A volta de Florianópolis foi uma baita história, nossa vida naqueles 15 dias tinha virado de cabeça pra baixo, mas a realidade nos chamava e no dia seguinte voltávamos ao trabalho nós dois e o Mateo com os avós, tudo era um turbilhão.
A última noite com os caras foi apoteótica, porque a nova gostosa da minha esposa quis dar uma foda de despedida, com nós dois mas separados, não juntos, eles foram embora dois dias antes da gente, e organizar isso foi bem complicado mas conseguimos, sem eles suspeitarem de nada, mas a noite foi com o amado Martin, mas começou com o degeneradinho do Lucas, hahahaha de tarde, com os dois a gente fez todo o repertório novo, mas eu só participei com o Martin, que era com quem eu tinha mais intimidade e que me deixava participar, conhecendo meus gostos ele me deixava chupar a rola dele por meia hora enquanto ele se divertia chupando a buceta da Sonia, era o máximo esse cara, e ainda bem que a gente levou o celular, porque tava certo ou a gente viajava pra Junín ou trazia ele pra Buenos Aires, mas isso ia continuar com certeza. Além disso, ter alguém como o Martin, que nos conhecia e morava longe, garantia nossa privacidade.
Mas uma coisa são férias, Brasil, sol e praia, e outra é acordar às 6 da manhã pra começar a rotina e o cansaço do corre-corre do dia inteiro, a foda de novo uma vez por semana e pra piorar a maldita Covid-19. Aqui tenho que contar que minha esposa é clínica geral e eu traumatologista, nem preciso dizer como isso mudou nossas vidas, plantões intermináveis e mudanças constantes, o Mateo quase morava com os avós, e a gente vivia na loucura, a Sonia pior porque foi designada pra terapia por várias semanas e a coitada terminava destruída e a tensão de não se contaminar, bom, não vou escrever nessa página todo esse sofrimento, todo mundo viveu, sofreu e ainda está sofrendo, mas só digo que, das nossas férias inesquecíveis pro inferno em poucos dias.
Falei algumas vezes com o Martin, mas não conseguia nem chegar perto de Buenos Aires, restrição total e a real é que a libido tava lá embaixo. sexo pra uma vida melhor. Quando começou o calor de outubro a coisa foi acalmando um pouco, já tínhamos mais tempo e pelo menos umas noites a gente se animava e transava, só pra satisfazer nosso corpo, porque vontade, hahaha pouca, mas lembrar do Brasil dava um gás.
O céu e o inferno em poucos meses, claro que uma vez que você prova a droga é difícil largar, e era meio isso que tava rolando com a gente. Não era que a situação sanitária ou nosso trabalho diminuíam a vontade, era que a gente tinha conhecido outro mundo e no fundo precisava daquilo, mas não tava ao alcance naquela época. Uma noite, das poucas que a gente tava descansando porque no dia seguinte não trabalhava, o assunto surgiu e eu propus pra Sonia fazer alguma coisa, mas com quem, e aí apareceu o David. Simmm, o filho da zeladora. O cara que veio na nossa cabeça, porque não tínhamos notícias dele desde o verão. Mas me dispus a descobrir, coisa que fiz na manhã seguinte, perguntei pra mãe dele, ela me contou entre outras coisas que ele tava namorando e a quarentena pegou ele na casa da menina, então esquece o David.
Um dia, largados na cama depois dos poucos encontros sexuais daqueles meses, e minha amada solta que acha que tem alguém pra brincar, foi assim que ela começou a chamar o nosso lance, e eu gostei "brincar" hahaha. Mas a parada era das mais complicadas, vou resumir...
Noite no plantão do hospital em plena pandemia, 4 da manhã, ligam da delegacia da área, falando que iam trazer dois presos com ferimentos de arma branca, normal pra um hospital. Naquela noite tava a Sonia e outro médico, mas ele tinha subido pra terapia, porque se não tivesse muita atividade no plantão ele subia pra dar uma mão. Ela recebe os feridos na maca com as algemas e três policiais de custódia.
Um, o mais velho, era só um arranhão na coxa esquerda, passou reto. à enfermeira porque era algo simples de cura rápida, o mais novo tinha uma facada na região abdominal e tava feio.
Ela fez os primeiros socorros, tirou raio-x pra ver a profundidade do ferimento, mas por sorte não tinha atingido nenhum órgão importante. Saturou a ferida, costurou e deixou ele internado pra ver a evolução. Ele ficou na guarda, não tinha vaga em outro lugar. O mais velho voltou pra delegacia.
O oficial responsável contou que tinha sido uma briga entre eles, o mais velho começou tudo, tirou um punhal da roupa e enfiou no outro. E é isso, coisa comum entre bandidos. Mas chamou a atenção dela que, quando o oficial tava saindo do hospital com o preso, mesmo tendo deixado um policial de plantão, ele se aproximou e disse:
— Doutora, cuida do coitado, esse aí tá preso por engano.
— Fica tranquilo, hoje eu tô a noite toda. (S)
E foi assim. Ela fez todos os curativos e deu um calmante que ia fazer ele dormir. Ela saía às 6 da manhã, mas pediram pra ela ficar até as 10, coisa comum na época da Covid. Então, como na guarda quase não tinha movimento, o pessoal só ia pra emergência se fosse realmente urgente, de tanto medo que tava.
Ela passou várias vezes pra ver o ferido e, numa dessas, levantou o lençol pra olhar o curativo e viu que ele tava com uma ereção do caralho, mas dormindo. Claro que chamou a atenção dela. Ela tava carente de sexo comigo, lógico, com a cabeça em outro lugar, e de repente aquela ferramenta descomunal no esplendor total. Quis confirmar se ele tava mesmo dormindo, pegou a lanterna, levantou as pálpebras dele e tava mesmo. Era uma ereção normal de um moleque que não devia ter nem 23 ou 24 anos, moreno, com o corpo bem definido, fibroso, e chamou a atenção dela as pernas de jogador de futebol. Depois ela descobriu que ele era, de um time pequeno da região. Ela olhou pra confirmar que o agente que tava de guarda tava dormindo na cadeira. Fora do consultório, ela voltou atrás, pegou aquela pica, a mão não dava conta de segurar ela toda na circunferência, e pra pegar no comprimento teve que usar as duas mãos e ainda sobrava pica. Nunca tinha visto uma daquele tamanho ereta. Horas antes, quando atendeu ele, não chamou a atenção, mas agora aquilo era inacreditável como tinha ficado, minha nossa, sabendo que ele tava dormindo, o impulso foi mais forte e, sabendo que tava sozinha naquele momento, ela se abaixou e tentou meter na boca. Teve que forçar a mandíbula, chupou por 10 segundos e saiu rápido, feito um moleque que acabou de fazer uma travessura. Se sentiu como há meses atrás, quente e molhada. Foi pro banheiro quando a enfermeira apareceu, enfiou os dedos na pussy encharcada e, como não fazia há muito tempo, se tocou.
E lá estava eu, com a pica dura na mão, incrédulo com o que tava ouvindo, porque tinha acontecido na noite anterior. Comi ela ali mesmo, com a vontade do verão em Florianópolis, e ela gozou como não gozava há meses. Pra que ela me contou isso...!!!!!!! Porque, como sempre, eu queria algo mais............
Naquela manhã, antes de ir embora, passou pra ver ele de novo, assinou pra ele ficar mais pelo menos 24 horas na observação, porque na delegacia não podiam fazer nada e precisavam fazer curativos. Também naquela manhã, o guarda contou pra ela que ele tava preso porque o outro que trouxeram tinha envolvido ele num roubo. Esse menino não tinha nada a ver, mas o juiz tinha ordenado a detenção dele até averiguar mais.
Brian, esse era o nome dele, era um pobre coitado que trabalhava num supermercado e jogava futebol, num timeco que mal pagava as passagens e um pouco mais.
- Você chupou a pica dele e não falou com ele??? (Y)
- Não, fui embora e ele continuava dormindo (S)
- Vamos ver ele, já me ocorreu uma ideia hahaha (Y)
- Cê é louco, não sabemos nada sobre ele, e ele tá preso, Gus, preso (S)
- Não me diga que o próprio policial te falou que era inocente? (Y)
- sim, mas cê viu como é, se não tem um advogado não sai, sei lá se ele tem, parecia um coitado pela roupa, me deu muita pena saber que não tem nada a ver, se acerta 3 cm mais pra cima perfurava o estômago dele. (S)
- mesmo assim se derem alta, cê não vê ele mais, vamos, passamos, certeza que tá acordado, e deixa comigo, talvez seja nosso próximo Martin hehehe (Y)
- cê é louco, sabe disso, né? (S)
- Sônia, isso trouxe de volta a adrenalina do verão, e com toda essa pandemia minha cabeça tava pra explodir, isso veio, veio na medida pra gente. precisamos brincar um pouco, meu amor, vamos levar o Mateo da minha mãe e passar no hospital, conheço ele e foda-se minha opinião. (Y)
Passamos os dois pelo hospital, fomos com os aventais e os equipamentos de proteção anti-covid direto pra emergência, vimos outro policial, não o da noite, sentado na porta do consultório onde o Brian tinha ficado,
- Oi doutora, a enfermeira fala, o que cê faz por aqui? Não me diga que é plantão de novo. (R)
- Não, Rosa, passei pra ver esse garoto e sigo, hoje trabalho na clínica, como ele tá? (S)
- Muito melhor, agora tá acordado, coitado, parece um bom menino, o médico já viu e disse que evolui bem, hoje com certeza dá alta, precisa de ajuda, doutora? (R)
- Não, de jeito nenhum, continua no que tava, entro, dou uma olhada e vamos embora, obrigada, Rosa (S)
Entramos e lá estava o Brian, ele viu ela e reconheceu na hora, o rosto iluminou e ele sorriu, ainda algemado na maca.
- Bom, vejo que já tá melhor, agora vou dar uma olhada no ferimento (S)
- Obrigado, cê me salvou, doutora, hoje quando acordei perguntei pela senhora e falaram que não voltava
- Na verdade hoje não é meu dia, mas tive que vir ver outra paciente e de quebra te vejo, te apresento meu marido, que também é médico (S)
- Vamos ver esse ferimento aí (Y) O que ele queria ver era a rola que tinha deslumbrado minha amada, não esclarecemos que eu era traumatologista, depois ia servir especialidade. kkkkkkkk
E não tinha errado, era uma flor de pica o que o Braian tinha, agora em descanso apoiada pra um lado era grossa com a cabeça coberta, mas quando se levantava dava pra ver ela em todo esplendor, isso eu comprovei depois. Sonia tirou a venda, olhou o ferimento, tava com as luvas postas e eu também coloquei as minhas, tava tudo normal, com certeza iam dar alta pra ele, então tinha que dar um jeito de continuar em contato.
Ele contou que, por sorte, o advogado do clube onde jogava interveio e que no máximo no outro dia ele estaria solto, que um vizinho o envolveu, que tinha muita inveja dele, nos disse, com quem ele se pegou na cadeia e por isso tava lá agora. Pelo fato de que no dia da acusação ele tava treinando no clube, então era questão de horas pra ele ser solto. Aí aproveitei minha especialidade e falei:
— Te deixo meu telefone, sou traumatologista, posso te examinar com a Sonia também, a gente te dá uma olhada (isso eu falei com toda a malícia e acho que até surpreendi ele), antes de você voltar a fazer esportes, esse ferimento precisa ser acompanhado. Melhor ainda, você vem lá em casa — e olhei pra Sonia pedindo aprovação. Ela me olhou como quem diz: "Cê não tá se apressando, não?" Mas eu já tinha gostado do Brian, era um espécime lindo pra foder minha amada.
E meu pressentimento não me falhou, assim como não falhou com o Martin nem com o David. Os dois foram amantes excelentes.
Pra não deixar ele com muitas dúvidas, pedi pra minha esposa, que era a médica clínica, apalpar toda a região pra confirmar se não tinha danos internos — uma mentira bem bonita, que a Sonia pegou na hora.
Ela começou apertando em volta do ferimento bem de leve e foi aproximando a mão da área dos genitais, não se atrevia a ir mais pra baixo até que eu falei:
— Doutora, a parte dos genitais, principalmente o saco, pra ver se não tem luxação interna.
Ela me olhou com uma cara de quem queria me matar, como quem diz: "Que porra cê tá falando???" Mas, claro, ela levantou os ovos dele. pressionou a área perguntando sempre se doía.
— aqui, e aqui, me fala se quando vou apertando você sente alguma dor??? (S)
— não, nada aí (B)
Pegou a rola morta que descansava pra um lado e puxou pro outro pra apertar ali e nada, sem dor. Eu olhava com atenção de médico. Ela pegou o pau de novo e puxou o prepúcio, apareceu a cabeça (glande) linda, o dobro da minha. Agora entendia por que estávamos ali naquela hora incomum. Minha amada esposa não tinha errado, esse garoto tinha uma senhora buceta de pau. hahahaha
Quando descobriu a cabeça, ela já não ficou quieta, e Sônia sentiu que ganhava vida. A rola linda, mas ela ficou com tanta vergonha que tirou a mão e rapidamente cobriu, disse que estava tudo bem, comentou que não ia mais vê-lo porque o médico de plantão ia dar alta, desejou sorte, deu um beijo de despedida e saiu. Eu fiquei pra trás e falei que mesmo assim viesse nos ver em uma semana ou antes pra gente revisar melhor. Ele me olhou, sorriu, e não precisou dizer mais nada. Acho que entendeu alguma coisa. Sônia quase correndo de vergonha, hahaha, saímos do hospital. No caminho pro carro, ela me diz:
— Cê é louco!!!!!!!!!!! Nem sabemos quem é, e me faz pegar na rola dele!!!! (S)
— Você pegou auscultando ele, é doutora, hehehe, e eu... então fica tranquila. Você tinha razão, vale a pena, hehehe. Como você fez pra enfiar tudo aquilo na boca??? hahaha (Y)
— Viu o que é aquilo??? Se você visse ele duro, não dá pra acreditar, hahaha
Voltamos pra casa, com a adrenalina no talo, igual no verão em Florianópolis.
Continua...
A última noite com os caras foi apoteótica, porque a nova gostosa da minha esposa quis dar uma foda de despedida, com nós dois mas separados, não juntos, eles foram embora dois dias antes da gente, e organizar isso foi bem complicado mas conseguimos, sem eles suspeitarem de nada, mas a noite foi com o amado Martin, mas começou com o degeneradinho do Lucas, hahahaha de tarde, com os dois a gente fez todo o repertório novo, mas eu só participei com o Martin, que era com quem eu tinha mais intimidade e que me deixava participar, conhecendo meus gostos ele me deixava chupar a rola dele por meia hora enquanto ele se divertia chupando a buceta da Sonia, era o máximo esse cara, e ainda bem que a gente levou o celular, porque tava certo ou a gente viajava pra Junín ou trazia ele pra Buenos Aires, mas isso ia continuar com certeza. Além disso, ter alguém como o Martin, que nos conhecia e morava longe, garantia nossa privacidade.
Mas uma coisa são férias, Brasil, sol e praia, e outra é acordar às 6 da manhã pra começar a rotina e o cansaço do corre-corre do dia inteiro, a foda de novo uma vez por semana e pra piorar a maldita Covid-19. Aqui tenho que contar que minha esposa é clínica geral e eu traumatologista, nem preciso dizer como isso mudou nossas vidas, plantões intermináveis e mudanças constantes, o Mateo quase morava com os avós, e a gente vivia na loucura, a Sonia pior porque foi designada pra terapia por várias semanas e a coitada terminava destruída e a tensão de não se contaminar, bom, não vou escrever nessa página todo esse sofrimento, todo mundo viveu, sofreu e ainda está sofrendo, mas só digo que, das nossas férias inesquecíveis pro inferno em poucos dias.
Falei algumas vezes com o Martin, mas não conseguia nem chegar perto de Buenos Aires, restrição total e a real é que a libido tava lá embaixo. sexo pra uma vida melhor. Quando começou o calor de outubro a coisa foi acalmando um pouco, já tínhamos mais tempo e pelo menos umas noites a gente se animava e transava, só pra satisfazer nosso corpo, porque vontade, hahaha pouca, mas lembrar do Brasil dava um gás.
O céu e o inferno em poucos meses, claro que uma vez que você prova a droga é difícil largar, e era meio isso que tava rolando com a gente. Não era que a situação sanitária ou nosso trabalho diminuíam a vontade, era que a gente tinha conhecido outro mundo e no fundo precisava daquilo, mas não tava ao alcance naquela época. Uma noite, das poucas que a gente tava descansando porque no dia seguinte não trabalhava, o assunto surgiu e eu propus pra Sonia fazer alguma coisa, mas com quem, e aí apareceu o David. Simmm, o filho da zeladora. O cara que veio na nossa cabeça, porque não tínhamos notícias dele desde o verão. Mas me dispus a descobrir, coisa que fiz na manhã seguinte, perguntei pra mãe dele, ela me contou entre outras coisas que ele tava namorando e a quarentena pegou ele na casa da menina, então esquece o David.
Um dia, largados na cama depois dos poucos encontros sexuais daqueles meses, e minha amada solta que acha que tem alguém pra brincar, foi assim que ela começou a chamar o nosso lance, e eu gostei "brincar" hahaha. Mas a parada era das mais complicadas, vou resumir...
Noite no plantão do hospital em plena pandemia, 4 da manhã, ligam da delegacia da área, falando que iam trazer dois presos com ferimentos de arma branca, normal pra um hospital. Naquela noite tava a Sonia e outro médico, mas ele tinha subido pra terapia, porque se não tivesse muita atividade no plantão ele subia pra dar uma mão. Ela recebe os feridos na maca com as algemas e três policiais de custódia.
Um, o mais velho, era só um arranhão na coxa esquerda, passou reto. à enfermeira porque era algo simples de cura rápida, o mais novo tinha uma facada na região abdominal e tava feio.
Ela fez os primeiros socorros, tirou raio-x pra ver a profundidade do ferimento, mas por sorte não tinha atingido nenhum órgão importante. Saturou a ferida, costurou e deixou ele internado pra ver a evolução. Ele ficou na guarda, não tinha vaga em outro lugar. O mais velho voltou pra delegacia.
O oficial responsável contou que tinha sido uma briga entre eles, o mais velho começou tudo, tirou um punhal da roupa e enfiou no outro. E é isso, coisa comum entre bandidos. Mas chamou a atenção dela que, quando o oficial tava saindo do hospital com o preso, mesmo tendo deixado um policial de plantão, ele se aproximou e disse:
— Doutora, cuida do coitado, esse aí tá preso por engano.
— Fica tranquilo, hoje eu tô a noite toda. (S)
E foi assim. Ela fez todos os curativos e deu um calmante que ia fazer ele dormir. Ela saía às 6 da manhã, mas pediram pra ela ficar até as 10, coisa comum na época da Covid. Então, como na guarda quase não tinha movimento, o pessoal só ia pra emergência se fosse realmente urgente, de tanto medo que tava.
Ela passou várias vezes pra ver o ferido e, numa dessas, levantou o lençol pra olhar o curativo e viu que ele tava com uma ereção do caralho, mas dormindo. Claro que chamou a atenção dela. Ela tava carente de sexo comigo, lógico, com a cabeça em outro lugar, e de repente aquela ferramenta descomunal no esplendor total. Quis confirmar se ele tava mesmo dormindo, pegou a lanterna, levantou as pálpebras dele e tava mesmo. Era uma ereção normal de um moleque que não devia ter nem 23 ou 24 anos, moreno, com o corpo bem definido, fibroso, e chamou a atenção dela as pernas de jogador de futebol. Depois ela descobriu que ele era, de um time pequeno da região. Ela olhou pra confirmar que o agente que tava de guarda tava dormindo na cadeira. Fora do consultório, ela voltou atrás, pegou aquela pica, a mão não dava conta de segurar ela toda na circunferência, e pra pegar no comprimento teve que usar as duas mãos e ainda sobrava pica. Nunca tinha visto uma daquele tamanho ereta. Horas antes, quando atendeu ele, não chamou a atenção, mas agora aquilo era inacreditável como tinha ficado, minha nossa, sabendo que ele tava dormindo, o impulso foi mais forte e, sabendo que tava sozinha naquele momento, ela se abaixou e tentou meter na boca. Teve que forçar a mandíbula, chupou por 10 segundos e saiu rápido, feito um moleque que acabou de fazer uma travessura. Se sentiu como há meses atrás, quente e molhada. Foi pro banheiro quando a enfermeira apareceu, enfiou os dedos na pussy encharcada e, como não fazia há muito tempo, se tocou.
E lá estava eu, com a pica dura na mão, incrédulo com o que tava ouvindo, porque tinha acontecido na noite anterior. Comi ela ali mesmo, com a vontade do verão em Florianópolis, e ela gozou como não gozava há meses. Pra que ela me contou isso...!!!!!!! Porque, como sempre, eu queria algo mais............
Naquela manhã, antes de ir embora, passou pra ver ele de novo, assinou pra ele ficar mais pelo menos 24 horas na observação, porque na delegacia não podiam fazer nada e precisavam fazer curativos. Também naquela manhã, o guarda contou pra ela que ele tava preso porque o outro que trouxeram tinha envolvido ele num roubo. Esse menino não tinha nada a ver, mas o juiz tinha ordenado a detenção dele até averiguar mais.
Brian, esse era o nome dele, era um pobre coitado que trabalhava num supermercado e jogava futebol, num timeco que mal pagava as passagens e um pouco mais.
- Você chupou a pica dele e não falou com ele??? (Y)
- Não, fui embora e ele continuava dormindo (S)
- Vamos ver ele, já me ocorreu uma ideia hahaha (Y)
- Cê é louco, não sabemos nada sobre ele, e ele tá preso, Gus, preso (S)
- Não me diga que o próprio policial te falou que era inocente? (Y)
- sim, mas cê viu como é, se não tem um advogado não sai, sei lá se ele tem, parecia um coitado pela roupa, me deu muita pena saber que não tem nada a ver, se acerta 3 cm mais pra cima perfurava o estômago dele. (S)
- mesmo assim se derem alta, cê não vê ele mais, vamos, passamos, certeza que tá acordado, e deixa comigo, talvez seja nosso próximo Martin hehehe (Y)
- cê é louco, sabe disso, né? (S)
- Sônia, isso trouxe de volta a adrenalina do verão, e com toda essa pandemia minha cabeça tava pra explodir, isso veio, veio na medida pra gente. precisamos brincar um pouco, meu amor, vamos levar o Mateo da minha mãe e passar no hospital, conheço ele e foda-se minha opinião. (Y)
Passamos os dois pelo hospital, fomos com os aventais e os equipamentos de proteção anti-covid direto pra emergência, vimos outro policial, não o da noite, sentado na porta do consultório onde o Brian tinha ficado,
- Oi doutora, a enfermeira fala, o que cê faz por aqui? Não me diga que é plantão de novo. (R)
- Não, Rosa, passei pra ver esse garoto e sigo, hoje trabalho na clínica, como ele tá? (S)
- Muito melhor, agora tá acordado, coitado, parece um bom menino, o médico já viu e disse que evolui bem, hoje com certeza dá alta, precisa de ajuda, doutora? (R)
- Não, de jeito nenhum, continua no que tava, entro, dou uma olhada e vamos embora, obrigada, Rosa (S)
Entramos e lá estava o Brian, ele viu ela e reconheceu na hora, o rosto iluminou e ele sorriu, ainda algemado na maca.
- Bom, vejo que já tá melhor, agora vou dar uma olhada no ferimento (S)
- Obrigado, cê me salvou, doutora, hoje quando acordei perguntei pela senhora e falaram que não voltava
- Na verdade hoje não é meu dia, mas tive que vir ver outra paciente e de quebra te vejo, te apresento meu marido, que também é médico (S)
- Vamos ver esse ferimento aí (Y) O que ele queria ver era a rola que tinha deslumbrado minha amada, não esclarecemos que eu era traumatologista, depois ia servir especialidade. kkkkkkkk
E não tinha errado, era uma flor de pica o que o Braian tinha, agora em descanso apoiada pra um lado era grossa com a cabeça coberta, mas quando se levantava dava pra ver ela em todo esplendor, isso eu comprovei depois. Sonia tirou a venda, olhou o ferimento, tava com as luvas postas e eu também coloquei as minhas, tava tudo normal, com certeza iam dar alta pra ele, então tinha que dar um jeito de continuar em contato.
Ele contou que, por sorte, o advogado do clube onde jogava interveio e que no máximo no outro dia ele estaria solto, que um vizinho o envolveu, que tinha muita inveja dele, nos disse, com quem ele se pegou na cadeia e por isso tava lá agora. Pelo fato de que no dia da acusação ele tava treinando no clube, então era questão de horas pra ele ser solto. Aí aproveitei minha especialidade e falei:
— Te deixo meu telefone, sou traumatologista, posso te examinar com a Sonia também, a gente te dá uma olhada (isso eu falei com toda a malícia e acho que até surpreendi ele), antes de você voltar a fazer esportes, esse ferimento precisa ser acompanhado. Melhor ainda, você vem lá em casa — e olhei pra Sonia pedindo aprovação. Ela me olhou como quem diz: "Cê não tá se apressando, não?" Mas eu já tinha gostado do Brian, era um espécime lindo pra foder minha amada.
E meu pressentimento não me falhou, assim como não falhou com o Martin nem com o David. Os dois foram amantes excelentes.
Pra não deixar ele com muitas dúvidas, pedi pra minha esposa, que era a médica clínica, apalpar toda a região pra confirmar se não tinha danos internos — uma mentira bem bonita, que a Sonia pegou na hora.
Ela começou apertando em volta do ferimento bem de leve e foi aproximando a mão da área dos genitais, não se atrevia a ir mais pra baixo até que eu falei:
— Doutora, a parte dos genitais, principalmente o saco, pra ver se não tem luxação interna.
Ela me olhou com uma cara de quem queria me matar, como quem diz: "Que porra cê tá falando???" Mas, claro, ela levantou os ovos dele. pressionou a área perguntando sempre se doía.
— aqui, e aqui, me fala se quando vou apertando você sente alguma dor??? (S)
— não, nada aí (B)
Pegou a rola morta que descansava pra um lado e puxou pro outro pra apertar ali e nada, sem dor. Eu olhava com atenção de médico. Ela pegou o pau de novo e puxou o prepúcio, apareceu a cabeça (glande) linda, o dobro da minha. Agora entendia por que estávamos ali naquela hora incomum. Minha amada esposa não tinha errado, esse garoto tinha uma senhora buceta de pau. hahahaha
Quando descobriu a cabeça, ela já não ficou quieta, e Sônia sentiu que ganhava vida. A rola linda, mas ela ficou com tanta vergonha que tirou a mão e rapidamente cobriu, disse que estava tudo bem, comentou que não ia mais vê-lo porque o médico de plantão ia dar alta, desejou sorte, deu um beijo de despedida e saiu. Eu fiquei pra trás e falei que mesmo assim viesse nos ver em uma semana ou antes pra gente revisar melhor. Ele me olhou, sorriu, e não precisou dizer mais nada. Acho que entendeu alguma coisa. Sônia quase correndo de vergonha, hahaha, saímos do hospital. No caminho pro carro, ela me diz:
— Cê é louco!!!!!!!!!!! Nem sabemos quem é, e me faz pegar na rola dele!!!! (S)
— Você pegou auscultando ele, é doutora, hehehe, e eu... então fica tranquila. Você tinha razão, vale a pena, hehehe. Como você fez pra enfiar tudo aquilo na boca??? hahaha (Y)
— Viu o que é aquilo??? Se você visse ele duro, não dá pra acreditar, hahaha
Voltamos pra casa, com a adrenalina no talo, igual no verão em Florianópolis.
Continua...
15 comentários - Isso é maravilhoso, nova vida de corno
en el ultimo tiempo escribi mas de diez post. todo un record, despues me agarra el parón y por un años no escribo, jajaj
¿este es el comienzo de la historia que ya habian empezado a contar en otros relatos?
saludos Misko
Espero pronto la continuación, pero tranquila sabemos que no sos una máquina.
Besotes hermosa