Depois daquela sessão, eu me sentia nas nuvens. Enquanto voltávamos de trem, ela ficava olhando pela janela, parecia contente e relaxada. Uma das coisas que me chamou a atenção na sessão do hotel foi que ela me proibiu terminantemente de me masturbar — todo contato sexual e íntimo seria com ela. Ela dizia que os homens se masturbam mal e rápido.
Em casa, preparei uma mochila pequena com roupa. Ia ficar uns dias na casa dos meus padrinhos. Minha mãe não tinha problema com isso, pelo contrário, gostava que eu passasse tempo lá. Naquele mesmo sábado à noite, fui dormir na casa dos meus padrinhos. Eu tinha dificuldade de olhar ou falar com o Martin ou com meu padrinho, mas precisava disfarçar. Ela continuava como se nada tivesse acontecido. A estadia não foi de graça: no domingo mesmo, ela me fez cortar a grama da frente, podar uns arbustos, cozinhar, varrer e fazer outras tarefas da casa. Já não era um pedido, era um "Vai lá e faz isso". Meu padrinho e o filho dele iam pro estádio. Me convidaram, mas recusei, e trocamos umas brincadeiras sobre futebol.
Enquanto eles se preparavam, minha madrinha estava na cozinha lavando uns pratos que tinham ficado. Ela usava um vestido de verão, daqueles de praia. A bunda dela aparecia, e eu não conseguia parar de olhar. Me aproximei devagar e peguei na cintura dela. "Tudo bem, afilhado?", ela perguntou sem parar de olhar os pratos. Fiquei tentado e desci a mão até apertar bem uma das nádegas dela. Ela deu um suspiro.
— Agora não, afilhado. Espera um pouco.
— Só um pouquinho, madrinha... por favor.
— O Adrián ou o Martin podem entrar...
— Você gosta?
Ela engoliu em seco com a pergunta e eu respondi que sim. Olhei pra trás e, como ninguém vinha, levantei o vestido dela pra apertar melhor a bunda. Ela estava de calcinha rendada rosa. Toda aquela carne à minha mercê, e ela largou o prato e a esponja. Ouvimos uns passos e saímos da situação rapidinho. Eu ajustei a calça por razões óbvias.
Meu padrinho e o Martin acenaram de longe, mandando umas piadas. Futeboleras na minha direção.
_ Afilhado, temos que tentar fazer as coisas com cuidado, não sei o que o Adrián pode pensar ou fazer.
_ Sim, desculpa, mas eu me empolguei e sei que você gostou, madrinha.
_ Sim, mas aqui continuamos sendo afilhado e madrinha, então se comporte.
Ela sumiu por uns minutos até me chamar no banheiro, "traz roupa" gritou de lá. Quando entrei, tinha duas toalhas sobre o bidê e uma muda de roupa dela. "Enquanto a gente puder aproveitar, vamos fazer isso, tira a roupa" ela disse, enquanto tirava a própria roupa com desenvoltura. Fiquei nu também enquanto ela abria o chuveiro e ajustava a temperatura da água; ela pegou na minha mão e entramos na água, "me lava... devagar, afilhado" foi a ordem dela. Aos poucos, fui ensaboando ela, comecei por trás, nas costas e pernas, me permiti um pouco passando a mão ensaboada entre as nádegas dela. Na frente, me perdi nos peitos, na barriga, queria deixar a buceta por último, então com a mão toda ensaboada, coloquei a palma na buceta dela. Tinha um pouco de pelo crescido e a textura me fez tremer. Pelinhos loiros. Depois foi minha vez, ela me colocou debaixo da água, onde tive que sentar por causa da diferença de altura, lavou meu cabelo com massagens suaves, ensaboou o que conseguiu até me pedir para levantar. Parecia estranho e prazeroso ao mesmo tempo, mas quando passou sabão na minha bunda, ela tinha esse detalhe de massagear meu cu, lavou minhas bolas e cada detalhe e centímetro de pele do meu pau, o polegar dela percorria com doçura a borda da glande, massageou um pouco o períneo. Nos secamos um ao outro e nos vestimos, ela colocou uma saia e uma camiseta por cima da calcinha e sutiã.
Depois, na sala de jantar, ela sentou numa cadeira e trouxe alguns apetrechos, queria que eu cuidasse dos pés dela; naquele momento percebi que de certa forma eu era escravo dela, mas gostava, esse jogo safado me permitia explorar outras sensações fora do meu pau. Ela colocou uma perna em cima da minha, eu estava de frente, escovei os pés dela com uma Peguei uma pedra pra tirar a pele morta, depois cortei as unhas dela com cuidado e até passei creme massageando os pés. Enquanto isso, ela jogava a cabeça pra trás de olhos fechados, a saia mal arrumada deixava eu ver a virilha dela. No fim, ela me pediu pra pintar as unhas; tinha terminado o primeiro pé e quando comecei o segundo, ouvimos a porta, minha madrinha ajeitou a saia como deu e agiu na maior tranquilidade, era só meu padrinho.
_ Voltei, amor, oi Juliano, vejo que te botaram pra trabalhar
_ O que foi, Adriano? Viu? montei um spa e botei o Juliano pra trabalhar
_ Haha, tá bom, quem sabe eu passo também... Não, olha, o jogo foi cancelado por causa de confusão fora do campo, assim que vimos o problema, vazamos rápido
_ E o Martinho?
_ Ficou na casa de um amigo, acho que iam beber algo, ia avisar o Juliano, mas não queria que ele se sentisse desconfortável porque não conhece o cara.
Eu e minha madrinha continuamos, parar do nada teria sido estranho, ela agia muito bem, era boa em se fazer de sonsa, a saia tinha escorregado de novo e dava pra ver um pouco da calcinha dela, eu tentava não olhar. O mais estranho é que meu padrinho observava atentamente a situação enquanto bebia água, dava pra sentir o olhar dele; num relance, vi a virilha dele, o volume estava meio crescido, ou bem crescido, será que tava endurecendo? Bom, era óbvio que sim, dava pra notar a cabeça do pau dele se marcando apontando pra baixo, depois sumiu. Fiquei nervoso, será que ele tinha ficado excitado com a situação? Sabia que ele era bem punheteiro, sabia porque ele não tinha o cuidado de limpar o histórico toda vez que usava a internet, via todo tipo de pornô.
Naquela noite, jantamos juntos, vimos TV e uma coisa que notei é que o Martinho, que já tinha voltado meio bêbado, olhava várias vezes pra bunda da própria mãe, mas só olhava, de vez em quando faltava um pouco de discrição, mas não culpo ele, qualquer um faria o mesmo. Deu três da manhã, escuridão total, todo mundo dormia menos eu. Sentia uma vontade do caralho de bater uma punheta, muita estimulação e precisava gozar, mas tinha que cumprir minha parte do trato. Coloquei um short e me levantei, Martin tava roncando, cheguei na cozinha e vi ela, minha madrinha de pé na cozinha tomando água, só iluminada pela pouca luz que entrava pela janela, uma fio dental e uma camiseta, juro que a luz fazia até os bicos dos peitos aparecerem marcados.
_ O que cê tá fazendo acordado, afilhado?
_ Não conseguia dormir e vim pegar água, sei lá, tava meio nervoso
Por instinto ou sei lá o que, me abaixei (ela era bem baixinha pra mim, então me abaixar era normal) e abraçando ela, beijei, foram uns minutos nos beijando feito namorados, com carinho, ela tinha um manejo mágico da língua dela, graças aos meus braços magros e compridos podia me dar ao luxo de apalpar bem a bunda dela. Ela baixou um pouco meu short e meu pau saiu mais duro do que nunca "olha como cê tá, afilhado, agora entendo porque não consegue dormir" e sem parar de fazer contato visual, começou a me masturbar com delicadeza, esticava bem o prepúcio, apertava um pouquinho a haste, parava um segundo ali e voltava a subir.
_ Madrinha... preciso gozar, não aguento mais
_ Eu sei, afilhado, mas agora não, menos aqui, cê tem que aguentar, esse é nosso trato
_ Sinto que vou explodir
_ Cê precisa se controlar, já vai ter tempo pra você relaxar, pra liberar as tensões, te prometo.
Guardou meu pau, me abraçou pelo pescoço e falando no meu ouvido disse "te quero, já vamos passar melhor, tenta dormir". Depois ouvimos um barulho, mas parecia não ter ninguém, nos assustamos, então rápido voltamos a deitar. Pra minha má sorte, por um motivo ou outro, não tivemos mais tempo esses dias. Uma semana depois, ela me mandou uma mensagem que dizia "Desculpa, afilhado, não tivemos mais tempo e entendo que cê tá alterado, vem pro estúdio". Tomei banho e saí correndo de bicicleta, minha madrinha tava sozinha, o estúdio tinha um quarto separado onde tinha vários cobertores e um perfume lindo no ambiente. Nem preciso dizer que eu já tava pelado, afinal a gente veio pra ficar sozinho, mas a ideia do dia era outra. Ela tava com a roupa que usa pra fazer yoga, eu deitado de barriga pra baixo. De repente, senti os óleos nas minhas costas. Ela passou mais de uma hora massageando meu corpo inteiro, aliviando todo tipo de tensão. Eu tava relaxado pra caralho. Ela mandou eu virar. Ela já tava completamente nua — quando é que ela tinha tirado toda a roupa? Não sei, talvez eu tivesse muito focado na massagem. Ela passou um pouco de óleo no meu peito. Eu já tava de pau duro, tocando as pernas dela, o que dava pra pegar da bunda dela. Quando ela abriu um pouco mais as pernas, comecei a esfregar o clitóris dela. Pra meu alívio, ela disse: "Hoje é você quem vai relaxar". E montou em mim de costas, apoiando a bunda inteira, começou a se esfregar. Fazia movimentos pra frente e pra trás, movimentos circulares. Eu apertava e abria a bunda dela. Ficava me perguntando se um dia ia poder comer aquele cu, porque não tinha dúvida que aquela bunda era usada e treinada — aquele ânus parecia mais permeável. Ela virou pra fazer os mesmos movimentos, mas dessa vez esfregando o clitóris, me envolvendo com os lábios da buceta dela. Cada movimento era um gemido mais alto, até que ela caiu exausta em cima de mim pra me beijar fundo. Com um pouco de óleo, ela pegou meu pau e começou a me punhetar devagar, mas com todo o tesão acumulado, eu não sabia se ia aguentar muito. Ela começou a me punhetar mais rápido: "Esse é o seu momento, afilhado. Goza, descarrega tudo. Quero ver você explodir."
Não teve muito mais. Se faltava algo, era ela me pedir pra gozar. Soltei um gemido muito forte e meu pau começou a cuspir jatos de porra com violência. Não lembrava de gozar tão forte. Tava com a barriga cheia de sêmen. Ela tinha a mão esquerda cheia de resto que tinha caído nela. Pegou uns lenços que tinha preparado e limpou tudo que deu. Eu me sentia morto, como se tivesse feito um exercício físico muito pesado. Muito feliz, fiquei deitado um tempo até que tivemos que tomar banho e nos vestir de novo, tinha um chuveirinho no banheiro do estúdio. Enquanto ajudava ela a arrumar algumas coisas no estúdio, fomos surpreendidos pela chegada do meu padrinho, minha madrinha tinha esquecido de trancar a porta e ele entrou cumprimentando todo animado, eu por dentro não sabia como reagir, se ele entrou assim tão à vontade, podia ter feito isso antes.
_ Como vocês estão? Oi, meu amor, praticando um pouco? Como vai o aluno? Um campeão, né? Oi, Julián
_ Sim, amor, aproveitamos para praticar um pouquinho, reforçar certas técnicas, mas ele está progredindo muito bem.
_ É, além disso, vejo que ele relaxa, acho bom.
Tudo ficou por ali, felizmente, ela era muito boa em mentir e ele acreditava em tudo. Os dias passaram sem muita sorte para nos encontrarmos com a minha madrinha, eu estava sozinho em casa quando a campainha tocou, olhei pela janela, era meu padrinho, me assustei, estava mais paranoico que o normal. Recebi ele em casa, ele trouxe uma mochila, enquanto conversávamos, tirou da bolsa uma garrafa de uísque e dois copos "tem gelo?" perguntou, nos acomodamos para tomar uns goles, já tínhamos tomado dois cada um e aquela porra batia rápido. Ele me ofereceu um charuto, era dos bons.
_ Toma, vira homem
_ Mas padrinho... parei de fumar
_ Fica tranquilo, você não traga isso, você saboreia, então não tem problema, experimenta, faz o que eu digo, e relaxa que não vou contar pra Victoria sobre os charutos.
_ O gosto é gostoso, além disso parece que mistura com o uísque
_ É assim, afilhado, é como se marinassem. Queria te agradecer, você está passando mais tempo com sua madrinha, e isso faz bem pra ela, há um tempo ela vinha com muita coisa na cabeça e a verdade é que dá pra ver que faz bem fazer algo diferente do que viver ocupada com o estúdio e a casa.
_ Não, padrinho, é um grande prazer pra mim, amo muito vocês dois
_ É, eu sei, e nós amamos você. Ela está mais feliz, toma, vamos tomar mais uns goles
O clima ficava tenso, era como se ele estivesse prestes a soltar algo. Algo, o tom dele ficou mais sério, mas não bravo, sério.
— Julián, você já é um homem, e entendo que podemos conversar como tal, né?
— Sim, padrinho... aconteceu alguma coisa?
— Nada de ruim, acho que é algo bom pra todo mundo, não é?
— O que você quer dizer, padrinho?
— Primeiro de tudo, quero te dizer que não estou bravo, pelo contrário, estou muito grato. Por outro lado, no dia em que te vi fazendo os pés da Vitória, desconfiei que não era só um momento de spa. A Vitória com a saia desajeitada mostrando a buceta? E você se esforçando pra não olhar?
— Padrinho, acho que você tá interpretando errado a situação, eu não podia...
— Essa situação até daria pra interpretar errado, aí você tem toda razão. Mas o que não dá pra interpretar errado são os beijos que vocês trocaram de noite na cozinha e a punheta que ela tava te batendo...
— Padrinho, posso explicar, isso que você viu não foi...
— E te juro que adorei o que vi.
— O quê?
— Ver a Vitória ali, toda puta, batendo punheta pra um cara.
— Pa... Padrinho.
— Olha, eu amo ela, mas a gente tinha perdido o tesão na cama, e naquela noite, aquela noite me deixou tão excitado, me senti tão... tão humilhado... tão corno. Finalmente, sempre quis ver ela ficar mais e mais puta, e finalmente aconteceu. Naquela mesma noite, fui atrás dela na cama, e a gente transou, afilhado, uma transa como há anos a gente não tinha. Na minha idade, a gente já tá de boa, mas puta que pariu como a gente se divertiu, como ela tava gostosa.
— Padrinho, eu tô... meio... surpreso.
— Olha, eu não vou interferir, façam o que quiserem. Também não vou dar a entender pra Vitória que eu sei de tudo, mas isso sim, que o Martín não saiba de nada, esse é meu limite, aí sim a gente vai ter problema se ele descobrir ou desconfiar de algo, estamos combinados, mano?
— Sim, sim, padrinho.
— Beleza, vejo que a gente se entende e que podemos conversar como homens... Mas... eu queria saber com todos os detalhes tudo o que vocês fizeram.
Foi assim que contei cada detalhe do que vivi com minha madrinha, agora eu tinha um acordo duplo. padrino ficava espantado e ouvia com cara de bicho selvagem cada palavra que saía da minha boca, aliás, dava pra ver o quanto ele tava duro, era impossível disfarçar. Depois de toda a conversa, trocamos um aperto de mão forte e ele foi de táxi pra casa dele. Horas depois, recebi uma mensagem da minha madrinha: "Tudo bem, afilhado? O Adrián me disse que esteve com você, não aconteceu nada de ruim, né?" Respondi que ficasse tranquila, que só tínhamos tomado uns drinks.
Saí rápido pra comprar cigarros, minha cabeça já não aguentava mais, tinha muita coisa pra processar, mas ainda mais pra viver.
Em casa, preparei uma mochila pequena com roupa. Ia ficar uns dias na casa dos meus padrinhos. Minha mãe não tinha problema com isso, pelo contrário, gostava que eu passasse tempo lá. Naquele mesmo sábado à noite, fui dormir na casa dos meus padrinhos. Eu tinha dificuldade de olhar ou falar com o Martin ou com meu padrinho, mas precisava disfarçar. Ela continuava como se nada tivesse acontecido. A estadia não foi de graça: no domingo mesmo, ela me fez cortar a grama da frente, podar uns arbustos, cozinhar, varrer e fazer outras tarefas da casa. Já não era um pedido, era um "Vai lá e faz isso". Meu padrinho e o filho dele iam pro estádio. Me convidaram, mas recusei, e trocamos umas brincadeiras sobre futebol.
Enquanto eles se preparavam, minha madrinha estava na cozinha lavando uns pratos que tinham ficado. Ela usava um vestido de verão, daqueles de praia. A bunda dela aparecia, e eu não conseguia parar de olhar. Me aproximei devagar e peguei na cintura dela. "Tudo bem, afilhado?", ela perguntou sem parar de olhar os pratos. Fiquei tentado e desci a mão até apertar bem uma das nádegas dela. Ela deu um suspiro.
— Agora não, afilhado. Espera um pouco.
— Só um pouquinho, madrinha... por favor.
— O Adrián ou o Martin podem entrar...
— Você gosta?
Ela engoliu em seco com a pergunta e eu respondi que sim. Olhei pra trás e, como ninguém vinha, levantei o vestido dela pra apertar melhor a bunda. Ela estava de calcinha rendada rosa. Toda aquela carne à minha mercê, e ela largou o prato e a esponja. Ouvimos uns passos e saímos da situação rapidinho. Eu ajustei a calça por razões óbvias.
Meu padrinho e o Martin acenaram de longe, mandando umas piadas. Futeboleras na minha direção.
_ Afilhado, temos que tentar fazer as coisas com cuidado, não sei o que o Adrián pode pensar ou fazer.
_ Sim, desculpa, mas eu me empolguei e sei que você gostou, madrinha.
_ Sim, mas aqui continuamos sendo afilhado e madrinha, então se comporte.
Ela sumiu por uns minutos até me chamar no banheiro, "traz roupa" gritou de lá. Quando entrei, tinha duas toalhas sobre o bidê e uma muda de roupa dela. "Enquanto a gente puder aproveitar, vamos fazer isso, tira a roupa" ela disse, enquanto tirava a própria roupa com desenvoltura. Fiquei nu também enquanto ela abria o chuveiro e ajustava a temperatura da água; ela pegou na minha mão e entramos na água, "me lava... devagar, afilhado" foi a ordem dela. Aos poucos, fui ensaboando ela, comecei por trás, nas costas e pernas, me permiti um pouco passando a mão ensaboada entre as nádegas dela. Na frente, me perdi nos peitos, na barriga, queria deixar a buceta por último, então com a mão toda ensaboada, coloquei a palma na buceta dela. Tinha um pouco de pelo crescido e a textura me fez tremer. Pelinhos loiros. Depois foi minha vez, ela me colocou debaixo da água, onde tive que sentar por causa da diferença de altura, lavou meu cabelo com massagens suaves, ensaboou o que conseguiu até me pedir para levantar. Parecia estranho e prazeroso ao mesmo tempo, mas quando passou sabão na minha bunda, ela tinha esse detalhe de massagear meu cu, lavou minhas bolas e cada detalhe e centímetro de pele do meu pau, o polegar dela percorria com doçura a borda da glande, massageou um pouco o períneo. Nos secamos um ao outro e nos vestimos, ela colocou uma saia e uma camiseta por cima da calcinha e sutiã.
Depois, na sala de jantar, ela sentou numa cadeira e trouxe alguns apetrechos, queria que eu cuidasse dos pés dela; naquele momento percebi que de certa forma eu era escravo dela, mas gostava, esse jogo safado me permitia explorar outras sensações fora do meu pau. Ela colocou uma perna em cima da minha, eu estava de frente, escovei os pés dela com uma Peguei uma pedra pra tirar a pele morta, depois cortei as unhas dela com cuidado e até passei creme massageando os pés. Enquanto isso, ela jogava a cabeça pra trás de olhos fechados, a saia mal arrumada deixava eu ver a virilha dela. No fim, ela me pediu pra pintar as unhas; tinha terminado o primeiro pé e quando comecei o segundo, ouvimos a porta, minha madrinha ajeitou a saia como deu e agiu na maior tranquilidade, era só meu padrinho.
_ Voltei, amor, oi Juliano, vejo que te botaram pra trabalhar
_ O que foi, Adriano? Viu? montei um spa e botei o Juliano pra trabalhar
_ Haha, tá bom, quem sabe eu passo também... Não, olha, o jogo foi cancelado por causa de confusão fora do campo, assim que vimos o problema, vazamos rápido
_ E o Martinho?
_ Ficou na casa de um amigo, acho que iam beber algo, ia avisar o Juliano, mas não queria que ele se sentisse desconfortável porque não conhece o cara.
Eu e minha madrinha continuamos, parar do nada teria sido estranho, ela agia muito bem, era boa em se fazer de sonsa, a saia tinha escorregado de novo e dava pra ver um pouco da calcinha dela, eu tentava não olhar. O mais estranho é que meu padrinho observava atentamente a situação enquanto bebia água, dava pra sentir o olhar dele; num relance, vi a virilha dele, o volume estava meio crescido, ou bem crescido, será que tava endurecendo? Bom, era óbvio que sim, dava pra notar a cabeça do pau dele se marcando apontando pra baixo, depois sumiu. Fiquei nervoso, será que ele tinha ficado excitado com a situação? Sabia que ele era bem punheteiro, sabia porque ele não tinha o cuidado de limpar o histórico toda vez que usava a internet, via todo tipo de pornô.
Naquela noite, jantamos juntos, vimos TV e uma coisa que notei é que o Martinho, que já tinha voltado meio bêbado, olhava várias vezes pra bunda da própria mãe, mas só olhava, de vez em quando faltava um pouco de discrição, mas não culpo ele, qualquer um faria o mesmo. Deu três da manhã, escuridão total, todo mundo dormia menos eu. Sentia uma vontade do caralho de bater uma punheta, muita estimulação e precisava gozar, mas tinha que cumprir minha parte do trato. Coloquei um short e me levantei, Martin tava roncando, cheguei na cozinha e vi ela, minha madrinha de pé na cozinha tomando água, só iluminada pela pouca luz que entrava pela janela, uma fio dental e uma camiseta, juro que a luz fazia até os bicos dos peitos aparecerem marcados.
_ O que cê tá fazendo acordado, afilhado?
_ Não conseguia dormir e vim pegar água, sei lá, tava meio nervoso
Por instinto ou sei lá o que, me abaixei (ela era bem baixinha pra mim, então me abaixar era normal) e abraçando ela, beijei, foram uns minutos nos beijando feito namorados, com carinho, ela tinha um manejo mágico da língua dela, graças aos meus braços magros e compridos podia me dar ao luxo de apalpar bem a bunda dela. Ela baixou um pouco meu short e meu pau saiu mais duro do que nunca "olha como cê tá, afilhado, agora entendo porque não consegue dormir" e sem parar de fazer contato visual, começou a me masturbar com delicadeza, esticava bem o prepúcio, apertava um pouquinho a haste, parava um segundo ali e voltava a subir.
_ Madrinha... preciso gozar, não aguento mais
_ Eu sei, afilhado, mas agora não, menos aqui, cê tem que aguentar, esse é nosso trato
_ Sinto que vou explodir
_ Cê precisa se controlar, já vai ter tempo pra você relaxar, pra liberar as tensões, te prometo.
Guardou meu pau, me abraçou pelo pescoço e falando no meu ouvido disse "te quero, já vamos passar melhor, tenta dormir". Depois ouvimos um barulho, mas parecia não ter ninguém, nos assustamos, então rápido voltamos a deitar. Pra minha má sorte, por um motivo ou outro, não tivemos mais tempo esses dias. Uma semana depois, ela me mandou uma mensagem que dizia "Desculpa, afilhado, não tivemos mais tempo e entendo que cê tá alterado, vem pro estúdio". Tomei banho e saí correndo de bicicleta, minha madrinha tava sozinha, o estúdio tinha um quarto separado onde tinha vários cobertores e um perfume lindo no ambiente. Nem preciso dizer que eu já tava pelado, afinal a gente veio pra ficar sozinho, mas a ideia do dia era outra. Ela tava com a roupa que usa pra fazer yoga, eu deitado de barriga pra baixo. De repente, senti os óleos nas minhas costas. Ela passou mais de uma hora massageando meu corpo inteiro, aliviando todo tipo de tensão. Eu tava relaxado pra caralho. Ela mandou eu virar. Ela já tava completamente nua — quando é que ela tinha tirado toda a roupa? Não sei, talvez eu tivesse muito focado na massagem. Ela passou um pouco de óleo no meu peito. Eu já tava de pau duro, tocando as pernas dela, o que dava pra pegar da bunda dela. Quando ela abriu um pouco mais as pernas, comecei a esfregar o clitóris dela. Pra meu alívio, ela disse: "Hoje é você quem vai relaxar". E montou em mim de costas, apoiando a bunda inteira, começou a se esfregar. Fazia movimentos pra frente e pra trás, movimentos circulares. Eu apertava e abria a bunda dela. Ficava me perguntando se um dia ia poder comer aquele cu, porque não tinha dúvida que aquela bunda era usada e treinada — aquele ânus parecia mais permeável. Ela virou pra fazer os mesmos movimentos, mas dessa vez esfregando o clitóris, me envolvendo com os lábios da buceta dela. Cada movimento era um gemido mais alto, até que ela caiu exausta em cima de mim pra me beijar fundo. Com um pouco de óleo, ela pegou meu pau e começou a me punhetar devagar, mas com todo o tesão acumulado, eu não sabia se ia aguentar muito. Ela começou a me punhetar mais rápido: "Esse é o seu momento, afilhado. Goza, descarrega tudo. Quero ver você explodir."
Não teve muito mais. Se faltava algo, era ela me pedir pra gozar. Soltei um gemido muito forte e meu pau começou a cuspir jatos de porra com violência. Não lembrava de gozar tão forte. Tava com a barriga cheia de sêmen. Ela tinha a mão esquerda cheia de resto que tinha caído nela. Pegou uns lenços que tinha preparado e limpou tudo que deu. Eu me sentia morto, como se tivesse feito um exercício físico muito pesado. Muito feliz, fiquei deitado um tempo até que tivemos que tomar banho e nos vestir de novo, tinha um chuveirinho no banheiro do estúdio. Enquanto ajudava ela a arrumar algumas coisas no estúdio, fomos surpreendidos pela chegada do meu padrinho, minha madrinha tinha esquecido de trancar a porta e ele entrou cumprimentando todo animado, eu por dentro não sabia como reagir, se ele entrou assim tão à vontade, podia ter feito isso antes.
_ Como vocês estão? Oi, meu amor, praticando um pouco? Como vai o aluno? Um campeão, né? Oi, Julián
_ Sim, amor, aproveitamos para praticar um pouquinho, reforçar certas técnicas, mas ele está progredindo muito bem.
_ É, além disso, vejo que ele relaxa, acho bom.
Tudo ficou por ali, felizmente, ela era muito boa em mentir e ele acreditava em tudo. Os dias passaram sem muita sorte para nos encontrarmos com a minha madrinha, eu estava sozinho em casa quando a campainha tocou, olhei pela janela, era meu padrinho, me assustei, estava mais paranoico que o normal. Recebi ele em casa, ele trouxe uma mochila, enquanto conversávamos, tirou da bolsa uma garrafa de uísque e dois copos "tem gelo?" perguntou, nos acomodamos para tomar uns goles, já tínhamos tomado dois cada um e aquela porra batia rápido. Ele me ofereceu um charuto, era dos bons.
_ Toma, vira homem
_ Mas padrinho... parei de fumar
_ Fica tranquilo, você não traga isso, você saboreia, então não tem problema, experimenta, faz o que eu digo, e relaxa que não vou contar pra Victoria sobre os charutos.
_ O gosto é gostoso, além disso parece que mistura com o uísque
_ É assim, afilhado, é como se marinassem. Queria te agradecer, você está passando mais tempo com sua madrinha, e isso faz bem pra ela, há um tempo ela vinha com muita coisa na cabeça e a verdade é que dá pra ver que faz bem fazer algo diferente do que viver ocupada com o estúdio e a casa.
_ Não, padrinho, é um grande prazer pra mim, amo muito vocês dois
_ É, eu sei, e nós amamos você. Ela está mais feliz, toma, vamos tomar mais uns goles
O clima ficava tenso, era como se ele estivesse prestes a soltar algo. Algo, o tom dele ficou mais sério, mas não bravo, sério.
— Julián, você já é um homem, e entendo que podemos conversar como tal, né?
— Sim, padrinho... aconteceu alguma coisa?
— Nada de ruim, acho que é algo bom pra todo mundo, não é?
— O que você quer dizer, padrinho?
— Primeiro de tudo, quero te dizer que não estou bravo, pelo contrário, estou muito grato. Por outro lado, no dia em que te vi fazendo os pés da Vitória, desconfiei que não era só um momento de spa. A Vitória com a saia desajeitada mostrando a buceta? E você se esforçando pra não olhar?
— Padrinho, acho que você tá interpretando errado a situação, eu não podia...
— Essa situação até daria pra interpretar errado, aí você tem toda razão. Mas o que não dá pra interpretar errado são os beijos que vocês trocaram de noite na cozinha e a punheta que ela tava te batendo...
— Padrinho, posso explicar, isso que você viu não foi...
— E te juro que adorei o que vi.
— O quê?
— Ver a Vitória ali, toda puta, batendo punheta pra um cara.
— Pa... Padrinho.
— Olha, eu amo ela, mas a gente tinha perdido o tesão na cama, e naquela noite, aquela noite me deixou tão excitado, me senti tão... tão humilhado... tão corno. Finalmente, sempre quis ver ela ficar mais e mais puta, e finalmente aconteceu. Naquela mesma noite, fui atrás dela na cama, e a gente transou, afilhado, uma transa como há anos a gente não tinha. Na minha idade, a gente já tá de boa, mas puta que pariu como a gente se divertiu, como ela tava gostosa.
— Padrinho, eu tô... meio... surpreso.
— Olha, eu não vou interferir, façam o que quiserem. Também não vou dar a entender pra Vitória que eu sei de tudo, mas isso sim, que o Martín não saiba de nada, esse é meu limite, aí sim a gente vai ter problema se ele descobrir ou desconfiar de algo, estamos combinados, mano?
— Sim, sim, padrinho.
— Beleza, vejo que a gente se entende e que podemos conversar como homens... Mas... eu queria saber com todos os detalhes tudo o que vocês fizeram.
Foi assim que contei cada detalhe do que vivi com minha madrinha, agora eu tinha um acordo duplo. padrino ficava espantado e ouvia com cara de bicho selvagem cada palavra que saía da minha boca, aliás, dava pra ver o quanto ele tava duro, era impossível disfarçar. Depois de toda a conversa, trocamos um aperto de mão forte e ele foi de táxi pra casa dele. Horas depois, recebi uma mensagem da minha madrinha: "Tudo bem, afilhado? O Adrián me disse que esteve com você, não aconteceu nada de ruim, né?" Respondi que ficasse tranquila, que só tínhamos tomado uns drinks.
Saí rápido pra comprar cigarros, minha cabeça já não aguentava mais, tinha muita coisa pra processar, mas ainda mais pra viver.
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