Minha Esposa e Xavier

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http://www.poringa.net/posts/relatos/4386550/Mi-esposa-y-Rodo-2.htmlNo dia do churrasco no rancho onde o Rodo trabalha, minha esposa estava muito bêbada. Ajudei ela a sair do carro e preparei um banho quente. A pele do peito dela estava grudenta, pensei que fosse suor, mas ela me disse que ao beber cerveja, uma derramou nela. O que é curioso, porque a blusa cropped não estava molhada. Ajudei ela a entrar na banheira cheia d'água e ela se deitou, me beijando melosa e eu sentia o gosto de cerveja e sexo nos lábios dela. "Você se divertiu?" perguntei. "Muuuito" ela disse sorrindo. "Eles não passaram dos limites com você? Não te desrespeitaram? Seu short está muito curto." "Você sabe como os homens são" ela disse "ficavam dando em cima de mim quando o Rodo não estava". "Quando o Rodo não estava? Ele te deixou sozinha com eles?" perguntei. Ela me olhou com seus lindos olhos cor de mel, ela sabia que tinha quase falado demais. "Como ele te apresentou pra eles? Como amiga?" Ela hesitou um pouco, rindo e me disse "Como esposa do amigo dele, por isso tinha respeito". Veio à minha mente a imagem do Chino conversando com ela, acariciando suas costas nuas e olhando descaradamente para os peitos dela enquanto ela ria. "Olha, você sabe que pode me contar tudo, né?" eu disse enquanto passava a esponja com sabão pelo pescoço e peito dela. "Mas contar o quê?" perguntou um pouco desconfortável. "Qualquer coisa, o que aconteceu, o que você fez" eu disse "eu nunca vou te julgar. Pode me contar qualquer coisa". Ela só baixou o olhar. O mais amorosamente que pude perguntei "Não aconteceu nada?". Ela hesitou. "E se tivesse acontecido algo, o que você me diria?" "Depende do que aconteceu" respondi. Ela riu de forma provocante "E se eu te dissesse que transei com ele?" Eu sorri e dei um beijo nos lábios dela. "Te pediria detalhe por detalhe enquanto faço amor com você". "Agora me convenço que você é louco" nós dois rimos. "Mas não aconteceu nada" ela me disse.
Outro amigo que respondeu ao meu anúncio era o Xavier, ele gosta que o chamem de X, tem vinte e seis anos, magro, alto e loiro, fã de quadrinhos. Tão confiante que até me mandou uma foto no chat. Se pra mim ele era atraente, com certeza pra Maggie também seria. Xavier estava decidido a conhecê-la e conquistá-la de qualquer jeito, então conversamos bastante e bolamos esse plano: Minha esposa tem as chaves do lugar onde trabalha, e quando todos saem, o local fecha e fica vazio, ela tem o código para ativar e desativar os alarmes, entrar e sair; agora, perto dali, tem um shopping com um cinema que ela e eu frequentamos. A ideia era que eu combinasse de encontrar com ela no shopping, depois que ela saísse do trabalho para irmos ao cinema, mas ligar pro celular dela e dizer que estava preso no trânsito, para que Xavier a encontrasse e puxasse conversa, pra ver no que dava. Claro que eu já estaria por perto, escondido, observando o progresso, além de ouvir o que eles conversavam pelo meu celular e pelo aparelho bluetooth do Xavier. E assim foi, no dia combinado, me encontrei com ele, ele veio de terno e gravata, como quem quer causar boa impressão, antes da hora de saída da minha esposa, para acertar os detalhes, subimos para o segundo andar do shopping e esperamos pela Maggie, quando ela me ligou, eu disse que já estava a caminho mas que tinha muito trânsito, que me esperasse na praça de alimentação, em uma das mesas, e depois de alguns minutos a vimos aparecer e ir se sentar. Liguei pro número do X, e já com a chamada estabelecida, nos demos um aperto de mão e enquanto ele se dirigia para as escadas, eu me escondi atrás de uma coluna de onde podia ver a cena sem ser descoberto.Xavier fingiu que estava só passando e, quando os olhares se cruzaram, ele fingiu reconhecê-la e se aproximou para cumprimentá-la. "Maggie?", perguntou ele num tom alegre e amigável. "Lembra de mim? Sou o Xavier." Ela estendeu a mão, confusa — nunca o tinha visto na vida, claro. "Desculpa, a gente se conhece?" "Claro que sim, sou sobrinho do seu chefe, o senhor Rafael", disse ele. Ele tinha memorizado todas as informações que eu tinha dado, até detalhes de um caso dela, que uma senhora demitida daquele escritório — e que odiava a Maggie — tinha me passado. Pouco a pouco, ele foi conquistando a confiança da minha esposa, e o tempo passou sem que percebessem, pela conversa agradável. Já estavam rindo juntos quando eu mandava mensagens pra ela no celular: "Mais 10 minutos", "Muito trânsito", "Ninguém se mexe, mais 10 minutos". Mas ela já me respondia: "Tranquilo, só dirige com cuidado", "Não se apressa, tô vendo as roupas", quando na verdade já estava contando pra ele as intimidades do trabalho, casos e traições dos funcionários. Quando ele viu que era a hora, se atreveu e disse baixinho: "Então... você e o Roberto?" Ela abriu os olhos surpresa. "O quêêê?", perguntou. "Você sabe o quê disso?" Ele riu, divertido — ela mesma tinha se entregado. "Sei tudo", finalizou ele, "e com detalhes." Mas ela já estava à vontade, então não negou. "O que te contaram?" "O próprio Roberto me contou tudo, até as posições." "Por isso agora ele me cai mal, por fofoqueiro", disse ela, cerrando os dentes. "Por quê, por fofoqueiro ou por mentiroso?", perguntou ele. "Qual a diferença?", questionou Maggie. "Bom, olha...", disse ele, se aproximando mais e acariciando o braço dela, "mentiroso é se nada aconteceu, e fofoqueiro é se aconteceu e ele tá espalhando... então, qual é?" Ela olhou pra ele com seus lindos olhos e hesitou, mas acho que a tesão já começava a acender o pavio. "Primeiro me diz o que ele te contou." Xavier riu. "Ele disse que, além de bonita, você é muito boa com sua bucetinha." Ela olhou pra ele intrigada, não muito certa do que ele estava dizendo. "Boa pra quê, em Que sentido?", "para o sexo oral, claro" ele disse para finalizar.
Ela apenas sorriu olhando para o chão e disse: "Olha, meu marido vai chegar logo e se te vir comigo vai ficar com ciúmes".
Ao ouvir isso, mandei outra mensagem: "Esquece, amor, o trânsito está parado, na primeira oportunidade volto para casa… te espero lá, só não use a avenida Springs porque está fechada".
"Parece que ele não vai mais chegar" disse ele sem tom de deboche.
"Se quiser, te convido para um café".
"Está bem, mas só um pouco porque tenho que ir".
Eles se levantaram da mesa, conversando sobre o trânsito e outras coisinhas, foram até o McDonald's pegar um café e voltaram para a mesma mesa.
Foi quando Xavier continuou seu ataque.
"Então, é verdade o que o Roberto diz?"
Ela, um tanto desinibida, respondeu: "Acho que quando você gosta do que faz, pode fazer muito bem".
"Então você faz muito bem?"
Ela apenas assentiu com a cabeça, tomando um gole de café.
"Então você gosta de fazer sexo oral".
Ela assentiu de novo, com rosto sério e olhando para o lado.
Eu pensei que ela estava começando a ficar brava e disse para o X pelo celular: "Acho que ela está ficando brava, melhor…"
"Gostaria de experimentar como você faz" o cara me interrompeu, se aproximando da minha esposa e colocando a mão na coxa nua dela.
Pensei que ia pegar fogo, que ela daria um tapa nele e sairia de lá.
"Onde?" ela perguntou ainda séria, como se nada estivesse acontecendo.
"Você tem as chaves do escritório?" ele perguntou.
"Sim… ganhei a confiança do Seu Rafael" disse em tom malicioso.
Xavier riu surpreso: "Fazendo o quê?"
Ela olhou para ele com seus lindos olhos: "Exatamente isso".
"Nem meu tio você perdoou? Olha que tio sortudo".
Eles riram enquanto eu imaginava ela sendo comida pelo chefe da empresa, um homem de quase sessenta anos.
Eles se levantaram da mesa e foram para o estacionamento.
X a segurou pela cintura e ela não disse nada, e assim caminharam juntos.
Eu corri também, entrei no carro, dirigi o mais rápido possível até o escritório onde ela trabalha e estacionei. num lugar onde ela não me veria, "sortudo, você vai conseguir", Xavier me respondeu em voz alta, disfarçando com minha esposa: "não acredito na sorte que tenho", não pude mais ver a reação da minha esposa, mas imaginei um sorriso. "Você tem as pernas bem macias" disse em seguida, estava acariciando ela enquanto ela dirigia, "não seja provocante" disse ela rindo "você vai me distrair", mas sua voz soava excitada. Vi o carro chegar e estacionar, os dois desceram e Xavier já a levava abraçada, ela abriu a porta e desligou o alarme, fecharam a porta atrás de si. O que vem a seguir é, parte o que ouvi e parte o que Xavier me contou: entraram na recepção dos escritórios onde há duas poltronas macias quase novas, e os grandes vidros são espelhados, então de fora para dentro não se pode ver nada (eu não podia ver nada lá dentro), mas eles podiam ver a alguns metros de distância os carros passando pela rua, Xavier se sentou e ela colocou a bolsa na mesa, mas não sabia o que fazer, então ele, enfiando um dedo na cintura da saia, puxou-a delicadamente mas com firmeza para si, até que ela ficou entre suas pernas, abraçou-a pela cintura e Maggie se abaixou para beijá-lo ternamente na boca. Quando os beijos ficaram mais passionais, o rapaz massageou as nádegas sobre o tecido apertado de sua saia e depois meteu as mãos por baixo, levantando-a para tirar a calcinha fio-dental. Ela o deteve e olhou nos seus olhos "nem uma palavra disso para ninguém, entendeu?, não quero que chegue aos ouvidos do meu marido" disse apontando com o dedo indicador para o rosto dele, "claro que não" disse X, abaixando a calcinha até os joelhos "embora todos já saibam dos seus encontros com Alberto, me surpreende que seu marido não saiba", ela o olhou estranhada, depois perguntou: "Roberto?", Xavier ficou desconcertado, tinha errado o nome, mas rapidamente esclareceu: "Desculpe, quis dizer Roberto" olhou para ela com olhos de suspeita "você também teve algo a ver com Alberto?", ela apenas sorriu com tom de travessura, "bem, Com esse corpo, não acredito que haja alguém que não queira te comer", ele disse e, esquecendo o equívoco, continuou a beijá-la. Naquela posição e sem parar de se beijar, Xavier a deixou nua e ela apertava seu membro por cima da calça, sabendo que eu estava ouvindo, ela dizia coisas como: "Já está bem molhadinha, que gostosa" e "Gosto dos seus peitos, estão duros, deixa eu chupá-los" e se ouviam as chupadas e beijos que ele dava. Ela se ajoelhou no tapete e desabotoou o cinto dele, depois a calça e tirou o membro "Abaixa minha calça até o chão para não atrapalhar", ele disse, "Assim... Viu?... Chupa, já está pronto para você, quero sentir o que o Roberto me contou... Aaaaiiii, assim, assim... Que gostoso você faz", eu já estava me masturbando também no meu carro, "Chupa minhas bolas também... Assim... Você é uma especialista", ele dizia entre gemidos. "Você acha que eu faço bem?" consegui ouvir ela perguntar de maneira melosa, "Muuuito bem, dá para ver que você gosta de chupar", "Eu adoro", ela respondeu de uma forma que me fez gozar, por sorte eu estava preparado com lenços, mas minha ereção não baixou, quando ouvi Xavier dizer "Vem, sobe", ela se levantou e ele se deitou para que ela o montasse, então colocando a perna no sofá, ela pegou com a mão o pau e sozinha o enfiou na sua boceta molhada e começou a se mover, "Vem", disse X, "Deixa eu mamar seus peitos" (barulho de chupadas), eu podia ouvir também os gemidos dela ao sentir nos mamilos a língua faminta do garoto e me assustou, sem querer, a voz da minha esposa dizendo no ouvido dele, bem onde estava o fone bluetooth "Me come", ela disse de um jeito muito, mas muito sexy "Você está mais gostoso que o Roberto", "É mesmo?" ele perguntou sabendo que eu ouvia "Quantas vezes ele te comeu?", "Várias vezes", respondeu minha esposa "Bem aqui neste sofá, quando todos iam embora", lembrei das vezes que a Maggie chegava tarde em casa e as desculpas que me dava "Fiquei em hora extra", "Tivemos um problema e tive que ficar", "Está com muito trânsito", "Fui ao shopping ver a roupa", etc. e curiosamente acabava tomando um banho quente. "também no depósito, na hora do almoço", ela confessou também, e pensei que nessa hora muitos saíam para comer fora e os poucos no refeitório, além disso no depósito há muitos rolos de tecido, lugar perfeito para foder confortavelmente e sem ser visto. Os gritos dela ficaram mais fortes, até que, arranhando o peito dele, ela gozou em um orgasmo. Ficaram alguns minutos quietos. "Ele te comeu de quatro?" perguntou o rapaz respirando com dificuldade, "nossa, sim! ele fez o que quis comigo", "deixa ver, quero te enfiar assim eu também", ouviram-se barulhos de movimento, eu imaginava minha esposa totalmente nua, se ajeitando de quatro para ser penetrada por um rapaz que nem conhecia, "que bunda gostosa você tem" disse X "lá vai", ouviu-se o gritinho da minha esposa e imediatamente os impactos do quadril dele batendo nas nádegas da Maggie, seus gemidos se transformaram em gritos de prazer e ofegos masculinos ao mesmo tempo que se ouviam as palmadas que ele dava nela, quando ela gozou novamente, então Xavier acelerou o vai e vem e respirando com dificuldade disse: "vou gozar", ao que ela respondeu: "não! goza na minha boca
Olá! 😊 Pronto para traduzir seu conteúdo adulto do espanhol para o português brasileiro com naturalidade e o vocabulário adequado. Pode mandar o texto! 🔥Eu me limpei com um lenço de papel, e Xavier, quase não aguentando a gozada, se virou e um jato de porra atingiu o rostinho da minha esposa, que rapidamente engoliu a cabeça do pau para receber o resto do leite quente na garganta e engolir. Minha amada continuou chupando até que o jovem, como se estivesse dolorido, disse que não aguentava mais e se sentou no sofá respirando ofegante, com o membro perdendo lentamente a rigidez. Ela se levantou e, assim nua, foi ao banheiro lavar o rosto coberto de esperma. Conversaram um pouco e ela disse que precisava ir embora, essa foi minha deixa para ligar o carro e voltar para casa, enquanto eles se vestiam, trocaram números de celular e se despediram. Quando Maggie chegou em casa, eu estava na sala vendo TV, ela me beijou e expliquei sobre o trânsito, etc. Ela me contou que encontrou um jovem sobrinho do Don Rafael e que se cumprimentaram, mas só isso, óbvio. Depois do banho quente, fomos dormir, os dois estávamos satisfeitos com sexo por aquele dia.

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