorrindo apaixonada.
Merda… na teoria, tudo perfeito… exceto pela Vane… como eu ia contar sem estragar o momento?
— E você, o que que tem? — ela insistiu.
— É só… só que… tive… tive um pesadelo — expliquei, me desculpando.
— Coitadinho… ainda mais depois de tudo que bebeu com meu pai — disse ela, num tom de brincadeira carinhosa.
— Não quero te perder — falei, abraçando ela.
— Isso não vai acontecer… cê tá tremendo?
Eu me sentia febril… não sei se pelo estresse da situação que a Vane causou ou porque aquela bruxa me deixou pelado na cama, na madrugada fria…
— Vem… vamos voltar — disse ela, preocupada, se afastando pra pegar as coisas.
— Não, só me abraça um pouco — respondi, segurando o braço dela e puxando de volta.
Queria sentir o calor do corpo dela… o batimento do coração dela junto com o meu… guardar aquele momento em que ela era minha… longe de tudo e de todos… do Javier, dos pais dela, do Guille e da Vane…
Abracei ela pela cintura, me inclinei e ela entendeu, se ergueu um pouco em busca dos meus lábios… depois de uns beijos quentes e amorosos, o sangue ferveu de novo…
— Preciso de você agora — falei.
— Cê tá louco? É de dia… alguém pode aparecer e ver a gente… meus pais… — ela se desculpou.
— Vamos, agora — insisti.
— Talvez ao anoitecer, Dany… — ela resistia enquanto eu beijava ela.
Pra evitar mais negações… só me restava mirar no ponto fraco dela… um beijo no pescoço que desmontou ela parcialmente… tinha que reforçar minha estratégia, contra-atacar… minhas mãos desceram da cintura dela e começaram a acariciar a bunda dela enquanto eu continuava beijando e, de vez em quando, ia pro pescoço…
— Ai, meu Deus… cê é terrível… não dá pra segurar Comigo… ela dizia, cedendo.
Minhas mãos continuavam apertando suas nádegas gordas, ela que antes me abraçava me segurando, agora parecia depender de mim para ficar de pé, completamente entregue, suas pernas e seu espírito fraquejavam de excitação. Fui deitando ela na areia,
— Não, Danny… vão nos ver… ela dizia com o pouco de sanidade que lhe restava.
Mas eu não ia ceder, não queria montá-la selvagemente como em outras ocasiões, só queria fazer amor com ela. Sentir que era minha… antes que, de novo, o karma ou o destino disfarçado de Javier ou Vane me tirassem essa paz que agora tinha com a Mili.
— Amorrr… chegaa… aii… ela exclamava, satisfeita com os carinhos que eu dava.
Ela estava deitada na toalha, eu por cima, beijando seus lábios e descendo para o pescoço… ela, sem que eu pedisse, foi abrindo instintivamente as pernas, para que eu me posicionasse entre elas. Toda a pele dela se arrepiou, os mamilos endureceram marcando meu peito que prendia seus seios.
— Danny… o que você está fazendo comigo?... perguntou, Mili estava nas nuvens.
— Estou fazendo amor com você… respondi sem parar de beijá-la.
Essa resposta foi o último estímulo que ela precisou para se entregar sem condições, a filha do militar se rendeu a mim, o homem que a amava, que queria possuí-la com ternura e paixão, não só por sexo…
— Uhmmm… sou sua, amorrr… respondeu submissa.
Só precisei afrouxar e abaixar um pouco a bermuda, para liberar um pouco meu pau… ela não ia esperar que eu tirasse aquele biquíni conservador de uma peça que ela usava… só precisei afastar a borda inferior da roupa dela, liberando seu púbis, sua buceta molhada.
— Faz, amorrr… faz… ohhh… ela pedia, ansiosa.
Não precisei dizer mais nada, meu pau duro deslizou para dentro dela… só de recebê-lo, ela estremeceu. Era fantástico, a entrega dela, os beijos, sorrisos, olhos brilhantes… era, sem dúvida, diferente… estávamos fazendo amor…
— Ohhh… uhmmm… ahhh… ela gemia excitada no meu ouvido. Enquanto eu a penetrava devagar e com harmonia, curtindo a pele dela, o interior, o corpo... os peitos dela eram um incentivo, sentindo eles subindo e descendo com a respiração ofegante... se eu já me deliciava acariciando a bunda e o rosto dela, por que ia deixar de lado aqueles peitos redondos?
- Uhmmm... O que cê tá fazendo?... ohhh... Perguntava excitada, com certeza não queria que eu me distraísse.
Desci uma das alças do biquíni dela, pelos ombros, até liberar um dos peitos, fiquei acariciando enquanto ela se arrepiava... pegava ele com a mão inteira, depois meus dedos brincavam com o mamilo... até que aproveitei pra descer meus lábios e chupar aquele peito...
- Aiii... Meu Deus... nãooo... disse ela, indo pro céu.
Foi um orgasmo refrescante na beira do rio, o corpo dela tremeu de prazer, respirava sufocada e me abraçava com força, de vez em quando me dava beijos de agradecimento. Eu ainda não tinha gozado, com tudo que a Mili tinha me sugado ontem e umas horas atrás a louca da Vane, ia ser difícil pra mim chegar lá...
Também não tava nem aí se não tinha gozado, se não tinha gozado, total tinha feito a Mili feliz, ver a entrega e as reações dela era um espetáculo maravilhoso pra mim... me sentia satisfeito por esse lado... mas ela não pensava igual...
- Uuui... o que foi?... faltou muito?... perguntou ao perceber que eu não jorrei nada.
- Não... não importa... falei.
- Não, meu amor... não posso te deixar assim... disse ela, solícita e envergonhada.
A Mili queria satisfazer o homem dela, só que a buceta dela ainda tava muito sensível depois do orgasmo... mas, muito educadamente, me ofereceu o cu pra eu curtir e gozar também... como não amar aquela mulher que me dava tudo pra me agradar...
- Vem cá... sei que cê gosta de me comer por trás... disse ela, me afastando um pouco.
Bom, não era só eu que gostava de meter no cu dela, vendo aquela bunda gorda quicar e segurando a cintura fina... ela também adorava isso... no final, ela não fazia só por mim, a Mili também ganhava. quando eu a subjugasse…
— Você me quer assim?... de quatro?... — ela disse, se oferecendo ansiosa.
Enquanto Mili se ajoelhava, com os cotovelos na toalha, empinava a bunda, quase recuando pra me incentivar a enfiar meu pau no cu dela. Eu, ainda pasmo com a entrega dela, não reagia, só conseguia contemplar maravilhado aquele rabão no meio da natureza, com o rio de um lado e as árvores do outro.
— Vamoooos… o que você tá esperando?... — ela me apressava, rebolando a rabeta.
Não dava pra deixar ela esperando mais, também não queria abusar da sorte e alguém mais aparecer no rio. Meu pau ainda tava duro, meu clima carinhoso do primeiro encontro virou instinto carnal selvagem, aquela mulher despertava os dois sentimentos em mim… podia ser meu amor e minha putinha…
— Aii… que desesperado… aii… — ela reclamou.
Não era pra menos, com a pressa e os gritos dela, não dei tempo pra ela se ajeitar mais, simplesmente enfiei com força, pra ela saber quem mandava e não me apressar… ela já tinha gozado, agora era minha vez…
— Não… não tão forte… ohhh… — ela reclamava.
Enquanto eu, vidrado naquele rabão dela, nas nádegas redondas tremendo, queria apagar a imagem da Vane pulando no meu pau… porra… por que justo agora eu tinha que lembrar daquela safada?… e comecei a meter e tirar meu pau num ritmo implacável pra exorcizar a lembrança da Vane…
— Não… não… você tá me rasgando… ahhh… — ela quase gritava.
Eu nem percebia que tava castigando o cu dela sem dó, a Mili não tinha culpa das minhas confusões, do meu jeito de enganar o Guille com a Vane pra evitar a vingança dele, e de que essa última tinha se vingado de mim…
— Para… amor… paraaaa… — ela quase gritava.
— Desculpa… amor… — falei, voltando a mim.
Longe de estar brava como em outras vezes quando eu enfiava com tudo, dessa vez a Mili tava mais compreensiva… talvez pela confusão mental que ela percebeu que eu tava, talvez porque agora a gente era mesmo um casal… É verdade que, longe de me recriminar, ela, ainda de joelhos, se ergueu um pouco... pensei que meu banquete tinha acabado... mas ela ainda continuava com meu pau enfiado no cu dela, se remexendo com a ação.
Ela vira levemente... puxa meu pau como se fosse me dizer algo... eu, atordoado e meio envergonhado, não conseguia falar nada, só me deixava levar por ela... só que ela não disse nada, só me deu um beijo quente e gostoso que até fez eu soltar uma gotinha de porra no cu dela... depois se afastou e sorriu ao sentir aquele efeito, e disse:
- Deixa que eu faço...
Depois voltou à posição submissa de quatro, empinando aquela bunda deliciosa e ela mesma foi enfiando meu pau, harmoniosamente, fazendo as nádegas gordas quicarem contra minha virilha, pegando ritmo e acelerando cada vez mais, na medida da própria excitação crescente...
- Ahhh sim... que pau gostoso você tem... exclamou Mili, cheia de tesão.
Pela segunda vez em poucas horas, me senti um consolo ambulante, como se fosse uma árvore que uma puta ou gata usa pra se coçar... só que dessa vez era uma coceira anal... até aquele momento eu tinha me deliciado vendo aquelas nádegas rechonchudas quicarem, sentindo aquele atrito quente no meu pau... estava perto do clímax... mas queria que fosse do meu jeito...
- Aiii... isso, meu amor... assim... ohhh... comemorou Mili.
Eu a tinha pegado pela cintura de novo, assumindo o controle daquele rabão imenso... ela ficava excitada em se sentir controlada, submissa... virou pra mim com uma expressão satisfeita e cheia de tesão... mas eu não tinha dado permissão... na minha putaria, peguei ela pelo cabelo e comecei a montar nela, torcendo as costas dela...
- Ohhh... uhmmm... ufff... gritou Mili, despejando o segundo orgasmo.
Não consegui me segurar naquela posição, os gemidos da Mili e o jeito que ela se contorceu de prazer me fizeram perder a compostura e despejei toda a minha porra dessa vez no buraco certo... no cu da minha namorada, da Mili e seu corpo escultural...
- Asuu... ufff... gritei, quase envergonhado, porque não parava de gozar. meu gozo.
Caí exausto nas costas da Mili, que ofegante me aguentava, até que ela também não conseguiu mais e o peito dela encostou no chão… uns minutos depois, o barulho de uns galhos tirou nossa paz…
- Caralho… exclamei.
Podia ser qualquer um… a mãe dela sabia que a gente tava no rio, se a sogra sabia… sabia o sogrão… se o militar enfezado… tirei meu pau como pude, e a Mili virou de lado… no fim, a gente se cobriu de algum jeito, mas ficou todo enroscado na toalha na areia… até que finalmente consegui ver a cena toda e descobrir quem tinha nos interrompido…
- Pombas do caralho… suspirei aliviado.
- Kkkkk… sorriu a Mili… só não deixar elas nos bombardearem…
Talvez a gente tenha feito muito barulho no nosso ritual de trepar… tanto que assustou ou excitou uns passarinhos que saíram voando de entre os galhos… mas não dava pra relaxar, os pais dela podiam vir procurar ela, ou qualquer outro casal jovem igual a gente num passeio romântico… mesmo assim, a debandada daquelas pombas podia indicar que alguém tava por perto…
A gente se arrumou… pelo menos pra manter as aparências… depois daquela agitação toda e de ter dormido pouco por causa da Vane, eu tava morrendo de sono… mas também tava morrendo de fome, não tinha tomado café… o barulho no meu estômago alertou a Mili, que só tinha tomado um suco antes de sair pra correr…
Então a gente decidiu voltar pro restaurante pra comer alguma coisa… pelo menos nossa libido tava satisfeita… embora não completamente…
- Vou te confessar uma coisa… me disse a Mili, misteriosa, pegando as coisas dela.
- Que coisa?... perguntei desconfiado, pensando na Vane.
- Depois do que você fez comigo contra a árvore outro dia, enquanto os galhos me prendiam…
- Sim?... perguntei, achando que vinha reclamação.
- Fico pensando naquilo de você me amarrar igual à Vane… ela pediu, ansiosa.
- Ahhh… ok… kkkkk… falei, engolindo seco enquanto lembrava como a Vane me amarrou.
Depois, por um momento, tive a sensação de que alguém tava nos observando, tentando sem sucesso ficar escondido entre os árvores e arbustos... conhecia aquela silhueta... era feminina... mas não era qualquer mulher...
Não era a mãe da Mili, mas não... era aquela arpia... era a Vane, que parecia ter estado espiando enquanto eu arrebentava a buceta da Mili. Agora entendia por que os pássaros saíram voando daquela área... O que aquela maluca estaria tramando agora?...
Continua...
**Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade**
Aquele cumprimento, com um sorriso debochado e provocador, só podia ser para uma pessoa… para a Mili… duvido que quisesse tirar o Guille do sério… eu, da minha posição, sem conseguir me mexer, não via quase nada, só o céu claro do amanhecer…
— Por que você fez isso?... perguntei.
— Ela merecia… — disse friamente.
Se fosse a Mili irritada que jogou coisas em mim, ela entraria daqui a pouco pra me expulsar a chutes do meu quarto e da minha vida, até poderia me castrar… mas também lembrei que a Mili fugiu quando tentei fazer as pazes com ela no dia anterior… era um mistério o que a Mili poderia fazer…
Enquanto eu me lamentava mentalmente, a Vane se levantou, meu pau já estava mole de pensar que a mulher que eu queria me viu com outra no meio do ato sexual, que eu apressei pra me livrar da Vane, mas a Mili podia entender que era porque eu também queria… e a Vane, tranquila, limpava a própria buceta sem maiores problemas.
Ela estava com a buceta e o cu satisfeitos, tinha conseguido o que queria e o resto não importava… eu ainda me debatia com as amarras e ela me olhava com pena, sabia que se me soltasse eu iria atrás da Mili ou a expulsaria aos empurrões da cabana pra ela explicar pra Mili.
Obviamente não me soltei, só consegui cobrir o rosto com uma camisa minha… vingança completa, pra eu não ver nada… depois só ouvi seus passos de saída e a porta fechada… essa bruxa perversa… praguejei. Aquela louca tinha ido longe demais.
Eu me achava esperto por ter bolado um plano pra enganá-la, mas ela bolou um plano maior… o meu foi um truque que fui obrigado a fazer pra anulá-la, me proteger e proteger a Mili… mas o da Vane era um jogo de vingança e revanche contra nós… incluindo o Guille… pobre diabo apaixonado…
Fiquei remoendo isso na cabeça, pensei em explicações ou jeitos de reconquistar a Mili… ficar amarrado daquele jeito era uma tortura que a Vane planejou bem… talvez tenha pensado nisso enquanto voltava pra casa com o Guille depois que ele… Eu desvirgo ela e traumatizo, bom, mais do que já estava…
Não sei se fiquei assim minutos ou horas, pareceu uma eternidade, minha cabeça era um delírio por causa da dor, exausto, às vezes cochilava pensando que era um pesadelo… mas o barulho da porta me trouxe de volta à realidade…
- O que aconteceu com você?...
Era a voz atônita e quase debochada do Guille, ao me encontrar pelado e amarrado… não quis responder, ele imediatamente tirou a camiseta dos meus olhos e cobriu minha virilha… depois começou a me desamarrar…
- Pensei que já tinha visto de tudo… mas vocês são extremistas pra essas coisas… brincou o Guille.
Claramente ele achava que a Mili tinha feito aquilo comigo. Não quis responder, até ele me soltar por completo. O pobre e ingênuo Guille não ousava pensar que fosse a Vane e eu também não queria quebrar o coração do meu amigo, primeiro precisava encontrar a Mili.
- Bom, você sabe, a gente às vezes experimenta… falei disfarçando minha vergonha.
Não é todo dia que seu amigo te encontra no quarto ao lado, amarrado na cama e pelado, com a vista tampada por uma camiseta, com seus genitais encharcados de fluidos seus e de uma filha da puta.
- Sabe onde a Vane está?... me perguntou o Guille, curioso.
- Ahhh… não sei… você não devia saber disso… respondi engolindo seco.
- Que estranho… acordei e ela não estava… ele disse.
- Com certeza foi tomar café da manhã… falei pra distrair ele.
Depois me desculpei, deixei ele e saí pra procurar a Mili na cabana dela. Não importava se o militar ia quebrar minha cabeça com a garrafa que a gente dividiu ontem. Bati na porta e fui recebido amigavelmente pela minha até então sogra… parecia que a Mili não tinha contado nada… perguntei por ela e a resposta me gelou o sangue…
- Ela saiu pra correr um tempo atrás… com aquela amiga dela… a Vane, acho… ela disse.
- Sabe por onde?... perguntei apressado.
- Acho que pela beira do rio… por onde vocês estiveram ontem…
Que porra essa bruxa estava tramando?… será que enganou a Mili também?… será que contou pra ela? versão das coisas no meio do caminho?... será que ela levaria aonde o Guille comeu ela ontem?... será que jogaria ela no rio pra afogar a Mili?... todas essas dúvidas me atacavam enquanto eu saía correndo pra achar as duas.
Saí apressado atrás de Vane e Mili, pelo menos tinha certeza que a Mili não confiava na Vane, que não acreditaria fácil nela... não depois que me apresentei pros pais dela como namorado dela, e que fiquei de boa com o velho dela até tarde... não acho que a Mili pense que sou tão hipócrita de conquistar a família dela pra perder tudo por causa da buceta da Vane...
Segui o caminho do dia anterior... bem antes da curva onde a Mili bateu com a árvore (e eu enfiei no cu dela), tinha outra curva e essa parecia dar acesso direto ao rio sem perigo. Parece que por ali, no dia anterior, a Vane e o Guille chegaram na margem.
Atravessei as árvores e cheguei na beira... lá longe vi a silhueta daquelas duas gostosas competindo, mas pareciam tranquilas, quanto tempo teria passado desde que a Vane contou? Será que a Mili já tinha assimilado?... Me aproximei rápido... notei como convenientemente a Vane fugia... maldita rabuda...
Quando cheguei perto, hesitei... vi a Mili olhando pro rio pensativa... Merda... não de novo... falei pra mim mesmo, tanto que lutei pra recuperar ela e agora tinha que lutar por ela de novo... antes era só um boato do Javier, agora ela tinha visto ao vivo da janela do meu quarto, era pior...
Embora pudesse argumentar que estava amarrado, da janela e com a luz fraca do sol, talvez a Mili nem tivesse notado... além disso, dava pra ver que apressei meus movimentos pra fazer a Vane gozar... mas mesmo assim... a Mili tinha aceitado sair com a Vane... pra ouvir a versão dela ou só por masoquismo...
A Mili estava de novo de roupa de banho, dessa vez de peça única (estilo baywatch), com certeza não queria mostrar os atributos naturais pra Vane não odiar ela mais. Do lado via a toalha e a roupa esportiva dela... e os rastros da bruxa da Vane.
De repente a Mili percebeu que tava sendo observada. e viro pra me olhar com medo:
- Como você me encontrou?... pergunto surpresa.
Depois ela se levantou, como eu não respondi, me olhou atônita como se eu fosse um fantasma e depois se aproximou… me preparei pro tapa e pras reclamações…
- O que houve, love?... você tá pálido… disse me abraçando.
Mas como?... ela não tava brava comigo… o que tinha acontecido?... ela não acreditou na Vane ou só esperava que o velho dela vingasse a honra dela… talvez a Vane tenha ido atrás do militar…
- O que você tava fazendo com a Vane?... perguntei afastando ela e olhando nos olhos dela.
- Ah… aquela doida veio na minha cabana me chamar pra correr, disse que ia me mostrar o rio…
- Mas vocês se odeiam… por que você aceitou?... perguntei estranhando.
- Sei lá… ela parecia arrependida… Ela tá saindo com o Guille… então não quis continuar a briga… ela explicou.
- Você tá bem, love?... perguntou me abraçando de novo.
A cadela… aquela não falou nada, talvez esperasse estar mais à vontade com a Mili no rio… por outro lado, se a Mili tava tranquila é porque não me viu de manhã na janela do meu quarto… quem a Vane tava cumprimentando com aquele sorriso de vingança?…
Com certeza não eram nem o Guille nem a Mili os que espionaram pela minha janela enquanto eu enfiava no cu da Vane… muito menos podiam ser os velhos da Mili senão teriam me esperado na cabana pra emboscar e me encher de porrada… talvez será que era o Javier de novo tirando fotos da gente?…
Ou simplesmente era que a Vane não viu ninguém pela janela… que me fez acreditar que tinha alguém ali, pra me deixar na dúvida de quem seria… ela tapou minha vista e me deixou amarrado pra eu me torturar sozinho pensando que era a Mili e tudo que ia rolar… essa foi a vingança cruel dela…
Essa bruxa tinha certeza que eu não contaria pro Guille porque ele era meu amigo e eu não queria machucar ele, que eu não contaria pra Mili que era minha namorada e já tinha duvidado de mim… ela tava fechando o cerco em volta de mim, me deixando sem aliados… brincando de gato e rato… o que mais ela tramaria?…
No começo de tudo isso, pensei que meu pior O inimigo era o Javier… não contava com a Vane maquiavélica…
— Você tá bem? — insistiu a Mili, me vendo paralisado.
— Mili, cê tá bem comigo? — perguntei de volta.
— Claro… eu te amo, você me ama… minha mãe te adora e meu pai te aceita… é tudo que sempre quis — disse ela, sorrindo apaixonada.
Merda… na teoria, tudo perfeito… exceto pela Vane… como eu ia contar sem estragar o momento?
— E você, o que que tem? — ela insistiu.
— É só… só que… tive… tive um pesadelo — expliquei, me desculpando.
— Coitadinho… ainda mais depois de tudo que bebeu com meu pai — disse ela, num tom de brincadeira carinhosa.
— Não quero te perder — falei, abraçando ela.
— Isso não vai acontecer… cê tá tremendo?
Eu me sentia febril… não sei se pelo estresse da situação que a Vane causou ou porque aquela bruxa me deixou pelado na cama, na madrugada fria…
— Vem… vamos voltar — disse ela, preocupada, se afastando pra pegar as coisas.
— Não, só me abraça um pouco — respondi, segurando o braço dela e puxando de volta.
Queria sentir o calor do corpo dela… o batimento do coração dela junto com o meu… guardar aquele momento em que ela era minha… longe de tudo e de todos… do Javier, dos pais dela, do Guille e da Vane…
Abracei ela pela cintura, me inclinei e ela entendeu, se ergueu um pouco em busca dos meus lábios… depois de uns beijos quentes e amorosos, o sangue ferveu de novo…
— Preciso de você agora — falei.
— Cê tá louco? É de dia… alguém pode aparecer e ver a gente… meus pais… — ela se desculpou.
— Vamos, agora — insisti.
— Talvez ao anoitecer, Dany… — ela resistia enquanto eu beijava ela.
Pra evitar mais negações… só me restava mirar no ponto fraco dela… um beijo no pescoço que desmontou ela parcialmente… tinha que reforçar minha estratégia, contra-atacar… minhas mãos desceram da cintura dela e começaram a acariciar a bunda dela enquanto eu continuava beijando e, de vez em quando, ia pro pescoço…
— Ai, meu Deus… cê é terrível… não dá pra segurar Comigo… ela dizia, cedendo.
Minhas mãos continuavam apertando suas nádegas gordas, ela que antes me abraçava me segurando, agora parecia depender de mim para ficar de pé, completamente entregue, suas pernas e seu espírito fraquejavam de excitação. Fui deitando ela na areia,
— Não, Danny… vão nos ver… ela dizia com o pouco de sanidade que lhe restava.
Mas eu não ia ceder, não queria montá-la selvagemente como em outras ocasiões, só queria fazer amor com ela. Sentir que era minha… antes que, de novo, o karma ou o destino disfarçado de Javier ou Vane me tirassem essa paz que agora tinha com a Mili.
— Amorrr… chegaa… aii… ela exclamava, satisfeita com os carinhos que eu dava.
Ela estava deitada na toalha, eu por cima, beijando seus lábios e descendo para o pescoço… ela, sem que eu pedisse, foi abrindo instintivamente as pernas, para que eu me posicionasse entre elas. Toda a pele dela se arrepiou, os mamilos endureceram marcando meu peito que prendia seus seios.
— Danny… o que você está fazendo comigo?... perguntou, Mili estava nas nuvens.
— Estou fazendo amor com você… respondi sem parar de beijá-la.
Essa resposta foi o último estímulo que ela precisou para se entregar sem condições, a filha do militar se rendeu a mim, o homem que a amava, que queria possuí-la com ternura e paixão, não só por sexo…
— Uhmmm… sou sua, amorrr… respondeu submissa.
Só precisei afrouxar e abaixar um pouco a bermuda, para liberar um pouco meu pau… ela não ia esperar que eu tirasse aquele biquíni conservador de uma peça que ela usava… só precisei afastar a borda inferior da roupa dela, liberando seu púbis, sua buceta molhada.
— Faz, amorrr… faz… ohhh… ela pedia, ansiosa.
Não precisei dizer mais nada, meu pau duro deslizou para dentro dela… só de recebê-lo, ela estremeceu. Era fantástico, a entrega dela, os beijos, sorrisos, olhos brilhantes… era, sem dúvida, diferente… estávamos fazendo amor…
— Ohhh… uhmmm… ahhh… ela gemia excitada no meu ouvido. Enquanto eu a penetrava devagar e com harmonia, curtindo a pele dela, o interior, o corpo... os peitos dela eram um incentivo, sentindo eles subindo e descendo com a respiração ofegante... se eu já me deliciava acariciando a bunda e o rosto dela, por que ia deixar de lado aqueles peitos redondos?
- Uhmmm... O que cê tá fazendo?... ohhh... Perguntava excitada, com certeza não queria que eu me distraísse.
Desci uma das alças do biquíni dela, pelos ombros, até liberar um dos peitos, fiquei acariciando enquanto ela se arrepiava... pegava ele com a mão inteira, depois meus dedos brincavam com o mamilo... até que aproveitei pra descer meus lábios e chupar aquele peito...
- Aiii... Meu Deus... nãooo... disse ela, indo pro céu.
Foi um orgasmo refrescante na beira do rio, o corpo dela tremeu de prazer, respirava sufocada e me abraçava com força, de vez em quando me dava beijos de agradecimento. Eu ainda não tinha gozado, com tudo que a Mili tinha me sugado ontem e umas horas atrás a louca da Vane, ia ser difícil pra mim chegar lá...
Também não tava nem aí se não tinha gozado, se não tinha gozado, total tinha feito a Mili feliz, ver a entrega e as reações dela era um espetáculo maravilhoso pra mim... me sentia satisfeito por esse lado... mas ela não pensava igual...
- Uuui... o que foi?... faltou muito?... perguntou ao perceber que eu não jorrei nada.
- Não... não importa... falei.
- Não, meu amor... não posso te deixar assim... disse ela, solícita e envergonhada.
A Mili queria satisfazer o homem dela, só que a buceta dela ainda tava muito sensível depois do orgasmo... mas, muito educadamente, me ofereceu o cu pra eu curtir e gozar também... como não amar aquela mulher que me dava tudo pra me agradar...
- Vem cá... sei que cê gosta de me comer por trás... disse ela, me afastando um pouco.
Bom, não era só eu que gostava de meter no cu dela, vendo aquela bunda gorda quicar e segurando a cintura fina... ela também adorava isso... no final, ela não fazia só por mim, a Mili também ganhava. quando eu a subjugasse…
— Você me quer assim?... de quatro?... — ela disse, se oferecendo ansiosa.
Enquanto Mili se ajoelhava, com os cotovelos na toalha, empinava a bunda, quase recuando pra me incentivar a enfiar meu pau no cu dela. Eu, ainda pasmo com a entrega dela, não reagia, só conseguia contemplar maravilhado aquele rabão no meio da natureza, com o rio de um lado e as árvores do outro.
— Vamoooos… o que você tá esperando?... — ela me apressava, rebolando a rabeta.
Não dava pra deixar ela esperando mais, também não queria abusar da sorte e alguém mais aparecer no rio. Meu pau ainda tava duro, meu clima carinhoso do primeiro encontro virou instinto carnal selvagem, aquela mulher despertava os dois sentimentos em mim… podia ser meu amor e minha putinha…
— Aii… que desesperado… aii… — ela reclamou.
Não era pra menos, com a pressa e os gritos dela, não dei tempo pra ela se ajeitar mais, simplesmente enfiei com força, pra ela saber quem mandava e não me apressar… ela já tinha gozado, agora era minha vez…
— Não… não tão forte… ohhh… — ela reclamava.
Enquanto eu, vidrado naquele rabão dela, nas nádegas redondas tremendo, queria apagar a imagem da Vane pulando no meu pau… porra… por que justo agora eu tinha que lembrar daquela safada?… e comecei a meter e tirar meu pau num ritmo implacável pra exorcizar a lembrança da Vane…
— Não… não… você tá me rasgando… ahhh… — ela quase gritava.
Eu nem percebia que tava castigando o cu dela sem dó, a Mili não tinha culpa das minhas confusões, do meu jeito de enganar o Guille com a Vane pra evitar a vingança dele, e de que essa última tinha se vingado de mim…
— Para… amor… paraaaa… — ela quase gritava.
— Desculpa… amor… — falei, voltando a mim.
Longe de estar brava como em outras vezes quando eu enfiava com tudo, dessa vez a Mili tava mais compreensiva… talvez pela confusão mental que ela percebeu que eu tava, talvez porque agora a gente era mesmo um casal… É verdade que, longe de me recriminar, ela, ainda de joelhos, se ergueu um pouco... pensei que meu banquete tinha acabado... mas ela ainda continuava com meu pau enfiado no cu dela, se remexendo com a ação.
Ela vira levemente... puxa meu pau como se fosse me dizer algo... eu, atordoado e meio envergonhado, não conseguia falar nada, só me deixava levar por ela... só que ela não disse nada, só me deu um beijo quente e gostoso que até fez eu soltar uma gotinha de porra no cu dela... depois se afastou e sorriu ao sentir aquele efeito, e disse:
- Deixa que eu faço...
Depois voltou à posição submissa de quatro, empinando aquela bunda deliciosa e ela mesma foi enfiando meu pau, harmoniosamente, fazendo as nádegas gordas quicarem contra minha virilha, pegando ritmo e acelerando cada vez mais, na medida da própria excitação crescente...
- Ahhh sim... que pau gostoso você tem... exclamou Mili, cheia de tesão.
Pela segunda vez em poucas horas, me senti um consolo ambulante, como se fosse uma árvore que uma puta ou gata usa pra se coçar... só que dessa vez era uma coceira anal... até aquele momento eu tinha me deliciado vendo aquelas nádegas rechonchudas quicarem, sentindo aquele atrito quente no meu pau... estava perto do clímax... mas queria que fosse do meu jeito...
- Aiii... isso, meu amor... assim... ohhh... comemorou Mili.
Eu a tinha pegado pela cintura de novo, assumindo o controle daquele rabão imenso... ela ficava excitada em se sentir controlada, submissa... virou pra mim com uma expressão satisfeita e cheia de tesão... mas eu não tinha dado permissão... na minha putaria, peguei ela pelo cabelo e comecei a montar nela, torcendo as costas dela...
- Ohhh... uhmmm... ufff... gritou Mili, despejando o segundo orgasmo.
Não consegui me segurar naquela posição, os gemidos da Mili e o jeito que ela se contorceu de prazer me fizeram perder a compostura e despejei toda a minha porra dessa vez no buraco certo... no cu da minha namorada, da Mili e seu corpo escultural...
- Asuu... ufff... gritei, quase envergonhado, porque não parava de gozar. meu gozo.
Caí exausto nas costas da Mili, que ofegante me aguentava, até que ela também não conseguiu mais e o peito dela encostou no chão… uns minutos depois, o barulho de uns galhos tirou nossa paz…
- Caralho… exclamei.
Podia ser qualquer um… a mãe dela sabia que a gente tava no rio, se a sogra sabia… sabia o sogrão… se o militar enfezado… tirei meu pau como pude, e a Mili virou de lado… no fim, a gente se cobriu de algum jeito, mas ficou todo enroscado na toalha na areia… até que finalmente consegui ver a cena toda e descobrir quem tinha nos interrompido…
- Pombas do caralho… suspirei aliviado.
- Kkkkk… sorriu a Mili… só não deixar elas nos bombardearem…
Talvez a gente tenha feito muito barulho no nosso ritual de trepar… tanto que assustou ou excitou uns passarinhos que saíram voando de entre os galhos… mas não dava pra relaxar, os pais dela podiam vir procurar ela, ou qualquer outro casal jovem igual a gente num passeio romântico… mesmo assim, a debandada daquelas pombas podia indicar que alguém tava por perto…
A gente se arrumou… pelo menos pra manter as aparências… depois daquela agitação toda e de ter dormido pouco por causa da Vane, eu tava morrendo de sono… mas também tava morrendo de fome, não tinha tomado café… o barulho no meu estômago alertou a Mili, que só tinha tomado um suco antes de sair pra correr…
Então a gente decidiu voltar pro restaurante pra comer alguma coisa… pelo menos nossa libido tava satisfeita… embora não completamente…
- Vou te confessar uma coisa… me disse a Mili, misteriosa, pegando as coisas dela.
- Que coisa?... perguntei desconfiado, pensando na Vane.
- Depois do que você fez comigo contra a árvore outro dia, enquanto os galhos me prendiam…
- Sim?... perguntei, achando que vinha reclamação.
- Fico pensando naquilo de você me amarrar igual à Vane… ela pediu, ansiosa.
- Ahhh… ok… kkkkk… falei, engolindo seco enquanto lembrava como a Vane me amarrou.
Depois, por um momento, tive a sensação de que alguém tava nos observando, tentando sem sucesso ficar escondido entre os árvores e arbustos... conhecia aquela silhueta... era feminina... mas não era qualquer mulher...
Não era a mãe da Mili, mas não... era aquela arpia... era a Vane, que parecia ter estado espiando enquanto eu arrebentava a buceta da Mili. Agora entendia por que os pássaros saíram voando daquela área... O que aquela maluca estaria tramando agora?...
Continua...
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