Fui morar sozinho quando tinha 24 anos, num apartamento de dois cômodos no bairro de Caballito — daí meu nick. No apartamento em frente ao meu, morava a Mara, uma mulher de 42 anos, paraguaia, gordinha, peituda, baixinha, uns 1,50m, caderuda e super gente boa. Ela vivia com o filho (e se vocês leram meu relato anterior, sabem que as quarentonas me pegam...).
Eu esbarrava com ela no elevador de vez em quando e sempre admirava aquela bunda gostosa e bonita que ela tinha. Ela sempre usava umas leggings pretas ou jeans, e a simpatia dela somava muitos pontos. Mais de uma vez dediquei uma bela punheta pra aquela bunda.
A gente morava no último andar de um prédio bem alto, e sempre que nos encontrávamos no elevador, batíamos um papo. Ela me contou que era enfermeira e que morava na Argentina há mais de 15 anos. Tinha vindo pra Buenos Aires em busca de um futuro melhor e, por sorte, as coisas iam muito bem pra ela. Também me disse que os irmãos dela moravam em Quilmes e que muitos fins de semana ela ia pra lá, porque o irmão tinha piscina. Eu também cruzava com ela quando estava com minha namorada da época, então ela sabia que eu não era sozinho.
No ano seguinte, no verão, lá por janeiro, a gente ficou sem porteiro no prédio. Ele decidiu pedir demissão, não sei os motivos, mas a questão é que tínhamos que descer o lixo às 21h pra rua, pra coleta. No meu andar tinha 6 apartamentos, então a gente se revezava pra descer o lixo. Essa atividade também deu abertura pra gente conversar um pouco mais e criar uma amizade, mais do que só uma conversa de elevador. Passamos a fazer pequenos favores: "Vou no supermercado, quer que eu traga algo?", descer todos os andares e subir levava tempo, então a gente se ajudava.
Num sábado, perto do meio-dia, tocam a campainha. Eu, naquela época, tava naquelas idas e vindas com minha namorada e já fazia mais de uma semana que não comia ninguém, tava batendo uma punheta. Pra que mentir... Tava me masturbando gostoso vendo um dos DVD pirata que comprei no parque Rivadavia. Desliguei a TV, me vesti correndo com um bermuda e uma camiseta larga tentando esconder a pica dura.
- Eu: Só um minuto, tava no banheiro.
- Mara: Sou Mara, a água da cozinha tá vazando e não acho a chave de passo.
Me ajeitei como pude e abri a porta. A porta dela, que era na frente da minha, tava aberta e dava pra ver o chão enchendo de água. Mara tava encharcada, com a camiseta colada no corpo, mostrando o sutiã e a legging preta toda molhada.
Corri pro apartamento dela, entrei na cozinha e vi que o aquecedor tava vazando muito. Tentei fechar a chave de passo que tava embaixo, mas tava travada.
Na hora falei:
- Eu: Espera que vou subir no terraço pra fechar a chave geral.
Saí correndo, subi pro terraço que era um andar acima, achei as chaves de passo e fechei a do apartamento dela. Desci sem fôlego perguntando:
- Eu: Parou?
- Mara: Parou! Que sorte, não conseguia fechar a água, sorte que você sabe como, porque meu apartamento tá parecendo uma lagoa!
- Eu: Sim! Espera que te ajudo.
Ajudei ela a secar o chão todo. Mais relaxado e terminando o serviço, comentei:
- Eu: Vai ter que trocar a chave de passo porque não dá pra fechar.
- Mara: Que merda!!! Amanhã falo pro meu irmão vir me ajudar, ele é pedreiro e sabe trocar isso tudo.
- Eu: Show! Porque um encanador vai te custar os olhos da cara!
- Mara: Mas você não sabe a sorte que eu tive, porque hoje não ia estar aqui, mas tive que trabalhar de manhã e meu filho foi ontem pra casa do meu irmão. Bom, vou lá embaixo ver se passou água pra eles. Já volto.
- Eu: Beleza! Qualquer coisa tô aqui, hoje não saio.
Uns minutos depois, Mara apareceu com uma toalha se secando.
- Mara: Você me deixaria tomar um banho na sua casa? Porque tô toda molhada.
- Eu: Claro, sem problemas.
- Mara: Valeu, sério, valeu por tudo. Se não fosse você, eu não ia saber como fechar a água.
- Eu: Não precisa, de qualquer jeito alguém ia te ajudar.
- Mara: Espera aí que eu pego a roupa e fecho aqui.
Ela entrou um momento, fechou a porta e entrou no meu apartamento.
- Eu: Olha, ali tem o banheiro, pode tomar um banho sossegada e tem toalhas também. Eu vou ficar vendo TV.
Ela entrou no quarto deixando a porta meio aberta, eu fiquei na sala. A porta do quarto ela não fechou, eu em silêncio olhava de canto, mas não via nada. Depois ouvi que fechou a porta do banheiro e começou a tomar banho. Demorou muito, não sei se foram 20 ou 30 minutos, mas demorou.
Saiu do banheiro porque ouvi a porta abrir. Eu tava imaginando que ela ia sair pelada me chamar pra entrar… Mas não, só perguntei:
- Eu: Tudo bem?
- Mara: Sim, tudo bem, tô me trocando.
- Eu: Ah! Beleza, fecho a porta pra você?
- Mara: Não, já terminei.
Aí pude ver ela de canto de olho de calcinha e sutiã, um espetáculo, aquela bunda redonda, madura, um sutiã grande com uns peitos… (puf, lembro e já fico duro). Depois, saiu já vestida com uma minissaia jeans e uma camiseta branca com um desenho.
- Mara: Sua namorada não vem? Faz tempo que não cruzo com ela?
(Mara tava com a cara mais séria).
- Eu: Puf, faz duas semanas que ela não vem. Tá que não sabe o que fazer da vida, blá blá blá e decidiu dar um tempo… e a gente já sabe, deve ter outro rolo por aí.
Mara, que tava com toda a roupa nos braços.
- Mara: É, coisas da vida e da idade.
- Eu: Sim, é uma chance de conhecer gente e experiências novas.
Falamos besteiras, ela me explicou a teoria das mulheres de 25 a 35, que não sabem o que querem, etc. Ela disse que ia embora, que tava muito grata por tudo que eu tinha feito, que ia me pagar o favor. Nos despedimos porque ela ia pra Quilmes, que o filho dela tava lá e veria se o irmão arrumava o registro. Ela se Fui no apartamento dela, eu fui preparar a comida, já que era tarde, e falei com uns amigos pra fazer algo de tarde/noite. Depois de 20 minutos, bateram na porta de novo, era a Mara se despedindo, me agradeceu de novo, disse que voltava no dia seguinte (domingo) ou na segunda de manhã, que tinha que trabalhar e não sabia se voltava ou ia direto pro trampo.
Passou o sábado, eu saí sem me “castigar” pra encontrar os amigos, voltei umas 8 da manhã de domingo e me joguei na cama pra dormir a ressaca. No mesmo domingo, acordei umas 6 ou 7 da tarde, fiz um café, liguei a TV e fiquei no sofá.
Umas 8 da noite, bateram na porta, era a Mara.
– Eu: Opa, e aí! Beleza o fim de semana?
– Mara: Muito bom, no final acabei vindo e de quebra trouxe um agrado pra você.
Ela tinha trazido sopa paraguaia, que é uma comida típica do Paraguai e eu adoro, e tava vestida do mesmo jeito, só que mais bronzeada, dava pra ver que tinha pegado sol.
– Eu: Ahh, entra… Precisa de água ou usar o banheiro?
Enquanto ela entrava…
– Mara: Não! Meu irmão já arrumou a torneira, já tenho água. Ele foi embora faz um tempinho, não ouviu as batidas?
(Como eu ia ouvir, se tava apagado?)
– Eu: Não, dormi o dia inteiro.
– Mara: hahahaha, você deve ter sido o único que não ouviu, porque a vizinha de baixo veio reclamar, que falta de consideração do povo, que eu preciso de água e é uma emergência.
– Eu: Entra, senta aí (mostrei o sofá), quer um café? Uma breja?
– Mara: Melhor uma breja com isso, mesmo que já comi, tá muito bom.
Fui na geladeira e peguei uma Quilmes e dois copos, coloquei na mesinha de centro que tinha na frente da TV.
– Mara: E aí, como foi ontem, encontrou sua mina?
– Eu: Não… essa aí não liga mais. Como te falei, deve ter outro cara por aí que tá servindo bem ela. (Rimos). Ontem fui com meus amigos dançar e cheguei umas 7, então dormi o dia todo. E você?
– Mara: Eu ontem fiquei o dia todo deitada na piscina, olha como me queimei.
Ela me mostrava os braços e as pernas. Eu observava que ficaram marcas da sunga nos ombros dela.
– Eu: Dá pra ver que pegou sol… (Resposta idiota, porque eu tava olhando as pernas dela...)
– Mara: Ainda tô com a sunga, ia ficar, mas meu irmão me trouxe hoje e me ajudou com a torneira. Meu filho fica lá com os primos, como tão de férias, ele aproveita, eu tenho que trabalhar.
Conversando, bebendo e pelo visto ela já tinha bebido antes porque tava bem animada. Ela se mexia, ajeitando a minissaia, puxando ela pra baixo… Como vi que fez isso várias vezes, falei…
– Eu: Se quiser, tira, ué, já que tá de sunga por baixo.
Ela riu, levantou, desabotoou a minissaia e tirou, rindo. Sentou, subindo uma perna no sofá e deixando a outra no chão. A sunga que ela usava era uma calcinha preta. Já a ação dela tirar a minissaia me deixou de pau duro. Não tirava os olhos da buceta dela, dava pra ver o kitty bem marcado.
– Mara: Já sei o que você quer… olha, eu sou mais velha que você e não enrolei muito.
Porra!, pensei, enquanto ela olhava pro meu volume.
– Eu: Já somos adultos (respondi).
– Mara: Sempre me perguntei como você era…
– Eu: Como eu era? O quê? (Ela era uma luz pra pegar indiretas...)
– Mara: Você sabe, se é bem dotado… Acho que sim, sua namorada vinha quase todo dia.
– Eu: Tenho normal, mas funciona bem.
– Mara: Se vira sozinho agora? Que não tem namorada? Porque sábado eu vi você bem inspirado.
(Ri…)
– Eu: Dava pra notar?
– Mara: Você saiu com o pau duro e óbvio que dava pra notar.
– Eu: Tava prestes a me virar sozinho quando você me chamou.
– Mara: Ahh. Ficou com vontade! Suponho que depois que eu fui embora, você bateu uma bem boa.
– Eu: Fiz comida, já era tarde e tinha planos.
Rimos.
– Mara: mmmm ficou com a porra guardada?
– Eu: Você não sabe… faz 2 semanas que nada de nada e uns 4 dias que não me castigo.
Ela me olhava enquanto mordia o lábio.
– Mara: mmm… E não dá vontade… porque você tem uma mulher esperando.
Ela começou a acariciar meu braço… Eu tava de pau duro…
-Eu: E você? Faz quanto tempo que não…
-Mara: Puffff… melhor não falar disso, deixa eu ver, quero ver ela.
Tirei o shorts e a cueca que tava, sentei no sofá com as pernas abertas pra dar pra ver bem meu pau duro. Ela se aproximou, pegou no meu pau, bem devagar, começou a me masturbar.
-Mara: mmmm que lindo que você tem… Tá bem duro, por quê?
(Quase me caguei de rir quando ela falou isso…)
-Eu: Fiquei com tesão vendo essa bunda linda que você tem. (Falei no ouvido dela).
Aí, sem perder tempo, ela subiu em cima de mim e começamos a nos beijar, ela enfiava a língua na minha boca e eu adorava. Eu entre as pernas dela e meu pau roçava na calcinha dela, sentindo aquela bundona, ela rebolava em mim.
Eu tirei a blusa dela e levantei a calcinha, deixando os peitos dela livres, que comecei a lamber e chupar. Ela tinha uns mamilos bem duros, bem eretos e escuros.
Enquanto chupava os peitos dela, vi como ela se lambia, não parava de rebolares… Ela se deitou no sofá e puxou a calcinha, me mostrando a buceta molhada…
-Mara: Vem buceta, vem, chupa aqui…
Aí, me ajeitei entre o chão e o sofá, a buceta dela tava muito molhada, aberta, o cheiro de sexo rapidamente tomou a sala… Ela tinha uma buceta linda e um clitóris meio grande, que adorei ter na boca. Ela tava bem aberta de pernas e eu chupava com muita vontade, tava com o queixo todo molhado, ela não parava de gemer…
-Mara: Chupa papai… tira essa vontade. Come tudo… come toda minha tatu quentinha (Tatu é como chamam a vagina no Paraguai, vulgarmente).
-Eu: Você gosta, mamãe? Gosta de como eu chupo você?
-Mara: Sim papai… continua chupando…
Me ajeitei e enfiei os dedos… Ela gemia, levava as mãos à boca pra se tampar e aproveitar, do outro lado me agarrava a cabeça e pressionava contra a pélvis dela. Continuei enfiando os dedos e chupando o clitóris dela, ela se contorcia de prazer gemendo… Me afastei um momento pra apreciar bem a buceta dela, eu continuei enfiando os dedos que já estavam todos molhados… Ela, com uma mão, tapava a boca e, com a outra, começou a se masturbar bem forte e rápido, com um olhar muito sério… meio brava porque eu tinha parado de chupar. Tirei a mão dela e continuei chupando o clitóris, senti que ela estava chegando lá, a buceta dela apertava meus dedos. Rapidamente, ela me afastou com as mãos e tirou meus dedos molhados, me olhando enquanto eu chupava os dedos que estavam todos molhados.
- Mara: Hummm, papi, como me excita você fazer isso… que gostoso… você me sentiu?
- Eu: Sim, que buceta gostosa você tem…
Ela estava muito ofegante, parou um momento para recuperar o fôlego. Eu me sentei ao lado dela, ela subiu em cima de mim e me beijou mais ternamente.
- Mara: Esse seu pau tá durão… Vem, vamos pro quarto…
A gente se levantou, eu tirei a camiseta e ela tirou o sutiã…
- Mara: Deita na cama, que vou te chupar… Goza na minha boca, que eu engulo seu leite.
- Eu: Você gosta? (Pergunta idiota…)
- Mara: Adoro chupar e engolir (enquanto sorria pra mim).
Eu me deitei na cama, me apoiei na cabeceira e ela abriu minhas pernas, se ajoelhou e se abaixou, deixando aquele rabão pra cima… Aquela imagem, aquela bunda era perfeita… Ela não parava de me olhar… Me olhava o pau enquanto me masturbava…
- Mara: Que pau lindo você tem, “curepi” (Curepi é como chamam os argentinos…)
- Eu: Você gosta…? (Outra pergunta idiota).
- Mara: Adoro, tá durinho… (Ela continuava olhando meu pau duro e me masturbando devagar) Você vai meter tudo isso em mim, papi?
Enquanto terminava a frase, começou a me chupar bem devagar… Soltou meu pau e usou só a boca, colocou as mãos nas minhas pernas… Gemendo de prazer, de vez em quando me olhava… A imagem de ver ela com a bunda pra cima e o prazer da chupada eram incríveis… Ela pegou meu pau de novo e começou a me masturbar rapidamente…
- Mara: Você gosta do jeito que eu te chupo, papi?
- Eu: Adoro!
Ela olhava pro meu… pau, enfiava na boca dela, passava a língua na cabeça... Num instante ela enfia minha pau bem fundo na boca dela, até começar a engasgar. Tirei ela de lá e ela tossiu um pouco. Me olhou...
-Mara: que pau gostoso...
O olhar dela era de raiva, não parava de me masturbar rapidamente... Eu olhava pra ela... de repente ela cuspiu na minha pau... continuava com a mão se movendo rápido, com raiva e força, como se quisesse que eu gozasse...
-Mara: Gostou, filho da puta...?
Puf, aquele xingamento, mais do que me irritar... foi um puta elogio...
-Eu: Adoro, puta... adoro como você tá chupando minha pau...
-Mara: Viu... você soltou a puta que tava escondida aqui.
Ela olhou pra minha pau, cuspiu de novo, continuou me masturbando olhando pra minha pau...
-Mara: Como tá dura, viado...
Eu tava quase gozando...
-Eu: Já vou gozar, filha da puta...
-Mara: Na minha boca...
Sem dizer mais nada, ela enfiou minha pau de novo na boca e começou a chupar... Eu não conseguia me segurar de tanto prazer e joguei o primeiro jato de porra dentro da boca dela, senti que saiu muito forte por causa da tesão que tava... ela começou a tossir com a quantidade de porra que eu tava botando, mas não tirava minha pau da boca... senti ela engolindo tudo, até parar. Ela se jogou pro lado e disse:
-Mara: Filho da puta, saiu muita porra, faz tempo que não me enchiam de porra assim... que delícia.
(Enquanto me mostrava abrindo a boca e mostrando a língua, que tinha engolido tudo).
-Eu: Eu te avisei... engoliu tudo?
-Mara: Siiiiim (Ela ria enquanto se deitava do meu lado, ficando de bruços na cama)
-Eu: Vou pegar um cigarro... quero um baseado.
Levantei, fui pra sala e voltei, tava calor, então abri a janela, o cheiro de sexo precisava arejar. Me joguei fumando do lado dela...
-Mara: Vai me comer ou já ficou exausto?
-Eu (Ainda fumando): Termino o baseado e a gente parte pra segunda...
-Mara: Vai aguentar? Porque eu não gosto de coisa pela metade...
-Eu: Claro, mamãe, não vou te deixar na mão... (Já Eu já tava terminando o baseado.
Ela continuava de bruços com as pernas meio abertas, levantando aquela bunda e mexendo de um lado pro outro.
- Eu: Você gosta de sexo anal?
- Mara: Se você me esquentar e me preparar direito, não tem problema.
Já tava pronto pro segundo round… Ela olhou pra minha pica, pegou nela e começou a me masturbar.
- Mara: hummm, ela tá acordando de novo.
- Eu: Vem, fica de quatro…
Ela se ajeitou na cama enquanto eu me posicionava atrás dela. A raba dela era linda… Tinha a buceta aberta e molhada, me deixou duro de novo. Dava pra ver a marca do bronzeado e isso me excitava ainda mais…
- Mara: Me come com força, quero sentir essa pica dura.
- Eu (enquanto penetrava): Tá dura assim, cê acha…?
- Mara: Forte… forte… filho da puta… não para.
Eu metia nela com raiva, ela me xingava… “filho da puta”, “viado”… “me come”. Ela gemia, gritava, eu bombava… “cê gosta, puta?”… “aproveita essa pica dura, filha da puta”… continuamos assim por uns minutos, quando eu tava quase gozando, tirei a pica de dentro, ela tava completamente encharcada com o fluido dela… Olhei a buceta dela inchada e aberta… dei um chupão… ela gemia. Vi o cu dela, com as mãos separei as nádegas e, eu que nunca tinha feito isso na vida, comecei a lamber e cuspi pra lubrificar.
- Mara: Que gostoso… que língua deliciosa… cê gosta da minha bunda?
- Eu: Quer?
- Mara: Vamos tentar…
Peguei minha pica e encostei a cabeça no cu dela… Ela não disse nada, só gemia e eu só ouvia a respiração ofegante dela… Em vez de parar, ela empurrou a bunda contra minha pica e entrou naquele rabão…
- Mara: hummmm, como você tá comendo meu cu!
Ela gritava e gemia… Não parava de se mexer, eu queria ir mais devagar pra não machucar, mas ela fazia o contrário, começou a se mover pra frente e pra trás de um jeito bem violento. Continuamos por uns minutos…
- Eu: Quer que eu encha teu cu de porra…?
- Mara: Onde você quiser, filho da puta… eu já gozei umas três vezes… agora goza você.
Ela não parava de se mexer. acompanhando minhas estocadas… Quando senti que ia gozar, tirei a pica do cu dela.
- Mara: O que foi?
- Eu: Nada, ainda não quero terminar…
- Mara: Lava ela e vem me comer de novo.
Fui até o banheiro e lavei a pica na pia, verdade que saiu limpinha, mas fazer o quê… Ela ainda estava me esperando de quatro na cama.
- Eu: Vira, quero te ver…
Ela se deitou na cama, segurou os joelhos com as mãos se abrindo bem… Era um espetáculo, os peitos, a posição… Penetrei ela de novo e comecei a meter enquanto olhava pra ela…
- Mara: Você quer me deixar um presentinho, né?
- Eu: Quer que eu encha você de porra…?
Ela mostrou a língua pra mim e foi assim que passamos pro papai e mamãe, nos beijando, sem parar de foder… Num momento ela falou… espera… vem, se levantou, se apoiou de frente pra uma das paredes na ponta dos pés…
- Mara: Me come assim…
Ela tava apoiada na parede com as mãos… incrível… eu me coloquei atrás, agarrei a cintura dela e continuei metendo… Sentindo como aquela bunda batia a cada estocada e aqueles peitos balançando no ar.
- Mara: Me enche de porra filho da puta… quero sentir esse jorro quente dentro de mim…
- Eu: Vou explodir filha da puta…
Num momento sinto como minha buceta aperta minha pica enquanto se contraía… ela tava gozando muito forte, soltou um grito de prazer… na mesma hora eu joguei o resto de porra que tinha com um orgasmo muito intenso.
- Eu: Toma mamãe… sente a porra que você queria…
- Mara: Filho da puta… que delíciaaaaa… gozamos juntos… que prazer!
Eu me afastei, ela apoiou o tronco na parede, ainda de pé com as pernas um pouco abertas… Minha porra ia escorrendo da buceta dela completamente molhada e descendo pelas pernas. Ela virou a cabeça me olhando…
- Mara: Você me encheu de porra filho da puta… amei o que você me fez sentir… bem puta.
- Eu: Como você me deixava louco me chamando de “filho da puta”… amei!!! E que buceta gostosa você tem, puta… Você gosta dessa puta? (Enquanto balançava a bunda pra cima e pra baixo)... Na próxima vez que você for gozar, tira ela e enfia na minha boca.
Ela se agachou na minha frente e enfiou meu pau na boca, chupou um pouco mais enquanto eu ia relaxando, minha porra ia saindo da buceta dela e pingando no chão. Ela enfiou dois dedos na buceta dela enquanto tava nessa posição, pra tirar toda a minha porra. Tirou os dedos, chupou eles, lambeu de novo e enfiou uma segunda vez, ao tirar, se levantou e enfiou os dedos na minha boca...
- Mara: Chupa do teu veneno, filho da puta...
(A verdade é que deu um pouco de nojo, mas naquela altura do campeonato... não ia fazer cara feia)
- Eu: Ah... é um castigo... puta...?
Ela me olhou e com um sorriso falou...
- Mara: Vamos tomar um banho...?
Combinamos que era só sexo, nada de compromisso. Também conversamos sobre aquela de transar sem camisinha, que tinha sido no calor do momento e que a gente tinha que se cuidar. Ela fazia coisas que me deixavam louco, como me ligar no celular quando saía do trabalho "sua puta tá a caminho, se prepara". Comprava lingerie, foi a primeira mulher que vestiu uma cinta-liga pra mim. Se eu quisesse uma fantasia ou fazer um roleplay, colegial, enfermeira, fazia sem problemas, sem vergonha. Se jogava no sofá e se masturbava enquanto me olhava... Continuamos assim o verão inteiro, depois quando o filho dela voltou, só nos víamos um ou dois dias por semana. Depois de um ano eu me mudei e nos encontramos mais 2 ou 3 vezes, depois nos distanciamos.
Eu esbarrava com ela no elevador de vez em quando e sempre admirava aquela bunda gostosa e bonita que ela tinha. Ela sempre usava umas leggings pretas ou jeans, e a simpatia dela somava muitos pontos. Mais de uma vez dediquei uma bela punheta pra aquela bunda.
A gente morava no último andar de um prédio bem alto, e sempre que nos encontrávamos no elevador, batíamos um papo. Ela me contou que era enfermeira e que morava na Argentina há mais de 15 anos. Tinha vindo pra Buenos Aires em busca de um futuro melhor e, por sorte, as coisas iam muito bem pra ela. Também me disse que os irmãos dela moravam em Quilmes e que muitos fins de semana ela ia pra lá, porque o irmão tinha piscina. Eu também cruzava com ela quando estava com minha namorada da época, então ela sabia que eu não era sozinho.
No ano seguinte, no verão, lá por janeiro, a gente ficou sem porteiro no prédio. Ele decidiu pedir demissão, não sei os motivos, mas a questão é que tínhamos que descer o lixo às 21h pra rua, pra coleta. No meu andar tinha 6 apartamentos, então a gente se revezava pra descer o lixo. Essa atividade também deu abertura pra gente conversar um pouco mais e criar uma amizade, mais do que só uma conversa de elevador. Passamos a fazer pequenos favores: "Vou no supermercado, quer que eu traga algo?", descer todos os andares e subir levava tempo, então a gente se ajudava.
Num sábado, perto do meio-dia, tocam a campainha. Eu, naquela época, tava naquelas idas e vindas com minha namorada e já fazia mais de uma semana que não comia ninguém, tava batendo uma punheta. Pra que mentir... Tava me masturbando gostoso vendo um dos DVD pirata que comprei no parque Rivadavia. Desliguei a TV, me vesti correndo com um bermuda e uma camiseta larga tentando esconder a pica dura.
- Eu: Só um minuto, tava no banheiro.
- Mara: Sou Mara, a água da cozinha tá vazando e não acho a chave de passo.
Me ajeitei como pude e abri a porta. A porta dela, que era na frente da minha, tava aberta e dava pra ver o chão enchendo de água. Mara tava encharcada, com a camiseta colada no corpo, mostrando o sutiã e a legging preta toda molhada.
Corri pro apartamento dela, entrei na cozinha e vi que o aquecedor tava vazando muito. Tentei fechar a chave de passo que tava embaixo, mas tava travada.
Na hora falei:
- Eu: Espera que vou subir no terraço pra fechar a chave geral.
Saí correndo, subi pro terraço que era um andar acima, achei as chaves de passo e fechei a do apartamento dela. Desci sem fôlego perguntando:
- Eu: Parou?
- Mara: Parou! Que sorte, não conseguia fechar a água, sorte que você sabe como, porque meu apartamento tá parecendo uma lagoa!
- Eu: Sim! Espera que te ajudo.
Ajudei ela a secar o chão todo. Mais relaxado e terminando o serviço, comentei:
- Eu: Vai ter que trocar a chave de passo porque não dá pra fechar.
- Mara: Que merda!!! Amanhã falo pro meu irmão vir me ajudar, ele é pedreiro e sabe trocar isso tudo.
- Eu: Show! Porque um encanador vai te custar os olhos da cara!
- Mara: Mas você não sabe a sorte que eu tive, porque hoje não ia estar aqui, mas tive que trabalhar de manhã e meu filho foi ontem pra casa do meu irmão. Bom, vou lá embaixo ver se passou água pra eles. Já volto.
- Eu: Beleza! Qualquer coisa tô aqui, hoje não saio.
Uns minutos depois, Mara apareceu com uma toalha se secando.
- Mara: Você me deixaria tomar um banho na sua casa? Porque tô toda molhada.
- Eu: Claro, sem problemas.
- Mara: Valeu, sério, valeu por tudo. Se não fosse você, eu não ia saber como fechar a água.
- Eu: Não precisa, de qualquer jeito alguém ia te ajudar.
- Mara: Espera aí que eu pego a roupa e fecho aqui.
Ela entrou um momento, fechou a porta e entrou no meu apartamento.
- Eu: Olha, ali tem o banheiro, pode tomar um banho sossegada e tem toalhas também. Eu vou ficar vendo TV.
Ela entrou no quarto deixando a porta meio aberta, eu fiquei na sala. A porta do quarto ela não fechou, eu em silêncio olhava de canto, mas não via nada. Depois ouvi que fechou a porta do banheiro e começou a tomar banho. Demorou muito, não sei se foram 20 ou 30 minutos, mas demorou.
Saiu do banheiro porque ouvi a porta abrir. Eu tava imaginando que ela ia sair pelada me chamar pra entrar… Mas não, só perguntei:
- Eu: Tudo bem?
- Mara: Sim, tudo bem, tô me trocando.
- Eu: Ah! Beleza, fecho a porta pra você?
- Mara: Não, já terminei.
Aí pude ver ela de canto de olho de calcinha e sutiã, um espetáculo, aquela bunda redonda, madura, um sutiã grande com uns peitos… (puf, lembro e já fico duro). Depois, saiu já vestida com uma minissaia jeans e uma camiseta branca com um desenho.
- Mara: Sua namorada não vem? Faz tempo que não cruzo com ela?
(Mara tava com a cara mais séria).
- Eu: Puf, faz duas semanas que ela não vem. Tá que não sabe o que fazer da vida, blá blá blá e decidiu dar um tempo… e a gente já sabe, deve ter outro rolo por aí.
Mara, que tava com toda a roupa nos braços.
- Mara: É, coisas da vida e da idade.
- Eu: Sim, é uma chance de conhecer gente e experiências novas.
Falamos besteiras, ela me explicou a teoria das mulheres de 25 a 35, que não sabem o que querem, etc. Ela disse que ia embora, que tava muito grata por tudo que eu tinha feito, que ia me pagar o favor. Nos despedimos porque ela ia pra Quilmes, que o filho dela tava lá e veria se o irmão arrumava o registro. Ela se Fui no apartamento dela, eu fui preparar a comida, já que era tarde, e falei com uns amigos pra fazer algo de tarde/noite. Depois de 20 minutos, bateram na porta de novo, era a Mara se despedindo, me agradeceu de novo, disse que voltava no dia seguinte (domingo) ou na segunda de manhã, que tinha que trabalhar e não sabia se voltava ou ia direto pro trampo.
Passou o sábado, eu saí sem me “castigar” pra encontrar os amigos, voltei umas 8 da manhã de domingo e me joguei na cama pra dormir a ressaca. No mesmo domingo, acordei umas 6 ou 7 da tarde, fiz um café, liguei a TV e fiquei no sofá.
Umas 8 da noite, bateram na porta, era a Mara.
– Eu: Opa, e aí! Beleza o fim de semana?
– Mara: Muito bom, no final acabei vindo e de quebra trouxe um agrado pra você.
Ela tinha trazido sopa paraguaia, que é uma comida típica do Paraguai e eu adoro, e tava vestida do mesmo jeito, só que mais bronzeada, dava pra ver que tinha pegado sol.
– Eu: Ahh, entra… Precisa de água ou usar o banheiro?
Enquanto ela entrava…
– Mara: Não! Meu irmão já arrumou a torneira, já tenho água. Ele foi embora faz um tempinho, não ouviu as batidas?
(Como eu ia ouvir, se tava apagado?)
– Eu: Não, dormi o dia inteiro.
– Mara: hahahaha, você deve ter sido o único que não ouviu, porque a vizinha de baixo veio reclamar, que falta de consideração do povo, que eu preciso de água e é uma emergência.
– Eu: Entra, senta aí (mostrei o sofá), quer um café? Uma breja?
– Mara: Melhor uma breja com isso, mesmo que já comi, tá muito bom.
Fui na geladeira e peguei uma Quilmes e dois copos, coloquei na mesinha de centro que tinha na frente da TV.
– Mara: E aí, como foi ontem, encontrou sua mina?
– Eu: Não… essa aí não liga mais. Como te falei, deve ter outro cara por aí que tá servindo bem ela. (Rimos). Ontem fui com meus amigos dançar e cheguei umas 7, então dormi o dia todo. E você?
– Mara: Eu ontem fiquei o dia todo deitada na piscina, olha como me queimei.
Ela me mostrava os braços e as pernas. Eu observava que ficaram marcas da sunga nos ombros dela.
– Eu: Dá pra ver que pegou sol… (Resposta idiota, porque eu tava olhando as pernas dela...)
– Mara: Ainda tô com a sunga, ia ficar, mas meu irmão me trouxe hoje e me ajudou com a torneira. Meu filho fica lá com os primos, como tão de férias, ele aproveita, eu tenho que trabalhar.
Conversando, bebendo e pelo visto ela já tinha bebido antes porque tava bem animada. Ela se mexia, ajeitando a minissaia, puxando ela pra baixo… Como vi que fez isso várias vezes, falei…
– Eu: Se quiser, tira, ué, já que tá de sunga por baixo.
Ela riu, levantou, desabotoou a minissaia e tirou, rindo. Sentou, subindo uma perna no sofá e deixando a outra no chão. A sunga que ela usava era uma calcinha preta. Já a ação dela tirar a minissaia me deixou de pau duro. Não tirava os olhos da buceta dela, dava pra ver o kitty bem marcado.
– Mara: Já sei o que você quer… olha, eu sou mais velha que você e não enrolei muito.
Porra!, pensei, enquanto ela olhava pro meu volume.
– Eu: Já somos adultos (respondi).
– Mara: Sempre me perguntei como você era…
– Eu: Como eu era? O quê? (Ela era uma luz pra pegar indiretas...)
– Mara: Você sabe, se é bem dotado… Acho que sim, sua namorada vinha quase todo dia.
– Eu: Tenho normal, mas funciona bem.
– Mara: Se vira sozinho agora? Que não tem namorada? Porque sábado eu vi você bem inspirado.
(Ri…)
– Eu: Dava pra notar?
– Mara: Você saiu com o pau duro e óbvio que dava pra notar.
– Eu: Tava prestes a me virar sozinho quando você me chamou.
– Mara: Ahh. Ficou com vontade! Suponho que depois que eu fui embora, você bateu uma bem boa.
– Eu: Fiz comida, já era tarde e tinha planos.
Rimos.
– Mara: mmmm ficou com a porra guardada?
– Eu: Você não sabe… faz 2 semanas que nada de nada e uns 4 dias que não me castigo.
Ela me olhava enquanto mordia o lábio.
– Mara: mmm… E não dá vontade… porque você tem uma mulher esperando.
Ela começou a acariciar meu braço… Eu tava de pau duro…
-Eu: E você? Faz quanto tempo que não…
-Mara: Puffff… melhor não falar disso, deixa eu ver, quero ver ela.
Tirei o shorts e a cueca que tava, sentei no sofá com as pernas abertas pra dar pra ver bem meu pau duro. Ela se aproximou, pegou no meu pau, bem devagar, começou a me masturbar.
-Mara: mmmm que lindo que você tem… Tá bem duro, por quê?
(Quase me caguei de rir quando ela falou isso…)
-Eu: Fiquei com tesão vendo essa bunda linda que você tem. (Falei no ouvido dela).
Aí, sem perder tempo, ela subiu em cima de mim e começamos a nos beijar, ela enfiava a língua na minha boca e eu adorava. Eu entre as pernas dela e meu pau roçava na calcinha dela, sentindo aquela bundona, ela rebolava em mim.
Eu tirei a blusa dela e levantei a calcinha, deixando os peitos dela livres, que comecei a lamber e chupar. Ela tinha uns mamilos bem duros, bem eretos e escuros.
Enquanto chupava os peitos dela, vi como ela se lambia, não parava de rebolares… Ela se deitou no sofá e puxou a calcinha, me mostrando a buceta molhada…
-Mara: Vem buceta, vem, chupa aqui…
Aí, me ajeitei entre o chão e o sofá, a buceta dela tava muito molhada, aberta, o cheiro de sexo rapidamente tomou a sala… Ela tinha uma buceta linda e um clitóris meio grande, que adorei ter na boca. Ela tava bem aberta de pernas e eu chupava com muita vontade, tava com o queixo todo molhado, ela não parava de gemer…
-Mara: Chupa papai… tira essa vontade. Come tudo… come toda minha tatu quentinha (Tatu é como chamam a vagina no Paraguai, vulgarmente).
-Eu: Você gosta, mamãe? Gosta de como eu chupo você?
-Mara: Sim papai… continua chupando…
Me ajeitei e enfiei os dedos… Ela gemia, levava as mãos à boca pra se tampar e aproveitar, do outro lado me agarrava a cabeça e pressionava contra a pélvis dela. Continuei enfiando os dedos e chupando o clitóris dela, ela se contorcia de prazer gemendo… Me afastei um momento pra apreciar bem a buceta dela, eu continuei enfiando os dedos que já estavam todos molhados… Ela, com uma mão, tapava a boca e, com a outra, começou a se masturbar bem forte e rápido, com um olhar muito sério… meio brava porque eu tinha parado de chupar. Tirei a mão dela e continuei chupando o clitóris, senti que ela estava chegando lá, a buceta dela apertava meus dedos. Rapidamente, ela me afastou com as mãos e tirou meus dedos molhados, me olhando enquanto eu chupava os dedos que estavam todos molhados.
- Mara: Hummm, papi, como me excita você fazer isso… que gostoso… você me sentiu?
- Eu: Sim, que buceta gostosa você tem…
Ela estava muito ofegante, parou um momento para recuperar o fôlego. Eu me sentei ao lado dela, ela subiu em cima de mim e me beijou mais ternamente.
- Mara: Esse seu pau tá durão… Vem, vamos pro quarto…
A gente se levantou, eu tirei a camiseta e ela tirou o sutiã…
- Mara: Deita na cama, que vou te chupar… Goza na minha boca, que eu engulo seu leite.
- Eu: Você gosta? (Pergunta idiota…)
- Mara: Adoro chupar e engolir (enquanto sorria pra mim).
Eu me deitei na cama, me apoiei na cabeceira e ela abriu minhas pernas, se ajoelhou e se abaixou, deixando aquele rabão pra cima… Aquela imagem, aquela bunda era perfeita… Ela não parava de me olhar… Me olhava o pau enquanto me masturbava…
- Mara: Que pau lindo você tem, “curepi” (Curepi é como chamam os argentinos…)
- Eu: Você gosta…? (Outra pergunta idiota).
- Mara: Adoro, tá durinho… (Ela continuava olhando meu pau duro e me masturbando devagar) Você vai meter tudo isso em mim, papi?
Enquanto terminava a frase, começou a me chupar bem devagar… Soltou meu pau e usou só a boca, colocou as mãos nas minhas pernas… Gemendo de prazer, de vez em quando me olhava… A imagem de ver ela com a bunda pra cima e o prazer da chupada eram incríveis… Ela pegou meu pau de novo e começou a me masturbar rapidamente…
- Mara: Você gosta do jeito que eu te chupo, papi?
- Eu: Adoro!
Ela olhava pro meu… pau, enfiava na boca dela, passava a língua na cabeça... Num instante ela enfia minha pau bem fundo na boca dela, até começar a engasgar. Tirei ela de lá e ela tossiu um pouco. Me olhou...
-Mara: que pau gostoso...
O olhar dela era de raiva, não parava de me masturbar rapidamente... Eu olhava pra ela... de repente ela cuspiu na minha pau... continuava com a mão se movendo rápido, com raiva e força, como se quisesse que eu gozasse...
-Mara: Gostou, filho da puta...?
Puf, aquele xingamento, mais do que me irritar... foi um puta elogio...
-Eu: Adoro, puta... adoro como você tá chupando minha pau...
-Mara: Viu... você soltou a puta que tava escondida aqui.
Ela olhou pra minha pau, cuspiu de novo, continuou me masturbando olhando pra minha pau...
-Mara: Como tá dura, viado...
Eu tava quase gozando...
-Eu: Já vou gozar, filha da puta...
-Mara: Na minha boca...
Sem dizer mais nada, ela enfiou minha pau de novo na boca e começou a chupar... Eu não conseguia me segurar de tanto prazer e joguei o primeiro jato de porra dentro da boca dela, senti que saiu muito forte por causa da tesão que tava... ela começou a tossir com a quantidade de porra que eu tava botando, mas não tirava minha pau da boca... senti ela engolindo tudo, até parar. Ela se jogou pro lado e disse:
-Mara: Filho da puta, saiu muita porra, faz tempo que não me enchiam de porra assim... que delícia.
(Enquanto me mostrava abrindo a boca e mostrando a língua, que tinha engolido tudo).
-Eu: Eu te avisei... engoliu tudo?
-Mara: Siiiiim (Ela ria enquanto se deitava do meu lado, ficando de bruços na cama)
-Eu: Vou pegar um cigarro... quero um baseado.
Levantei, fui pra sala e voltei, tava calor, então abri a janela, o cheiro de sexo precisava arejar. Me joguei fumando do lado dela...
-Mara: Vai me comer ou já ficou exausto?
-Eu (Ainda fumando): Termino o baseado e a gente parte pra segunda...
-Mara: Vai aguentar? Porque eu não gosto de coisa pela metade...
-Eu: Claro, mamãe, não vou te deixar na mão... (Já Eu já tava terminando o baseado.
Ela continuava de bruços com as pernas meio abertas, levantando aquela bunda e mexendo de um lado pro outro.
- Eu: Você gosta de sexo anal?
- Mara: Se você me esquentar e me preparar direito, não tem problema.
Já tava pronto pro segundo round… Ela olhou pra minha pica, pegou nela e começou a me masturbar.
- Mara: hummm, ela tá acordando de novo.
- Eu: Vem, fica de quatro…
Ela se ajeitou na cama enquanto eu me posicionava atrás dela. A raba dela era linda… Tinha a buceta aberta e molhada, me deixou duro de novo. Dava pra ver a marca do bronzeado e isso me excitava ainda mais…
- Mara: Me come com força, quero sentir essa pica dura.
- Eu (enquanto penetrava): Tá dura assim, cê acha…?
- Mara: Forte… forte… filho da puta… não para.
Eu metia nela com raiva, ela me xingava… “filho da puta”, “viado”… “me come”. Ela gemia, gritava, eu bombava… “cê gosta, puta?”… “aproveita essa pica dura, filha da puta”… continuamos assim por uns minutos, quando eu tava quase gozando, tirei a pica de dentro, ela tava completamente encharcada com o fluido dela… Olhei a buceta dela inchada e aberta… dei um chupão… ela gemia. Vi o cu dela, com as mãos separei as nádegas e, eu que nunca tinha feito isso na vida, comecei a lamber e cuspi pra lubrificar.
- Mara: Que gostoso… que língua deliciosa… cê gosta da minha bunda?
- Eu: Quer?
- Mara: Vamos tentar…
Peguei minha pica e encostei a cabeça no cu dela… Ela não disse nada, só gemia e eu só ouvia a respiração ofegante dela… Em vez de parar, ela empurrou a bunda contra minha pica e entrou naquele rabão…
- Mara: hummmm, como você tá comendo meu cu!
Ela gritava e gemia… Não parava de se mexer, eu queria ir mais devagar pra não machucar, mas ela fazia o contrário, começou a se mover pra frente e pra trás de um jeito bem violento. Continuamos por uns minutos…
- Eu: Quer que eu encha teu cu de porra…?
- Mara: Onde você quiser, filho da puta… eu já gozei umas três vezes… agora goza você.
Ela não parava de se mexer. acompanhando minhas estocadas… Quando senti que ia gozar, tirei a pica do cu dela.
- Mara: O que foi?
- Eu: Nada, ainda não quero terminar…
- Mara: Lava ela e vem me comer de novo.
Fui até o banheiro e lavei a pica na pia, verdade que saiu limpinha, mas fazer o quê… Ela ainda estava me esperando de quatro na cama.
- Eu: Vira, quero te ver…
Ela se deitou na cama, segurou os joelhos com as mãos se abrindo bem… Era um espetáculo, os peitos, a posição… Penetrei ela de novo e comecei a meter enquanto olhava pra ela…
- Mara: Você quer me deixar um presentinho, né?
- Eu: Quer que eu encha você de porra…?
Ela mostrou a língua pra mim e foi assim que passamos pro papai e mamãe, nos beijando, sem parar de foder… Num momento ela falou… espera… vem, se levantou, se apoiou de frente pra uma das paredes na ponta dos pés…
- Mara: Me come assim…
Ela tava apoiada na parede com as mãos… incrível… eu me coloquei atrás, agarrei a cintura dela e continuei metendo… Sentindo como aquela bunda batia a cada estocada e aqueles peitos balançando no ar.
- Mara: Me enche de porra filho da puta… quero sentir esse jorro quente dentro de mim…
- Eu: Vou explodir filha da puta…
Num momento sinto como minha buceta aperta minha pica enquanto se contraía… ela tava gozando muito forte, soltou um grito de prazer… na mesma hora eu joguei o resto de porra que tinha com um orgasmo muito intenso.
- Eu: Toma mamãe… sente a porra que você queria…
- Mara: Filho da puta… que delíciaaaaa… gozamos juntos… que prazer!
Eu me afastei, ela apoiou o tronco na parede, ainda de pé com as pernas um pouco abertas… Minha porra ia escorrendo da buceta dela completamente molhada e descendo pelas pernas. Ela virou a cabeça me olhando…
- Mara: Você me encheu de porra filho da puta… amei o que você me fez sentir… bem puta.
- Eu: Como você me deixava louco me chamando de “filho da puta”… amei!!! E que buceta gostosa você tem, puta… Você gosta dessa puta? (Enquanto balançava a bunda pra cima e pra baixo)... Na próxima vez que você for gozar, tira ela e enfia na minha boca.
Ela se agachou na minha frente e enfiou meu pau na boca, chupou um pouco mais enquanto eu ia relaxando, minha porra ia saindo da buceta dela e pingando no chão. Ela enfiou dois dedos na buceta dela enquanto tava nessa posição, pra tirar toda a minha porra. Tirou os dedos, chupou eles, lambeu de novo e enfiou uma segunda vez, ao tirar, se levantou e enfiou os dedos na minha boca...
- Mara: Chupa do teu veneno, filho da puta...
(A verdade é que deu um pouco de nojo, mas naquela altura do campeonato... não ia fazer cara feia)
- Eu: Ah... é um castigo... puta...?
Ela me olhou e com um sorriso falou...
- Mara: Vamos tomar um banho...?
Combinamos que era só sexo, nada de compromisso. Também conversamos sobre aquela de transar sem camisinha, que tinha sido no calor do momento e que a gente tinha que se cuidar. Ela fazia coisas que me deixavam louco, como me ligar no celular quando saía do trabalho "sua puta tá a caminho, se prepara". Comprava lingerie, foi a primeira mulher que vestiu uma cinta-liga pra mim. Se eu quisesse uma fantasia ou fazer um roleplay, colegial, enfermeira, fazia sem problemas, sem vergonha. Se jogava no sofá e se masturbava enquanto me olhava... Continuamos assim o verão inteiro, depois quando o filho dela voltou, só nos víamos um ou dois dias por semana. Depois de um ano eu me mudei e nos encontramos mais 2 ou 3 vezes, depois nos distanciamos.
13 comentários - Minha vizinha paraguaia gostosa