O aniversário das bucetudasCapítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/4415761/Vacaciones-Candentes-Capitulo-Especial-1.htmlEram umas 8 da manhã, todos os adolescentes dormiam tranquilamente, pra nenhum deles a noite tinha sido tão chata quanto pro casal maduro. Falando neles, depois de uma longa noite tentando fazer o Simão dormir, a April e o Tomás arrumavam as coisas pra passar aquele fim de semana no hotel que os filhos tinham reservado pra eles, pelo menos era isso que tinham dito. A MILF não controlava a ansiedade, então ficava beijando o marido quase o tempo todo, fazendo o Tomás também ficar doido pra ficar sozinho naquele quarto de hotel, onde ninguém ia encher o saco e eles podiam transar quantas vezes quisessem.
Enquanto eles terminavam de deixar tudo pronto pra poder ir embora, as gêmeas abriram os olhos ao mesmo tempo, as duas se levantaram e se encontraram no corredor. A Josefina soltou uma risadinha curta, e depois disse:—"Pedra, papel ou tesoura? Pra saber quem usa o banheiro primeiroIgnacia riu ao ouvir aquelas palavras da irmã. Josefina, confusa, perguntou do que ela estava rindo tanto, e Ignacia respondeu:—"Somos irmãs, podemos dividir o banheiro, além disso, faz tempo que a gente não bate um papo a sós, Josefina respondeu pra sua gêmea que ela tinha toda razão, até tomar banho juntas era uma tradição quando moravam na casa dos pais.
Os adultos já tinham tudo pronto, só faltava dar umas instruções pro Axel e pra Vanessa, que iam ficar de olho na casa e ser os principais responsáveis por cuidar do Simón. Tomás foi pro quarto do filho dele e a April pro da moça, os dois bateram na porta antes de entrar. O Axel acorda e vê que do lado dele a Ignacia já não tava mais, fazendo com que desde cedo o rosto dele já mostrasse amargura. Por outro lado, a Vanessa não acordou quando a April bateu na porta, e sem ter outra opção, a mulher entrou no quarto e acordou a filha. A jovem, bocejando, pergunta pra mãe o que ela precisava, esquecendo completamente que a MILF e o pai dela iam pro hotel.
April: Vim te acordar pra te falar umas coisas sobre os cuidados com o Simón, filha.
Vanessa: Umas coisas sobre o Simón? Cê vai sair, mãe?
April: (Confusa) Sim, cê não lembra, querida?
Vanessa: (Se espreguiçando) Não, mãe. Por isso que tô perguntando, cê vai aonde?
April: (Rindo) Inacreditável, minha pequena com memória fotográfica não consegue lembrar do presente que deu pros pais, junto com os irmãos.
A peituda, lembrando do rolê da viagem, solta uma risadinha.
Vanessa: Aaaahhh, porra... É verdade que cê vai com o pai num hotel chique pra passar o fim de semana e transar. Desculpa, mãe, tava com a cabeça em outro lugar, mas agora sou toda ouvidos pra ouvir os cuidados que tem que ter com o Simón, embora sendo sincera, acho que tudo que cê vai me falar, eu já sei, porque cê é uma mãe muito boa, sei como cê cuidou de mim com o pai e também fez isso com meus irmãos.
A mulher sorri, sabia que a filha tava bem preparada pra ficar de olho no Simón, mas mesmo assim dá as instruções, já que apesar de querer ir pra aquele hotel e passar tempo com o marido, ainda tava nervosa por deixar o bebê. Tomás Ela repetia a mesma coisa pro Axel, que olhava pro chão enquanto o pai falava com ele.
Axel: Entendo, pai, tá tudo absolutamente claro pra mim, então pode ficar tranquilo.
Tomás: Confio em você e na sua irmã. Além disso, sei que o Benjamim e as outras meninas vão ajudar no que for preciso.
Axel: (Sorri) É, só relaxa, pai, e aproveita com a mamãe April o presente que a gente deu pra vocês.
Tomás: Obrigado, filho. (Abraçando ele)
Axel: De nada, pai.
Saindo dos quartos dos filhos, o casal se reencontrou na entrada da casa. O homem coloca uma maletinha no porta-malas do carro, enquanto a mulher se sentava no banco do carona. Quando o marido entra no carro, ela dá um beijo na bochecha dele e se agarra num dos braços dele, colocando a cabeça no ombro dele. As gêmeas lavavam os corpos uma da outra, Ignácia se empolgava, dando um beijinho na Josefina, que como resposta aperta a bunda dela e morde a orelha dela. Ignácia solta um gemido, que abafa mordendo os lábios, as bucetas das duas começavam a se roçar, Josefina para de mordiscar e pergunta.
Josefina: Do que você queria falar comigo, maninha? Quer se gabar do seu rolo com o Axel? Porque se for isso, já não tô mais afim de saber que você ficou com ele, eu tô curtindo minha solteirice.
Ignácia: Não… Não quero falar do Axel, na real, tô começando a me arrepender de estar com ele.
Josefina: (Rindo) Tenho que admitir que não esperava por essa, e por que você não quer mais ficar com ele?
Ignácia: Ele começou a agir que nem um romântico idiota e há uns meses não me satisfaz, mas também não quero que ele fique com outra.
Josefina: Isso é estranho, mas te entendo, acontece a mesma coisa comigo e o Benjamim.
Ignácia: Benjamim?
Josefina: É, nosso sobrinho também herdou a pica enorme do Tomás.
Ignácia: Puxa, isso explica porque você é tão próxima dele.
Ela falou sorrindo, beijando a irmã de novo, as duas apertavam as bundas uma da outra e se se ajeitavam para que suas bucetas pudessem se satisfazer uma na outra.
Josefina: Eu venho ensinando o Benjamin… Hhggm… Como satisfazer uma mulher… Mmmgh… Mas nem pense em pôr a mão nele, ele é meu.
Ignacia: (Rindo) Relaxa, irmã, você sabe que eu sou louca por paus milf, esses são meus favoritos… Uuugghh… Aliás, era sobre isso que eu queria falar com você… Preciso que hoje você mantenha o Axel distraído e que ele não se encontre com a Diana.
Josefina: (Rindo) No final era sobre o Axel… Aaaahhg… Aaahhgg… Aahhrgg… Tá bom, vou te ajudar, se você me disser com quem vai se divertir…
Ignacia: Uummgh… Co-co-com… Com um professor…
Josefina: (Surpresa) Com um professor?
Ignacia: Siimm… Mmmhhg… Ele tem uma tranca enorme, que tem que ser minha…
Josefina: E vai ser sua, irmã… Esse pau maduro vai ser seu presente de aniversário…
Aquelas duas garotinhas safadas continuaram se divertindo no chuveiro, Axel, sem desconfiar do que rolava no banheiro, decidiu ir dar uma olhada no Simão, no quarto do pequeno estava a Vanessa. Durante o trajeto até o hotel, Tomás fez uma paradinha numa loja pra comprar uns refrigerantes, já que o dia tava bem quente. Enquanto o homem comprava, a April tava impaciente dentro do carro, o calorão já tava começando a pegar nela, aumentando a vontade de transar. Ela sentia o vestido grudando no corpo de suor, olhava toda hora pra entrada da loja, desejando que o marido saísse logo e pudessem continuar a viagem.
Passaram uns cinco minutos e o Tomás ainda não tinha saído da loja, a mulher, sufocada, decide abaixar o vidro pra entrar um ar, mas não era o suficiente, o vento que roçava o corpo dela só fazia ela se excitar mais. Pra piorar, os peitos dela começaram a vazar leite, nessa hora ela não tava usando sutiã, então ela abaixa o vestido e deixa os seios livres. Começa a procurar um pote ou algum recipiente pra poder guardar o leite que saía, quando acha um, suspira. Aliviada. Mas, tocar os bicos dos peitos dela, que eram sensíveis, só aumentava mais o tesão. Com o celular perto da buceta, ela começa a esfregar ele nos lábios vaginais pra aliviar aquela vontade de ser penetrada.
Ela gemia e soltava uns gritinhos, era tão gostoso que sentia que ia gozar logo, mas quando olhou pela janela, percebeu que tavam olhando pra ela. Assustada e envergonhada, parou de se tocar e cobriu os peitos o mais rápido que pôde. O coração dela tava batendo tão forte que nem percebeu o Tomás voltar. Ele, sem saber do que tinha rolado, tocou no ombro da mulher pra dar um dos refrigerantes que tinha comprado. Ela, apavorada com a mão do marido, deu um grito. O homem, confuso por ver a mulher agitada e nervosa, perguntou se ela tava bem.
April: Puta que pariu... (Respirando meio aliviada) Tô, tô bem sim...
Tomás: Certeza?
April: Sim, Tom... Tava pensando quando senti sua mão no meu ombro e por isso me assustei, mas pra que falar disso agora, melhor a gente ir.
Tomás: Ok... Aqui seu refri.
April: Valeu, amor, mas melhor você dirigir.
Tomás: Vou fazer isso, Princesa, só deixa eu colocar o cinto.
April: Não precisa, só dirige, por favor...
Tomás: (Confuso) April?
April: (Braba, interrompe o marido) Falei pra dirigir, caralho!
Tomás ficou totalmente sem entender aquele surto da mulher, mas em vez de começar uma briga, preferiu obedecer e dirigir. April, vendo que tavam saindo do lugar, olhava preocupada pela janela. Se ela tava daquele jeito, era porque quem tinha visto ela brincando com o próprio corpo era nada menos que um dos alunos dela. Quando já tavam longe o suficiente, a mulher se acalmou e pediu desculpas ao marido pela atitude que teve. Ele perguntou o motivo dela querer sair daquele lugar. April, envergonhada, confessou a verdade pra ele. Tomás, que depois de ouvir a história deu uma gargalhada.
Já a Milf, pelo contrário, mostrava desgosto no rosto e, irritada, disse:—"Não tem nada de engraçado no que aconteceu comigo, Tommy, ele ainda rindo pede desculpa por ter zuado ela, completando,—"O que realmente me dá graça não é o fato, mas sim o seu azar, Princesa.April se aproximou do homem e sussurrou no ouvido dele: "Será que te deu ciúmes outro cara ter visto meu corpo?" Tomás respondeu que talvez incomodasse um pouco, mas ao mesmo tempo adorava que vissem que a esposa dele era uma gostosa e que se mantinha muito bem pra idade dela. A mulher ficava corada e se excitava com cada elogio que o marido fazia, só queria chegar logo naquele hotel e foder com ele.
Finalmente chegam no hotel, deixam o carro no estacionamento e vão pra recepção, onde são atendidos por uma mina de uns 25 anos. Ela entrega pro casal o cartão do quarto que seria deles naquele fim de semana. Eles se dão as mãos e caminham até o quarto, meio nervoso, Tomás passa o cartão e abre a porta. April, toda animada, entra e rapidamente olha o que seria o ninho de amor deles. O homem fecha a porta e quando vira, a esposa já o encurrala. No começo, Tomás se surpreende, mas ele entendia perfeitamente a mulher dele, já que, igual a ela, tava doido pra começar.
April: "Poxa, sempre me surpreende você manter a calma, quando tá louco pra foder."
Ela falou isso aproximando a boca da dele e as mãos descendo até tocar o pau duro do homem.
Tomás: "Acho que é porque sou psicólogo."
April: "E por que eu não consigo me controlar igual você? Se também sou psicóloga."
Tomás: "Não sei, amor, mas vamos parar de falar besteira e aproveitar que finalmente podemos foder sem ninguém interromper."
Tomás pega a mulher dele e beija, April ficou impressionada com o jeito que o marido devorava a boca dela. Os dois foram tirando a roupa até chegar na cama, onde continuaram se comendo de beijo por uns longos minutos. Ela, sorrindo, pergunta pro homem se ele queria um boquete, uma punheta com as tetas dela ou meter de uma vez aquela piroca grossa dentro da buceta faminta dela. Ele lembra que essas mesmas palavras a mulher dele tinha dito no dia da lua de mel deles. Soltando uma risadinha, ele responde que adoraria saborear aquela buceta. A MILF fica surpresa com a proposta do marido, mas não nega, já que ela também estava morrendo de vontade de sentir a boca dele brincando com sua xereca.
April se ajeitou, o roçar dos lábios do coroa na sua vulva molhada era uma sensação que a enlouquecia, mas sem dúvida ela perdeu a cabeça quando Tomás começou a lamber suavemente sua buceta. Aquela língua sabia como tocar seus lábios vaginais e ir satisfazendo ela, não demorou muito para ela gozar, soltando uma porrada de seus fluidos. Também nostálgica, ela sente saudades da lua de mel, que começou com um oral na buceta e depois ela engoliu inteiro o pau do marido. A MILF ri, pegando com as mãos a rola de Tomás e começa a enfiar no fundo da garganta, ele ao sentir o membro dentro daquela boca quente, fecha os olhos e geme.
Tanto April quanto Tomás perceberam que estavam revivendo a lua de mel. Em casa, Benjamín e Josefina tomavam café da manhã, Vanessa cuidava do Simón, Diana tomava banho e Axel e Ignacia discutiam. O jovem dizia pra namorada que ela não podia sair vestida daquele jeito, ela respondia que podia se vestir como bem entendesse e ele não tinha o direito de proibir. A rabuda naquele momento tinha colocado uma roupa de colegial, com uma blusinha branca que ia até a cintura, uma saia vermelha com xadrez preto e listras brancas, que mal cobria a bunda dela, umas meias brancas que iam até os joelhos, uma calcinha fio dental pequena grudada na xoxota dela e uns sapatos pretos.
Num rompante, o jovem para a garota segurando ela pelo braço e apertando ela contra a parede, essa atitude violenta do moleque pegou a rabuda de surpresa e de certo modo a excitou. Ignacia sorriu de forma sedutora,—"Você vai me castigar?disse a garota, fazendo com que ele a solte automaticamente. Continuando com seu comportamento provocante, ela caminha sensualmente até a porta, onde se abaixa deixando a bunda empinada e a rebola suavemente enquanto diz,—"Assim, vou exibir pra todos os homens que ousarem virar pra me olhar"—soltando uma risadinha irônica, esperando outra reação agressiva do namorado dela.
Josefina continuava pensando e fantasiando com a pica do Tomás, nem prestava atenção no Benjamín, que tava falando com ela e, como não recebia resposta, achou que a mina tava só ignorando ele. A Diana saiu do banheiro, toda arrumada com um top rosa de decote bem provocante, uma calça jeans bem justa no corpo que destacava a bundinha pequena e gostosa dela. A dançarina vê a Ignácia saindo do quarto e fica surpresa com a roupa dela. A loirinha, ao ver a irmã mais nova, sente ciúme e inveja, porque achou que ela se vestiu assim pra chamar a atenção do Axel.
A rabuda chega perto da Diana com um sorriso e sussurra no ouvido dela:Espero que não tenha se vestido assim pra se exibir na frente do meu homem, devia arrumar um namorado e deixar ele em paz. Aliás, agora vou sair, mas eu não estar em casa não significa que você tem o direito de brincar com ele.Essas palavras deixaram a dançarina perplexa, que não entendia aquele comportamento de Ignacia com ela. Enquanto a loira descia as escadas, Vanessa sorria do quarto de Simão, tinha ouvido tudo e ficava feliz que seu plano tinha dado certo, com Diana fora do caminho, a competição para ela era mais fácil.
Quando Ignacia desceu para o primeiro andar, foi até a cozinha, com a intenção de beber um copo d'água antes de ir para o professor. Benjamim, ao vê-la, ficou atônito e de boca aberta. A garota, ao ver a reação do sobrinho, teve a ideia de provocar a irmã gêmea, que ainda estava fantasiando com o cunhado. Depois de tomar o copo d'água, a gostosa de bunda grande se aproximou de Benjamim, ele não tinha tirado os olhos da tia/cunhada. Ela, com uma mão, acaricia o rosto do rapaz e, com a outra, começa a brincar com o cabelo dele, para seduzi-lo.
Ignacia: Aconteceu alguma coisa, Benja? Tô te achando meio pálido.
Benjamim não responde. Diante do silêncio do sobrinho, Ignacia senta no colo dele, percebendo a piroca dura do garoto. Ela leva o dedo indicador aos lábios e, num tom safado, diz:
Ignacia: Você sabe que pode confiar em mim, Benji. Pode até pedir o que você... (roçando o volume do rapaz) Quiser.
Josefina começava a voltar à realidade ao ver a irmã flertando descaradamente com Benjamim. O jovem ainda não dizia nada, mas o coração dele acelerava e era a primeira vez que ele desejava a noiva do meio-irmão. Josefina bate na mesa com as duas mãos, fazendo o sobrinho acordar do feitiço de Ignacia. Ela se levanta e se aproxima deles, puxando a irmã gêmea para parar de brincar com ele.
Josefina: (Sussurrando) Pensei que a gente tinha um trato.
Ignacia: (Ri) Relaxa, não vou pegar o seu homenzinho, é todo seu, só queria te irritar e ver se ele tem a pica do mesmo tamanho que os outros dois homens dessa casa. Ignacia sai da cozinha e vai pra fora de casa. Josefina se aproxima de Benjamín e dá um tapa na cara dele, depois sai irritada pro quarto dela. Diana, que estava descendo pra tomar café, viu aquela cena do tapa e ficou atordoada de novo com uma situação que não entendia. Benjamín não disse nada, mas ficou sentado ali pra fazer companhia pra tia e não deixar ela sozinha, mesmo só querendo ir pro quarto bater uma. No hotel, o casal de meia-idade estava fazendo um barulhão, incomodando o pessoal dos quartos vizinhos — nem todo mundo estava ali pra passar o dia romântico transando. Os outros casais reclamaram na recepção, deixando claro o desconforto.
A gerente do hotel mandou um funcionário ir até o quarto avisar Tomás e April sobre o que tava rolando. Mas o casal nunca atendeu o funcionário, por mais que ele batesse e chamasse da porta; eles continuaram fodendo, cada vez mais alto. Sem outra opção, a gerente decidiu ir pessoalmente, acompanhada da recepcionista que tinha atendido o casal. Ela bateu só duas vezes e, como não teve resposta, pediu pra moça passar a cópia do cartão do quarto pra entrar. A jovem recepcionista, insegura, perguntou por que não tentavam bater mais uma vez. A mulher arrancou o cartão da mão dela e abriu a porta, dizendo pra não se preocupar que não iam ver nada anormal.
Enquanto falava aquilo, o rosto envergonhado da moça se transformou em surpresa ao ver o pau do coroa perfurando a buceta da MILF.–"Meu Deus"–expressou a jovem. A gerente fechou a porta e, ao ouvir a garota, riu pensando que ela ainda estava exagerando. Mas essa risadinha ingênua duraria muito pouco ao observar o casal; abalada, ela engole seco, enquanto Tomás começa a diminuir o ritmo ao mesmo tempo que dizia:—Pri-princesa… tão olhando pra gente.April olha para trás e, ao ver a jovenzinha e a mulher de olhos fixos na pica do marido, dá uma risada. A Milf volta a olhar para o esposo, se aproxima dele e sussurra,—"Me veio uma ideia muito doida na cabeça, entra na minha onda, por favor"—O homem, ao ouvir aquelas palavras, sabia o que estava passando pela cabeça da esposa. Ela desceu daquela tranca e se virou para encarar a gerente e a recepcionista do hotel. Pegando o pau do marido entre as mãos e batendo uma punheta suave, perguntou àquelas duas mulheres hipnotizadas: o que estava acontecendo? Nenhuma delas conseguiu falar ou dizer algo a respeito; na verdade, a garota começava a ficar excitada e não conseguia tirar os olhos daquela rola madura. April, rindo, perguntou se elas queriam tocar o pinto duro do marido dela. A gerente só abriu ainda mais os olhos, confusa, mas a garota, inconscientemente, se aproximou deles e foi se despindo.
April: (Sorri) Ha... Temos uma que não é caretice, gostei da sua atitude, garota.
A jovem ficou só de sutiã e calcinha, April entregou o pau do marido para ela, e ela o pegou entre as mãos. Com timidez, puxou ele. A gerente, ao vê-la fazer aquilo, disse:—"Tri-Trinidade, o que cê tá fazendo?A garota não responde porque tava maravilhada com o duro e quente que era aquele pau, começa a bater uma punheta nele rapidinho, sentindo a buceta jovem dela escorrendo por aquela vara e o homem soltando uns suspiros baixinhos.
—"Trinidad! Tô falando com vocêdisse a gerente, achando a situação cada vez mais excitante. A garota, sem parar de brincar com a piroca madura do Tomás, olha pra chefe e responde.
Trinidad: Dona Fernanda, se quiser me mandar embora, pode mandar, mas eu não consigo me controlar com esse pedaço de carne, nunca vi um tão grande e grosso assim.
April ri e se levanta da cama, se aproximando da gerente, que continuava negando o que estava desejando.
April: Qual é? Por que tão santinha? Esquece um pouco seus deveres nesse hotel e relaxa igual aquela garota.
Fernanda respirava fundo e tremia ao ver como sua subordinada fazia Tomás gemer de prazer.
Trinidad: Você gosta de como eu te masturbo, né?
Tomás: S... S-sim... Aaaggrhh...
Trinidad: Meu Deus, não consigo parar de me impressionar com o tamanho disso. Quero fazer mil coisas com esse seu pau, senhor.
A garota abre a boca, esticando a língua, mas antes de dar uma lambida, a gerente se aproxima e pega o membro do homem com as mãos.
Fernanda: Deixa eu brincar um pouco com essa coisa, antes de você devorar.
Trinidad sorri, permitindo que Fernanda toque e masturbe aquela piroca. Tomás, muito excitado, observa o teto e depois olha pra esposa, que se aproxima dele e coloca a buceta molhada na boca dele. Em casa, ninguém tinha feito o almoço, então cada um dos adolescentes estava no seu quarto, exceto Vanessa e Axel, que estavam com Simão. A peituda pergunta pro meio-irmão se ele já pensou em ser pai um dia. Ele responde que na verdade nunca passou essa ideia pela cabeça e acha que ainda é muito novo pra ser pai. Ela, provocante, responde que apesar da juventude, ele com certeza seria um ótimo pai, igual o Tomás.
O garoto ri ao ouvir isso, afirmando que ainda está muito longe de ser igual ao pai, no quesito paternidade. Vanessa, aproveitando a distração do meio-irmão, se aproxima e rouba um beijo dele, que pra Axel foi diferente do que ele estava acostumado a receber dela. Vanessa se afasta dele e sorri, depois sai do quarto com o irmãozinho nos braços, deixando um Axel confuso, tocando os próprios lábios. Naquele beijo terno, ele sentiu mais do que luxúria e vontade de trepar, percebeu os sentimentos puros da meia-irmã, igualzinho à primeira vez que eles, inexperientes, se beijaram.
Vanessa vai até o quarto da Diana, pra ela acompanhá-la num passeio com o Simão. Diana, que estava no computador, levanta e se aproxima da sobrinha, dizendo:Mas que porra é essa que tá acontecendo com vocês hoje?Vanessa diz pra ela que, se não queria ir, era só falar, não precisava ser tão chata. A dançarina pede desculpas pra peituda e completa.
Diana: Não foi minha intenção parecer mal-humorada. Claro que adoraria te acompanhar, só que hoje foi um dia muito estranho pra mim. A Ignácia agiu de forma hostil comigo, o Axel me ignorou, a Josefina eu não vi depois que deu um tapa no Benjamim, e ele ficou muito inquieto enquanto eu tomava café da manhã sem me dizer uma palavra. Agora você vem e me convida pra sair, pra ser sincera, não esperava por isso, já que entre a gente não tem lá uma relação muito boa, digamos.
Vanessa: (Sorri) É verdade que temos nossas diferenças, mas nunca te odiei, Diana. Na verdade, entre todas as minhas tias, você é a que eu mais gosto.
Diana: Não sei como responder a isso.
Vanessa: Não fala nada, só vem e acompanha a gente. Porque esse gatinho aqui precisa de duas acompanhantes.
Diana: (Sorri) Ok… (Pegando as mãos do bebê) Vejo que você quer ser popular com as garotas desde pequenininho.
Simão ri, e Vanessa fala pra Diana que vai esperar ela lá embaixo. Quando se vira, a jovem peituda sorri maliciosamente, porque o plano dela era começar a usar a Diana contra a Ignácia. Pra isso, precisava aproveitar pra se aproximar dela agora, enquanto a rabuda tava começando a agir de forma distante e fria com a dançarina. Falando na Ignácia, ela tinha chegado no endereço onde o professor morava. Antes de entrar no prédio, mordeu os lábios, de tanta ansiedade que sentia naquele momento, porque enquanto vinha pra cá, os olhares pra ela só tinham deixado ela mais excitada, e aquelas apalpadelas e roçadas faziam ela morrer de vontade de provar uma rola.
Pra se acalmar, ela teve que respirar fundo e soltar o ar três vezes. A jovem sabia que o plano dela não podia falhar dessa vez. Sorrindo alegremente, entra no prédio, vai até o recepcionista e pergunta em que andar ficava o apartamento 71. Ele responde que é no Quinto, a rabuda agradece, vira e caminha até o elevador. Quando entra, já tinham três caras lá dentro, eles eram negros, altos, fortes e com uns 36 anos por aí. A garota ficou na frente dos três homens, que, sem falar uma palavra, se comunicavam só com as caras.
Era óbvio que sentiam atração pela Ignacia, não conseguiam tirar os olhos daquela bunda redonda e provocante. A novinha sabia que tavam olhando e isso a excitava, tava curiosa pra ver se pelo menos um daqueles caras ia chegar nela. Enquanto pensava nisso, um deles se aproximou e respirou perto da nuca dela, encostando entre as nádegas o pau duro que tinha. Aquilo animou a rabuda, dando um pequeno agrado praquele coroa, rebolando a bunda naquela piroca. Os outros dois se encorajaram e chegaram perto da garota, num piscar de olhos ela tava cercada por aqueles três negões, que não paravam de olhar pra ela com tesão.
O cara que tava à direita dela pergunta o nome dela.—"Ignácia"—Ela responde, enquanto continuava rebolando e esfregando sutilmente a bunda no pau do negão que estava atrás dela. O da esquerda sorri, sem tirar os olhos daquele decote que o deixava louco, e pergunta o que ela estava fazendo no prédio. A garota responde que ia visitar alguém. O homem que tinha o pau pressionado na bunda dela pergunta se era algum parente ou amigo. A loira, se sentindo cada vez mais sufocada e com tesão, responde que não podia dizer quem ia ver, porque era segredo. Essa afirmação fez os negões rirem.
Ela, confusa, pergunta aos caras do que estavam rindo. Eles respondem que acharam graça no tom provocante com que ela disse aquilo. O negão que estava atrás dela tirou um pirulito do bolso e entregou pra ela. A jovem aceitou, sorrindo de forma safada. Ele, sussurrando no ouvido dela, diz que só conseguia pensar em dois motivos pelos quais uma garota tão gostosa como ela andava vestida daquele jeito num prédio onde moravam principalmente homens solteiros. Ignácia, tirando a embalagem do pirulito, dá uma lambida e pergunta pro coroa quais eram esses dois motivos. Ele ri e, mordiscando a orelha dela, responde.–“Alguém te contratou ou você é uma garota muito safada”–Mordendo de leve a paleta dela, a rabuda solta um suspiro, respondendo, –Sua segunda hipótese é a certa. Sou uma garota muito safada.os homens que estavam ao lado dela diminuem ainda mais a distância, as respirações deles a excitavam cada vez mais. Ela segura a pá com os dentes, enquanto as mãos roçam levemente as virilhas daqueles dois negões. Naquele instante, chegam ao andar e a porta do elevador se abre, a garota sai, fugindo da tentação que aquelas três picas pretas estavam causando nela. Ela andou sem olhar para trás, mas um daqueles homens gritou para ela:Ei, gostosae ela não conseguiu evitar se virar.—"É aqui que a gente mora, caso você mude de ideia ou o filho da puta sortudo não der conta de te satisfazer"—A garota sorri e grava na memória o número daquele apartamento, que talvez visitaria depois ou algum dia. Finalmente estava na frente da porta onde o Sergio morava, suspira e bate três vezes com um certo nervosismo. Aquele coroa estava naquele instante cozinhando, depois de ouvir baterem na porta, foi abrir na hora, já que estava esperando alguém. Naqueles breves segundos quando abria a porta, fechou os olhos e disse:–“Bem-vinda…”-Ao abri-los, fiquei pasmo, olhando a garota dos pés à cabeça.–“I-Ignácia?”–disse o homem de 45 anos, confuso. A jovenzinha sorriu e falou:Boa tarde, professorenquanto lambia seu pirulito doce. Sem esperar um convite, ela entra no apartamento, percebendo que era um lugar bem bonito, o coroa que ficou atrás dela. Ficava olhando aquela bunda infernal que a loira rebolava. Ignacia estava agradavelmente surpresa, pois seu professor não era só um homem refinado e gostoso, também tinha bom gosto nas decorações.
Ela se vira e, antes que Sergio dissesse qualquer coisa, cala ele colocando o dedo indicador entre os lábios dele, sussurrando,—"Não fala nada, só aproveita"—, após essas palavras, ela se aproxima mais do homem e o beija. Naquele exato momento, Axel e Benjamim estavam conversando na sala da casa, o mais novo dos irmãos dizia que era incapaz de entender as mulheres, pelo menos as que eram como Josefina.
Axel: Josefina? (Risos) Por acaso você e ela estão…?
Benjamim: (Interrompe, nervoso) Não, não, não… Quero dizer que ela é muito complicada, só isso.
Axel: (Risos) Benjamim, irmão… Não precisa fingir comigo sobre a sua parada com aquela puta.
Benjamim abaixa o olhar e Axel se aproxima dele, enquanto Josefina, no quarto dela, se masturbava pensando na pica do Tomás. Ela lembra do único pedido que a irmã gêmea tinha feito: manter Axel longe da Diana. Desesperada, ela se veste e desce para o primeiro andar pra ver se o moleque não estava junto com a irmãzinha dela. Pra sorte dela, encontrou ele batendo papo com o Benjamim.
Benjamim: Sei que não é certo, mas me apaixonei pela minha tia.
Axel: Também não é o fim do mundo, irmão. Entendo que é um tabu sair com a sua tia, que é malvisto e tal, mas eu te apoio se você quiser ficar com ela. E pra ser sincero, acho que a mãe April aceitaria o relacionamento de vocês, assim como o pai. Afinal, a Josefina não é uma garota má, ela é gostosa e até ficou mais normal. Quer dizer, antes ela era uma puta que adorava humilhar os caras, e comigo ela até tornou a vida um inferno por um tempo.
Benjamim: Pensar que quando você me disse que existia uma mina que era ruim com você, eu odiei ela sem imaginar que ia me apaixonar por ela quando a conhecesse.
Axel: Mas isso foi há muito tempo, não guardo rancor nenhum da Josefina. Pelo contrário, sou grato a ela, porque ela me iniciou no sexo, foi minha professora por uns dias e minha primeira vez.
Depois de ouvir essas declarações, Josefina se animou pra executar a ideia louca que passou pela cabeça dela durante o banho com a irmã. Sorrateiramente, ela se aproximou dos caras, como se fosse uma leoa que tava caçando suas presinhas. Sem que nenhum dos dois percebesse, Josefina levou as mãos até as virilhas deles, agarrando com força as picas deles.–“Porra”–disse Axel, enquanto Benjamin gemeu. Os dois se viraram e observaram uma Josefina faminta, que passou a língua pelos lábios e disse pra eles,—"É meu aniversário e hoje quero esses pacotes como presente, Axel engole saliva e olha para o meio-irmão, não queria fazer nada que fosse machucar o garoto.
Benjamin: Relaxa, irmão, de qualquer jeito, ia te pedir pra comer a Josefina.
Axel: (Confuso) Que?
Benjamin: Sei que ela tá te desejando há um tempão, afinal, ainda sou só um aprendiz e um brinquedo pra ela.
Josefina se emocionou com as palavras do sobrinho, sem que ele esperasse, ela o beija.
Josefina: Sério que ia pedir isso pro Axel?
Benjamin: Cla-claro... Era o presente de aniversário que eu tinha planejado pra você.
Josefina: (Sorri) Você é muito fofo, Benjamin, mas se tivesse pensado num ménage antes de me entregar só pro seu irmão, teria ganhado um prêmio maravilhoso. Mas tudo bem, tirem a roupa e me façam gritar de prazer, irmãozinhos de alma.
No prédio, Sergio tentou resistir à Ignacia, mas não conseguiu. O pau dele tava completamente duro, por causa daqueles beijos que a garota dava, as mãos dele foram devagar até a bunda dela e apertaram forte as nádegas, dando o sinal de que não tinha volta e Ignacia tinha conseguido o que queria. Depois de sentir aquelas mãos no rabo, a jovem para com os beijos e fica olhando fixamente pro professor, dizendo:–"Sabia que me queria, igual eu te queria"–O maduro, sem dar resposta alguma, devora os lábios da rabuda e começa a enfiar os dedos naquele cu guloso.
A novinha leva as mãos até aquele volume que batia na barriga dela, e ao pegar, percebe que o Sergio já tava pronto pra foder. Enquanto ela abaixava o zíper da calça do cara, ele continuava beijando e amassando as bundonas dela, a loira solta um gritinho, tava tão tarada que sentia os próprios fluidos escorrendo pelas pernas. Os dois foram se deitando no sofá, a garota, toda excitada, pergunta pro coroa se toda aquela comida que ela tinha preparado era pra suposta reunião com a April, o homem ri, dizendo que tinha esquecido do e-mail que ele tinha respondido pra ela.Milf, então Ignacia, intrigada, pergunta pra quem ele estava esperando e ele, fazendo mistério, não responde.
A rabuda pergunta de novo pro professor quem ele estava esperando, ele decide ficar calado, dar uns beijinhos curtos mas ardentes no pescoço dela e ir tirando a saia junto com a calcinha fio dental. Sergio leva a boca até a bucetinha loira e molhada da Ignacia, que durante esses dois anos tinha mudado um pouco as regras dela: antes, o amante tinha que provar que merecia a vagina dela, agora ela não dava pra ninguém que não fosse o Axel, mas aquele homem tava fazendo ela duvidar e repensar a regra, já que a vulva dela também tava com um puta formigamento, então ela abriu as pernas e deixou o Sergio comer a boceta dela.
Voltando pra Josefina e os irmãos, a loira tava montada no Benjamim e com o pau do Axel entre as nádegas dela, se beijando com ele. Ela percebeu que os beijos do Axel tinham melhorado pra caralho desde a última vez que tocou os lábios dele, eram tão safados que o corpo dela esquentava ainda mais do que já tava. Axel masturbava o pênis dele com as nádegas da cunhada, leva as mãos pros mamilos dela e brinca com os piercings, fazendo a Josefina gozar. Com vontade de ter o membro do cunhado dentro dela e finalmente sentir os dois paus no fundo, ela pede pro Axel meter, mas ele, teimoso, responde que não.
Josefina ri, achando que o garoto tava brincando, até ele falar de novo que não ia meter, sem antes dela realizar um desejo dele: que ela usasse aquela boquinha pra lubrificar o pau dele. Ela não fez o Axel esperar muito e mudou de posição, enfiando de novo a vara do Benjamim na vagina dela, aproxima os lábios daquele pau que ela tinha treinado uns anos atrás e ensinado sobre sexo, pra ele poder satisfazer a Ignacia, embora ela tenha acabado amando ele. Axel gemeu ao sentir aquela boca engolindo o membro dele. a língua brincando com ele. Era difícil pra ela não lembrar de toda a história que os dois tinham, vindo à memória a primeira vez que ela chupou ele.
Axel: Ooooohhh, Josefina... Vejo que você tá com muita fome, tá comendo meu pau com muita vontade e rebolando pra receber o pau todo do meu irmãozinho...
A moça não respondia e continuava na dela, sem dúvida tava curtindo o presente de aniversário dela. Continuou engolindo o tronco do cunhado, até ter tudo dentro da garganta, uma das mãos dela ficou na cintura do Axel e a outra começou a brincar com as bolas dele. Benjamín começava a se animar e a ficar com muito tesão ao ver a tia dele chupando o pau do meio-irmão, as estocadas dele foram aumentando o ritmo, enquanto com as mãos abria aquela bundona e com os dedões roçava aquele furinho, que também pedia pra ser penetrado. Axel nesse curto tempo tinha percebido que a Josefina no fundo amava o Benjamín, então resolveu tomar uma atitude metida.
Axel: Hhhhhmmm... Vai Benjamín, mostra pra essa puta quem manda... Ela sempre quer dominar e controlar tudo, mas o lugar dela é outro...
Benjamín mordendo o lábio inferior, obedece o irmão, sentia que era o momento perfeito pra mostrar pra Josefina que ele também podia ter o controle no sexo. Enfiando os dedos no cu da moça, faz ela soltar um gemido de prazer, embora abafasse por causa do pau que tava devorando. Benjamín não dava trégua pra loira, com o pau furando a buceta dela e com os dedos penetrando aquele rabão que ela tinha. Axel vendo aquilo e que o rosto da Josefina tava cada vez mais de prazer, leva as mãos até a nuca dela e faz ela manter o pau inteiro dentro da boca, por uns longos segundos enquanto falava.
Axel: Uuuugghh... Lembra quando você me ensinava sobre sexo e me usava como um brinquedo qualquer? Eu... Eu... Era muito inocente naquela época e você agressiva e muito possessiva... Mas olha você agora agora, professora... Você não passa de uma puta submissa... Desculpa falar assim da sua namorada, mano...
Benjamim não respondeu, mas Josefina tirou o pau inteiro do Axel da boca, sorrindo e com a voz ofegante respondeu.
Josefina: Benjamim e eu não somos namorados.
Axel: Ah, não?
Josefina: Não... E ainda posso te ensinar muita coisa sobre sexo... Ooohhgg...
Axel: (Rindo) Duvido, você só fala isso pra se gabar, te lembro que nas últimas vezes que a gente transou, você tava implorando pra eu te foder...
Josefina: Aaagghh... É verdade, mas também é verdade que só te ensinei o básico pra fazer a Ignácia feliz… Uuugghh… A-ainda tem muita coisa que você pode melhorar...
Axel: Acho que melhorei muito com a Ignácia, a Diana e a Vanessa…
Josefina: (Rindo) A Nacha não ensina a como foder ou como satisfazer uma mulher, ela só quer que o homem aguente o suficiente... Hhhhmm.... Q-que tenha uma piroca grande... Uuuuhh... E que seja um broxa... Mas claro que tem você, o único jovem com quem eu como, porque ela te ama... Embora eu tenha ouvido que tem problemas entre vocês… Mmmhhh... E tenho certeza que nenhuma das outras duas vadias te ensinou nada...
Axel: É verdade que não tô num bom momento com a Ignácia, mas não subestima a Diana, muito menos minha irmã. Pra você acreditar, vou te provar. (Segurando o próprio pau)
Josefina: Oooohhh, porraaaaa... Sim, sim, sim, sim, sim... Vem cá e enfia esse pedaço de carne em mim... Pra eu poder julgar se você melhorou nesse tempo todo sem transar comigo...
Axel se aproxima e Benjamim tira o pau da buceta da Josefina, pra enfiar no cu dela. A loira gemia bem alto, tava doida pra experimentar aquela dupla penetração, a boceta dela escorria uma porrada de líquido, pedindo aos berros pra ser fodida. Axel foi apontando o pau, mas antes de enfiar, começa a brincar com o clitóris da loira. Ela morde os lábios e, mesmo sem querer admitir, ela estava adorando esse joguinho do Axel. Ele pergunta com um tom debochado se ela queria que ele parasse e metesse o pau dentro de uma vez, ela com a voz entrecortada responde que sim, que estava morrendo de vontade de sentir o pau dele dentro dela.
Axel: Viu como eu melhorei... Antes, só de ouvir esse pedido, eu já enfiava... Agora, vou continuar provocando...
Josefina: O quêêê...? Aaahggg... Hhhmmmm...
Axel continuou movendo a cabeça do pênis em círculos e brincando com o clitóris da jovem. Ela voltava a lembrar daquelas férias na casa dela, onde ensinou Axel a beijar, excitar uma mulher, chupar uma buceta e foder. Não imaginava que, desde então, ele se tornaria tão bom, a bocetinha dela não parava de se molhar e ela só queria ser penetrada de uma maldita vez. Ele, usando a mão livre, começa a beliscar os mamilos de Josefina, ela bufa desesperada, mesmo que aquilo fosse espetacular, não deixava de ser mais uma forma de provocá-la, rendida, pede novamente que ele enfiasse. Mas Axel fazia ouvidos moucos e continuava com o jogo dele.
Josefina: Ooooohhh... Oooohhh... Mmmggghh... Pa-para... Por favor... Aaaahhh... E enfia em mim...
Axel: Não... Você está acostumada a ter tudo fácil... Mesmo que chore e implore, não vou te dar meu pau até eu querer...
Josefina: Hhhhmm... Você é um desgraçado...
Axel: (Sorri) Ah, é... Mesmo sem ter o que quer, continua agindo arrogante... Talvez seja porque meu irmão está te comendo a bunda... Mas o que vai acontecer quando ele parar?
Josefina: (Assustada) O quê? Nãooo... Benjamim, não dá ouvidos a esse idiota...
Axel: Irmão... É o único jeito dessa puta mimada aprender que não pode ter tudo tão fácil e que é só um depósito de porra.
Benjamim, que tinha participado pouco ou nada da conversa entre a tia e o irmão, começa a tirar o membro do ânus da loira, obedecendo Axel, deixa o pau entre as nádegas dela. Josefina e, às vezes, ele roçava a ponta do pau naquela argolinha aberta, fazendo ela enlouquecer de vontade de ter os dois paus dentro dela.
Josefina: Para... (Chorando) Chega de joguinhos... Mete na minha buceta e no meu cu... Quero esses paus grossos dentro de mim...
Axel: Que fofo... Mas tua atuação não me convence...
Josefina: Não é atuação... Eu realmente quero que me comam... Benjamim... Eu sei que você quer continuar fodendo meu cu... Para de dar bola pro Axel e faz o que você quer...
Benjamim: Ti-tia... Eu... Euuu... Eu não parei porque o Axel mandou.
Josefina: O quê? O que você tá dizendo?
Benjamim: Me sinto teu boneco... Só fazemos quando você quer e nunca ligou pros meus sentimentos, não faz ideia de como sofro quando você some por semanas, e pra piorar, quando volta, me conta que comeu outros caras que são melhores que eu, e depois de ouvir tuas histórias, tento melhorar e te fazer gozar, mas nunca sou bom o bastante pra você. Mesmo assim, continuo sendo teu maldito consolo e já tô cansado de ser visto assim.
Josefina: Ben... Benjamim... Isso é mentira... Essas histórias que te conto são falsas... Só falo elas pra você não se apaixonar por mim e me ver como uma puta idiota... Mas já percebi que não adiantou nada... Desculpa por te machucar...
Axel ficou surpreso com aquelas palavras, Benjamim, por sua vez, não sabia como reagir à confissão de Josefina. O garoto olha pro meio-irmão, que sorrindo faz uma careta e diz.
Axel: Finalmente tá sendo sincera. Acho que podemos dar os presentes de aniversário que ela tanto pediu.
Benjamim: Tem-tem certeza?
Axel: Sim, de qualquer jeito, já sabemos o que fazer pra ela continuar confessando.
Axel senta e faz Josefina sentar no colo dele, os irmãos alinham os paus e, de uma só vez, foram penetrando tanto o cu quanto a buceta da moça, que, ao sentir os dois troncos grossos dentro dela, começou a ofegar. como uma louca. Durante a juventude, ela já tinha feito tanta coisa obscena, mas nunca se atreveu a um ménage com dois caras, por medo de mostrar seu lado submisso.
Embora isso claramente já não importasse mais, porque com o Axel ela tinha sido submissa naqueles dias inesquecíveis e, há um tempo, queria que o Benjamim participasse de uma primeira vez dela em algo. A jovem loira beijou freneticamente o sobrinho e depois murmurou,–"Te amoBenjamín não ouviu ela porque tava focado em meter no cu dela.
A garota não sabia o que fazer com tanto prazer, tentou resistir o máximo que pôde, mas não aguentou por muito tempo e experimentou seu primeiro orgasmo com ambos os paus dentro dela. Foi uma gozada extraordinária para Josefina, Axel aproveitou que sua cunhada estava recuperando as energias para se deitar no chão. Fez isso sem tirar o pau de dentro dela, só o de Benjamín ele tirou, mas o rapaz rapidamente enfiou o pau naquele cuzão. Sentir cada centímetro entrando nela era algo incrível, tanto o cu dela quanto a buceta apertavam os paus dos caras, que aos poucos começavam a retomar o ritmo.
Cada estocada que ela recebia a fazia se regozijar, no entanto, Josefina estava no seu limite, não porque não aguentasse os dois paus dentro dela, pelo contrário, parecia domá-los, mas a falta de experiência e a pouca prática com dupla penetração fez com que a gêmea da Ignácia pedisse um tempo para descansar. Num canto, ela recuperava o fôlego, Axel aproveitou a oportunidade para zoar dela e provocá-la, Benjamín só observava, até que sentiu umas mãos suaves tocando seu peito, virou-se e viu sua irmã mais velha, que tinha voltado pra casa pra pegar uns brinquedos do bebê enquanto a Diana cuidava dele no parque.
Vanessa diz pro irmão:—"Posso me juntar a vocês?Benjamim só tremia e sentia o coração acelerar, ela percebeu que o pau do seu querido irmãozinho tinha endurecido de novo. Josefina, ao ver essa reação, sentiu ciúmes, mas não fez nada a respeito, porque ainda estava confusa sobre os próprios sentimentos, não sabia se aquilo...te amoAntes, se era real ou só algo espontâneo e sem valor. Axel, com um sorriso safado, zoa mais uma vez a gêmea da namorada, dessa vez dizendo que Vanessa era uma verdadeira mestra no sexo e que ia enlouquecer o Benjamim. Josefina, puta da vida, morde os lábios.
Vanessa: Uau… Vejo que seu amigão quer que eu entre na brincadeira.
Benjamim: Va-va… Vanessa.
Vanessa: Shhh… Não fala nada, hoje vamos realizar um dos seus sonhos, ok?
Vanessa troca olhares com Axel e fica vermelha. Fazia um tempão que não ficava com outro homem que não fosse o meio-irmão, mas mesmo assim não podia deixar o Benjamim na mão com a ilusão de transar, então começa a se despir. Josefina só observa o sobrinho querido aproveitando o corpo de Vanessa, agarrando aqueles peitões com as mãos e chupando os bicos. A loira peituda gemia bem alto, e olha que ainda não tinha enfiado aquele pauzão. Axel tava curtindo o show, principalmente pela cara de Josefina. O moleque chegou perto do irmão e perguntou se ele tava gostando daquilo, e ele confirmou que sim.
O jovem não percebia que com as palavras dele tava ferindo o orgulho da tia, que começa a olhar pro lado, mas Axel se aproxima e faz ela olhar bem na hora que o pau do Benjamim entrava na buceta da Vanessa.
Vanessa: Aaaaaaaiii, irmãozinho… Uuugghh… Que pau gordo e gostoso você tem…
Benjamim: Aaahhh… Sério que você gostou?
Vanessa: Amo… Hhhmm… Continua dando amor pra sua irmã…
Vanessa começa a pular no irmão mais novo. O som das estocadas e os gemidos dos dois faziam Josefina buscar consolo no pau do Axel, mas ele se afasta dela e recomenda que ela seja sincera e aceite de uma vez que tava apaixonada pelo Benjamim. Axel se aproxima dos irmãos, se abaixa pra abrir a raba da Vanessa e meter a língua nela. Os gemidos da moça aumentavam enquanto ela abraçava forte o Benjamim. fazendo o rosto dela desaparecer entre os peitos dela. Josefina só aperta as mãos e baixa o olhar, deixando Vanessa roubar os presentes de aniversário dela.
Axel: Oooohhh... Que raba mais gostosa você tem, irmã...
Vanessa: Mmggghhhh... É... É sério mesmo?
Axel: Siimm... É uma delícia, adoro comer e foder você. Tenho certeza que o Benjamim vai aproveitar depois, igual tá fazendo agora com a sua bucetinha fantástica.
Vanessa: Hhhhmmm... Ben-Benja... Você gosta da bucetinha da sua irmã mais velha?
Benjamim: Siim... É maravilhosa... Igual seus peitões... (Chupando de novo)
Axel se levanta e começa a meter o pau dele naquele buraco que ele tinha devorado.
Vanessa: Oooohhh, Deus... Sim, sim, sim... Axel, continua enfiando fundo, quero que vocês fodam a putinha da irmã de vocês bem forte... Até encher ela com o leite cremoso de vocês...
Axel: Ooooohhh... Irmããã... Pode ter certeza, a gente vai deixar você bem cheinha...
Vanessa: Ooooooohhh, Deus meuuuuuu...
O trio de irmãos só tinha começado, pra azar da Josefina. Por outro lado, Ignacia e Sergio estavam no quarto dele, a garota tava curtindo o pau maduro do professor dela no cu dela, fazia um tempão desde a última vez que ela tinha dado o cu. O homem também tava encantado com aquela raba que ele tava fodendo, não esperava que fosse tão apertada. Ela mordia os lábios e depois gritava de prazer, o corpo dela tava pedindo uma fodida assim há muito tempo e a buceta dela começava a ficar com ciúme porque toda a diversão tava no cu dela, pra acalmar um pouco, ela brincava com a mão ali.
Sergio: E aí, gostosa, vai parar de se distrair na aula ou vou ter que continuar te castigando?
Ignacia: Oooohhh... Deus, Deus, Deus... Uuuugghhhf... Adoro a sua varaaaaggh... Hhhmmm... Você sabe usar ela, então vai ter que continuar me castigando, Sergio...
Sergio: Uuuumm... Valeu pelo elogio, princesa... Mas não te dei permissão pra me chamar pelo nome.
Ele deu uma palmada forte nela, e Ignacia, sentindo aquele tapa, gozou e não parou de implorar pela pica.
Sergio: (Rindo) Tenho que admitir que desde o primeiro dia de aula tô louco por essa bunda enorme que você tem, me perguntava como era foder ela e acabou sendo uma maravilha...
Ignacia: Hhhggmm... Sabia... Sabia que minha rabuda te deixava doido...
Sergio: (Sorri) Quem resistiria a essa bundona? Mas sabe, também tô com vontade de provar sua bucetinha... Hhhmm...
Ignacia: Aaahhh... Deus... Adoro como você me fode, ma-mas, só pode brincar com minha bunda, porque minha xoxota é proibida...
Sergio: Ah, qual é, eu sei, (levando as mãos aos lábios da buceta da garota e roçando os dedos) que você vai acabar implorando pra eu meter minha pica nessa bucetinha molhada e gostosa.
Ignacia gemia, rebolando o quadril com força, sentia a buceta escorrendo sem parar, cada vez mais difícil esconder a vontade da sua vulva. Sergio percebia que ele tinha razão e era questão de tempo até ela implorar pra ele enfiar a pica na boceta. Ela mordia o travesseiro se fazendo de forte, mas essa atitude só deixava ele com mais vontade de penetrar aquela vulva, e como ela não mandava ele parar de tocar ali, ele se animava que logo ia quebrar o espírito dela. Mesmo assim, ela teimava e não deixava aquelas palavras de rendição saírem da boca, apesar de não facilitar pra aquele coroa.
Sergio: Ooohhh... Tá ansiosa pra receber minha pica na sua bucetinha, né?
Ignacia: N-nãooo... Uuuugggghh...
Sergio: Ah, qual é... Não Seja teimosa e se admire... Só quer que eu enfie uma estocada nessa sua buceta lujuriosa...
Ignacia morde os lábios e responde que não de novo, embora preferisse dizer sim, pra acabar logo com aquela tortura. O coroa, vendo que a novinha era orgulhosa e teimosa, começa a brincar com o clitóris dela e enfia os dedos de leve. A rabuda gritava de prazer de novo, e os suspiros ficavam cada vez mais constantes. Ela fechava os olhos pra evitar que a mente se atrapalhasse e dissesse as palavras que aquele homem esperava. Gozava de novo, encharcando ainda mais aquela cama, que já tava coberta com os fluidos dela. Ele mordia a orelha dela, a língua brincava com ela, sussurrando.—"O que seu namorado diria se te visse assim?Ela riu entre gemidos e respondeu,—"Nada… Só ia te ensinar como você tem que me foder… Pa-pra… Você poder provar minha buceta, ao mesmo tempo, nos seus pensamentos ela dizia pra si mesmaMeu Deus... Ele me deixa louca e dominada... Se não fosse porque o Axel me treinou muito bem nesses anos... Já teria me rendido e deixado ele arrebentar minha buceta com aquela piroca maravilhosa que ele tem...Sergio, levando aquelas palavras como provocação, voltou a meter com força no cuzinho dela e disse pra jovem se render, que não se privasse do que ela queria, mas mais uma vez, Ignacia respondeu que não, embora dessa vez tenha demorado pra responder.
Sergio: Você não vai sair desse apartamento sem me deixar comer sua bucetinha.
Ignacia: Aaaaahhh... Aaaaahhh... Aaaagghh... Meu Deus...
A loira começava a duvidar da própria resistência e brincava com a ideia de confessar que queria que a buceta dela fosse penetrada. No entanto, alguém bate na porta naquele momento, dando a ela alguns segundos de sossego.
Sergio: Merda... Odeio ser interrompido quando tô no meio do sexo...
Ignacia: Aaaahhhh... Hhhhhmmm... Ooohhhh... A... A... Eu também...
Sergio: (Sorri) Então, não vou parar de te dar o que você gosta, rabuda...
Ele não para de meter naquele cu com fúria, Ignacia já não aguentava mais e só pensava que a buceta dela merecia provar um pau daqueles. Quando estava prestes a falar, batem na porta de novo, mas dessa vez uma voz feminina se ouve, dizendo:Papi, já cheguei. Me abre, por favor.Sergio, de repente, para. Tira o pau da buceta da Ignacia e começa a se vestir, enquanto falava:—"Já vou, Florença"—Ignacia, agitada e atordoada, observava enquanto o coroa vestia a roupa e aquele pau que a estava enlouquecendo sumia. Ele pega a roupa da garota e pede que ela se vista rápido, ela reclama que não podia deixar a foda incompleta daquele jeito.
Sergio, que parecia desesperado e nervoso por fazer Florença esperar, explica a Ignacia que a pessoa que ele estava esperando era a filha dele. Ignacia, passando os dedos na virilha do homem, diz que não fazia ideia sobre Florença e duvidava que fosse filha dele. Ele explica que era um homem divorciado e que Florença foi fruto daquele casamento fracassado, ela o admirava muito e o respeitava, por isso não queria que a imagem que a filha tinha dele mudasse. A gostosa de rabão, agarrando o pau duro de Sergio, disse que ia se vestir, desde que terminassem a foda no domingo ou, no máximo, na segunda-feira, na aula.
Ele promete que vão retomar o mais rápido possível, mas manda ela se vestir de uma vez. Ignacia coloca a roupa, mas parecia fazer isso devagar, deixando Sergio cada vez mais desesperado. Quando a garota ficou pronta, o coroa corre para abrir a porta para a filha, que era uma mulher de uns 25 anos, cabelo castanho, com um corpo bem proporcionado, já que não se destacava por ter uma bunda grande nem peitos enormes, mas ainda assim sua figura era muito sensual. Florença abraça o pai bem feliz, mas ao ver Ignacia, solta o homem, ficando surpresa e ao mesmo tempo meio intrigada. Ela se aproxima da loira e pergunta.
Florença: Quem é você?
Ignacia: Sua nova madrasta.
Florença: (Atônita) O quê?!
Florença olha para o pai com uma cara de irritação e incerteza, enquanto o homem não sabia o que dizer, muito menos como explicar que no apartamento dele tinha uma novinha vestida de colegial sexy. Ele só esperava que Ignacia parasse com as brincadeiras e pudesse salvá-lo da situação.
Ignacia: (Rindo) É brincadeira... Sou a filha. de uma colega do seu pai e vim entregar uns papéis que ele precisava, mas já vou indo.
Ignácia se aproxima de Sergio e dá um beijo bem caliente na bochecha dele, depois sai do apartamento. A filha do homem, olhando, percebe que a moça tinha uma rabuda enorme, que ela exibia e que Sergio não parava de apreciar. Florencia nota o olhar do pai e fecha a porta irritada, provocando uma risadinha debochada da rabuda. Em casa, Josefina finalmente aceitava que amava Benjamim e não queria que ele continuasse se divertindo com Vanessa. Ela se levanta e se aproxima deles. Nesse momento, Vanessa tinha a pica do Benjamim no cu e a do Axel na buceta. O jovem estava adorando a raba da irmã.
Benjamim: Aaaih, Deus… Você não imagina quantas vezes fantasiei isso, irmã.
Vanessa: (Rindo) Eu sei… Sempre soube que você cheirava minhas calcinhas e batia punheta com elas.
Benjamim: Co-como?
Vanessa: Achou mesmo que eu não notaria seu gozo na minha roupa íntima? Aaahh… Você era o único homem em casa naquela época, além do papai, mas ele nunca olharia pra filha dele desse jeito…
Josefina: Benjamim, para.
Benjamim: Hã?
Josefina: Falei pra você parar!
Axel não atrapalhou a cunhada; na verdade, ele ajudou, carregando Vanessa e levando ela pra outra sala. Benjamim, confuso, pergunta pra tia do que ela queria falar. Ela se senta entre as pernas do jovem, o pau dele ainda estava duro que nem ferro. Josefina pega ele nas mãos e massageia de leve.
Josefina: Eu não sou que nem minha irmã, que aguenta ver o homem dela com outra. Eu sou muito ciumenta e não gosto que toquem no que é meu. Sabe do que tô falando, né?
Benjamim não entendia nada, a cara dele era de perplexidade. Então ela aproxima os lábios dos dele e beija ele com carinho.
Josefina: O que você tá esperando? Já tem a buceta da sua namorada pronta pra foder.
Benjamim: (Desnorteado) Namorada? Josefina: (Sorri) Pensei que com aquelas palavras e aquele beijo eu tinha sido clara, mas vou simplificar pra você. Benjamin, você quer ser meu namorado?
Benjamin: (Engole seco) Ti-tia... Tá falando sério?
Josefina: Sim... O que me diz?
Benjamin: (Sorri) Claro, óbvio que quero ser seu namorado.
Benjamin, empolgado e feliz, tenta beijar a loira, mas ela o interrompe.
Josefina: Espera... Antes disso, quero que saiba que temos que manter nosso relacionamento em segredo da minha irmã e do seu pai, entendeu?
Benjamin: Sim, o que você mandar, tia... Digo, amor.
Josefina: Mais uma coisa. Sei que é hipócrita pedir pra você ser fiel, enquanto eu vou dar pra outro, não porque não te amo, mas porque quero extrair seu melhor potencial e pra isso vou ter que testar seu máximo potencial com outra rola parecida com a sua, mas com mais experiência.
Ela afirmou, dizendo de forma sutil que ia buscar a oportunidade de transar com o Tomás.
Benjamin: Contanto que seja o Axel, pra mim tá de boa.
Os dois se beijam e se deitam no sofá, começando mais uma trepada entre eles. Axel e Vanessa assistiam emocionados àquela cena; a garota se vira e beija o meio-irmão, ele sentia de novo naquela boca os sentimentos puros da Vanessa. Os dois casais transaram até tarde. Diana cansou de esperar a Vanessa e voltou com o Simón dormindo, enquanto entrava em casa, a Ignácia também chegava.
Elas não trocaram palavras. A rabuda, apesar da interrupção que sofreu enquanto trepava com o Sérgio, não se mostrava frustrada; pelo contrário, estava mais tarada do que antes, desejando que já fosse domingo ou segunda pra poder ser a putinha do professor. Do lado de fora da casa, umas figuras misteriosas apareciam: era um jovem casal, que se aproximava da entrada.
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Enquanto eles terminavam de deixar tudo pronto pra poder ir embora, as gêmeas abriram os olhos ao mesmo tempo, as duas se levantaram e se encontraram no corredor. A Josefina soltou uma risadinha curta, e depois disse:—"Pedra, papel ou tesoura? Pra saber quem usa o banheiro primeiroIgnacia riu ao ouvir aquelas palavras da irmã. Josefina, confusa, perguntou do que ela estava rindo tanto, e Ignacia respondeu:—"Somos irmãs, podemos dividir o banheiro, além disso, faz tempo que a gente não bate um papo a sós, Josefina respondeu pra sua gêmea que ela tinha toda razão, até tomar banho juntas era uma tradição quando moravam na casa dos pais.
Os adultos já tinham tudo pronto, só faltava dar umas instruções pro Axel e pra Vanessa, que iam ficar de olho na casa e ser os principais responsáveis por cuidar do Simón. Tomás foi pro quarto do filho dele e a April pro da moça, os dois bateram na porta antes de entrar. O Axel acorda e vê que do lado dele a Ignacia já não tava mais, fazendo com que desde cedo o rosto dele já mostrasse amargura. Por outro lado, a Vanessa não acordou quando a April bateu na porta, e sem ter outra opção, a mulher entrou no quarto e acordou a filha. A jovem, bocejando, pergunta pra mãe o que ela precisava, esquecendo completamente que a MILF e o pai dela iam pro hotel.
April: Vim te acordar pra te falar umas coisas sobre os cuidados com o Simón, filha.
Vanessa: Umas coisas sobre o Simón? Cê vai sair, mãe?
April: (Confusa) Sim, cê não lembra, querida?
Vanessa: (Se espreguiçando) Não, mãe. Por isso que tô perguntando, cê vai aonde?
April: (Rindo) Inacreditável, minha pequena com memória fotográfica não consegue lembrar do presente que deu pros pais, junto com os irmãos.
A peituda, lembrando do rolê da viagem, solta uma risadinha.
Vanessa: Aaaahhh, porra... É verdade que cê vai com o pai num hotel chique pra passar o fim de semana e transar. Desculpa, mãe, tava com a cabeça em outro lugar, mas agora sou toda ouvidos pra ouvir os cuidados que tem que ter com o Simón, embora sendo sincera, acho que tudo que cê vai me falar, eu já sei, porque cê é uma mãe muito boa, sei como cê cuidou de mim com o pai e também fez isso com meus irmãos.
A mulher sorri, sabia que a filha tava bem preparada pra ficar de olho no Simón, mas mesmo assim dá as instruções, já que apesar de querer ir pra aquele hotel e passar tempo com o marido, ainda tava nervosa por deixar o bebê. Tomás Ela repetia a mesma coisa pro Axel, que olhava pro chão enquanto o pai falava com ele.
Axel: Entendo, pai, tá tudo absolutamente claro pra mim, então pode ficar tranquilo.
Tomás: Confio em você e na sua irmã. Além disso, sei que o Benjamim e as outras meninas vão ajudar no que for preciso.
Axel: (Sorri) É, só relaxa, pai, e aproveita com a mamãe April o presente que a gente deu pra vocês.
Tomás: Obrigado, filho. (Abraçando ele)
Axel: De nada, pai.
Saindo dos quartos dos filhos, o casal se reencontrou na entrada da casa. O homem coloca uma maletinha no porta-malas do carro, enquanto a mulher se sentava no banco do carona. Quando o marido entra no carro, ela dá um beijo na bochecha dele e se agarra num dos braços dele, colocando a cabeça no ombro dele. As gêmeas lavavam os corpos uma da outra, Ignácia se empolgava, dando um beijinho na Josefina, que como resposta aperta a bunda dela e morde a orelha dela. Ignácia solta um gemido, que abafa mordendo os lábios, as bucetas das duas começavam a se roçar, Josefina para de mordiscar e pergunta.
Josefina: Do que você queria falar comigo, maninha? Quer se gabar do seu rolo com o Axel? Porque se for isso, já não tô mais afim de saber que você ficou com ele, eu tô curtindo minha solteirice.
Ignácia: Não… Não quero falar do Axel, na real, tô começando a me arrepender de estar com ele.
Josefina: (Rindo) Tenho que admitir que não esperava por essa, e por que você não quer mais ficar com ele?
Ignácia: Ele começou a agir que nem um romântico idiota e há uns meses não me satisfaz, mas também não quero que ele fique com outra.
Josefina: Isso é estranho, mas te entendo, acontece a mesma coisa comigo e o Benjamim.
Ignácia: Benjamim?
Josefina: É, nosso sobrinho também herdou a pica enorme do Tomás.
Ignácia: Puxa, isso explica porque você é tão próxima dele.
Ela falou sorrindo, beijando a irmã de novo, as duas apertavam as bundas uma da outra e se se ajeitavam para que suas bucetas pudessem se satisfazer uma na outra.
Josefina: Eu venho ensinando o Benjamin… Hhggm… Como satisfazer uma mulher… Mmmgh… Mas nem pense em pôr a mão nele, ele é meu.
Ignacia: (Rindo) Relaxa, irmã, você sabe que eu sou louca por paus milf, esses são meus favoritos… Uuugghh… Aliás, era sobre isso que eu queria falar com você… Preciso que hoje você mantenha o Axel distraído e que ele não se encontre com a Diana.
Josefina: (Rindo) No final era sobre o Axel… Aaaahhg… Aaahhgg… Aahhrgg… Tá bom, vou te ajudar, se você me disser com quem vai se divertir…
Ignacia: Uummgh… Co-co-com… Com um professor…
Josefina: (Surpresa) Com um professor?
Ignacia: Siimm… Mmmhhg… Ele tem uma tranca enorme, que tem que ser minha…
Josefina: E vai ser sua, irmã… Esse pau maduro vai ser seu presente de aniversário…
Aquelas duas garotinhas safadas continuaram se divertindo no chuveiro, Axel, sem desconfiar do que rolava no banheiro, decidiu ir dar uma olhada no Simão, no quarto do pequeno estava a Vanessa. Durante o trajeto até o hotel, Tomás fez uma paradinha numa loja pra comprar uns refrigerantes, já que o dia tava bem quente. Enquanto o homem comprava, a April tava impaciente dentro do carro, o calorão já tava começando a pegar nela, aumentando a vontade de transar. Ela sentia o vestido grudando no corpo de suor, olhava toda hora pra entrada da loja, desejando que o marido saísse logo e pudessem continuar a viagem.
Passaram uns cinco minutos e o Tomás ainda não tinha saído da loja, a mulher, sufocada, decide abaixar o vidro pra entrar um ar, mas não era o suficiente, o vento que roçava o corpo dela só fazia ela se excitar mais. Pra piorar, os peitos dela começaram a vazar leite, nessa hora ela não tava usando sutiã, então ela abaixa o vestido e deixa os seios livres. Começa a procurar um pote ou algum recipiente pra poder guardar o leite que saía, quando acha um, suspira. Aliviada. Mas, tocar os bicos dos peitos dela, que eram sensíveis, só aumentava mais o tesão. Com o celular perto da buceta, ela começa a esfregar ele nos lábios vaginais pra aliviar aquela vontade de ser penetrada.
Ela gemia e soltava uns gritinhos, era tão gostoso que sentia que ia gozar logo, mas quando olhou pela janela, percebeu que tavam olhando pra ela. Assustada e envergonhada, parou de se tocar e cobriu os peitos o mais rápido que pôde. O coração dela tava batendo tão forte que nem percebeu o Tomás voltar. Ele, sem saber do que tinha rolado, tocou no ombro da mulher pra dar um dos refrigerantes que tinha comprado. Ela, apavorada com a mão do marido, deu um grito. O homem, confuso por ver a mulher agitada e nervosa, perguntou se ela tava bem.
April: Puta que pariu... (Respirando meio aliviada) Tô, tô bem sim...
Tomás: Certeza?
April: Sim, Tom... Tava pensando quando senti sua mão no meu ombro e por isso me assustei, mas pra que falar disso agora, melhor a gente ir.
Tomás: Ok... Aqui seu refri.
April: Valeu, amor, mas melhor você dirigir.
Tomás: Vou fazer isso, Princesa, só deixa eu colocar o cinto.
April: Não precisa, só dirige, por favor...
Tomás: (Confuso) April?
April: (Braba, interrompe o marido) Falei pra dirigir, caralho!
Tomás ficou totalmente sem entender aquele surto da mulher, mas em vez de começar uma briga, preferiu obedecer e dirigir. April, vendo que tavam saindo do lugar, olhava preocupada pela janela. Se ela tava daquele jeito, era porque quem tinha visto ela brincando com o próprio corpo era nada menos que um dos alunos dela. Quando já tavam longe o suficiente, a mulher se acalmou e pediu desculpas ao marido pela atitude que teve. Ele perguntou o motivo dela querer sair daquele lugar. April, envergonhada, confessou a verdade pra ele. Tomás, que depois de ouvir a história deu uma gargalhada.
Já a Milf, pelo contrário, mostrava desgosto no rosto e, irritada, disse:—"Não tem nada de engraçado no que aconteceu comigo, Tommy, ele ainda rindo pede desculpa por ter zuado ela, completando,—"O que realmente me dá graça não é o fato, mas sim o seu azar, Princesa.April se aproximou do homem e sussurrou no ouvido dele: "Será que te deu ciúmes outro cara ter visto meu corpo?" Tomás respondeu que talvez incomodasse um pouco, mas ao mesmo tempo adorava que vissem que a esposa dele era uma gostosa e que se mantinha muito bem pra idade dela. A mulher ficava corada e se excitava com cada elogio que o marido fazia, só queria chegar logo naquele hotel e foder com ele.
Finalmente chegam no hotel, deixam o carro no estacionamento e vão pra recepção, onde são atendidos por uma mina de uns 25 anos. Ela entrega pro casal o cartão do quarto que seria deles naquele fim de semana. Eles se dão as mãos e caminham até o quarto, meio nervoso, Tomás passa o cartão e abre a porta. April, toda animada, entra e rapidamente olha o que seria o ninho de amor deles. O homem fecha a porta e quando vira, a esposa já o encurrala. No começo, Tomás se surpreende, mas ele entendia perfeitamente a mulher dele, já que, igual a ela, tava doido pra começar.
April: "Poxa, sempre me surpreende você manter a calma, quando tá louco pra foder."
Ela falou isso aproximando a boca da dele e as mãos descendo até tocar o pau duro do homem.
Tomás: "Acho que é porque sou psicólogo."
April: "E por que eu não consigo me controlar igual você? Se também sou psicóloga."
Tomás: "Não sei, amor, mas vamos parar de falar besteira e aproveitar que finalmente podemos foder sem ninguém interromper."
Tomás pega a mulher dele e beija, April ficou impressionada com o jeito que o marido devorava a boca dela. Os dois foram tirando a roupa até chegar na cama, onde continuaram se comendo de beijo por uns longos minutos. Ela, sorrindo, pergunta pro homem se ele queria um boquete, uma punheta com as tetas dela ou meter de uma vez aquela piroca grossa dentro da buceta faminta dela. Ele lembra que essas mesmas palavras a mulher dele tinha dito no dia da lua de mel deles. Soltando uma risadinha, ele responde que adoraria saborear aquela buceta. A MILF fica surpresa com a proposta do marido, mas não nega, já que ela também estava morrendo de vontade de sentir a boca dele brincando com sua xereca.
April se ajeitou, o roçar dos lábios do coroa na sua vulva molhada era uma sensação que a enlouquecia, mas sem dúvida ela perdeu a cabeça quando Tomás começou a lamber suavemente sua buceta. Aquela língua sabia como tocar seus lábios vaginais e ir satisfazendo ela, não demorou muito para ela gozar, soltando uma porrada de seus fluidos. Também nostálgica, ela sente saudades da lua de mel, que começou com um oral na buceta e depois ela engoliu inteiro o pau do marido. A MILF ri, pegando com as mãos a rola de Tomás e começa a enfiar no fundo da garganta, ele ao sentir o membro dentro daquela boca quente, fecha os olhos e geme.
Tanto April quanto Tomás perceberam que estavam revivendo a lua de mel. Em casa, Benjamín e Josefina tomavam café da manhã, Vanessa cuidava do Simón, Diana tomava banho e Axel e Ignacia discutiam. O jovem dizia pra namorada que ela não podia sair vestida daquele jeito, ela respondia que podia se vestir como bem entendesse e ele não tinha o direito de proibir. A rabuda naquele momento tinha colocado uma roupa de colegial, com uma blusinha branca que ia até a cintura, uma saia vermelha com xadrez preto e listras brancas, que mal cobria a bunda dela, umas meias brancas que iam até os joelhos, uma calcinha fio dental pequena grudada na xoxota dela e uns sapatos pretos.
Num rompante, o jovem para a garota segurando ela pelo braço e apertando ela contra a parede, essa atitude violenta do moleque pegou a rabuda de surpresa e de certo modo a excitou. Ignacia sorriu de forma sedutora,—"Você vai me castigar?disse a garota, fazendo com que ele a solte automaticamente. Continuando com seu comportamento provocante, ela caminha sensualmente até a porta, onde se abaixa deixando a bunda empinada e a rebola suavemente enquanto diz,—"Assim, vou exibir pra todos os homens que ousarem virar pra me olhar"—soltando uma risadinha irônica, esperando outra reação agressiva do namorado dela.
Josefina continuava pensando e fantasiando com a pica do Tomás, nem prestava atenção no Benjamín, que tava falando com ela e, como não recebia resposta, achou que a mina tava só ignorando ele. A Diana saiu do banheiro, toda arrumada com um top rosa de decote bem provocante, uma calça jeans bem justa no corpo que destacava a bundinha pequena e gostosa dela. A dançarina vê a Ignácia saindo do quarto e fica surpresa com a roupa dela. A loirinha, ao ver a irmã mais nova, sente ciúme e inveja, porque achou que ela se vestiu assim pra chamar a atenção do Axel.
A rabuda chega perto da Diana com um sorriso e sussurra no ouvido dela:Espero que não tenha se vestido assim pra se exibir na frente do meu homem, devia arrumar um namorado e deixar ele em paz. Aliás, agora vou sair, mas eu não estar em casa não significa que você tem o direito de brincar com ele.Essas palavras deixaram a dançarina perplexa, que não entendia aquele comportamento de Ignacia com ela. Enquanto a loira descia as escadas, Vanessa sorria do quarto de Simão, tinha ouvido tudo e ficava feliz que seu plano tinha dado certo, com Diana fora do caminho, a competição para ela era mais fácil.
Quando Ignacia desceu para o primeiro andar, foi até a cozinha, com a intenção de beber um copo d'água antes de ir para o professor. Benjamim, ao vê-la, ficou atônito e de boca aberta. A garota, ao ver a reação do sobrinho, teve a ideia de provocar a irmã gêmea, que ainda estava fantasiando com o cunhado. Depois de tomar o copo d'água, a gostosa de bunda grande se aproximou de Benjamim, ele não tinha tirado os olhos da tia/cunhada. Ela, com uma mão, acaricia o rosto do rapaz e, com a outra, começa a brincar com o cabelo dele, para seduzi-lo.
Ignacia: Aconteceu alguma coisa, Benja? Tô te achando meio pálido.
Benjamim não responde. Diante do silêncio do sobrinho, Ignacia senta no colo dele, percebendo a piroca dura do garoto. Ela leva o dedo indicador aos lábios e, num tom safado, diz:
Ignacia: Você sabe que pode confiar em mim, Benji. Pode até pedir o que você... (roçando o volume do rapaz) Quiser.
Josefina começava a voltar à realidade ao ver a irmã flertando descaradamente com Benjamim. O jovem ainda não dizia nada, mas o coração dele acelerava e era a primeira vez que ele desejava a noiva do meio-irmão. Josefina bate na mesa com as duas mãos, fazendo o sobrinho acordar do feitiço de Ignacia. Ela se levanta e se aproxima deles, puxando a irmã gêmea para parar de brincar com ele.
Josefina: (Sussurrando) Pensei que a gente tinha um trato.
Ignacia: (Ri) Relaxa, não vou pegar o seu homenzinho, é todo seu, só queria te irritar e ver se ele tem a pica do mesmo tamanho que os outros dois homens dessa casa. Ignacia sai da cozinha e vai pra fora de casa. Josefina se aproxima de Benjamín e dá um tapa na cara dele, depois sai irritada pro quarto dela. Diana, que estava descendo pra tomar café, viu aquela cena do tapa e ficou atordoada de novo com uma situação que não entendia. Benjamín não disse nada, mas ficou sentado ali pra fazer companhia pra tia e não deixar ela sozinha, mesmo só querendo ir pro quarto bater uma. No hotel, o casal de meia-idade estava fazendo um barulhão, incomodando o pessoal dos quartos vizinhos — nem todo mundo estava ali pra passar o dia romântico transando. Os outros casais reclamaram na recepção, deixando claro o desconforto.
A gerente do hotel mandou um funcionário ir até o quarto avisar Tomás e April sobre o que tava rolando. Mas o casal nunca atendeu o funcionário, por mais que ele batesse e chamasse da porta; eles continuaram fodendo, cada vez mais alto. Sem outra opção, a gerente decidiu ir pessoalmente, acompanhada da recepcionista que tinha atendido o casal. Ela bateu só duas vezes e, como não teve resposta, pediu pra moça passar a cópia do cartão do quarto pra entrar. A jovem recepcionista, insegura, perguntou por que não tentavam bater mais uma vez. A mulher arrancou o cartão da mão dela e abriu a porta, dizendo pra não se preocupar que não iam ver nada anormal.
Enquanto falava aquilo, o rosto envergonhado da moça se transformou em surpresa ao ver o pau do coroa perfurando a buceta da MILF.–"Meu Deus"–expressou a jovem. A gerente fechou a porta e, ao ouvir a garota, riu pensando que ela ainda estava exagerando. Mas essa risadinha ingênua duraria muito pouco ao observar o casal; abalada, ela engole seco, enquanto Tomás começa a diminuir o ritmo ao mesmo tempo que dizia:—Pri-princesa… tão olhando pra gente.April olha para trás e, ao ver a jovenzinha e a mulher de olhos fixos na pica do marido, dá uma risada. A Milf volta a olhar para o esposo, se aproxima dele e sussurra,—"Me veio uma ideia muito doida na cabeça, entra na minha onda, por favor"—O homem, ao ouvir aquelas palavras, sabia o que estava passando pela cabeça da esposa. Ela desceu daquela tranca e se virou para encarar a gerente e a recepcionista do hotel. Pegando o pau do marido entre as mãos e batendo uma punheta suave, perguntou àquelas duas mulheres hipnotizadas: o que estava acontecendo? Nenhuma delas conseguiu falar ou dizer algo a respeito; na verdade, a garota começava a ficar excitada e não conseguia tirar os olhos daquela rola madura. April, rindo, perguntou se elas queriam tocar o pinto duro do marido dela. A gerente só abriu ainda mais os olhos, confusa, mas a garota, inconscientemente, se aproximou deles e foi se despindo.
April: (Sorri) Ha... Temos uma que não é caretice, gostei da sua atitude, garota.
A jovem ficou só de sutiã e calcinha, April entregou o pau do marido para ela, e ela o pegou entre as mãos. Com timidez, puxou ele. A gerente, ao vê-la fazer aquilo, disse:—"Tri-Trinidade, o que cê tá fazendo?A garota não responde porque tava maravilhada com o duro e quente que era aquele pau, começa a bater uma punheta nele rapidinho, sentindo a buceta jovem dela escorrendo por aquela vara e o homem soltando uns suspiros baixinhos.

—"Trinidad! Tô falando com vocêdisse a gerente, achando a situação cada vez mais excitante. A garota, sem parar de brincar com a piroca madura do Tomás, olha pra chefe e responde.
Trinidad: Dona Fernanda, se quiser me mandar embora, pode mandar, mas eu não consigo me controlar com esse pedaço de carne, nunca vi um tão grande e grosso assim.
April ri e se levanta da cama, se aproximando da gerente, que continuava negando o que estava desejando.
April: Qual é? Por que tão santinha? Esquece um pouco seus deveres nesse hotel e relaxa igual aquela garota.
Fernanda respirava fundo e tremia ao ver como sua subordinada fazia Tomás gemer de prazer.
Trinidad: Você gosta de como eu te masturbo, né?
Tomás: S... S-sim... Aaaggrhh...
Trinidad: Meu Deus, não consigo parar de me impressionar com o tamanho disso. Quero fazer mil coisas com esse seu pau, senhor.
A garota abre a boca, esticando a língua, mas antes de dar uma lambida, a gerente se aproxima e pega o membro do homem com as mãos.
Fernanda: Deixa eu brincar um pouco com essa coisa, antes de você devorar.
Trinidad sorri, permitindo que Fernanda toque e masturbe aquela piroca. Tomás, muito excitado, observa o teto e depois olha pra esposa, que se aproxima dele e coloca a buceta molhada na boca dele. Em casa, ninguém tinha feito o almoço, então cada um dos adolescentes estava no seu quarto, exceto Vanessa e Axel, que estavam com Simão. A peituda pergunta pro meio-irmão se ele já pensou em ser pai um dia. Ele responde que na verdade nunca passou essa ideia pela cabeça e acha que ainda é muito novo pra ser pai. Ela, provocante, responde que apesar da juventude, ele com certeza seria um ótimo pai, igual o Tomás.
O garoto ri ao ouvir isso, afirmando que ainda está muito longe de ser igual ao pai, no quesito paternidade. Vanessa, aproveitando a distração do meio-irmão, se aproxima e rouba um beijo dele, que pra Axel foi diferente do que ele estava acostumado a receber dela. Vanessa se afasta dele e sorri, depois sai do quarto com o irmãozinho nos braços, deixando um Axel confuso, tocando os próprios lábios. Naquele beijo terno, ele sentiu mais do que luxúria e vontade de trepar, percebeu os sentimentos puros da meia-irmã, igualzinho à primeira vez que eles, inexperientes, se beijaram.
Vanessa vai até o quarto da Diana, pra ela acompanhá-la num passeio com o Simão. Diana, que estava no computador, levanta e se aproxima da sobrinha, dizendo:Mas que porra é essa que tá acontecendo com vocês hoje?Vanessa diz pra ela que, se não queria ir, era só falar, não precisava ser tão chata. A dançarina pede desculpas pra peituda e completa.
Diana: Não foi minha intenção parecer mal-humorada. Claro que adoraria te acompanhar, só que hoje foi um dia muito estranho pra mim. A Ignácia agiu de forma hostil comigo, o Axel me ignorou, a Josefina eu não vi depois que deu um tapa no Benjamim, e ele ficou muito inquieto enquanto eu tomava café da manhã sem me dizer uma palavra. Agora você vem e me convida pra sair, pra ser sincera, não esperava por isso, já que entre a gente não tem lá uma relação muito boa, digamos.
Vanessa: (Sorri) É verdade que temos nossas diferenças, mas nunca te odiei, Diana. Na verdade, entre todas as minhas tias, você é a que eu mais gosto.
Diana: Não sei como responder a isso.
Vanessa: Não fala nada, só vem e acompanha a gente. Porque esse gatinho aqui precisa de duas acompanhantes.
Diana: (Sorri) Ok… (Pegando as mãos do bebê) Vejo que você quer ser popular com as garotas desde pequenininho.
Simão ri, e Vanessa fala pra Diana que vai esperar ela lá embaixo. Quando se vira, a jovem peituda sorri maliciosamente, porque o plano dela era começar a usar a Diana contra a Ignácia. Pra isso, precisava aproveitar pra se aproximar dela agora, enquanto a rabuda tava começando a agir de forma distante e fria com a dançarina. Falando na Ignácia, ela tinha chegado no endereço onde o professor morava. Antes de entrar no prédio, mordeu os lábios, de tanta ansiedade que sentia naquele momento, porque enquanto vinha pra cá, os olhares pra ela só tinham deixado ela mais excitada, e aquelas apalpadelas e roçadas faziam ela morrer de vontade de provar uma rola.
Pra se acalmar, ela teve que respirar fundo e soltar o ar três vezes. A jovem sabia que o plano dela não podia falhar dessa vez. Sorrindo alegremente, entra no prédio, vai até o recepcionista e pergunta em que andar ficava o apartamento 71. Ele responde que é no Quinto, a rabuda agradece, vira e caminha até o elevador. Quando entra, já tinham três caras lá dentro, eles eram negros, altos, fortes e com uns 36 anos por aí. A garota ficou na frente dos três homens, que, sem falar uma palavra, se comunicavam só com as caras.
Era óbvio que sentiam atração pela Ignacia, não conseguiam tirar os olhos daquela bunda redonda e provocante. A novinha sabia que tavam olhando e isso a excitava, tava curiosa pra ver se pelo menos um daqueles caras ia chegar nela. Enquanto pensava nisso, um deles se aproximou e respirou perto da nuca dela, encostando entre as nádegas o pau duro que tinha. Aquilo animou a rabuda, dando um pequeno agrado praquele coroa, rebolando a bunda naquela piroca. Os outros dois se encorajaram e chegaram perto da garota, num piscar de olhos ela tava cercada por aqueles três negões, que não paravam de olhar pra ela com tesão.
O cara que tava à direita dela pergunta o nome dela.—"Ignácia"—Ela responde, enquanto continuava rebolando e esfregando sutilmente a bunda no pau do negão que estava atrás dela. O da esquerda sorri, sem tirar os olhos daquele decote que o deixava louco, e pergunta o que ela estava fazendo no prédio. A garota responde que ia visitar alguém. O homem que tinha o pau pressionado na bunda dela pergunta se era algum parente ou amigo. A loira, se sentindo cada vez mais sufocada e com tesão, responde que não podia dizer quem ia ver, porque era segredo. Essa afirmação fez os negões rirem.
Ela, confusa, pergunta aos caras do que estavam rindo. Eles respondem que acharam graça no tom provocante com que ela disse aquilo. O negão que estava atrás dela tirou um pirulito do bolso e entregou pra ela. A jovem aceitou, sorrindo de forma safada. Ele, sussurrando no ouvido dela, diz que só conseguia pensar em dois motivos pelos quais uma garota tão gostosa como ela andava vestida daquele jeito num prédio onde moravam principalmente homens solteiros. Ignácia, tirando a embalagem do pirulito, dá uma lambida e pergunta pro coroa quais eram esses dois motivos. Ele ri e, mordiscando a orelha dela, responde.–“Alguém te contratou ou você é uma garota muito safada”–Mordendo de leve a paleta dela, a rabuda solta um suspiro, respondendo, –Sua segunda hipótese é a certa. Sou uma garota muito safada.os homens que estavam ao lado dela diminuem ainda mais a distância, as respirações deles a excitavam cada vez mais. Ela segura a pá com os dentes, enquanto as mãos roçam levemente as virilhas daqueles dois negões. Naquele instante, chegam ao andar e a porta do elevador se abre, a garota sai, fugindo da tentação que aquelas três picas pretas estavam causando nela. Ela andou sem olhar para trás, mas um daqueles homens gritou para ela:Ei, gostosae ela não conseguiu evitar se virar.—"É aqui que a gente mora, caso você mude de ideia ou o filho da puta sortudo não der conta de te satisfazer"—A garota sorri e grava na memória o número daquele apartamento, que talvez visitaria depois ou algum dia. Finalmente estava na frente da porta onde o Sergio morava, suspira e bate três vezes com um certo nervosismo. Aquele coroa estava naquele instante cozinhando, depois de ouvir baterem na porta, foi abrir na hora, já que estava esperando alguém. Naqueles breves segundos quando abria a porta, fechou os olhos e disse:–“Bem-vinda…”-Ao abri-los, fiquei pasmo, olhando a garota dos pés à cabeça.–“I-Ignácia?”–disse o homem de 45 anos, confuso. A jovenzinha sorriu e falou:Boa tarde, professorenquanto lambia seu pirulito doce. Sem esperar um convite, ela entra no apartamento, percebendo que era um lugar bem bonito, o coroa que ficou atrás dela. Ficava olhando aquela bunda infernal que a loira rebolava. Ignacia estava agradavelmente surpresa, pois seu professor não era só um homem refinado e gostoso, também tinha bom gosto nas decorações.
Ela se vira e, antes que Sergio dissesse qualquer coisa, cala ele colocando o dedo indicador entre os lábios dele, sussurrando,—"Não fala nada, só aproveita"—, após essas palavras, ela se aproxima mais do homem e o beija. Naquele exato momento, Axel e Benjamim estavam conversando na sala da casa, o mais novo dos irmãos dizia que era incapaz de entender as mulheres, pelo menos as que eram como Josefina.
Axel: Josefina? (Risos) Por acaso você e ela estão…?
Benjamim: (Interrompe, nervoso) Não, não, não… Quero dizer que ela é muito complicada, só isso.
Axel: (Risos) Benjamim, irmão… Não precisa fingir comigo sobre a sua parada com aquela puta.
Benjamim abaixa o olhar e Axel se aproxima dele, enquanto Josefina, no quarto dela, se masturbava pensando na pica do Tomás. Ela lembra do único pedido que a irmã gêmea tinha feito: manter Axel longe da Diana. Desesperada, ela se veste e desce para o primeiro andar pra ver se o moleque não estava junto com a irmãzinha dela. Pra sorte dela, encontrou ele batendo papo com o Benjamim.
Benjamim: Sei que não é certo, mas me apaixonei pela minha tia.
Axel: Também não é o fim do mundo, irmão. Entendo que é um tabu sair com a sua tia, que é malvisto e tal, mas eu te apoio se você quiser ficar com ela. E pra ser sincero, acho que a mãe April aceitaria o relacionamento de vocês, assim como o pai. Afinal, a Josefina não é uma garota má, ela é gostosa e até ficou mais normal. Quer dizer, antes ela era uma puta que adorava humilhar os caras, e comigo ela até tornou a vida um inferno por um tempo.
Benjamim: Pensar que quando você me disse que existia uma mina que era ruim com você, eu odiei ela sem imaginar que ia me apaixonar por ela quando a conhecesse.
Axel: Mas isso foi há muito tempo, não guardo rancor nenhum da Josefina. Pelo contrário, sou grato a ela, porque ela me iniciou no sexo, foi minha professora por uns dias e minha primeira vez.
Depois de ouvir essas declarações, Josefina se animou pra executar a ideia louca que passou pela cabeça dela durante o banho com a irmã. Sorrateiramente, ela se aproximou dos caras, como se fosse uma leoa que tava caçando suas presinhas. Sem que nenhum dos dois percebesse, Josefina levou as mãos até as virilhas deles, agarrando com força as picas deles.–“Porra”–disse Axel, enquanto Benjamin gemeu. Os dois se viraram e observaram uma Josefina faminta, que passou a língua pelos lábios e disse pra eles,—"É meu aniversário e hoje quero esses pacotes como presente, Axel engole saliva e olha para o meio-irmão, não queria fazer nada que fosse machucar o garoto.
Benjamin: Relaxa, irmão, de qualquer jeito, ia te pedir pra comer a Josefina.
Axel: (Confuso) Que?
Benjamin: Sei que ela tá te desejando há um tempão, afinal, ainda sou só um aprendiz e um brinquedo pra ela.
Josefina se emocionou com as palavras do sobrinho, sem que ele esperasse, ela o beija.
Josefina: Sério que ia pedir isso pro Axel?
Benjamin: Cla-claro... Era o presente de aniversário que eu tinha planejado pra você.
Josefina: (Sorri) Você é muito fofo, Benjamin, mas se tivesse pensado num ménage antes de me entregar só pro seu irmão, teria ganhado um prêmio maravilhoso. Mas tudo bem, tirem a roupa e me façam gritar de prazer, irmãozinhos de alma.
No prédio, Sergio tentou resistir à Ignacia, mas não conseguiu. O pau dele tava completamente duro, por causa daqueles beijos que a garota dava, as mãos dele foram devagar até a bunda dela e apertaram forte as nádegas, dando o sinal de que não tinha volta e Ignacia tinha conseguido o que queria. Depois de sentir aquelas mãos no rabo, a jovem para com os beijos e fica olhando fixamente pro professor, dizendo:–"Sabia que me queria, igual eu te queria"–O maduro, sem dar resposta alguma, devora os lábios da rabuda e começa a enfiar os dedos naquele cu guloso.
A novinha leva as mãos até aquele volume que batia na barriga dela, e ao pegar, percebe que o Sergio já tava pronto pra foder. Enquanto ela abaixava o zíper da calça do cara, ele continuava beijando e amassando as bundonas dela, a loira solta um gritinho, tava tão tarada que sentia os próprios fluidos escorrendo pelas pernas. Os dois foram se deitando no sofá, a garota, toda excitada, pergunta pro coroa se toda aquela comida que ela tinha preparado era pra suposta reunião com a April, o homem ri, dizendo que tinha esquecido do e-mail que ele tinha respondido pra ela.Milf, então Ignacia, intrigada, pergunta pra quem ele estava esperando e ele, fazendo mistério, não responde.
A rabuda pergunta de novo pro professor quem ele estava esperando, ele decide ficar calado, dar uns beijinhos curtos mas ardentes no pescoço dela e ir tirando a saia junto com a calcinha fio dental. Sergio leva a boca até a bucetinha loira e molhada da Ignacia, que durante esses dois anos tinha mudado um pouco as regras dela: antes, o amante tinha que provar que merecia a vagina dela, agora ela não dava pra ninguém que não fosse o Axel, mas aquele homem tava fazendo ela duvidar e repensar a regra, já que a vulva dela também tava com um puta formigamento, então ela abriu as pernas e deixou o Sergio comer a boceta dela.
Voltando pra Josefina e os irmãos, a loira tava montada no Benjamim e com o pau do Axel entre as nádegas dela, se beijando com ele. Ela percebeu que os beijos do Axel tinham melhorado pra caralho desde a última vez que tocou os lábios dele, eram tão safados que o corpo dela esquentava ainda mais do que já tava. Axel masturbava o pênis dele com as nádegas da cunhada, leva as mãos pros mamilos dela e brinca com os piercings, fazendo a Josefina gozar. Com vontade de ter o membro do cunhado dentro dela e finalmente sentir os dois paus no fundo, ela pede pro Axel meter, mas ele, teimoso, responde que não.
Josefina ri, achando que o garoto tava brincando, até ele falar de novo que não ia meter, sem antes dela realizar um desejo dele: que ela usasse aquela boquinha pra lubrificar o pau dele. Ela não fez o Axel esperar muito e mudou de posição, enfiando de novo a vara do Benjamim na vagina dela, aproxima os lábios daquele pau que ela tinha treinado uns anos atrás e ensinado sobre sexo, pra ele poder satisfazer a Ignacia, embora ela tenha acabado amando ele. Axel gemeu ao sentir aquela boca engolindo o membro dele. a língua brincando com ele. Era difícil pra ela não lembrar de toda a história que os dois tinham, vindo à memória a primeira vez que ela chupou ele.
Axel: Ooooohhh, Josefina... Vejo que você tá com muita fome, tá comendo meu pau com muita vontade e rebolando pra receber o pau todo do meu irmãozinho...
A moça não respondia e continuava na dela, sem dúvida tava curtindo o presente de aniversário dela. Continuou engolindo o tronco do cunhado, até ter tudo dentro da garganta, uma das mãos dela ficou na cintura do Axel e a outra começou a brincar com as bolas dele. Benjamín começava a se animar e a ficar com muito tesão ao ver a tia dele chupando o pau do meio-irmão, as estocadas dele foram aumentando o ritmo, enquanto com as mãos abria aquela bundona e com os dedões roçava aquele furinho, que também pedia pra ser penetrado. Axel nesse curto tempo tinha percebido que a Josefina no fundo amava o Benjamín, então resolveu tomar uma atitude metida.
Axel: Hhhhhmmm... Vai Benjamín, mostra pra essa puta quem manda... Ela sempre quer dominar e controlar tudo, mas o lugar dela é outro...
Benjamín mordendo o lábio inferior, obedece o irmão, sentia que era o momento perfeito pra mostrar pra Josefina que ele também podia ter o controle no sexo. Enfiando os dedos no cu da moça, faz ela soltar um gemido de prazer, embora abafasse por causa do pau que tava devorando. Benjamín não dava trégua pra loira, com o pau furando a buceta dela e com os dedos penetrando aquele rabão que ela tinha. Axel vendo aquilo e que o rosto da Josefina tava cada vez mais de prazer, leva as mãos até a nuca dela e faz ela manter o pau inteiro dentro da boca, por uns longos segundos enquanto falava.
Axel: Uuuugghh... Lembra quando você me ensinava sobre sexo e me usava como um brinquedo qualquer? Eu... Eu... Era muito inocente naquela época e você agressiva e muito possessiva... Mas olha você agora agora, professora... Você não passa de uma puta submissa... Desculpa falar assim da sua namorada, mano...
Benjamim não respondeu, mas Josefina tirou o pau inteiro do Axel da boca, sorrindo e com a voz ofegante respondeu.
Josefina: Benjamim e eu não somos namorados.
Axel: Ah, não?
Josefina: Não... E ainda posso te ensinar muita coisa sobre sexo... Ooohhgg...
Axel: (Rindo) Duvido, você só fala isso pra se gabar, te lembro que nas últimas vezes que a gente transou, você tava implorando pra eu te foder...
Josefina: Aaagghh... É verdade, mas também é verdade que só te ensinei o básico pra fazer a Ignácia feliz… Uuugghh… A-ainda tem muita coisa que você pode melhorar...
Axel: Acho que melhorei muito com a Ignácia, a Diana e a Vanessa…
Josefina: (Rindo) A Nacha não ensina a como foder ou como satisfazer uma mulher, ela só quer que o homem aguente o suficiente... Hhhhmm.... Q-que tenha uma piroca grande... Uuuuhh... E que seja um broxa... Mas claro que tem você, o único jovem com quem eu como, porque ela te ama... Embora eu tenha ouvido que tem problemas entre vocês… Mmmhhh... E tenho certeza que nenhuma das outras duas vadias te ensinou nada...
Axel: É verdade que não tô num bom momento com a Ignácia, mas não subestima a Diana, muito menos minha irmã. Pra você acreditar, vou te provar. (Segurando o próprio pau)
Josefina: Oooohhh, porraaaaa... Sim, sim, sim, sim, sim... Vem cá e enfia esse pedaço de carne em mim... Pra eu poder julgar se você melhorou nesse tempo todo sem transar comigo...
Axel se aproxima e Benjamim tira o pau da buceta da Josefina, pra enfiar no cu dela. A loira gemia bem alto, tava doida pra experimentar aquela dupla penetração, a boceta dela escorria uma porrada de líquido, pedindo aos berros pra ser fodida. Axel foi apontando o pau, mas antes de enfiar, começa a brincar com o clitóris da loira. Ela morde os lábios e, mesmo sem querer admitir, ela estava adorando esse joguinho do Axel. Ele pergunta com um tom debochado se ela queria que ele parasse e metesse o pau dentro de uma vez, ela com a voz entrecortada responde que sim, que estava morrendo de vontade de sentir o pau dele dentro dela.
Axel: Viu como eu melhorei... Antes, só de ouvir esse pedido, eu já enfiava... Agora, vou continuar provocando...
Josefina: O quêêê...? Aaahggg... Hhhmmmm...
Axel continuou movendo a cabeça do pênis em círculos e brincando com o clitóris da jovem. Ela voltava a lembrar daquelas férias na casa dela, onde ensinou Axel a beijar, excitar uma mulher, chupar uma buceta e foder. Não imaginava que, desde então, ele se tornaria tão bom, a bocetinha dela não parava de se molhar e ela só queria ser penetrada de uma maldita vez. Ele, usando a mão livre, começa a beliscar os mamilos de Josefina, ela bufa desesperada, mesmo que aquilo fosse espetacular, não deixava de ser mais uma forma de provocá-la, rendida, pede novamente que ele enfiasse. Mas Axel fazia ouvidos moucos e continuava com o jogo dele.
Josefina: Ooooohhh... Oooohhh... Mmmggghh... Pa-para... Por favor... Aaaahhh... E enfia em mim...
Axel: Não... Você está acostumada a ter tudo fácil... Mesmo que chore e implore, não vou te dar meu pau até eu querer...
Josefina: Hhhhmm... Você é um desgraçado...
Axel: (Sorri) Ah, é... Mesmo sem ter o que quer, continua agindo arrogante... Talvez seja porque meu irmão está te comendo a bunda... Mas o que vai acontecer quando ele parar?
Josefina: (Assustada) O quê? Nãooo... Benjamim, não dá ouvidos a esse idiota...
Axel: Irmão... É o único jeito dessa puta mimada aprender que não pode ter tudo tão fácil e que é só um depósito de porra.
Benjamim, que tinha participado pouco ou nada da conversa entre a tia e o irmão, começa a tirar o membro do ânus da loira, obedecendo Axel, deixa o pau entre as nádegas dela. Josefina e, às vezes, ele roçava a ponta do pau naquela argolinha aberta, fazendo ela enlouquecer de vontade de ter os dois paus dentro dela.
Josefina: Para... (Chorando) Chega de joguinhos... Mete na minha buceta e no meu cu... Quero esses paus grossos dentro de mim...
Axel: Que fofo... Mas tua atuação não me convence...
Josefina: Não é atuação... Eu realmente quero que me comam... Benjamim... Eu sei que você quer continuar fodendo meu cu... Para de dar bola pro Axel e faz o que você quer...
Benjamim: Ti-tia... Eu... Euuu... Eu não parei porque o Axel mandou.
Josefina: O quê? O que você tá dizendo?
Benjamim: Me sinto teu boneco... Só fazemos quando você quer e nunca ligou pros meus sentimentos, não faz ideia de como sofro quando você some por semanas, e pra piorar, quando volta, me conta que comeu outros caras que são melhores que eu, e depois de ouvir tuas histórias, tento melhorar e te fazer gozar, mas nunca sou bom o bastante pra você. Mesmo assim, continuo sendo teu maldito consolo e já tô cansado de ser visto assim.
Josefina: Ben... Benjamim... Isso é mentira... Essas histórias que te conto são falsas... Só falo elas pra você não se apaixonar por mim e me ver como uma puta idiota... Mas já percebi que não adiantou nada... Desculpa por te machucar...
Axel ficou surpreso com aquelas palavras, Benjamim, por sua vez, não sabia como reagir à confissão de Josefina. O garoto olha pro meio-irmão, que sorrindo faz uma careta e diz.
Axel: Finalmente tá sendo sincera. Acho que podemos dar os presentes de aniversário que ela tanto pediu.
Benjamim: Tem-tem certeza?
Axel: Sim, de qualquer jeito, já sabemos o que fazer pra ela continuar confessando.
Axel senta e faz Josefina sentar no colo dele, os irmãos alinham os paus e, de uma só vez, foram penetrando tanto o cu quanto a buceta da moça, que, ao sentir os dois troncos grossos dentro dela, começou a ofegar. como uma louca. Durante a juventude, ela já tinha feito tanta coisa obscena, mas nunca se atreveu a um ménage com dois caras, por medo de mostrar seu lado submisso.
Embora isso claramente já não importasse mais, porque com o Axel ela tinha sido submissa naqueles dias inesquecíveis e, há um tempo, queria que o Benjamim participasse de uma primeira vez dela em algo. A jovem loira beijou freneticamente o sobrinho e depois murmurou,–"Te amoBenjamín não ouviu ela porque tava focado em meter no cu dela.
A garota não sabia o que fazer com tanto prazer, tentou resistir o máximo que pôde, mas não aguentou por muito tempo e experimentou seu primeiro orgasmo com ambos os paus dentro dela. Foi uma gozada extraordinária para Josefina, Axel aproveitou que sua cunhada estava recuperando as energias para se deitar no chão. Fez isso sem tirar o pau de dentro dela, só o de Benjamín ele tirou, mas o rapaz rapidamente enfiou o pau naquele cuzão. Sentir cada centímetro entrando nela era algo incrível, tanto o cu dela quanto a buceta apertavam os paus dos caras, que aos poucos começavam a retomar o ritmo.Cada estocada que ela recebia a fazia se regozijar, no entanto, Josefina estava no seu limite, não porque não aguentasse os dois paus dentro dela, pelo contrário, parecia domá-los, mas a falta de experiência e a pouca prática com dupla penetração fez com que a gêmea da Ignácia pedisse um tempo para descansar. Num canto, ela recuperava o fôlego, Axel aproveitou a oportunidade para zoar dela e provocá-la, Benjamín só observava, até que sentiu umas mãos suaves tocando seu peito, virou-se e viu sua irmã mais velha, que tinha voltado pra casa pra pegar uns brinquedos do bebê enquanto a Diana cuidava dele no parque.
Vanessa diz pro irmão:—"Posso me juntar a vocês?Benjamim só tremia e sentia o coração acelerar, ela percebeu que o pau do seu querido irmãozinho tinha endurecido de novo. Josefina, ao ver essa reação, sentiu ciúmes, mas não fez nada a respeito, porque ainda estava confusa sobre os próprios sentimentos, não sabia se aquilo...te amoAntes, se era real ou só algo espontâneo e sem valor. Axel, com um sorriso safado, zoa mais uma vez a gêmea da namorada, dessa vez dizendo que Vanessa era uma verdadeira mestra no sexo e que ia enlouquecer o Benjamim. Josefina, puta da vida, morde os lábios.
Vanessa: Uau… Vejo que seu amigão quer que eu entre na brincadeira.
Benjamim: Va-va… Vanessa.
Vanessa: Shhh… Não fala nada, hoje vamos realizar um dos seus sonhos, ok?
Vanessa troca olhares com Axel e fica vermelha. Fazia um tempão que não ficava com outro homem que não fosse o meio-irmão, mas mesmo assim não podia deixar o Benjamim na mão com a ilusão de transar, então começa a se despir. Josefina só observa o sobrinho querido aproveitando o corpo de Vanessa, agarrando aqueles peitões com as mãos e chupando os bicos. A loira peituda gemia bem alto, e olha que ainda não tinha enfiado aquele pauzão. Axel tava curtindo o show, principalmente pela cara de Josefina. O moleque chegou perto do irmão e perguntou se ele tava gostando daquilo, e ele confirmou que sim.
O jovem não percebia que com as palavras dele tava ferindo o orgulho da tia, que começa a olhar pro lado, mas Axel se aproxima e faz ela olhar bem na hora que o pau do Benjamim entrava na buceta da Vanessa.
Vanessa: Aaaaaaaiii, irmãozinho… Uuugghh… Que pau gordo e gostoso você tem…
Benjamim: Aaahhh… Sério que você gostou?
Vanessa: Amo… Hhhmm… Continua dando amor pra sua irmã…
Vanessa começa a pular no irmão mais novo. O som das estocadas e os gemidos dos dois faziam Josefina buscar consolo no pau do Axel, mas ele se afasta dela e recomenda que ela seja sincera e aceite de uma vez que tava apaixonada pelo Benjamim. Axel se aproxima dos irmãos, se abaixa pra abrir a raba da Vanessa e meter a língua nela. Os gemidos da moça aumentavam enquanto ela abraçava forte o Benjamim. fazendo o rosto dela desaparecer entre os peitos dela. Josefina só aperta as mãos e baixa o olhar, deixando Vanessa roubar os presentes de aniversário dela.
Axel: Oooohhh... Que raba mais gostosa você tem, irmã...
Vanessa: Mmggghhhh... É... É sério mesmo?
Axel: Siimm... É uma delícia, adoro comer e foder você. Tenho certeza que o Benjamim vai aproveitar depois, igual tá fazendo agora com a sua bucetinha fantástica.
Vanessa: Hhhhmmm... Ben-Benja... Você gosta da bucetinha da sua irmã mais velha?
Benjamim: Siim... É maravilhosa... Igual seus peitões... (Chupando de novo)
Axel se levanta e começa a meter o pau dele naquele buraco que ele tinha devorado.
Vanessa: Oooohhh, Deus... Sim, sim, sim... Axel, continua enfiando fundo, quero que vocês fodam a putinha da irmã de vocês bem forte... Até encher ela com o leite cremoso de vocês...
Axel: Ooooohhh... Irmããã... Pode ter certeza, a gente vai deixar você bem cheinha...
Vanessa: Ooooooohhh, Deus meuuuuuu...
O trio de irmãos só tinha começado, pra azar da Josefina. Por outro lado, Ignacia e Sergio estavam no quarto dele, a garota tava curtindo o pau maduro do professor dela no cu dela, fazia um tempão desde a última vez que ela tinha dado o cu. O homem também tava encantado com aquela raba que ele tava fodendo, não esperava que fosse tão apertada. Ela mordia os lábios e depois gritava de prazer, o corpo dela tava pedindo uma fodida assim há muito tempo e a buceta dela começava a ficar com ciúme porque toda a diversão tava no cu dela, pra acalmar um pouco, ela brincava com a mão ali.
Sergio: E aí, gostosa, vai parar de se distrair na aula ou vou ter que continuar te castigando?Ignacia: Oooohhh... Deus, Deus, Deus... Uuuugghhhf... Adoro a sua varaaaaggh... Hhhmmm... Você sabe usar ela, então vai ter que continuar me castigando, Sergio...
Sergio: Uuuumm... Valeu pelo elogio, princesa... Mas não te dei permissão pra me chamar pelo nome.
Ele deu uma palmada forte nela, e Ignacia, sentindo aquele tapa, gozou e não parou de implorar pela pica.
Sergio: (Rindo) Tenho que admitir que desde o primeiro dia de aula tô louco por essa bunda enorme que você tem, me perguntava como era foder ela e acabou sendo uma maravilha...
Ignacia: Hhhggmm... Sabia... Sabia que minha rabuda te deixava doido...
Sergio: (Sorri) Quem resistiria a essa bundona? Mas sabe, também tô com vontade de provar sua bucetinha... Hhhmm...
Ignacia: Aaahhh... Deus... Adoro como você me fode, ma-mas, só pode brincar com minha bunda, porque minha xoxota é proibida...
Sergio: Ah, qual é, eu sei, (levando as mãos aos lábios da buceta da garota e roçando os dedos) que você vai acabar implorando pra eu meter minha pica nessa bucetinha molhada e gostosa.
Ignacia gemia, rebolando o quadril com força, sentia a buceta escorrendo sem parar, cada vez mais difícil esconder a vontade da sua vulva. Sergio percebia que ele tinha razão e era questão de tempo até ela implorar pra ele enfiar a pica na boceta. Ela mordia o travesseiro se fazendo de forte, mas essa atitude só deixava ele com mais vontade de penetrar aquela vulva, e como ela não mandava ele parar de tocar ali, ele se animava que logo ia quebrar o espírito dela. Mesmo assim, ela teimava e não deixava aquelas palavras de rendição saírem da boca, apesar de não facilitar pra aquele coroa.
Sergio: Ooohhh... Tá ansiosa pra receber minha pica na sua bucetinha, né?
Ignacia: N-nãooo... Uuuugggghh...
Sergio: Ah, qual é... Não Seja teimosa e se admire... Só quer que eu enfie uma estocada nessa sua buceta lujuriosa...
Ignacia morde os lábios e responde que não de novo, embora preferisse dizer sim, pra acabar logo com aquela tortura. O coroa, vendo que a novinha era orgulhosa e teimosa, começa a brincar com o clitóris dela e enfia os dedos de leve. A rabuda gritava de prazer de novo, e os suspiros ficavam cada vez mais constantes. Ela fechava os olhos pra evitar que a mente se atrapalhasse e dissesse as palavras que aquele homem esperava. Gozava de novo, encharcando ainda mais aquela cama, que já tava coberta com os fluidos dela. Ele mordia a orelha dela, a língua brincava com ela, sussurrando.—"O que seu namorado diria se te visse assim?Ela riu entre gemidos e respondeu,—"Nada… Só ia te ensinar como você tem que me foder… Pa-pra… Você poder provar minha buceta, ao mesmo tempo, nos seus pensamentos ela dizia pra si mesmaMeu Deus... Ele me deixa louca e dominada... Se não fosse porque o Axel me treinou muito bem nesses anos... Já teria me rendido e deixado ele arrebentar minha buceta com aquela piroca maravilhosa que ele tem...Sergio, levando aquelas palavras como provocação, voltou a meter com força no cuzinho dela e disse pra jovem se render, que não se privasse do que ela queria, mas mais uma vez, Ignacia respondeu que não, embora dessa vez tenha demorado pra responder.
Sergio: Você não vai sair desse apartamento sem me deixar comer sua bucetinha.
Ignacia: Aaaaahhh... Aaaaahhh... Aaaagghh... Meu Deus...
A loira começava a duvidar da própria resistência e brincava com a ideia de confessar que queria que a buceta dela fosse penetrada. No entanto, alguém bate na porta naquele momento, dando a ela alguns segundos de sossego.
Sergio: Merda... Odeio ser interrompido quando tô no meio do sexo...
Ignacia: Aaaahhhh... Hhhhhmmm... Ooohhhh... A... A... Eu também...
Sergio: (Sorri) Então, não vou parar de te dar o que você gosta, rabuda...
Ele não para de meter naquele cu com fúria, Ignacia já não aguentava mais e só pensava que a buceta dela merecia provar um pau daqueles. Quando estava prestes a falar, batem na porta de novo, mas dessa vez uma voz feminina se ouve, dizendo:Papi, já cheguei. Me abre, por favor.Sergio, de repente, para. Tira o pau da buceta da Ignacia e começa a se vestir, enquanto falava:—"Já vou, Florença"—Ignacia, agitada e atordoada, observava enquanto o coroa vestia a roupa e aquele pau que a estava enlouquecendo sumia. Ele pega a roupa da garota e pede que ela se vista rápido, ela reclama que não podia deixar a foda incompleta daquele jeito.
Sergio, que parecia desesperado e nervoso por fazer Florença esperar, explica a Ignacia que a pessoa que ele estava esperando era a filha dele. Ignacia, passando os dedos na virilha do homem, diz que não fazia ideia sobre Florença e duvidava que fosse filha dele. Ele explica que era um homem divorciado e que Florença foi fruto daquele casamento fracassado, ela o admirava muito e o respeitava, por isso não queria que a imagem que a filha tinha dele mudasse. A gostosa de rabão, agarrando o pau duro de Sergio, disse que ia se vestir, desde que terminassem a foda no domingo ou, no máximo, na segunda-feira, na aula.
Ele promete que vão retomar o mais rápido possível, mas manda ela se vestir de uma vez. Ignacia coloca a roupa, mas parecia fazer isso devagar, deixando Sergio cada vez mais desesperado. Quando a garota ficou pronta, o coroa corre para abrir a porta para a filha, que era uma mulher de uns 25 anos, cabelo castanho, com um corpo bem proporcionado, já que não se destacava por ter uma bunda grande nem peitos enormes, mas ainda assim sua figura era muito sensual. Florença abraça o pai bem feliz, mas ao ver Ignacia, solta o homem, ficando surpresa e ao mesmo tempo meio intrigada. Ela se aproxima da loira e pergunta.
Florença: Quem é você?
Ignacia: Sua nova madrasta.
Florença: (Atônita) O quê?!
Florença olha para o pai com uma cara de irritação e incerteza, enquanto o homem não sabia o que dizer, muito menos como explicar que no apartamento dele tinha uma novinha vestida de colegial sexy. Ele só esperava que Ignacia parasse com as brincadeiras e pudesse salvá-lo da situação.
Ignacia: (Rindo) É brincadeira... Sou a filha. de uma colega do seu pai e vim entregar uns papéis que ele precisava, mas já vou indo.
Ignácia se aproxima de Sergio e dá um beijo bem caliente na bochecha dele, depois sai do apartamento. A filha do homem, olhando, percebe que a moça tinha uma rabuda enorme, que ela exibia e que Sergio não parava de apreciar. Florencia nota o olhar do pai e fecha a porta irritada, provocando uma risadinha debochada da rabuda. Em casa, Josefina finalmente aceitava que amava Benjamim e não queria que ele continuasse se divertindo com Vanessa. Ela se levanta e se aproxima deles. Nesse momento, Vanessa tinha a pica do Benjamim no cu e a do Axel na buceta. O jovem estava adorando a raba da irmã.
Benjamim: Aaaih, Deus… Você não imagina quantas vezes fantasiei isso, irmã.
Vanessa: (Rindo) Eu sei… Sempre soube que você cheirava minhas calcinhas e batia punheta com elas.
Benjamim: Co-como?
Vanessa: Achou mesmo que eu não notaria seu gozo na minha roupa íntima? Aaahh… Você era o único homem em casa naquela época, além do papai, mas ele nunca olharia pra filha dele desse jeito…
Josefina: Benjamim, para.
Benjamim: Hã?
Josefina: Falei pra você parar!
Axel não atrapalhou a cunhada; na verdade, ele ajudou, carregando Vanessa e levando ela pra outra sala. Benjamim, confuso, pergunta pra tia do que ela queria falar. Ela se senta entre as pernas do jovem, o pau dele ainda estava duro que nem ferro. Josefina pega ele nas mãos e massageia de leve.
Josefina: Eu não sou que nem minha irmã, que aguenta ver o homem dela com outra. Eu sou muito ciumenta e não gosto que toquem no que é meu. Sabe do que tô falando, né?
Benjamim não entendia nada, a cara dele era de perplexidade. Então ela aproxima os lábios dos dele e beija ele com carinho.
Josefina: O que você tá esperando? Já tem a buceta da sua namorada pronta pra foder.
Benjamim: (Desnorteado) Namorada? Josefina: (Sorri) Pensei que com aquelas palavras e aquele beijo eu tinha sido clara, mas vou simplificar pra você. Benjamin, você quer ser meu namorado?
Benjamin: (Engole seco) Ti-tia... Tá falando sério?
Josefina: Sim... O que me diz?
Benjamin: (Sorri) Claro, óbvio que quero ser seu namorado.
Benjamin, empolgado e feliz, tenta beijar a loira, mas ela o interrompe.
Josefina: Espera... Antes disso, quero que saiba que temos que manter nosso relacionamento em segredo da minha irmã e do seu pai, entendeu?
Benjamin: Sim, o que você mandar, tia... Digo, amor.
Josefina: Mais uma coisa. Sei que é hipócrita pedir pra você ser fiel, enquanto eu vou dar pra outro, não porque não te amo, mas porque quero extrair seu melhor potencial e pra isso vou ter que testar seu máximo potencial com outra rola parecida com a sua, mas com mais experiência.
Ela afirmou, dizendo de forma sutil que ia buscar a oportunidade de transar com o Tomás.
Benjamin: Contanto que seja o Axel, pra mim tá de boa.
Os dois se beijam e se deitam no sofá, começando mais uma trepada entre eles. Axel e Vanessa assistiam emocionados àquela cena; a garota se vira e beija o meio-irmão, ele sentia de novo naquela boca os sentimentos puros da Vanessa. Os dois casais transaram até tarde. Diana cansou de esperar a Vanessa e voltou com o Simón dormindo, enquanto entrava em casa, a Ignácia também chegava.
Elas não trocaram palavras. A rabuda, apesar da interrupção que sofreu enquanto trepava com o Sérgio, não se mostrava frustrada; pelo contrário, estava mais tarada do que antes, desejando que já fosse domingo ou segunda pra poder ser a putinha do professor. Do lado de fora da casa, umas figuras misteriosas apareciam: era um jovem casal, que se aproximava da entrada.
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