Depois de uma grande sessão de sexo, meus colegas estavam quase chegando, a gente conversou um pouco e eu disse que tudo que tinha rolado estava de boa e que eu queria continuar compartilhando ela. Ela me beijou e falou que adorou muito ficar com meus amigos e que esperava poder repetir se eu não ficasse bravo. Minha resposta foi: eu gosto e me excita muito você dar pra eles, pode fazer quando quiser, sozinha ou com os dois, de agora em diante, você vai ser a putinha dos 2 e, quando terminar, vem dar e dormir comigo.
Quando vi a hora, perguntei se ela ia ficar, porque não faltava muito pra chegarem o Juan e o Héctor, mas ela disse que já tinha que ir, porque se eles chegassem, ela não ia conseguir segurar a vontade de ser comida e voltaria tarde pra casa, correndo o risco de não deixarem ela voltar no fim de semana.
Quando os caras chegaram, a gente falou besteira e à noite, enquanto tomava umas, começamos a falar do que rolou com minha mina. Eu disse que tava tudo certo e que, se eles quisessem, a gente podia continuar fazendo sempre que desse. Eles me olharam meio desconcertados, mas obviamente aceitaram, sabiam que sexo não ia faltar.
Sexta-feira cedo no quartel, um colega teve um problema e teve que largar a guarda, me chamaram pra substituir e não tive escolha a não ser ocupar o lugar dele. Perto das 5, escrevi pra minha mina contando o que tinha rolado, e ela disse que a gente se via amanhã, que ia sair com o grupo dela pra comer algo.
Durante a noite, não quis incomodar ela, de vez em quando lembrava das safadezas da minha mina e era impossível não ter uma ereção, lembrava de tudo que ela tinha contado e mais excitado eu ficava, e foi assim que me peguei na guarita com o pau pra fora e cuspindo leite. A guarda passou normal e, quando terminou, voltei pro apê pra descansar.
Grande foi minha surpresa ao ver minha mina dormindo na minha cama, com o cabelo bagunçado e claros sinais de sexo. A tesão tomou conta de mim, ela acorda e fala: tava te esperando, amor, e abre as pernas mostrando toda a buceta dela. Cheia de tesão, rapidinho tirei tudo e subi pra penetrar ela, mas não entrava, tava muito quente, queria comer ela e não conseguia, tava muito excitado e a pica não subia. Quando ela percebe, me diz: "Se não ficar duro, vou voltar pra cama do Juan, ele fica duro quando me vê." Não acreditei, o que eu ouvia me deixava mais excitado, meu corpo fervia, mas minha pica não subia. Então ela me beija, percebe meu nervosismo e fala: "Calma, você tá muito excitado, vou pegar um copo d'água." Fiquei deitado sentindo meu corpo tremer de tesão. Devagar, me tocava tentando fazer ela ficar dura enquanto esperava, mas passaram 10 minutos e nada, achei que você tivesse no banheiro e esperei mais 10 minutos. Como não voltava, levantei e fui pegar água, depois fui no banheiro e vi que tava vazio, minha namorada não tava em lugar nenhum. Meu corpo tremeu de novo e cheguei na porta do H, mas não tinha barulho, só faltava um lugar: o quarto do Juan. Atrás da porta, ouvi os gemidos gostosos da minha namorada, dava pra ver que ela tava muito excitada. Devagar, abri e encontrei ela sentada na pica do meu amigo, com a rola toda enfiada no cu, enquanto dizia: "Vai, papi, me come que meu namorado não consegue, adoro sua pica no meu cu, quero que meta sempre, vou vir toda sexta pra você me comer." Minha mulher tava louca pela pica do meu amigo, eu fiquei olhando como ele comia a bunda dela e ela pedia mais. Num momento, Juan percebe que eu tô vendo e me diz: "Como ela gosta de dar, tá com a pica enfiada no cu desde ontem à noite, não consigo tirar porque ela fica brava, quer ver?" Devagar, balancei a cabeça concordando, ela continua a todo vapor, não liga que eu tô ali. Então Juan vira ela e continua metendo de quatro, de repente para, tira a pica e diz: "Seu namorado veio te buscar, vai com ele." Ela se vira, agarra a pica e começa a chupar desesperada, se ajeitando e enfiando de novo a pica do J no cu. e dizer pra ele: não tira minha rola do cu, por favor. Nisso ela me olha enquanto era possuída pelo meu amigo e me diz: me espera no quarto, amor, termino e vou.
Fechei a porta e fiquei ali ouvindo os gemidos da minha namorada, tocando minha rola que aos poucos ia ficando dura, enquanto me masturbava continuava ouvindo os gemidos da Ana, até que um barulho no quarto do H me trouxe de volta ao momento e fui esperar no meu quarto ela voltar, não consegui evitar de me tocar e joguei todo meu leite lembrando do que tinha visto. Passaram umas duas horas e a Ana apareceu pelada, toda fodida, deita do meu lado, me beija com muita ternura e olhando minha gozada diz: vejo que já terminou. Sim, amor, foi muito gostoso o que vi e não aguentei. Pegou minha rola e começou a tocar devagar, minha rola não reagia, nos beijamos e o cheiro de sexo na boca dela era afrodisíaco, finalmente meu pau reagiu, ela sorria ao ver ele melhor que antes, então sobe em cima de mim deixando a buceta sobre minha rola meio dura e começando um movimento lento sobre meu pau, que ia ganhando firmeza, ao notar isso ela geme e se aproximando do meu ouvido me diz: não mete, vim te dizer que vou passar a tarde toda no quarto do Juan.
Naquele momento gozei e ela sorrindo me beija, diz obrigada amor e vai embora.
Não pensei em mais nada e dormi tranquilo. Perto das 17 me levantei e não tinha barulho nenhum, me aproximei do quarto do J e lá estavam dormindo, ele de barriga pra cima e minha namorada com a cabeça apoiada perto da rola dele, estava linda.
Sem mais, aproveitei e tomei banho esperando que os barulhos os acordassem, mas nada. H não estava e eu saí pra comprar algo pro lanche e quando voltei ouvi o chuveiro e gemidos suaves que vinham do banheiro. Olhei pelo buraco da fechadura e pude ver minha namorada montando no Juan, que estava sentado no vaso. Quando saíram eram quase 19, Ana veio e ficou comigo um tempo, jantamos algo nós 3, H não sei onde estava. E depois de umas cervejas J decide ir dormir porque tinha plantão. Domingo, eu e a Ana sentamos no sofá e começamos a nos beijar. Ela sobe em cima de mim e pergunta: "Você gosta que eu seja assim?" Meu pau endureceu na hora e fiz questão de deixar ela sentir. "Claro que gosto de te ver assim, e quero que você continue." Ela levantou o vestido, puxou a calcinha fio dental para o lado e sentou no meu pau. A cara dela mostrava tesão, ela se mexia devagar mas gostoso, falando com voz de puta no cio. "Você gosta que eu transe com seu amigo?"
"Sim, meu amor, adoro."
"Você gosta que ele me coma por trás?"
"Sim, amor."
"Seu amigo tem um pau delicioso."
"Amor, quero passar a noite com ele, você não vai ficar bravo?"
"Agora?"
"Sim, antes que fique mais tarde. Quero sentir ele de novo. Até amanhã, meu amor." Ela levantou, deixando meu pau duro e cheio do melado dela, me beijou e eu vi ela ir nua para o quarto do Juan. Não me mexi, fiquei ali esperando ouvir os gemidos que não demoraram a chegar. Comecei a me tocar e quando ouvi minha mina gozar, não consegui evitar de jorrar muito leite em cima de mim, o mesmo leite que deveria estar dentro da minha garota, mas era outro que estava dando pra ela.
A noite passou tranquila pra mim, e quando amanheceu, ouvi o J indo embora e automaticamente me levantei pra buscar minha mina. Quando entrei e vi ela toda gozada por outro, o pau ficou duro na hora e fui pra cima dela, começando por chupar toda a buceta dilatada e cheia de porra. Ela acordou quando eu ia meter e me parou, dizendo: "Aqui não, essa cama é do meu macho. Só posso transar com o Juan aqui. Vamos pra sua, corno, assim você me limpa direitinho."
Ajudei ela a levantar e fomos pro meu quarto. Chupei ela inteira, limpei o cu e a buceta que estavam cheios de porra e fui penetrando enquanto ela me contava o quanto tinha aproveitado. "Valeu, corno, adoro transar com o J. Quero continuar fazendo isso com o amor."
"Sim, minha vida, o que você quiser." Foi a única coisa que consegui dizer, enquanto enchia a bucetinha dela com meu leite.
Quando vi a hora, perguntei se ela ia ficar, porque não faltava muito pra chegarem o Juan e o Héctor, mas ela disse que já tinha que ir, porque se eles chegassem, ela não ia conseguir segurar a vontade de ser comida e voltaria tarde pra casa, correndo o risco de não deixarem ela voltar no fim de semana.
Quando os caras chegaram, a gente falou besteira e à noite, enquanto tomava umas, começamos a falar do que rolou com minha mina. Eu disse que tava tudo certo e que, se eles quisessem, a gente podia continuar fazendo sempre que desse. Eles me olharam meio desconcertados, mas obviamente aceitaram, sabiam que sexo não ia faltar.
Sexta-feira cedo no quartel, um colega teve um problema e teve que largar a guarda, me chamaram pra substituir e não tive escolha a não ser ocupar o lugar dele. Perto das 5, escrevi pra minha mina contando o que tinha rolado, e ela disse que a gente se via amanhã, que ia sair com o grupo dela pra comer algo.
Durante a noite, não quis incomodar ela, de vez em quando lembrava das safadezas da minha mina e era impossível não ter uma ereção, lembrava de tudo que ela tinha contado e mais excitado eu ficava, e foi assim que me peguei na guarita com o pau pra fora e cuspindo leite. A guarda passou normal e, quando terminou, voltei pro apê pra descansar.
Grande foi minha surpresa ao ver minha mina dormindo na minha cama, com o cabelo bagunçado e claros sinais de sexo. A tesão tomou conta de mim, ela acorda e fala: tava te esperando, amor, e abre as pernas mostrando toda a buceta dela. Cheia de tesão, rapidinho tirei tudo e subi pra penetrar ela, mas não entrava, tava muito quente, queria comer ela e não conseguia, tava muito excitado e a pica não subia. Quando ela percebe, me diz: "Se não ficar duro, vou voltar pra cama do Juan, ele fica duro quando me vê." Não acreditei, o que eu ouvia me deixava mais excitado, meu corpo fervia, mas minha pica não subia. Então ela me beija, percebe meu nervosismo e fala: "Calma, você tá muito excitado, vou pegar um copo d'água." Fiquei deitado sentindo meu corpo tremer de tesão. Devagar, me tocava tentando fazer ela ficar dura enquanto esperava, mas passaram 10 minutos e nada, achei que você tivesse no banheiro e esperei mais 10 minutos. Como não voltava, levantei e fui pegar água, depois fui no banheiro e vi que tava vazio, minha namorada não tava em lugar nenhum. Meu corpo tremeu de novo e cheguei na porta do H, mas não tinha barulho, só faltava um lugar: o quarto do Juan. Atrás da porta, ouvi os gemidos gostosos da minha namorada, dava pra ver que ela tava muito excitada. Devagar, abri e encontrei ela sentada na pica do meu amigo, com a rola toda enfiada no cu, enquanto dizia: "Vai, papi, me come que meu namorado não consegue, adoro sua pica no meu cu, quero que meta sempre, vou vir toda sexta pra você me comer." Minha mulher tava louca pela pica do meu amigo, eu fiquei olhando como ele comia a bunda dela e ela pedia mais. Num momento, Juan percebe que eu tô vendo e me diz: "Como ela gosta de dar, tá com a pica enfiada no cu desde ontem à noite, não consigo tirar porque ela fica brava, quer ver?" Devagar, balancei a cabeça concordando, ela continua a todo vapor, não liga que eu tô ali. Então Juan vira ela e continua metendo de quatro, de repente para, tira a pica e diz: "Seu namorado veio te buscar, vai com ele." Ela se vira, agarra a pica e começa a chupar desesperada, se ajeitando e enfiando de novo a pica do J no cu. e dizer pra ele: não tira minha rola do cu, por favor. Nisso ela me olha enquanto era possuída pelo meu amigo e me diz: me espera no quarto, amor, termino e vou.
Fechei a porta e fiquei ali ouvindo os gemidos da minha namorada, tocando minha rola que aos poucos ia ficando dura, enquanto me masturbava continuava ouvindo os gemidos da Ana, até que um barulho no quarto do H me trouxe de volta ao momento e fui esperar no meu quarto ela voltar, não consegui evitar de me tocar e joguei todo meu leite lembrando do que tinha visto. Passaram umas duas horas e a Ana apareceu pelada, toda fodida, deita do meu lado, me beija com muita ternura e olhando minha gozada diz: vejo que já terminou. Sim, amor, foi muito gostoso o que vi e não aguentei. Pegou minha rola e começou a tocar devagar, minha rola não reagia, nos beijamos e o cheiro de sexo na boca dela era afrodisíaco, finalmente meu pau reagiu, ela sorria ao ver ele melhor que antes, então sobe em cima de mim deixando a buceta sobre minha rola meio dura e começando um movimento lento sobre meu pau, que ia ganhando firmeza, ao notar isso ela geme e se aproximando do meu ouvido me diz: não mete, vim te dizer que vou passar a tarde toda no quarto do Juan.
Naquele momento gozei e ela sorrindo me beija, diz obrigada amor e vai embora.
Não pensei em mais nada e dormi tranquilo. Perto das 17 me levantei e não tinha barulho nenhum, me aproximei do quarto do J e lá estavam dormindo, ele de barriga pra cima e minha namorada com a cabeça apoiada perto da rola dele, estava linda.
Sem mais, aproveitei e tomei banho esperando que os barulhos os acordassem, mas nada. H não estava e eu saí pra comprar algo pro lanche e quando voltei ouvi o chuveiro e gemidos suaves que vinham do banheiro. Olhei pelo buraco da fechadura e pude ver minha namorada montando no Juan, que estava sentado no vaso. Quando saíram eram quase 19, Ana veio e ficou comigo um tempo, jantamos algo nós 3, H não sei onde estava. E depois de umas cervejas J decide ir dormir porque tinha plantão. Domingo, eu e a Ana sentamos no sofá e começamos a nos beijar. Ela sobe em cima de mim e pergunta: "Você gosta que eu seja assim?" Meu pau endureceu na hora e fiz questão de deixar ela sentir. "Claro que gosto de te ver assim, e quero que você continue." Ela levantou o vestido, puxou a calcinha fio dental para o lado e sentou no meu pau. A cara dela mostrava tesão, ela se mexia devagar mas gostoso, falando com voz de puta no cio. "Você gosta que eu transe com seu amigo?"
"Sim, meu amor, adoro."
"Você gosta que ele me coma por trás?"
"Sim, amor."
"Seu amigo tem um pau delicioso."
"Amor, quero passar a noite com ele, você não vai ficar bravo?"
"Agora?"
"Sim, antes que fique mais tarde. Quero sentir ele de novo. Até amanhã, meu amor." Ela levantou, deixando meu pau duro e cheio do melado dela, me beijou e eu vi ela ir nua para o quarto do Juan. Não me mexi, fiquei ali esperando ouvir os gemidos que não demoraram a chegar. Comecei a me tocar e quando ouvi minha mina gozar, não consegui evitar de jorrar muito leite em cima de mim, o mesmo leite que deveria estar dentro da minha garota, mas era outro que estava dando pra ela.
A noite passou tranquila pra mim, e quando amanheceu, ouvi o J indo embora e automaticamente me levantei pra buscar minha mina. Quando entrei e vi ela toda gozada por outro, o pau ficou duro na hora e fui pra cima dela, começando por chupar toda a buceta dilatada e cheia de porra. Ela acordou quando eu ia meter e me parou, dizendo: "Aqui não, essa cama é do meu macho. Só posso transar com o Juan aqui. Vamos pra sua, corno, assim você me limpa direitinho."
Ajudei ela a levantar e fomos pro meu quarto. Chupei ela inteira, limpei o cu e a buceta que estavam cheios de porra e fui penetrando enquanto ela me contava o quanto tinha aproveitado. "Valeu, corno, adoro transar com o J. Quero continuar fazendo isso com o amor."
"Sim, minha vida, o que você quiser." Foi a única coisa que consegui dizer, enquanto enchia a bucetinha dela com meu leite.
2 comentários - Namorada de 3 (2ª parte)