Era fim de semana, meu tio de 56 anos passava o domingo com a namorada dele, a Graciela. Pra situar vocês, meu tio já tinha tido várias namoradas, muito gostosas por sinal, eram MILFs lindas, não o estereótipo de porno que todo mundo parece encontrar, mas sim MILFs autênticas e maravilhosas. Era domingo de manhã, eu com meus 27 anos tava numa idade incrível, tinha uma vida social e um trabalho foda. Entrei em casa, a do meu tio era colada na minha; tinha sido uma grande noite de balada, só faltava ter pegado alguém, mas não foi a noite e eu tava meio tarado.
Ao me deitar completamente pelado (eu tava sozinho, então tinha essa vantagem), ia dormir com o sol entrando pela janela. Em poucos minutos, ouvi uns gemidos, sim, era a namorada do meu tio com ele. As duas casas tavam em construção, e meu quarto dava bem no quarto dele, já que as casas eram no mesmo terreno. Saber que meu tio tava transando não me dava nenhum tesão, mas a namorada dele sim. Os gemidos foram ficando intensos, ela cada vez se soltava mais sem se importar com nada, eu me masturbava pensando nela e em como ela seria na cama; um tempo depois, os gemidos pareciam ecoar de todos os lados na calmaria de um domingo às sete da manhã, nada importava pra eles. Pouco depois, os gritos de prazer pararam, e eu acabei gozando na minha barriga, depois de me limpar, dormi ainda excitado.
Graciela tinha 51 na época, loira de cabelo curto, um corte tipo americano que ficava espetacular nela, era muito bonita de rosto, pele branca, bem alta e com umas pernas firmes, bunda redonda e peitos pequenos. Meu tio tinha esse gosto, bundudas de peito pequeno, às vezes altas, às vezes baixinhas, e o filho da puta tinha sorte de pegar elas. Ao meio-dia, não dava mais pra dormir, pela janela do meu quarto vi ela estendendo roupa recém-lavada, toda vez que se abaixava, a calcinha fio dental preta escapava, fui tomar café da manhã pensando no que tinha acontecido. Ouvi dizer que, por fora, eu mostrava respeito por ser a namorada do meu tio, mas na intimidade não era a primeira punheta que eu dedicava a ela, a melhor punheta tinha sido com o complemento dos gemidos dela. Fazia três anos que estavam juntos e pareciam se dar maravilhosamente bem. Ela já me chamava de "sobrinho", odiava essa tentativa de apego das parceiras dele, além disso sentia que me tiravam a virilidade, eu já era um homem e não o sobrinho dela.
Terminado meu mate, fui cumprimentar meu tio, a porta estava aberta, tinha uma sala de jantar com cozinha, um banheiro e o quarto dele, o básico do básico, do nada apareceu a Graciela que só estava de tanguinha vermelha e um sutiã preto, ela se assustou (eu também). Voltou rápido pro quarto e começamos a conversar:
_ Bom dia, sobrinho, desculpa, não te ouvi! Seu tio foi comprar umas coisas mas já volta
Ela saiu de novo descalça com uma legging e uma camiseta. Me cumprimentou com um beijo na bochecha.
_ Eu estava me trocando, desculpa....
_ Não, sem problemas, é que vi a porta aberta e...
_ É, estava me deixando mais à vontade, me desculpa por você ter que ver um corpo de velha
_ Não fale assim da senhora, é uma mulher gostosa, bom, só passei pra dar um oi, qualquer coisa volto depois...
Graciela se mantinha melhor do que eu imaginava, existem detalhes próprios da idade, mas eu que era amante das MILFs pra mim eram um tesouro, não importava se era celulite, vasinhos, a bunda um pouco caída, tudo era apetitoso. Quando ela se virou, pude apreciar que tinha uma bunda linda, uma caída natural que dava vontade de provar, não acreditava na sorte do meu tio. Almoçamos juntos e o papo foi super divertido, meu tio tinha bebido muito e já não prestava atenção, ficava caladão, então toda interação era entre Graciela e eu. Falei que ia embora porque pensava em visitar um amigo, antes de sair ouvi uma discussão entre meu tio e ela, ele não controlava o volume da voz e ela, puta, também não, acharam que eu já tinha ido, falavam algo tipo: _ O que você acha? Que eu não percebi como você olha pra ele? O que que há com você? Tá afim dele?
_ A gente só tava conversando, você tava o tempo todo presente! Vai ficar com ciúme de todo mundo?
_ E daí, se você fica de simpática ele vai achar que você tá a fim! Ele já é um homem, Juliano, você olhava pra ele como se quisesse comer ele
_ Não entendo que porra você viu, mas já encheu o saco tanta desconfiança!
Eu também não entendia nada, a gente riu pra caralho e foi só isso, não senti que ele tava dando em cima (quem dera). Meu tio era muito ciumento, e ele não era exatamente o cara mais fiel do mundo. Um tempo depois vi que a Graciela tava fumando na frente, enxugando as lágrimas, não sabia se ia ou não. Abri a porta devagar e fiz um barulhinho, ela se virou assustada tentando secar as lágrimas rápido; fiz sinal pra ela vir logo, acendi um cigarro também e a gente ficou dentro de casa.
_ Seu tio dormiu, acho que você ouviu tudo...
_ Sim, e sinceramente não entendo.
_ Ele ficou bêbado, bebeu demais, foi isso...
_ Mesmo assim não justifica ele gritar com você
_ É... sei lá, uma vez ele já ficou puto porque eu tava de legging e ele disse que você tava de olho na minha bunda...
Isso podia ter rolado, sim, eu tinha olhado a bunda dela várias vezes, mas nunca senti que ele tivesse por perto.
_ Graciela, de qualquer jeito, a senhora não pode ficar refém do ciúme dele...
_ É, e além disso já sou uma velha, como se eu fosse interessar pra uns caras jovens!
_ Graciela, pelo amor, não seja tão dura com a senhora mesma, a senhora é uma mulher gostosa e não sabe do gosto dos outros. Se precisar de algo, me avisa, a gente tenta fazer ele não beber tanto na próxima
_ É, tá bom, obrigada.
Consegui arrancar um sorriso dela, as lágrimas pararam e pela primeira vez ela me abraçou. Eu abracei ela forte e sem querer (pelo contexto do momento) a pica começou a endurecer rápido, que órgão traiçoeiro a pica. Como eu tava de short de corrida, senti que era muito fácil me entregar, já num ponto Senti que a pica batia na barriga dela, não era uma pica grande, mas tenho certeza que dava pra notar, eu segurava ela com as duas mãos na cintura e acariciava um pouco, ela me deu um beijo na bochecha, me olhou segurando meu rosto com as duas mãos, a cintura dela ainda colada na minha. "Você é um homem bom mesmo" sentenciou, e depois foi pra casa do meu tio, quando se desgrudou senti minha pica acompanhando a saída dela, mas ela não olhou nem se preocupou.
No domingo seguinte fui convidado pra jantar com eles de novo, meu tio tinha bebido desde cedo, por volta das 22h ele já tava completamente bêbado, jantamos, a música tava num volume infernal, Graciela e eu conversávamos sobre vários assuntos quase no ouvido, meu tio continuava bebendo, não conseguia entender como aquele ser humano ainda tava vivo, como aguentava tanto álcool. Ela e eu tomávamos cerveja, bastante, é verdade, mas mais devagar. Graciela tinha peitos pequenos como eu disse antes, mas naquele dia tava com um decote e um sutiã que pareciam maiores, como se fossem escapar. Meu tio dormiu na cadeira, a ponto de roncar, talvez pelo álcool, mas naquela hora meus olhos iam pros peitos dela toda hora, ela me ouvia como se nada até que do nada me disse no ouvido "meus olhos estão mais pra cima" e começou a rir, eu tava vermelho de vergonha mas ela continuou falando normal. Já tava no jogo, os dois estávamos de chinelo, então encostei meu pé no dela, enquanto tomávamos mais um pouco notei que não se importava de eu brincar com o pé dela; e pra falar a verdade, também não conseguia parar de olhar pros peitos dela. Sentia que tinha algo mútuo, mas ainda assim custava a pensar no próximo passo, fui pegar mais latas de cerveja e continuei brincando com o pé dela; com um movimento brusco dela, caiu cinza do cigarro no decote, ela se assustou entre risadas e se limpou.
"Ficou um pouco" eu disse, "Onde?" ela olhou estranhada, pedi permissão e rapidamente com a mão livre limpei tocando nos peitos dela, não tinha cinza, era mentira, mas foi uma desculpa pra Continuando o jogo, ela tapava a boca pra não rir mais alto, mas a música continuava e meu tio seguia dormindo, não era pra menos com a quantidade de álcool. Nem preciso dizer que minha ereção não cedia nem por um segundo. Fui de propósito com um short e uma camiseta leve, bem caseiro. De propósito, deixei cair bastante cinza na minha calça (ideia meio idiota, porque eu podia queimar o short, e dito e feito, a peça tinha vários buracos pequenos — perdi uma calça por causa da punheta). Ela apontou pras cinzas que eu tinha no short, que já deixava ver o volume marcado dos meus 14 cm. Falei pra ela limpar, se quisesse. Ela ria pra caralho e, com a mão meio tímida, começou a limpar até que roçou os dedos no meu pau, que apontava pro outro lado. "Continua tranquila", falei. Ela tirou a cinza que restava, passou a mão várias vezes no meu tronco, fazia isso enquanto olhava se meu tio continuava dormindo.
Ficava olhando ele dormindo, mas deixou a mão no meu volume, e eu fiz ela começar a massagear. Só esse gesto fez com que ela continuasse por conta própria, amassando meu pau. Eu acariciava as pernas dela e o pouco que dava da bunda dela — inacreditável que esse jogo idiota tivesse funcionado, ou talvez já houvesse vontade e isso só serviu de desculpa. Comecei a esfregar a virilha dela. Tínhamos o cuidado de fazer as coisas por baixo do nível da mesa, mas ela não parava de olhar pro meu tio com atenção, só por precaução. Afastei um pouco o short pra deixar meu pau aparecer, e Graciela arregalou os olhos, surpresa, mas na hora pegou ele e começou uma punheta lenta, mas contínua. Agora eu tocava ela por todo lado, enfiei uns dedos pra sentir o mamilo. "Espera", ela falou, e fez sinal pra irmos pro banheiro. Podíamos ter ido pro quarto, mas no fim das contas era a mesma coisa. No banheiro, beijei ela um pouco, tocando tudo que dava, ela continuava me masturbando. Levantei a camiseta e o sutiã dela como pude pra chupar aqueles peitos, pequenos, macios, com mamilos grossos. Ela parou e colocou a cabeça pra fora do banheiro. só pra ver se ele ainda tava dormindo, confirmado isso, ela voltou.
Continuamos transando como namorados, com muita língua; sozinha ela se abaixou e, enquanto eu me masturbava com dois dedos, começou a me chupar. Cada pessoa chupa de um jeito, não tem duas mamadas iguais, e a dela era uma mamada bem mecânica, sem aplicar muita força, mas constante. Pedi pra ela baixar a calça e a bunda dela, bem empinada, ficou à minha mercê, apertei e dei uns tapas. Cuspi na minha mão, puxei a calcinha fio dental dela de lado e meus dedos começaram a brincar também, meti um e ficava enfiando e tirando. Ela parou, foi checar se tudo continuava na mesma e voltou.
— Julián, se seu tio acordar, a gente...
— Shhh...
— Ele pode acordar...
— Não vai acordar, você viu como ele tá bêbado, vamos fazer algo rapidinho...
Graciela ficou uns segundos hesitando enquanto arrumava o sutiã e baixava a camiseta. Pensei que ia desistir, ela olhou de novo, voltou e com a cabeça me disse que sim, acrescentando "um rapidinho, tô com medo dele acordar". Encostei ela na pia, aproveitando que ela quis, puxei a calcinha fio dental de lado, cuspi no meu pau e também coloquei saliva na entrada da buceta dela. Assim que encostei o pau, senti que todo esse risco valia a pena, segurei ela pela cintura e penetrei, ela soltou um gemido forte e tapou a boca rápido. Comecei devagar, mas em segundos já tava comendo ela com força, minha batida batia naquela bunda redonda e fazia vibrar igual quem bate numa gelatina. A música infernal ajudava a abafar o barulho que a gente fazia no banheiro, tirei a camiseta e joguei no chão. Continuei penetrando com força, dava pra ver pelo espelho grande do banheiro que ela fechava os olhos e respirava pesado de boca aberta, pegou a toalha de mão e mordeu, dava pra ver que tava segurando os gemidos, tava mais solta. Comi ela por menos de dez minutos, mas valeu a pena. Na hora de gozar, perguntei se podia ser na boca dela, ela disse que sim. Ela se virou enquanto eu acelerava a gozada com uma punheta forte, rapidamente olhou uma vez. Mais pra confirmar que ele continuava dormindo (embora pra mim fosse desnecessário, mas tesão e nervosismo não são uma mistura que nos faça ser lógicos), ela colocou minha glande na boca e com mais umas sacudidas eu gozei dentro, terminei de espremer o que restava na boca dela, ela ficou parada recebendo toda minha porra, cuspiu na pia e lavou a boca enquanto eu guardava minha piroca já mole. Fomos pra sala de jantar e fumamos, ela olhava meu tio com um certo desprezo. Da minha parte, já tinha conseguido comer uma buceta, mas queria mais uma, uma tranquila onde a gente pudesse fazer mais. Não queria prolongar essa história, então a outra parte vou contar depois.
Ao me deitar completamente pelado (eu tava sozinho, então tinha essa vantagem), ia dormir com o sol entrando pela janela. Em poucos minutos, ouvi uns gemidos, sim, era a namorada do meu tio com ele. As duas casas tavam em construção, e meu quarto dava bem no quarto dele, já que as casas eram no mesmo terreno. Saber que meu tio tava transando não me dava nenhum tesão, mas a namorada dele sim. Os gemidos foram ficando intensos, ela cada vez se soltava mais sem se importar com nada, eu me masturbava pensando nela e em como ela seria na cama; um tempo depois, os gemidos pareciam ecoar de todos os lados na calmaria de um domingo às sete da manhã, nada importava pra eles. Pouco depois, os gritos de prazer pararam, e eu acabei gozando na minha barriga, depois de me limpar, dormi ainda excitado.
Graciela tinha 51 na época, loira de cabelo curto, um corte tipo americano que ficava espetacular nela, era muito bonita de rosto, pele branca, bem alta e com umas pernas firmes, bunda redonda e peitos pequenos. Meu tio tinha esse gosto, bundudas de peito pequeno, às vezes altas, às vezes baixinhas, e o filho da puta tinha sorte de pegar elas. Ao meio-dia, não dava mais pra dormir, pela janela do meu quarto vi ela estendendo roupa recém-lavada, toda vez que se abaixava, a calcinha fio dental preta escapava, fui tomar café da manhã pensando no que tinha acontecido. Ouvi dizer que, por fora, eu mostrava respeito por ser a namorada do meu tio, mas na intimidade não era a primeira punheta que eu dedicava a ela, a melhor punheta tinha sido com o complemento dos gemidos dela. Fazia três anos que estavam juntos e pareciam se dar maravilhosamente bem. Ela já me chamava de "sobrinho", odiava essa tentativa de apego das parceiras dele, além disso sentia que me tiravam a virilidade, eu já era um homem e não o sobrinho dela.
Terminado meu mate, fui cumprimentar meu tio, a porta estava aberta, tinha uma sala de jantar com cozinha, um banheiro e o quarto dele, o básico do básico, do nada apareceu a Graciela que só estava de tanguinha vermelha e um sutiã preto, ela se assustou (eu também). Voltou rápido pro quarto e começamos a conversar:
_ Bom dia, sobrinho, desculpa, não te ouvi! Seu tio foi comprar umas coisas mas já volta
Ela saiu de novo descalça com uma legging e uma camiseta. Me cumprimentou com um beijo na bochecha.
_ Eu estava me trocando, desculpa....
_ Não, sem problemas, é que vi a porta aberta e...
_ É, estava me deixando mais à vontade, me desculpa por você ter que ver um corpo de velha
_ Não fale assim da senhora, é uma mulher gostosa, bom, só passei pra dar um oi, qualquer coisa volto depois...
Graciela se mantinha melhor do que eu imaginava, existem detalhes próprios da idade, mas eu que era amante das MILFs pra mim eram um tesouro, não importava se era celulite, vasinhos, a bunda um pouco caída, tudo era apetitoso. Quando ela se virou, pude apreciar que tinha uma bunda linda, uma caída natural que dava vontade de provar, não acreditava na sorte do meu tio. Almoçamos juntos e o papo foi super divertido, meu tio tinha bebido muito e já não prestava atenção, ficava caladão, então toda interação era entre Graciela e eu. Falei que ia embora porque pensava em visitar um amigo, antes de sair ouvi uma discussão entre meu tio e ela, ele não controlava o volume da voz e ela, puta, também não, acharam que eu já tinha ido, falavam algo tipo: _ O que você acha? Que eu não percebi como você olha pra ele? O que que há com você? Tá afim dele?
_ A gente só tava conversando, você tava o tempo todo presente! Vai ficar com ciúme de todo mundo?
_ E daí, se você fica de simpática ele vai achar que você tá a fim! Ele já é um homem, Juliano, você olhava pra ele como se quisesse comer ele
_ Não entendo que porra você viu, mas já encheu o saco tanta desconfiança!
Eu também não entendia nada, a gente riu pra caralho e foi só isso, não senti que ele tava dando em cima (quem dera). Meu tio era muito ciumento, e ele não era exatamente o cara mais fiel do mundo. Um tempo depois vi que a Graciela tava fumando na frente, enxugando as lágrimas, não sabia se ia ou não. Abri a porta devagar e fiz um barulhinho, ela se virou assustada tentando secar as lágrimas rápido; fiz sinal pra ela vir logo, acendi um cigarro também e a gente ficou dentro de casa.
_ Seu tio dormiu, acho que você ouviu tudo...
_ Sim, e sinceramente não entendo.
_ Ele ficou bêbado, bebeu demais, foi isso...
_ Mesmo assim não justifica ele gritar com você
_ É... sei lá, uma vez ele já ficou puto porque eu tava de legging e ele disse que você tava de olho na minha bunda...
Isso podia ter rolado, sim, eu tinha olhado a bunda dela várias vezes, mas nunca senti que ele tivesse por perto.
_ Graciela, de qualquer jeito, a senhora não pode ficar refém do ciúme dele...
_ É, e além disso já sou uma velha, como se eu fosse interessar pra uns caras jovens!
_ Graciela, pelo amor, não seja tão dura com a senhora mesma, a senhora é uma mulher gostosa e não sabe do gosto dos outros. Se precisar de algo, me avisa, a gente tenta fazer ele não beber tanto na próxima
_ É, tá bom, obrigada.
Consegui arrancar um sorriso dela, as lágrimas pararam e pela primeira vez ela me abraçou. Eu abracei ela forte e sem querer (pelo contexto do momento) a pica começou a endurecer rápido, que órgão traiçoeiro a pica. Como eu tava de short de corrida, senti que era muito fácil me entregar, já num ponto Senti que a pica batia na barriga dela, não era uma pica grande, mas tenho certeza que dava pra notar, eu segurava ela com as duas mãos na cintura e acariciava um pouco, ela me deu um beijo na bochecha, me olhou segurando meu rosto com as duas mãos, a cintura dela ainda colada na minha. "Você é um homem bom mesmo" sentenciou, e depois foi pra casa do meu tio, quando se desgrudou senti minha pica acompanhando a saída dela, mas ela não olhou nem se preocupou.
No domingo seguinte fui convidado pra jantar com eles de novo, meu tio tinha bebido desde cedo, por volta das 22h ele já tava completamente bêbado, jantamos, a música tava num volume infernal, Graciela e eu conversávamos sobre vários assuntos quase no ouvido, meu tio continuava bebendo, não conseguia entender como aquele ser humano ainda tava vivo, como aguentava tanto álcool. Ela e eu tomávamos cerveja, bastante, é verdade, mas mais devagar. Graciela tinha peitos pequenos como eu disse antes, mas naquele dia tava com um decote e um sutiã que pareciam maiores, como se fossem escapar. Meu tio dormiu na cadeira, a ponto de roncar, talvez pelo álcool, mas naquela hora meus olhos iam pros peitos dela toda hora, ela me ouvia como se nada até que do nada me disse no ouvido "meus olhos estão mais pra cima" e começou a rir, eu tava vermelho de vergonha mas ela continuou falando normal. Já tava no jogo, os dois estávamos de chinelo, então encostei meu pé no dela, enquanto tomávamos mais um pouco notei que não se importava de eu brincar com o pé dela; e pra falar a verdade, também não conseguia parar de olhar pros peitos dela. Sentia que tinha algo mútuo, mas ainda assim custava a pensar no próximo passo, fui pegar mais latas de cerveja e continuei brincando com o pé dela; com um movimento brusco dela, caiu cinza do cigarro no decote, ela se assustou entre risadas e se limpou.
"Ficou um pouco" eu disse, "Onde?" ela olhou estranhada, pedi permissão e rapidamente com a mão livre limpei tocando nos peitos dela, não tinha cinza, era mentira, mas foi uma desculpa pra Continuando o jogo, ela tapava a boca pra não rir mais alto, mas a música continuava e meu tio seguia dormindo, não era pra menos com a quantidade de álcool. Nem preciso dizer que minha ereção não cedia nem por um segundo. Fui de propósito com um short e uma camiseta leve, bem caseiro. De propósito, deixei cair bastante cinza na minha calça (ideia meio idiota, porque eu podia queimar o short, e dito e feito, a peça tinha vários buracos pequenos — perdi uma calça por causa da punheta). Ela apontou pras cinzas que eu tinha no short, que já deixava ver o volume marcado dos meus 14 cm. Falei pra ela limpar, se quisesse. Ela ria pra caralho e, com a mão meio tímida, começou a limpar até que roçou os dedos no meu pau, que apontava pro outro lado. "Continua tranquila", falei. Ela tirou a cinza que restava, passou a mão várias vezes no meu tronco, fazia isso enquanto olhava se meu tio continuava dormindo.
Ficava olhando ele dormindo, mas deixou a mão no meu volume, e eu fiz ela começar a massagear. Só esse gesto fez com que ela continuasse por conta própria, amassando meu pau. Eu acariciava as pernas dela e o pouco que dava da bunda dela — inacreditável que esse jogo idiota tivesse funcionado, ou talvez já houvesse vontade e isso só serviu de desculpa. Comecei a esfregar a virilha dela. Tínhamos o cuidado de fazer as coisas por baixo do nível da mesa, mas ela não parava de olhar pro meu tio com atenção, só por precaução. Afastei um pouco o short pra deixar meu pau aparecer, e Graciela arregalou os olhos, surpresa, mas na hora pegou ele e começou uma punheta lenta, mas contínua. Agora eu tocava ela por todo lado, enfiei uns dedos pra sentir o mamilo. "Espera", ela falou, e fez sinal pra irmos pro banheiro. Podíamos ter ido pro quarto, mas no fim das contas era a mesma coisa. No banheiro, beijei ela um pouco, tocando tudo que dava, ela continuava me masturbando. Levantei a camiseta e o sutiã dela como pude pra chupar aqueles peitos, pequenos, macios, com mamilos grossos. Ela parou e colocou a cabeça pra fora do banheiro. só pra ver se ele ainda tava dormindo, confirmado isso, ela voltou.
Continuamos transando como namorados, com muita língua; sozinha ela se abaixou e, enquanto eu me masturbava com dois dedos, começou a me chupar. Cada pessoa chupa de um jeito, não tem duas mamadas iguais, e a dela era uma mamada bem mecânica, sem aplicar muita força, mas constante. Pedi pra ela baixar a calça e a bunda dela, bem empinada, ficou à minha mercê, apertei e dei uns tapas. Cuspi na minha mão, puxei a calcinha fio dental dela de lado e meus dedos começaram a brincar também, meti um e ficava enfiando e tirando. Ela parou, foi checar se tudo continuava na mesma e voltou.
— Julián, se seu tio acordar, a gente...
— Shhh...
— Ele pode acordar...
— Não vai acordar, você viu como ele tá bêbado, vamos fazer algo rapidinho...
Graciela ficou uns segundos hesitando enquanto arrumava o sutiã e baixava a camiseta. Pensei que ia desistir, ela olhou de novo, voltou e com a cabeça me disse que sim, acrescentando "um rapidinho, tô com medo dele acordar". Encostei ela na pia, aproveitando que ela quis, puxei a calcinha fio dental de lado, cuspi no meu pau e também coloquei saliva na entrada da buceta dela. Assim que encostei o pau, senti que todo esse risco valia a pena, segurei ela pela cintura e penetrei, ela soltou um gemido forte e tapou a boca rápido. Comecei devagar, mas em segundos já tava comendo ela com força, minha batida batia naquela bunda redonda e fazia vibrar igual quem bate numa gelatina. A música infernal ajudava a abafar o barulho que a gente fazia no banheiro, tirei a camiseta e joguei no chão. Continuei penetrando com força, dava pra ver pelo espelho grande do banheiro que ela fechava os olhos e respirava pesado de boca aberta, pegou a toalha de mão e mordeu, dava pra ver que tava segurando os gemidos, tava mais solta. Comi ela por menos de dez minutos, mas valeu a pena. Na hora de gozar, perguntei se podia ser na boca dela, ela disse que sim. Ela se virou enquanto eu acelerava a gozada com uma punheta forte, rapidamente olhou uma vez. Mais pra confirmar que ele continuava dormindo (embora pra mim fosse desnecessário, mas tesão e nervosismo não são uma mistura que nos faça ser lógicos), ela colocou minha glande na boca e com mais umas sacudidas eu gozei dentro, terminei de espremer o que restava na boca dela, ela ficou parada recebendo toda minha porra, cuspiu na pia e lavou a boca enquanto eu guardava minha piroca já mole. Fomos pra sala de jantar e fumamos, ela olhava meu tio com um certo desprezo. Da minha parte, já tinha conseguido comer uma buceta, mas queria mais uma, uma tranquila onde a gente pudesse fazer mais. Não queria prolongar essa história, então a outra parte vou contar depois.
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