Disciplina da Mamãe. Cap. 2: O Castigo

Mamãe continuava brincando com os dedos, enfiando eles na minha boca e espalhando minha própria porra, que ela mesma tinha cuspido, no meu rosto. Eu achava aquilo nojento e humilhante, mas ao mesmo tempo me sentia relaxado, curtindo a submissão à minha mãe. Quando ela cansou, desamarrou minhas mãos e me ajudou a levantar. Eu me olhei no espelho. Estava pelado. No meu corpo tinha algumas manchas de batom, mas meu rosto era o pior. A maquiagem e o sêmen tinham se misturado. Mamãe me viu me observando no espelho e me deu um beijo na boca, sensual e devagar. Minha língua respondeu timidamente. — Vamos. Vai pro meu banheiro e toma um banho. — Ela me acompanhou, me segurando pela mão como se eu fosse um menininho. Com ternura, me ajudou a entrar no chuveiro. Comecei a me lavar enquanto ela me observava. Quando terminei, ela me ajudou a sair e começou a me secar. Me tratava como um garoto pequeno. Me acompanhou de novo e me deixou pelado, sentado na beira da cama. — Espera aqui — ela disse. — Mamãe também precisa tomar banho. Nem pense em me espionar. — Eu balancei a cabeça. Ela demorou uns cinco minutos. Saiu do banheiro de lingerie. Dessa vez era um conjunto preto, liso e sem enfeites. Me sorriu enquanto secava o cabelo. Do armário, pegou uma saia preta e uma blusa e se vestiu. — Descansa um pouco — ela falou. — Você teve uma manhã bem intensa e essa tarde temos coisas pra fazer — um sorriso apareceu de novo na boca dela. — Vou sair pra comprar coisas e preparar a comida. Pode ficar no quarto da mamãe. — Depois de vestida, mamãe me deu um beijo e saiu pela porta do quarto. Quando ela saiu, eu me deitei na cama, pelado. Mamãe tinha razão, tinha sido uma manhã bem intensa. Não demorei pra cair no sono e nem ouvi ela sair de casa. (...) Mamãe me acordou. Por alguns segundos, me senti atordoado. Tava pelado, na cama dela. Na hora, lembrei de tudo que tinha acontecido. Mamãe ainda estava vestida e me balançava devagar. — Vamos, acorda. É hora de comer. — Me espreguicei e olhei pra minha mãe. Ela Ela me deu um beijo suave e pegou no meu pau. Ele começou a crescer debaixo da mão dela. Quando já estava duro, ela parou de me beijar. — Tô vendo que já descobri o melhor jeito de te acordar. — Posso ir pro meu quarto e me vestir? — Não. Já te falei que a partir de agora você vai vestir o que eu mandar. Na verdade, joguei fora a maior parte da sua roupa, só guardei algumas peças pra caso a gente precise sair de casa. Tá calor, então você vai ficar pelado ou de calcinha, entendeu? — Sim, senhora. — Ela tinha se livrado da minha roupa e me obrigava a andar pelado pela casa. Mas eu não podia reclamar, porque enquanto isso ela continuava acariciando meu pau. Melhor ficar pelado, pensei. — Quero controlar toda vez que essa piroquinha virgem ficar dura. — Ela me beijou de novo. — Bem. Eu já comi. Agora é sua vez. A partir de amanhã, você vai me ajudar a pôr a mesa e a fazer a comida. — Ela continuava acariciando meu pau. — Na verdade, vai me ajudar em todas as tarefas de casa, já vai ver como a gente vai se divertir. Mas hoje eu abri uma exceção. Mamãe levantou da cama e estendeu a mão pra mim. Eu dei a minha e a segui pela casa. Vi um prato de purê de legumes em cima da mesa. Eu odiava aquilo. Ela sabia. — Não me olha com essa cara, você vai comer tudo que eu mandar, lembra? Senta na cadeira. — Sentei enquanto ela ficava atrás de mim. — Agora junta as mãos atrás do encosto da cadeira. — Obedeci e senti minha mãe amarrando minhas mãos. Como é que eu ia comer com as mãos amarradas? Fui reclamar, mas ela se adiantou de novo. — Calma. Mamãe vai te dar de comer, igual quando você era pequeno, já vai ver como a gente vai se divertir. Mamãe pegou o prato e uma colher e sentou no meu colo. Senti o peso dela sobre meus joelhos. Ela enfiou a colher no purê e começou a mexer. — Será que meu menino vai comer todo o purê? — Sim, mamãe — respondi. Senti que de novo eu não era dono de mim mesmo. Ser tratado daquele jeito, pelado e amarrado pela minha própria mãe, fazia meu pau ficar duro como pedra. Mamãe colocou uma colherada na minha boca. A boca e eu engoli. Não gostei nada e fiz uma careta de nojo. — Vamos, meu filho. Se você comer todo o purê, a mamãe vai te dar uma sobremesa deliciosa. Vamos ver se assim você gosta mais — Ela cuspiu na colher cheia, misturando o purê com a saliva dela e colocou de novo na minha boca. Eu engoli. O purê continuava sem me agradar, mas ela cuspir na minha comida era outra humilhação que eu descobri que aumentava o tesão que eu tava. Mamãe continuou misturando o purê com a saliva dela enquanto me dava colheradas. Fazia como se eu fosse um menininho. Um par de vezes caiu purê no meu peito, e ela aproveitava pra lamber e me limpar com a boca dela. Uma vez fez o mesmo com meu pau e eu dei um pulo de prazer. O purê acabou mais rápido do que eu queria. — Muito bem! — exclamou mamãe. — Quer que a mamãe te leve pro sofá e te dê a sobremesa? — Eu não sabia qual era a sobremesa, mas afirmei sem hesitar — Sim, mamãe. Mamãe se levantou e me desamarrou. Pelado e tarado, ela me levou até o sofá. Na minha frente, tirou a blusa e o sutiã e sentou. — Deita e põe a cabeça nas minhas coxas — Eu tava pasmo. Finalmente via os peitos da mamãe em todo o esplendor deles. Apesar da idade, aqueles dois balões ainda desafiavam a gravidade, embora já começassem a cair. Os bicos eram grandes e escuros. Ao redor deles, dava pra ver umas veias azuis que se espalhavam e sumiam pelo resto do peito. — Vamos, você não me ouviu? — Obedeci. Com a cabeça nas coxas dela, os peitos dela estavam a poucos centímetros da minha cara. — Quer tocar neles? Vai. — Pus minhas mãos neles e acariciei. Afundei de leve a ponta dos dedos neles. Pesei e finalmente comecei a amassar. — Beija eles, chupa, brinca com eles — disse minha mãe. — Mal tinha terminado a frase, eu me joguei num dos bicos dela e comecei a chupar. Passei a língua no bico, beijei e continuei chupando como se tivesse mamando nele. Mamãe gemeu de prazer. Depois de uns instantes, troquei de peito e continuei do mesmo jeito. tratamento. Mamãe esticou o braço e percebi que ela começava a brincar com minhas bolas e meu pau. Mamãe começou a me bater uma punheta com força. Ficamos um bom tempo assim. Eu ouvia mamãe gemendo. – Isso, meu filho, chupa os peitos da mamãe,… você gosta, meu filho,… isso,… igual quando era bebê,… você é o bebê da mamãe. – Os peitos enormes dela, a mão dela batendo uma pra mim e a voz doce fizeram com que eu não aguentasse mais e gozei. O sêmen molhou minha barriga e a mão dela. – O que você fez, pervertido. Gozou sem minha permissão. Muito mal. – Ela soltou meu pau e se levantou bruscamente. Eu quase caí, mas me recompus. – Você tem que aprender a se controlar, safado. Vai no banheiro se limpar, disse ela, enquanto secava as mãos com um lenço. – Quando terminar, vai para o quarto pequeno. Gozar sem minha permissão é algo muito grave que merece um castigo. Fui para o banheiro de cabeça baixa e com medo do possível castigo. Fiz minhas necessidades e entrei no chuveiro. Me lavei rapidamente com água e sabão. Me sequei e fui para o quarto que ela tinha falado. Era um quarto de hóspedes. Era pequeno e escuro. Só tinha uma cama de solteiro, sem lençóis, só o colchão. Além disso, tinha um armário pequeno vazio. A porta estava fechada e bati com os nós dos dedos. – Pode entrar – Mamãe estava sentada na beira da cama. Ela tinha tirado a saia, eu ainda podia ver a mesma calcinha preta de antes, e tinha colocado uma camiseta regata branca. Do lado dela, em cima da cama, estavam alguns pedaços de corda, um cinto, um par de luvas de látex, um pote de creme e a calcinha cor da pele onde naquela mesma manhã minha mãe tinha gozado duas vezes. Suspirei e disse: – Me desculpa… senhora. – Tudo bem, mas mesmo assim tenho que te castigar. Acho que comecei te mimando demais. Amanhã a gente já começa sua nova “educação”, mas esta tarde é hora de te castigar. Mamãe se levantou com a calcinha suja na mão, abriu minha boca e enfiou ela. Com um dos pedaços de corda, ela me amordaçou. O gosto dos fluidos secos da mamãe inundou minha língua. — Encosta na parede com as pernas abertas. — Obedeci. — Inclina pra frente e apoia as mãos na parede. Sem ousar virar a cabeça pra olhar, ouvi minha mãe se levantar e pegar o cinto. O primeiro golpe veio sem aviso. Minha bunda ardeu de repente com o contato do couro. Meus olhos se encheram de lágrimas e a mordaça improvisada abafou um gemido de dor. Sem tempo pra me recuperar, veio o segundo golpe e eu caí de joelhos no chão, tentando não chorar. Pensei em me rebelar, mas lembrei dos vídeos que minha mãe tinha gravado. Lembrei da ameaça dela de mandar pra Júlia, a gostosa que eu curtia, e aguentei. — Será que vou ter que te amarrar? — Ela zombou. — Ah… tá chorando que nem um bebê? — Com uma mão, minha mãe pegou meu cabelo e puxou até me levantar. Descarregou mais dois golpes nas minhas nádegas. Me empurrou com o corpo contra a parede sem parar de puxar meu cabelo. Senti o hálito dela no meu ouvido e os peitos dela contra minhas costas. Ela deixou o cinto cair no chão e tateou por baixo das minhas pernas até agarrar meu pau mole e minhas bolas. Não apertou com toda a força, mas mesmo assim doeu. A calcinha suja da minha mãe na minha boca me impedia de respirar direito. Minha bunda ardia com os golpes do cinto. — Se chora que nem um bebê, talvez não precise disso. — Ela disse enquanto apertava mais forte. Soltou minhas bolas e, puxando meu cabelo, me jogou na cama. Eu tava de bruços e rapidamente ela montou em cima de mim de pernas abertas. Aproximou a cabeça do meu ouvido e se apertou contra mim. De novo, os peitos dela se esmagavam contra minhas costas. Sentia o hálito quente dela na minha nuca. Sentia a força das pernas dela me segurando. A dor foi passando e eu percebi que, aos poucos, meu pau voltava a ganhar vida. Ainda não tava duro de vez, mas senti o sangue começando a chegar lá. Eu tinha gozado três vezes naquele dia, mas ainda tava com tesão. Eu era novo, nunca tinha estado com uma mulher, e tudo aquilo com minha mãe tava me deixando louco. Minha mãe me tava começando no sexo e não só isso, tava fazendo isso me submetendo como um submisso – O castigo ainda não acabou, foxy. – Falou no meu ouvido. Agarrou minhas mãos e começou a me amarrar com outro pedaço de corda com elas atrás das costas. Da mesinha de cabeceira pegou um elástico e fez um rabo de cavalo no meu cabelo. – Levanta os joelhos – disse se levantando. – Abre as pernas. – Olha! Parece que essa aqui quer voltar a ganhar vida. – Via como meu pau, mesmo não estando totalmente duro, tinha crescido de tamanho. Eu não conseguia ver muito, porque tava com a cara no colchão. Agarrou o pênis. – Cada vez tenho mais certeza que meu filhinho é uma putinha. Tá te deixando com tesão a mamãe te castigar? – Começou a me bater uma punheta de novo até eu ter uma boa ereção. Depois de três gozadas meu pau começou a coçar um pouco, mas o prazer era muito maior. Mamãe soltou o pau e começou a colocar uma das luvas de látex. Derramou um pouco de creme nos dedos e começou a me bater punheta com a luva. O creme tava frio e me deu um arrepio. Gemi. Mamãe parou e derramou mais creme na mão. Dessa vez, porém, começou a espalhar no meu cuzinho. Demorou deliciosamente no meu ânus, massageando ele com suavidade. Com a mão livre, sem a luva, voltou pro meu pau. O creme tinha lubrificado e a coceira sumiu, deixando só o prazer. A massagem no cu e a punheta estavam me levando de novo a perder todo controle sobre mim mesmo. De repente senti uma dor, mamãe tinha enfiado um dos dedos dentro do meu ânus. Não foi uma dor muito forte e só entrou meio dedo. Meu cu, como o resto de mim, também era virgem. – Não,… por favor,… mamãe,… senhora,… – falei como dava tentando cuspir a mordaça. – Vou foder teu cu com meus dedos, putinha. Fica tranquila, vão ser só dois ou três. Vai ver como vai gostar, foxy. Isso é mais um prêmio que um castigo. Logo vou te foder com coisas maiores e vai ver como curte. – Mamãe enfiou o dedo mais fundo e começou a mexer ele em círculos. – Vamos abrir essa buceta virgem. Na real, você vai perder a virgindade anal muito antes da outra. Antes de deixar você me foder, eu vou te foder primeiro. – Ela parou de me masturbar, me pegou pelo rabo de cavalo e puxou meu cabelo com força. Eu estava com as mãos amarradas nas costas, e com a força dela, ela levantou meu rosto do travesseiro. Enquanto continuava fodendo meu cu com um dedo, que já tinha enfiado até o fundo. – Não aproveita tanto, lembra que eu tô te castigando. – Ela zombou. Ela tinha razão, por mais que parecesse loucura, eu tava adorando aquela experiência. Ela soltou meu cabelo, e meu rosto caiu de novo no colchão. Ela começou a me punhetar de novo enquanto enfiava outro dedo no meu cu. Ela me penetrava com dois dedos, enfiando e tirando com força. A dor e a humilhação brigavam com o prazer que aquilo me dava. – Você não vai gozar, né? Sua putinha. – Mamãe puxou meu cabelo de novo, com força. Ela parou de foder meu cu e me colocou de joelhos na beirada da cama, ainda puxando meu cabelo. Ela olhou nos meus olhos, cuspiu na minha cara e tirou a mordaça. – Quer que a mamãe continue fodendo seu cu? Pede, sua vadia. – Eu… – Demorei um segundo pra responder. Mamãe me deu um tapa. A pancada doeu tanto no meu orgulho quanto no meu rosto. Mas engoli o orgulho e me entreguei de vez. Se eu queria. Queria que a mamãe fodesse meu cu com os dedos, sim, queria ser a puta da minha mãe, não conseguia pensar em outra coisa. – Sim, por favor. – Pelo menos você é uma puta educada. – Com outro puxão de cabelo, mamãe me deitou de novo na cama, dessa vez de barriga pra cima. As mãos, amarradas nas costas, fincavam nas minhas costas. Ela abriu minhas pernas e fez eu levantar um pouco a bunda. De repente, ela enfiou os dois dedos de novo no meu cu, mexendo como se tivesse me fodendo de verdade enquanto me punhetava. Ela se ajoelhou e ficou me olhando nos olhos. De vez em quando, cuspia no meu corpo todo, na piroca, na barriga, no peito e na O rosto. Eu tentava abrir a boca pra receber a saliva dela como se fosse um gole d'água no deserto. Ela brincava de novo com meu limite e diminuía o ritmo da punheta quando via que eu tava prestes a gozar. Soltava meu pau e espalhava a saliva pelo meu corpo, enfiava os dedos na minha boca e pegava a rola de novo. Me deixava à beira do orgasmo sem chegar lá de um jeito perfeito, e naquele momento tive um instante de lucidez. Quando a gente tava no sofá, mamãe tinha me feito gozar de propósito, batendo uma punheta frenética no meu pau e esquecendo o controle que agora tava me aplicando. Mamãe tinha querido me castigar e tinha achado a desculpa perfeita. Eu tava nem aí. Qualquer castigo ou prêmio que aquela mulher me desse parecia merecido. Em poucas horas, mamãe tinha começado a me transformar num homem submisso. Em poucas horas, eu tinha começado a considerar aquela mulher que me deu a vida não só como minha mãe, mas como minha dona e senhora, minha ama, minha deusa… Senti um terceiro dedo entrando no meu cu. Uma careta de dor cruzou meu rosto e soltei um gemido pela boca. Mas, em vez de reclamar ou pedir pra minha mãe parar, ouvi minha própria voz dizer: — Sim, mamãe. Fode meu cu. Faz o que quiser comigo. Sou seu, sou sua. Te amo, mamãe. — Enquanto dizia isso, olhava nos olhos dela, completamente entregue. Desde que era um garotinho, não tinha dito que a amava. Nem na semana que a gente tava morando junto. Naquele momento, ela me beijou. Foi um beijo terno, quase maternal, se não fosse pela língua dela dentro da minha boca. Eu mal consegui responder, concentrado nas sensações que me provocava, porque apesar do beijo, ela continuava penetrando meu cu com três dedos e me punhetando. — Eu também te amo, meu menino. Você é meu. Vou te transformar na minha putinha, no filhinho da mamãe. — A voz dela era rouca. Então parou. Levantou da cama e tirou a luva. Puxando meu cabelo, me colocou de joelhos na beira da cama, embora esta vez com algo menos de violência. Devagar, ela tirou a camiseta. Pude ver de novo aqueles dois peitões enormes. Ela deslizou as mãos pela calcinha e lentamente a abaixou. De repente, apareceu uma enorme moita de pelo preto. Brilhava, encharcada de tesão. Finalmente, mamãe me presenteava com a visão da sua buceta. Ela sentou na beira da cama e me apertou com força contra a sua xota. Me vi inundado de sensações. O cheiro e o gosto eram algo mais delicioso do que qualquer coisa que eu pudesse ter imaginado. Eu lambia com inexperiência e atrapalho, com entusiasmo e uma sede que não se apagava. Os pelos faziam cócegas, entravam na minha boca molhados da minha saliva e do suor e dos fluidos vaginais da mamãe. Engoli alguns, tentando não tossir para prolongar aquele prazer. Ela gemia baixinho: — Isso, meu filho. Come a buceta da mamãe. Ficamos um bom tempo assim até o corpo da mamãe se tensar e depois relaxar. Na minha boca chegou uma nova onda de umidade do orgasmo dela, e eu bebi avidamente. Mamãe se levantou e me desamarrou. Me levantou com ternura e começou a me beijar. — Me toca, meu filho. — Minhas mãos começaram a percorrer as coxas dela, a bunda dela, os peitos dela. — Você é linda, mamãe, você é minha deusa. — Meu pau, ainda duro, roçava na barriga dela e nos pelos da buceta. As mãos da mamãe também me tocavam, apertavam com força minhas nádegas, beliscavam minhas bolas, meus mamilos. Sem parar de nos beijar e tocar, mamãe e eu deitamos na cama. Ficamos assim um bom tempo até que mamãe se separou de mim e se levantou da cama. Observei aquele corpo redondo, macio mas forte. Minha mão foi até meu pau. Estava quente demais e precisava de alívio, e comecei um sobe e desce rápido. Mamãe me deu dois tapas na cara, rapidamente: — Não, não, não... — Eu soltei meu pau e baixei o olhar, submisso. — Vejo que ainda tenho que manter minha putinha amarrada. — Eu não respondi. Continuei de cabeça baixa, sentado na cama. Mamãe pegou minhas mãos de novo e as amarrou atrás das minhas costas. Pegou a calcinha suja dela de novo e colocou na minha boca, mas dessa vez sem me amordaçar. Enquanto me segurava com força pela minha cock indefesa e ereta, disse: – Tô com sede, vamos pra cozinha. Eu a segui como pude, com a cock firmemente agarrada pela mão dela e minhas mãos amarradas. Podia ver a bunda redonda dela, cheia de gotinhas de suor, balançando na minha frente. Chegamos na cozinha e a mamãe soltou minha cock pra abrir a geladeira, pegar uma garrafa d'água e dar um gole longo. Naquele momento, percebi que também tava com sede. Com a calcinha na boca, não conseguia falar, mas a mamãe, como se lesse meus pensamentos, disse: – Meu menino tá com sede? – Eu concordei com a cabeça. – Vem cá que a mamãe vai te dar uma aguinha. – Ela deu um gole, segurou na boca dela e tirou a calcinha da minha. Aproximou os lábios dela da minha boca e deixou a água cair direto. Aquela maneira de me dar água era terrivelmente excitante, do mesmo jeito que tinha me dado comida antes. Depois, colocou a garrafa direto na minha boca e me forçou a beber. Rapidamente, me engasguei e comecei a tossir, e água caiu pelo chão todo, formando umas poças pequenas. – Olha que atrapalhado que é meu menino, agora vai ter que limpar isso. – Me fez cair de joelhos e me mandou começar a chupar a água do chão. Eu comecei a lamber. – Muito bem, meu menino – ela repetia. Quando eu tava nisso há um tempinho, a mamãe colocou o pé dela onde eu tava com a boca. – Por que você não continua pelo meu pé, querido? – Eu me joguei naqueles pés, beijando, lambendo, sentindo o gosto do suor da mamãe. Passei de um pé pro outro e fui subindo pelas panturrilhas, pelos joelhos, pelas coxas até chegar na buceta da mamãe, que comecei a lamber, procurando aquele botãozinho que tinha dado tanto prazer pra minha mãe quando eu tinha lambido antes. A mamãe ria. – Que safado que é meu menino. – dizia enquanto, com as duas mãos, me puxava mais pra perto da buceta dela. Fiquei um bom tempo assim, de joelhos, enquanto comia a buceta dela e ela, de pé, gemia e apertava minha cara contra o corpo dela. Ela me separou de Ela olhou pro meu rosto e me levantou, me beijando de novo e esfregando o corpo dela no meu. Com uma mão, começou a se masturbar com os dedos enquanto com a outra me punhetava. Ela esfregava meu pau na buceta peluda dela. De vez em quando, tirava os dedos da vagina dela e colocava na minha boca. — Sente o gosto da mamãe. — Dizia enquanto eu lambia aqueles dedos com vontade. — Eu tava quase gozando, mas não queria fazer isso sem permissão. — Mamãe,… não vou aguentar muito. — Shhh, goza, meu filho, goza na bucetinha peluda da mamãe. — As palavras dela saíam entrecortadas e a respiração tava alterada. Ela também tava terrivelmente excitada. Continuou me punhetando contra a buceta dela sem chegar a enfiar meu pau. — Vou gozar! — Sussurrei. Mamãe encaixou direitinho meu pau pra porra ficar grudada nos pelos da buceta dela. Minha gozada não foi abundante. Era só meio da tarde e era a quarta do dia. Uma sensação de alívio veio depois do orgasmo, mas não consegui aproveitar muito. Mamãe tinha se sentado numa cadeira e me colocado de joelhos de novo na frente da buceta dela. De perto, vi ela começar a brincar com minha porra, a enfiar na vagina dela, a pegar do mato peludo com os dedos e colocar na minha boca. Apesar de dar um pouco de nojo da minha própria porra, só consegui saborear aquela mistura de fluidos de mulher e minha gozada. Vi como ela acariciava freneticamente o clitóris dela até finalmente chegar ao orgasmo. De novo, passou os dedos molhados na minha boca, dessa vez com mais suavidade e carinho, e finalmente relaxou na cadeira. Eu deixei minha cabeça cair nas coxas dela, e ficamos assim em silêncio por uns minutos. No fim, mamãe me levantou e começou a me beijar com ternura, sem se importar que minha boca tivesse manchada com nossas gozadas misturadas. Ela me desamarrou. — Foi um castigo bom, embora eu ache que fui benevolente demais e você aproveitou demais. — Ela acariciava meu cabelo enquanto falava. — De agora em diante, a não ser que eu mande o Caso contrário, vamos pro quarto da pequena sempre que eu te castigar. Vamos chamar ele de quarto de castigo. Entendeu? — Sim, senhora. — Ah, e não espere que todos os castigos terminem do mesmo jeito. No futuro, não vou ser tão boazinha. — Eu não respondi. — Agora vamos nos lavar, querido. — Ela me levou até o quarto dela e tomamos banho, dessa vez, juntos. Mamãe me ensaboou e esfregou com força. De novo, me tratava como um garotinho. Depois que nos secamos, mamãe se vestiu na minha frente. Colocou uma calcinha e um sutiã brancos e cobriu com um dos seus robes de alcinha. — Agora vou te vestir. Vamos pro quarto da Alicia. — De novo, ela queria me vestir com a roupa da minha irmã. — Acho que um dia desses vamos fazer compras na cidade. Preciso de "material escolar" pra sua nova educação e, já que vamos, vou te comprar umas calcinhas. Não podemos ficar usando sempre a roupa da sua irmã. O que você acha que sua irmã diria se soubesse? O que você acha que ela diria se mostrássemos os vídeos que fiz de você esta manhã? — Eu... — De repente, imaginei a cara da minha irmã me vendo vestido com a roupa íntima dela, maquiado, enquanto batia uma punheta. Uma onda de medo e vergonha me invadiu. Mamãe sorria sem dizer nada. Chegamos no quarto da minha irmã e mamãe espalhou toda a roupa íntima que tinha nas gavetas em cima da cama. Não era muita. — Sua irmã não deixou muita roupa aqui, mas acho que vamos encontrar algumas coisas que servem por enquanto. — Tinha umas tangas, calcinhas de algodão de várias cores... mamãe revirou por uns segundos e pegou umas calcinhas brancas com bolinhas vermelhas. Eram meio infantis. Ela mesma colocou em mim, acariciando meu pau no processo. Pegou mais algumas peças e, piscando um olho, disse: — Essas são pra brincar hoje à noite. Continua...

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