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Uma vez, quando cheguei na casa dos pais do meu marido, minha sogrinha — uma senhora muito formal, rechonchuda — estava chorando. Ela tinha muita confiança em mim, então, entre um café e outro, confessou que estava cansada sexualmente, que o marido dela queria transar constantemente, que o senhor guardava filmes pornô numa caixa debaixo da cama, assim como um "brinquedo" em forma de pau, com o qual na noite anterior ele tinha comido ela… (wooow) Fiquei chocada… quem iria imaginar uma coisa dessas!!! Quem poderia imaginar meu sogro, aquele homem de 1,80m, robusto sem chegar à obesidade, sempre muito sério, muito formal, de conversas inteligentes que denotam uma cultura ampla, escondendo um impulso sexual tão forte… E longe de ficar escandalizada, senti um calor e uma umidade entre as minhas pernas, que tive que disfarçar como sempre com um olhar compreensivo e um sorriso doce… Desde aquele dia, não conseguia mais ver meu sogrinho sem imaginá-lo comendo, exigindo, pegando o que precisava para sua satisfação sexual, e então pude perceber alguns "detalhinhos" que antes não tinha notado. O senhor, muito discreto, olhava meu decote enquanto compartilhávamos a mesa, eu me sentava no chão da sala junto ao filho dele para que ele tivesse uma visão melhor dos meus peitos bem formados, empinadinhos e desejosos de serem apertados. Um dia, enquanto ajudava minha sogra a lavar a louça, observei ele sentado na sala, fingindo escrever no celular, olhando minha bunda e sobre a calça acariciando o pau dele, enquanto isso, eu de costas para ele olhava pelo reflexo no vidro da janela sem que ele percebesse, levantava mais a bunda, e "disfarçadamente" (aham) agarrei minhas nádegas e fingi puxar a calcinha fio dental de entre as bundas, de repente o senhor se levantou da sala e se trancou no quarto… Ao chegar em casa contei tudo isso ao meu marido, como tinha feito o pau do pai dele ficar duríssimo e, longe de… Ele também começou a ficar duro enquanto eu contava tudo, naquela noite transamos deliciosamente e eu imaginava meu sogrinho… Uma manhã, meu marido me pediu para ir na casa dos pais dele buscar umas coisas que ele tinha esquecido, porque estava atrasado para o trabalho e bom, ele me deu a chave e eu fui até lá. Ao chegar na casa, abri a porta e entrei, aparentemente não tinha ninguém, já que todos trabalhavam nesse horário. Subi para o quarto dos meus sogros, procurei o que ele tinha pedido, e antes de sair lembrei do que meu sogrinho guardava debaixo da cama. Cheia de curiosidade, entrei no quarto dele, que tinha um cheiro especial, o perfume do meu sogro… me abaixei e realmente encontrei uma caixa de madeira que puxei para fora. Dentro tinham os filmes que minha sogra tinha me contado, o brinquedo, que por sinal era de "um tamanho muito bom"!!!, que peguei nas minhas mãos e que cheirava aos fluidos da minha sogra, imaginando como seria ter aquilo entre minhas pernas, soltando um Aaaahhhh de excitação pela minha fantasia… fiquei de joelhos ao lado da cama, com os olhos fechados, desejando umas mãos que me tocassem naquele momento, uma pica para chupar, tocava meus peitos e estava enfiando minhas mãos por baixo da minha saia… Quando uma voz grave e conhecida me fez pular… — "Olha só com a minha norinha" Meu sogro estava encostado na moldura da porta do banheiro sorrindo, olhando o que eu fazia, quem sabe desde quando, — "Então você está com tesão" Eu não soube o que dizer, consciente de que ele tinha me pego fuçando nas coisas dele e no quarto dele… fiquei ajoelhada onde estava… ele se aproximou de mim, levantou meu queixo com a mão, me obrigando a olhar para ele e disse: — "O que você procura na minha caixa?" Ao observar o que eu tinha nas mãos: — "Você gosta de picas grandes?" Eu disse que o filho dele tinha me dado um brinquedo igual, ao que ele soltou uma gargalhada e respondeu: — Por isso você ficou com vontade, (me olhando). Agora entendo (diz enquanto roça meus mamilos que estavam encontravam-se eretos e muito sensíveis e certamente marcavam na minha blusa)... isso tem conserto" E sem dizer mais nada, ele abaixou a calça, tirou seu pau grosso, lindo, grande, vermelho e me disse: - "Acho que você já sabe do que se trata isso..." E sem mais delongas, ele o ofereceu, colocando-o diante da minha boca. Eu entreabri meus lábios, enquanto o olhava docemente, tirei minha língua e comecei a umedecer a cabeça que saltava, batendo nos meus lábios como se tivesse vida própria. Peguei-o com minhas mãos e, com minha língua, comecei a percorrê-lo da ponta até a base, molhando-o. Voltava mordendo-o de lado suavemente, sentindo a consistência dura daquele pau que acalmava minhas ansias naquele momento. Juntando toda a saliva que pude, comecei a chupar, molhando-o completamente, misturando minha saliva com o líquido que começava a sair de sua cabeça. Enfiava e tirava da minha boca faminta, e ouvia ele dizer: - "Então a esposa do meu filho é uma puta chupadora, aproveite, engula, putinha." Para mim, não há nada que me excite mais do que ver meu parceiro aproveitar o que faço, seus gemidos de prazer que faço ele sentir. Então, suas palavras estimulavam meus sentidos, e peguei seu pau com minhas duas mãos, molhado com a quantidade de saliva que já tinha em minha boca e o líquido que escorria provocado por minhas ânsias ao enfiá-lo todo. Comecei a tocá-lo de cima a baixo, enfiando-o o mais fundo possível em minha boca, já que não cabia todo, mas eu continuava chupando, presa pelo desejo de saber que tinha o pau do meu sogro na boca. Não quis deixar de provar seus testículos, então, com seu pau na mão, desci chupando, lambendo e sugando suas bolas, que se enrugavam com o contato dos meus lábios. Coloquei seus dois ovos na minha boca, enquanto com minha mão continuava puxando seu pau... - "Que chupada você está me dando... continue, puta, continue." Como ele pedia, voltei a chupar seu pau, enfiando e tirando da minha boca. Sem parar, terminei de abaixar sua calça, tirei seus sapatos e o Sentei na cama, abri suas pernas, dobradas, continuei chupando e desci de novo até suas bolas, levantei suas nádegas um pouco e enquanto continuava chupando fui descendo com minha língua mais abaixo das bolas, até chegar no cu do meu sogro. Ao contato da minha língua com seu ânus ele soltou um suspiro de intenso prazer "você é uma foxy!!!", lambi seu cu, fiz pressão um pouco com minha língua mas ele não me deixou continuar, porque logo em seguida ele puxou meus cabelos e me trouxe de volta ao seu pau para seguir com o boquete, não percebi em que momento, de repente senti uma ardência intensa nas minhas nádegas, ele tinha dado um tapa na minha bunda e embora não fosse tão forte, lembrei que o filho dele também gostava de me dar palmadas, então doeu ao mesmo tempo que me surpreendi sentindo que me molhei, ele puxou meu cabelo de novo e me levantou, desta vez pegou meus lábios mordendo-os, enquanto abria minha blusa e tirava minha saia, desceu até meus peitos - "sempre gostei deles, quero chupá-los" E sem mais delongas, ele se agarrou com força aos meus peitos, chupou-os, puxou meus mamilos com os dentes, enquanto agarrava minhas nádegas e as abria, enfiando seu dedo no meu cu - "gosto da sua bunda, quero mordê-la" Nesse momento eu já não estava mais no controle, só deixei que ele fizesse o que quisesse, ele me virou de costas para ele, mordeu meu pescoço, minhas costas, desceu até minha cintura, até minhas nádegas deixando um rastro de umidade da sua língua, continuou lambendo minha bunda, senti suas mordidas nela com dor, ao que ele disse - "você é uma puta, você é minha puta, fica de quatro, que vou te comer" Sobre a cama em quatro apoios ele me retribuiu o favor chupando meu cu, ele enfiou seu dedo e me enfiava e tirava, fazia para um lado e depois para o outro, desceu chupando minha buceta que estava depilada e babando, comeu até me fazer gozar, chupando meu clitóris como se fosse meu mamilo, mordendo-o, me fez gritar, gozei sem piedade, ninguém nunca tinha me comido assim, senti meu corpo convulsionar, o qual ainda sem se recuperar foi enfiado pela sua pica minha buceta, e senti como quase imediatamente minha bunda também era rasgada pelo pau de plástico, me dando uma dupla penetração entrando e saindo, o que me provocou um orgasmo convulsivo. Eu gritava, gemida, ofegava, mas meu sogro não parava, não me dava trégua, eu já não sabia se estava viva ou não, não conseguia reagir, meu corpo era controlado por ele ao seu bel-prazer, ele batia nas minhas bundonas com as mãos, não parava de me dizer como eu estava uma delícia, o quanto me desejava, as noites que ele bateu punheta pensando na minha bunda… até que depois de tanto entrar e sair, senti novamente meu cuzinho escorrendo, a vagina escorrendo, o brinquedo, e de uma vez ele enfiou o pau dele, ainda mais grosso que o vibrador, até o fundo, atravessando meu esfínter anal já dilatado, me fazendo gritar de dor e prazer, enchendo meu intestino com todo aquele pauzão, ele meteu e tirou mais algumas vezes e senti o corpo dele tensionar, ouvi ele rugir atrás de mim vitorioso, senti a mão dele estourar na minha bunda mais uma vez, dessa vez com mais força, senti os espasmos do pau dele dentro do meu cu, e o corpo dele cair desmaiado sobre o meu… Ainda com o pau enfiado na minha bunda, ele disse: “Quem diria que por trás desse seu olhar doce estaria a melhor puta que já comi.” Ele mordeu meu pescoço e se levantou da cama, eu fiz o mesmo, com o cu aberto e escorrendo porra… tomamos banho, e combinamos de nunca mais falar sobre o assunto… ele me deu uma carona até em casa, onde meu marido me esperava… Ele sorrindo me perguntou por que eu tinha demorado tanto, eu só consegui dizer que estava escorrendo porra do pai dele pelas minhas nádegas, ele riu e me disse que tinham planejado tudo, por isso meu sogro não foi trabalhar e ele me mandou naquela hora para a casa dos pais dele. Eu pensei que tanto o pai quanto o filho eram uns tarados pervertidos… Depois daquele dia, todo domingo eu transo com meu sogro e me tornei a putinha dele. Meu marido sabe que aos domingos eu pertenço ao pai dele. Créditos:https://onlyfans.com/mishitasexy


Uma vez, quando cheguei na casa dos pais do meu marido, minha sogrinha — uma senhora muito formal, rechonchuda — estava chorando. Ela tinha muita confiança em mim, então, entre um café e outro, confessou que estava cansada sexualmente, que o marido dela queria transar constantemente, que o senhor guardava filmes pornô numa caixa debaixo da cama, assim como um "brinquedo" em forma de pau, com o qual na noite anterior ele tinha comido ela… (wooow) Fiquei chocada… quem iria imaginar uma coisa dessas!!! Quem poderia imaginar meu sogro, aquele homem de 1,80m, robusto sem chegar à obesidade, sempre muito sério, muito formal, de conversas inteligentes que denotam uma cultura ampla, escondendo um impulso sexual tão forte… E longe de ficar escandalizada, senti um calor e uma umidade entre as minhas pernas, que tive que disfarçar como sempre com um olhar compreensivo e um sorriso doce… Desde aquele dia, não conseguia mais ver meu sogrinho sem imaginá-lo comendo, exigindo, pegando o que precisava para sua satisfação sexual, e então pude perceber alguns "detalhinhos" que antes não tinha notado. O senhor, muito discreto, olhava meu decote enquanto compartilhávamos a mesa, eu me sentava no chão da sala junto ao filho dele para que ele tivesse uma visão melhor dos meus peitos bem formados, empinadinhos e desejosos de serem apertados. Um dia, enquanto ajudava minha sogra a lavar a louça, observei ele sentado na sala, fingindo escrever no celular, olhando minha bunda e sobre a calça acariciando o pau dele, enquanto isso, eu de costas para ele olhava pelo reflexo no vidro da janela sem que ele percebesse, levantava mais a bunda, e "disfarçadamente" (aham) agarrei minhas nádegas e fingi puxar a calcinha fio dental de entre as bundas, de repente o senhor se levantou da sala e se trancou no quarto… Ao chegar em casa contei tudo isso ao meu marido, como tinha feito o pau do pai dele ficar duríssimo e, longe de… Ele também começou a ficar duro enquanto eu contava tudo, naquela noite transamos deliciosamente e eu imaginava meu sogrinho… Uma manhã, meu marido me pediu para ir na casa dos pais dele buscar umas coisas que ele tinha esquecido, porque estava atrasado para o trabalho e bom, ele me deu a chave e eu fui até lá. Ao chegar na casa, abri a porta e entrei, aparentemente não tinha ninguém, já que todos trabalhavam nesse horário. Subi para o quarto dos meus sogros, procurei o que ele tinha pedido, e antes de sair lembrei do que meu sogrinho guardava debaixo da cama. Cheia de curiosidade, entrei no quarto dele, que tinha um cheiro especial, o perfume do meu sogro… me abaixei e realmente encontrei uma caixa de madeira que puxei para fora. Dentro tinham os filmes que minha sogra tinha me contado, o brinquedo, que por sinal era de "um tamanho muito bom"!!!, que peguei nas minhas mãos e que cheirava aos fluidos da minha sogra, imaginando como seria ter aquilo entre minhas pernas, soltando um Aaaahhhh de excitação pela minha fantasia… fiquei de joelhos ao lado da cama, com os olhos fechados, desejando umas mãos que me tocassem naquele momento, uma pica para chupar, tocava meus peitos e estava enfiando minhas mãos por baixo da minha saia… Quando uma voz grave e conhecida me fez pular… — "Olha só com a minha norinha" Meu sogro estava encostado na moldura da porta do banheiro sorrindo, olhando o que eu fazia, quem sabe desde quando, — "Então você está com tesão" Eu não soube o que dizer, consciente de que ele tinha me pego fuçando nas coisas dele e no quarto dele… fiquei ajoelhada onde estava… ele se aproximou de mim, levantou meu queixo com a mão, me obrigando a olhar para ele e disse: — "O que você procura na minha caixa?" Ao observar o que eu tinha nas mãos: — "Você gosta de picas grandes?" Eu disse que o filho dele tinha me dado um brinquedo igual, ao que ele soltou uma gargalhada e respondeu: — Por isso você ficou com vontade, (me olhando). Agora entendo (diz enquanto roça meus mamilos que estavam encontravam-se eretos e muito sensíveis e certamente marcavam na minha blusa)... isso tem conserto" E sem dizer mais nada, ele abaixou a calça, tirou seu pau grosso, lindo, grande, vermelho e me disse: - "Acho que você já sabe do que se trata isso..." E sem mais delongas, ele o ofereceu, colocando-o diante da minha boca. Eu entreabri meus lábios, enquanto o olhava docemente, tirei minha língua e comecei a umedecer a cabeça que saltava, batendo nos meus lábios como se tivesse vida própria. Peguei-o com minhas mãos e, com minha língua, comecei a percorrê-lo da ponta até a base, molhando-o. Voltava mordendo-o de lado suavemente, sentindo a consistência dura daquele pau que acalmava minhas ansias naquele momento. Juntando toda a saliva que pude, comecei a chupar, molhando-o completamente, misturando minha saliva com o líquido que começava a sair de sua cabeça. Enfiava e tirava da minha boca faminta, e ouvia ele dizer: - "Então a esposa do meu filho é uma puta chupadora, aproveite, engula, putinha." Para mim, não há nada que me excite mais do que ver meu parceiro aproveitar o que faço, seus gemidos de prazer que faço ele sentir. Então, suas palavras estimulavam meus sentidos, e peguei seu pau com minhas duas mãos, molhado com a quantidade de saliva que já tinha em minha boca e o líquido que escorria provocado por minhas ânsias ao enfiá-lo todo. Comecei a tocá-lo de cima a baixo, enfiando-o o mais fundo possível em minha boca, já que não cabia todo, mas eu continuava chupando, presa pelo desejo de saber que tinha o pau do meu sogro na boca. Não quis deixar de provar seus testículos, então, com seu pau na mão, desci chupando, lambendo e sugando suas bolas, que se enrugavam com o contato dos meus lábios. Coloquei seus dois ovos na minha boca, enquanto com minha mão continuava puxando seu pau... - "Que chupada você está me dando... continue, puta, continue." Como ele pedia, voltei a chupar seu pau, enfiando e tirando da minha boca. Sem parar, terminei de abaixar sua calça, tirei seus sapatos e o Sentei na cama, abri suas pernas, dobradas, continuei chupando e desci de novo até suas bolas, levantei suas nádegas um pouco e enquanto continuava chupando fui descendo com minha língua mais abaixo das bolas, até chegar no cu do meu sogro. Ao contato da minha língua com seu ânus ele soltou um suspiro de intenso prazer "você é uma foxy!!!", lambi seu cu, fiz pressão um pouco com minha língua mas ele não me deixou continuar, porque logo em seguida ele puxou meus cabelos e me trouxe de volta ao seu pau para seguir com o boquete, não percebi em que momento, de repente senti uma ardência intensa nas minhas nádegas, ele tinha dado um tapa na minha bunda e embora não fosse tão forte, lembrei que o filho dele também gostava de me dar palmadas, então doeu ao mesmo tempo que me surpreendi sentindo que me molhei, ele puxou meu cabelo de novo e me levantou, desta vez pegou meus lábios mordendo-os, enquanto abria minha blusa e tirava minha saia, desceu até meus peitos - "sempre gostei deles, quero chupá-los" E sem mais delongas, ele se agarrou com força aos meus peitos, chupou-os, puxou meus mamilos com os dentes, enquanto agarrava minhas nádegas e as abria, enfiando seu dedo no meu cu - "gosto da sua bunda, quero mordê-la" Nesse momento eu já não estava mais no controle, só deixei que ele fizesse o que quisesse, ele me virou de costas para ele, mordeu meu pescoço, minhas costas, desceu até minha cintura, até minhas nádegas deixando um rastro de umidade da sua língua, continuou lambendo minha bunda, senti suas mordidas nela com dor, ao que ele disse - "você é uma puta, você é minha puta, fica de quatro, que vou te comer" Sobre a cama em quatro apoios ele me retribuiu o favor chupando meu cu, ele enfiou seu dedo e me enfiava e tirava, fazia para um lado e depois para o outro, desceu chupando minha buceta que estava depilada e babando, comeu até me fazer gozar, chupando meu clitóris como se fosse meu mamilo, mordendo-o, me fez gritar, gozei sem piedade, ninguém nunca tinha me comido assim, senti meu corpo convulsionar, o qual ainda sem se recuperar foi enfiado pela sua pica minha buceta, e senti como quase imediatamente minha bunda também era rasgada pelo pau de plástico, me dando uma dupla penetração entrando e saindo, o que me provocou um orgasmo convulsivo. Eu gritava, gemida, ofegava, mas meu sogro não parava, não me dava trégua, eu já não sabia se estava viva ou não, não conseguia reagir, meu corpo era controlado por ele ao seu bel-prazer, ele batia nas minhas bundonas com as mãos, não parava de me dizer como eu estava uma delícia, o quanto me desejava, as noites que ele bateu punheta pensando na minha bunda… até que depois de tanto entrar e sair, senti novamente meu cuzinho escorrendo, a vagina escorrendo, o brinquedo, e de uma vez ele enfiou o pau dele, ainda mais grosso que o vibrador, até o fundo, atravessando meu esfínter anal já dilatado, me fazendo gritar de dor e prazer, enchendo meu intestino com todo aquele pauzão, ele meteu e tirou mais algumas vezes e senti o corpo dele tensionar, ouvi ele rugir atrás de mim vitorioso, senti a mão dele estourar na minha bunda mais uma vez, dessa vez com mais força, senti os espasmos do pau dele dentro do meu cu, e o corpo dele cair desmaiado sobre o meu… Ainda com o pau enfiado na minha bunda, ele disse: “Quem diria que por trás desse seu olhar doce estaria a melhor puta que já comi.” Ele mordeu meu pescoço e se levantou da cama, eu fiz o mesmo, com o cu aberto e escorrendo porra… tomamos banho, e combinamos de nunca mais falar sobre o assunto… ele me deu uma carona até em casa, onde meu marido me esperava… Ele sorrindo me perguntou por que eu tinha demorado tanto, eu só consegui dizer que estava escorrendo porra do pai dele pelas minhas nádegas, ele riu e me disse que tinham planejado tudo, por isso meu sogro não foi trabalhar e ele me mandou naquela hora para a casa dos pais dele. Eu pensei que tanto o pai quanto o filho eram uns tarados pervertidos… Depois daquele dia, todo domingo eu transo com meu sogro e me tornei a putinha dele. Meu marido sabe que aos domingos eu pertenço ao pai dele. Créditos:https://onlyfans.com/mishitasexy
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