Comendo minha sogra 21 (parte 1)

Bom, galera, continuando com a história que tenho aqui, onde já nem sei mais se as coisas se embaralham sozinhas ou se me embaralham. Mas enfim, não acabam dando errado, como contei no último relato. De manhã, passei a mão na minha sogra, ela ficou com muito tesão, mas parou por ali, não continuamos fazendo nada naquela mesma manhã. Minha parceira saiu pra fazer compras sozinha porque tinha encontro com umas amigas. Então, ficamos eu e minha sogra sozinhos em casa. Acho que minha parceira sabia perfeitamente que íamos aproveitar o tempo pra foder. Quando ficamos sozinhos, minha sogra começou a se insinuar. Comecei a perceber o quão puta minha sogra pode ser, uma mulher que nunca levou porrada direito e agora realmente curte quando é comida. Bom, ela passou a manhã toda fazendo coisas, mas vestiu roupas bem curtas e sexy. Eu sabia que ela fazia isso pra me deixar com tesão, e estava conseguindo. Adorava vê-la fazendo as coisas, tudo marcando, dava pra ver que não tava de sutiã porque, mesmo sendo mais velha, ainda tem os peitos bem firmes. De vez em quando, ela me dizia coisas tipo: - Tá gostando do que vê, genro? - Vê alguma coisa que quer comer???? Eu respondia que ela tava brincando com fogo, que tava me deixando doido. Numa dessas vezes que me provocou, ela se abaixou pra limpar a mesa da sala, que fica bem na frente do sofá onde eu tava. Agachada, com a bunda toda empinada e as nádegas saindo do shortinho que ela usava, não pensei duas vezes e agarrei a bunda dela com as duas mãos. Ela ficou agachada e aproveitei pra puxar o short e a calcinha de lado e comecei a lamber o cuzinho apertado dela. Com uma das mãos, comecei a masturbá-la, esfregando o clitóris e enfiando meus dedos dentro da buceta dela. Adoro pra caralho lamber minha sogra: o cu, a buceta, os peitos. Agarrar aquela bunda enorme que ela tem e morder as nádegas enquanto enfio os dedos na buceta dela. Fiquei um tempão assim até que ela disse que ia gozar, e aí comecei a empurrar a buceta dela com mais força. minha mão enquanto continuava lambendo o cu dela, toda minha saliva escorria e encharcava a bucetinha já molhada dela..... Ela gozou na minha mão e eu senti o cu dela tremer cada vez que minha língua passava por lá... Aí ela se ajoelhou na minha frente, pegou um elástico de cabelo que tinha no pulso e fez um coque, e aí eu já soube que a coisa ia ficar séria. Ela começou a chupar meu pau e enfiava tudo na garganta. Subia e descia com uma sincronia perfeita e molhava meu pau todo com a saliva dela. Perdemos a noção do tempo e, sinceramente, estávamos tão absortos que nem percebemos que a filha dela já tinha chegado e estava bem na porta de casa. Ela abriu a porta e nos encontrou ali, com a mãe dela enfiada entre minhas pernas chupando meu pau até as bolas. Aí minha sogra percebeu e deu um pulo enorme, levantando num segundo. Fiquei olhando pra minha parceira com o pau pra fora e duro, olhei pra minha sogra e ela tinha cara de querer sumir. Olhei ela de cima a baixo e vi que a calcinha apertada e justa dela estava encharcada na região da buceta. Aí, de repente, minha sogra foi pro quarto dela e eu fiquei sozinho na sala, ainda com o pau pra fora. Olhei pra minha parceira. - Amor, isso tinha que acontecer mais cedo ou mais tarde. Uma hora você ia ver uma coisa dessas. - Já... Mas não tava preparada pra ver minha mãe chupando o pau do meu parceiro. Sei que a gente conversou e que eu concordei, porque era uma situação sexual muito tensa. Mas não esperava me deparar com isso. - Bom, e agora??? Vou ficar assim? - Não sonha que eu vou terminar o que minha mãe começou. Ela falou isso e foi pro quarto, dizendo que precisava processar. Bom, aí fiquei com o pau duro e sem saber o que fazer. Fiquei pensando, me levantei e fui pro quarto da minha sogra. Entrei e ela estava lá sentada, com cara de vergonha. Ela me olhou e disse: - Minha filha acabou de me ver chupando o pau do parceiro dela.... O que pode ser mais vergonhoso? Eu disse que Espera um momento, eu ia falar com a filha dela. Entrei no meu quarto e minha parceira estava sentada na cama. Sentei ao lado dela e falei: — Olha, não vamos fazer um drama disso. É só sexo, sua mãe e eu transamos e isso já estava conversado. — É muito estranho, eu vi vocês e alguma coisa mexeu comigo de repente. — Vamos ver, você concorda que sua mãe e eu transemos, achar estranho é normal, ainda mais pegando a cena de surpresa. Mas sua mãe está envergonhada e não sabe o que fazer, e ainda por cima eu fiquei no meio do caminho. Vou falar com sua mãe. Fui até o quarto da minha sogra e quando entrei, ela ainda estava sentada na cama sem saber o que fazer. Sentei ao lado dela. CONTINUA NA PARTE 2

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