Tudo começou um dia em que minha ex-namorada e eu estávamos no maior fogo, num 69 perfeito, ela por cima e eu por baixo. Num dado momento, seja pelo frio ou sei lá o quê, ela espirrou, e escapou um pouco de xixi direto na minha boca. Confuso e surpreso com a situação, eu engoli, enquanto ela ficava vermelha que nem um tomate e se levantava para pedir desculpas sem parar. Ela estava mais que envergonhada — é uma garota muito recatada, e fazer um 69 já era demais para ela, quanto mais o que tinha acabado de rolar. Como vocês podem imaginar, do tanto que ela estava sem graça, não teve jeito de retomar o que a gente tava fazendo, por mais que eu tentasse conversar; e ela acabou indo embora da minha casa, me deixando com uma excitação física e mental do caralho. Já eu era outra história. Aquilo tinha sido uma delícia nos meus lábios, um manjar pro meu paladar, o melhor dos elixires pra minhas papilas gustativas. Nunca imaginei que pudesse gostar tanto daquilo. É verdade que já tinha ouvido falar de chuva dourada, mas daí a poder saborear direto do corpo de uma mulher era um abismo. A partir daquele dia, aquela situação virou uma obsessão pra mim. Meu único objetivo era repetir a experiência, mas não um gole, como da outra vez, e sim o conteúdo inteiro da bexiga dela. Dia após dia eu falava pra Susana (esse é o nome da minha ex-namorada), mas isso, em vez de me aproximar do meu objetivo, me afastava cada vez mais. Na verdade, nunca mais fizemos 69. E nosso relacionamento esfriava na mesma velocidade que eu me esquentava pensando em poder repetir a experiência. Até que chegou o dia, duas semanas depois, em que ela soltou aquele papo de "diferenças irreconciliáveis em questões de sexo" e foi embora pra nunca mais voltar, me deixando sozinho com meus pensamentos e fantasias. Naquela época, assim como hoje, eu morava sozinho num apartamento alugado, pequeno, mas suficiente pra mim. Tenho um trampo que me dá um salário que paga o aluguel e cobre meus gastos, ainda mais porque quase todo dia vou comer na casa dos meus pais, que moram a quinze minutos a pé do meu serviço, então não preciso me preocupar nem com almoço nem com janta, que minha mãe me dá num potinho de plástico todo dia. Até aquele dia, eu não tinha nem telefone em casa, porque o celular já bastava, mas poucas semanas depois que Susana me largou, já tinha computador e uma conexão de fibra óptica de 300 megas instalada e funcionando a todo vapor. Repetir aquela experiência líquida virou uma obsessão pra mim, queria saber mais e comecei a navegar na internet com duas únicas palavras na cabeça: "chuva dourada". Encontrei vários sites sobre o assunto, mas poucos gratuitos. Isso não impediu que eu passasse várias horas por dia grudado no computador vendo vídeos e lendo relatos de mulheres mijando em cima de homens. O que mais me excitava não era tanto um mijar no outro, mas o cara poder provar e beber. Aquilo me obcecou, eu queria experimentar de novo, sentir de novo aquele elixir, aquele líquido destilado saindo da fonte de uma mulher, matar minha sede e minha luxúria com a "aguinha amarela" de uma mulher gostosa. No trabalho, somos dez pessoas, nove mulheres (com idades entre vinte e quarenta anos, incluindo minha chefe) e eu. Por isso temos dois banheiros, um pra elas e outro pra mim, embora fiquem juntos no mesmo lavabo, porta com porta, compartilhando a pia pra lavar as mãos. Como sou o único homem na empresa, às vezes, se o feminino tá ocupado, elas usam o masculino. Minha mesa fica do lado da porta do banheiro, então consigo ver quem entra e sai e quanto tempo fica lá dentro. Minha fantasia já era obsessão e eu só pensava no que elas estavam fazendo lá dentro cada vez que entravam, imaginando saboreando os fluidos delas, até mesmo em algumas ocasiões pensando que eu era o vaso sanitário sobre o qual mijavam, podendo saciar minha sede, com o que obtinha uma ereção tremenda. Na sexta-feira, há duas semanas, num momento em que estava muito concentrado no meu trabalho, não percebi que duas das minhas colegas tinham entrado no banheiro, e quando minha bexiga me pediu para ser esvaziada, levantei do meu lugar e fui ao banheiro para trocar a água do passarinho, mas ao entrar descobri que ambos estavam ocupados, então decidi voltar ao meu posto e esperar que saíssem para usar o meu. Mas quando estava prestes a sair, a porta do vaso masculino se abriu, saindo dele uma das minhas colegas, especificamente a Silvia, que senta na mesa ao lado da minha, também bem perto do banheiro. Então, sem pensar, entrei e, enquanto com uma mão levantava a tampa do vaso, com a outra ia trancar a porta quando: Surpresa! Ela não tinha dado descarga! Fiquei petrificado, tinha diante de mim um vaso cheio de líquido amarelo quentinho que minha colega acabara de deixar. Mil coisas passaram pela minha cabeça, mas uma não saía dela: ajoelhar no chão e beber aquele líquido. Como sou homem, sofri um atrofiamento momentâneo do cérebro, já que todo meu sangue se acumulou num único ponto do meu corpo: meu pau ereto. Sem saber como, me vi ajoelhado ao lado do vaso, enfiando a mão no precioso líquido e bebendo dele. O que pude saborear, apesar de estar um pouco aguado, era mais do que eu podia resistir, era uma delícia, um prazer para meus sentidos, o melhor líquido que poderia beber. Eu já não pensava em mais nada além de acabar com aquele líquido, então enfiei as duas mãos e, fazendo uma concha, enchi e levei à boca para saborear de novo aquele elixir. Foi nisso que estava quando ouvi: Mas o que você está fazendo, porco? Com a surpresa, não tinha terminado de fechar a porta e a deixei entreaberta. Era outra colega, a Olga, a encarregada de uma das duas seções, que estava no vaso sanitário ao lado e tinha terminado sem que eu percebesse e, ao sair, ela me viu naquela posição, bebendo o mijo da Silvia. Com o grito, apareceu em cena a Silvia acompanhada da minha chefe: Carla. (Carla) O que está acontecendo aqui? (Olga) Peguei esse porco bebendo do vaso. (Silvia) Bom, com certeza é meu, porque acabei de perceber que não tinha dado descarga. (C) Puxa, então temos um porco sedento entre nós. Você gosta do que está bebendo? Eu não conseguia responder, não sabia o que dizer, com a pica dura que eu tava, não tinha sangue suficiente no cérebro pra pensar racionalmente e precisava de um tempo que não tinha pra clarear as ideias e emitir sons coerentes pela boca, já que até aquele momento só tinha conseguido soltar uma única sílaba: Eeeeeh. (C) Levanta e responde. (O) Vendo essa barraca na calça dele, acho que nem precisa responder. Eu tinha me levantado e, como não deu tempo de broxar, marcava um baita volume na calça, que respondeu por mim à pergunta dela. (C) Já vi que você gosta sim, e pelo volume na calça, parece que bastante. Naquele momento, a cara de todas mudou, passando de surpresa-raiva pra raiva-vingança, e não sabia qual das duas expressões me preocupava mais. (C) Silvia, sai e faz um cartaz que diga: "Fora de serviço" e pendura na porta do banheiro. Se alguém perguntar alguma coisa, diz que estourou um cano e que não pode usar pelo resto da tarde, e volta pra cá. Rápido! A Silvia saiu e voltou em menos de um minuto, que pra mim foi uma eternidade, de pé diante daquelas duas mulheres que me olhavam de cima a baixo e trocavam sorrisos cúmplices entre si, enquanto eu me arrependia cada vez mais de ter me ajoelhado diante do vaso e provado daquele néctar de mulher. (C) Então você gosta de beber do vaso. Faz muito tempo que faz isso? (Eu) Não, é a primeira vez. (O) Tem certeza? (Eu) Sim, juro. É a primeira vez que eu faço isso. (C) Mas não é a primeira vez que você prova, certo? (Y) Não, a primeira vez foi uns três meses atrás com minha namorada. (O) E você continuou fazendo até hoje? (Y) Não, não tive mais oportunidade, ela terminou comigo duas semanas depois. (S) Não me surpreende, eu teria feito o mesmo com um depravado igual a você. (O) Acho que acabamos de encontrar uma cutie de ouro nesse moleque. (Ambas são mais velhas que eu) (C) Pois é, Olga, e a gente tem que explorar isso ao máximo. Camilo, acho que você se meteu numa bela enrascada. Nesse momento, você tem duas opções. Ou pede demissão por conta própria sem reclamar e nunca mais aparece aqui na vida, embora isso não garanta que a gente não te processe por assédio sexual, e você sabe o que isso significa: cadeia, ou aceita o que a gente propuser sem questionar. (Y) O que seria…? (O) Isso não importa, você aceita ou vai embora? Uns dias antes, eu tinha lido no jornal que um cara foi preso por colocar uma câmera no vestiário feminino, e a minha situação não era muito melhor que aquilo. Não queria ir pra cadeia, mas também não sabia o que elas iam me propor. O que estava claro é que, escolhesse o que escolhesse, teria consequências fodidas pra mim. (Y) Tá bom, aceito. Do que se trata? (C) Decisão sábia. (O) Pra começar, pega esse copo, você já sabe o que fazer com ele. (C) E não pode sobrar nem uma gota. Elas estavam me mandando continuar bebendo do vaso sanitário. Eu não acreditava no que tava acontecendo. Fiquei totalmente paralisado com o copo na mão, olhando pras três sem saber o que fazer. Tava claro que a Silvia era só espectadora e que tanto a Carla quanto a Olga eram experts em mandar e organizar, porque em questão de minutos e sem trocar uma palavra entre elas, já tinham bolado um plano pra mim. (O) Tá esperando o quê? A voz da Olga me tirou do meu torpor, me fazendo voltar pro banheiro pra obedecer às ordens dela. (S) Acho que meu mijo agrada demais ele. Ele tá de pau duro de novo. A Silvia tava meio certa, não era o mijo dela, era mijo de qualquer mulher, mas nesse caso era o meu que tava me dando uma ereção de campeonato. Então me inclinei, enfiei o copo na privada, enchi com aquele líquido amarelo e bebi, podendo saborear de novo o precioso líquido destilado pela minha colega. (C) Como vejo que você adora e tenho certeza que ficou com sede, vai continuar bebendo até eu mandar parar. Silvia, vai na loja dos chineses ali do lado, compra um funil grande e volta, mas traz também uma garrafa vazia de litro e meio, porque passei o dia todo sem mijar. Não podia acreditar no que tava ouvindo, minha chefe ia me oferecer toda a urina dela, o mijo, o xixi, o elixir destilado, a “aguinha amarela”… pra mim. Aquilo superava tudo que eu tinha imaginado nesses três meses. Assim que terminei de esvaziar a privada, a Silvia apareceu na porta com a garrafa e o funil, entregando pra Carla assim que entrou. Minha chefe tirou a calcinha, ficou só com a saia, colocou o funil dentro da garrafa e se agachou na minha frente, levantando um pouco a saia pra ver se a garrafa enchia, já que, por ter passado o dia todo sem mijar, devia ter mais de litro e meio armazenado. (C) Espera! São quinze pras seis, Olga, sai e fala pra todas que já podem ir pra casa, que como é sexta e o banheiro quebrou, vão todas embora, e não precisa bater o ponto, que eu faço por elas às seis. Assim que elas forem, tranca a porta da rua e volta. Te espero. Assim que a Olga saiu e deu a notícia, ouvi uma bagunça e os saltos de todas se afastando em direção à porta da rua. Não passou nem dois minutos e a Olga já tinha voltado. (O) Todas já foram, tranquei a porta e apaguei as luzes da entrada. (C) Muito bem, Olga. Acho que mudei de planos, a garrafa não vai me servir. Falta. Deita no chão de barriga pra cima! E pobre de você se me tocar ou não beber tudo que vou te dar. Eu me deitei no chão esperando o que intuía que ia rolar: ela ia mijar direto na minha boca! E não me enganei muito, mas em vez de fazer direto, ela fez com a ajuda do funil. Então ela colocou o funil na minha boca, levantou a saia de novo, e dessa vez pude contemplar uma buceta completamente depilada. Ela se posicionou em cima da minha boca, mostrando aquela buceta maravilhosa, e se agachou até ficar na posição. (C) Engole e não deixa o funil encher! Não gosto de parar quando tô mijando. Se eu tiver que parar, juro que suas bolas vão sofrer minha ira. Aquelas palavras entraram na minha mente como uma ordem, então me preparei pra engolir o mais rápido que conseguisse. E não precisei esperar muito, porque em segundos, na frente da Olga e da Silvia, ela começou a mijar no funil. Nessa posição, eu não conseguia ver aquele líquido destilado saindo da buceta da Carla, mas o que eu tava saboreando compensava de longe qualquer falta de visão, e até os insultos que recebia das três. (S) Porco, nunca imaginei que alguém fosse tão porco a ponto de beber o mijo dos outros. (O) Mas você não vê o volume que ele tem na calça? Se ainda por cima tá gostando... Dá pra ser mais porco? (C) O funil tá enchendo, bebe mais rápido ou vão te encher de chute nas bolas até esse pau baixar. (O) Que pena que não sobrou nada pra mim, porque tô ficando com tesão e adoraria dar de beber pra ele. (S) Olga! Você também? (O) Claro, você achou que era a primeira vez? Não, gostosa, não. Isso é algo que de vez em quando a gente pratica com nossos respectivos parceiros. Não esquece que a Carla e eu somos amigas desde o colégio e temos muitas coisas em comum fora do escritório, tanto que há mais de seis meses dividimos um apartamento. (C) Acho que esse porco vai nos servir muito bem. De agora em diante. Quando a Carla esvaziou a bexiga completamente, até a última gota da sua essência destilada, na minha boca sedenta, ela se limpou com o papel que a Olga já tinha preparado pra ela, se levantou, vestiu a calcinha de novo e, ajeitando a saia, continuou com os planos dela pra mim: (C) Olga, liga agora pra Juani e fala que quero que venham amanhã de manhã e adaptem o quartinho da limpeza pra esse porco. (O) Isso vai ser muito melhor que com o anterior. Anterior? Por isso ela sabia na hora o que tinha que fazer e como, aquela desenvoltura e falta de vergonha na hora de mostrar as intimidades e começar a mijar na frente dos subordinados: não era a primeira vez que fazia isso. Enquanto minha mente processava as palavras da Carla e da Olga e o que tinha acontecido, minhas papilas gustativas se deliciavam de novo e de novo saboreando aquele manjar, elixir vindo da fonte daquela mulher. Ainda tinha o gosto da "aguinha amarela" dela e tava adorando. Nunca na minha vida imaginei que poderia realizar de um jeito tão brutal minhas fantasias de saborear o néctar destilado por qualquer mulher, direto da fonte. (C) Levanta, porco. Como você viu, não tenho nenhum problema em mijar na sua boca, na verdade é algo que tanto eu quanto a Olga amamos e sempre que tivemos chance fizemos com nossos respectivos parceiros. Até tivemos um porco em casa pra nós duas por um mês, mas um belo dia ele sumiu e nunca mais soubemos dele. Então você vai substituir ele. Segunda-feira você chega duas horas atrasado no trabalho. Assim que chegar, vem direto pro meu escritório, a Olga, a Silvia e eu vamos estar te esperando e vamos ter uma conversa pra explicar quais vão ser suas novas funções e cargo. (O) Pra você tirar qualquer ideia de não vir trabalhar na segunda, vou te mostrar as fotos que tirei com o celular sem você perceber. onde dá pra ver bem seu rosto e tudo que você tem feito, mas onde nenhuma de nós é reconhecida. Então, se você não quer que isso chegue a outras pessoas, tipo um juiz, é melhor você aparecer naquela porta segunda-feira às onze em ponto. (C) Ficou claro? (Y) Sim, bem claro. Segunda às onze da manhã no seu escritório. (O) E você, Silvia, nem uma palavra disso pra ninguém. (S) A verdade é que depois de ver a Carla mijar na cara do Camilo e como o pau dele cresceu, fiquei com tesão e também quero experimentar. (C) Não se preocupa, se ele aparecer na segunda, e vai aparecer, você vai ter muitas chances de fazer isso e curtir tanto quanto a gente. E você, porco, já pode vazar. Peguei minhas coisas e fui pra casa tentando processar o que tinha acontecido e o que podia rolar a partir de segunda. Por um instante só passou pela minha cabeça a ideia de não voltar ao trabalho, largar tudo e arrumar outro trampo, ou até gastar parte da minha poupança pra tirar um mês de férias num lugar bem distante, não fazer nada e esquecer de tudo, enquanto as coisas esfriavam, especialmente minha cabeça, que tava a mil com tantos acontecimentos seguidos. Mas logo percebi que essa não era uma opção, porque eu tava enrascado e não tinha outra saída senão encarar a realidade e lidar com minha nova situação no trabalho, a serviço pessoal da Carla, Olga e Silvia. Quando cheguei em casa, com o tesão que tava, bati uma punheta de campeonato lembrando do que tinha vivido há menos de meia hora, saboreando uma e outra vez os restos da urina dela que ainda estavam nas minhas papilas gustativas. Depois que me aliviei e me acalmei da excitação, fui dar uma limpadinha no apê, jantar, tomar um banho e ver um pouco de TV, ou melhor, ficar fazendo zapping, porque não vi nada que valesse a pena; também não liguei o computador, já que já tinha tido o suficiente. Dose de sexo atípico naquela tarde. Então fui dormir bem cedo. Naquela noite tive o mesmo sonho repetidas vezes, embora, como todo sonho, não faça muito sentido, mas resumindo, o sonho era mais ou menos assim: Eu estava num quarto enorme, sem nenhum móvel, exceto uma cama de casal, daquelas estilo Luís XVI, com colunas de metal e dossel de lona, com cortinas nas laterais, onde eu estava deitado, nu e amarrado nas quatro colunas, com pernas e braços abertos. De repente, a porta que fica aos pés da cama, do lado esquerdo, se abre e aparece uma mulher, que não reconheço porque não consigo ver o rosto dela (é um sonho), e se dirigindo a mim, ela diz: Você está com sede, parece que hoje não te demos nem comida nem bebida. E subindo na cama, nua da cintura para baixo, plantou sua buceta depilada no meu rosto e se preparou para mijar diretamente na minha boca, enquanto eu podia saborear aquele néctar de mulher. Muito bem, querido, vejo que você estava com muita sede, não derramou nem uma gota. E dito isso, ela desceu da cama e foi embora por onde veio. Imediatamente depois que ela saiu do quarto, entrou outra mulher, que também não reconheci, e seguindo o mesmo padrão da anterior, subiu na cama e plantou sua buceta também depilada na minha boca, para me dar de beber seu precioso líquido, fazendo eu ter uma ereção imediata. Puxa! Parece que o menino hoje está com vontade de guerra. Então espero que você esteja com muita sede, porque hoje passei o dia todo bebendo muita água pensando em você, então me faça feliz e beba tudo o que eu te der. Como vocês podem imaginar, bebi tudo, tudo, tudo. Acho que nem preciso dizer que, apesar de ser um sonho, eu estava aproveitando como se fosse real, como se realmente tivesse em cima da minha boca aquela bucetinha peluda pronta para me dar de beber, aquela fonte de "aguinha amarela" destilada especialmente para mim. Muito bem, agora que já saciamos sua sede, é hora de saciar sua fome. E com um leve movimento Ela colocou a bunda onde antes tinha a buceta, pra me alimentar do mesmo jeito que antes tinha me dado de beber: com o que destilava do corpo dela, mas dessa vez em forma sólida. Eu abri bem grande a boca e me preparei pra me alimentar com o que aquele corpo me oferecia. Esse sonho se repetia uma vez e outra, como se eu pudesse ver nele o futuro que me esperava: perder minha liberdade e ser alimentado pelas fezes e urina de mulheres gostosas. Quando acordei, tava com um pau duro do caralho, talvez por causa de todo o líquido que tinha bebido e acumulado durante a noite (He, he, he). Pra não encher o saco de vocês contando minhas horas de busca na internet sobre os efeitos de ingerir grandes quantidades de urina humana, vou dizer que acabei me cadastrando nuns sites de dominação feminina que tinham um monte de vídeos de chuva dourada e scat, algo que durou o fim de semana inteiro, descansando só o suficiente pra comer, dormir um pouco e ir no banheiro. Segunda-feira chegou e com ela o momento da verdade, a hora de encarar a Carla, a Olga e a Silvia. Às onze em ponto, duas horas depois do horário normal de entrada, abri a porta e senti como se todos os olhares se virassem pra mim, como se todas soubessem o que tinha rolado na sexta e o que ia rolar agora. Então, com o olho fixo no chão, fui rápido pro escritório da minha chefe Carla. Lá, as três tavam me esperando, felizes e contentes, como se adorassem a ideia de me ver aparecer. E era verdade, porque os planos que Carla e Olga tinham bolado pra mim durante o fim de semana não eram pouca coisa. (C) Entra, fecha a porta e senta… O fato de você estar aqui hoje depois do que aconteceu na sexta nos faz pensar que você adora ser dominado por uma ou várias mulheres, especialmente que mijem em cima de você. Então, como chefe que sou, tenho a obrigação de atender às necessidades dos meus funcionários e facilitar o trabalho deles o máximo possível, dando um cenário adequado pro mesmo, cuidando da sua segurança e saúde. Como você bem sabe, hoje entramos em campanha e vamos trabalhar a todo vapor, tanto que às vezes nem vamos ter tempo de ir ao banheiro mijar, então a partir de agora você vira nosso novo "vaso portátil". A partir de hoje, seu posto de trabalho vai ser a mesa que fica do lado da sala da limpeza. Assim que você receber uma mensagem no computador de qualquer uma de nós, vai largar o que estiver fazendo e ir imediatamente para o posto onde for solicitado, e, se enfiando debaixo da mesa, vai beber o que cada uma de nós te oferecer, usando um funil e um cano, como estes aqui, que todas temos nas nossas mesas. Fica tranquilo, todas já sabem o que aconteceu na sexta-feira; às nove em ponto tivemos uma reunião nós nove e explicamos tudo pra elas. Elas estão super animadas, e por isso todas têm uma garrafa grande de água em cima da mesa, pra que todas possam te usar ainda esta manhã. Algumas estão um pouco nervosas por fazer isso em público, por isso adaptamos a sala da limpeza, instalando um vaso bem original pra que elas possam fazer na intimidade. Ficou claro? Alguma pergunta? (Y) Acho que não tenho nada a dizer, vocês já pensaram em tudo por mim. (O) Certo. Suas responsabilidades normais continuam as mesmas de sempre, com esse acréscimo de "vaso portátil", então seu salário e jornada de trabalho não vão mudar. (C) Bom, se você não tem nenhuma pergunta, vem com a gente que vamos te mostrar seus novos postos de trabalho. Saímos do escritório e fomos até minha nova mesa; no caminho, pude perceber que quase todas estavam de saia e que realmente todas tinham uma garrafa grande de água em cima das mesas, e algumas já estavam quase vazias, então não iam demorar pra requisitar meus serviços. Isso fez com que, antes mesmo de chegar na minha mesa, eu já estivesse com uma ereção considerável, pensando em ficar enfiado debaixo das mesas delas, podendo absorver suas essências. Devo dizer que nenhuma delas fuma e, como são bem Todas elas são jovens e bem saudáveis, o que me deixava tranquilo. A maioria é separada ou divorciada, exceto duas que são casadas e uma que tem um parceiro fixo — as únicas três que vieram de calça e cujas garrafas ainda estavam cheias, o que me fez suspeitar que elas não precisariam dos meus serviços. (O) Este é seu novo posto de trabalho. A mesa é diferente, mas o computador é o seu. E, abrindo com a chave a porta do quarto de limpeza… (C) E este é o novo vaso! Feito especialmente para você e por você. Para que possa usar com aquelas que não quiserem ou não puderem te usar debaixo da mesa delas. Hoje vai ser a melhor segunda-feira de trabalho em muito tempo! O tal vaso não era nada mais que a estrutura de uma cadeira bem alta de ferro, na qual tinham instalado uma tampa de vaso transparente e, debaixo dela, um recipiente de plástico transparente em forma de uma grande saladeira, de onde saía no centro um tubo de borracha também transparente, bem largo, que chegava até uns vinte ou vinte e cinco centímetros do chão. O aparelho estava instalado contra uma das paredes, então, ao me meter debaixo e enfiar o tubo na boca, eu ficava totalmente imóvel, ainda mais se pensarmos que nessa posição eu virava uma espécie de palco para qualquer uma que usasse aquilo comigo, para que ela pudesse apoiar os pés no meu peito ou barriga e não ficassem balançando dos lados. Para elas, ia ser a melhor segunda-feira em muito tempo, mas para mim, ia ser o melhor dia da minha vida.
3 comentários - Colegas me pegam mijando