GUSTAVO
Chegamos atrasados porque o trânsito de Jurerê foi um inferno, todo mundo saiu pra passear já que não dava praia, e quando estávamos pra entrar no prédio, eu com as tralhas e a Sonia com o Mateo no colo já dormindo, a gente ouviu:
— Gustavo, Gustavo!!!
Era o Martin que dessa vez nos esperou na frente e atravessou a rua pra se encontrar conosco. Na real, não estávamos esperando por ele. E com uma cara bem abatida, ele perguntou se podia falar com a gente. Dissemos que ouvíamos, mas ele insistiu que era melhor lá em cima. Não deu pra negar, e subimos os três no elevador, mas dava pra sentir que o clima era outro. Os três calados, olhando pro chão. Só nos perguntou onde a gente tinha passado o dia. Respondemos que visitando "um amigo" em Jurerê. Pela cara, ele não gostou da resposta. Algo tinha se quebrado entre a gente e, pensando bem, não tinha acontecido nada pra ser assim, mas acho que depois a Sonia deixou mais claro.
Com o Mateo deitado no quarto, a Sonia saiu e perguntou:
— Vamos fazer café, tomam? (S)
— Sim, sim, o que vocês disserem. (M)
Esse era outro Martin, um "franguinho molhado" como se diz, até me deu pena a atitude. Já tinha sumido aquele olhar de malandro que ele teve no último dia, depois da foda da manhã anterior.
— Bom, conta, o que te traz por aqui? (G)
— Primeiro queria me desculpar com vocês dois, mais com você, Sonia. Na real, tô muito mal, eu nunca sou assim, não sei como me transformei nesses dias. Pensei que essa postura minha de malandrão vocês iam gostar, pela fantasia de vocês, digo... Mas falando sério, eu tenho sorte no geral com as minas, mas nem no meu sonho mais louco pensei que algum dia estaria com uma mulher como você, Sonia. Linda, gostosa e ainda por cima mãe adorável com o Mateo. Desculpem, tô falando merda.
Baixou a cabeça e acho que pra nós dois caiu a guarda que a gente tava com ele. Ele tava abandonando a pose e elogiando minha esposa como ninguém nunca tinha feito em poucas palavras. Isso fez a Sonia abraçá-lo numa atitude maternal e apoiar a cabeça dele no ombro dela, Martin. Acho que até chorou.
Bem, fiquem tranquilos, falei, porque já não sabia por onde podia sair minha nova esposa. Então fiz eles sentarem e fui eu quem serviu o café. Quando estávamos os três mais calmos, foi a Sonia que esclareceu as coisas, como se diz.
- Não gostei da sua atitude de ontem. Primeiro, imaginei que o nosso negócio morria dentro dessas quatro paredes, e não precisava nem falar. Te vi adulto e sério, era nosso segredo de casamento com um amigo, não com um amigo e o amigo do amigo. Entende, Martin?
- Siiim, eu entendo. Sou um cara, me deixei levar pelo fato de que na minha vida de putaria eu ia ter uma mulher como você nos meus braços, e saiu essa bobeira de querer que todos soubessem e me invejassem, uma atitude machista que eu nunca tive na minha curta vida. Eu juro e imploro que me perdoem. Sonia, por favor, me perdoa (M).
Agora sim ele falava de frente, e as lágrimas caíam como as de um menino que os pais repreendem por algo que fez de errado na escola. Se eu me comovi com as palavras dele, nem imaginem a Sonia, que sentada de frente pegou o rosto dele com as duas mãos e depositou um beijo suave nos lábios, como para que ele entendesse que estava perdoado. Ele, sentado, também a abraçou e apoiou de novo a cabeça no ombro da Sonia, que me olhava como dizendo: "Eu como ele!"
Eu, para mudar o clima que podia ficar tenso, disse:
- Bom, vamos tomar o café, está tudo esclarecido e perdoado.
Eles se recompuseram e tomamos o café quase em silêncio. Ele se levantou e disse:
- Bom, não atrapalho mais, vou indo. Depois, se quiserem, eu convido para uma caipirinha, mas com essa chuva não sei...
E já na porta para sair, a Sonia diz:
- Se parar de chover depois do jantar, vem e tomamos aqui.
Os olhos de alegria do Martin eram de não acreditar, e antes de fechar a porta, ela diz:
- Martin, só o Lucas sabe?
- Juro que só o Lucas.
- Se ele não tiver nada planeado, traz ele.
Isso meio que nos deixou desconcertados, os dois. Ele só inclinou a cabeça como dizendo sim e fechou a porta. Com isso, a Sonia dizia duas coisas: está tudo... tá bom, mas agora somos só amigos e nada mais, ou já que o Lucas sabe de tudo, traz ele que a gente adiciona. essas também eram minhas dúvidas, até ficarmos sozinhos.
- e isso???? (Y)
- isso o quê? (S)
- isso de trazer o Lucas, que você deu uma bronca nele porque ele contou (Y)
- de noite a gente vê, meu amor, sua nova esposa é uma charada, até pra mim mesma, kkkkkk mas o menino me comoveu. gostei da atitude dele e achei sincera, ele é um divino. (S)
- eu também gostei, acho que ele falou com sentimento, né?? (Y)
- você não viu a carinha dele com aquelas lágrimas, não comi ele ali sentados porque você saiu com o café, putz que bonequinho que é e como ele me fode, o gurizinho mmmmmmm!!!!!!,
Ela disse isso com um sorriso malicioso e se levantou para ir ao banho tomar banho. E aí eu fiquei olhando como nossa vida tinha mudado em apenas 72 horas. E a caixa de Pandora, só tinha aberto agora.
SONIA
A noite melhorou e conseguimos sair depois de jantar, ficar no pequeno apto com o Mateo era um problema, então um tempinho nos benditos joguinhos dele faria bem pra ele e pra nós, estávamos nisso quando o Gus recebe uma mensagem do Martin perguntando
- oi Gus, quer que eu leve algo pra beber? eu preparo as caipi (M)
- estamos tomando uma na frente de casa com o Mateo (G)
- vou praí (M)
- aí vem seu neném (G)
- vem sozinho? (S)
- não me disse nada, só se eu queria que ele trouxesse tudo e preparasse as caipi (G)
- fala que sim, que traga que eu quero ver como ficam (Y)
Meia hora depois a gente tinha ele atrás da gente na sala de jogos, com sacola de cachaça e limões até açúcar ele tinha comprado e claro que estava sozinho, levantou a sacola pra mostrar que cumpriu
- haha oi, trouxe o brebaje pra gente ficar louco, kkkk (M)
- alguma vez você fez isso?? (Y)
- vocês vão ver, senhores, sou um verdadeiro barman, para servi-los kkkk e ele se reverenciou
Se faltava algo pra me amolecer já estava feito, era outro Martin, o que conhecemos no começo.
Uma hora depois no apto, já consumida a segunda caipi preparada pelo nosso amigo, era como se tudo tivesse voltado ao normal, mas ninguém avançava. Mateo já dormia, e nós no sofá da sala falando de qualquer coisa, menos do que eu já queria.
- O que aconteceu que você não trouxe o Lucas? (Y)
- Ele ia sair com as amigas do Marcos para a balada. (M)
- E você não disse nada pra ele? (Y)
- O que eu tinha que dizer? (M)
- Que você vinha aqui. (Y)
- Não, e acho que ele desconfiou de algo, porque eu falei que não ia pra balada e ele não perguntou o porquê. Nem sabe que hoje vim conversar com vocês. Não contei mais nada, como prometi. (M)
- Acho muito bem. Se o menino contar mais alguma coisa, vou ter que colocá-lo de castigo. (Y)
- E qual seria esse castigo? (M)
- Levá-lo para o quarto e dar umas palmadas na bunda. (Y)
Dito isso, ele pegou minha mão e me levou para o dormitório. Encostei a porta, como se esperasse que Gustavo me deixasse a sós por um momento e, claro, meu amado marido entendeu. Nem se moveu do sofá, com sua taça de caipirinha na mão.
Mal entramos, me joguei para mordê-lo, beijá-lo como podia. Esse cara não tinha mãos suficientes para me apalpar toda. Os peitos rapidamente estavam ao ar livre, ele começou a chupá-los com devoção, me deixava toda molhada e ia de um para o outro. Eu agarrada à cabeça dele com as duas mãos, não queria que se afastasse nem um milímetro do meu corpo. Como eu precisava desse cara maravilhoso.
Ficamos um bom tempo ali parados, nos dando todo o prazer possível, ainda com um pouco de roupa, mas era como um reencontro. Que loucura! Não fazia nem 48 horas que tínhamos fodido como loucos e agora era como se tivessem passado meses sem nos ver. Que sentimento me unia ao Martin, que bem poderia ser meu filho. Ele estava de bermuda, eu a abaixei e peguei aquele pau duro curvado para cima que tanto me enlouquecia. Com minhas mãos, abaixei minha calcinha e me apoiei na parede. Precisava dele dentro urgentemente. De pé, ele entrou fácil com aquela curvatura apontada para o resto, e eu senti. Puxa, como senti! Era maravilhoso como ele me bombava, e eu gritando. desesperada, sem perceber que Gustavo tinha trancado a porta para que meus gritos não fossem ouvidos lá fora e não acordassem o Mateo. Ele me enfiava fundo, como eu sentia e me molhava, era uma torneira de porra atrás de porra, enquanto ele estava novamente grudado nos meus peitos, babando neles.
- Vamos pra cama - eu disse.
E assim, sem tirá-lo de dentro, caímos na cama desesperados, já suados, nem terminamos de tirar a roupa direito, deitei ele e subi em cima, parecia uma amazona descontrolada, amava esse cara, como ele me fazia gozar, meu Deussssssssss.
- Vou gozar, não aguento mais, onde você quer? (M)
- Me enche, gato, me encheeeeeeeee (Y)
E senti as pulsações do pau dele, era a glória, ali com certeza foi meu terceiro ou quarto orgasmo seguido, não tinha mais dúvidas, eu tinha me tornado uma ninfomanaca de amarrar.................
Continua...
Chegamos atrasados porque o trânsito de Jurerê foi um inferno, todo mundo saiu pra passear já que não dava praia, e quando estávamos pra entrar no prédio, eu com as tralhas e a Sonia com o Mateo no colo já dormindo, a gente ouviu:
— Gustavo, Gustavo!!!
Era o Martin que dessa vez nos esperou na frente e atravessou a rua pra se encontrar conosco. Na real, não estávamos esperando por ele. E com uma cara bem abatida, ele perguntou se podia falar com a gente. Dissemos que ouvíamos, mas ele insistiu que era melhor lá em cima. Não deu pra negar, e subimos os três no elevador, mas dava pra sentir que o clima era outro. Os três calados, olhando pro chão. Só nos perguntou onde a gente tinha passado o dia. Respondemos que visitando "um amigo" em Jurerê. Pela cara, ele não gostou da resposta. Algo tinha se quebrado entre a gente e, pensando bem, não tinha acontecido nada pra ser assim, mas acho que depois a Sonia deixou mais claro.
Com o Mateo deitado no quarto, a Sonia saiu e perguntou:
— Vamos fazer café, tomam? (S)
— Sim, sim, o que vocês disserem. (M)
Esse era outro Martin, um "franguinho molhado" como se diz, até me deu pena a atitude. Já tinha sumido aquele olhar de malandro que ele teve no último dia, depois da foda da manhã anterior.
— Bom, conta, o que te traz por aqui? (G)
— Primeiro queria me desculpar com vocês dois, mais com você, Sonia. Na real, tô muito mal, eu nunca sou assim, não sei como me transformei nesses dias. Pensei que essa postura minha de malandrão vocês iam gostar, pela fantasia de vocês, digo... Mas falando sério, eu tenho sorte no geral com as minas, mas nem no meu sonho mais louco pensei que algum dia estaria com uma mulher como você, Sonia. Linda, gostosa e ainda por cima mãe adorável com o Mateo. Desculpem, tô falando merda.
Baixou a cabeça e acho que pra nós dois caiu a guarda que a gente tava com ele. Ele tava abandonando a pose e elogiando minha esposa como ninguém nunca tinha feito em poucas palavras. Isso fez a Sonia abraçá-lo numa atitude maternal e apoiar a cabeça dele no ombro dela, Martin. Acho que até chorou.
Bem, fiquem tranquilos, falei, porque já não sabia por onde podia sair minha nova esposa. Então fiz eles sentarem e fui eu quem serviu o café. Quando estávamos os três mais calmos, foi a Sonia que esclareceu as coisas, como se diz.
- Não gostei da sua atitude de ontem. Primeiro, imaginei que o nosso negócio morria dentro dessas quatro paredes, e não precisava nem falar. Te vi adulto e sério, era nosso segredo de casamento com um amigo, não com um amigo e o amigo do amigo. Entende, Martin?
- Siiim, eu entendo. Sou um cara, me deixei levar pelo fato de que na minha vida de putaria eu ia ter uma mulher como você nos meus braços, e saiu essa bobeira de querer que todos soubessem e me invejassem, uma atitude machista que eu nunca tive na minha curta vida. Eu juro e imploro que me perdoem. Sonia, por favor, me perdoa (M).
Agora sim ele falava de frente, e as lágrimas caíam como as de um menino que os pais repreendem por algo que fez de errado na escola. Se eu me comovi com as palavras dele, nem imaginem a Sonia, que sentada de frente pegou o rosto dele com as duas mãos e depositou um beijo suave nos lábios, como para que ele entendesse que estava perdoado. Ele, sentado, também a abraçou e apoiou de novo a cabeça no ombro da Sonia, que me olhava como dizendo: "Eu como ele!"
Eu, para mudar o clima que podia ficar tenso, disse:
- Bom, vamos tomar o café, está tudo esclarecido e perdoado.
Eles se recompuseram e tomamos o café quase em silêncio. Ele se levantou e disse:
- Bom, não atrapalho mais, vou indo. Depois, se quiserem, eu convido para uma caipirinha, mas com essa chuva não sei...
E já na porta para sair, a Sonia diz:
- Se parar de chover depois do jantar, vem e tomamos aqui.
Os olhos de alegria do Martin eram de não acreditar, e antes de fechar a porta, ela diz:
- Martin, só o Lucas sabe?
- Juro que só o Lucas.
- Se ele não tiver nada planeado, traz ele.
Isso meio que nos deixou desconcertados, os dois. Ele só inclinou a cabeça como dizendo sim e fechou a porta. Com isso, a Sonia dizia duas coisas: está tudo... tá bom, mas agora somos só amigos e nada mais, ou já que o Lucas sabe de tudo, traz ele que a gente adiciona. essas também eram minhas dúvidas, até ficarmos sozinhos.
- e isso???? (Y)
- isso o quê? (S)
- isso de trazer o Lucas, que você deu uma bronca nele porque ele contou (Y)
- de noite a gente vê, meu amor, sua nova esposa é uma charada, até pra mim mesma, kkkkkk mas o menino me comoveu. gostei da atitude dele e achei sincera, ele é um divino. (S)
- eu também gostei, acho que ele falou com sentimento, né?? (Y)
- você não viu a carinha dele com aquelas lágrimas, não comi ele ali sentados porque você saiu com o café, putz que bonequinho que é e como ele me fode, o gurizinho mmmmmmm!!!!!!,
Ela disse isso com um sorriso malicioso e se levantou para ir ao banho tomar banho. E aí eu fiquei olhando como nossa vida tinha mudado em apenas 72 horas. E a caixa de Pandora, só tinha aberto agora.
SONIA
A noite melhorou e conseguimos sair depois de jantar, ficar no pequeno apto com o Mateo era um problema, então um tempinho nos benditos joguinhos dele faria bem pra ele e pra nós, estávamos nisso quando o Gus recebe uma mensagem do Martin perguntando
- oi Gus, quer que eu leve algo pra beber? eu preparo as caipi (M)
- estamos tomando uma na frente de casa com o Mateo (G)
- vou praí (M)
- aí vem seu neném (G)
- vem sozinho? (S)
- não me disse nada, só se eu queria que ele trouxesse tudo e preparasse as caipi (G)
- fala que sim, que traga que eu quero ver como ficam (Y)
Meia hora depois a gente tinha ele atrás da gente na sala de jogos, com sacola de cachaça e limões até açúcar ele tinha comprado e claro que estava sozinho, levantou a sacola pra mostrar que cumpriu
- haha oi, trouxe o brebaje pra gente ficar louco, kkkk (M)
- alguma vez você fez isso?? (Y)
- vocês vão ver, senhores, sou um verdadeiro barman, para servi-los kkkk e ele se reverenciou
Se faltava algo pra me amolecer já estava feito, era outro Martin, o que conhecemos no começo.
Uma hora depois no apto, já consumida a segunda caipi preparada pelo nosso amigo, era como se tudo tivesse voltado ao normal, mas ninguém avançava. Mateo já dormia, e nós no sofá da sala falando de qualquer coisa, menos do que eu já queria.
- O que aconteceu que você não trouxe o Lucas? (Y)
- Ele ia sair com as amigas do Marcos para a balada. (M)
- E você não disse nada pra ele? (Y)
- O que eu tinha que dizer? (M)
- Que você vinha aqui. (Y)
- Não, e acho que ele desconfiou de algo, porque eu falei que não ia pra balada e ele não perguntou o porquê. Nem sabe que hoje vim conversar com vocês. Não contei mais nada, como prometi. (M)
- Acho muito bem. Se o menino contar mais alguma coisa, vou ter que colocá-lo de castigo. (Y)
- E qual seria esse castigo? (M)
- Levá-lo para o quarto e dar umas palmadas na bunda. (Y)
Dito isso, ele pegou minha mão e me levou para o dormitório. Encostei a porta, como se esperasse que Gustavo me deixasse a sós por um momento e, claro, meu amado marido entendeu. Nem se moveu do sofá, com sua taça de caipirinha na mão.
Mal entramos, me joguei para mordê-lo, beijá-lo como podia. Esse cara não tinha mãos suficientes para me apalpar toda. Os peitos rapidamente estavam ao ar livre, ele começou a chupá-los com devoção, me deixava toda molhada e ia de um para o outro. Eu agarrada à cabeça dele com as duas mãos, não queria que se afastasse nem um milímetro do meu corpo. Como eu precisava desse cara maravilhoso.
Ficamos um bom tempo ali parados, nos dando todo o prazer possível, ainda com um pouco de roupa, mas era como um reencontro. Que loucura! Não fazia nem 48 horas que tínhamos fodido como loucos e agora era como se tivessem passado meses sem nos ver. Que sentimento me unia ao Martin, que bem poderia ser meu filho. Ele estava de bermuda, eu a abaixei e peguei aquele pau duro curvado para cima que tanto me enlouquecia. Com minhas mãos, abaixei minha calcinha e me apoiei na parede. Precisava dele dentro urgentemente. De pé, ele entrou fácil com aquela curvatura apontada para o resto, e eu senti. Puxa, como senti! Era maravilhoso como ele me bombava, e eu gritando. desesperada, sem perceber que Gustavo tinha trancado a porta para que meus gritos não fossem ouvidos lá fora e não acordassem o Mateo. Ele me enfiava fundo, como eu sentia e me molhava, era uma torneira de porra atrás de porra, enquanto ele estava novamente grudado nos meus peitos, babando neles.
- Vamos pra cama - eu disse.
E assim, sem tirá-lo de dentro, caímos na cama desesperados, já suados, nem terminamos de tirar a roupa direito, deitei ele e subi em cima, parecia uma amazona descontrolada, amava esse cara, como ele me fazia gozar, meu Deussssssssss.
- Vou gozar, não aguento mais, onde você quer? (M)
- Me enche, gato, me encheeeeeeeee (Y)
E senti as pulsações do pau dele, era a glória, ali com certeza foi meu terceiro ou quarto orgasmo seguido, não tinha mais dúvidas, eu tinha me tornado uma ninfomanaca de amarrar.................
Continua...
8 comentários - Isso é Tudo Novo VII
Excelentes relatos
Pobre gus no te pudo o no quizo cogerte en esos dias maravillosos que pasaste con martin y david. Van puntos