E aí eu tava, de quatro, com minha roupa espalhada numa sala vazia, com a meia-calça rasgada, minha calcinha puxada pro lado e prestes a ser penetrada pelo meu professor 24 anos mais velho que eu.
Oi, galera! Sei que andei meio sumida, mas tô de volta com mais histórias e mais fotos pra vocês. Dessa vez vou contar uma parada que rolou no meu primeiro ano de faculdade. Na época, achei que meu sonho era estudar turismo — que erro, hein. Pelo menos me toquei no primeiro ano, kkk.












Aqui estou eu com 19 anos, tava terminando de usar aparelho e os resultados da academia tavam começando a aparecer.
Tinha 19 anos, tava começando minha vida fitness e adorava me divertir, como já contei, comecei a estudar turismo em Huatulco, foi lá que conheci Tomas, meu professor. Na época ele tinha 43 anos e era um puta gato entre minhas colegas, várias minas babavam por ele, e corria o boato de que ele já tinha transado com várias garotas do curso. Pra ser sincera, isso não me importava, até que minha vida de farra começou a me dar problema com os professores por chegar atrasada nas aulas ou simplesmente não aparecer na escola porque tava "estudando" com alguns colegas. Consegui resolver meus problemas com os outros professores, nada que usar uns shorts não resolvesse, hehe.
Com esse conjunto vermelho, passei em várias matérias naquele dia
Tudo ia bem, menos com o Tomas, que nem disfarçava pra me olhar, não queria aumentar minha nota final

Numa quinta-feira, fiquei depois da aula dele e comecei a bater um papo. Não queria reprovar na matéria e estudar não era uma opção, haha, bom, até era, mas não era a minha escolha, haha. Depois de um tempo conversando, fui sincera: falei que sabia dos boatos que rolavam na escola sobre ele e várias alunas. Ele só riu e disse que, se eu quisesse fazer parte daquele grupo, era só falar. Respondi que, se isso me garantisse passar, ficaria feliz em pertencer a ele. Ele concordou e, aproveitando que não tinha ninguém por perto, me deu um beijo longo. Me levantou e me colocou em cima da mesa dele, sem desgrudar um segundo da minha boca. Eu estava sentada naquela mesa, as mãos quentes dele percorriam minhas coxas, apertando e deixando marcas na minha pele macia. Foi só quando ficamos sem fôlego que nos separamos. Meu coração batia a mil por hora, não sei se por causa daquele beijo ou porque estávamos na escola e a qualquer momento alguém podia nos ver. Olhei nos olhos dele e perguntei quando a gente ia se ver. Sem pensar duas vezes, ele disse: "Amanhã, depois da aula. Vamos fazer no salão de usos múltiplos, que tá sempre vazio, ainda mais na sexta." Um pouco receosa, concordei. Demos outro beijo longo e saí de lá com o coração saindo pela boca.
Uma foto de como eu tava vestida naquela quinta-feira.
A noite foi longa, não consegui descansar, cada vez que pensava no que podia rolar, meu corpo tremia ao lembrar daquele beijo. No dia seguinte, decidi me arrumar toda pro meu professor, coloquei minha roupa íntima tipo biquíni, caso as coisas esquentassem e a gente fosse pra um hotel perto da praia. Lembrei que tinha umas meias de renda que usava quando transava com algum colega, então resolvi vestir elas naquele dia. Coloquei o short mais apertadinho que tinha e fui pra escola. Tava feliz, sabia que naquele dia ia dar uma trepada, e meu sorriso entregava tudo. Não parava de sorrir e de irradiar felicidade kkk. O dia foi super normal até o fim da aula. Bateu três horas e todo mundo começou a sair, inclusive eu. Depois de sair, falei pros meus colegas que tinha esquecido uns documentos e precisava voltar. Fui quase correndo e entrei no salão de usos múltiplos. Entrei e sentei longe da porta. Tomas disse que chegaria em 10 minutos, e lá estava eu, tremendo, com o coração a mil, esperando meu professor entrar. Os minutos pareciam eternos. O barulho foi sumindo aos poucos, a escola ficando vazia. Ouvi uns passos e vi a porta se abrir devagar. Senti meu coração parar enquanto via a sombra do Tomas entrando na sala. Ele fechou a porta e colocou o cadeado. Caminhou até a mesa e eu fui atrás. Os olhos dele arregalaram quando me viu. Não perdemos tempo, nossas bocas se encontraram e a gente começou a se beijar desesperadamente. As mãos dele percorriam minha cintura, apertavam minha bunda. Ele me levantou e me sentou na mesa, beijou meu pescoço. Tava desesperado, parecia um vampiro. Num movimento só, tirou minha blusa e meu top, deixando meus peitos no ar. Não são grandes, mas ele brincou com eles, lambeu como se quisesse se alimentar, dava pequenas mordidas. Aos poucos, eles foram endurecendo mais e mais. Minhas mãos foram pra Sua virilha mostrava um volume que cabia na minha mão, mesmo estando duro, eu sentia ele pequeno, algo que me fez pensar. Para tirar minhas dúvidas, decidi abaixar a calça dele e libertar o amiguinho daquela prisão de roupa. Minha surpresa foi ver um pau de uns 12 cm, talvez. Umedeci minha mão e comecei a masturbar ele, sentia o calor na minha palma, notava a dureza. Não demorei pra levar à boca, lambi a cabeça com a ponta da língua e depois comecei a meter ele na boca, entrava fácil. Com a ponta da língua, brincava com as bolas dele. O pau dele saía banhado na minha saliva, que escorria pelas pernas dele. Ele se levantou e me deu duas palmadas na bunda, abaixou meu short, descobrindo minha calcinha fio-dental por baixo da meia arrastão. Num raio, rasgou elas e afastou minha calcinha. Pegou uma camisinha e mandou eu ficar de quatro.
E lá estava eu, de quatro, com minha roupa espalhada numa sala vazia, com a meia rasgada, minha calcinha jogada pro lado e prestes a ser penetrada pelo meu professor, 24 anos mais velho que eu. Vi ele colocar a camisinha e se posicionar atrás de mim. Enfiou o pau na entrada da minha buceta molhada, me segurou pelo quadril e começou a meter. Fez o movimento quatro vezes e parou, com a respiração ofegante. Eu não entendia nada. Virei pra olhar ele e vi que a camisinha estava cheia de porra. Ele tinha gozado. Só quatro estocadas e aquele velho gozou. Ele se levantou, arrumou a roupa e disse que já tinha acabado. Fiquei estupefata. Que porra acabou de acontecer? Eu nem tinha começado. Perguntei se a gente ia se ver mais tarde, e ele disse que já tinha acabado e que minha nota ia subir, mas que eu não contasse pra ninguém o que tinha rolado. Mais puta do que confusa, me vesti e saí. Putassa porque não conseguimos transar, além de terem rasgado minha meia favorita…


Minha roupinha íntima e minha vestimenta naquela sexta-feira.
Em breve vou postar a segunda parte. Para minha surpresa, não estava sozinha na escola naquele dia. Sem saber, tinha me metido numa baita encrenca…
Oi, galera! Sei que andei meio sumida, mas tô de volta com mais histórias e mais fotos pra vocês. Dessa vez vou contar uma parada que rolou no meu primeiro ano de faculdade. Na época, achei que meu sonho era estudar turismo — que erro, hein. Pelo menos me toquei no primeiro ano, kkk.













Aqui estou eu com 19 anos, tava terminando de usar aparelho e os resultados da academia tavam começando a aparecer.Tinha 19 anos, tava começando minha vida fitness e adorava me divertir, como já contei, comecei a estudar turismo em Huatulco, foi lá que conheci Tomas, meu professor. Na época ele tinha 43 anos e era um puta gato entre minhas colegas, várias minas babavam por ele, e corria o boato de que ele já tinha transado com várias garotas do curso. Pra ser sincera, isso não me importava, até que minha vida de farra começou a me dar problema com os professores por chegar atrasada nas aulas ou simplesmente não aparecer na escola porque tava "estudando" com alguns colegas. Consegui resolver meus problemas com os outros professores, nada que usar uns shorts não resolvesse, hehe.

Com esse conjunto vermelho, passei em várias matérias naquele dia Tudo ia bem, menos com o Tomas, que nem disfarçava pra me olhar, não queria aumentar minha nota final


Numa quinta-feira, fiquei depois da aula dele e comecei a bater um papo. Não queria reprovar na matéria e estudar não era uma opção, haha, bom, até era, mas não era a minha escolha, haha. Depois de um tempo conversando, fui sincera: falei que sabia dos boatos que rolavam na escola sobre ele e várias alunas. Ele só riu e disse que, se eu quisesse fazer parte daquele grupo, era só falar. Respondi que, se isso me garantisse passar, ficaria feliz em pertencer a ele. Ele concordou e, aproveitando que não tinha ninguém por perto, me deu um beijo longo. Me levantou e me colocou em cima da mesa dele, sem desgrudar um segundo da minha boca. Eu estava sentada naquela mesa, as mãos quentes dele percorriam minhas coxas, apertando e deixando marcas na minha pele macia. Foi só quando ficamos sem fôlego que nos separamos. Meu coração batia a mil por hora, não sei se por causa daquele beijo ou porque estávamos na escola e a qualquer momento alguém podia nos ver. Olhei nos olhos dele e perguntei quando a gente ia se ver. Sem pensar duas vezes, ele disse: "Amanhã, depois da aula. Vamos fazer no salão de usos múltiplos, que tá sempre vazio, ainda mais na sexta." Um pouco receosa, concordei. Demos outro beijo longo e saí de lá com o coração saindo pela boca.
Uma foto de como eu tava vestida naquela quinta-feira.A noite foi longa, não consegui descansar, cada vez que pensava no que podia rolar, meu corpo tremia ao lembrar daquele beijo. No dia seguinte, decidi me arrumar toda pro meu professor, coloquei minha roupa íntima tipo biquíni, caso as coisas esquentassem e a gente fosse pra um hotel perto da praia. Lembrei que tinha umas meias de renda que usava quando transava com algum colega, então resolvi vestir elas naquele dia. Coloquei o short mais apertadinho que tinha e fui pra escola. Tava feliz, sabia que naquele dia ia dar uma trepada, e meu sorriso entregava tudo. Não parava de sorrir e de irradiar felicidade kkk. O dia foi super normal até o fim da aula. Bateu três horas e todo mundo começou a sair, inclusive eu. Depois de sair, falei pros meus colegas que tinha esquecido uns documentos e precisava voltar. Fui quase correndo e entrei no salão de usos múltiplos. Entrei e sentei longe da porta. Tomas disse que chegaria em 10 minutos, e lá estava eu, tremendo, com o coração a mil, esperando meu professor entrar. Os minutos pareciam eternos. O barulho foi sumindo aos poucos, a escola ficando vazia. Ouvi uns passos e vi a porta se abrir devagar. Senti meu coração parar enquanto via a sombra do Tomas entrando na sala. Ele fechou a porta e colocou o cadeado. Caminhou até a mesa e eu fui atrás. Os olhos dele arregalaram quando me viu. Não perdemos tempo, nossas bocas se encontraram e a gente começou a se beijar desesperadamente. As mãos dele percorriam minha cintura, apertavam minha bunda. Ele me levantou e me sentou na mesa, beijou meu pescoço. Tava desesperado, parecia um vampiro. Num movimento só, tirou minha blusa e meu top, deixando meus peitos no ar. Não são grandes, mas ele brincou com eles, lambeu como se quisesse se alimentar, dava pequenas mordidas. Aos poucos, eles foram endurecendo mais e mais. Minhas mãos foram pra Sua virilha mostrava um volume que cabia na minha mão, mesmo estando duro, eu sentia ele pequeno, algo que me fez pensar. Para tirar minhas dúvidas, decidi abaixar a calça dele e libertar o amiguinho daquela prisão de roupa. Minha surpresa foi ver um pau de uns 12 cm, talvez. Umedeci minha mão e comecei a masturbar ele, sentia o calor na minha palma, notava a dureza. Não demorei pra levar à boca, lambi a cabeça com a ponta da língua e depois comecei a meter ele na boca, entrava fácil. Com a ponta da língua, brincava com as bolas dele. O pau dele saía banhado na minha saliva, que escorria pelas pernas dele. Ele se levantou e me deu duas palmadas na bunda, abaixou meu short, descobrindo minha calcinha fio-dental por baixo da meia arrastão. Num raio, rasgou elas e afastou minha calcinha. Pegou uma camisinha e mandou eu ficar de quatro.
E lá estava eu, de quatro, com minha roupa espalhada numa sala vazia, com a meia rasgada, minha calcinha jogada pro lado e prestes a ser penetrada pelo meu professor, 24 anos mais velho que eu. Vi ele colocar a camisinha e se posicionar atrás de mim. Enfiou o pau na entrada da minha buceta molhada, me segurou pelo quadril e começou a meter. Fez o movimento quatro vezes e parou, com a respiração ofegante. Eu não entendia nada. Virei pra olhar ele e vi que a camisinha estava cheia de porra. Ele tinha gozado. Só quatro estocadas e aquele velho gozou. Ele se levantou, arrumou a roupa e disse que já tinha acabado. Fiquei estupefata. Que porra acabou de acontecer? Eu nem tinha começado. Perguntei se a gente ia se ver mais tarde, e ele disse que já tinha acabado e que minha nota ia subir, mas que eu não contasse pra ninguém o que tinha rolado. Mais puta do que confusa, me vesti e saí. Putassa porque não conseguimos transar, além de terem rasgado minha meia favorita…



Minha roupinha íntima e minha vestimenta naquela sexta-feira. Em breve vou postar a segunda parte. Para minha surpresa, não estava sozinha na escola naquele dia. Sem saber, tinha me metido numa baita encrenca…
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