Bom, antes de tudo, vou avisar que é a primeira vez que escrevo aqui. Meu nome é Alejandro (embora ninguém me conheça por esse nome), tenho 31 anos e estou num relacionamento aberto há alguns anos. Temos uma filha e tudo que vou contar é real. Numa sexta à noite, vieram duas amigas da minha parceira (vou chamar ela de Sofi. Não vou usar nomes reais, só pra não ficar noiado, kkk). São "Nati" e "Carla". Eu e Sofi já tínhamos conversado sobre a possibilidade de fazer um ménage com a Nati, se ela topasse, então ela sabia da minha atração pela Nati, mas tinha ficado só na conversa mesmo.
Bom, questão que a Sofi foi dormir com a nossa filha, então fiquei sozinho com as amigas dela, bebendo, conversando e curtindo. Depois de um tempo, vendo que a Sofi não voltava, tentei acordar ela algumas vezes (várias), mas ela tava cansada e no dia seguinte ia acordar cedo. A Nati também tentou acordar ela, mas não teve jeito. Continuamos bebendo até ficar todo mundo bem alegre e começamos a dançar. Primeiro com a Carla e depois com a Nati. A Carla acabou dormindo no sofá e por umas duas horas ficamos só eu e a Nati conversando (e bebendo, hehe). Dava pra sentir uma tensão sexual no ar, então falei sobre a nossa intenção com a Sofi de fazer um ménage e que, na verdade, na visita anterior da Nati, já tínhamos dado umas indiretas. Ela riu e a gente teve a seguinte conversa:
N: Você tem que ser mais direto comigo, não pego muito bem indiretas.
Y: Ah é? De 1 a 100, quão direto eu tenho que ser?
Quando falei isso, fiquei de frente pra ela, e ela riu e disse:
N: APA, você me dá um pouco de medo... 100!
Na hora, meti um beijo na boca dela... e como ela beijava bem! Começamos a nos pegar forte, segurei ela pela cintura e enfiei a mão por baixo da blusa, levantei e comecei a chupar os peitos dela. Ela disse: "Vamos lá fora, aqui podem nos ver" (a Carla tava dormindo a poucos metros e a Sofi no quarto). Então saímos, mas como estávamos visíveis pra algum vizinho, entramos numa obra em construção que fica do lado. Que tesão que tava! Ela é uma mina gostosa e muito, muito transável, além da putaria de ser amiga da Sofi kkk. A gente se pegou e comecei a passar a mão na buceta dela, toda molhada, enquanto ela pegou na minha pica e ficava esfregando até enfiar (a gente tava de frente e em pé, não é o mais confortável, mas foi na hora). Ficamos assim uns minutos e depois virei ela, coloquei ela de quatro e senti como entrava tudo, fiquei louco. Segurei ela pelo pescoço e metia mais forte, e os dois curtiram pra caralho. Num momento a gente parou porque não tinha proteção e ela não toma pílula nem nada. Eu comecei a subir a calça pra ir buscar e ela ajoelhou e baixou de novo, enfiando a pica na boca. Chupava com uma vontade! Até forte demais às vezes kkk. Continuou chupando e quando eu tava gozando, ela abriu a boca e colocou a língua pra fora com uma cara de puta do caralho. Enchi a cara dela toda de porra e quando ela levantou, limpou com um dedo e enfiou na boca e falou "não acredito que a gente fez isso", e eu respondi que tava com vontade há muito tempo e beijei ela. A gente foi pra dentro e ficamos mais um tempo se pegando, quase começando de novo, e aí a Sofi desceu. As punhetas que eu bati pensando naquele dia, vocês não têm ideia kkk. Espero que tenham gostado e se quiserem, tenho mais histórias pra contar.
Bom, questão que a Sofi foi dormir com a nossa filha, então fiquei sozinho com as amigas dela, bebendo, conversando e curtindo. Depois de um tempo, vendo que a Sofi não voltava, tentei acordar ela algumas vezes (várias), mas ela tava cansada e no dia seguinte ia acordar cedo. A Nati também tentou acordar ela, mas não teve jeito. Continuamos bebendo até ficar todo mundo bem alegre e começamos a dançar. Primeiro com a Carla e depois com a Nati. A Carla acabou dormindo no sofá e por umas duas horas ficamos só eu e a Nati conversando (e bebendo, hehe). Dava pra sentir uma tensão sexual no ar, então falei sobre a nossa intenção com a Sofi de fazer um ménage e que, na verdade, na visita anterior da Nati, já tínhamos dado umas indiretas. Ela riu e a gente teve a seguinte conversa:
N: Você tem que ser mais direto comigo, não pego muito bem indiretas.
Y: Ah é? De 1 a 100, quão direto eu tenho que ser?
Quando falei isso, fiquei de frente pra ela, e ela riu e disse:
N: APA, você me dá um pouco de medo... 100!
Na hora, meti um beijo na boca dela... e como ela beijava bem! Começamos a nos pegar forte, segurei ela pela cintura e enfiei a mão por baixo da blusa, levantei e comecei a chupar os peitos dela. Ela disse: "Vamos lá fora, aqui podem nos ver" (a Carla tava dormindo a poucos metros e a Sofi no quarto). Então saímos, mas como estávamos visíveis pra algum vizinho, entramos numa obra em construção que fica do lado. Que tesão que tava! Ela é uma mina gostosa e muito, muito transável, além da putaria de ser amiga da Sofi kkk. A gente se pegou e comecei a passar a mão na buceta dela, toda molhada, enquanto ela pegou na minha pica e ficava esfregando até enfiar (a gente tava de frente e em pé, não é o mais confortável, mas foi na hora). Ficamos assim uns minutos e depois virei ela, coloquei ela de quatro e senti como entrava tudo, fiquei louco. Segurei ela pelo pescoço e metia mais forte, e os dois curtiram pra caralho. Num momento a gente parou porque não tinha proteção e ela não toma pílula nem nada. Eu comecei a subir a calça pra ir buscar e ela ajoelhou e baixou de novo, enfiando a pica na boca. Chupava com uma vontade! Até forte demais às vezes kkk. Continuou chupando e quando eu tava gozando, ela abriu a boca e colocou a língua pra fora com uma cara de puta do caralho. Enchi a cara dela toda de porra e quando ela levantou, limpou com um dedo e enfiou na boca e falou "não acredito que a gente fez isso", e eu respondi que tava com vontade há muito tempo e beijei ela. A gente foi pra dentro e ficamos mais um tempo se pegando, quase começando de novo, e aí a Sofi desceu. As punhetas que eu bati pensando naquele dia, vocês não têm ideia kkk. Espero que tenham gostado e se quiserem, tenho mais histórias pra contar.
4 comentários - Comi a amiga da minha mina enquanto ela dormia