19. Vou engravidar minha tia gostosa

Dito e feito, como eu disse, aqui está a continuação dos meus contos.


Estreando banner (Feito pela Eva em dois minutos) no fim das contas ela achou "sem graça" escrever na lata.

19. Vou engravidar minha tia gostosaUm novo dia começava e eu, sozinho em um quarto de duas camas, pensando que ou meus tios estavam dormindo ou estavam se pegando, já que quando fui ao banheiro vi que a porta deles estava trancada e o apartamento vazio. Coloquei minha roupa de esporte, peguei uma chave extra da porta e do portão e saí pra correr um pouco. Não conhecia muito a área, mas o suficiente pra saber por onde correr sem muito trânsito me incomodando e sem medo de me perder... infelizmente era tão cedo que não tinha muita gente na rua pra perguntar. As poucas pessoas que encontrava no caminho, eu cumprimentava, não importava se conhecia ou não... na verdade, não conhecia ninguém, mas por educação. Só que parece que numa cidade grande o pessoal não se cumprimenta, porque quando eu acenava e eles percebiam que não me conheciam, me olhavam estranho... não é que eu não fosse de uma cidade grande, mas fui criado por pais do interior... me ensinaram valores e uma educação que, enquanto corria, eu achava adequados, mas falhos em alguns aspectos, já que na minha tenra idade já tinha comido minha tia, amiga da minha irmã e que já não era tão amiga da minha irmã... e também minha própria irmã... talvez tenham errado em algo, pensei comigo mesmo no segundo dia que corri. Segundo dia? Sim, acontece que com meu tio no apartamento, Chloé sem trabalhar e eu no meio... não fazíamos nada de interessante além de esperar ficar a sós. Mais um dia, só mais um, pensei. Naquela mesma noite, meu tio iria embora e nos deixaria sozinhos, e a clínica sem problemas... mais as cem ou duzentas gozadas que Chloé me daria pelo caminho. Virei a esquina da minha rota madrilena pra me exercitar, estava voltando pro apartamento e já tinha passado na ida, agora estava voltando quando, ao passar na frente de um bar, esbarrei numa garçonete que eu sempre cumprimentava. No total, três vezes, e ela era daquelas que achava estranho. Esperava cumprimentá-la pela quarta vez, mas não... naquele horário, ela não tinha clientes e o A única coisa que eu fazia era tirar as cadeiras pro terraço, mas não olhei antes de sair e por isso seria mais apropriado dizer que na verdade o que aconteceu foi que a perna de uma cadeira bateu no meu pé e eu comi o chão, por sorte consegui colocar a mão esquerda no chão e cair de lado. Preferia isso a cair de boca e deixar os dentes no chão. A garçonete estava perfeitamente bem, já que a cadeira bateu na moldura da porta e não foi empurrada pela inércia nem nada parecido. A garota, ou mulher melhor dizendo, saiu correndo e muito preocupada ao ver alguém caindo.

- Desculpa, desculpa mesmo, não olhei se alguém passava - disse a mulher ao sair e se abaixou pra ver como eu estava.
- É, acho que da próxima vez é melhor sair de costas... ou acho que melhor não... a gente ia se chocar e eu podia te machucar - falei enquanto soltava uma risadinha.
- Nossa! é você, o novo esportista da área, tá bem? - perguntou meio ajoelhada e como que fazendo menção de querer me tocar com as mãos mas sem fazer, como se esperasse que alguém desse permissão.
- Sim, claro, não seria a primeira vez que beijo o chão haha...
- Ah não! vamos chamar uma ambulância!!! - disse enquanto me olhava fixamente a mão que usei pra parar a queda.
- Pra quê? já te falei que tô bem, não tem na... da... - falei e me interrompi ao ver como os dois dedos de fora estavam claramente deslocados e a palma completamente ralada e sangrando.

Parei a mulher e falei pra ela não se preocupar, que até chegarem ia doer mais, ela me olhou como se as palavras que eu disse fossem de um louco mas parou. Peguei com cuidado o anelar e enquanto apalpava onde deslocou falei: Isso vai doer... vai doer mas não tanto quanto se eu esperar a adrenalina passar e puxei o dedo soltando um dolorido "PORRAAAA" segurando muito pra não gritar e em seguida continuei com o mindinho, a mulher ficou muda e olhando como um cara sentado no meio da rua se recolocava Os dedos, ao ver como ela tava me olhando, eu sorri e falei pra ela não se preocupar, que andando de bike no meio do caminho essas coisas sempre aconteciam com as quedas, mas não fui muito convincente vendo minha cara de dor e meus olhos que pareciam que iam chorar. Aí sim ela começou a me tocar pra ver se tava tudo bem, olhou meus tornozelos, joelhos, cotovelos, apalpou minha cabeça toda e por último o peito. A mulher não tinha nem ideia de medicina, mas falou que se eu sentisse dor era pra gritar, e aí sim dava pra saber se tinha alguma costela quebrada ou não... O problema é que, vamos lembrar, eu já tava há muito tempo sem alívio, e ainda por cima uma mulher me tocando o corpo todo... E por que eu ainda não descrevi a mulher? Acontece que até aquele momento eu não tinha reparado como ela era gostosa, só passei quatro vezes na frente de um bar enquanto corria, duas dessas vezes voltando e exausto, não tinha notado a garota bonita com um corpão de atleta, quase da minha altura, as mãos dela: dedos longos, finos e delicados; passando pelo meu peito, apalpando as laterais. O cabelo que eu via na minha frente me impactou, parecia que, apesar de simples... devia ter levado um tempão pra fazer aquele penteado, era curto na altura do pescoço com a risca não no centro, mas quase, moreno com umas mechas azuis que davam um toque mais sexy (acho que é um bob curto diagonal... ou me falaram isso). Olhos enormes castanhos bem maquiados e um batom clarinho, só de olhar pra esses lábios já imaginei na hora como seria beijá-los, uns lábios finos e delicados, e por último reparei num brilho pequeno, uma pedrinha que ela tinha num lado do nariz, um nariz pequeno e adorável com um piercing. Afastei a mulher que, pelo jeito e agora que podia ver de perto, jurava que tinha uns poucos anos a menos que a Chloé, devia ter uns trinta e poucos ou vinte e tantos. Não queria que ela reparasse onde tava tocando, porque senão ia perceber. de que "aquilo" não era uma dobra da calça. Infelizmente ela percebeu, mesmo não tendo dito na hora.

- Então...? Tudo bem, né? - perguntou.
- Sim, acho que já tá tudo. Tem algum álcool pra isso? - falei, mostrando a palma da mão ensanguentada.
- Vou pegar o kit de primeiros socorros, enquanto isso...

Ela me segurou com muito cuidado acima do cotovelo do meu braço direito, teoricamente o bom. Segurar não seria a palavra certa, já que não apertou; na verdade, colocou a mão aberta no meu braço e me guiou com um leve empurrão até a torneira da cozinha. Lavei com água e depois usei o vidro de álcool do kit quando ela trouxe. Ela voltou agora com o telefone na mão.

- Quer que eu chame a ambulância agora? Ou... se preferir, posso te levar ao hospital ou ao convênio? - disse, apontando o telefone pra mim.
- Hmm... Imagino que você não tenha um curativo pra dedo por aí, né? - perguntei.
- Não, essas coisas não temos aqui.
- Peraí, convênio? Não entendi - falei, soltando uma risadinha que sumiu quando desinfetei o ferimento.
- É, bom... a gente tem seguro... e supostamente o que acabei de fazer é tipo... uma agressão? Não, um acidente causado por mim, e como sou a responsável, o seguro tem que cobrir... - disse a garota com um tom de preocupação.
- Mas? - falei, olhando fixamente pra ela.
- Mas o quê? - perguntou confusa.
- Sei lá, pelo seu tom de voz... parece que você não curte muito essa opção, né?
- Bom... meu chefe ficaria sabendo, e como comecei faz pouco tempo... sei lá, tanto faz - disse, balançando a mão pros lados como se espantasse um bicho.
- Então pronto, chama quem te der menos problema e acabou - falei, sorrindo pra ela.
- Ok... uma ambulância normal... sabe que você poderia pedir pro seguro e tal, né? E mesmo assim... cê não liga?
- Hahaha, chama eles ou vou andando... e por favor, não me faz ir andando que é longe pra caralho haha - falei num tom de brincadeira.

A garota chamou uma ambulância, agora mais tranquila, avisou eles. O que aconteceu comigo e o que eu fiz... contaram pelo telefone que foi mal... não devia ter feito aquilo... a mina argumentou que o que tá feito, tá feito e que a gente só precisava de algo pra imobilizar os dedos e dar uma olhada por cima, falei pra elas que não precisavam se apressar tanto e a mina ficou alucinada comigo, desligou e ficou me encarando.

- Se eu não falar, eu explodo - disse a mina.
- Hããã? - respondi com uma cara estranha e exagerada.
- Isso tudo... é uma tática estranha que deu errado pra me pegar ou algo assim?
- Kkkkkkk - eu caí na risada.
- O que tem de tão engraçado? - ela perguntou meio séria.
- O que te faz pensar isso? olha que talvez eu goste de caras - falei entre risadas.
- Sei lá, você aparece do nada um dia por aqui correndo e me cumprimenta com um sorriso todo dia duas vezes.
- Eu cumprimento todo mundo (falei num tom relaxado e tranquilizador). Se eu gostaria de sair com uma mina como você? não sei como você é pessoalmente, mas se eu fosse pelo físico, não pensaria duas vezes (ela ficou meio corada). Mas eu cumprimento todo mundo que cruzo, sei lá... fui criado assim, sou muito confiante kkk não sei, e pra pegar alguém desse jeito, imagino que precise de experiência no assunto... e não pouca.
- É... desculpa se te incomodei com a pergunta...
- Nada, nada... A propósito, Ángel - falei estendendo a mão direita com um sorriso.
- Violeta... prazer. Quer alguma coisa? não precisa pagar, pede o que quiser.
- Laranja? um suco.

Violeta foi pra trás do balcão preparar um suco de laranja espremido na hora, me mandou sentar num banco do balcão. A gente tava sozinho no bar esperando os caras da ambulância aparecerem, já que ela deu o endereço do bar. Violeta me entregou o suco, apoiou o cotovelo direito no balcão, colocou a bochecha no punho e deixou a mão esquerda cair sobre o cotovelo, e ficou um tempão me encarando.

- O quê? kkk - falei nervoso ao ver que ela ficou me encarando.
- Nada, não... Você disse que não tinha experiência pra dar em cima de mim... não tem namorada? Nunca teve?
- Infelizmente, não. Os relacionamentos que tive... (pensei na Chloé Eva e nas amigas dela) não dava pra considerar namoro nem nada sério - falei.
- Não acredito, mas você é muito gato e ainda por cima muito legal. Bonito e de bom coração?
- Sempre me falam isso... acho que não curto mina da minha idade... e quando vou pras mais velhas, me veem como um moleque ou um pirralho... fazer o quê? Vai ter que esperar, haha.
- Isso... sério que não tá me cantando? Parece, com essa frase.
- Haha, não adiantaria nada, tô de passagem e ia doer demais manter um relacionamento à distância - falei enquanto exagerava uma pose debochada, coçando a nuca e rindo.

A conversa foi interrompida pela chegada dos paramédicos. Um cara jovem e loiro, acompanhado de um homem mais velho e careca com uma bolsa grande na mão, entraram no bar. Como éramos os únicos no bar e eu estava com a mão esquerda toda enrolada numa toalha, eles não precisaram perguntar muito. Mesmo assim, perguntaram se éramos nós e olharam minha mão. Me deram uma bronca por ter recolocado os dedos no lugar sem noção médica... mas admitiram, a contragosto, que fiz perfeitamente. Insistiram que eu teria que fazer um raio-X pra ver se não machuquei mais nada no pulso ou no resto do braço, mas pararam de insistir quando viram eu esticar o braço e apertar com força primeiro os dedos e gritar "dói!"; depois o pulso, apertei bem forte e nada... continuei subindo e parei na altura do ombro. Violeta soltou uma risadinha e tapou a boca com as mãos rápido. Eles curaram direitinho a palma da minha mão e imobilizaram os dedos afetados pela queda, também me deram uns analgésicos pra dor e mandaram de novo eu ir qualquer dia, quando pudesse... e que um raio-X não faria mal nenhum.

- Pronto, não gostaram, mas admitiram... coloquei tudo no lugar certinho. — falei, olhando pra minha mão.
— Vai correr mesmo machucado? — perguntou Violeta, tímida.
— Claro. Ia ficar entediado pra caralho na casa dos meus tios se não saísse um pouco e me cansasse correndo.
— Ok. Então, quando passar por aqui, me dá um toque ou algo assim, e na volta para, para sempre e toma alguma coisa. A casa convida. Assim a gente bate um papo e você comigo... assim você não fica sozinho, como disse.
— Ok... nesse horário... isso aqui fica sempre vazio? — perguntei, olhando pra todo lado.
— Sim, geralmente aparecem pra tomar café mais tarde.
— Pô... Violeta... Você me machuca e ainda tenho que te entreter... que malvada que a senhorita é — falei com um tom sarcástico e de brincadeira.
— Haha, sim, claro. Mas sério, se quiser... passa lá e toma alguma coisa.

Nos despedimos porque já tava ficando tarde, com essa palhaçada a gente ficou um tempão conversando, sobre o acidente, os médicos e de novo falando... Deixei um bilhete dizendo que ia correr, mas como não sabia quando iam ver... se vissem rápido, iam ficar preocupados, e como meu tio acordava cedo... provavelmente viram na hora. Saí do bar com um alegre "até amanhã", o que deixou Violeta super feliz em ouvir que ia me ver no dia seguinte. O lógico seria pensar que, com a minha sorte atual, eu ia marcar mais um ponto e pensar que ia transar com uma garçonete gostosa pra caralho, mas claramente dava pra ver que o que a gente tinha era amizade.

Voltei pro apartamento dos meus tios, onde esperaram meu retorno, como imaginei... viram o bilhete quase na hora que saí, ou pelo menos souberam quando saí mais ou menos.

— Rapaz! Finalmente o menino desaparecido voltou — disse Chloé, exagerando.
— É, boa noite.
— Mas... o que aconteceu com você? — disse Chloé enquanto se apressava pra pegar minha mão com cuidado.
— Nada, nada... só conheci o chão de Madrid, haha.
— Por isso que demorou um pouquinho mais — disse meu tio, me examinando de perto.
— Não é nada, já me fodi pior.
— Você não é canhoto, né...? — disse meu tio, fazendo o gesto. gesto de uma punheta com a mão esquerda.
— Não, tranquilo haha, consigo ir na clínica de boa haha — falei, me cagando de rir com a imagem que meu tio tava dando.

Depois de um tempinho de atenção demais em cima de mim, continuamos o dia na maior normalidade. As tarefas do dia a dia tavam um pouco mais difíceis, porque, mesmo sendo só dois dedos, eu não usava aquela mão pra nada... o que me fez pensar que, na hora do sexo, perdi metade da minha capacidade de apalpar.

Comemos, passamos a tarde e jantamos... depois de um descanso pós-janta, meu tio pegou a mochila, se despediu de mim, deu um beijo na Chloé e saiu pela porta acompanhado por ela. Eu fiquei olhando pela janela quando vi um colega do meu tio aparecer de carro e pegá-lo na entrada. A Chloé se despediu e entrou de novo no prédio. Já tava me preparando pra interceptar a Chloé, porque conhecendo ela, ia se jogar em cima de mim assim que entrasse. Fiquei sem palavras quando vi a Chloé entrar, passar do meu lado e sentar no sofá como se nada tivesse acontecido... fiquei parado no meio da sala feito um idiota, me virei e olhei pra Chloé com uma cara de quem não tava entendendo nada.

— Te deixei perdido, né? Por um momento você achou que eu não queria fazer nada... — disse a Chloé, se levantando do sofá, me pegou pelo braço bom e, entre risadas, me levou pro quarto dela.

Tenho certeza de que, se não fosse pela minha mão do jeito que tava, a Chloé teria me jogado na cama com um empurrão enorme e se atirado em cima de mim feito uma leoa no meio da caça. Mas, infelizmente, ela entendia que, por mais ansiosa que estivesse, eu teria uma pequena limitação pras loucuras dela. Ela me sentou na cama com cuidado, depois me deitou devagar, me deixando de barriga pra cima, colocou as duas mãos nas minhas bochechas e me deu um beijo igual ao de dois apaixonados que ficam muito tempo sem se ver. Depois do beijo, que na minha opinião foi meio curto... a Chloé continuou passando as mãos do meu peito até o fecho da minha calça, devagar... sem deixar de fazer paradinhas pelo resto do caminho. do meu corpo, em parte me lembrou um pouco o comportamento da Violeta quando inspecionava minhas lesões. Puxou minhas calças e as jogou pelo quarto junto com minha cueca, se surpreendeu ao ver o tamanho do meu pau já duro. "E o que você achava que ia encontrar?", pensei. Afinal, tava há muito tempo sem foder ou bater uma como estava acostumado. Chloé deu uma lambida desde as bolas até a ponta do meu pau e começou a enfiar e brincar com a cabeça por um tempo, daí parou e me olhou fixamente. "Se eu continuar... você vai gozar rápido, né?", perguntou e eu disse: "o que você acha?". Ela não demorou pra pensar e começou a se despir bem rápido. Esperava que, assim que tirasse tudo, ela fosse subir no meu pau e me cavalgar, mas não... decidiu subir na minha cara, de costas pro meu pau e se segurando firme na cabeceira da cama. Não precisei que ela dissesse o que fazer, comecei a chupar a bucetinha dela como se fosse um faminto que não comia há dias e devia estar mandando muito bem, porque ela não parava de gemir igual uma louca, sem segurar os gritos. Parei um segundo e olhei pra porta pra ver se tava fechada, ao ver que sim, entendi melhor o porquê dos gritos. Quando Chloé percebeu que já tava bem molhada, se afastou de mim e deitou de barriga pra cima do meu lado. "Fica por cima, li que é melhor assim pra eu engravidar", disse Chloé e eu concordei sem problemas. Subi em cima da Chloé e com uma mão afastei uma das coxas dela pro lado enquanto levantava um pouco pelo joelho, ao ver que com minha mão não daria conta; Chloé levantou a perna e deixou igual à outra por mim. Com a mão direita peguei meu pau pra enfiar devagar, só de roçar a parte de fora da bucetinha da Chloé já senti o quanto ela tava molhada, em parte pela minha língua... tentei usar o cotovelo esquerdo pra me apoiar, mas não foi fácil por causa dos dedos machucados, já com meu pau bem dentro da Chloé passei minha mão boa por atrás do braço da Chloe e segurei a nuca dela ao mesmo tempo que me apoiava com aquele braço, aí comecei a beijar ela e meter devagarzinho mas com força. Vendo que aquilo não ia durar muito, comecei a aumentar o ritmo, mas pra azar da Chloe não aguentei muito mais e terminei com uma metida forte e profunda, não consegui ver quanto gozei, mas imaginei que foi uma boa quantidade. Chloe me afastou e colocou os travesseiros debaixo do quadril dela, com as pernas pra cima, ficou naquela posição estranha.

- Muito... "confortável" essa posição... - falei enquanto olhava pra ela.
- O quê? não enche o saco - disse a Chloe me procurando com o olhar, não parava de virar a cabeça de um lado pro outro pra me achar.
- Desculpa se foi rápido... mas em parte é culpa sua e você sabe...
- Relaxa, eu já sabia que isso ia acontecer com você - disse a Chloe com uma risadinha pra tirar a importância.
- O problema é que provavelmente você não gostou muito... claro que agora pensando bem; que diferença faz se eu tava sem fazer há tanto tempo; se você vai me espremer sem pena mesmo.

Chloe caiu na risada como se concordasse. Fiquei um tempinho olhando pra ela naquela pose ridícula, tranquila... indefesa... e me joguei pra beijar ela sem aviso, beijei ela de cabeça pra baixo já que ela tinha se colocado com as pernas apoiadas na parede, ela se assustou um pouco, mas eu deixei ela quietinha com minha língua na dela. Estendi minha mão direita o máximo que pude e quando senti um dos mamilos dela, comecei a beliscar de leve. Ficamos um bom tempo naquela posição nos beijando e tocando um pouco a Chloe, até que ela me afastou de leve com a mão na minha testa e me perguntou se eu tava a fim, nem preciso dizer que já fazia um tempo que eu tava durão. Pra minha desgraça de novo, ela queria ficar por baixo, não que eu não gostasse, mas eu não tava com corpo pra aguentar a lesão. Mesmo assim, subi de novo em cima da Chloe, ela na mesma posição, mas eu segurando as coxas dela como dava com as duas mãos. Coloquei a ponta do meu Pau roçando na bucetinha dela e, de uma estocadinha, meti sem usar a mão ou a dela. Como já tinha gozado fazia nada, comecei a meter forte e num ritmo bom na Chloé, na esperança de conseguir o que não tinha antes: que ela tivesse um orgasmo gostoso. Pensei em me abaixar um pouco pra pegar no peito dela com a mão e beijar, mas aí lembrei que a gente tava num quarto à prova de som e com a porta fechada... Chloé já tava gemendo bem e eu queria aumentar tanto os gemidos quanto o volume, e beijando ela ia perder esse prazer. Não sei se Chloé percebeu minhas intenções ou se eu aumentei um pouco mais o ritmo, junto com meter a mão num dos peitos dela com a direita. Pode ser que, ao ter que passar o braço por trás do joelho dela, isso a deixasse mais flexionada, porque até senti diferença lá dentro da buceta dela. Alguma coisa mudou com essa pequena mudança e parece que foi pra melhor, já que ela começou a gemer muito e mais alto. Não consegui fazer Chloé gozar, porque quando vi que ia gozar, dei uma estocada forte e soltei tudo, felizão. Se não fosse que, depois de gozar, ela voltou pra posição de "quero ficar grávida AGORA", eu teria masturbado ela ou algo assim, porque ela tava quase gozando. Todo suado do calor e do esforço, eu tava largado do lado da Chloé. Decidi ir tomar um banho e dormir assim que saísse do chuveiro, e foi o que fiz. Saí do banho sem nenhuma intenção de vestir roupa. Fiquei na dúvida se dormia na minha cama ou com a Chloé, mas a dúvida se resolveu quando ouvi, da porta aberta do quarto dela, minha queridíssima tia me aconselhando a trazer minha mala pro quarto dela pra não ficar andando de um lado pro outro. Quando me joguei na cama na posição de dormir, com a Chloé ainda encostada na parede, olhei pra ela e perguntei se não ia tomar banho agora. Ela respondeu que melhor de manhã e que agora não queria arriscar que nem uma gota do meu leite escapasse. Apaguei a luz e fui. Me preparei pra dormir. Daí a pouco, bem quando tava quase pegando no sono, sinto uma coisa se mexendo, era a Chloé se ajeitando pra dormir também. Ela se encostou bem mais em mim e comecei a sentir os peitos dela batendo nas minhas costas. Chloé esticou o braço e colocou por cima de mim, e no fim a gente acabou dormindo assim.francesa

E isso também pela Eva daqui a um minuto. Agradeceria a ela por fazer eles, mas já agradeço mais por outras coisinhas...


Capítulo 20:http://www.poringa.net/posts/relatos/4421078/20-Me-toca-embarazar-a-mi-tia-II.html

1 comentários - 19. Vou engravidar minha tia gostosa