Relato da famosa: Florencia Peña

Fala galera, trouxe um relato da Flor Peña, uma milf que me serve pra caralho e com certeza vou fazer mais partes porque tenho várias ideias, espero que curtam, vou deixar vocês com o relato. Resumindo minha história, estudei a vida inteira no mesmo colégio que o filho da Flor Peña, ficamos muito amigos e praticamente vivíamos juntos. Um dia meu amigo Tomás (o filho da Flor Peña) me chamou pra conversar, dizendo que os pais tinham brigado e iam se separar, me convidou pra ficar uns dias na casa dele, falei que sim na hora, ia estar lá pra ajudá-lo e fiquei uns dias por lá. Cheguei na casa, o Tomás me cumprimentou com um abraço e agradecendo, a Flor também me cumprimentou muito carinhosamente e, sem o Tomás perceber, ela encostou os peitos em mim, e eu entrei na dela porque ela me deixa louco e me excita pra caralho, igual todo mundo, ainda mais que ela vivia de lingerie e estava uma delícia assim, mesmo que desde que fiquei lá não a vi muito porque ele estava na bad e não saía tanto do quarto. Era dezembro e já tava calor, então passamos um tempão na piscina e eu aproveitava pra ver a Florencia de biquíni, aquelas tetonas enormes, aquela bunda linda, as pernas de milf, uma milf do caralho.Relato da famosa: Florencia Peña
ArgentinaFicava olhando ela de cima a baixo, às vezes me pegava bem na hora que tava olhando, mas nunca falou nada. Um dia, com o Tomás, a gente combinou de sair na noite seguinte pra dançar, pra eu clarear a cabeça, e quando a gente saísse, ia visitar o velho. Naquela manhã, acordei com febre e uma baita dor de cabeça. Falei pro Tomás ir tranquilo, que se no dia seguinte eu tivesse melhor, ia pra casa do pai. Ele falou que a gente saía outro dia, mas eu insisti e ele topou, me deixou uma grana pra pedir alguma coisa e foi embora. Fiquei lá deitado, ouvindo música, pedi algo pra comer. Daí a pouco chega a comida, vou abrir a porta, entro e vou na cozinha pegar uns talheres. Quando tô na cozinha, entra a Flor de calcinha e sutiã, falando: — Nossa, desculpa, achei que vocês tinham ido embora. Falei que não tinha problema e expliquei que tava me sentindo mal e fiquei.famosa
milfFicamos conversando um pouco, ela pegou um copo d'água e foi embora, eu fiquei tipo doido depois de ver aqueles peitos pulando e aquela bunda do caralho se mexendo enquanto ela andava descalça, dava vontade de agarrar ela e apertar bem forte contra a parede, mas se eu fizesse isso já me via tomando um murro e uma puta treta. Peguei o que precisava, fui pro quarto e bati uma punheta daquelas com a imagem da Flor Peña de fio dental e sutiã. Já eram 2 da manhã, o sono tinha batido. Antes de deitar pra dormir, fui no banheiro escovar os dentes e quando tô passando pela porta do quarto da Flor, vejo que a porta estava entreaberta e dava pra ver ela dormindo de fio dental, de novo a mesma merda de sempre, fiquei ali olhando pra ela, até que me deu na telha de pegar o celular e tirar umas fotos. Fiz isso, voltei com o celular e bem devagar entrei no quarto, o coração tava batendo rápido mesmo ela estando dormindo. Quando cheguei perto, vi como o mamilo dela aparecia, meu pau tava durasso, tirei várias fotos e vazei. Escovei os dentes, deitei e bati uma punheta braba com as fotos.Florencia PenaNo dia seguinte, acordo melhor e sem febre, vou tomar café sentado na mesa da sala. Daí a pouco ela aparece, a tão desejada pelo meu pau. Dessa vez fiquei ainda mais nervoso depois da noite anterior e de ter batido duas punhetas pensando nela. Foi estranho. Ela sentou na mesa também com um café e começamos a conversar. Falamos de tudo um pouco, até que me deu na telha perguntar como ela estava depois da separação. Ela respondeu que estava melhor, meio triste, mas melhorando, que agora tinha tempo pra ela e, com as mesmas palavras, disse: — mesmo que esteja meio carente de pau. Quando ela falou isso, fiquei surpreso e me excitei pra caralho, mas não esperava que ela dissesse tão na cara. A gente riu junto e ela falou que já tinha começado a conhecer o homem perfeito, e me surpreendeu de novo dizendo: — mas faz tempo que não como um pau, tô precisando. Dessa vez fiquei olhando pra ela enquanto ela encarava a xícara, e quando levantou o olhar, me encarou, apoiou a mão perto da minha virilha e falou devagar: Flor: E você não podia me ajudar me dando o seu? Muito nervoso e surpreso, respondi: Eu: Pe... mas você é mãe do meu melhor amigo. Flor: Esse otário não vai ficar sabendo. Eu: Não sei o que te dizer. Flor: Qual é, eu sei que você quer me foder, do jeito que me olha, seu piraninho. (Ela se levanta da cadeira e acena pra eu seguir) Flor: Vem, me come um pouco, por favor, tô precisando mesmo. Não sabia o que dizer, mas a verdade é que eu tava besta, então levantei e segui ela. No caminho pro quarto, eu ia atrás dela e a putinha rebolava a bunda pra me excitar. Claro que eu não tirava os olhos dela. Entramos no quarto dela, ela me senta na beira da cama e me beija de língua enquanto começava a apalpar meu pau. Eu tava duro, nervoso. Ela pegou minhas mãos e levou pros peitos dela. Nessa altura, eu já tava com o pau durasso. Ela parou de me beijar, se ajoelhou e, olhando pro volume, disse: — parece que tem coisa boa aí. A verdade é que eu tenho um tamanho bom de Pau, uns 21 ou 22 cm. Devagar, me olhando enquanto sorria, ela baixou meu short, meu pau saltou na hora que ela tirou e, surpresa, começou a me bater uma. Ela se aproximava, passando a ponta do pau e, aos poucos, ia beijando cada vez mais, descendo com beijos pelo tronco e subindo com uma lambida por todo o pau. Fez isso umas duas vezes. Na terceira vez que subiu, cuspiu um pouco e enfiou na boca. Muito devagar, começou a me chupar, enfiando até a cabeça e descendo um pouco mais a cada vez enquanto me batia uma. Sentia um prazer imenso, sentir aquela boca e saliva quentinha da mãe do meu melhor amigo, pra quem eu tantas vezes bati punheta, me deixava louco. A cabeça dela subia e descia, ao mesmo tempo que mexia de um lado pro outro. Ela pegou minha mão e colocou atrás da cabeça dela. Até aquele momento, eu ainda tava meio nervoso, mas depois disso me soltei mais. Segurei a cabeça dela devagar por baixo do cabelo e comecei a controlar eu mesmo, subindo e descendo até um pouco mais da metade. Dava pra ouvir o glu glu, e eu via ela com aqueles lábios de head master e a cara de puta me olhando. Depois de um tempo, ela tira a camiseta e aproxima minha cara dos peitos dela. Eu chupei e agarrei eles enquanto ela me olhava e se tocava, mordi os bicos e brinquei um pouco com os peitos dela. Depois disso, ela continuou chupando no mesmo ritmo de antes e tentou enfiar tudo, mas não conseguiu. Saiu pra respirar, bateu uma rápida, tentou de novo e a mesma coisa. Na terceira vez que fez isso, quando desceu até onde conseguia, segurei a cabeça dela e pressionei até chegar no fundo. O nariz já tocava minha pele e, com engasgos, deixei ela lá por um tempo. Quando soltei, ela saiu sorrindo, respirando e com fios de saliva nos lábios, e disse: — Que pau lindo você tem, amor. Ela tirou o shortinho e a calcinha fio dental, eu me deitei na cama e ela subiu em cima de mim. Esfregou a bunda no meu pau e, depois de um tempo, foi enfiando de pouquinho em pouquinho. Quanto mais enfiava, mais ela gritava, até chegar no fundo. Quando chegou lá embaixo, ficou sentada e começou a mexendo suavemente, enquanto olhava pro teto gritando.Relato da famosa: Florencia PeñaEla começou a meter mais rápido, eu olhava pros peitos lindos dela quicando enquanto a flor peña pulava igual uma louca no meu pau. Ela olhava pro teto e gritava, me olhava e, segurando meu pescoço, fazia comentários tipo —que pau enorme você tem—, —vou te destruir, pivete— ou —faz tempo que não pegava um pau assim—, pelo visto o pai do tomas tinha um pequeno. Ela tava me comendo muito gostoso, eu agarrei os peitos dela e puxei pra minha boca pra chupar, enquanto ela apoiava uma mão no meu cabelo e falava —Aiiii sim chupa tudo— sem parar de rebolar, chupei eles por um tempo, agarrei a boca dela e nos beijamos, aí ela se acalmou e começou a se mexer devagar, ficamos uns dois ou três minutos assim, até que ela virou de costas e, segurando nas minhas pernas, começou a rebolar a bunda no meu pau.ArgentinaEu tava batendo na bunda dela e pegando nela, aí depois de um tempo bateu uma vontade de comer ela. Juntei os pés dela, me ajeitei e falei: —agora quem vai te foder sou eu—. Já comecei a meter forte sem demora, e não demorou pra ouvir os gemidos dela, que não paravam. Ela pedia pra eu não parar e meter mais fundo. Eu tava louco de tesão, e ter na minha frente aquela bunda tão madura e grande enquanto meu pau entrava e saía me motivava a meter ainda mais forte. Depois de um tempo, segurei ela pela cintura e, sem tirar o pau de dentro, virei ela de costas na cama. Levantei a bunda dela e, segurando pelo cabelo, comecei a meter. Minha cintura batia na bunda dela fazendo um barulhão. Com a outra mão, eu dava tapas na bunda dela. Aos poucos fui aumentando o ritmo até chegar num ponto de meter com tudo, enfiar até o fundo sem parar. Ela se agarrava no travesseiro e, de tão forte que eu tava metendo, o rosto dela tava vermelho.famosaSó se ouvia as palavras dela -Aaaiii siii, siii, cê tá me partindo, gostoso, continua, continua- e gemidos. Ficamos um tempão assim, até que o celular dela, que tava em cima do criado-mudo, tocou. Nós dois olhamos e era o Tomas ligando. Ela pegou o celular, eu parei, e não passou nem um segundo até ela falar -Não, não, continua me comendo- . Atendeu e eu continuei metendo nela, mesmo que aquela situação me excitava pra caralho e, de vez em quando, eu enfiava até o fundo pra ela gemer baixinho. Pelo que deu pra ouvir, o papo foi:
M - Oi, filho?
T - O que cê tá fazendo, mãe, tudo bem?
M - Hmm, siiiiiim, o que foi?
T - Ah, o Franco (eu) tá dormindo? Porque ele disse que quando acordasse vinha pra casa do pai e não tá aqui, nem responde meu zap.
M - Acho aiii que sim, ahomm... agoraaa vou ver e acordo eleeeh.
T - Tem certeza que tá tudo bem, mãe?
M - ...Siiim, filhinho, fica tranquilo.
T - Beleza, então, mãe, valeu.
Eu tava me segurando pra não rir, e quando eu fazia ela gemer, ela me olhava ou me dava um tapa, e quando o Tomas falava, ela mordia o travesseiro. Isso me deixou louco de tesão. Quando desligou, ela me contou o que houve e falou pra gente acelerar. Largou o celular e eu continuei metendo, mas mais devagar. Ela deitada, já cansada de tanta porrada que eu tava dando, e ela levantando os pés.milfEla me pediu pra gozar fora, comecei a meter mais forte pra poder gozar, ela pedia pra eu gozar entre gemidos. Depois de um tempo, senti que ia gozar, tirei e gozei na boca dela e no cu, deixando a boca dela cheia de porra e o cu meio sujado. Cheguei perto dela, cansado, chupei a boca dela e me joguei na cama. Ela foi se limpar, voltou com uma garrafa d'água e ficamos conversando na cama, rindo e viajando como seria se o Tomás descobrisse, que obviamente ficaria por lá e não contaríamos pra ninguém. Ficamos batendo papo e rindo, nós dois juntos não levantamos da cama. Me despedi com um selinho, apertando um peito dela e dando um tapão na bunda. Ela foi tomar banho e eu tive que ir me trocar pra ir na casa do velho do Tomás.Florencia Pena
Relato da famosa: Florencia Peña
Argentina
famosaIndo pra lá no Uber, imaginava que ia ser estranho ver eles depois de ter comido a "esposa" deles e a mulher do velho. Chego e Tomas me abre a porta, e ficamos lá tomando mate. O velho me perguntou como estava a Florencia, se ela tava muito triste. Eu respondi que sim, tava meio pra baixo, mas agora tava melhor, conheceu o homem perfeito dela. E por dentro, vinha na minha cabeça como eu tava comendo ela ou como ela chupava minha pica com aquela cara de puta que ela tem.milf
Florencia Pena
Relato da famosa: Florencia PeñaEspero que tenham gostado, agradeço muito pelos pontos. Se quiserem mais histórias de famosas, vão lá e comentem qual querem e de quebra me sigam, vou continuar postando mais. (ESCLAREÇO QUE A HISTÓRIA FOI FICTÍCIA)

2 comentários - Relato da famosa: Florencia Peña

Que hermosa yegua como me gustaría llenartela de lechita calentita a esa Conchita y también las colita