A despedida da Eva III

Feliz ano novo e começamos o ano com mais um relato do meu passado. Alguns me perguntam no privado e sim, isso é baseado em fatos reais da minha vida, só troquei os nomes.


A despedida da Eva III


Acordei cedo com Eva ainda agarrada no meu braço, as pernas dela já não estavam tão coladas em mim nem por cima de mim, e minha mão também não estava mais sobre ela. Me desvencilhei da Eva como pude e fui ao banheiro sem fazer muito barulho. Já vestido pra sair pra correr, estava pronto pra ir quando Chloé sai da sala correndo, mas fazendo o menor barulho possível, e me agarrou pelo braço como se pra eu não escapar.

- Anjo lindo, quando você voltar de correr, seus pais vão querer falar com você, pode ser que seu tio também.
- Pra quê? - perguntei enquanto soltava o braço devagar.
- Isso não importa, seu tio vai te pedir um favor, você diz que sim e pronto.
- Ok... mas você pode me dizer do que se trata? Só pra não ficar pensando nisso a manhã toda.
- Não, rsrs, tô afim de te torturar um pouquinho - disse Chloé e voltou pra sala.

Exatamente como Chloé queria; tive que ir correr sem saber nada do que queriam de mim. Enquanto seguia meu percurso, pensei em dar meia-volta e descobrir tudo antes, mas não adiantaria muito, já que teria que esperar todo mundo acordar, já que queriam me perguntar todos juntos...

Ao entrar em casa, encontrei todo mundo tomando café ou preparando o café da manhã. Pedi pra deixarem meu café pronto e na mesa enquanto tomava banho e, sem esperar resposta, subi. Demorei pouco, considerando que normalmente tinha Eva ou Chloé por perto, nem sempre, mas muito frequentemente. Me vesti e desci pra finalmente saber o que queriam de mim.

Parece que não tavam com muita pressa pra me contar, já que passei o café da manhã inteiro em completo silêncio, a única coisa que se ouvia era a TV de fundo.

- Mas vocês vão perguntar logo... que diferença faz a Eva estar aqui, já que ele ia contar pra ela do mesmo jeito - disse Chloé quebrando o silêncio.
- É... bem... - disse meu tio.
- Perguntar o quê? E por que esperar eu não estar? - disse Eva.
- Vamos ver como eu digo... - começou meu tio com uma pausa pequena, que Eva interrompeu.
- Sim...? - disse Eva apressando ele.
- Vocês lembram que Dissemos que queremos ser pais e estamos fazendo uns exames? Pois outro dia me ligaram e falaram que eu não podia engravidar a tia de vocês ou que ia custar muito tentar - disse meu tio.
- Já sei por onde a coisa vai... - falei baixinho e Chloé deu uma risadinha.
- Acertei! No final acertei que você só atirava festim... haha - disse Eva.
- Pois é, seu tio não conseguiria me dar um filho "JÁ" mas com tempo até que dava... mas a gente quer agora, não daqui a uns anos... - disse Eva enquanto levantava da cadeira e vinha pro meu lado.
- Pera... vocês não vão pedir pra ele, né? - disse Eva apontando pra mim.
- Sim, queria pedir pro Anjo. Pensamos no seu pai mas é melhor alguém jovem... e com todo o exercício que ele faz e o saudável que é... Que candidato melhor? Um desconhecido que não é da família ou alguém que é família? - disse Chloé.
- Sei não... - falei.
- Qual a diferença? Era só visitar a gente em Madri, dar uma passada na clínica... e bom... você já sabe o que fazer num potinho... Bom, deixa o assunto de lado por enquanto, agora que você sabe, pensa um pouco e depois a gente conversa - disse Chloé.

A maioria levantou e foi pra cozinha, jardim ou dar uma volta, ficamos só eu, Eva e Chloé. Chloé me disse que qual era o problema, que eu dissesse que sim já que literalmente não tinha outra opção, a única coisa é que todo mundo saberia que aquele filho ou filha seria meu em vez de alguém aleatório, mas que se fosse a segunda opção ainda assim seria meu já que era o que Chloé queria. Chloé foi pro jardim com o resto e a gente não acreditava, eu e Eva, no que tava rolando, tanto meus tios quanto meus pais não mostraram nenhuma preocupação de ser eu o "doador". Eu ser pai a gente já tinha assumido nós três, mas tornar isso público? Isso nunca passou pela minha cabeça. Eles tinham planejado que eu desse a resposta no dia seguinte, mas como de qualquer jeito Chloé ia ter o que pediu, eu falei naquela mesma tarde, em parte pra quebrar essa tensão tão estranha que a gente teve na hora do almoço e parte da Tarde, minha decisão já tomada, as coisas meio que aliviaram um pouco. Com o tempo, fomos tocando no assunto aos poucos, cada dia se falava um pouco ou se planejava algo. No fim, ficou decidido que, já que Eva teria que ir pra Madrid estudar e eu teria que ir pra clínica... por que não ir todo mundo junto? Iríamos nós quatro juntos no carro da minha mãe, e meus tíos deixariam o carro deles de só dois lugares... deixaríamos Eva no apartamento dela, depois uns dias pra "doação" e, antes das aulas começarem, Chloé voltaria e trocaria os carros de novo, aproveitando que, por causa do trabalho, ela estaria relativamente perto da gente (mas não muito...).

Nos dias seguintes, seguimos as férias dela na normalidade: praia, de vez em quando um jantarzinho em restaurante, e até fomos jogar paintball, kart e o que mais Chloé inventasse. Dava pra ver que ela tava muito feliz, mesmo tentando esconder. Por um lado, Chloé tava feliz por conseguir o que queria, que era ser mãe através de mim; por outro, triste por não poder ser do marido dela... (é, claro... isso ela tava fingindo).

Já tinha tudo preparado pra viagem pra Madrid. Como, em teoria, eu só ficaria uns dias, a mala foi pequena, deixei ela no meu quarto pronta pro dia. Desde que a decisão foi tomada de que seria a Chloé, ela se jogava em mim sempre que tinha uma oportunidade. Eu disse pra ela não arriscar muito, já que ela me teria pra ela em Madrid assim que meu tío fosse viajar a trabalho. Seria seguro, diferente daquelas situações em que a gente podia ser pego. Por sorte, Eva tava do nosso lado e mais ou menos nos ajudava, distraindo todo mundo. Como meus tíos iam nos levar, eles economizariam uma grana na viagem e mais um pouco... na época eu não fazia ideia, mas depois ela me contou que fizeram um trato: ajuda em troca de uma boa renovação no guarda-roupa dela... e isso seria voluntário, não igual quando ela decidiu roubar toda a roupa íntima dela... Como Eva ia passar muito tempo em Madrid, ela teria a chance de ir fazer compras com a Chloé de vez em quando. Por mim, me senti um pouco... culpado ao receber uma "pequena" gorjeta do meu tio pelo favor que, nem de brincadeira, me parecia pouco... e ainda mais porque ele tava me pagando pra comer a mulher dele em vez de ir numa clínica e bater uma simples punheta...
Os poucos dias que a gente ficou transando escondido foram meio... chatos; normalmente quando eu e Chloé ou Eva fazíamos, era história pra contar, mas agora a Chloé tava desesperada pra engravidar e fazia tudo rápido, monótono e sempre igual... a única coisa que ela queria era engravidar e só... claro, pra mim era melhor que bater uma, mas com a pressão de poder ser descoberto e ainda mais quando a gente podia fazer sem problemas daqui a pouco...

Com um pouco de lábia e convicção, consegui convencer a Chloé a parar com aquilo, argumentei que se eu não comesse ela por uns dias e não me fizesse punheta... a quantidade aumentaria quando a gente fizesse em Madrid, aliás, era o que pediriam numa clínica de doação. A Chloé decidiu fazer de forma mais eficiente e "copiar" as clínicas de fertilização, pensou quais seriam os melhores dias pra fazer e coincidia com os dias que a gente ia estar em Madrid (segundo um estudo que lemos na internet). Só faltou esperar mais uns dias e ficar dois em Madrid sem poder fazer nada por causa da presença do meu tio, enquanto negociava com a Eva pra ela não tentar nada comigo... depois, normal que a Chloé desse tanta roupa pra ela no futuro... as negociações que elas tiveram pelas minhas costas deviam ser curiosas, afinal a Eva queria aproveitar cada minuto comigo já que a gente ia ficar um bom tempo separados.

E depois de uns dias de espera, o tão esperado dia chegou, rumo a Madrid!!! A gente tinha acabado de lanchar e, depois de uma troca de chaves de carro entre meu tio e meus pais e uma despedida melosa entre minha mãe e a Eva, depois de separá-las, ela se despediu do meu pai e entrou no carro. Eu só dei dois beijos e um simples "não demoro, tchau". depois de tudo, só ia numa clínica e mais nada, ficaria uns dias sem fazer nada, ou era o que se supunha... e voltar pras aulas.
Chloé tava com a mesma cara de sempre dos dias que passou com a gente, trouxe roupa de sobra mas tudo quase igual, já Eva tava radiante porque naquele mesmo dia ia ficar no apartamento dela com as colegas e tinha que estar perfeita naquele dia... usava um conjunto de lingerie da Chloé que tinha roubado fazia um tempo, eu já tinha visto aquele conjuntinho roxo que fazia os peitos dela parecerem que iam explodir pelo decote do top azul claro que deixava o umbigo de fora, tipo, cobria o mínimo, uma saia branca que parecia de uniforme de colegial só que branca e os saltos grossos que ela sempre dizia que eu gostava, tava muito bem maquiada, tanto que junto com o cabelo que ela fez cheguei a pensar que era uma atriz prestes a gravar algo.
Já no carro, era estranho estar no nosso carro mas com meu tio dirigindo, naquele momento já tinha recebido o presente ou a gorjeta do meu tio; já que a intenção era deixar o dinheiro em casa e não ficar carregando com ele o tempo todo.
Quando Eva viu que a viagem era longa, só com música de fundo e pouca conversa... aproveitou que sem a supervisão dos nossos pais podia falar qualquer besteira... e começou a perguntar do nada em voz alta os parentescos que o menino ou menina teria com cada um da família, o objetivo dela era só encher o saco e se divertir um pouco torturando a gente três. Pra calar a boca dela por um tempo, deixei meu Nintendo com ela e me vinguei um pouco por aquele assunto de conversa: desafivelei o cinto e me sentei no banco do meio, afivelei o cinto dela e me grudei bem nela fingindo que só queria ver ela jogar, sem ninguém ver coloquei minha mão por baixo da saia branca dela e afastei a calcinha pro lado deixando a bucetinha dela livre, uma bucetinha que eu garanti deixar bem molhada com o único meio que eu tinha à mão: minha Mano. Vamos lembrar que a viagem de Alicante a Madrid é longa e que a "brincadeirinha" da Eva começou bem cedo, o que me fez sentar do lado dela e bater uma pra ela. Não importava o quão mal eu fizesse ou o quanto ela resistisse... ela ia gozar, sim ou sim. Felizmente, a Eva estava sentada atrás do meu tio, o melhor ponto cego possível, porque se quem estivesse no banho do carona olhasse um pouquinho pra trás, veria perfeitamente o que a gente tava fazendo. E foi exatamente isso que aconteceu: a Chloé viu. "Tama, anjo, deixa essas sacolas onde você não vai sentar" — disse a Chloé enquanto me olhava, primeiro pra uma das sacolas e depois pra minha mão. Uma das sacolas tinha só petiscos e refrigerantes, mas a outra era de roupa, mais especificamente roupa suja do dia anterior que a gente não teve tempo de lavar porque não dava pra secar depois, e as toalhas de praia. Percebi que a Eva também tava gozando com vontade e que podia deixar tudo bem molhado — não tanto quanto a Chloé, mas o suficiente pra ferrar com tudo. Foi um erro enorme da minha parte, porque até então eu não tinha ficado com muitas mulheres, mas quase todas gozavam e eu achava que era normal, que todas conseguiam fazer igual. A Eva levantou a saia e sentou rapidamente em cima de uma toalha de praia. A saia ficou tão curta que parecia um vestido junto com o top dela. Continuei batendo uma pra ela, ainda com a calcinha no lugar, porque tirar aquilo ia dar muito movimento, e eu já tinha feito movimentos demais colocando a toalha sem que meu tio visse. A Chloé, por sua vez, ajudou a gente aumentando o som do rádio pra quando a Eva terminasse. Me surpreendeu a teimosia da Eva em não gozar, quando dava pra ver perfeitamente que ela tava se segurando. Mas cedo ou tarde a hora chegaria, e chegou. Fiquei sem palavras quando vi a Eva afastar minha mão e puxar um lado da toalha pra se cobrir inteira e gozar sem fazer o menor gemido — nada, absolutamente nada. Isso sim, vermelha que nem um tomate. Mesmo com o som alto, tenho certeza de que eu consegui... ouvir o som de uns jatos fortes batendo num pano, porque pra não molhar a calcinha dela também e não deixar uma poça embaixo, ela decidiu deixar um espaço entre a bucetinha dela e a toalha.EvaPor um lado, fiquei satisfeito por dar uma lição na Eva pra ela não brincar daquele jeito, mas por outro, me fodia não poder fazer mais, não poder beijar ela ou pedir pra ela me fazer umas coisinhas, mas algo é algo...

O lógico seria pensar que tudo terminou por aí, mas nada mais longe da realidade. Se eu consegui que a Eva gozasse sem fazer o menor barulho, isso significava que dava pra melhorar, já que ainda tínhamos uma longa viagem pela frente e eu não tava a fim de ficar olhando pela janela. Depois de se limpar direitinho com a mesma toalha que usou pra gozar, ela fez menção de se levantar, mas quando vi ela erguer a bunda do banco pra puxar a toalha... coloquei minha mão na coxa direita dela e empurrei ela de volta pro assento. O olhar da Eva não tinha preço. Nunca vou esquecer o olhar dela naquele carro, a área pode... afinal, nem tava olhando. Depois de colocar minha mão na coxa dela e ver como ela se dirigia de novo pra bucetinha, Eva arregalou os olhos e fez uma cara que misturava surpresa, pânico e medo. A carinha dela tava tão fofa que quase pensei em parar de tanta pena que ela tava me dando, mas por sorte ou por azar... continuei. Não sei se os pequenos tremores que notei nas mãos e na boca dela, tenho certeza de que se não fosse pela música, daria pra ouvir o barulho dos dentes dela batendo, mas infelizmente nunca vou poder confirmar isso porque a Eva se recusa a falar sobre o que aconteceu naquele dia naquele carro.

Retomei a "massagem" que tava fazendo na Eva, como o bom irmão que sou.

O esforço que a Eva tava fazendo pra não soltar nem o menor gemido ou fazer qualquer movimento que pudesse denunciar o que a gente tava fazendo era admirável, mas ela tinha pedido por isso. Às vezes a Chloé olhava pra gente e me fazia pensar que ela devia me ver como um monstro pelo que eu tava fazendo, já que a carinha de anjo da Eva e o jeito arrumadinho dela a fazia parecer ainda mais fofa, mas aí eu pensava em tudo que ela fazia e mudava de ideia. De ideia (erradamente), aparentemente mais tarde ela me contou que sim, que eu tava certo; que ficou meio sem graça, da perspectiva dela, pela imagem, a Eva parecia uma garotinha inofensiva e adorável sendo maltratada por um maluco... mas também pensou que, de certa forma, ia ser bom pra ela passar pelo que passou. Nem ideia do que a Eva aguentou sem gozar de novo, mas quando percebi as duas mãos se apoiando no meu pulso e antebraço, seguidas de uma dor aguda de dez unhas cravadas de propósito, e quando olhei pra cara dela por causa disso; vi o rosto de uma pessoa sofrendo sem fazer barulho nenhum... entendi que ela tava gozando e que, com as duas mãos me apunhalando, não ia conseguir colocar a toalha em cima como antes. Estiquei minha mão o mais rápido que pude e tentei colocar a toalha nela do mesmo jeito que ela tinha feito antes.AdolescenteNotei como suas unhas apertavam cada vez mais a cada jato da buceta dela. Eva caiu desabada, se deixando cair sobre a porta do carro, os braços dela pareciam não ter nem um traço de vitalidade; jogados sobre os bancos, a única coisa que dava pra ver nela eram pequenos tremores nas extremidades e os dedinhos que apareciam nas pontas dos sapatos de salto estavam completamente contraídos, mal dava pra vê-los, só o suficiente pra perceber que estavam naquele ângulo, um ângulo que me dizia perfeitamente que estavam tão apertados e com tanta força que nem de brincadeira eu teria força pra colocá-los na posição normal. Assim que pude, limpei ela e, quando quase tinha terminado, Eva colocou uma mão sobre a minha, sem forças, me olhou e disse com uma vozinha doce e fraca: — Mais não, por favor, por favor... — Não tinha intenção de continuar nem antes nem depois dessa frase, o rostinho dela continuava adorável, mas meio borrado porque a maquiagem dos olhos tinha estragado com as lágrimas que estavam prestes a escorrer na roupa dela. Tirei um lenço de papel do bolso e limpei antes que manchasse a saia branca dela. Pelo visto, a Chloé também percebeu o estado dela, mas esperou um pouco pra intervir, já que Eva ainda estava com a saia quase na altura dos peitos e com a toalha embaixo da bunda. Ela esperou ela tirar a toalha e se arrumar um pouco, e então se virou, estendendo um braço pra Eva com uma nécessaire pequena. Quando Chloé disse pra Eva: — Toma, gata, você tá com o delineado daquele olho mais longo que o do outro, iguala ele... — entendi que o que ela tava dando era maquiagem. Enquanto Eva se arrumava, esqueci completamente do que tinha acontecido com as unhas dela, por mais estranho que pareça, não sentia dor, mas depois de um tempo comecei a sentir, provavelmente por causa da adrenalina ou algo assim. Olhei pro braço que Eva tinha "apunhalado" e vi vários cortes dos quais já tinham brotado linhas de sangue que já estavam meio secas. Pensei que quase tinha ganhado da louca da amiguinha dela, a sociopata... mas pra isso teria que ignorar a mordida que ela me deu, tentei tirar ela com um dos meus lenços, mas já era tarde, senti uns tapinhas no braço que tava mais perto da Eva, os tapinhas vinham de um pote com algum tipo de líquido do nécessaire e um pacote de lenços umedecidos, Eva tava com o olhar fixo no banco da frente, não me encarava por vergonha do que me fez, mesmo eu não culpando ela de nada. Quando peguei o que ela tava me dando, ela voltou pro que tava fazendo, que era se maquiar. Me curei por completo como pude e Eva terminou de se maquiar, não sei se tava mais gostosa pelo que fez ou porque depois de gozar duas vezes ela ficou ainda mais bonita...

Daí um tempo, escuto bem baixinho e agora sim... me olhando na cara, a Eva se desculpando, eu não consegui fazer nada além de rir que nem um idiota, tirei a importância e pisquei o olho pra ela, Eva soltou um sorrisinho e depois deu um socinho no meu braço, que depois agarrou forte pra se abraçar nele. Passado um tempo e vendo que já estávamos nos arredores de Madri, escuto uma mensagem, olhei e era a Chloé, dizendo pra não sairmos do carro primeiro, pra fingirmos que estávamos cansados da viagem e que quando meu tio subisse as coisas da Eva no apartamento dela, aí sim sair, mais tarde falar que as marcas de unha eram da Eva, que ao sair do carro ela tropeçou e se agarrou no meu braço com toda força, daí a razão daquelas marcas, já que ele veria fácil porque eu tava perto e seria melhor ter o braço enfaixado, já que não me preocupei em medir a profundidade... mas atravessaram bem. E foi assim que fizemos, tudo saiu como planejamos e meu tio não duvidou do que dissemos. Ao subir as malas dela e deixar no quarto, pude ver uma das colegas de apartamento dela, aparentemente a mais gostosa de todas, mas nem de longe era tanto quanto a Eva. Fiquei meio bobão com ela, já que no fim das contas sou um cara e ainda mais porque tava há dias sem... Me correr... nos cumprimentamos e só. Por fim, nos despedimos todos da Eva, eu fui o último, já que depois de garantir que estávamos sozinhos e ninguém nos via, nos despedimos com um beijo quente de língua e muito apalpamento. Infelizmente, não pôde durar muito porque estavam me esperando no carro. Terminei de beijar a Eva e, como despedida, dei um beijo forte na bochecha dela. Ao entrar no carro, a Chloé me jogou os lenços umedecidos rápido e olhou desesperada para meus lábios. Olhei pra ela como se ela fosse maluca e, vendo que ela olhava nos meus olhos e depois pros lábios, sacou a parada. Me olhei no espelho e meus lábios estavam rosados e brilhantes, tinha metade do batom da Eva em mim. Limpei e agradeci que ninguém além da Chloé viu... bom, na verdade meu tio também, mas em Madrid ninguém me conhecia e eu tava pouco me lixando pro que os outros pensavam.

Não demorou muito pra chegar no apartamento dos meus tios. Acontece que a Eva e a Chloé estavam perto. No fundo, fiquei com um pouco de inveja, porque pensei que elas iam se visitar pra foder, mas depois pensei com mais calma e, conhecendo elas, soltei uma gargalhada e neguei pra mim mesmo. Se elas se aguentassem na cama uma com a outra, seria por minha causa... porque sem eu no meio, elas iam se matar com certeza...

No carro, os três sozinhos, me senti meio estranho. Não sabia o que dizer e, como ninguém falava, também não ajudava. Pensei em perguntar quando meu tio ia embora de novo em missão, mas considerando que ele supostamente teria que "inseminar" minha tia numa clínica... bem, perguntar quando ele ia se mandar pra deixar a gente ter privacidade não parecia muito adequado, principalmente pra não levantar suspeitas. Por outro lado, podia perguntar o que eles tinham planejado, quando ir, pra onde ir e coisas do tipo. Será que o lugar era muito longe? Dava pra ir sozinho ou, se fosse longe, alguém me acompanharia? Com quem eu iria me interessava mais. Se dissessem que era com a Chloé e a data, eu ia sacar que meu tio já não estaria mais por perto... Consegui a única resposta que me interessava sem muita dificuldade, já que com uma única frase da Chloé ela me contou tudo: "Fica um pouco longe, vou ter que te levar eu mesma... já que seu tio vai embora em dois dias e é melhor descansar em casa depois das férias." Chloé virou o olhar para trás, onde eu estava, e soltou uma risadinha debochada, como se soubesse perfeitamente por que eu tinha perguntado aquilo e que informação eu estava procurando exatamente.

Finalmente chegamos no apartamento da Chloé e, como tínhamos muitas malas pra descarregar, meu tio estacionou bem na frente da entrada. Descemos tudo e ele foi estacionar um pouco mais longe, assim não precisávamos ficar indo de um lado pro outro carregados. Colocamos todas as malas no elevador — das quais só uma era minha —, apertei o andar da Chloé e subimos pelas escadas. Por sorte, como chegamos tarde, ninguém se incomodaria da gente ocupar o elevador daquele jeito. Metemos tudo no apartamento e deixamos no quarto da Chloé. Eu deixei minha mala no quarto que supostamente deveria ter sido meu da última vez que fui, mas acabei passando a maior parte do tempo no quarto principal.

Completamente de noite e sozinho no apartamento com a Chloé, me trouxe umas lembranças que eu queria reviver, mas infelizmente, em muito pouco tempo meu tio apareceria e não daria tempo de fazer nada. Tudo estava exatamente como eu lembrava, mas claro, não é como se eu tivesse ficado fora por muito tempo... Voltei pro quarto da Chloé, onde ela estava desfazendo as malas. Ela estava de costas pra porta e eu dei um tapa na bunda gostosa dela, que deu um pulinho de susto. Estendi a mão pra toalha onde, não faz muito tempo, a Eva tinha gozado umas poucas vezes, e perguntei se não seria mais certo cuidar primeiro disso em vez do resto das malas. Ao ver o que eu segurava, a Chloé lembrou, já que tinha esquecido completamente do que tinha rolado na viagem. Colocamos uma lavadora junto com mais roupa e ligamos bem na hora, porque enquanto eu colocava o amaciante, ouvimos a porta se abrindo. da entrada, era meu tio que finalmente conseguiu estacionar.
Como não estávamos com muita vontade de cozinhar, pedimos pizza pra todo mundo, por mim sem problema nenhum. Chloé ligou a TV e se jogou no sofá, ocupando ele quase inteiro. Fiquei olhando pra ela tipo: "Sério? E onde a gente senta?" Dava pra sentar na mesa, mas só daria pra ver a TV direito de uma das quatro cadeiras, talvez outra, mas num ângulo muito torto, e também não era ideia ficar numa cadeira depois de uma viagem longa de carro. Literalmente todo mundo queria fazer o que a Chloé acabou de fazer.

— O quê? — perguntou Chloé, olhando pra gente como se não soubesse o que tinha feito de errado.

— Eu sei, casei com uma mulher que parece uma criança... uma criança muito gostosa e adorável, mas uma criança... — disse meu tio, e a gente riu.

— Muito engraçado. Pois fiquem sabendo que quando eu tiver grávida, todos os homens ao meu redor vão ser meus servos.

— Hum... acho que nessa época eu vou estar na minha casa, bem longe... — falei, segurando os tornozelos dela e puxando as pernas pra baixo do sofá pra poder sentar.

— Então vou na sua casa te encher o saco. A GENTE VAI, se as datas derem certo. Você volta bem na hora de cuidar de mim — reforçou Chloé, olhando pro meu tio.

— Socorro... — disse meu tio, me olhando, e sentou do meu lado.

Ficamos um tempinho vendo TV sem fazer nada enquanto esperávamos o entregador. E não tem muito mais o que contar. Jantamos na mesa os três juntos. Depois de comer, voltamos pro sofá e Chloé apagou rapidinho. Decidi ir dormir e imaginei que, quando eu fosse, meu tio acordaria a Chloé pra fazer o mesmo. Foi o que aconteceu, só que eu consegui ouvir perfeitamente ele sugerindo "se divertir" um pouco antes de dormir no caminho pro quarto. Ele menosprezou minha presença, já que com o quarto à prova de som eu não perceberia. O quarto sim... mas o corredor não, pensei, xingando por ter escutado essa conversa. Por sorte, dei uma risadinha quando ouvi a Chloé mandar ele pra puta que pariu, dizendo que só queria dormir. Infelizmente, o "ok, café da manhã amanhã" do meu tio me deixou puto da vida. Eles eram casados e eu não tinha motivo nenhum pra ficar bolado com o que eles faziam, mas estar eu naquele mesmo apartamento sem poder fazer nada... eu não ia ouvir eles se... mas saberia o que eles iam estar fazendo naquela manhã se visse a porta fechada.Chloe


Capítulo 19:http://www.poringa.net/posts/relatos/4410229/19-Me-toca-embarazar-a-mi-tia-I.html

E com isso termina este capítulo, infelizmente uma fase que me afastou por muito mais tempo do que eu gostaria da minha irmãzinha Eva.

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