Tamy, Parte 1

A próxima experiência que vou te contar ninguém sabe, nem mesmo meu namorado que estava lá. Nos dias seguintes, me senti muito mal, como uma puta suja que aceita qualquer coisa quando tá bêbada e com tesão. Mas, lembrando disso, dá vontade de reviver, e não só pelo que curti, mas por toda a perversão que senti naquela noite. Quando me lembro, fico molhada e às vezes até fantasio repetir enquanto me toco. Aliás, agora mesmo já tô me acariciando enquanto escrevo.

Mas não quero enrolar com coisas que não vêm ao caso, então me apresento: me chamo Tamara, mas óbvio que me chamam de Tamy, tenho 22 anos. Honestamente, me considero uma mina gata, mesmo sabendo que tem muitas mais gostosas que eu, mas sei que tenho minhas qualidades. Não sou muito alta, tenho 1,70m, peitos não muito grandes mas bem formados, e uma bunda que não é meu maior atributo, mas com a roupa certa e uma boa pose, fico brutal. Já me disseram isso amigos, amigas e até primos. Sou muito sensual com o pouco que tenho pra oferecer, adoro sexo em todas as suas formas. Vale deixar claro que até aquela noite, não tinha experimentado...

Foi exatamente no dia 14 de fevereiro de 2021. Eu namorava um cara que já estávamos saindo há vários anos, mais ou menos dois anos e meio. Ele era muito gente boa e eu amava ele, gostava de estar junto, até fantasiava um futuro e família, etc. Tudo ia mais que bem até aquele 13 de fevereiro. Uma amiga me comentou que outra amiga nossa tinha terminado com o atual parceiro, e pra resumir, entre todo o grupo de amigas decidimos passar o 14 com ela. Todas tivemos que adiar nossos planos, por sorte os parceiros de cada uma entenderam, apesar de um ou outro ter dado uma de dramático, mas conseguimos estar todas juntas.

Com meu namorado, que se chamava Daniel, foi um pouco complicado. Mais porque, apesar de entender a situação, ele não tinha problemas, mas o cara queria foder. Pra ser sincera, eu também queria, e combinamos que em algumas horas nos encontraríamos e... Terminaríamos juntos o dia dos namorados. Na reunião com minhas amigas, minha amiga desiludida rapidinho esqueceu da sua separação, estávamos zoando, dançando, bebendo e nos divertindo, até que o Daniel me manda uma mensagem no WhatsApp. Abri e era uma foto do pau dele bem duro e depilado com uma mensagem que dizia "quando quiser me avisa que ele é todo seu". Amei a foto, me afastei das meninas e fui ao banheiro, subi uma perna sobre a privada, coloquei meu cel no modo selfie e o posicionei embaixo da minha saia curtinha e tirei a foto, dizendo pra ele manter ele duro até eu chegar junto dele, tirei mais umas fotos e depois saí.

Enquanto me divertia, trocava mensagens com meu namorado, entre outras coisas ele me contou que foi com uns amigos beber e obviamente não só álcool. Só disse pra ele não abusar que a noite nos esperava. Passaram-se umas 4 horas e muitas das minhas amigas começaram a ir embora, todas pensávamos a mesma coisa: já cumpriram, agora é nossa vez. Com tudo que havíamos bebido já me sentia tonta, andar reto tava difícil mas ainda tava consciente da situação toda. Foi aí que escrevi pro Daniel pra ele vir me buscar. Deve ter passado meia hora e ele nem lia a mensagem, ligava e não atendia. Não duvidava dele, só que eu já tava com muita vontade e não queria esperar mais. Em cima de tudo isso, as poucas meninas que restaram começaram a falar das experiências delas, cada história era melhor que a outra, fossem verdade ou mentira, não importava, eu só queria sentir um pau bom antes de ir dormir.

O Daniel não aparecia e não respondia as mensagens, já tava ficando nervosa até que chegou um áudio dele... Não podia acreditar no que esse cara tava fazendo comigo, no áudio dava pra notar o quão ruim ele tava, pedindo desculpas e dizendo que já tava vindo. Era óbvio que esse cara ou se matava vindo, nos matava os dois, ou pior, dormia e eu não ia foder. Tava puta quando ele chegou, abri a porta do carro e todas as minhas suspeitas se tornaram realidade. Ele tava com uma cara de bêbado terrível, mal conseguia formar palavras, tentou fazer um carinho mas minha postura de irritada fez ele recuar. Subi no carro e começamos a andar, tentei ver o lado positivo da situação. Ele tava alegre além do normal e era óbvio que também queria a mesma coisa que eu. Enquanto conversávamos sobre nossas festas e ele dirigia, passava a mão pelas minhas pernas, por baixo da minha saia e depois ia descendo. Já conhecia ele nesse estado e ele me conheceu em estados piores, mas meu medo era a gente chegar na cama e ele cair no sono. Sabia que o Daniel não ia dar conta sozinho, e enquanto ele acariciava minhas pernas e de vez em quando tocava minha buceta com os dedos, me aproximei mais dele e comecei a passar a mão no pau dele por cima da calça. Andamos algumas quadras assim até sentir o volume dele crescendo cada vez mais.

Me incomodava um pouco ele tirar as mãos pra trocar as marchas, mas sabia que era eu quem tinha que tomar a iniciativa dessa vez. Aproveitei um momento em que ele trocava de marcha e me cheguei mais perto pra usar as duas mãos e abrir o zíper do jeans dele. Ele ajudou se ajustando no espaço que dava entre o banco e o volante, até que consegui tirar o pau pra fora da cueca. Sem dúvida, me inclinei pra chupar.

Comecei com uns beijinhos na cabeça, desci e depois subi de novo. Passava a língua da glande descendo até onde o jeans permitia, subia novamente e enfiava ele inteiro na boca. Enquanto subia e descia a cabeça chupando aquele pau, dava pra sentir o carro reduzindo a velocidade e até estacionando. Ele se recostou no encosto enquanto eu ficava de joelhos no banco do passageiro, levantando a bunda pequena dele. Ele passava a mão pelas minhas costas e chegava nas minhas nádegas pra subir de novo, enquanto eu saboreava o pau dele. Adorava chupar ele, queria bem molhado pra entrar. Com meus lábios só sugava e subia e descia pela cabeça do pene enquanto com a mão brincava. Com a bunda dela, ele ficava louco, eu ouvia ele gemer e dizer coisas que não entendia. Ele levava as mãos até atrás da minha saia e acariciava meu cu. Eu não estava preparada pra isso, mas sabia que, pela posição, ele não chegaria na minha buceta, que estava mais que molhada. Por isso não disse nada e continuei.

Ficamos alguns minutos até que senti que ele parou de responder aos meus estímulos, tanto que até o pau dele ficou mais mole. E é estranho, nunca tinha acontecido, até que nesse momento ouvi... *Toc toc...*

Sem pensar, olhei pra janela e não pude acreditar: era um policial. Na hora, fiquei dura, encarando ele fixamente, até que senti uma luz atrás de mim. Me virei pra ver pela outra janela e era outro policial com uma lanterna iluminando dentro do carro. Foi questão de segundos enquanto eu tentava me recompor, e vejo o Daniel dormindo, aquele filho da puta. Me sento no meu lugar e o policial que estava do lado esquerdo do carro bate de novo. Vejo o Daniel acordar e se espreguiçar, e ao ver o oficial, abaixa o vidro.

— Boa noite, cavalheiro. Permite a documentação?

Daniel, num estado lastimável, vejo ele se esforçar pra tirar a carteira do bolso de trás. Entrega os documentos pro oficial, ele olha e devolve, dizendo:

— A senhorita, quem é?

Daniel responde num idioma que não sei o que era, algo tipo: "Ela é minha mina."

O agente que está do meu lado, posso ver que faz sinais pro outro, e o que estava do lado do meu namorado diz pra ele descer. Daniel desce e fica conversando com os agentes um bom tempo. Eu estava nervosa, não sabia o que podia acontecer. Estava pensando em ligar pra alguém, mas pra quem? Como vou explicar essa situação? Então fiquei esperando.

Depois de alguns minutos, o Daniel entra no carro e me diz:

— Os policiais querem falar com você. Vê o que você diz pra gente vazar daqui.

Eu não entendia nada. Por que queriam falar comigo? Do que queriam falar? Mas como vi o Daniel convencido de que se eu falasse, eles nos deixariam ir, aceitei e desci. do carro. Quando desci e fechei a porta, um dos oficiais me levou até a traseira dos nossos carros e ambos ficaram de frente pra mim e começaram a perguntar:
- Boa noite, moça. Você conhece o motorista?
- Sim, óbvio, é meu namorado. A gente saiu pra comemorar o Dia dos Namorados.
- Tem certeza? Não tenha medo, com a gente você tá segura.
- Segura do quê? Tô com meu namorado, não tô entendendo.
- Calma, estamos fazendo nosso trabalho. A atividade dentro do veículo nos pareceu suspeita, então interviemos.
- Bom, é meu namorado há dois anos, eu já tenho 22, qual seria o problema?

Nesse momento, um dos agentes se aproximou do que tava me interrogando e falou no ouvido dele. O primeiro policial só assentia com a cabeça até que, num instante, me olhou dos pés à cabeça e sorriu.
- Tem algum problema?
- Sim, pelo visto seu namorado tá dirigindo com a carteira vencida e, além disso, dá pra ver que usou algo que não devia.
- E não dá pra deixar a gente passar dessa vez? Eu não bebi nada, sei dirigir.
- Olha, pela carteira vencida até poderíamos deixar passar, mas por dirigir sob efeito de substâncias, não.

O outro oficial entrou na conversa:
- Podemos te levar à delegacia, chamar seus responsáveis pra te buscarem, mas seu namorado hoje fica preso.

Era óbvio que não tinha solução diplomática nisso. Se meus velhos descobrem que o Daniel usa ou que ele vai preso, tudo vai pro buraco. Parecia um pesadelo, eu tava mais que nervosa com tudo isso. Pensei em suborná-los, mas não tinha mais de 900 pila e o Daniel não sentia grana. Acho que num momento fiquei tão viajando, olhando pra nada, que o policial falou comigo e até gritou:
- Ei!! Tá com a gente?
- Desculpe, é que não sei o que fazer. Não quero que meus pais descubram nem que meu namorado tenha problemas.
- E bom, eu não posso fazer nada, mamita. É meu trabalho.

Foi aí que ouvi um assobio da viatura e um dos oficiais foi. Com toda a movimentação, nunca tinha percebido que tinha outro policial a mais, mas sentado dentro da patrulha, no banco. Alguns segundos depois, o policial voltou até nós e disse ao colega:
— A novinha tem sorte, o chefe quer que a gente resolva por aqui mesmo.
— Sério?
— Foi o que ele disse, mas que a gente não deixe ele de fora.

O primeiro policial olhou pros lados antes de me falar:
— Vamos resolver aqui. Se você souber se virar, depois pode ir embora, que tal?
— Claro, agora não tenho muita grana, mas amanhã te passo tudo o que pedir.

Nessa hora os dois começaram a rir de um jeito bem sacana.
— Não queremos dinheiro.

Já tinha sacado pra onde a coisa tava indo e só esperava que o Daniel reagisse, aí falei:
— Se não falarem, não sou adivinha. Além do mais, meu namorado tá no carro.
— Seu namorado? Vem cá.

Me fizeram andar até ver que o Daniel tinha caído no sono, aquele filho da puta.

Então o policial me pergunta:
— Então, o que vai ser? A gente chama a base ou resolve aqui?

Olhei pro Daniel dormindo e soube que ia ter que resolver tudo sozinha. Disse pro policial:
— Tá bom, o que precisa fazer?

Ele me pegou pela mão e me levou pro lado do carro do meu namorado, que dava pro acostamento. Parou na minha frente e começou a desabotoar o cinto. Hoje pensando, não acredito como na hora não sacava o que tava rolando, até que ele tirou até a cueca e deixou aquele pauzão cair na minha frente. Era óbvio que ganhava em tamanho e comprimento do Daniel, e juro que tava com vontade de tocar, mas meus instintos de puritana me seguravam. Fiquei parada ali só olhando aquele tronco enorme, até que o agente me disse:
— Vai, paga a multa.
— Adorei, é bem grande, mas meu namorado tá aqui.
— Para de frescura, o cara já tá apagado faz tempo.

Era verdade, o Daniel já tinha apagado de bêbado, e eu tinha um pau lindo na minha frente. Tava tão duro, e a cabeça parecia que queria que eu puxasse o prepúcio. Aí toda a raiva, o estresse e os nervos foram sumindo enquanto eu me ajoelhava diante daquele pedaço de carne impressionante. Tava tão gostoso que nem usei as mãos pra masturbar. Enquanto me abaixava, abri a boca pra ele entrar, botei minhas... De joelhos sobre suas botas e comecei a chupá-lo, mal entrava na minha boca e por mais que eu tentasse não chegava até o ventre dele. Sentia que estava me engasgando, que pau gostoso eu estava chupando, a colônia dele era deliciosa, o púbis bem depilado e as bolas eram muito macias na mão. Ele me agarra pelo cabelo e me puxa para trás e começa a se masturbar. POR FAVOR, AINDA NÃO TERMINOU, tudo para para me segurar debaixo do queixo e começar a foder minha boca, aquele pau entrava tão fundo que eu sentia ele abrindo caminho na minha garganta, adorava como aquele policial degenerado fodia minha boca, até que sinto uma mão nas minhas costas e sabia que não era o primeiro policial, já que ele tinha uma mão na minha nuca e a outra sob meu queixo me penetrando oralmente. Em um momento pensei que era o Daniel que tinha acordado, mas em vez de terminar com tudo, ele queria me foder por trás, eu estava entregue, mas em vez disso sinto algo acariciando meu rosto, abro os olhos e olho para a minha esquerda e era outra rola, não tão boa quanto a primeira, mas bem bonita, tanto que ao vê-la me deu vontade de chupá-la também. Deixei o pau do primeiro policial e comecei a mamar o outro enquanto batia uma para o primeiro, essa segunda rola eu gostava mais, era mais fina, entrava melhor na minha boca e eu podia brincar com a língua, mas eu não controlava a situação, era apenas um objeto e eu adorava, o primeiro agente me tirava da pica do seu companheiro e metia a dele na minha boca, alguns segundos depois era o companheiro dele que fazia o mesmo, me mantiveram assim por um bom tempo, saía uma pica, entrava outra, até que em um momento eles entraram em acordo e ambos meteram juntos, não podia acreditar que as duas rolas cabiam na minha boca, além disso ambos me fodiam, que delícia, eu ajoelhada naquela pose de submissa enquanto duas rolas fodiam minha boca, eu adorava, minha língua ficava louca, não sabia para onde ir. O primeiro policial sai da situação e fico mamando a rola do segundo agente por um tempo, quando sinto um... dedo que me saboreia, não pare não...

1 comentários - Tamy, Parte 1

Es ilegible tu relato entra las faltas de ortografía y la mala redacción,un dolor de ojos.