Desde que cheguei do interior, minha tia tinha me comido várias vezes com um cinto de borracha, mas agora eu sentia um pau de verdade e curtia ele junto com minha tia. Quando cheguei na casa da minha tia pra estudar na universidade, um mundo novo se abria na minha frente. Não só pela chance de estudar, mas também de explorar minha sexualidade, que ficou tão reprimida durante minha adolescência. Pra trás ficava aquele interior conservador e na minha frente novas portas do prazer podiam se abrir. Além disso, eu ia morar com minha tia Liliana, que, sem eu conhecer muito, sabia que era uma mulher liberal que tinha fugido daquele interior quando jovem pra curtir a vida longe da família. Liliana ia me abrigar por uns meses até eu arrumar um emprego; ela não queria que o passado dela voltasse. Ela achava que eu podia ser tão conservador quanto minha família, mas rapidinho percebeu que não era bem assim. Não só pelas conversas que a gente tinha, mas porque, depois de alguns dias instalado na casa dela e conhecendo a cidade, ela descobriu entre minhas roupas um vibrador que eu tinha trazido comigo. Era meu alívio pra tanto desejo reprimido, e fazia um ano que eu curtia ele na intimidade do meu quarto. Sempre mantinha ele bem escondido, mas na noite anterior tinha usado e esqueci de guardar. Eu também gostava de mulheres, mas morria de vontade de experimentar um pau de verdade. Pra ser sincero, também uma buceta, porque só tinha transado uma vez com uma amiga do interior e nem consegui aproveitar direito. Minha tia era uma mulher linda. Aos 44 anos, se mantinha muito bem. Era morena, grandona. Media 1,75, quadris largos com uma bunda grande, igual às pernas, e uns peitos médios muito bonitos. Tinha uma cabeleira longa e escura com cachos, uma boca grande com lábios grossos e um sorriso lindo. Eu meço 1,70 e meu corpo é normal. Sou magro, pele branca, cabelo castanho, tenho um rosto bonito e pernas e bunda gostosas. Tenho um pau bom, sem ser exagerado. Mede 18 cm com uma boa grossura e, desde um ano atrás, Eu mantenho meu corpo depilado. Voltando, naquele dia, quando voltei de caminhar, minha tia me cumprimentou mais animada que o normal. Depois sentamos pra tomar um chá e perguntei o motivo daquela alegria.
Liliana: é que encontrei uma coisa que me deixou muito feliz
Eu: que coisa, tia?
L: encontrei uma coisa entre suas roupas.
Minha cara mudou na hora
L: não, não, não fica mal. Adorei ter encontrado aquele brinquedo. Tinha medo que você fosse igual ao resto da nossa família, mas agora vejo que posso confiar em você.
Eu: desculpa, tia, mas isso é algo íntimo. Você não devia ter mexido nas minhas coisas.
L: desculpa, eu ia colocar roupa pra lavar e encontrei o brinquedo sem querer. Mas isso não vem ao caso. Pode confiar em mim. Além do brinquedo, já experimentou uma de verdade?
Aquilo já era demais, me sentia invadido pela minha tia, mas por outro lado era bom que fosse assim, nunca tinha falado com ninguém sobre meus desejos.
Eu: não, tia, na cidade isso teria sido impossível. Mas também não sei se teria coragem de ficar com um homem. Embora às vezes eu imagine
L: e com mulheres você já ficou?
Eu: só com uma garota
L: e você gosta também?
Eu: sim, embora não tenha muita sorte, pra ser sincero.
L: tudo é difícil naquele lugar. Eu prometi a mim mesma nunca mais voltar.
Eu: e você, tia? Desculpa perguntar, mas nunca teve um parceiro?
L: já tive alguns. Quero confessar que também sou bissexual, embora prefira mais os homens. Atualmente tenho um amante, mas não posso vê-lo com frequência. É nosso vizinho, mas é casado (e deu uma gargalhada)
Eu também ri e passamos a tarde toda conversando. Pela primeira vez me senti livre e aliviado. Pela primeira vez senti que podia ser eu mesmo em cumplicidade com minha tia, que desde aquele dia comecei a ver de outro jeito. Aquela cumplicidade e intimidade me davam um certo tesão, comecei a admirar suas curvas e agora que tínhamos mais confiança, ela andava pela casa mais solta na roupa.
Uma noite eu estava me divertindo com meu brinquedo enquanto me masturbava e minha tia bateu na minha porta. Me cobri e dei permissão pra ela entrar. L: me desculpa, Fede, não sei como te pedir isso, tô meio sem graça. Eu: fala, tia, já temos intimidade. Ela entrou no meu quarto e sentou na beirada da minha cama. L: bom, é que faz vários dias que meu amante não me visita e eu tava pensando se você podia me emprestar seu brinquedo. Nunca usei um... A primeira coisa que senti foi surpresa, mas depois achei graça. Eu: era só isso? Claro que empresto. Mas é que agora eu tava usando... Nós dois rimos e depois ficamos sérios, nos olhando nos olhos. Era a primeira vez que minha tia me olhava daquele jeito. L: talvez pareça estranho e eu entendo se você disser não... mas me veio uma ideia... Eu: fala, tia, o que que você tem que hoje tá tão indecisa? L: nada, é uma bobagem. Eu: mas fala, agora me deixou curioso. L: você ia achar ruim se a gente pudesse compartilhar o brinquedo? Eu: mas já te falei que sim... L: tô falando outra coisa. De compartilhar agora, aqui. Me dá um certo tesão poder observar. Eu: acho que vou me sentir meio desconfortável, mas a gente podia tentar. Talvez a gente goste. L: quer começar você? Eu puxei os lençóis e fiquei pelado na frente da minha tia. O brinquedo tava do lado do meu corpo. Minha pica tava mole. Eu: vou demorar um pouco pra retomar. L: deixa eu te ajudar um pouco. Ela terminou de falar isso e aproximou a mão da minha pica pra acariciar. Eu reagi na hora e ela começou a crescer na mão dela. Ficou dura enquanto eu comecei a massagear meu cu, a enfiar uns dedos com cuspe pra dilatar. A situação e a punheta da minha tia me deixavam muito excitado. Ela respirava ofegante, parecia que também tava ficando com tesão. Eu direcionei o consolo pro meu rabo e aos poucos comecei a enfiar. Ele tem um tamanho parecido com uma pica. É um pouco mais grosso e uns centímetros mais comprido. L: hmm... você tem uma pica bonita. E tudo isso entra no seu rabo? As perguntas dela me excitavam mais enquanto eu ia enfiando o brinquedo. L: assim não consigo ver nada, por que você não fica de bruços? Eu: é quanto vai me custar enfiar isso? L: posso te ajudar
Sem dizer nada, me virei sem tirar o consolo, deixando minha tia ver minha bunda sendo penetrada por aquele brinquedo. L: posso? Perguntou minha tia enquanto pegava o pau de borracha nas mãos e começava a enfiar e tirar da minha bunda. Ela fazia com cuidado e aos poucos foi acelerando a punheta anal. Eu gemia de prazer e ela respirava cada vez mais ofegante. Enquanto com uma mão enfiava aquele brinquedo, com a outra ela se tocava por cima do shortinho que usava pra dormir. L: me deixa um pouco... Eu: sim, tia... faz o que quiser
Ela tirou o consolo da minha bunda enquanto dizia "mmm... ficou bem aberta, sobrinho". Depois se levantou, tirou o short, deixando a buceta dela nua e raspada na minha frente. Levou o consolo até a vagina e enfiou sem dificuldade, soltando vários gemidos. Ela enfiava em pé. Fechava os olhos e acelerava a punheta. Dava pra ver que tava muito excitada. Eu: mas eu também não te vejo assim... L: mmm e se eu ficar assim, você me vê? Ela perguntou enquanto se ajoelhava de quatro no chão do quarto, me deixando ver a rabeta dela e a buceta sendo penetrada pelo meu brinquedo. Não demorou muito pra gozar com gemidos fortes. A abstinência e a situação tinham deixado ela a mil. L: agora é sua vez... fica de quatro
Obedeci, fiquei de quatro na cama, empinando minha bundinha. Ela enfiou o brinquedo de novo, que entrou fácil. L: como você tem a bundinha acostumada. E ainda é depiladinha igual os putinhos. Essas palavras me excitavam ainda mais. Eu curtia pra caralho a punheta anal da minha tia, mexia meus quadris acompanhando o vai e vem do brinquedo. L: quer gozar? Eu: adoraria
Ela tirou o brinquedo, me virei de barriga pra cima e minha tia enfiou o consolo de novo, comigo de pernas bem abertas. Pensei que ela fosse me masturbar de novo, mas ela meteu direto meu pau na boca dela. Sentir o calor da boca dela foi demais. Passava a língua, enfiava quase tudo pra dentro. Não aguentei muito tempo assim. Avisei que ia gozar e ela continuou chupando, então segundos depois comecei a jorrar leite dentro da buceta dela. Minha tia engoliu toda a minha porra e o que escapou, ela recolheu com a língua. L: mmm...que delícia de cum, bebê. Agora me devolve o favor. Dizendo isso, ela se deitou na cama, abrindo as pernas, me convidando pra fazer oral nela. A verdade é que eu não tinha experiência nenhuma, mas tentei. Ela foi me guiando, mostrando onde eu tinha que passar a língua. Entre meus massageios orais no clitóris dela e meu brinquedo dentro da pussy, Liliana teve o segundo orgasmo. Depois daquela noite, tudo mudou. Ainda mais. Minha tia tinha muita vontade pra saciar e encontrou em mim uma grande ajuda. No dia seguinte, quando ela voltou do trabalho, eu estava estudando e, sem dizer uma palavra, assim que entrou no apartamento, levantou a saia até a cintura, baixou a calcinha fio dental e sentou no sofá, abrindo as pernas. L: vem, bebê. Chupa minha pussy. Hoje não parei de pensar no que aconteceu ontem. Sem me fazer esperar, me ajoelhei entre as pernas dela e comecei a chupar o clitóris dela. Minha tia estava muito excitada. Ela gemia e apertava minha cabeça contra a pussy dela até ter o primeiro orgasmo, mas não foi suficiente. Ela se virou de quatro no sofá, mostrando toda aquela rabuda. L: me fode, preciso de uma cock. Me enche, por favor. Fiquei atrás dela e apontei minha cock pra entrada da pussy dela, que transbordava de sucos. Entrou com facilidade e ela começou a se mexer. As bundonas dela batiam contra meu corpo. Eu agarrava com vontade, adorava a textura e o tamanho. Isso era demais pra minha quase nula experiência sexual e, sem conseguir evitar, acabei enchendo a buceta dela de cum. Minha tia saiu de cima e pediu pra eu deitar no sofá, e ela sentou na minha cara. Continuei chupando a pussy dela, mas dessa vez também engolia minha própria gozada. Aquela mulher tava me deixando louco de prazer. Liliana teve o segundo orgasmo e fomos pra banhar. Naquela tarde a gente não parou de transar e voltamos a brincar com meu brinquedo. Minha tia adorava enfiar em mim, ver como se abria caminho na minha bucetinha apertada. Uma tarde que eu tinha saído pra passear, cheguei no apartamento e minha tia já tinha voltado do trabalho. Ela estava no quarto dela. Quando me ouviu chegar, saiu com um roupão de banho e um sorriso no rosto. A gente se cumprimentou e ela disse: "tenho uma surpresa, espero que você goste". E sem dizer mais nada, abriu o roupão devagar, deixando ver o corpo nu, suas curvas gostosas e, na entreperna, um cinto com uma piroca de látex parecida com meu brinquedo. L: agora vou te comer de verdade. Vem chupar ela. Antes mesmo de terminar de falar, eu já estava de joelhos chupando aquela piroca de brinquedo como se fosse de verdade. Minha tia interrompeu o que eu tava fazendo, me colocou de pé e me guiou até a mesa da sala, me virando de costas e mandando eu apoiar as mãos ali. Ela abaixou minha calça junto com minha cueca, deixando elas nos meus joelhos. Lubrificou um pouco minha bucetinha apertada e o brinquedo dela e, sem mais enrolação, começou a me penetrar. Minha bucetinha apertada recebeu bem, começou a entrar e eu amava aquela sensação de ser comido. Minha tia fazia devagar, me segurou pelas cadeiras e começou a entrar fundo. Eu empinava minha raba pra ela entrar melhor. Ali estávamos nós dois no meio da sala, fodendo de pé com aquele brinquedo. Minha tia tava muito tesuda. Ela adorava me foder. L: você gosta que eu te coma? Gosta da piroca na sua raba? Eu: humm... sim, tia, amei a surpresinha. Amo como ela entra toda. L: imagina que é uma de verdade. Você gostaria? Eu: sim, adoraria que um homem me fizesse dele. L: muitos homens adorariam abrir essa sua bucetinha apertada. Enquanto a gente tinha essa conversa, minha tia me masturbava. Era tanto prazer da penetração dela, das palavras safadas no meu ouvido e do toque da mão dela na minha piroca. Não demorei pra gozar jorrando. Gozar sendo penetrado era uma sensação única pra mim. As sessões de penetração começaram a ser quase todo dia. Com minha tia, não aprendi só a chupar buceta e foder, mas também a montar e rebolar em cima de uma rola. Ela continuava vendo o vizinho e amante, mas agora num hotel. Ainda não tinha conhecido ele. Uma tarde, ela me falou uma coisa que me desmontou. Me contou que o amante dela sabia do nosso rolo e que ela pedia pra ele me comer, mas ele não queria. Só que de tanto insistir, ela disse que ele topou, com a condição de que eu estivesse bem feminina pra ele. Tudo que ela me contou me surpreendeu. A vontade de ficar com um homem crescia dentro de mim, mas não imaginava que pudesse ser assim. Do lado da minha tia. E muito menos me feminizar pra ele. Mas que jeito melhor de ter minha primeira vez com um homem do que junto com minha tia, com quem eu tinha tanta intimidade? Depois de fazer várias perguntas, aceitei a proposta dela. Percebi que não era só um favor pra mim, mas que fazia parte dos fetiches dela. Às vezes sentia que ela tinha me achado como um instrumento pra realizar as fantasias dela. Topei usar só uma tanga e umas meias, não estava nos meus planos nem na minha vontade me feminizar completamente, mas aceitei como parte do jogo. No dia seguinte, minha tia trouxe umas roupas que tinha comprado e pediu pra ver como ficavam em mim. Me ajudou a depilar direitinho. Isso eu gostei, e ainda mais com a ajuda da minha tia. Sentir a maciez dela e os roçados me esquentava. Acabei ficando com uma tanga vermelha de renda que combinava com umas meias e uma cinta-liga. Devo admitir que o roçar dessas roupas na minha pele, sentir a tanga entre minhas nádegas, me agradou pra caralho. Ainda mais sabendo que ia usar pra um homem. Jorge, que era o nome do vizinho, ia vir no dia seguinte. Minha tia me mostrou umas fotos. Era um cara de uns quarenta e poucos anos e parecia se manter em boa forma. Era grandão, ombros largos, moreno de olhos claros. Mas minha tia falou: "mas o melhor não tá à vista, haha". Nesse dia, fiquei super nervoso. Não conseguia me concentrar nos meus estudos. Quando minha tia chegou do trabalho, falei que estava na dúvida, que sendo tudo tão Preparado" — não sabia se ia conseguir relaxar. Tentei relaxar de todo jeito, mas acabei apelando pro melhor método.
L: "Faz o seguinte: se quiser, a gente já vai preparando a tiny ass. A minha também, porque às vezes o Jorge quer sexo anal comigo e eu não tô acostumada. Vamos brincar um pouco e depois a gente troca."
Gostei da ideia e começamos a brincar. Mesmo sendo tão promíscua, ela não tava muito acostumada com sexo anal. Na real, nunca tinha sido penetrada por ali. Depois de brincar um pouco com meu brinquedo no booty dela, fiquei com tesão e comi ela pelo booty. Adorava entrar entre aquelas duas nalgas, sentindo o buraquinho bem apertado, mas evitei gozar. Fiquei comendo ela por uns minutos. Incomodava um pouco, mas ela tava se acostumando. Era um bom treino, hein. Depois ela me penetrou com o arnês dela pra deixar meu booty já dilatado.
Fomos tomar banho e trocar de roupa. Mesmo estando mais relaxado e com tesão por causa das brincadeiras com minha tia, o nervosismo não passava de vez. Coloquei a calcinha e as meias, e me cobri com uma camisa grande sem abotoar. Minha tia vestiu uma tanga preta que sumia entre as nalgas dela, umas meias de rede pretas e um short. Por cima, um top bem decotado que deixava à mostra os peitos lindos dela. Minha tia me avisou que o Jorge ia me tratar no feminino, e que ela ficava meio desconfortável com homem.
Quando o Jorge chegou, a gente esperou com luzes baixas, que não deixavam ver nossos rostos, só as silhuetas. Assim que ele entrou, minha tia recebeu ele com um beijo longo na boca. Ele apalpava ela e os dois já foram se esquentando ali mesmo. Eu sentia que minha tia queria deixar ele bem excitado pra ele não desistir de ficar comigo. Eu fiquei a uns metros, sentado no sofá. Não dava pra ver muito, mas percebia minha tia passando a mão no pacote dele até que ela se ajoelhou, desabotoou a calça dele e começou a chupar o cock dele. Ele soltava uns gemidos e acariciava o cabelo dela. Ficou assim por um tempo até que ele se levantou e veio com ela até o sofá onde eu Eu tava sentado. Não sabia o que fazer, tava esperando as ordens da minha tia, que sentou do meu lado, no meio dos dois. Jorge terminou de tirar a calça e minha tia continuou chupando o pau dele. Num momento, ela pegou na minha mão e me deu um sinal pra eu me levantar. Nós duas levantamos e nos ajoelhamos de cada lado das pernas do Jorge.
L: te apresento meu sobrinho... você relaxa e aproveita
Jorge: oi, putinha, espero que seja tão boa quanto sua tia
Jorge tinha umas pernas enormes. Me aproximei até ficar do lado dele. Minha tia já tinha voltado a mamar. Eu via um pau grande e, principalmente, grosso. Minha tia parecia viciada em chupar aquele pau, não soltava. Num momento, ela parou o serviço e me ofereceu pra eu chupar. Comecei a passar minha língua pelo tronco dele. Segurei com minha mão e não conseguia fechar ela em volta. Amava a textura, como tava quente e duro. Finalmente um pau de verdade na minha boca. Comecei a meter ele na boca, o máximo que dava, até me engasgar. Minha tia me incentivava:
L: assim, putinha, assim, mais pra dentro, relaxa a garganta, deixa ele entrar todo.
Jorge gemia e, entre minha tia e eu, começamos a chupar ele ao mesmo tempo. Nossas línguas e bocas se cruzavam. Tava me excitando muito o que a gente fazia e meu pau começava a endurecer, apertando contra minha calcinha fio dental. Num momento, Jorge nos parou, disse que a gente ia fazer ele gozar. Eu já tinha tirado minha camisa. Tava só de fio dental, liga e meia. Minha tia tirou o top e o short, ficando só com as meias de rede e a calcinha fio dental. Nós nos colocamos no sofá de joelhos, empinando nossas bundas pra disposição do Jorge, que decidiu começar pela minha tia. Ele puxou a calcinha dela pra o lado e começou a foder ela. Ela gemia e gritava. Dizia que amava o pau dele. Ele comia ela com força e dava tapas na bunda dela. Entre gemidos, minha tia me beijava, me dizia que eu ia amar aquele pau. Jorge me perguntava se eu queria provar o pau dele. Eu dizia que sim, timidamente. Ele tirou da buceta da minha tia e se colocou atrás de mim. Ele puxou minha calcinha fio dental pro lado e começou a esfregar o pau dele entre minhas nádegas. Sentir aquele pedaço de carne quente me arrepiou toda. Minha tia babava o pau dele e cuspia no meu buraquinho pra servir de lubrificante. Minha bunda já tava toda dilatada esperando aquele pau. Minha tia pediu pra ele ir devagar. Ela guiou o pau do Jorge até a entrada do meu buraquinho. Senti a cabeça dele se abrindo caminho na minha bunda, me abrindo toda. Era um fogo que tomava meu corpo inteiro. Incomodava um pouco, mas tava entrando bem. A sensação era cem vezes mais gostosa que qualquer brinquedo. O calor e a dureza daquele pau tava me excitando demais. Jorge continuou enfiando até eu sentir ele todo lá dentro. L: já tá tudo dentro, bebê, relaxa e aproveita J: que bunda gostosa que essa menina tem. Adoro como ela aperta o pau Devagarzinho ele começou a meter e tirar. As mãos fortes dele seguravam minha cintura. Minha tia acariciava minhas costas, perguntando se eu tava gostando. "Tô adorando" eu respondia. Jorge começou a acelerar as metidas. Eu sentia ele me abrindo cada vez mais. Não parava de gemer. Ficava pensando por que não tinha aproveitado algo assim antes. Jorge tava muito excitado, parecia um touro no cio. As metidas ficavam mais fortes, ele dava tapas firmes e fortes na minha bundinha. De repente ele tirou o pau, deixando um vazio enorme, e começou a gozar com gemidos grossos. Jorrou uma quantidade enorme de porra quente nas minhas nádegas e nas minhas costas. Minha tia começou a recolher o gozo com a língua. Também usou os dedos e me deu pra provar. Jorge se deitou no sofá e eu fui me limpar. Minha tia trouxe uma cerveja pra ele e ficaram conversando sobre a transa gostosa que a gente tinha tido. Minha tia tinha gozado e o Jorge também, mas eu ainda tava muito excitada. Me sentia toda aberta, uma sensação incrível, mas precisava de mais. Jorge foi tomar banho e eu fiquei conversando com minha tia. Contei tudo que tinha gostado. Enquanto a gente conversava, ela começou a me acariciar por cima da calcinha fio dental. Eu tava ficando duro. Ela puxou pra fora por um de lado e começou a me chupar. Eu estava tão excitada entre a foda anterior com minha tia e a que o Jorge me deu que poderia ter gozado na hora, mas decidi segurar. Quando Jorge saiu do banheiro e viu a cena, chegou perto de mim e me deu o pau dele de novo. Estava meio mole, mas começou a crescer na minha boca. Ele tinha uma cabeça grande. Só aquilo já ocupava minha boca inteira. Eu sentia como ia ficando duro e quente. Ele pediu pra gente ir pro quarto. Com minha tia, sentamos na beira da cama e começamos a chupar ele de novo. Depois, minha tia deitou de bruços na cama e Jorge pediu pra eu deitar em cima dela. Ficamos assim, com nossas bundas à disposição dele, e ele parado atrás da gente. Dessa vez, ele começou pela minha buceta. Ele puxou minha calcinha fio-dental e entrou de novo. Minha buceta precisava daquele pau de novo. Ele começou a me foder com força, e meus gemidos também. Tirava tudo e metia até o fundo. Quando tirava, eu sentia aquele vazio que precisava ser preenchido. Ele perguntava se eu queria de novo, e eu respondia "por favor". Depois, ele foi tirando, metendo no cuzão da minha tia e voltando a meter no meu cuzinho, até que disse pra ela: "agora é sua vez". Eu saí de cima da Liliana pra ver como aquele pau enorme entrava naquelas nalgas dela. Do mesmo jeito que ela me ajudou, eu lambuzei o pau dele de saliva e cuspi entre as nalgas da minha tia. Ele começou a meter, e ela gritava de prazer. Assim ficou por uns minutos até que ele me disse com um sorriso: "agora vamos encher a puta da sua tia". Ele tirou do cu dela e deitou na cama. Pediu pra ela montar nele e me mandou enfiar no cu dela. A gente tava fazendo uma dupla penetração na minha tia, que não parava de gemer até que gozou num orgasmo intenso, mas ela continuava. Eu não aguentava mais e anunciei minha gozada, enchendo a buceta dela de porra. Jorge e minha tia ficaram parados enquanto eu terminava em fortes espasmos de prazer. Aos poucos, saí de dentro dela, e a Liliana fez o mesmo, e nós dois nos dedicamos a chupar o pau do Jorge até ele gozar nas nossas bocas. Eu e minha tia nos beijamos apaixonadamente, dividindo a porra do Jorge que não parava de jorrar daquele pauzão. Ele tinha que voltar pra casa, porque a mulher dele estava esperando. Tomou um banho rápido. Eu tava na cama, exausto, com a minha bunda bem aberta e satisfeita. Jorge veio se despedir, deu um tapa na minha bunda e disse: "Adorei sua bundinha. Posso vir visitar vocês mais vezes." Me deu um beijo na minha bundinha, cumprimentou minha tia e foi embora. Eu dormi com uma felicidade imensa. Pra trás tinha ficado aquela cidade conservadora e sufocante. Naquela noite, uma nova vida estava só começando. Jorge, cumprindo a palavra, nos visitou mais vezes. Era "nosso homem". Até vinha quando minha tia não estava, ele tinha gostado muito da minha bundinha. Com a Liliana, mantivemos nossos momentos de prazer juntos e nossa cumplicidade. Convidamos mais homens pro apartamento e, numa ocasião, outra mulher. Liliana queria aproveitar também a bissexualidade dela. Mas isso já é outra história...
Liliana: é que encontrei uma coisa que me deixou muito feliz
Eu: que coisa, tia?
L: encontrei uma coisa entre suas roupas.
Minha cara mudou na hora
L: não, não, não fica mal. Adorei ter encontrado aquele brinquedo. Tinha medo que você fosse igual ao resto da nossa família, mas agora vejo que posso confiar em você.
Eu: desculpa, tia, mas isso é algo íntimo. Você não devia ter mexido nas minhas coisas.
L: desculpa, eu ia colocar roupa pra lavar e encontrei o brinquedo sem querer. Mas isso não vem ao caso. Pode confiar em mim. Além do brinquedo, já experimentou uma de verdade?
Aquilo já era demais, me sentia invadido pela minha tia, mas por outro lado era bom que fosse assim, nunca tinha falado com ninguém sobre meus desejos.
Eu: não, tia, na cidade isso teria sido impossível. Mas também não sei se teria coragem de ficar com um homem. Embora às vezes eu imagine
L: e com mulheres você já ficou?
Eu: só com uma garota
L: e você gosta também?
Eu: sim, embora não tenha muita sorte, pra ser sincero.
L: tudo é difícil naquele lugar. Eu prometi a mim mesma nunca mais voltar.
Eu: e você, tia? Desculpa perguntar, mas nunca teve um parceiro?
L: já tive alguns. Quero confessar que também sou bissexual, embora prefira mais os homens. Atualmente tenho um amante, mas não posso vê-lo com frequência. É nosso vizinho, mas é casado (e deu uma gargalhada)
Eu também ri e passamos a tarde toda conversando. Pela primeira vez me senti livre e aliviado. Pela primeira vez senti que podia ser eu mesmo em cumplicidade com minha tia, que desde aquele dia comecei a ver de outro jeito. Aquela cumplicidade e intimidade me davam um certo tesão, comecei a admirar suas curvas e agora que tínhamos mais confiança, ela andava pela casa mais solta na roupa.
Uma noite eu estava me divertindo com meu brinquedo enquanto me masturbava e minha tia bateu na minha porta. Me cobri e dei permissão pra ela entrar. L: me desculpa, Fede, não sei como te pedir isso, tô meio sem graça. Eu: fala, tia, já temos intimidade. Ela entrou no meu quarto e sentou na beirada da minha cama. L: bom, é que faz vários dias que meu amante não me visita e eu tava pensando se você podia me emprestar seu brinquedo. Nunca usei um... A primeira coisa que senti foi surpresa, mas depois achei graça. Eu: era só isso? Claro que empresto. Mas é que agora eu tava usando... Nós dois rimos e depois ficamos sérios, nos olhando nos olhos. Era a primeira vez que minha tia me olhava daquele jeito. L: talvez pareça estranho e eu entendo se você disser não... mas me veio uma ideia... Eu: fala, tia, o que que você tem que hoje tá tão indecisa? L: nada, é uma bobagem. Eu: mas fala, agora me deixou curioso. L: você ia achar ruim se a gente pudesse compartilhar o brinquedo? Eu: mas já te falei que sim... L: tô falando outra coisa. De compartilhar agora, aqui. Me dá um certo tesão poder observar. Eu: acho que vou me sentir meio desconfortável, mas a gente podia tentar. Talvez a gente goste. L: quer começar você? Eu puxei os lençóis e fiquei pelado na frente da minha tia. O brinquedo tava do lado do meu corpo. Minha pica tava mole. Eu: vou demorar um pouco pra retomar. L: deixa eu te ajudar um pouco. Ela terminou de falar isso e aproximou a mão da minha pica pra acariciar. Eu reagi na hora e ela começou a crescer na mão dela. Ficou dura enquanto eu comecei a massagear meu cu, a enfiar uns dedos com cuspe pra dilatar. A situação e a punheta da minha tia me deixavam muito excitado. Ela respirava ofegante, parecia que também tava ficando com tesão. Eu direcionei o consolo pro meu rabo e aos poucos comecei a enfiar. Ele tem um tamanho parecido com uma pica. É um pouco mais grosso e uns centímetros mais comprido. L: hmm... você tem uma pica bonita. E tudo isso entra no seu rabo? As perguntas dela me excitavam mais enquanto eu ia enfiando o brinquedo. L: assim não consigo ver nada, por que você não fica de bruços? Eu: é quanto vai me custar enfiar isso? L: posso te ajudar
Sem dizer nada, me virei sem tirar o consolo, deixando minha tia ver minha bunda sendo penetrada por aquele brinquedo. L: posso? Perguntou minha tia enquanto pegava o pau de borracha nas mãos e começava a enfiar e tirar da minha bunda. Ela fazia com cuidado e aos poucos foi acelerando a punheta anal. Eu gemia de prazer e ela respirava cada vez mais ofegante. Enquanto com uma mão enfiava aquele brinquedo, com a outra ela se tocava por cima do shortinho que usava pra dormir. L: me deixa um pouco... Eu: sim, tia... faz o que quiser
Ela tirou o consolo da minha bunda enquanto dizia "mmm... ficou bem aberta, sobrinho". Depois se levantou, tirou o short, deixando a buceta dela nua e raspada na minha frente. Levou o consolo até a vagina e enfiou sem dificuldade, soltando vários gemidos. Ela enfiava em pé. Fechava os olhos e acelerava a punheta. Dava pra ver que tava muito excitada. Eu: mas eu também não te vejo assim... L: mmm e se eu ficar assim, você me vê? Ela perguntou enquanto se ajoelhava de quatro no chão do quarto, me deixando ver a rabeta dela e a buceta sendo penetrada pelo meu brinquedo. Não demorou muito pra gozar com gemidos fortes. A abstinência e a situação tinham deixado ela a mil. L: agora é sua vez... fica de quatro
Obedeci, fiquei de quatro na cama, empinando minha bundinha. Ela enfiou o brinquedo de novo, que entrou fácil. L: como você tem a bundinha acostumada. E ainda é depiladinha igual os putinhos. Essas palavras me excitavam ainda mais. Eu curtia pra caralho a punheta anal da minha tia, mexia meus quadris acompanhando o vai e vem do brinquedo. L: quer gozar? Eu: adoraria
Ela tirou o brinquedo, me virei de barriga pra cima e minha tia enfiou o consolo de novo, comigo de pernas bem abertas. Pensei que ela fosse me masturbar de novo, mas ela meteu direto meu pau na boca dela. Sentir o calor da boca dela foi demais. Passava a língua, enfiava quase tudo pra dentro. Não aguentei muito tempo assim. Avisei que ia gozar e ela continuou chupando, então segundos depois comecei a jorrar leite dentro da buceta dela. Minha tia engoliu toda a minha porra e o que escapou, ela recolheu com a língua. L: mmm...que delícia de cum, bebê. Agora me devolve o favor. Dizendo isso, ela se deitou na cama, abrindo as pernas, me convidando pra fazer oral nela. A verdade é que eu não tinha experiência nenhuma, mas tentei. Ela foi me guiando, mostrando onde eu tinha que passar a língua. Entre meus massageios orais no clitóris dela e meu brinquedo dentro da pussy, Liliana teve o segundo orgasmo. Depois daquela noite, tudo mudou. Ainda mais. Minha tia tinha muita vontade pra saciar e encontrou em mim uma grande ajuda. No dia seguinte, quando ela voltou do trabalho, eu estava estudando e, sem dizer uma palavra, assim que entrou no apartamento, levantou a saia até a cintura, baixou a calcinha fio dental e sentou no sofá, abrindo as pernas. L: vem, bebê. Chupa minha pussy. Hoje não parei de pensar no que aconteceu ontem. Sem me fazer esperar, me ajoelhei entre as pernas dela e comecei a chupar o clitóris dela. Minha tia estava muito excitada. Ela gemia e apertava minha cabeça contra a pussy dela até ter o primeiro orgasmo, mas não foi suficiente. Ela se virou de quatro no sofá, mostrando toda aquela rabuda. L: me fode, preciso de uma cock. Me enche, por favor. Fiquei atrás dela e apontei minha cock pra entrada da pussy dela, que transbordava de sucos. Entrou com facilidade e ela começou a se mexer. As bundonas dela batiam contra meu corpo. Eu agarrava com vontade, adorava a textura e o tamanho. Isso era demais pra minha quase nula experiência sexual e, sem conseguir evitar, acabei enchendo a buceta dela de cum. Minha tia saiu de cima e pediu pra eu deitar no sofá, e ela sentou na minha cara. Continuei chupando a pussy dela, mas dessa vez também engolia minha própria gozada. Aquela mulher tava me deixando louco de prazer. Liliana teve o segundo orgasmo e fomos pra banhar. Naquela tarde a gente não parou de transar e voltamos a brincar com meu brinquedo. Minha tia adorava enfiar em mim, ver como se abria caminho na minha bucetinha apertada. Uma tarde que eu tinha saído pra passear, cheguei no apartamento e minha tia já tinha voltado do trabalho. Ela estava no quarto dela. Quando me ouviu chegar, saiu com um roupão de banho e um sorriso no rosto. A gente se cumprimentou e ela disse: "tenho uma surpresa, espero que você goste". E sem dizer mais nada, abriu o roupão devagar, deixando ver o corpo nu, suas curvas gostosas e, na entreperna, um cinto com uma piroca de látex parecida com meu brinquedo. L: agora vou te comer de verdade. Vem chupar ela. Antes mesmo de terminar de falar, eu já estava de joelhos chupando aquela piroca de brinquedo como se fosse de verdade. Minha tia interrompeu o que eu tava fazendo, me colocou de pé e me guiou até a mesa da sala, me virando de costas e mandando eu apoiar as mãos ali. Ela abaixou minha calça junto com minha cueca, deixando elas nos meus joelhos. Lubrificou um pouco minha bucetinha apertada e o brinquedo dela e, sem mais enrolação, começou a me penetrar. Minha bucetinha apertada recebeu bem, começou a entrar e eu amava aquela sensação de ser comido. Minha tia fazia devagar, me segurou pelas cadeiras e começou a entrar fundo. Eu empinava minha raba pra ela entrar melhor. Ali estávamos nós dois no meio da sala, fodendo de pé com aquele brinquedo. Minha tia tava muito tesuda. Ela adorava me foder. L: você gosta que eu te coma? Gosta da piroca na sua raba? Eu: humm... sim, tia, amei a surpresinha. Amo como ela entra toda. L: imagina que é uma de verdade. Você gostaria? Eu: sim, adoraria que um homem me fizesse dele. L: muitos homens adorariam abrir essa sua bucetinha apertada. Enquanto a gente tinha essa conversa, minha tia me masturbava. Era tanto prazer da penetração dela, das palavras safadas no meu ouvido e do toque da mão dela na minha piroca. Não demorei pra gozar jorrando. Gozar sendo penetrado era uma sensação única pra mim. As sessões de penetração começaram a ser quase todo dia. Com minha tia, não aprendi só a chupar buceta e foder, mas também a montar e rebolar em cima de uma rola. Ela continuava vendo o vizinho e amante, mas agora num hotel. Ainda não tinha conhecido ele. Uma tarde, ela me falou uma coisa que me desmontou. Me contou que o amante dela sabia do nosso rolo e que ela pedia pra ele me comer, mas ele não queria. Só que de tanto insistir, ela disse que ele topou, com a condição de que eu estivesse bem feminina pra ele. Tudo que ela me contou me surpreendeu. A vontade de ficar com um homem crescia dentro de mim, mas não imaginava que pudesse ser assim. Do lado da minha tia. E muito menos me feminizar pra ele. Mas que jeito melhor de ter minha primeira vez com um homem do que junto com minha tia, com quem eu tinha tanta intimidade? Depois de fazer várias perguntas, aceitei a proposta dela. Percebi que não era só um favor pra mim, mas que fazia parte dos fetiches dela. Às vezes sentia que ela tinha me achado como um instrumento pra realizar as fantasias dela. Topei usar só uma tanga e umas meias, não estava nos meus planos nem na minha vontade me feminizar completamente, mas aceitei como parte do jogo. No dia seguinte, minha tia trouxe umas roupas que tinha comprado e pediu pra ver como ficavam em mim. Me ajudou a depilar direitinho. Isso eu gostei, e ainda mais com a ajuda da minha tia. Sentir a maciez dela e os roçados me esquentava. Acabei ficando com uma tanga vermelha de renda que combinava com umas meias e uma cinta-liga. Devo admitir que o roçar dessas roupas na minha pele, sentir a tanga entre minhas nádegas, me agradou pra caralho. Ainda mais sabendo que ia usar pra um homem. Jorge, que era o nome do vizinho, ia vir no dia seguinte. Minha tia me mostrou umas fotos. Era um cara de uns quarenta e poucos anos e parecia se manter em boa forma. Era grandão, ombros largos, moreno de olhos claros. Mas minha tia falou: "mas o melhor não tá à vista, haha". Nesse dia, fiquei super nervoso. Não conseguia me concentrar nos meus estudos. Quando minha tia chegou do trabalho, falei que estava na dúvida, que sendo tudo tão Preparado" — não sabia se ia conseguir relaxar. Tentei relaxar de todo jeito, mas acabei apelando pro melhor método.
L: "Faz o seguinte: se quiser, a gente já vai preparando a tiny ass. A minha também, porque às vezes o Jorge quer sexo anal comigo e eu não tô acostumada. Vamos brincar um pouco e depois a gente troca."
Gostei da ideia e começamos a brincar. Mesmo sendo tão promíscua, ela não tava muito acostumada com sexo anal. Na real, nunca tinha sido penetrada por ali. Depois de brincar um pouco com meu brinquedo no booty dela, fiquei com tesão e comi ela pelo booty. Adorava entrar entre aquelas duas nalgas, sentindo o buraquinho bem apertado, mas evitei gozar. Fiquei comendo ela por uns minutos. Incomodava um pouco, mas ela tava se acostumando. Era um bom treino, hein. Depois ela me penetrou com o arnês dela pra deixar meu booty já dilatado.
Fomos tomar banho e trocar de roupa. Mesmo estando mais relaxado e com tesão por causa das brincadeiras com minha tia, o nervosismo não passava de vez. Coloquei a calcinha e as meias, e me cobri com uma camisa grande sem abotoar. Minha tia vestiu uma tanga preta que sumia entre as nalgas dela, umas meias de rede pretas e um short. Por cima, um top bem decotado que deixava à mostra os peitos lindos dela. Minha tia me avisou que o Jorge ia me tratar no feminino, e que ela ficava meio desconfortável com homem.
Quando o Jorge chegou, a gente esperou com luzes baixas, que não deixavam ver nossos rostos, só as silhuetas. Assim que ele entrou, minha tia recebeu ele com um beijo longo na boca. Ele apalpava ela e os dois já foram se esquentando ali mesmo. Eu sentia que minha tia queria deixar ele bem excitado pra ele não desistir de ficar comigo. Eu fiquei a uns metros, sentado no sofá. Não dava pra ver muito, mas percebia minha tia passando a mão no pacote dele até que ela se ajoelhou, desabotoou a calça dele e começou a chupar o cock dele. Ele soltava uns gemidos e acariciava o cabelo dela. Ficou assim por um tempo até que ele se levantou e veio com ela até o sofá onde eu Eu tava sentado. Não sabia o que fazer, tava esperando as ordens da minha tia, que sentou do meu lado, no meio dos dois. Jorge terminou de tirar a calça e minha tia continuou chupando o pau dele. Num momento, ela pegou na minha mão e me deu um sinal pra eu me levantar. Nós duas levantamos e nos ajoelhamos de cada lado das pernas do Jorge.
L: te apresento meu sobrinho... você relaxa e aproveita
Jorge: oi, putinha, espero que seja tão boa quanto sua tia
Jorge tinha umas pernas enormes. Me aproximei até ficar do lado dele. Minha tia já tinha voltado a mamar. Eu via um pau grande e, principalmente, grosso. Minha tia parecia viciada em chupar aquele pau, não soltava. Num momento, ela parou o serviço e me ofereceu pra eu chupar. Comecei a passar minha língua pelo tronco dele. Segurei com minha mão e não conseguia fechar ela em volta. Amava a textura, como tava quente e duro. Finalmente um pau de verdade na minha boca. Comecei a meter ele na boca, o máximo que dava, até me engasgar. Minha tia me incentivava:
L: assim, putinha, assim, mais pra dentro, relaxa a garganta, deixa ele entrar todo.
Jorge gemia e, entre minha tia e eu, começamos a chupar ele ao mesmo tempo. Nossas línguas e bocas se cruzavam. Tava me excitando muito o que a gente fazia e meu pau começava a endurecer, apertando contra minha calcinha fio dental. Num momento, Jorge nos parou, disse que a gente ia fazer ele gozar. Eu já tinha tirado minha camisa. Tava só de fio dental, liga e meia. Minha tia tirou o top e o short, ficando só com as meias de rede e a calcinha fio dental. Nós nos colocamos no sofá de joelhos, empinando nossas bundas pra disposição do Jorge, que decidiu começar pela minha tia. Ele puxou a calcinha dela pra o lado e começou a foder ela. Ela gemia e gritava. Dizia que amava o pau dele. Ele comia ela com força e dava tapas na bunda dela. Entre gemidos, minha tia me beijava, me dizia que eu ia amar aquele pau. Jorge me perguntava se eu queria provar o pau dele. Eu dizia que sim, timidamente. Ele tirou da buceta da minha tia e se colocou atrás de mim. Ele puxou minha calcinha fio dental pro lado e começou a esfregar o pau dele entre minhas nádegas. Sentir aquele pedaço de carne quente me arrepiou toda. Minha tia babava o pau dele e cuspia no meu buraquinho pra servir de lubrificante. Minha bunda já tava toda dilatada esperando aquele pau. Minha tia pediu pra ele ir devagar. Ela guiou o pau do Jorge até a entrada do meu buraquinho. Senti a cabeça dele se abrindo caminho na minha bunda, me abrindo toda. Era um fogo que tomava meu corpo inteiro. Incomodava um pouco, mas tava entrando bem. A sensação era cem vezes mais gostosa que qualquer brinquedo. O calor e a dureza daquele pau tava me excitando demais. Jorge continuou enfiando até eu sentir ele todo lá dentro. L: já tá tudo dentro, bebê, relaxa e aproveita J: que bunda gostosa que essa menina tem. Adoro como ela aperta o pau Devagarzinho ele começou a meter e tirar. As mãos fortes dele seguravam minha cintura. Minha tia acariciava minhas costas, perguntando se eu tava gostando. "Tô adorando" eu respondia. Jorge começou a acelerar as metidas. Eu sentia ele me abrindo cada vez mais. Não parava de gemer. Ficava pensando por que não tinha aproveitado algo assim antes. Jorge tava muito excitado, parecia um touro no cio. As metidas ficavam mais fortes, ele dava tapas firmes e fortes na minha bundinha. De repente ele tirou o pau, deixando um vazio enorme, e começou a gozar com gemidos grossos. Jorrou uma quantidade enorme de porra quente nas minhas nádegas e nas minhas costas. Minha tia começou a recolher o gozo com a língua. Também usou os dedos e me deu pra provar. Jorge se deitou no sofá e eu fui me limpar. Minha tia trouxe uma cerveja pra ele e ficaram conversando sobre a transa gostosa que a gente tinha tido. Minha tia tinha gozado e o Jorge também, mas eu ainda tava muito excitada. Me sentia toda aberta, uma sensação incrível, mas precisava de mais. Jorge foi tomar banho e eu fiquei conversando com minha tia. Contei tudo que tinha gostado. Enquanto a gente conversava, ela começou a me acariciar por cima da calcinha fio dental. Eu tava ficando duro. Ela puxou pra fora por um de lado e começou a me chupar. Eu estava tão excitada entre a foda anterior com minha tia e a que o Jorge me deu que poderia ter gozado na hora, mas decidi segurar. Quando Jorge saiu do banheiro e viu a cena, chegou perto de mim e me deu o pau dele de novo. Estava meio mole, mas começou a crescer na minha boca. Ele tinha uma cabeça grande. Só aquilo já ocupava minha boca inteira. Eu sentia como ia ficando duro e quente. Ele pediu pra gente ir pro quarto. Com minha tia, sentamos na beira da cama e começamos a chupar ele de novo. Depois, minha tia deitou de bruços na cama e Jorge pediu pra eu deitar em cima dela. Ficamos assim, com nossas bundas à disposição dele, e ele parado atrás da gente. Dessa vez, ele começou pela minha buceta. Ele puxou minha calcinha fio-dental e entrou de novo. Minha buceta precisava daquele pau de novo. Ele começou a me foder com força, e meus gemidos também. Tirava tudo e metia até o fundo. Quando tirava, eu sentia aquele vazio que precisava ser preenchido. Ele perguntava se eu queria de novo, e eu respondia "por favor". Depois, ele foi tirando, metendo no cuzão da minha tia e voltando a meter no meu cuzinho, até que disse pra ela: "agora é sua vez". Eu saí de cima da Liliana pra ver como aquele pau enorme entrava naquelas nalgas dela. Do mesmo jeito que ela me ajudou, eu lambuzei o pau dele de saliva e cuspi entre as nalgas da minha tia. Ele começou a meter, e ela gritava de prazer. Assim ficou por uns minutos até que ele me disse com um sorriso: "agora vamos encher a puta da sua tia". Ele tirou do cu dela e deitou na cama. Pediu pra ela montar nele e me mandou enfiar no cu dela. A gente tava fazendo uma dupla penetração na minha tia, que não parava de gemer até que gozou num orgasmo intenso, mas ela continuava. Eu não aguentava mais e anunciei minha gozada, enchendo a buceta dela de porra. Jorge e minha tia ficaram parados enquanto eu terminava em fortes espasmos de prazer. Aos poucos, saí de dentro dela, e a Liliana fez o mesmo, e nós dois nos dedicamos a chupar o pau do Jorge até ele gozar nas nossas bocas. Eu e minha tia nos beijamos apaixonadamente, dividindo a porra do Jorge que não parava de jorrar daquele pauzão. Ele tinha que voltar pra casa, porque a mulher dele estava esperando. Tomou um banho rápido. Eu tava na cama, exausto, com a minha bunda bem aberta e satisfeita. Jorge veio se despedir, deu um tapa na minha bunda e disse: "Adorei sua bundinha. Posso vir visitar vocês mais vezes." Me deu um beijo na minha bundinha, cumprimentou minha tia e foi embora. Eu dormi com uma felicidade imensa. Pra trás tinha ficado aquela cidade conservadora e sufocante. Naquela noite, uma nova vida estava só começando. Jorge, cumprindo a palavra, nos visitou mais vezes. Era "nosso homem". Até vinha quando minha tia não estava, ele tinha gostado muito da minha bundinha. Com a Liliana, mantivemos nossos momentos de prazer juntos e nossa cumplicidade. Convidamos mais homens pro apartamento e, numa ocasião, outra mulher. Liliana queria aproveitar também a bissexualidade dela. Mas isso já é outra história...
1 comentários - El vecino folla a mi tía y a mí (relato bisex)