A Surpresa Gostosa

Esta história nasce de uma mudança radical que surge num casal maduro. Antônio, 50 anos, e Carmen, 52. Depois de 28 anos casados, entenderam que era preciso reavivar a paixão. Ele, mais que tudo, já não curtia o sexo tradicional depois de tantos anos. Ela era uma mulher muito apetecível, de corpo voluptuoso, cabelo castanho claro, olhos verdes. Resumindo, uma MILF, e vale a redundância, muito comível. Os dois filhos do casal já tinham feito suas vidas e estavam bem, cada um com seu par.

O problema é que a Carmen era muito recatada, quadrada, daquelas antigas. Não fazia a menor ideia — e isso acontece muito — do que poderia realmente excitar. Se vestia de um jeito antiquado, como se escondesse a própria voluptuosidade, com roupas bem largadas.

Foi num desses dias que o Antônio teve um estalo, ou uma visão, vai saber. Decidiu alugar uma cabana num balneário por três dias. O lugar escolhido foi Atlântida, a 45 km de Montevidéu. Esse sair da rotina, combinado com gastar uma grana em roupinhas pra mulher — que ao vê-lo chegar com sacolas se sentiu feliz pelo gesto do marido —, foi o início. Antônio comprou, já que estávamos na temporada de verão, uns shorts, blusas e o mais chamativo: um biquíni de duas peças cor mostarda. Ela, ao ver a peça minúscula, se encabulou. "Vai, amor, experimenta pra ver como fica", disse o marido, já que ela, como eu disse, era muito recatada, mas não queria estragar o clima e parecer ingrata.

Ao sair do banheiro, Antônio ficou maravilhado. A danada estava de parar o coração. "Uhh, que lindo que ficou em você, mulher." "Você acha, amor?", respondeu ela, tímida. "Sim, dá uma voltinha." Ela girou, e era impressionante ver aquele risco do rabo enorme que marcava por baixo do biquíni. O que dizer? A satisfação dele e a vergonha dela contrastavam. "Você não acha muito ousado, pai, esse biquíni?" "Imagina, amor, se é usado assim é porque vendem por algum motivo."

O dia marcado chegou. Se instalaram confortavelmente, curtiram o almoço, a sesta, e no cair da tarde, às 18h30, rumaram pra praia que ficava a duas quadras, com chimarrão, biscoitos (facturas) e as cadeiras de praia. aproveitando aquele pôr do sol lindo. A praia, como era de se esperar, tava bem cheia, mesmo sendo sexta-feira. Ela tava com uma capelina, um dos shorts jeans que ele tinha comprado pra ela, uma blusa branca, as havaianas e, claro, por baixo, o biquíni. O calor tava forte, então ela tirou o short e a blusa, ficando só de biquíni. Na hora que ela foi tirar a roupa, foi observada com atenção por um grupo de amigos, uns 30 anos, que tinham acabado de jogar futevôlei e tavam repondo as energias com umas latas de cerveja gelada. Antônio percebeu e, longe de incomodar, o olhar dos caras deixou ele excitado. Carmen, como sempre, sem perceber nada, só mateando e curtindo a brisa do mar. A tarde foi passando e a noite chegou. Antônio continuava excitado com o olhar lascivo daqueles homens, mas não passou disso. De repente, do nada, quando já iam indo embora, Antônio deu um beijão nela, que em outra hora a deixaria de mau humor por ele beijá-la em público. Mas, na real, já não tinha mais ninguém por perto, e ela correspondeu. Parece que ela também tava com tesão. Foi assim que Antônio levou ela pra umas dunas com um pouco de vegetação, perto do anfiteatro. Largou a cuia e as cadeiras, puxou os peitos dela pra fora do biquíni e começou a devorá-los. "Uff, como você tá gostosa", ele sussurrou, enquanto a provocava. "Me deu uma puta vontade de ver os caras te olhando". "Uff, continua", ela disse. Ela também tinha notado os caras, mesmo se fazendo de sonsa. Se abaixou ao ouvir as palavras do marido e começou a chupar a rola dele. A luz da costa iluminava de leve. Ela passava a rola pelos peitos, enquanto ele beijava a boca dela. Ela já era uma poça de gozo, tão dilatada e molhada que tinha a buceta. A pacata tava muito excitada. "Uff, uff, que gulosa você tá, mulher". Ela tirou a rola da boca por um instante e disse: "Cê gosta, pai?" "Sim, adoro". Na sequência, jogaram a toalha no chão e ela montou nele. Plaf, plaf, plaf, o sobe e desce no pau dele e aqueles peitos... As bundas dela rebolavam, a foda que ele tava dando nela era uma delícia, não tem nada pior do que te cortarem o sexo no meio do ato. Foi aí que, num momento de lucidez, o Pa percebeu que a caminhonete da prefeitura tava passando. Ele tirou ela de cima rapidinho, ela não entendia nada até que ele fez sinal indicando que a prefeitura tava na área. Mesmo não tendo sido pegos, pegaram as coisas deles e terminaram o que começaram na cabana. Seja pelo calor ou pelo lugar, a Carmen tava muito desinibida, parecia outra gostosa. Tinha um fogo na pussy e, melhor ainda, no cuzinho também, fazia tempo que o marido não comia ela de cu e naquela noite ele gozou duas vezes lá. Isso fez ele pensar que devia compartilhar ela, embora não tenha falado diretamente, ao notar o nível de tesão dela quando ele mencionou os caras do futebol tênis, ele concluiu que podia rolar. Na real, ele tinha uma fantasia bem sombria, quase perversa, e ia realizá-la. No dia seguinte, sábado, fizeram a mesma coisa do dia anterior e ele falou que tinha uma surpresa pra ela à noite. Venderia os olhos dela, o que deixou ela intrigada. Depois da praia, jantaram num barzinho ali mesmo. O Pa tinha planejado meticulosamente a estratégia, contratou uma mina com a condição dela levar um amigo. Foi assim que, já na cabana, a Ma, o Pa, a mina e o amigo se prepararam pra uma noite de puro prazer. A Ma de olhos vendados e um lindo conjunto preto de lingerie, onde a tanguinha sumia no cuzão gostoso dela. Tudo começou com beijos e carícias da mina na Ma, o Pa sentado se masturbando devagar, a mina era muito sexy, de repente o cara atrás começou a beijar as nádegas da Ma, era muito erótico ver a Ma sendo beijada e lambida pela mina e pelo amigo. Uffffggg a Ma tava adorando o momento, a mina oferecia os peitos pra Ma chupar com gosto, era a primeira vez que ela tinha um par de peitos na boca. O Pa continuava com a masturbação lenta mas constante. O amigo já tinha enfiado a língua no cu dela, uffffgggggfggg a Ma parecia estar no paraíso. prazer. Aquela língua mestra girava dentro da bunda dela, a garota chupava a boceta dela enquanto mais lambia os peitos dela. Num minuto de pausa, a garota troca de posição com o cara, que fica de frente, a garota por trás empurra as costas dele bem sutilmente pra ele se inclinar, e começa a chupar aquela pica enorme com um desejo desbordante. Clop Clop Clop clop, percorre todo aquele pauzão de uns 23 cm, a garota enquanto isso mete um dedo no cu dele enquanto chupa a boceta dela que treme, sintoma de orgasmos que brotam desde a boceta dela até o cu dela. Ufff uffg ouviu-se um gemido abafado do cara que, num momento de extremo tesão, tirou a pica da boca dela e deu um chupão profundo, e ela se segurava na cintura do cara, já que a garota tava chupando o cu dela e ela sentia que ia desmaiar de prazer. Foi quando ela se endireitou de vez e percebeu a surpresa: o cara apoiou o peito nela, que ela chupou, e entendeu que na verdade não era um homem, pelo busto voluptuoso era uma transexual. Longe de se acanhar, ela mesma tirou a venda e, com um tesão explosivo, começou a beijar a boca, os peitos e a pica da garota transexual como se não houvesse amanhã. A garota que tava atrás passou a acompanhar a felação, e as duas chupavam aquela pica alternadamente e se beijavam. A transexual tava como em transe. Vai ver o jogo de palavras nisso tudo: Pa, ao ver aquela felação, acelerou a masturbação. Ela aproximou uma camisinha, que as duas mulheres foram colocando com a boca. Pa ordenou: "Arrebenta o cu dela de pica, minha puta." Uffgggg sim, disse Carmen, que já tava com um tesão extremo. A garota sentou no sofá, e ela de quatro começou a chupar a boceta dela, oferecendo a bunda linda pra transexual. Essa, nem lerda nem preguiçosa, meteu a pica na boceta dela primeiro, ufff iuffff nela, que com tanta porra que saía da vagina dela ia lubrificando a camisinha, enquanto devorava a boceta da convidada. Foram cinco. seis porradas profundas, pra que o travesti entendesse que era hora de meter no cu, encostando a cabecinha no esfíncter. Mas ela gritou quando ele enfiou de uma vez, com força, bem fundo, ahhhhhhhhhhhhhhhhjjjhhhhhjhhh, que filho da puta você é. Ele nem ligou, foi devagar no começo, pegando ritmo e profundidade. Era lindo da perspectiva dele ver aquele cu dilatado engolindo a pica dele sem a menor dificuldade, plaf plaf plaf plaf, ummmm ummmmmm ummmm. A Ma de boca naquela buceta suculenta, e quando já tava quase gozando, sobe no sofá, coloca a pica na boca dela e, entre espasmos, enche de porra a garota que se contorcia de prazer com a língua gulosa da Carmen. O travesti, como se fosse ator pornô, com uma resistência invejável, metia freneticamente no cu da Carmen, que tinha um atrás do outro, infinitos orgasmos. Finalmente, é hora de gozar, então a Ma, num pedido, implora: "joga a porra no meu cu". Ele obedece, se contorce, tira a camisinha e, apontando pro ânus, enche ele de esperma grosso. A noite foi longa, mas a Ma foi comida pelo Pa e pelo travesti em dupla penetração alternada. Teve foda entre elas também, e o Pa comeu as duas. Foi o reavivar da paixão de um jeito fulminante. A Ma, a partir daquele dia, se putou graças ao marido, que fez ela aproveitar ao máximo a sexualidade dela. Ela foi compartilhada várias vezes, em trios, fazendo lesbianismo, em festa com amigos ocasionais, e ela realmente curte até hoje. Fim. Essa história quero dedicar a três grandes escritores da página, dos quais sou leitor assíduo: Leombarg, Maury_Solo_Yo e Maritainfiel.

3 comentários - A Surpresa Gostosa

LER_27 +1
Capooo Uru
Abrazo Amigo.gracias por comentar y los puntos.
Mobumba +1
Carmen??
pense en vos cuando lei el relato, cuadra en muchas cosas con vos, pero hay otros detalles........
Mobumba +1
@unknowSold3r 😘
@unknowSold3r Cualquier semejanza con la realidad es pura coincidencia.
muy bueno amigo te felicito. te deje puntos. gracias por tu dedicacion una abrzo rio platense. ☺
Un placer q me leas ,te agradezco Abrazo amigo.