Férias Quentes. Capítulo Especial 1

O Retorno das IrmãsAxel olhava nervoso para o calendário, que tinha marcas de X e a data de 30 de agosto circulada. Faltava só um dia pra essa data, mas, no meio da sua inquietação, ele começa a viajar alguns meses atrás, quando o relacionamento com a Ignacia parecia morto. Naquela época, muita coisa tinha mudado desde o primeiro encontro que as gêmeas de buceta gostosa e a Diana tiveram com a April. Só de mencionar que já tinham passado dois anos desde aquela reunião, depois disso, as garotas decidiram, do dia pra noite, ficar morando de vez na casa da irmã mais velha.

Como era de se esperar, o Axel fez o mesmo, causando uma grande mudança na rotina do Tomás e da April, que, por sinal, tiveram um novo filho, chamado Simão. Com o aumento de gente na família, a vida sexual do casal começou a ser afetada, principalmente pelo Simão, que sempre interrompia eles na hora que queriam transar. Outra consequência do nascimento do bebê foi que a April teve que largar o trabalho na clínica e se dedicar às tarefas de casa até uma semana atrás. Porque o pequeno entrou numa creche e ela pegou o emprego de professora na Universidade onde estudou e conheceu o Tomás.

A mesma Universidade onde o Axel e as gêmeas agora estudavam; o jovem casal cursava psicologia, assim como o casal tinha feito no passado. O Tomás e a April estavam putos com a decisão dos adolescentes, porque tinham a impressão de que eles escolheram psicologia só por capricho e não porque gostavam. A Josefina, por sua vez, estava estudando medicina, e pra surpresa de muitos, era algo que ela amava, e ainda era a aluna com as melhores notas da turma. Ela, durante todo esse tempo, vem usando o sobrinho Benjamim como brinquedo sexual; adora foder com o garoto, embora o tratamento que dá pra ele seja bem horrível.

A Diana era a que menos tinha mudado. Das irmãs durante esses anos, já que ela continuou se dedicando à dança, era algo que a fascinava e ela não ia largar por nada. Continuava solteira, apesar de chover pretendentes, ela os rejeitava, porque estava feliz em ser a amante do Axel e enquanto ele a comesse, não tinha motivo pra procurar outro homem, além disso sentia que só com ele podia ser sincera. Embora muitas vezes recorresse ao Tomás, com quem passava horas conversando e pedindo conselhos, mais que um cunhado, ela o via como um pai e ao mesmo tempo o homem perfeito com quem estaria pra sempre, pois, aos poucos, foi percebendo que ele tinha algo que ela gostaria de experimentar.

Falando de pessoas que viam o Tomás como um homem exemplar, a Vanessa, a filha mais velha do casal maduro e meia-irmã do Axel, agora trabalha como modelo. Foi pura coincidência como ela entrou nesse mundo, hoje é uma das jovens mais cobiçadas pelas empresas, que são fascinadas pela beleza e pelo corpo dela. Assim como a Diana, continuava solteira, o que chamava a atenção de vários velhos, que ofereciam uma grana alta pra passar uma noite com ela, mas a jovem, igual às amigas, recusava essas propostas, não ia se rebaixar tanto por uns luxos que não valiam a pena.

No fim das contas, a Vanessa adorava ser a putinha do meio-irmão dela e, embora ainda não gostasse da ideia de dividi-lo e ele ficar com a Ignacia, aceitava porque o Axel era feliz. A fissura dela pelo pai era algo que mantinha e só aumentava, principalmente por causa das amigas, que babavam por ele, embora por respeito a ela, não demonstrassem descaradamente, exceto uma, que parecia estar apaixonada pelo Tomás. A situação que os pais dela estavam passando era uma maravilha, porque o pai andava sempre no fogo, louco pra descarregar as bolas.

Finalmente, mas não menos importante, tem o Benjamín, que começou a deixar os videogames de lado com a presença da tia. Josefina em casa. O único jogo que interessa ele agora é transar com ela, porque tá completamente viciado na loira, mesmo que a tia dele tenha uma atitude bem confusa com ele. Ingênuo, ele acha que por baixo daquela casca e do comportamento bipolar, Josefina também ama ele e, quem sabe, o jovem não tava errado, já que ela arrumava tempo pra ajudar ele nas tarefas e muitas vezes dava aulas particulares pra ele subir as notas, que terminavam numa fodida bem intensa que deixava Josefina querendo mais.

Tudo começa numa sexta, Tomás tinha saído mais cedo do que o normal do trampo, primeiro passou pra pegar o Simão na creche e depois de comprar umas coisas no mercado, dirige até a casa dele. Ele achava que não tinha ninguém naquela hora, mas enquanto abria a porta, no banheiro, Josefina se divertia com o Benjamim. O moleque gemia e as pernas tremiam com o boquete que a tia dele tava dando, ela enfiava aquele tronco grosso até o fundo da garganta. Devagar foi tirando da boca, quando tava tudo pra fora, soltou um suspiro, depois mordeu os lábios ao mesmo tempo que engolia o esperma que o sobrinho tinha gozado.

Benjamim: Oooohhh, tia... Não pensei que você tivesse tão animada...

Josefina: (Sorri safada) Só tô adiantando o que vai ser meu presente de aniversário.

Respondeu a mina, puxando o pau do sobrinho e apertando ele.

Benjamim: Aaahh... Aaaghh... Hhhmmm... Pa-pra amanhã, te-tenho um puta presente pra você, tia gostosa...

Josefina: Ah, é?

Benjamim: Aham...

Josefina: (Rindo) Te aviso que, se comprou alguma coisa e acha que vai me impressionar com isso, perdeu seu tempo, Benjamim. Só me interessa ter um pau de presente e, se você vier com essas merdas românticas, vou te deixar sozinho e sair pra procurar um homem que me satisfaça como deve ser.

Benjamim: Aagg… Mmmhg… Não, não é nada comprado…

Josefina: Não? Então, O que é?
Perguntou a garota enquanto enfiava de novo a pica do sobrinho na boca, dando umas mamadas curtas e sem parar de admirá-lo.Férias Quentes. Capítulo Especial 1Porém, antes que Benjamim pudesse dizer qualquer palavra, Tomás bate na porta do banheiro. O homem tinha percebido os gemidos e estava curioso pra saber quem podia estar na casa naquela hora.—"April, é você?"—Consultou duvidoso, o moleque ao ouvir a voz do pai entrou em pânico. Achava que tudo tava perdido e iam descobrir que o rolo dele com a Josefina era mais do que só tia e sobrinho. Josefina, mantendo a calma, respondeu:Sou eu, cunhadoTomás pede desculpas pra Josefina por incomodar ela e sai pra cozinha sem fazer mais perguntas. Benjamín respirou aliviado, mas a garota, irritada com a atitude covarde dele, se levanta e sai do banheiro.

Benjamín já tava acostumado com esses chiliques da tia dele, mesmo assim ficava puto consigo mesmo por não ter culhão suficiente e fazer coisas que desagradavam ela. A novinha tava bem excitada, tanto que quando tava se secando no quarto dela, começou a brincar com a própria buceta. Passava os dedos perto do clitóris, depois enfiava eles na vagina. Ela gemia baixinho, e Tomás percebeu que a cunhada dele tinha saído da banheira, então resolveu ir pedir pra ela ficar com o Simão enquanto ele cozinhava. Sem ouvir os gemidos da garota, ele chega e entra no quarto, se deparando com a imagem da cunhada pelada.

Josefina se assustou no começo, mas rapidinho esse susto virou tesão e excitação. Tomás, por outro lado, ficou envergonhado com a situação desconfortável, pedindo desculpas pra novinha, desviando o olhar e tentando fechar a porta. Mas Josefina, safada, manda ele parar, diz que não tem motivo pra fechar a porta, afinal ele é um homem maduro e não é o primeiro corpo pelado que vê. Tomás obedece, mas não ousa olhar pra ela, porque como tava há um tempão sem foder com a mulher dele, qualquer situação de tesão já acendia ele e deixava o pau duro. Josefina sabia disso só de ver como na calça dele um volume grande começava a aparecer.

Cortando a distância com o cunhado, a garota pergunta o que ele precisava, exibindo o corpo sensual sem vergonha nenhuma. O coroa, tentando manter a concentração e a calma pra não largar o Simão dos braços, responde gaguejando.-“E… E-e-eu… Eu preciso…”-Josefina tava morrendo de vontade de provar os lábios do cunhado dela e dar uma olhada naquela pica que a irmã gêmea contou que era tão grande e grossa quanto a do Axel e do Benjamim, ou seja, era ideal pra acalmar aquela putaria que tava matando ela.—"O que você precisa de mim, cunhado?perguntou a jovem sem tirar os olhos daquele pênis já ereto.

Tomás: (Nervoso) Pre… Preciso que você cuide do Simão…

Josefina: (Sorri) Só isso? Não precisa de mais nada?

Disse a moça enquanto diminuía ainda mais a distância entre os dois. Acariciando suavemente o rosto do homem, faz com que ele a encare de frente. Por alguns segundos, Tomás se desconectou da realidade, vendo aquela jovenzinha como o que era: uma mulher ardente que podia ser seu consolo naquele momento. No entanto, voltando à sanidade, age novamente como um homem sério e, como se nada tivesse acontecido, responde que só queria que ela ficasse com o bebê enquanto ele cozinhava. A moça ficou surpresa, pois achava que já tinha o cunhado na mão, mas na verdade ele ainda estava longe do alcance dela.

Josefina pega o pequeno nos braços e diz ao cunhado que não tinha problema, que ela cuidaria do Simão. Tomás agradece, saindo do quarto, mas vira por alguns segundos para apreciar aquela bunda divina que a cunhada tinha. Durante o caminho até a cozinha, ele ficou pensando naquela raba, soltando um suspiro, diz:Que rabão que ela tem… Se não tivesse com a April, com certeza me enrabichava com essa bundonaenquanto isso, ele fantasiava com a bunda da Josefina, a aula do Axel e da Ignácia estava quase acabando. A gostosa não tirava os olhos do professor, mordendo o lápis de um jeito provocante enquanto ouvia atentamente o que o homem dizia.

Quando a aula terminou, ela, como todo mundo, arrumou suas coisas para ir embora, mas esperou ele se virar para olhar para ela e, assim, deixar cair o lápis que estava mordendo. Ao se abaixar, presenteou ele com uma vista incrível da sua bunda, o coroa tentou desviar o olhar, mas seus olhos sempre acabavam apreciando aquela raba provocadora. A mina pegou o lápis de leve e se aproximou do homem, que ainda estava guardando seus materiais. Nervoso, ele perguntou à jovenzinha se ela precisava de algo, ela, com um sorriso safado, ficou a uns 5 centímetros de distância dele e sussurrou,Adorei sua aula, professor Sérgio, o coroa soltou um suspiro baixinho, tentando manter a calma.

Sergio: Q-que bom, Ignacia.

Ignacia: Será que não te agrada meu elogio?

Sergio: C-claro que me agrada. (Suspira de novo) Agora, se me permite, tenho que ir.

Ignacia pega nas mãos de Sergio, como ele era mais alto que ela, a garota ficou na ponta dos pés para conseguir encostar os lábios nos dele e, num tom provocante, diz:-“Professor, por que você não fica aqui comigo pra discutir um problema que eu tenho com o senhor?”O homem não conseguiu evitar ficar ainda mais excitado do que já estava e, mesmo sem querer, o pau dele foi endurecendo diante daquela situação.—"Pro… Problema?O maduro gagueja,—"Mas se você é uma boa aluna"—Complemento Sérgio caindo no jogo da Ignácia. A rabuda tinha ficado obcecada por aquele homem desde uma semana atrás, tudo começou por causa de uma apresentação que ela teve que fazer.

Sérgio sempre se mostrou um professor sério e sem graça, pelo menos era assim que Ignácia o via, até aquele dia, ele sem querer observou a bunda enorme dela, o que fez ele ter uma ereção, que por mais que tentasse esconder, foi notada pela garota. O tamanhão daquele volume fez Ignácia mudar de ideia sobre aquele magro e alto coroa. Ela passou a semana toda planejando aquela situação e esperando a oportunidade perfeita para colocá-la em prática. Continuando com sua estratégia, ela sussurra para Sérgio,Sim, o senhor tem razão, sou uma aluna muito boa, mas há uns dias me sinto distraída nas suas aulas e é por sua causa, professor Sergio.Sergio: Por mim?

Ignacia: Sim, por você… Acho que só vou parar de ficar distraída se você assumir a responsabilidade.

Sergio: Co-como?

Ignacia: Me castigando, com aquela vara que você tem.

Disse Ignacia enquanto a perna dela roçava de leve o pacote ereto do coroa. O homem tremia, ainda tentava resistir, mas era inútil, por mais que fizesse, a mente dele já estava contaminada com pensamentos obscenos. Só que a sorte não tava do lado de Ignacia, porque quando ela ia dar um beijo no Sergio, o Axel apareceu na sala e interrompeu.

Axel: Professor, desculpa incomodar, mas preciso que o senhor me explique uma coisa.

Falou o moleque, sem perceber que a namorada dele era quem tava do lado do Sergio.

Axel: Ignacia?

Ignacia: Tava pedindo pro profe Sergio me explicar uma coisa também.

O homem suspirou aliviado e, mesmo na cabeça dele continuando a pensar umas putarias, controlou os impulsos. A garota tava impaciente e só queria que ele terminasse logo de explicar pro Axel pra voltar ao jogo. Mas assim que a dúvida do jovem foi resolvida, o Axel olhou pra ela e perguntou se queria ir ao cinema, dando tempo suficiente pro Sergio terminar de arrumar as coisas, pegá-las e se despedir deles. Isso irritou a rabuda, que olhou com desprezo pro namorado.

Ignacia: Axel, eu te odeio.

Axel: (Perplexo) O quê?

Ignacia: Você é tão imbecil às vezes que eu penso seriamente em terminar com você.

Ignacia, sem responder o moleque sobre o convite pro cinema, saiu na frente, deixando ele sozinho na sala de aula cheio de dúvidas. O que ele tava fazendo de errado? Ele se perguntava. De longe, a jovenzinha conseguia distinguir que a presa dela tava indo conversando com a irmã mais velha. Um sorriso se formou nela, porque tinha tido uma ideia de como atacar de novo e dessa vez o coroa não conseguir escapar das garras de puta dela. Tinha passado quase uma hora, o Tomás tinha se acalmado um pouco, mas toda vez que fechava os olhos, lembrava a bunda da cunhada e aquele tesão voltava. Ficar dois meses sem poder aproveitar o corpo da esposa tava enlouquecendo ele.

Suspirava e tentava manter a calma, embora o pau dele não parasse duro. Tava quase tudo pronto, só faltava terminar de cozinhar umas coisas, então sentou numa das cadeiras e, disfarçado, começou a se masturbar pensando na cunhada, sem perceber que ela tava espiando ele. A ideia da Josefina era surpreendê-lo com a mão no pau, mas o plano dela ia desmoronar, porque a April voltava da faculdade. Rápido, ela se esgueira pro quarto dela, onde o Benjamim tava com o Simão, o moleque que segurava o irmãozinho dele no colo, pergunta pra tia por que demorou tanto pra voltar do banheiro, ela não respondeu e ignorou.

A April naquela hora tava há uma semana trabalhando como professora e já tava bem cansada, nunca imaginou o quanto aquele trampo era desgastante. Ela sorri ao ver o homem, se aproxima dele e dá um beijo na boca, agradecendo por ajudar com as tarefas de casa. O Tomás, sorrateiro, tira a mão da vara e sorri inocente, dizendo pra mulher que as tarefas são responsa dos dois, mas se ela achava que ele merecia um prêmio, já sabia qual dar de noite, a mulher ri e responde que não seria ruim transar, embora visse difícil com o Simão por perto, além de se sentir muito cansada pra satisfazer ele.

April: Falando nesse diabinho, cadê ele?

Tomás: Tá com a Josefina, no quarto dela.

April: Entendi, então vou procurar ele, preciso amamentar, porque sinto que meus peitos vão explodir de leite.

Tomás: Por que não me amamenta?

Sussurra safado, segurando ela pela cintura.

April: Não sabe o quanto eu adoraria, amor. Mas se a gente começar, duvido que pare.

A mulher se solta das mãos do marido e sobe pro segundo andar pra buscar o bebê dela, deixando o Tomás cheio de vontade.Porra, como eu adoraria chupar os peitos da minha mulher, mas nem isso eu posso fazer agoraDisse pra si mesmo. Enquanto pensava nisso, a Vanessa chegou em casa e largou a bolsa no sofá.–"Bom, vou deixar você, Romi"–balbuciou enquanto terminava a ligação e caminha feliz pra cozinha. A intuição dela dizia que o pai era quem tava cozinhando, e não se enganou. Aproveitando que ele tava de costas, se aproxima e abraça ele, colando os peitos macios. Num tom safado, sussurra:O que o homem mais gostoso dessa casa tá fazendo?ao mesmo tempo que mordiscava a orelha dele e as mãos iam direto pra virilha dele.

Tomás: (Surpreso) Va-Va-Va… Vanessa?

Vanessa: (Rindo de forma provocante) Claro, quem mais te dá esses abraços de love papi?

Com o coração acelerado e o pau endurecendo de novo, o coroa se virou pra encarar a filha de frente. A mina dá um sorrisinho safado, engole seco e se segura, pergunta o que ela tava querendo. A novata, fingindo um desgosto pela intriga do pai, responde que só queria cumprimentar ele e dar um pouco do love e carinho de filha. Tomás se desculpa e pede pra ela deixar ele em paz um pouco, porque tava cozinhando, mas Vanessa não liga e, querendo brincar com a mente do pai, pergunta por que ele tava tão ranzinza, e ele responde: —Quero ficar sozinho, filhaEla solta uma risada antes de voltar a abraçá-lo e roçar os lábios nos dele.

Vanessa: Não me mente, papai. Te conheço tão bem que sei quando você tá puto.

Tomás: Não é raiva.

Respondeu o homem, embora mantivesse a calma, o perfume que a filha usava era tipo um afrodisíaco pra ele, fazendo o pau dele ficar completamente duro. Vanessa percebe isso e começa a mexer seus pauzinhos, durante a semana inteira ela tinha esquentado o pai, até usou as amigas dela, convidando elas pra piscina. Ver várias gostosonas de biquíni, exibindo seus corpos esculturais, foi um puta castigo pra ele, principalmente porque entre as amigas da filha tinha uma morena gata do caralho, que acendia ele na hora. Vanessa esperava que dessa vez o plano funcionasse.

Vanessa: Vou acreditar em você, papai, mas me diz, cadê a mamãe?

Tomás: Ahn… Ahn… E-ela tá com o Simão no quarto.

Vanessa: Entendi… (Mordendo os lábios) Papai, posso te pedir um favor?

Tomás: (Respirando fundo) Hmm… Claro, o que você quer, princesinha?

Vanessa: Quero que você faça uma massagem em mim. (Sorri)

Tomás: (Surpreso) U-uma… Uma massagem?

Vanessa: Sim… Hoje foi um dia longo e cansativo pra caralho pra mim… Você pode ou não?

Tomás percebia que se quisesse ter sossego, tinha que entrar na onda da filha, pelo menos pra ir acalmando aquela vontade fudida que o perfume despertava.

Tomás: (Suspira) Ok, filha, mas antes deixa eu terminar de cozinhar.

Vanessa: Como quiser, papai. (Dá um beijo na bochecha dele e se afasta) Vou sentar nessa cadeira e esperar feito uma boa menina.

Ele pensou que ia conseguir lidar com a situação depois disso, além disso, se certificou de ficar longe da filha tempo suficiente pra que o cheiro do perfume não causasse o mesmo efeito nele. Mas a garota fez um movimento que o homem não esperava: tirou a roupa. Silenciosamente, quando ele se virou, ela observou ele completamente nua e exibindo os peitos. Tomás desvia o olhar, então a garota, num tom atrevido, diz que tirou a roupa porque estava desconfortável e queria que as tetas dela pegassem um pouco de ar. Ela sabia que o movimento dela tinha sido eficaz.

Vanessa: O que foi, pai? Incomoda ver os peitos da sua filha? (Apertando as próprias tetas) Ou te provocam?

Tomás: O-O quê?

Vanessa: (Rindo) Deixa pra lá, pai... Se te incomoda tanto ver meus seios, vou colocar esse avental de cozinha, assim você não vai ver meus peitos lindos.

A garota coloca o avental e senta de novo. Tomás, ao olhar, não sabia o que era pior: vê-la nua ou com aquele avental que lhe dava muita tesão.relatosVanessa: Suponho que, com esse avental vestido, você não vai mais se sentir desconfortável e vai me fazer a massagem.

Tomás, um pouco mais calmo, se aproxima da filha, colocando as mãos nos ombros dela e iniciando a massagem. A jovem soltava uns suspiros que pareciam hipnotizar o pai; ele não só se sentia perdido por aqueles sons provocantes, como também tinha dificuldade de se concentrar por causa daquele aroma — era o mesmo que a esposa usava, por isso era um estimulante para ele. A pele macia e frágil dela lembrava April, era impossível não pensar nela e imaginar que estava dando uma massagem na esposa em vez da filha. A jovem brincalhona vê a oportunidade perfeita para se aproveitar da situação, mais do que já estava fazendo.

Vanessa: Papai, você parece meio tenso.

O homem não respondia e continuava fazendo a massagem.

Vanessa: Ainda te incomoda eu ter tirado a roupa?

Novamente Tomás não responde.

Vanessa: Seu silêncio me diz muitas coisas, mas não é só ele que fala; esse ferro duro que você tem entre as pernas também fala.

Tomás, nervoso, engole saliva e percebe que tinha ficado excitado de novo. A jovem solta uma risadinha e então diz:

Vanessa: Você não pode negar que está me desejando.

O mais velho entra em pânico, tenta buscar alguma desculpa na cabeça, mas o tesão o impede. Ela vira a cabeça, aproximando os lábios dos dele e, num tom provocante, propõe transar.

Tomás: O que você disse?

Vanessa: Ah, vai, papai... Não se faça de inocente agora.

Tomás: Vanessa, a gente já tinha falado sobre isso antes, é uma loucura você me propor isso de novo.

Vanessa: (Mordendo os lábios) Sim, você tem razão, papai, mas é uma loucura gostosa, uma loucura safada, uma loucura que não vai machucar ninguém... Só vamos gozar, papai, minha bucetinha está ansiosa pra ter seu pau maduro e eu sei que você também quer enfiar ele em mim.

Tomás: (Se afastando da garota) Como assim não vai machucar ninguém... E Sua mãe, o quê?
Vanessa: Mamãe não vai sofrer se não ficar sabendo.
Tomás: Vanessa, filha... Pensei que essa sua obsessão por mim já tinha acabado.
Vanessa: Não, você está enganado... (Abraçando ele de novo) Não parei de pensar em você e na ideia de ter seu pau dentro de mim... É verdade que desde que mamãe engravidou, eu parei de te provocar, mas foi porque você passava muito tempo do lado dela e, quando o Simão nasceu, você ficava só com ele e a mamãe. Mas agora parece que tudo está voltando ao normal. Embora eu admita que, nesse tempo, não senti muita sua falta e queria transar com você só uma vez.
Tomás: (Rindo) Só uma vez? Conheço você, Vanessa, você é mimada, ambiciosa e obcecada. Se eu entrar nessa e a gente fizer, mesmo que seja uma vez, você vai querer mais e mais depois.
Vanessa: Você me conhece muito bem, papai, mas eu juro... Só uma vez e te deixo em paz pra sempre.
Tomás: (Se afastando dela) Não.
O homem anda, pega a roupa da filha, vai até ela e entrega.
Tomás: Agora se veste e vai avisar sua mãe que a comida está pronta, e aproveita pra falar a mesma coisa pros outros.
Vanessa: (Colocando o top) Mesmo que seu corpo queira fazer, você sempre vai dizer não, né? Só se mamãe te pedisse pra fazer, aí você faria. Talvez eu deixe ela te pedir, e assim você tenha que realizar minha fantasia e a dela.
Aquelas palavras deixaram Tomás preocupado e pensativo, que não nota a presença de Diana. Embora ela não tenha visto nada de anormal entre pai e filha, olhava com certa estranheza pro coroa.
Diana: Cunhado, você tá bem?
Tomás: (Surpreso) Diana? Você... Você... Desde quando você está aí?
Diana: Acabei de chegar, quando a Vanessa saía daqui, pra ser exata. Aconteceu alguma coisa?
Tomás: Não... Nada pra se preocupar, na verdade...
Diana: Ainda bem, pensei que tinha acontecido algo com minha irmã, pela cara que você tava.
Tomás: Não, não, não... A April tá Perfeitamente, na verdade, agora ela vai descer pra comer.  

Diana: (Sorri) Vejo que preparou meu prato favorito, vou deixar minhas coisas e descer pra devorar tudo.

Tomás: D-devorar tudo?

Diana: (Rindo) Não conta pra minha irmã, mas eu gosto mais da sua comida do que da dela.

Tomás solta uma risadinha nervosa, esperando que Diana não perceba que ele tinha interpretado mal a frase dela. Afinal, era impossível que ela o desejasse, ou pelo menos era o que ele pensava, porque tinha vezes que a garota não parava de olhar pra ele e aqueles olhos inocentes se fixavam na virilha do cunhado, como uns dias atrás, quando ela o viu saindo do banho de cueca, se deliciando com aquele volume marcado. Diana subiu e Axel e Ignacia chegaram em casa depois de terem ido ao cinema. Ela ainda estava brava com ele, na verdade, não dirigiu a palavra pra ele a tarde toda, isso magoou o jovem.

A gostosa deu uma risadinha ao ler uma das mensagens das amigas, se aproximando da cozinha vê Tomás e pergunta onde estava a irmã mais velha. O homem responde que estava no quarto dela mas que já ia descer pra comer, a garota se vira e, embora não tivesse intenção de exibir a raba, o movimento sutil que fez deixou o sogro tremendo de tesão. O coroa, fingindo que nada tinha acontecido, pergunta se ela vai comer.

Ignacia: Nop… Tenho muita lição pra fazer e já comi no cinema.

Tomás: Entendi.

Ignacia sobe pro segundo andar bem animada e Axel ficava deitado no sofá pensando. Vanessa avisa a mãe que o jantar estava pronto, a mulher rapidamente pega o bebê e planeja descer, mas ao mesmo tempo que ela saía e Vanessa andava pro quarto da Josefina, Ignacia aparece e pede pra April dar uns minutos pra conversar. A Milf aceita, entrando de novo no quarto dela, isso chamou a atenção da Vanessa, embora ela não desse tanta importância. Já que a atenção dela se concentrou nos gemidos que vinham do quarto da tia, colocando o ouvido na porta consegue escutar a voz do irmão, o jovem estava fazendo sexo oral na tia.

Josefina: Ooohhh, aaaahhh, mmmmgghhh... Desde quando você ficou tão bom nisso?

Ele ficou calado, concentrado em chupar a buceta da tia, brincando com o clitóris dela e enfiando os dedos. Vanessa estava intrigada com aqueles gemidos, malvada, bate na porta interrompendo os jovens amantes. Josefina, nervosa, afastou Benjamim da vulva e em segundos vestiu a calcinha fio dental e a calça. Assustada, pede pro jovem se vestir e sentar na escrivaninha. O garoto obedece, pega um caderno e abre, Josefina faz o mesmo com a porta, ao abrir vê Vanessa, que entra no quarto de forma atrevida. Ela, ao ver o irmão, sorri de forma safada, começando a entender as coisas.

Josefina: Vanessa, pode me dizer o que você tá fazendo aqui?

Vanessa: Meu pai mandou avisar que o jantar tá pronto, mas claro que não esperava encontrar o Benjamim aqui também. Irmãozinho, posso saber o que você tá fazendo no quarto da nossa tia?

Benjamim ficou paralisado, o nervosismo consumia ele e não deixava pensar direito, Josefina também sentiu pânico, mas conseguiu controlar os nervos e respondeu pra sobrinha.

Josefina: Benjamim veio no meu quarto pra eu ajudar ele numa matéria.

Vanessa: Ah, é?

Josefina: É.

Vanessa: E em que matéria meu irmãozinho tá com dúvida? Em anatomia? (Risos)

Josefina não responde aquelas perguntas e Benjamim continuava sem saber o que dizer. Vanessa, vendo que ninguém respondia, decide sair do quarto. A gêmea da Inácia se aproxima do sobrinho, que olha pra ela com um certo desespero.

Benjamim: Cê acha que ela percebeu?

Josefina: Não sei... Mas se ela desconfia que tem algo entre a gente, não tem provas pra comprovar. Porém, de agora em diante vamos ter que agir com mais cuidado.

Durante a conversa entre Vanessa e Josefina, Diana tinha descido para o primeiro andar, observando um Axel mergulhado nos próprios pensamentos. A jovem dançarina se aproxima dele, dando um abraço forte e carinhoso e beijando sua bochecha. Axel, ao sentir isso, para de ficar tão melancólico, sorri para a cunhada e depois rouba um beijo dela, aproveitando que ninguém estava olhando. Ela ficou surpresa com esse ato do garoto, já que poucas vezes ele a tinha beijado daquele jeito, sentindo o corpo esquentar com aquele simples beijo.

Diana: A-Axel…

Axel: O que foi, Diana? Agora vai me dizer que não gosta dos meus beijos?

Diana: (Sorri) Longe disso, Axel, seus beijos me enlouquecem, só não esperava por isso.

Axel: Bom, vai se acostumando, porque vou te dar mais desses beijos se você me ouvir por alguns minutos.

Diana: (Confusa) Te ouvir?

Axel: Tenho um monte de coisas pra contar, mas ninguém pra me escutar.

Diana: (Sorri) Eu sempre estive aqui pra ouvir seus problemas e suas dúvidas.

Axel: (Suspira) Eu sei, e por isso vou te recompensar com muitos beijos. Quem sabe até com algo mais.

Vanessa, de longe, observava aquela cena, e o ciúme começava a tomar conta dela. Enquanto isso, April estava muito desconcertada com as palavras da irmã; descobria que a gostosa estava atrás do endereço do Sergio.

April: Por que você quer o endereço do Sergio?

Ignacia: (Risada curta) Digamos que tenho um assunto importante pra resolver com ele.

April: Desculpa, maninha, mas não posso te dar o endereço de outro professor.

Ignacia: Ah, vai, não seja chata e me diz onde mora esse gostoso.

April: (Atônita) Gostoso?

Ignacia ficou em silêncio com o olhar intimidador da irmã mais velha; entre todas as pessoas, só a April era capaz de meter medo nela, principalmente porque não podia reclamar de nada.

April: (Rindo) Então sua intenção é transar com ele? Já tava achando estranho esse interesse. teu por saber onde ela mora.

Ignacia: A-April…

April: (Interrompe) Não quero ouvir desculpa sua, Ignacia. Não vou te julgar, mas também não vou te ajudar, só vou te dizer que você precisa valorizar o que tem, porque, se perder, tenho certeza de que vai sofrer.

Essas palavras deixaram Ignacia pensativa, April se levanta e, com Simão nos braços, sai do quarto, deixando a rabuda sozinha. A garota para de pensar nas palavras da irmã mais velha e aproveita a oportunidade que apareceu para pegar o computador da mulher. Sabia que a relação entre Sérgio e April era bem boa, apesar de a irmã ter só 1 semana trabalhando na universidade, então não ia parecer estranho pro homem, seAbrilPedia o endereço dele pra se encontrarem e discutir uns bagulhos das matérias, que por um acaso estavam relacionadas. Mesmo assim, a mensagem tinha que ser perfeita, então ela se garantiu de não cometer nenhum erro.

Assim que mandou o e-mail, ficou nervosa esperando a resposta do cara, roendo as unhas e olhando sem parar pra porta do quarto. Quando viu a resposta do Sergio, a cara de impaciência dela virou uma de pura euforia, soltou um suspiro e começou a anotar o endereço do coroa no celular, e depois apagou a conversa. Guardou o laptop no mesmo lugar de onde tinha pegado, saiu do quarto sem fazer o menor barulho. Ignacia se deitou na cama, olhando uma foto do cara no celular, mordendo os lábios e se tocando na buceta, murmurando,Logo, logo você vai ser meu e essa trancuda enorme que você tem entre as pernas vai estar enfiada no meu cu.Na mesa, todo mundo comia normal. Vanessa aproveitou que a Ignacia não tava por perto e sentou do lado do Axel. A novinha passava a mão na virilha do meio-irmão dela, ele ficava desconfortável com a situação, mas aos poucos ia esquentando. Axel termina de comer e levanta da mesa pra ir falar com a Ignacia, o que irritou a Vanessa. No quarto, a rabuda tava se masturbando imaginando o que faria com o professor dela. Quando o cara entra no quarto, ela para e pergunta, irritada, o que ele queria. Ele tira do bolso umas reservas de hotel e fala pra namorada que era o presente de aniversário dela. Ignacia, sem graça, fica em silêncio por uns segundos.

Ignacia: É pra amanhã?

Axel: (Sorri) Sim, assim ninguém vai encher o saco, cê sabe do que eu tô falando. Além disso, a gente pode se divertir de várias formas e curtir seu aniversário só nós dois.

Ignacia: Desculpa, Axel, mas não dá.

Axel: (Confuso) Como assim?

Ignacia: É que já fiz planos com minhas amigas pra amanhã.

Axel: Ma-mas... Mas é seu aniversário, a gente sempre passa nossos aniversários juntos.

Ignacia: Sim, mas não é como se fosse uma tradição.

Axel: Tá falando sério, Ignacia? Por favor, me diz que é uma piada e que cê tá se vingando por algo que eu fiz, que pra ser sincero, nem sei o que foi.

Ignacia: Não, tô falando sério sim.

Axel: Eu tô tentando entender, mas não sei o que tá rolando com você.

Ignacia: Terminou? Porque se for isso, pode vazar, que eu quero ficar um tempo sozinha.

Axel se decepcionou mais uma vez com a atitude da namorada, que além de fria, tava mostrando total desinteresse. Frustrado, o cara sai do quarto, pensando em rasgar as reservas que tinha, mas aí percebe que podia fazer algo útil com elas e não jogar o dinheiro fora. Volta pro primeiro andar, senta do lado da meia-irmã e sussurra pra ela entrar na onda dele, que ele ia recompensar ela depois. Tarde, Vanessa ao ouvir aquilo sorri e aceita. Axel olha pro casal mais velho e fala que tem um presente pra eles, os dois se entreolham desconfiados. April pergunta pro moleque do que se trata.

Axel: (Suspira) Bom, com minha irmã e meu irmão, a gente viu que vocês tão muito ocupados com o Simão e não têm tempo pra vocês. Por isso, a gente fez uma reserva num hotel pra vocês descansarem esse fim de semana.

April: Vocês fizeram uma reserva num hotel pra gente?

Benjamim: Eu não sei do que meu irmão tá falando, mãe. Não lembro de a gente ter...

Vanessa: (Interrompe) O que você tá dizendo, Benjamim? Já não lembra que a gente passou um mês planejando essa surpresa pros nossos pais? Será que estudar tanto com a Josefina te fez esquecer das coisas?

Tanto Josefina quanto Benjamim ficaram assustados e sem graça ao ouvir aquilo.

Benjamim: (Gaguejando) Aaahh... E-E-Era... Essa so-so-sorpresa...

Vanessa: Sim, é dessa surpresa que o Axel tá falando, irmãozinho. E vocês, o que acham? (Olhando pros pais)

April observa o marido, e ele não sabia como encarar aquele presente que os filhos estavam dando.

Tomás: A gente precisa conversar, mas é bem provável que não aceitemos, embora agradeçamos o gesto.

April: É, e não é que a gente não confie em vocês pra cuidar do irmãozinho, mas acho que tem outras coisas importantes, tipo, amanhã é o aniversário da Ignacia e da Josefina.

Josefina: Se vocês tão preocupados com isso, podem ir tranquilos pro hotel, porque a gente não planejou comemorar nosso aniversário.

April: O quê? Como assim não vão comemorar o aniversário de vocês?

Josefina: É algo que a gente conversou com a Ignacia e decidiu não comemorar, irmã mais velha. Então vai com teu homem passar uns dias longe de tudo isso e aproveita pra transar muito.

Tomás: Princesa...

April: Não sei, Tom... É difícil decidir...

Vanessa: Ah, qual é, não se faz de difícil e só aceita o presente que estamos fazendo isso.
Diana: Sim, aceitem. Eu me comprometo com a limpeza e a organização da casa, além de ajudar a cuidar do meu sobrinho.

Axel: Se não aceitarem, vou ficar muito triste, mamãe April.

April: (Suspira) Tá bom... Vamos aceitar o presente de vocês, mas em troca queremos comemorar o aniversário de vocês duas (apontando para Josefina), assim que voltarmos e quando não tiver mais tanta briga entre a Vanessa e a Ignácia.

Vanessa: Brigas?

Tomás: Cê acha que a gente é cego? Sabemos que tem uma rivalidade entre as duas.

Vanessa: Ok... Prometo não tirar minha tia do sério. Na verdade, vou fazer as pazes com ela agora mesmo.

Vanessa se levanta e sobe pro quarto com a bunda gostosa, Axel olha pros adultos, escondendo a tristeza com um sorriso, os dois agradecem, e ele responde que não foi nada comparado ao que eles fazem por todo mundo na casa. April se levanta e abraça o garoto, mesmo que a relação deles nunca tivesse sido ruim, ela não esperava por esse gesto dele.Muito obrigada, filho.A Milf sussurrou, enquanto o jovem se perdia entre os peitos dela, esquecendo a mágoa e a raiva. Ignacia, mais uma vez, foi interrompida quando estava quase gozando. Furiosa, disse à sobrinha que não estava com paciência pra aturar as idiotices dela, mas a peituda, com um sorriso debochado, se aproximou mais.

Ignacia: Você é surda? Falei que não tô a fim de aturar suas bobagens.

Vanessa: Ouvi você perfeitamente, mas a gente precisa conversar.

A jovem peituda se deitou em cima da tia, segurando os braços dela. A rabuda não teve escolha a não ser ouvir a sobrinha insuportável, que, pra deixar a situação ainda mais quente, foi dando uns mordiscões no pescoço dela.–“Uuuhhgg… O que cê tá fazendo?”perguntou Ignácia com a voz ofegante.—"Sua pele é tão macia, tia…murmurou a moça enquanto soltava os braços da loira promíscua e suas mãos foram direto pra bunda dela.—"Aaahhhg"—Ignacia gemeu ao sentir os dedos de Vanessa roçando seu cu e a novinha apertando suas nádegas com força.–"Agora entendo por que o Axel é louco pela sua bunda, é uma maravilha mesmo"–Vanessa disse, toda provocante.

As duas se olharam fixamente, era o momento certo para a jovem de bunda grande se libertar do controle da sobrinha, mas Ignacia tinha perdido o domínio do próprio corpo e só queria brincar com Vanessa. Então, ela dá um beijo ardente e inesperado na peituda, que, ao sentir a língua da tia mais nova na boca, começa a se excitar. As garotas se entregaram à luxúria e foram se despindo devagar. Quando as duas estavam completamente nuas, Ignacia se aproxima dos mamilos da sobrinha e os morde, Vanessa geme. Depois de mordê-los, a rabuda foi enterrando o rosto nos peitos da moça, enquanto suas vulvas molhadas se roçavam uma na outra.

Nenhuma das duas dizia uma palavra, só continuavam com suas brincadeiras lésbicas, que ficavam cada vez mais quentes. Vanessa geme ao sentir os dedos da tia lá dentro, tocando áreas que lhe davam muito prazer, e as lambidas daquela língua safada nos peitos também a enlouqueciam. Quando finalmente chegou ao orgasmo, era a vez dela de satisfazer a rabuda, que se deita na cama e abre as pernas, mostrando aquela bucetinha molhada. Vanessa respirou fundo e se aproximou da tia, colocou as mãos perto daquela vagina depilada, lambendo ao redor, de cima a baixo, até dar uma lambida bem profunda e depois saboreia, sorrindo.gostosas de rabaoEnquanto isso acontecia, Axel e Diana tinham saído pra conversar no quintal de casa, Josefina e Benjamim foram dormir, cada um pro seu quarto, e Tomás com April lavavam a louça. O casal tava bem animado depois de receber aquele presente e saber que poderiam se satisfazer depois de tanto tempo. Axel, cabisbaixo, pedia conselho pra Diana sobre como reativar o relacionamento com a Ignacia. Aí a jovem bailarina perguntou em que momento a relação tinha estagnado e começado a se deteriorar. O rapaz respondeu que tudo começou uns dois meses atrás, quando o sexo entre os dois já não era tão gostoso como antes.

Diana: (Confusa) E como isso é possível?

Axel: (Suspira) Não sei, sinceramente não entendo. De repente, tudo que a gente curtia virou algo monótono e chato.

Diana: E vocês não tentaram inovar?

Axel: Tentei, aliás hoje levei ela no cinema com a intenção de transar com ela lá e sentir a adrenalina de ser pegos ou vistos, mas parece que ela não tá nem aí, e o pior de tudo é que nossa comunicação é quase zero.

Diana: Mmm... Entendi.

Diana e Axel continuaram conversando. Por outro lado, Benjamim se virava na cama inteira, não conseguia achar uma posição pra dormir — e não ia conseguir, porque tinha o pau completamente duro e rijo. Além disso, o corpo quente dele suava, fazendo ele se sentir sufocado, mas sem dúvida o pior de tudo é que toda vez que fechava os olhos, pensava na Josefina. O rapaz achava que era uma maldição aquela situação. Depois de pensar bem, chegou à conclusão de que o único jeito de ter paz era visitar a tia e foder com ela. Então se levantou e, de forma cautelosa, foi até o quarto da Josefina.

A moça dormia profundamente, então nem percebeu quando o sobrinho abriu a porta e entrou no quarto dela. O jovenzinho se deitou ao lado da tia, que estava usando como pijama, uma camisola transparente branca e uma tanga que sumia naquela bunda enorme. Benjamim abaixou a cueca e colocou o pau entre as coxas da loira, ela foi acordando com os movimentos que o garoto fazia. Ele se sentia completamente perdido pelo cheiro da gostosa e a ereção começava a ficar mais incômoda e dolorosa, então Josefina se virou, o rapaz ao vê-la de frente ficou imóvel por alguns segundos, mas criou coragem e aproximou os lábios dos dela.

Josefina: Be... Ben... Benjamim... O que você está fazendo?

Perguntou com certa inocência.

Benjamim: Não aguento mais, tia... Preciso tocar seus lábios e aproveitar seu corpo...

Josefina: N-não... Não podemos...

Benjamim: Por que não? Se ninguém me viu e tenho certeza de que ninguém vai nos interromper.

Josefina não conseguia contradizer o sobrinho, ele tinha um bom argumento e ela se surpreendeu que ele tenha se atrevido a visitá-la à noite e correr o risco de ser pego. Estava excitada, porém, não queria misturar as coisas, eles só transavam quando ela queria, não quando Benjamim era incapaz de controlar o tesão. A garota deu um tapa no rapaz e mandou ele sair do quarto dela, Benjamim diante dessa reação ficou perplexo, não entendia como a tia era tão cruel com ele e se importava tão pouco com a situação dele. Josefina deu outro tapa nele, então um resignado e frustrado Benjamim se levantou, para sair daquele quarto, voltando para o dele.

Ao mesmo tempo que Benjamim voltava para o quarto dele, Tomás e April conseguiam fazer Simão dormir, deixaram ele no berço e cuidadosamente saíram do quarto do pequeno. Os dois voltaram para o quarto do casal, onde se olharam e soltaram uma risadinha. Ao fechar a porta, a mulher se aproximou do marido e o beijou, ele recuou até ficar deitado na cama. Não precisava provocá-lo mais, o homem já estava de pau duro, mas April resolveu dar uns beijinhos no pescoço dele, enquanto as mãos dela entravam dentro da calça. e pegavam no tronco ereto dele. Ingênuas, acharam que podiam se divertir naquela noite, como um aquecimento pro que viria no dia seguinte.

Mas, depois da visita noturna do Benjamim, Josefina ficou inquieta e não conseguia pegar no sono, então decidiu ir pedir um calmante pra irmã mais velha. Esquecendo que tinha que bater na porta, a loirinha entra no quarto do casal, interrompendo os dois bem na hora em que a MILF segurava a pica do Tomás.—"Ah, merda"—A garota exclama, enquanto seus olhos se dirigiam pro pau do cunhado dela. A April rapidamente se cobre com um lençol, escondendo também a piroca do marido, embora ela já estivesse gravada na mente da novinha. April, meio irritada, nervosa e envergonhada, pergunta pra irmã o que ela tava procurando.

Josefina: Ehhhh... Eeeeeeeehh... Eeeeeeeehh... E-eu.... Mmmmm...

Josefina não encontrava as palavras certas pra se expressar, já que os pensamentos dela só tinham a imagem daquele pau grosso e empinado. Apesar de já estar com tesão antes, a excitação dela tinha aumentado depois de encontrar o casal quase transando e ver a vara dura do cunhado. Aquilo ficava evidente, porque dava pra ver os bicos dos peitos dela durinhos através da camisola transparente e a buceta dela começava a molhar a calcinha. Tomás, todo envergonhado, desviava o olhar pra parede, já que lembrava do que tinha rolado à tarde, quando viu ela pelada. April pergunta pra garota de novo, mas dessa vez num tom mais puto.

April: Responde, Josefina, que porra você precisa?

Josefina: Eeeehh... E-e-e... Eu... Eeeeehhh...

Era difícil pra garota manter a concentração, porque a cada piscada que ela dava, via a imagem do pau do homem. Aquela situação desconfortável começou a ficar excitante pra April. A MILF se levantou e se aproximou da irmã, pegou ela pela cintura e perguntou de um jeito carinhoso o que ela tava procurando. Josefina olhou fixo no rosto dela, respondendo que queria um calmante pra dormir. April deu uma risadinha curta e depois falou num tom provocante:Tem certeza de que quer um calmante? Por que não fica aqui fazendo companhia pra gente?Tomás olhou atônito para a esposa, depois da proposta que ela tinha feito pra garota.

Josefina olhou pro cunhado e mordeu o lábio inferior, sem querer tinha conseguido um convite pra se divertir com aquele pau maduro, que não tinha mostrado interesse até aquela tarde e agora que tinha visto ele em todo seu esplendor, era incapaz de recusar ou se segurar. Mas, bem quando a garota ia responder, Simão interrompeu o plano da mãe com o choro dele. Rápido, Tomás veste a calça e sai correndo pra ver o filho pequeno, April solta um suspiro e se vira pra pegar um calmante entre as coisas dela. Quando entrega pra Josefina, ela olha com uma cara de incrédula, então a MILF fala que ela ia perder tempo esperando o homem voltar logo.

Toda a ilusão de fazer putaria com aquele pau maduro tinha desabado pra garota, que voltava pro quarto mais tarada do que antes e com a imagem daquele membro gravada na cabeça. Depois de terem se dado prazer uma à outra, Ignacia e Vanessa ficaram deitadas na cama, ambas olhando os celulares e sem mostrar preocupação nenhuma, caso alguém entrasse e as encontrasse peladas. Na verdade, por um momento, Vanessa olhou bem pras unhas dela e comparou o tom loiro com o da tia. Mas a rabuda não ia continuar mais as brincadeiras infantis da sobrinha, olhando nos olhos dela, quebra o silêncio e pergunta.

Ignacia: Aliás, do que você queria falar?

Vanessa: Tem tanta coisa que eu adoraria conversar com você, tipo, como é que seu namorado fica louco pelas tetas da irmã dele? (Risos)

Ignacia: Só queria tirar sarro de mim? É inacreditável que a gente acabou transando.

Vanessa: (Sorri) Acho que me deixei levar pelas palavras da minha mãe, que queria que a gente fosse mais próxima. Mas ela tem razão nessa parada de que a gente precisa se dar bem, porque temos que fazer uma aliança. Ignacia: Uma aliança? Contra quem?

Vanessa: Contra sua irmãzinha Diana.

Ignacia: Contra a Diana? Po-por quê?

Vanessa: Talvez você não tenha notado, mas a Diana está cada vez mais perto do Axel. Eu entendo que você me veja como uma rival ou inimiga, porque adoro te provocar e te deixar com ciúmes. Mas eu sei que o Axel te ama, e você não é só sexo pra ele como eu sou. Com você ele é romântico, te convida pra sair e faz várias atividades diferentes, mesmo que você pareça não valorizar isso, e isso me irrita em você. Você tem um cara perfeito, com uma rola incrível e muito sensível, que te ouve e realiza cada um dos seus caprichos, mas você parece não ligar.

Ignacia: (Interrompe) Ei, não quero sermão. Vai direto ao ponto.

Vanessa: Ok, amargurada… (Suspira) Eu achava que a Diana era só uma putinha pro Axel, alguém pra ele se divertir e só, igual a mim. Mas ela tá deixando ele louco aos poucos. Aliás, reparei que ele olha pra ela com outros olhos, e da última vez que a gente transou, ele me chamou de Diana, e isso doeu pra caralho.

Ignacia: Sei lá… Na real, não vejo nada de estranho. Quer dizer, com seu irmão eu tenho um relacionamento liberal, ou seja, não vou ficar com ciúmes porque ele curte mais transar com ela do que com você. (Risada sarcástica)

Vanessa: (Engolindo o orgulho) Não vou te forçar a decidir agora, mas talvez a Diana esteja satisfazendo o Axel até mais que você.

Vanessa se levanta com um sorriso no rosto. Tinha conseguido o que queria: plantar a dúvida na cabeça de Ignacia, que ficou pensativa no quarto. Depois de um tempo, ela desceu pro primeiro andar pra pegar água, quando ouviu uns gemidos. Espiou discretamente pela sala e viu a jovem dançarina de quatro, rebolando rápido, enquanto a rola do Axel entrava e saía da buceta dela. Ver os dois transando não a incomodou, mas o que pegou foi ele dizer que era o melhor sexo em semanas. Sem esperar, o ciúme tomou conta dela. Cegaram de ódio contra a própria irmã, planejando como fazer o Axel esquecer dela.

Josefina não conseguia dormir com aquele tesão, se recusava a tomar a pílula, então decide ir acalmar aquela ardência e cócegas que sentia na buceta, com o pau do sobrinho. No quarto do garoto, Josefina tira a calcinha fio-dental encharcada e sobe em cima dele, que finalmente estava encontrando a calma pra dormir. Benjamim, ao sentir o peso da tia, abre os olhos, assustado, e antes de dizer qualquer palavra, a boca dele foi tampada pela mão da jovem loira. Ela se enfiou entre os lençóis e pegou aquele membro mole que não demorou a ficar duro que nem pedra, pronto pra satisfazer uma Josefina necessitada.

Só bastou enfiar tudo lá dentro pra ela gozar, mas isso não parou a garota; pelo contrário, a motivou ainda mais. Subia e descia naquela vara, gemendo o mais baixo que podia e se entregando à fantasia. Na mente pervertida dela, imaginava que estava cavalgando o cunhado, domando aquele pau maduro e que o homem a elogiava por ser uma puta incrível. Benjamim leva as mãos pra bunda da tia e agarra com força aquelas nádegas, fazendo a garota balbuciar.-Ooohhh… Siimm… Tomás… Arrebenta minha buceta, igual você faz com a April…”-O garoto não foi capaz de distinguir o que a tia dele tinha dito, que não demorou a soltar uma gozada enorme.

Ela não parava de pensar no Tomás e experimentava um orgasmo atrás do outro, voltando à realidade, mordia os lábios e refletia enquanto continuava sendo macetada.Meu Deus, o que tá acontecendo comigo? Por que não paro de pensar na pica do Tomás? Se é do mesmo tamanho que a do Benjamim e a do Axel... Hhhmmm... Mas só de ver ele duro me deixou louca, meu corpo esquentou como nunca antes, minha buceta ficou tão molhada que parece que eu me mijei, e como se não bastasse, pensando naquela rola eu tive um orgasmo fantástico... Meu Deus, meu Deus, meu Deus... Josefina, se acalma... Não pode perder a cabeça por uma pica...Depois de um longo recesso, quis retomar essa história, que terminei de um jeito meio abrupto. Por enquanto, planejo que sejam 5 capítulos, dependendo da minha disponibilidade, talvez eu continue a história. Como são contos densos, decidi colocar algumas fotos e gifs que possam ilustrar certos momentos, além de dar uma pausa rápida entre tanta letra. Espero que tenham gostado, em breve continuo o relato e também vou compartilhar um que é completamente novo. Por fim, pra quem não leu o começo dessa história, deixo o link do conto, caso queiram dar uma olhada.http://www.poringa.net/posts/relatos/3707593/Vacaciones-candentes-Capitulo-I-Las-putitas-culonas.html

1 comentários - Férias Quentes. Capítulo Especial 1

20-ole
Que bueno que hayas continuado la historia, por casualidad no la tienes desde el inicio con april y tomas?