as imagens ou gifs que decoram este post são meramente ilustrativas, pra ajudar vocês a se envolverem com a leitura" Valeu. Por causa de umas complicações com meu carro e meu trampo numa cidade que não era onde eu morava, por cerca de um mês e meio tive que pegar religiosamente um busão todo dia às 6 da manhã, percorrer uns 70 quilômetros e assim chegar no meu serviço. Era inverno, o busão que eu pegava tava sempre meio largado, então vocês imaginam que lá dentro o frio era motivo pra desanimar e querer pedir demissão, mas era só momentâneo, então decidi aguentar. A primeira semana dessa odisseia passou normal, sem sustos nem nada pra destacar. Mas na segunda-feira seguinte tudo mudaria. Pela disponibilidade de lugares por causa do horário, éramos poucas pessoas que frequentavam aquele busão, e a grande maioria era idosos, não era meu caso, eu tinha na época 26 anos, então ficava meio de fora de qualquer conversa que surgisse, os velhos são assim, pensava, enquanto colocava meus fones e ia despertando aos poucos. Tocava nos meus ouvidos CINEMA VERITÉ, imerso na música, olhos fechados, sinto alguém tocar meu ombro... Levanto a vista, e uma mina de no máximo 20 anos fazia gestos e falava. Parei a música, leitura labial nunca foi meu forte, e ouvi ela claramente. - te incomoda se eu sentar aqui com você? - não, de boa, senta, respondi sério mas educado, na minha cabeça pensava "pois é, imagina se ela vai querer sentar com aqueles velhos chatos que passam o tempo todo se gabando das doenças que têm" Antes de colocar os fones de novo, ouvi ela se apresentar. - sou Laura, prazer, entre sorrisos e um tom de sono.. - sou Mariano, muito prazer Laura, com um sorriso rápido, pra corresponder ao dela. A conversa parou por aí. O silêncio deve ter tomado conta do busão, enquanto nos meus fones tocava 11 y 6 do Fito Paez. Tava curtindo a música quando Laura toca em mim de novo.. Sorrisso, ela exclama: —Esse é um puta hit do Fito, teu fone tá no talo, tô escutando! Cê gosta? Respondi surpreso, achando meio fora do comum pra alguém da idade dela. —Amo, é um puta som, me empresta um fone? —Sim, sim, claro, respondi. Escutamos juntos, botei a música de novo pra compartilhar a experiência. Os dois sentados, quase colados, de olhos fechados; da minha parte, posso dizer que às vezes abria os olhos pra ver ela sorrir enquanto sussurrava parte da letra... Próxima música: "Cunt de otro pozo", dos Caballeros de la Quema... Cês tão pensando, quebrou o clima? Pelo contrário, a gente se olhou, e vejo ela esticar a mão... Queria bater um cinco, tipo aprovando. —Mano, hit atrás de hit, segura aí, falou entre risadas... Já mais à vontade e com a música de desculpa, começamos a perguntar coisas, o básico... quantos anos cê tem? pra onde cê vai? o que cê faz da vida? etc. Tinha 22 anos, tava no segundo ano da faculdade, cursava medicina, e blá blá blá, o de sempre. Contei sobre mim, meu trampo, os perrengues etc. Ela falou dos dela, de como às vezes os caminhos que a gente escolhe são foda. Uma coisa era certa: íamos nos ver toda manhã, pelo menos enquanto eu continuasse de busão... Não vou negar, isso me deixou feliz, ter uma companheira de viagem, longe dos adultos ranzinzas, dava outro sentido ao trajeto. Entre músicas e conversas, chegamos no terminal, descemos juntos, ela se despede sorrindo. —A gente se vê amanhã, né? Entre gargalhadas... —Infelizmente sim, respondi, cê foi muito chata o caminho inteiro, mami, o que me espera... Ela inflou as bochechas, me chamou de malvado, ajeitou a bolsa e foi pro lado oposto ao meu... O dia passou normal, sem sustos, não ia vê-la na volta pra casa, por causa dos horários... No dia seguinte, acho que foi a manhã mais fria de todas. Esperei no terminal, meus olhos procuravam ela, mas nem sinal. Subi no busão, fui pros bancos do fundo, longe de todo mundo, e me preparei. fazer a minha parte... A gente já ia partir quando ouvi ela gritar pro motorista - ESPERA, ESPERA! como se quisesse parar o ônibus, coisa que no fim conseguiu... Vi ela subir, descabelada, com muito sono, mesmo assim sorrindo. Ela olhava os bancos, como se procurasse alguma coisa, até que me encontrou... - mano, não dava pra sentar mais atrás não? pensei que você não ia viajar hoje! Parece que ela tinha vindo correndo, porque dava pra ver que tava ofegante. - uff, pensei que não ia chegar, mano, que sono que eu tava, quero me matar. Falei pra ela que de boa, que todo mundo já passou por isso uma vez... Depois que relaxou, me perguntou como eu tava, como tinha sido meu dia anterior, e vice-versa. A gente conversou uns minutos e eu falei que hoje só trabalhava meio período, e no máximo às 2 eu voltava pra cidade... - mano, eu saio à uma, você me espera e a gente come alguma coisa antes de voltar? A proposta me surpreendeu, mas eu aceitei, que mal podia dar? As horas passaram sem eu perceber, e quando cheguei no terminal, ela tava lá, sentada, esperando. O que cê tá fazendo, gatinha, tudo bem? falei quando cheguei... Ei, mar, beleza? respondeu sorrindo. A gente vai pro café ali na frente e toma alguma coisa, quer? falta uma hora pra gente ir... Então, sem mais delongas, a gente foi, como se fôssemos amigos de infância... Enquanto almoçávamos, a gente conversava sobre tudo um pouco, se conhecendo mais. A gente fazia piadas, se zoava amigavelmente, enfim, sem perceber, a gente já tava flertando. Chegou a hora de ir, a gente entrou no ônibus e assim acabou nosso dia juntos. Antes de nos despedirmos no terminal, a gente trocou WhatsApp pra ficar em contato caso surgisse outra oportunidade em que ambos terminássemos nossas tarefas cedo, um beijo na bochecha, e um "até amanhã" com gosto de "não vai embora ainda"... Cheguei em casa, com o perfume dela na minha roupa, que cheirei de um jeito absurdamente romântico, antes de entrar no banho. De perfume não entendo nada, mas não é o caso, além disso, ela tinha um aroma especial, que despertava cada um dos meus sentidos... Umas horas depois, chega um mensagem dela.. -companheirinho de viagem,olha o que encontrei entre as coisas da mãe,seguido de uma foto.. O primeiro álbum do Serú...pulei da cadeira,tava em perfeito estado...
- Nossa, que maravilha, consegui dizer pra ela, sua mãe é uma gostosa.
- Ah, viu? Meus gostos foram herdados dela, hahaha...
- Esse seu aí, se vier buscar. Tá me zoando? Respondi incrédulo...
- Não, idiota, tô te dando, sei que você adora e é isso, aceita como um agrado por você ter sido tão legal comigo...
- Sim, sim, quero.
- Ok, te espero, seguido da localização dela. Umas 20 quadras separavam a casa dela da minha, é inacreditável, a gente nunca tinha se visto... Tô bem perto, posso chegar aí em uns 20 minutos?
- Sim, sim, vem logo, te espero, emoji sorrindo...
Demorei um pouco pra chegar na casa dela, e depois de tocar a campainha, quem atende é uma senhora de uns 40 anos.
- Oi, em que posso ajudar?
- Oi, boa tarde, a Laura está?
Ela nem terminou de responder, e a voz da Laura ecoou.
- Mãe, se for o Mariano, deixa ele entrar, é um amigo...
A mãe me olhou de cima a baixo, mas atendeu o pedido da filha.
- Prazer, Mariano, sou a Mercedes, mãe da Laura...
- Muito prazer, senhora, respondi meio sem graça...
Ela virou de costas e tomou a frente, e aí eu vi o céu. Uma bunda linda, redonda, carnuda, visivelmente durinha, dividida por um fio dental preto que aparecia por baixo da leggings... É um caminhão, pensei, enquanto ela caminhava, rebolando aquela bunda firme pelo corredor que levava até a Laura...
— Amigo, passa, o que cê tá fazendo? A Lau se jogou em mim me dando um beijo na bochecha, senta aí, vou botar a chaleira no fogo e tomar uns mates... Vinil do Serú no meio da mesa, a gente começou a bater um papo sobre ele enquanto a Mercedes tava na cozinha lavando umas louças, mas de orelha em pé. É MEU, gritou a patroa, a gente ficou em silêncio e a Lau exclamou — era, mãe, tava largado por aí e eu dei pro Mariano, entre risadas nervosas. A mãe ficou dura ao ouvir aquilo, se virou e apoiou as mãos na mesa... — Que que você deu, hein? Espantada... Ao se apoiar na mesa, me deixou ver claramente um decote bem cavado, uns peitos que pareciam firmes apesar da idade, e que a cada movimento pareciam querer fugir da prisão deles...
Sim, mãe — respondeu Lau —, ele estava largado na garagem, juntando poeira. Pra que você queria ele? A mãe estava meio irritada, mas talvez pra não contrariar a filha na minha frente, aceitou. — Espero que cuide bem dele, hein, olha que é um tesouro... — O que a senhora disser, dona — respondi, envergonhado, e a resposta dela foi: — Perdão? Dona? Olha aqui, querido, hein, tenho 45, nada de dona, melhor Mery e pronto. Aí eu concordei, ainda mais envergonhado, enquanto Laura se cagava de rir... A gente continuou a conversa, mas era inevitável desviar o olhar pra cozinha, aquela coroa tava lá, esfregando alguma coisa, o movimento da bunda dela tava espetacular da minha perspectiva... Como seria colocar minhas mãos naquela bunda? As ideias taradas tomaram conta da minha cabeça, mas consegui manter a compostura. Depois de umas horas, me despedi das duas e fui pra casa, com meu prêmio. Mas o destino tinha outros planos pra mim. Mais tarde na noite, conversando com Lau, solto uma coisa que me deixaria perplexo. — Amigo, você agradou minha mãe, hahaha. — O quê? Tá me zoando? — respondi, chocado. — Sim, burrão, e ainda ficou toda encucada porque você chamou ela de dona, você devia ter ouvido depois que você foi embora... "Me dá 2 horinhas com esse garoto pra ele ver como a dona é boa" hahaha Os áudios de Lau morrendo de rir diminuíam a tensão, mas ainda era estranho algo assim acontecer comigo, convenhamos que nunca fui tão sortudo... Nos encontrar no outro dia foi risada atrás de risada, enquanto ela me contava tudo. Meio envergonhado, falava pra Lau parar de encher o saco com isso, que não era legal, me fazendo de sonso, mas por dentro já tinha colocado a velha de quatro apoiada na mesa da sala... Os dias passaram e ela continuava falando coisas da mãe, me perguntava quando eu ia visitar de novo, etc., uma espécie de alcoviteira em cada viagem, eu recusava qualquer coisa que saía da boca dela... Nisso, o mês voou, recuperei meu carro, parei de viajar de ônibus, mas a boa onda e a amizade com Lau continuaram, a gente trocava mensagem todo dia, ela vinha pra Casa, eu ia na casa dela, enfim, um vínculo inesperado tinha se criado entre nós. Continuaram as constantes investidas de querer me aproximar da mãe dela, as piadas, a música, etc. Chegou a data do meu aniversário, 11 de setembro. A Lau, além de me cumprimentar em todas as redes sociais, me mandou um WhatsApp muito meloso e carinhoso, e um convite... — Vem depois do meio-dia se quiser, compramos um presentinho pra você com a mamãe. — Beleza, respondi, mais tarde passo lá... Fiquei pensando, o que será que vão me dar? Mesmo não ligando muito, nunca ganho coisas legais, o povo é uma merda, haja... Cheguei na casa dela, as duas me cumprimentaram com um beijo, bons desejos, uns mates com facturas, mas do presente, nem sinal... já vão me dar, pensei por dentro. Conversa vai, conversa vem, a Lau recebe uma ligação, e ao desligar, fala que precisa sair um momento de urgência, que ia demorar menos de meia hora... — Então Lau, vou indo embora, falei me levantando. — Não, não vai, mãe, segura a onda pra mim um pouquinho, já volto? — Pode ir, filha, fica tranquila, a gente fica aqui tomando mate, seguido de um sorriso estranho... Deixei pra lá, a Laura foi embora, e depois de uns mates, ela se levanta da mesa e diz: — Me espera um pouquinho que já volto, meu bem. — Beleza, respondi, ficando sozinho na sala, mexendo no celular, matando o tempo. Depois de uns 10 minutos, escuto a voz dela. — Voltei, meu bem, sentiu minha falta? Excessivamente safada... — Sim, claro, falei brincando, olhando pro celular, mas quando levantei a vista... Ela estava apoiada no batente da porta, no corredor, me encarando. As portas do céu se escancararam. Salto agulha alto, meia preta, um baby doll preto com transparências exageradas, e por baixo dele, uma lingerie de renda preta, que realçava as curvas incríveis dela...
- que foi, gatinho? ficou mudo? A dona te surpreendeu? Parece que ela ainda tava nessa na cabeça dela... - sim, sim, que é isso? respondo gaguejando de nervoso... - é seu presentinho de aniversário, achou que a gente tinha esquecido? Ela exclamou cheia de tesão. Fiquei paralisado, vendo ela se aproximar devagar de mim. O som dos saltos no chão parecia querer rachar a terra no meio. Quando chegou na minha frente, me deu um beijo na testa, me parabenizou de novo, esfregando os peitos firmes na minha cara. Não sei o que fiz pra merecer uma coisa dessas, também não deu tempo de pensar muito... Ela me puxou pela nuca e enfiou minha cabeça inteira entre os peitos dela... Tão duros, com um formato perfeito, ela esfregava eles na minha cara confusa enquanto passava a língua nos lábios... - cê gosta das tetas da dona, hein? ela sussurrava entre gemidos... - adoro, são incríveis, respondi como dava, já que ela não parava de me apertar contra eles... - hmm que bom, sabia que você ia gostar, gatinho... - pega nelas, bebê, é seu aniversário, pode fazer o que quiser com elas. Mal terminou de falar e eu já tinha separado ela um pouco de mim e comecei a massagear, apertar, lamber... Ela não parava de rebolar, se contorcendo na minha frente, passava a língua nos lábios de novo enquanto acariciava meu pescoço devagar...
Num acesso de lucidez, eu parei e disse que aquilo não estava certo, que a Laura podia chegar a qualquer momento, etc. — Não tem problema, gostosa, aproveita, ou será que você não gosta de mim? — Gosto, sim, você me encanta, mas a situação... — A situação é perfeita, bebê — sussurrou, colocando um dos dedos na minha boca para me calar. Enquanto se virava, exibindo pra mim aquela bunda linda, firme, grande, ela separava as nádegas com as mãos, mostrando tudo... — Olha bem pra mim, gostosa, me admira, me deseja, meu corpo inteiro pode ser seu se você quiser. Mostrando toda a elasticidade, ela tocava a ponta dos sapatos com os dedos, me exibindo em detalhes como estava nua... A calcinha fio dental, aliás, não era do tamanho dela, estava muito apertada e pequena. O movimento que ela fez fez com que os lábios da buceta dela, rosadinhos, engolissem aquele pedacinho de pano que ela usava...
Perdi a sanidade, o desejo me venceu, parei rápido, fui atrás dela, ajudei ela a se levantar e, freneticamente, comecei a acariciar o corpo dela... As pernas dela, subindo devagar até a cintura, pra apertar com loucura aqueles peitos duros... Tudo isso enquanto sussurrava no ouvido dela que amava aquilo, lambendo os lóbulos, enfiando eles dentro da minha boca. — Ai sim, bebê, assim, adoro — ela dizia com a respiração ofegante, enquanto jogava a bunda pra trás, tentando se esfregar na minha pélvis... — Ai, papai, fui eu que te deixei assim? Minha calça jeans estava prestes a explodir, já tava doendo, e ela pareceu perceber minha dureza na hora... Ela se virou rápido e enfiou a língua na minha boca, compartilhando a saliva dela, enquanto apertava minha bunda, me puxando bem pra perto dela... Chupava meu pescoço, um pouco afastada do meu peito, e a mão esquerda dela foi pra frente, me olhando fixo nos olhos, começou a apertar minha rola. — Nossa, que duro, bebê, o que é isso? Mmm, posso provar? — com carinha de puta extrema.
-obvio que podés,respondí ya jugado,es mi cumpleaños,acaso vos SOS mi regalito?,pregunté haciéndome el inocente
-adivinaste,está doñita es tu regalito,y algo muy duro me está contando que te guste,grito sonriendo...
-tu cumple recien empieza Papito,dijo entre jadeos...
Comprendí que la fiesta estaba por comenzar,y que no iba a ser yo quien soplase la vela...
Si llegaste hasta acá se agradecen tus comentarios favs o puntos,la comunicación con ustedes es lo que motiva a seguir compartiendo contenido,un abrazo y espero que haya Sido una lectura agradable.
Si querés date una vuelta por mi anterior relato.
https://m.poringa.net/posts/relatos/4435718/Marce-la-amiguita-de-mi-mujer-parte-1.html
https://m.poringa.net/posts/relatos/4435841/Marce-la-amiguita-de-mi-mujer-parte-2.html
https://m.poringa.net/posts/relatos/4436119/Marce-la-amiguita-de-mi-mujer-final.html
Saludos a todos 🤗🤗🤗
- Nossa, que maravilha, consegui dizer pra ela, sua mãe é uma gostosa. - Ah, viu? Meus gostos foram herdados dela, hahaha...
- Esse seu aí, se vier buscar. Tá me zoando? Respondi incrédulo...
- Não, idiota, tô te dando, sei que você adora e é isso, aceita como um agrado por você ter sido tão legal comigo...
- Sim, sim, quero.
- Ok, te espero, seguido da localização dela. Umas 20 quadras separavam a casa dela da minha, é inacreditável, a gente nunca tinha se visto... Tô bem perto, posso chegar aí em uns 20 minutos?
- Sim, sim, vem logo, te espero, emoji sorrindo...
Demorei um pouco pra chegar na casa dela, e depois de tocar a campainha, quem atende é uma senhora de uns 40 anos.
- Oi, em que posso ajudar?
- Oi, boa tarde, a Laura está?
Ela nem terminou de responder, e a voz da Laura ecoou.
- Mãe, se for o Mariano, deixa ele entrar, é um amigo...
A mãe me olhou de cima a baixo, mas atendeu o pedido da filha.
- Prazer, Mariano, sou a Mercedes, mãe da Laura...
- Muito prazer, senhora, respondi meio sem graça...
Ela virou de costas e tomou a frente, e aí eu vi o céu. Uma bunda linda, redonda, carnuda, visivelmente durinha, dividida por um fio dental preto que aparecia por baixo da leggings... É um caminhão, pensei, enquanto ela caminhava, rebolando aquela bunda firme pelo corredor que levava até a Laura...
— Amigo, passa, o que cê tá fazendo? A Lau se jogou em mim me dando um beijo na bochecha, senta aí, vou botar a chaleira no fogo e tomar uns mates... Vinil do Serú no meio da mesa, a gente começou a bater um papo sobre ele enquanto a Mercedes tava na cozinha lavando umas louças, mas de orelha em pé. É MEU, gritou a patroa, a gente ficou em silêncio e a Lau exclamou — era, mãe, tava largado por aí e eu dei pro Mariano, entre risadas nervosas. A mãe ficou dura ao ouvir aquilo, se virou e apoiou as mãos na mesa... — Que que você deu, hein? Espantada... Ao se apoiar na mesa, me deixou ver claramente um decote bem cavado, uns peitos que pareciam firmes apesar da idade, e que a cada movimento pareciam querer fugir da prisão deles...
Sim, mãe — respondeu Lau —, ele estava largado na garagem, juntando poeira. Pra que você queria ele? A mãe estava meio irritada, mas talvez pra não contrariar a filha na minha frente, aceitou. — Espero que cuide bem dele, hein, olha que é um tesouro... — O que a senhora disser, dona — respondi, envergonhado, e a resposta dela foi: — Perdão? Dona? Olha aqui, querido, hein, tenho 45, nada de dona, melhor Mery e pronto. Aí eu concordei, ainda mais envergonhado, enquanto Laura se cagava de rir... A gente continuou a conversa, mas era inevitável desviar o olhar pra cozinha, aquela coroa tava lá, esfregando alguma coisa, o movimento da bunda dela tava espetacular da minha perspectiva... Como seria colocar minhas mãos naquela bunda? As ideias taradas tomaram conta da minha cabeça, mas consegui manter a compostura. Depois de umas horas, me despedi das duas e fui pra casa, com meu prêmio. Mas o destino tinha outros planos pra mim. Mais tarde na noite, conversando com Lau, solto uma coisa que me deixaria perplexo. — Amigo, você agradou minha mãe, hahaha. — O quê? Tá me zoando? — respondi, chocado. — Sim, burrão, e ainda ficou toda encucada porque você chamou ela de dona, você devia ter ouvido depois que você foi embora... "Me dá 2 horinhas com esse garoto pra ele ver como a dona é boa" hahaha Os áudios de Lau morrendo de rir diminuíam a tensão, mas ainda era estranho algo assim acontecer comigo, convenhamos que nunca fui tão sortudo... Nos encontrar no outro dia foi risada atrás de risada, enquanto ela me contava tudo. Meio envergonhado, falava pra Lau parar de encher o saco com isso, que não era legal, me fazendo de sonso, mas por dentro já tinha colocado a velha de quatro apoiada na mesa da sala... Os dias passaram e ela continuava falando coisas da mãe, me perguntava quando eu ia visitar de novo, etc., uma espécie de alcoviteira em cada viagem, eu recusava qualquer coisa que saía da boca dela... Nisso, o mês voou, recuperei meu carro, parei de viajar de ônibus, mas a boa onda e a amizade com Lau continuaram, a gente trocava mensagem todo dia, ela vinha pra Casa, eu ia na casa dela, enfim, um vínculo inesperado tinha se criado entre nós. Continuaram as constantes investidas de querer me aproximar da mãe dela, as piadas, a música, etc. Chegou a data do meu aniversário, 11 de setembro. A Lau, além de me cumprimentar em todas as redes sociais, me mandou um WhatsApp muito meloso e carinhoso, e um convite... — Vem depois do meio-dia se quiser, compramos um presentinho pra você com a mamãe. — Beleza, respondi, mais tarde passo lá... Fiquei pensando, o que será que vão me dar? Mesmo não ligando muito, nunca ganho coisas legais, o povo é uma merda, haja... Cheguei na casa dela, as duas me cumprimentaram com um beijo, bons desejos, uns mates com facturas, mas do presente, nem sinal... já vão me dar, pensei por dentro. Conversa vai, conversa vem, a Lau recebe uma ligação, e ao desligar, fala que precisa sair um momento de urgência, que ia demorar menos de meia hora... — Então Lau, vou indo embora, falei me levantando. — Não, não vai, mãe, segura a onda pra mim um pouquinho, já volto? — Pode ir, filha, fica tranquila, a gente fica aqui tomando mate, seguido de um sorriso estranho... Deixei pra lá, a Laura foi embora, e depois de uns mates, ela se levanta da mesa e diz: — Me espera um pouquinho que já volto, meu bem. — Beleza, respondi, ficando sozinho na sala, mexendo no celular, matando o tempo. Depois de uns 10 minutos, escuto a voz dela. — Voltei, meu bem, sentiu minha falta? Excessivamente safada... — Sim, claro, falei brincando, olhando pro celular, mas quando levantei a vista... Ela estava apoiada no batente da porta, no corredor, me encarando. As portas do céu se escancararam. Salto agulha alto, meia preta, um baby doll preto com transparências exageradas, e por baixo dele, uma lingerie de renda preta, que realçava as curvas incríveis dela...
- que foi, gatinho? ficou mudo? A dona te surpreendeu? Parece que ela ainda tava nessa na cabeça dela... - sim, sim, que é isso? respondo gaguejando de nervoso... - é seu presentinho de aniversário, achou que a gente tinha esquecido? Ela exclamou cheia de tesão. Fiquei paralisado, vendo ela se aproximar devagar de mim. O som dos saltos no chão parecia querer rachar a terra no meio. Quando chegou na minha frente, me deu um beijo na testa, me parabenizou de novo, esfregando os peitos firmes na minha cara. Não sei o que fiz pra merecer uma coisa dessas, também não deu tempo de pensar muito... Ela me puxou pela nuca e enfiou minha cabeça inteira entre os peitos dela... Tão duros, com um formato perfeito, ela esfregava eles na minha cara confusa enquanto passava a língua nos lábios... - cê gosta das tetas da dona, hein? ela sussurrava entre gemidos... - adoro, são incríveis, respondi como dava, já que ela não parava de me apertar contra eles... - hmm que bom, sabia que você ia gostar, gatinho... - pega nelas, bebê, é seu aniversário, pode fazer o que quiser com elas. Mal terminou de falar e eu já tinha separado ela um pouco de mim e comecei a massagear, apertar, lamber... Ela não parava de rebolar, se contorcendo na minha frente, passava a língua nos lábios de novo enquanto acariciava meu pescoço devagar...
Num acesso de lucidez, eu parei e disse que aquilo não estava certo, que a Laura podia chegar a qualquer momento, etc. — Não tem problema, gostosa, aproveita, ou será que você não gosta de mim? — Gosto, sim, você me encanta, mas a situação... — A situação é perfeita, bebê — sussurrou, colocando um dos dedos na minha boca para me calar. Enquanto se virava, exibindo pra mim aquela bunda linda, firme, grande, ela separava as nádegas com as mãos, mostrando tudo... — Olha bem pra mim, gostosa, me admira, me deseja, meu corpo inteiro pode ser seu se você quiser. Mostrando toda a elasticidade, ela tocava a ponta dos sapatos com os dedos, me exibindo em detalhes como estava nua... A calcinha fio dental, aliás, não era do tamanho dela, estava muito apertada e pequena. O movimento que ela fez fez com que os lábios da buceta dela, rosadinhos, engolissem aquele pedacinho de pano que ela usava...
Perdi a sanidade, o desejo me venceu, parei rápido, fui atrás dela, ajudei ela a se levantar e, freneticamente, comecei a acariciar o corpo dela... As pernas dela, subindo devagar até a cintura, pra apertar com loucura aqueles peitos duros... Tudo isso enquanto sussurrava no ouvido dela que amava aquilo, lambendo os lóbulos, enfiando eles dentro da minha boca. — Ai sim, bebê, assim, adoro — ela dizia com a respiração ofegante, enquanto jogava a bunda pra trás, tentando se esfregar na minha pélvis... — Ai, papai, fui eu que te deixei assim? Minha calça jeans estava prestes a explodir, já tava doendo, e ela pareceu perceber minha dureza na hora... Ela se virou rápido e enfiou a língua na minha boca, compartilhando a saliva dela, enquanto apertava minha bunda, me puxando bem pra perto dela... Chupava meu pescoço, um pouco afastada do meu peito, e a mão esquerda dela foi pra frente, me olhando fixo nos olhos, começou a apertar minha rola. — Nossa, que duro, bebê, o que é isso? Mmm, posso provar? — com carinha de puta extrema.
-obvio que podés,respondí ya jugado,es mi cumpleaños,acaso vos SOS mi regalito?,pregunté haciéndome el inocente
-adivinaste,está doñita es tu regalito,y algo muy duro me está contando que te guste,grito sonriendo...
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Comprendí que la fiesta estaba por comenzar,y que no iba a ser yo quien soplase la vela...
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3 comentários - Minha amiga Lau e a "coroa" parte 1