Depois de viver a primeira experiência no swing, César descobriu, por assim dizer, seu fetiche. Não era nada além de compartilhar sua esposa puta, Gabriela. Embora seu desempenho na cama continuasse sendo de pouca resistência diante da puta que pedia pica da mulher dele, de certa forma ele se sentia mais aliviado. Continuaram indo a diferentes encontros de swing, onde Gabriela se destacava por ser uma ninfomaníaca muito bissexual. Ela aguentava tanto pica quanto buceta, de certa forma César se sentia aliviado por não ter que estar rendendo o tempo todo. Mesmo assim, no inconsciente dele, ele desejava algo mais e, em outra situação, entendia que Gabi era puta demais. O máximo que já tinham feito com ela eram trios hmh e também ela foi comida por outra mulher com uma cinturonga, enquanto chupava a pica do César, enfiava aquela pica de borracha no cu dela, vamos chamar a amante ocasional de Vanessa. Naquele dia, ela teve uns orgasmos anais lindos, já que a Vane metia com vontade a pica que tinha acoplada na cintura dela. César não conseguiu segurar a gozada diante de um boquete daqueles da mulher dele e da imagem da Vanessa com as mãos abrindo as nádegas dela, entrando e saindo freneticamente no cu da Gaby, com aquela pica preta e cabeçuda. A ambiguidade de ver aqueles peitos da Vane quicando, o "Oghhhhh" abafado na própria pica da mulher dele, que com a boca devorava a pica dele, foi demais, e "Luuuuuuf, Uuuuuuf" César gemeu para inundar a boca dela com uma gozada de campeonato. Gaby, que não desperdiçou nem uma gota, engoliu a pica inteira e o leite, como não poderia deixar de ser. Naquela noite foi o momento mais decisivo do César, que teve uma ideia fora do comum, que obviamente ia realizar. Por ter vivido aquele instante tão quente, César, que tinha uma boa situação financeira, sem falar nada para a mulher dele, teve a ideia doentia e ao mesmo tempo brilhante de contratar uma transexual para comer a Gaby. A situação o deixava muito excitado, já que ia pagar muita grana. pra que eles comessem a mulher dele, mas tinha que ser em outro cenário ou contexto. Foi assim que ele contatou a Yisela, que trabalhava no Bulevar Artigas e era a transexual mais requisitada, os caras faziam fila de carro pra poder comer ela e também muitos homens mais velhos pra serem comidos. Ela era realmente uma transexual linda, loira, alta, com umas tetas enormes, se vestia muito bem e o mais importante que a destacava era seus traços finos de menininha, bem diferente do resto das colegas de gênero, que geralmente bebiam, Yisela era uma femme fatal, que cheirava a perfume e não a cachaça ou pinga barata, pra aguentar aquelas noites frias. Foi assim que Cesar propôs pagar uma boa grana pra ela, pra tirá-la do ambiente dela por uma noite. A ideia de César era mudar de ares, Yisela propôs a princípio ir pra um hotel de alta rotatividade, mas César queria algo diferente, o desejo dele era mais de sair do típico foda numa cama, quero ver minha puta mulher ser comida, em outro contexto e situação. Yisela entendeu tudo, e deu a solução, olha, quando eu faço minha grana tipo quatro e meia da madrugada, geralmente pra não me expor à polícia, acabo indo pros microcinemas que ficam aqui mesmo em Tres Cruces, lá sempre arrumo clientes que acabo fodendo geralmente. Você vem com sua mulher, pela grana que você tá me oferecendo, o que Yisela fazia numa noite ele triplicava na oferta, eu às 23h tô aqui, então te espero. Era muito VIP pra ficar trabalhando na rua e tinha códigos, naquela quinta Cesar combinou com a Yise e no dia seguinte deviam concretizar. Naquela sexta ele propôs sair pra jantar no Shopping, coisa que Gaby aceitou gostosa sem suspeitar o que o marido tinha preparado pra ela. Era uma sexta de julho típica de inverno, frio pra caralho com muito pouca gente na rua, ainda mais na hora que foram, passou das 22, sentaram no Mostaza, pra comer um Chivito pra dois muito bem servido e beberam um bom tinto com refri Booty. Passou das 23h30, Cesar no seu Fiat Palio verde saindo do Shopping, tomo Bulevar pra fora, Gaby sem desconfiar de nada, já que essa era a rota que tinham que pegar porque moravam pra esses lados, mais precisamente no Bulevar e Colorado, a 5 minutos dali. Ao chegar em Monte Caseros, a Yisela já estava lá com seu imponente casaco preto, cabelo solto e longo, maquiada lindamente, com um porte de modelo naqueles saltos agulha. César parou o carro, Yisela se aproximou, Gaby se surpreendeu ao ver como o marido falou pra Yisela o clássico "quanto você cobra", como se fosse a coisa mais normal do mundo. "Sobe", disse César, e destravou a porta de trás. Yisela subiu, houve apresentação e beijo na bochecha com a Gaby, que estava meio deslocada, mas não desgostou da ideia, ainda mais quando deram um beijo no rosto e aquele perfume embriagador da Yisela realmente a cativou, a ponto de despertar a curiosidade e a pergunta típica entre minas: "Nossa, que cheiro bom é esse no seu perfume?" Yisela respondeu: "É Dolce & Gabbana." "Uff, tremendo", disse Gaby, que foi o jeito de quebrar o gelo. Como eu falei, Yisela era toda uma dama, bem VIP pra profissão dela, investia uma boa grana em lingerie, maquiagem, casacos, sapatos, etc. César virou e em 5 minutos chegaram de novo no shopping e terminal, e precisamente escolheu o microcinema que ficava atrás da terminal. Gaby sentiu a adrenalina e estava fascinada com a Yisela e, mais ainda, com a situação, que era uma experiência totalmente nova que ia viver. Entraram os três no microcinema, com não mais de 30 poltronas, estava bem vazio. Yisela manjava das paradas e foram pra penúltima fileira, onde tinha um cara magrelo se masturbando vendo uma loira americana sendo possuída por uma gangue de quatro negros de pica grossa. Na hora que iam sentar, optaram por mudar de fileira e sentar na última. Yisela com o casaco dela, Gaby do lado e César encostado na parede, se prepararam pra ver o filme a princípio. Nas fileiras da frente, além do magrelo se masturbando, tinha um veterano careca e na primeira fileira um moleque típico promíscuo. Vão ao cinema pra dar a buceta. A cena era tão quente que obviamente dava pra bater uma. Os três estranhos estavam na deles, se masturbando sem disfarce, menos o velho que tinha colocado a jaqueta na braguilha. Gabi naquela noite, por sorte e a pedido do César, tava com uma saia tubinho bem justa que marcava a raba, com umas meias kan kan (é assim que se fala aqui, não sei em outros lugares), cor da pele, um moletom de lã verde oliva e uma jaquetinha de couro. Completava o look um conjunto de lingerie preta e botinhas baixas. Já Gabi, vendo como aqueles negros macetavam a loira de rabão e peitão, aos gritos de "Fuck me, my ass" (come meu cu), pouco faltou pra ela usar a palavra "buceta" — começou a se molhar e pulsar. Yisela também tava com aquele formigamento na pica e uma vontade louca de bater uma. Não se sabe ao certo se era pelas pirocas dos negros, se o lado feminino dela tava aflorando ou pela grande surra de buceta que tavam dando na boca, no cu e na buceta, onde podia aflorar o lado masculino dela. A questão era o calor, ainda mais com aquele casaco, que obviamente ela tirou. Foi aí que Gabi fixou o olhar quando viu a pica linda da Yisela. Não teve gesto nem nada pra dizer. César também já tinha tirado a pica pra fora da calça. Gabi entendeu que era a hora dela. César e Yisela tiraram a jaquetinha dela, e nessa altura Gabi já tava fervendo de tesão. Ela lambeu as mãos, agarrou as picas dos dois e começou a bater uma pra eles — uff, uff — os dois em uníssono. Yisela, com o casaco aberto e os peitões lindos de fora, foi um instante que Gabi não resistiu e começou a beijar a boca da Yise, que obviamente respondia com uns bons linguados. As duas estavam em outra dimensão de prazer. Gabi, fascinada, batendo uma lentamente pras duas picas naquela poltrona. Yise enfiou a mão por cima das meias kan kan e deslizou os dedos por cima da buceta, sem enfiar ainda, porque tinha a calcinha e a meia kan kan. César faria a parte dele, arrebentando ao ver. como Yisela metia a mão nele, num instante ele tira a coisa, o que desconcerta a Yise, rasga o Kan Kan da mulher dele e puxa a tanga pra Yise ter um acesso melhor naquela pussy, naquela altura já escorria cum, César pega a mão da Yise e coloca na pussy da Gaby, que tava comendo a boca da Yise num chapeu profundo. Gaby desce pra devorar os peitos da Yise, César já num movimento magistral se ajoelha pra comer a pussy da mulher dele, que naquele momento tinha dois dedos da Yise entrando e saindo rápido da pussy dela, Yise entendeu, tirou os dedos encharcados, Gaby gemia Ufff ufff, Yise colocou os dedos na boca dela como se fossem duas picas que Gaby começou a chupar com os próprios sucos. Embora estivessem apertados, era de muita tesão, o ambiente com um cheiro forte de semen já deixava Gaby muito quente, enquanto César comia a pussy dela, enchendo a boca com cum da mulher dele. Foi o momento perfeito pra Yise se levantar, Gaby pega na cock dela e mete na boca, Era evidente o movimento e os gemidos de Gabi Glop Glop Glop chupando com muita saliva a cock da Yise, César consegue se levantar e naquela luz fraca contempla por um instante a pussy inundada da mulher dele de fluidos e da própria saliva, Gaby percorria o tronco, as bolas, e a cabeça da cock da Yise, ela tinha uma pica linda de uns 21 cm com umas bolas à altura desse tamanho. Uff ufff ufff Gemia Yise que, embora se ouvisse, era mais forte os gritos da americana que tavam furando o cu dela no filme. Era óbvio que quando Yise se levantou, os olhares dos três caras que estavam lá se fixaram neles, mas Gaby, Yise e César pouco se importaram, a tesão deles era maior que a vergonha de serem observados. O guy, o velho e o magro, os três se dirigiram pra fileira da frente pra observar mais de perto a foda que iam dar na Gaby, que tirou a cock da Yise da boca e disse me come por favor César como Todo um cavalheiro fez as honras pra Yise, que se colocou na frente da buceta da Gaby. Dessa vez, o César, como quando se dá um golpe de champanhe num navio pra inaugurá-lo, entregou a camisinha pra Yise, que rapidamente colocou no pauzão. Gaby tava ansiosa pra comer a cock da Yise com a sua buceta gulosa. César pegou a cock da Yise e colocou na entrada da buceta da Gaby, que tinha o moletom levantado e o sutiã preto, deixando os peitos dela de fora, coisa que o César aproveitou pra chupar. A mulher dele desejava com luxúria ter a cock da Yise, que, numa pincelada magistral, da cabeça da cock naquela racha encharcada, enfiou a cock toda até os ovos, sob o olhar atento do César. Os três estranhos que se punhetavam, vendo como, sentada e aberta de par em par, a Gabi recebia essas porradas de pau da Yise. Plaf plaf plaf plaf, os três estranhos viam a bunda linda e empinada da Yise, e a cock entrando e saindo daquela buceta luxuriosa. Sim, sim, siiiii, me arrebenta a conchinha! Gritava e implorava a Gaby, que era perfurada por aquele pauzão. César, enquanto isso, tinha se sentado do lado, se punhetava bem devagar, igual aos três estranhos. Gaby: ahhh, ahhh, ahhhh. Yise: Ufff, uffg, que puta, tão puta que é a sua mulher, conseguiu dizer pro César, que retrucou: É uma viciada em cock, verdade, amor? Uffgg, sim, iiiiiiiii, como eu amo essa cock, pá, respondeu a Gaby. Já o César, vendo o nível de tesão da mulher dele, perguntou pros três estranhos: Alguém quer participar? Trouxe mais camisinhas. O velho, que no começo tinha a jaqueta no colo, se moveu pra fila onde eles estavam, cock na mão. O adolescente promíscuo começou a bater uma pro outro cara que tava em êxtase. Gaby: agggg, agggg, engasgada porque tinha a cock do velho ilustre desconhecido na boca, enquanto a Yise metia com tudo pela buceta. Era o momento exato de trocar. O velho sentou no lugar da Gaby, o César entregou a camisinha, que a Gaby colocou com a boca. Yise se punheta pra não perder a ereção, Gaby monta no Velho que chupa os peitos dela com vontade, coisa que deixa Gaby puta da vida e ela come a boca do velho, que como velho sabido abre as nádegas dela, igual uma assistência na NBA pro LeBron, pra Yise encaixar a cabeça da pica no cu da Gaby, que aos berros, com o kan kan rasgado, a calcinha fio dental corrida, a saia levantada na cintura, tava sentando na pica do velho e comendo a boca dele, num instante, gritou: "parte minha bunda com essa pica uffffffffcçfffcccccccccccccccccc", Yise meteu sem piedade até o talo, tomaaaa Putonaaaa gritou, plaf plaf plaf plaf agrrr aggrff agrrrf aggrf Gaby gozava com a língua do velho num chupão profundo, plaf plaf plaf plaf plaf a pica do estranho na pussy, César se levantou e enfiou a pica na boca dela. Era uma tripla penetração digna de ser filmada, enquanto na fila da frente o pivete promíscuo era comido de quatro na poltrona, olhava como aqueles três, dois homens e um traveco, comiam a voluptuosa Gaby, que se punhetava enquanto era penetrada com gosto pelo magro e com voz de viado, gozava: "uff sim, como eu gosto que me arrebentem o cuzão". Gaby já aos berros aggggggggg enquanto Yise estourava a bunda dela de pica Ahhhjjj o velho devorava os peitos e Gaby a pica com a pussy, César curtia o boquete da mulher dele Glup glup, já Yise que foi a primeira a começar a comer ela, sussurra no ouvido: "onde você quer a porra, puta", "Uffg dá na minha boca por favorrrrrrr" num mínimo de lucidez. Yise convulsiona, tira a camisinha, Gaby desmonta do estranho e recebe toda a porra de Yise na boca, Ufffg ufff a transexual descarregou toda a porra até esvaziar os ovos, César não consegue segurar a tesão e come a boca de Gaby com a porra de Yise, coloca ela de quatro de novo e oferece a bunda pro velho desconhecido que se levanta e começa a empurrar uffg, Yise senta pra contemplar o espetáculo, César come a boca de Yise, coisa que deixa Gaby a mil, sim Siiiiiiiiiiiiiiii, vai fundo, arrebenta meu cu com essa sua pica, véiôôôô, plaf plaf plaf plFg plaf. O velho mais lerdo enfia a pica toda no cu dela. Já o adolescente promíscuo tinha gozado junto com o comedor dele, que tinha enchido a camisinha de porra. Yise entendeu que tinha que saborear a pica do César com um boquete delicioso. Uffgg uffg uffg, ela chupava o César com a boca experiente de Yise, que implorou: "Mete tudo no meu cuuuu". Uffg, César não se fez de rogado, enfiou a camisinha e, aos poucos, meteu a pica toda até o saco em Yise, que rebolava a bunda com as investidas de César. Sei lá se era o tesão ou o quê, mas ele tava um garanhão. Plof plof plof, a pica do César entrava e saía da bunda linda da Yise, que se masturbava freneticamente e gemia: "Agggg agggg, isso, me dá com tudo!". Do lado, o velho não aguentou mais e gozou no cu da Gaby, mas dentro da camisinha, nem conseguiu tirar a tempo. Gaby tava em êxtase vendo o marido arrebentar o cu da linda transexual Yisela na pica. Gaby se ajoelhou debaixo da Yise, colocou os peitos nela enquanto beijava a boca dela, com muita luxúria foi oferecendo os peitos, que Yise babou. Gaby começou a pegar a pica dela com os peitos numa deliciosa espanhola. Yise, do jeito que dava, porque as investidas do César no cu dela eram profundas, gritou: "Aiii, que filha da puta gostosa você é!". Yise, agarrada nos braços da poltrona, era comida pelo César no cu e pela Gaby com os peitos na pica. Foi demais pro César ver a Gaby fazendo espanhola na Yise, e num gemido rasgado, gozou no cu dela, ou melhor, na camisinha. Pra Yise também foi demais, e com um chupão profundo, encheu os peitos da Gaby de porra. Ahhhhh, Yise gritou enquanto Gaby limpava a pica dela com a boca e esfregava nos peitos pra pegar mais porra. Foi uma noite memorável. Yise vestiu o casaco, Gaby pediu pra ir ao banheiro pro César e foram com a Yise, onde se beijaram de novo e dessa vez Yise chupou o cu dela e comeu ela contra os azulejos. do banheiro, sem camisinha te imploro Gaby quero sentir tudinho, tava com uma vontade louca de continuar sendo macetada pela Yise. Ela encheu dessa vez sim a buceta de pau e porra, Gabi tirou a poeira e o telefone, se apaixonou por aquele pau tão lindo. Cesar deu uma mijada e os três foram embora, mas antes pagaram o que prometeram. Foi um antes e depois o que viveram naquela noite fria de inverno no microcinema. Teve mais aventuras desse casal que a gente conta outra hora. Fim.
2 comentários - Fantasias Realizadas 2