Meu namorado me pediu pra levar uns papéis pro meu sogro. Antes, eu já tinha transado com meu sogro, deixando não só que ele me comesse à vontade por meses, mas também fazia umas coisas muito porcas que me deixaram mais apegada a ele, a ponto de tentar engravidar dele num menage que a gente fez com o filho dele. Enfim, pra evitar que algo pudesse rolar, decidi que iria com minha amiga Ferchu.
(eu com meu namorado) Eram papéis pra vender um carro e o pai dele precisava, mas o Pablo tava trabalhando, então fui eu no lugar, prometendo que não ia rolar nada e ainda ia levar a Ferchu comigo. O problema é que a gente não imaginou que, da vez que a gente se viu no meu aniversário, o pai dele também tinha comido ela.
(eu com minha amiga ferchu) Enfim, chegamos na casa dele umas 1h e ele nos recebeu super carinhoso, quase parecia um daqueles caras que são muito bons e educados. A ponto de aceitarmos entrar e sentar pra bater um papo. Octavio serviu umas cervejas e a conversa foi tranquila e divertida. Até que já estávamos altos e muito animados, foi quando levantei pra ir ao banheiro e em poucos minutos voltei pra encontrar os dois se beijando super quente na sala, não sabia o que fazer, até fiquei puta com a ferchu por estar fazendo algo que não devíamos. Fui pra cozinha fazer barulho, mas quando voltei pra sala eles continuavam no mesmo pique, tudo gostoso, e minha amiga já tinha tirado a pica dele da calça e tava batendo uma. Senti ciúmes e sentei na sala olhando séria pra eles. Minha amiga me olhou e depois continuou no que tava fazendo.
(meu sogro e meu namorado) Que porra é essa?! - falei irritada
- Você não conseguir mais dar pra ele não é culpa minha - respondeu ela, divertida
- Me dá uma chance, tô quase dois meses sem nenhuma puta tirar meu leite - ele disse
Senti um fogo. Fiquei cheia de luxúria e ciúmes, tava vendo como iam comer meu homem. E fazendo as contas, eu tava há mais de 5 meses sem transar com ele, então era claro que nesse tempo ele tinha se metido com outra mulher, e isso me deixou pior.
Lembrava como a pica que minha amiga tinha na mão já tinha estado em todos os meus buracos, conhecia ela de cabo a rabo, tinha me fodido até cansar, até naquele sofá. Da pica dele eu tinha recebido um monte de porra durante os meses que fui puta dele.
- Mano! Vamos logo, o Armando vai pensar mal se eu não falar com ele - falei
- Camy, me dá uma chance! Quero dar pra ele, olha como ela tá grossa - ela disse balançando aquele membro lindo
Fiquei calada, sem saber o que dizer
- Se quiser, vamos nós três pro quarto, isso nunca vai sair daqui - Ferchu
- Não, não posso - falei sofrendo com a situação - como é que você acha que eu vou fazer um ménage?
- Não seria a primeira vez, não se faz de sonsa, garota - ela disse enquanto continuava esquentando
Ela falou isso se referindo às duas vezes que meu namorado comeu a gente bem gostoso. Não tinha muitos argumentos pra continuar resistindo a agora ser comida pelo pai dele, e no fundo eu queria.
—Quer que eu te chupe? — perguntou a Octávio
—Claro, já tô com ela escorrendo — respondeu ele
Então a Ferchu se levantou e se ajoelhou na frente do sofá onde eu estava, bem na minha frente.
—Vem pra cá — ela disse, prendendo o cabelo num rabo de cavalo.
Octávio, sem hesitar, se ajoelhou na frente dela com aquela pica que, pra idade dele, não tem rival nem em tamanho nem em vigor, comparada com caras vinte anos mais novos. Eu, melhor que ninguém, sabia das habilidades dele na cama.
Ela devorava ele como uma puta. Cada vez aquele homem ficava mais irresistível, tendo uma mulher de joelhos e outra com a buceta molhada. A pica dele brilhando de saliva parecia uma delícia. Era questão de tempo até aquela rola estar dentro de uma de nós duas.
—Vai, Cami, me dá uma chance. Se quiser, a gente faz a três, você sabe que não tenho problema — disse minha amiga
—Mas o Pablo vai desconfiar — falei, já com a guarda baixa
—Manda mensagem pra ele, fala que tá na minha casa e me passa o celular — sugeriu
—É, Cami, vamos nos divertir — disse Octávio, sorrindo, e eu fiquei vermelha
Liguei e ele, felizmente, atendeu rápido. Falei que já tinha deixado os papéis e que tava na casa da Ferchu. Ele perguntou se o pai dela não tinha passado da mão, e eu disse que não, ele se comportou como um verdadeiro cavalheiro. Enquanto eu falava isso, ele ia tirando a roupa, com minha amiga de joelhos chupando devagar o pau grosso e comprido dele. Essa ligação também foi significativa porque eu aceitei transar com os dois e, depois de desligar, seríamos penetradas e gozadas até nos sentirmos cheias de prazer e porra. Já tava bem distraída imaginando a foda que ia arrebentar a gente, então a Ferchu pediu o telefone e cumprimentou meu namorado.
— Oi, meu rei, como cê tá? — ouvi ela perguntar, e lembrei que ela chamava o Armando assim desde a primeira vez que comeu ele na minha frente.
Eu fui de joelhos direto pra me posicionar pra fazer um oral no meu sogrão. Um homem que eu sentia tanta falta, ia estar dentro de mim de novo. Peguei o pau grosso dele e comecei a masturbar, era tão bom ter tanta carne na minha mão de novo, olhei pra ele e sorri feito uma puta, enfiando a vara dele na minha boca. Meu sogro gemeu quando sentiu a umidade e o calor da minha língua e garganta, eu tirava e passava com força minha língua desde as bolas dele até o olhinho do pau, que nessa altura já tava vazando muito líquido pré-gozo, fazia círculos com a língua na cabeça dele e enfiava até a campainha.
— Você devia ter vindo sozinha — ele disse — eu te daria toda a minha porra até você ficar escorrendo.
— Calma, você aguenta as duas, eu sei. Além disso, não é todo dia que você come duas putinhas tão jovens ao mesmo tempo — falei isso brincando com as bolas dele.
A Ferchu chegou perto e me deu o telefone. Levantei e atendi. Enquanto me despedia do meu namorado, olhava a Ferchu beijando e masturbando meu sogrão.
— Sim, amor, vou ficar aqui com a Ferchu, a conversa já se esticou bastante e a gente tá tocando em assuntos bem pesados — falei, e um sorriso se formou na cara de todo mundo — com certeza vamos ficar nisso até eu extravasar tudo.
Eles se masturbavam um ao outro enquanto sorriam pra mim, esperando eu desligar. Já estavam pelados, menos os sapatos vermelhos da Ferchu. Me despedi do meu namorado e joguei o telefone no sofá pra começar a tirar a roupa, que rapidamente foi parar no chão.
— Já tá bem dura — falei pro meu sogro
— Como é que sabe? — ele perguntou
Aí tirei o sutiã, me aproximei pra pegar a ferramenta dele com força e, olhando nos olhos dele, falei:
— Porque eu conheço muito bem o teu pau
Ele começou a se revezar nas nossas bocas, enquanto passava a mão sem vergonha e de um jeito bem vulgar em cada parte do nosso corpo. Cada vez mais a gente se juntava, até que praticamente nossas bocas tavam coladas num beijo triplo. Ele pegou nossas madeixas e apertou uma contra a outra, se afastou pra observar aquele beijo lésbico que a gente já tinha feito várias vezes.
— Vamos pra minha cama, já quero comer vocês duas — ele disse, pegando na nossa cintura
— Tem camisinha? — perguntou minha amiga
— Só uma — ele respondeu
— Então deixa ela posta e usa nas duas — falou a Jéssica — eu não sei quantas você já comeu ou se tá comendo outras por aí
— Fica tranquila, o pior que posso fazer é te engravidar — Octávio
— Não seja besta, tem que ser no pelo — falei toda provocante — ou já esqueceu que meu namorado, quer dizer, seu filho, você comeu assim?
— Sei não — Ferchu
— Tanto faz, se não trocar a camisinha eu posso te passar alguma coisa — falei apertando o peito dela
— Vamos pro quarto e a gente vê — ela disse
Nós três andamos meio apressados até o quarto do nosso amante da vez. Me joguei na cama enquanto a gente se olhava com os olhos vermelhos, cheios de luxúria e vontade. Meu sogro parou na minha frente e começou a enfiar o membro super ereto numa camisinha. Minha amiga deitou do meu lado e a gente se beijou e se acariciou enquanto ele via a cena batendo uma. Ele abriu minhas pernas e me penetrou. Gritei por causa da grossura e, principalmente, porque pensei que nunca mais ia ter ele dentro de mim de novo.
Ele pegou minhas coxas pra beijar enquanto metia até o fundo. Depois se deitou em cima de mim e a gente se beijou como se não houvesse amanhã, era uma foda que eu não achei que ia rolar.
— Senti sua falta — falei entre gemidos
— De mim ou das fodas que eu te dava?! — Octávio
— De tudo! Sinto sua falta e Sinto muita falta de como você me comia! Ah ah ah! – falei enquanto gemia feito uma puta necessitada.
Seguimos por mais alguns minutos até que eu tirei ela e mandei a Ferchu ficar de puta.
—Eles transam gostoso pra caralho —disse minha amiga— até parece que são namorados.
—Eu ia ser esposa dele —respondi— agora só vou ser amiga e puta dele.
Meu sogro agarrou minha amiga pelas nádegas e apontou o pau na entrada da buceta quente e molhada dela. Aquela rola tava brilhando com meus fluidos vaginais. Sorri ao pensar que tanto o filho quanto o pai tinham feito a gente fazer um menage com eles, tinham nos penetrado à vontade enquanto a gente gemia igual umas vadias, e principalmente eu, quando os dois me enfiaram ao mesmo tempo.
Meu sogro gemeu e começou a meter forte, dava pra ouvir os gemidos por todo o quarto junto com o barulho das nádegas batendo cada vez que ele enfiava fundo. Eu via os dois se acabando naquela transa gostosa, enquanto isso enfiava dois dedos bem fundo esperando meu sogro meter de novo em mim. Era muito tesão ver meu sogrão amado comendo outra puta de quatro pra depois tirar o pau todo melado e, sem limpar, enfiar em mim, e a gente se revezava naquela loucura gostosa do nosso corpo.
—Ai, meu rei! Que pau bom que você tem e como sabe usar bem! —disse a Ferchu ofegante.
—Já sei! Essas velhas sempre pedem mais —Octavio falou, e eu acredito— Aqui está a Cami.
—Chupa, preciso disso! —falei pra Ferchu abrindo minhas pernas na frente da cara dela pra ela lamber minha buceta.
—Você tá me transformando numa puta, Octavio! Transa gostoso pra caralho, porra! —gritava a Ferchu.
Então eu e meu sogro nos aproximamos e brincamos com nossas línguas de um jeito bem sujo e doentio, não parávamos aquela dança oral e isso fazia nossa saliva escorrer das bocas. O prazer fazia os três arderem naquela cama, minha amiga bem empalada pelo pai do meu namorado enquanto se esforçava pra lamber minha buceta no ritmo das metidas de pau e dos gemidos que ele provocava. Meu sogro bem concentrado em não Gozar enquanto me beijava era uma prova de vigor como só ele sabe dar. Eu estava muito excitada, sentia meus peitos prestes a explodir e minha buceta queimando enquanto escorria tanto que minha amiga tinha que beber para continuar me chupando, e eu só gemia cada vez que ela massageava com gosto meu clitóris, que estava bem duro e sensível. Ficamos nessa por uns 15 minutos.
Ele segurou Ferchu pela cintura e começou a meter nela com tudo.
— Ah, que putinhas boas — o olhar dele se perdeu no teto, e minha amiga começou a gritar com a cara vermelha e desfigurada de prazer por aguentar um homem tão forte — que gostoso é comer buceta dos outros, ainda mais se forem novinhas!
— Caralho! Tá me comendo muito forte! Octavio! Caralho! Ahhh! — ela gritou chegando ao orgasmo tão esperado. Eu me afastei e vi como a pobre vadja se contorcia de tesão — Tô gozando! Já! Já! Aaaah!
— Come ela mais forte, meu amor! Faz ela gozar! Vai, faz ela terminar! — gritei incentivando eles a transar ainda mais intenso.
— Tava precisando disso! — Ferchu disse.
Meu sogro estava tão empolgado que quase jogou ela de lado, como se fosse um brinquedo quebrado. Naquele momento, ele pediu minha buceta na frente dele para eu enfiar e masturbar o pau dele agora comigo. Me posicionei rápido e ele me enfiou com uma batida de quadril que enterrou até os ovários. Gritei pela falta de jeito, mas estávamos tão lubrificadas que a penetração mal foi desconfortável. Para mim, claro. Ele me segurou com força pelos ombros e começou a me encher de um jeito brutal. Gemíamos como animais, e minhas mãos se agarravam desesperadas aos lençóis. Minha coluna estava toda arqueada e minha cabeça virada para o céu, para onde meu homem estava me levando.
— Chupa aqui, puta — Ferchu me tirou do transe, ficando de pé na minha frente e levando minha cabeça até a buceta molhada dela. Era uma tarefa deliciosa, mas difícil fazer um bom oral enquanto tinha Octavio atrás.
No meio do meu estado agonizante de sanidade, percebi que os gemidos dela estavam abafados, e agora eu sabia o que minha amiga tinha ouvido enquanto Octavio e eu nos beijávamos durante o turno dela de ficar de quatro. Assim ele foi me penetrando como um verdadeiro deus do sexo por mais de 10 minutos, diria que ele me comia com mais força do que a Jessica, me sentia em êxtase, tive a sensação de que o ar me faltava entre meus gemidos contínuos que não paravam. Essa sensação de falta de ar junto com o prazer daquela pica remexendo com maestria minhas entranhas me dava vontade de chorar. Minha amiga tinha virado uma puta, os fluidos dela saíam com tanta intensidade que já estavam escorrendo pelas pernas dela até o colchão onde estávamos realizando nosso ato sexual e, em outra direção, até meus peitos, passando pelo meu queixo e pescoço. Agora eu entendia por que a Jessi me comeu com tanto descontrole e não como quando transamos só nós duas, o prazer é tanto que é impossível se concentrar.
— É a vez da Ferchu! Entra! — disse meu sogro, agora me jogando para o lado e, com essa ação, a pica dele foi extraída das minhas entranhas. Octavio começou a comer ela bem gostoso, com um ritmo que era difícil de acreditar, já que ele estava há quase 30 minutos penetrando com fúria nossas bucetas abertas e suculentas.
Juro que ele é um homem que me deixa louca com a virilidade e experiência dele, o único que supera ele em potência e virilidade é meu namorado, mas onde ele não ganha é na experiência e resistência. Continuamos por mais alguns minutos até que nosso garanhão anunciou que estava prestes a expelir a primeira carga de porra viril, ele estava ofegante e banhado de suor, parecia tão perfeito e másculo. Fizemos uma última troca e, segundos depois, ele gritou que já ia gozar. A puta da minha amiga se ajoelhou direto no chão e pediu para ele banhá-la. Senti raiva daquela puta não ter deixado ele gozar dentro de mim, mesmo com a camisinha, eu queria. aproveitado. Me ajoelhei ao lado dela e, orgulhosas porque a gente tinha bem merecido nossa gozada, erguemos nossa postura, nossos peitos se destacaram, então pra dar um prazer visual extra, levantei os meus numa clara oferta de um lugar pra ele se esvaziar. Octavio tirou a camisinha com uma desesperação que parecia que tava arrancando e, quando tirou, jogou nos meus peitos.
— Tira a porra, rei! Tô com muita sede do que seus ovos produzem — disse Ferchu abrindo a boca como se fosse um exame médico.
— Desabafa! Vai logo! Você já se segurou demais! — falei imitando a Ferchu — A real é que você comeu a gente bem gostoso.
— Toma aí, suas putas! Ahh! Abram a boca pra engolir! — apontou pra minha boca enquanto batia uma, e naquele segundo um jato caiu dentro da minha boca, ele começou a alternar entre nossas bocas pra expelir o esperma quente dele.
Mas o prazer do orgasmo dele foi devastador e no terceiro jato ele fechou os olhos e já não controlou a direção da gozada. Entre gritos e tremores, soltou mais quatro tiros, bem carregados como é normal nas primeiras gozadas dele. Quando terminou e conseguiu nos ver, percebeu a bagunça que tinha feito sobre nossos corpos jovens, tinha porra na nossa boca, peitos, cara, barriga e até nas pernas da Ferchu.
— Meu amor, você tava super carregado! Kkk — falei satisfeita enquanto a Ferchu se jogava pra chupar o pau dele que ainda escorria porra.
— Vocês saíram de onde assim?! Kkk — perguntou minha amiga, se defendendo dele e do filho — onde fabricam vocês pra pedir dois?
— Que homens, pelo amor de Deus! — falei isso indo de cabeça pra chupar as bolas dele.
Ficamos assim uns minutos até percebermos que ele não tinha perdido a ereção, na verdade tava ainda mais duro e veiudo. Esse dia continuou assim, entre penetrações, boquetes, gritos e orgasmos deliciosos.
Basicamente foi um todo mundo contra todo mundo naquela cama, que terminou molhada como era de esperar. Ele foi nos comendo bem gostoso na cama dele, daí em diante não usou mais camisinha pra alternar nas nossas bucetas, devo dizer que sem camisinha é mais gostoso, mas além disso me dava muito tesão ver como ele tirava o membro molhado da buceta da Ferchu, toda babada dos fluidos deles e assim metia em mim.
As posições eram mais variadas pra ficarmos confortáveis enquanto ele atravessava uma de nós por um bom tempo e a que tava sendo penetrada chupava a buceta da outra, devo admitir que o sexo tava muito bom, tinha muita luxúria e desejo entre os três. Ficamos assim por horas, não tinha descanso nem quando meu sogro gozava, enquanto ele se recuperava a gente fazia sexo oral num triângulo perfeito.
Assim que o pau do Otávio subia, ele voltava a nos comer, a gente se revezava pra receber ele dentro da gente, é uma delícia transar com homens assim, tão cumpridores. Ele gozou umas 4 ou 5 vezes, eu tava impressionada, embora o pau dele A última ereção não foi tão dura, mas serviu pra continuar praticando o coito. Normalmente eram só três gozadas por dia, mas supus que dois meses sem transar e na primeira ter duas putinhas bem gostosas me deixou com muito tesão. Fomos até o cansaço vencer todo mundo e, com a última gozada do Octavio, ficamos todos largados na cama, que tinha aguentado um movimento fora do normal. Vimos as horas e já eram quase 10 da noite! A gente tava transando há mais de 4 horas.
Nossos corpos estavam banhados em suor e fluidos de todo tipo, coisa que aconteceu porque ele sempre gozava fora. Levantamos pra jantar e, exaustos, fomos os três pra cama dele dormir profundamente — ele dormiu no meio e as mulheres dele de cada lado. Na manhã seguinte, ficamos chupando ele até conseguirmos deixar ele duro. O pai do meu namorado, com aquela última ereção, nos deu uma boa foda matinal.
Daquele dia, não contei nada pro meu namorado, porque prometi que não ia mais transar com o pai dele, também não dei trela pras mensagens do meu sogro. Longe de sentir remorso, tô com uma vontade danada de voltar na casa dele pra ele me comer do jeito que quiser… Até que, dessa vez, ele me encha bem por dentro com o esperma dele. Espero que isso não aconteça, porque, mesmo que eu goste de ser promíscua, não gosto de quebrar minhas promessas.
Eu gosto muito de aproveitar o prazer que o sexo dá, não tenho problema com isso. Acho que cada um é livre pra fazer o que quiser nesse país de moral hipócrita. Se alguém me atrai e dá pra rolar, a gente transa — isso não quer dizer que eu não me cuide. Nas primeiras vezes, sempre usamos camisinha, e mesmo quando já tem mais tempo que a gente tá trepando, são poucos os homens com quem faço sem proteção. Já transei com vários caras e, embora alguns sejam melhores, sempre curti. Minhas amigas e eu compartilhamos essa forma de pensar e, por isso, conseguimos gozar tanto com diferentes homens quanto entre nós mesmas.
(eu com meu namorado) Eram papéis pra vender um carro e o pai dele precisava, mas o Pablo tava trabalhando, então fui eu no lugar, prometendo que não ia rolar nada e ainda ia levar a Ferchu comigo. O problema é que a gente não imaginou que, da vez que a gente se viu no meu aniversário, o pai dele também tinha comido ela.
(eu com minha amiga ferchu) Enfim, chegamos na casa dele umas 1h e ele nos recebeu super carinhoso, quase parecia um daqueles caras que são muito bons e educados. A ponto de aceitarmos entrar e sentar pra bater um papo. Octavio serviu umas cervejas e a conversa foi tranquila e divertida. Até que já estávamos altos e muito animados, foi quando levantei pra ir ao banheiro e em poucos minutos voltei pra encontrar os dois se beijando super quente na sala, não sabia o que fazer, até fiquei puta com a ferchu por estar fazendo algo que não devíamos. Fui pra cozinha fazer barulho, mas quando voltei pra sala eles continuavam no mesmo pique, tudo gostoso, e minha amiga já tinha tirado a pica dele da calça e tava batendo uma. Senti ciúmes e sentei na sala olhando séria pra eles. Minha amiga me olhou e depois continuou no que tava fazendo.
(meu sogro e meu namorado) Que porra é essa?! - falei irritada - Você não conseguir mais dar pra ele não é culpa minha - respondeu ela, divertida
- Me dá uma chance, tô quase dois meses sem nenhuma puta tirar meu leite - ele disse
Senti um fogo. Fiquei cheia de luxúria e ciúmes, tava vendo como iam comer meu homem. E fazendo as contas, eu tava há mais de 5 meses sem transar com ele, então era claro que nesse tempo ele tinha se metido com outra mulher, e isso me deixou pior.
Lembrava como a pica que minha amiga tinha na mão já tinha estado em todos os meus buracos, conhecia ela de cabo a rabo, tinha me fodido até cansar, até naquele sofá. Da pica dele eu tinha recebido um monte de porra durante os meses que fui puta dele.
- Mano! Vamos logo, o Armando vai pensar mal se eu não falar com ele - falei
- Camy, me dá uma chance! Quero dar pra ele, olha como ela tá grossa - ela disse balançando aquele membro lindo
Fiquei calada, sem saber o que dizer
- Se quiser, vamos nós três pro quarto, isso nunca vai sair daqui - Ferchu
- Não, não posso - falei sofrendo com a situação - como é que você acha que eu vou fazer um ménage?
- Não seria a primeira vez, não se faz de sonsa, garota - ela disse enquanto continuava esquentando
Ela falou isso se referindo às duas vezes que meu namorado comeu a gente bem gostoso. Não tinha muitos argumentos pra continuar resistindo a agora ser comida pelo pai dele, e no fundo eu queria.
—Quer que eu te chupe? — perguntou a Octávio —Claro, já tô com ela escorrendo — respondeu ele
Então a Ferchu se levantou e se ajoelhou na frente do sofá onde eu estava, bem na minha frente.
—Vem pra cá — ela disse, prendendo o cabelo num rabo de cavalo.
Octávio, sem hesitar, se ajoelhou na frente dela com aquela pica que, pra idade dele, não tem rival nem em tamanho nem em vigor, comparada com caras vinte anos mais novos. Eu, melhor que ninguém, sabia das habilidades dele na cama.
Ela devorava ele como uma puta. Cada vez aquele homem ficava mais irresistível, tendo uma mulher de joelhos e outra com a buceta molhada. A pica dele brilhando de saliva parecia uma delícia. Era questão de tempo até aquela rola estar dentro de uma de nós duas.
—Vai, Cami, me dá uma chance. Se quiser, a gente faz a três, você sabe que não tenho problema — disse minha amiga
—Mas o Pablo vai desconfiar — falei, já com a guarda baixa
—Manda mensagem pra ele, fala que tá na minha casa e me passa o celular — sugeriu
—É, Cami, vamos nos divertir — disse Octávio, sorrindo, e eu fiquei vermelha
Liguei e ele, felizmente, atendeu rápido. Falei que já tinha deixado os papéis e que tava na casa da Ferchu. Ele perguntou se o pai dela não tinha passado da mão, e eu disse que não, ele se comportou como um verdadeiro cavalheiro. Enquanto eu falava isso, ele ia tirando a roupa, com minha amiga de joelhos chupando devagar o pau grosso e comprido dele. Essa ligação também foi significativa porque eu aceitei transar com os dois e, depois de desligar, seríamos penetradas e gozadas até nos sentirmos cheias de prazer e porra. Já tava bem distraída imaginando a foda que ia arrebentar a gente, então a Ferchu pediu o telefone e cumprimentou meu namorado.— Oi, meu rei, como cê tá? — ouvi ela perguntar, e lembrei que ela chamava o Armando assim desde a primeira vez que comeu ele na minha frente.
Eu fui de joelhos direto pra me posicionar pra fazer um oral no meu sogrão. Um homem que eu sentia tanta falta, ia estar dentro de mim de novo. Peguei o pau grosso dele e comecei a masturbar, era tão bom ter tanta carne na minha mão de novo, olhei pra ele e sorri feito uma puta, enfiando a vara dele na minha boca. Meu sogro gemeu quando sentiu a umidade e o calor da minha língua e garganta, eu tirava e passava com força minha língua desde as bolas dele até o olhinho do pau, que nessa altura já tava vazando muito líquido pré-gozo, fazia círculos com a língua na cabeça dele e enfiava até a campainha.— Você devia ter vindo sozinha — ele disse — eu te daria toda a minha porra até você ficar escorrendo.
— Calma, você aguenta as duas, eu sei. Além disso, não é todo dia que você come duas putinhas tão jovens ao mesmo tempo — falei isso brincando com as bolas dele.
A Ferchu chegou perto e me deu o telefone. Levantei e atendi. Enquanto me despedia do meu namorado, olhava a Ferchu beijando e masturbando meu sogrão.
— Sim, amor, vou ficar aqui com a Ferchu, a conversa já se esticou bastante e a gente tá tocando em assuntos bem pesados — falei, e um sorriso se formou na cara de todo mundo — com certeza vamos ficar nisso até eu extravasar tudo.
Eles se masturbavam um ao outro enquanto sorriam pra mim, esperando eu desligar. Já estavam pelados, menos os sapatos vermelhos da Ferchu. Me despedi do meu namorado e joguei o telefone no sofá pra começar a tirar a roupa, que rapidamente foi parar no chão.
— Já tá bem dura — falei pro meu sogro — Como é que sabe? — ele perguntou
Aí tirei o sutiã, me aproximei pra pegar a ferramenta dele com força e, olhando nos olhos dele, falei:
— Porque eu conheço muito bem o teu pau
Ele começou a se revezar nas nossas bocas, enquanto passava a mão sem vergonha e de um jeito bem vulgar em cada parte do nosso corpo. Cada vez mais a gente se juntava, até que praticamente nossas bocas tavam coladas num beijo triplo. Ele pegou nossas madeixas e apertou uma contra a outra, se afastou pra observar aquele beijo lésbico que a gente já tinha feito várias vezes.
— Vamos pra minha cama, já quero comer vocês duas — ele disse, pegando na nossa cintura
— Tem camisinha? — perguntou minha amiga
— Só uma — ele respondeu
— Então deixa ela posta e usa nas duas — falou a Jéssica — eu não sei quantas você já comeu ou se tá comendo outras por aí
— Fica tranquila, o pior que posso fazer é te engravidar — Octávio
— Não seja besta, tem que ser no pelo — falei toda provocante — ou já esqueceu que meu namorado, quer dizer, seu filho, você comeu assim?
— Sei não — Ferchu
— Tanto faz, se não trocar a camisinha eu posso te passar alguma coisa — falei apertando o peito dela
— Vamos pro quarto e a gente vê — ela disse
Nós três andamos meio apressados até o quarto do nosso amante da vez. Me joguei na cama enquanto a gente se olhava com os olhos vermelhos, cheios de luxúria e vontade. Meu sogro parou na minha frente e começou a enfiar o membro super ereto numa camisinha. Minha amiga deitou do meu lado e a gente se beijou e se acariciou enquanto ele via a cena batendo uma. Ele abriu minhas pernas e me penetrou. Gritei por causa da grossura e, principalmente, porque pensei que nunca mais ia ter ele dentro de mim de novo.
Ele pegou minhas coxas pra beijar enquanto metia até o fundo. Depois se deitou em cima de mim e a gente se beijou como se não houvesse amanhã, era uma foda que eu não achei que ia rolar.
— Senti sua falta — falei entre gemidos
— De mim ou das fodas que eu te dava?! — Octávio
— De tudo! Sinto sua falta e Sinto muita falta de como você me comia! Ah ah ah! – falei enquanto gemia feito uma puta necessitada.
Seguimos por mais alguns minutos até que eu tirei ela e mandei a Ferchu ficar de puta. —Eles transam gostoso pra caralho —disse minha amiga— até parece que são namorados.
—Eu ia ser esposa dele —respondi— agora só vou ser amiga e puta dele.
Meu sogro agarrou minha amiga pelas nádegas e apontou o pau na entrada da buceta quente e molhada dela. Aquela rola tava brilhando com meus fluidos vaginais. Sorri ao pensar que tanto o filho quanto o pai tinham feito a gente fazer um menage com eles, tinham nos penetrado à vontade enquanto a gente gemia igual umas vadias, e principalmente eu, quando os dois me enfiaram ao mesmo tempo.
Meu sogro gemeu e começou a meter forte, dava pra ouvir os gemidos por todo o quarto junto com o barulho das nádegas batendo cada vez que ele enfiava fundo. Eu via os dois se acabando naquela transa gostosa, enquanto isso enfiava dois dedos bem fundo esperando meu sogro meter de novo em mim. Era muito tesão ver meu sogrão amado comendo outra puta de quatro pra depois tirar o pau todo melado e, sem limpar, enfiar em mim, e a gente se revezava naquela loucura gostosa do nosso corpo.
—Ai, meu rei! Que pau bom que você tem e como sabe usar bem! —disse a Ferchu ofegante.
—Já sei! Essas velhas sempre pedem mais —Octavio falou, e eu acredito— Aqui está a Cami.
—Chupa, preciso disso! —falei pra Ferchu abrindo minhas pernas na frente da cara dela pra ela lamber minha buceta.
—Você tá me transformando numa puta, Octavio! Transa gostoso pra caralho, porra! —gritava a Ferchu.
Então eu e meu sogro nos aproximamos e brincamos com nossas línguas de um jeito bem sujo e doentio, não parávamos aquela dança oral e isso fazia nossa saliva escorrer das bocas. O prazer fazia os três arderem naquela cama, minha amiga bem empalada pelo pai do meu namorado enquanto se esforçava pra lamber minha buceta no ritmo das metidas de pau e dos gemidos que ele provocava. Meu sogro bem concentrado em não Gozar enquanto me beijava era uma prova de vigor como só ele sabe dar. Eu estava muito excitada, sentia meus peitos prestes a explodir e minha buceta queimando enquanto escorria tanto que minha amiga tinha que beber para continuar me chupando, e eu só gemia cada vez que ela massageava com gosto meu clitóris, que estava bem duro e sensível. Ficamos nessa por uns 15 minutos.
Ele segurou Ferchu pela cintura e começou a meter nela com tudo.
— Ah, que putinhas boas — o olhar dele se perdeu no teto, e minha amiga começou a gritar com a cara vermelha e desfigurada de prazer por aguentar um homem tão forte — que gostoso é comer buceta dos outros, ainda mais se forem novinhas!
— Caralho! Tá me comendo muito forte! Octavio! Caralho! Ahhh! — ela gritou chegando ao orgasmo tão esperado. Eu me afastei e vi como a pobre vadja se contorcia de tesão — Tô gozando! Já! Já! Aaaah!
— Come ela mais forte, meu amor! Faz ela gozar! Vai, faz ela terminar! — gritei incentivando eles a transar ainda mais intenso.
— Tava precisando disso! — Ferchu disse.
Meu sogro estava tão empolgado que quase jogou ela de lado, como se fosse um brinquedo quebrado. Naquele momento, ele pediu minha buceta na frente dele para eu enfiar e masturbar o pau dele agora comigo. Me posicionei rápido e ele me enfiou com uma batida de quadril que enterrou até os ovários. Gritei pela falta de jeito, mas estávamos tão lubrificadas que a penetração mal foi desconfortável. Para mim, claro. Ele me segurou com força pelos ombros e começou a me encher de um jeito brutal. Gemíamos como animais, e minhas mãos se agarravam desesperadas aos lençóis. Minha coluna estava toda arqueada e minha cabeça virada para o céu, para onde meu homem estava me levando.
— Chupa aqui, puta — Ferchu me tirou do transe, ficando de pé na minha frente e levando minha cabeça até a buceta molhada dela. Era uma tarefa deliciosa, mas difícil fazer um bom oral enquanto tinha Octavio atrás.
No meio do meu estado agonizante de sanidade, percebi que os gemidos dela estavam abafados, e agora eu sabia o que minha amiga tinha ouvido enquanto Octavio e eu nos beijávamos durante o turno dela de ficar de quatro. Assim ele foi me penetrando como um verdadeiro deus do sexo por mais de 10 minutos, diria que ele me comia com mais força do que a Jessica, me sentia em êxtase, tive a sensação de que o ar me faltava entre meus gemidos contínuos que não paravam. Essa sensação de falta de ar junto com o prazer daquela pica remexendo com maestria minhas entranhas me dava vontade de chorar. Minha amiga tinha virado uma puta, os fluidos dela saíam com tanta intensidade que já estavam escorrendo pelas pernas dela até o colchão onde estávamos realizando nosso ato sexual e, em outra direção, até meus peitos, passando pelo meu queixo e pescoço. Agora eu entendia por que a Jessi me comeu com tanto descontrole e não como quando transamos só nós duas, o prazer é tanto que é impossível se concentrar.— É a vez da Ferchu! Entra! — disse meu sogro, agora me jogando para o lado e, com essa ação, a pica dele foi extraída das minhas entranhas. Octavio começou a comer ela bem gostoso, com um ritmo que era difícil de acreditar, já que ele estava há quase 30 minutos penetrando com fúria nossas bucetas abertas e suculentas.
Juro que ele é um homem que me deixa louca com a virilidade e experiência dele, o único que supera ele em potência e virilidade é meu namorado, mas onde ele não ganha é na experiência e resistência. Continuamos por mais alguns minutos até que nosso garanhão anunciou que estava prestes a expelir a primeira carga de porra viril, ele estava ofegante e banhado de suor, parecia tão perfeito e másculo. Fizemos uma última troca e, segundos depois, ele gritou que já ia gozar. A puta da minha amiga se ajoelhou direto no chão e pediu para ele banhá-la. Senti raiva daquela puta não ter deixado ele gozar dentro de mim, mesmo com a camisinha, eu queria. aproveitado. Me ajoelhei ao lado dela e, orgulhosas porque a gente tinha bem merecido nossa gozada, erguemos nossa postura, nossos peitos se destacaram, então pra dar um prazer visual extra, levantei os meus numa clara oferta de um lugar pra ele se esvaziar. Octavio tirou a camisinha com uma desesperação que parecia que tava arrancando e, quando tirou, jogou nos meus peitos.
— Tira a porra, rei! Tô com muita sede do que seus ovos produzem — disse Ferchu abrindo a boca como se fosse um exame médico.
— Desabafa! Vai logo! Você já se segurou demais! — falei imitando a Ferchu — A real é que você comeu a gente bem gostoso.
— Toma aí, suas putas! Ahh! Abram a boca pra engolir! — apontou pra minha boca enquanto batia uma, e naquele segundo um jato caiu dentro da minha boca, ele começou a alternar entre nossas bocas pra expelir o esperma quente dele.
Mas o prazer do orgasmo dele foi devastador e no terceiro jato ele fechou os olhos e já não controlou a direção da gozada. Entre gritos e tremores, soltou mais quatro tiros, bem carregados como é normal nas primeiras gozadas dele. Quando terminou e conseguiu nos ver, percebeu a bagunça que tinha feito sobre nossos corpos jovens, tinha porra na nossa boca, peitos, cara, barriga e até nas pernas da Ferchu.— Meu amor, você tava super carregado! Kkk — falei satisfeita enquanto a Ferchu se jogava pra chupar o pau dele que ainda escorria porra.
— Vocês saíram de onde assim?! Kkk — perguntou minha amiga, se defendendo dele e do filho — onde fabricam vocês pra pedir dois?
— Que homens, pelo amor de Deus! — falei isso indo de cabeça pra chupar as bolas dele.
Ficamos assim uns minutos até percebermos que ele não tinha perdido a ereção, na verdade tava ainda mais duro e veiudo. Esse dia continuou assim, entre penetrações, boquetes, gritos e orgasmos deliciosos.
Basicamente foi um todo mundo contra todo mundo naquela cama, que terminou molhada como era de esperar. Ele foi nos comendo bem gostoso na cama dele, daí em diante não usou mais camisinha pra alternar nas nossas bucetas, devo dizer que sem camisinha é mais gostoso, mas além disso me dava muito tesão ver como ele tirava o membro molhado da buceta da Ferchu, toda babada dos fluidos deles e assim metia em mim.
As posições eram mais variadas pra ficarmos confortáveis enquanto ele atravessava uma de nós por um bom tempo e a que tava sendo penetrada chupava a buceta da outra, devo admitir que o sexo tava muito bom, tinha muita luxúria e desejo entre os três. Ficamos assim por horas, não tinha descanso nem quando meu sogro gozava, enquanto ele se recuperava a gente fazia sexo oral num triângulo perfeito.
Assim que o pau do Otávio subia, ele voltava a nos comer, a gente se revezava pra receber ele dentro da gente, é uma delícia transar com homens assim, tão cumpridores. Ele gozou umas 4 ou 5 vezes, eu tava impressionada, embora o pau dele A última ereção não foi tão dura, mas serviu pra continuar praticando o coito. Normalmente eram só três gozadas por dia, mas supus que dois meses sem transar e na primeira ter duas putinhas bem gostosas me deixou com muito tesão. Fomos até o cansaço vencer todo mundo e, com a última gozada do Octavio, ficamos todos largados na cama, que tinha aguentado um movimento fora do normal. Vimos as horas e já eram quase 10 da noite! A gente tava transando há mais de 4 horas.
Nossos corpos estavam banhados em suor e fluidos de todo tipo, coisa que aconteceu porque ele sempre gozava fora. Levantamos pra jantar e, exaustos, fomos os três pra cama dele dormir profundamente — ele dormiu no meio e as mulheres dele de cada lado. Na manhã seguinte, ficamos chupando ele até conseguirmos deixar ele duro. O pai do meu namorado, com aquela última ereção, nos deu uma boa foda matinal.Daquele dia, não contei nada pro meu namorado, porque prometi que não ia mais transar com o pai dele, também não dei trela pras mensagens do meu sogro. Longe de sentir remorso, tô com uma vontade danada de voltar na casa dele pra ele me comer do jeito que quiser… Até que, dessa vez, ele me encha bem por dentro com o esperma dele. Espero que isso não aconteça, porque, mesmo que eu goste de ser promíscua, não gosto de quebrar minhas promessas.
Eu gosto muito de aproveitar o prazer que o sexo dá, não tenho problema com isso. Acho que cada um é livre pra fazer o que quiser nesse país de moral hipócrita. Se alguém me atrai e dá pra rolar, a gente transa — isso não quer dizer que eu não me cuide. Nas primeiras vezes, sempre usamos camisinha, e mesmo quando já tem mais tempo que a gente tá trepando, são poucos os homens com quem faço sem proteção. Já transei com vários caras e, embora alguns sejam melhores, sempre curti. Minhas amigas e eu compartilhamos essa forma de pensar e, por isso, conseguimos gozar tanto com diferentes homens quanto entre nós mesmas.
2 comentários - Minha amiga e eu fodidas pelo meu sogrão