Garota doce, muito puta

Aqui vai a segunda parte dessa história pra vocês.
É bem direta, mas acho que tá boa.
espero que vocês curtam tanto quanto eu
E se não leram o começo, aqui vou deixar pra vocês.


http://www.poringa.net/posts/relatos/4392330/Pendejita-muy-putita-asi-empezo-todo.html



VALEU PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS


muito em breve a terceira parte
já tô terminando ela










Sexta-feira chegou e até aquele momento nada tinha acontecido, pelo menos comigo. Ficava me perguntando onde minha velha escondia seus vícios, mas logo percebi que um deles era o açougueiro e o ajudante dele. Não demorei pra sacar que os outros também eram o dono do mercadinho e o verdureiro — pra todos eles ela dava serviço completo. Com certeza no bairro já sabiam o quanto minha mãe era uma puta. Eu tava ansiosa pra conseguir mais grana e comecei a andar pelo bairro com as roupinhas que minha velha tinha comprado pra mim, o que não passou despercebido. Foi assim que no sábado um par de amigos do bairro me convidou pra casa deles. Falei que era melhor a gente conversar na minha. Conversei com minha velha e, mesmo não concordando, ela me deixou sozinha naquela tarde. Eram dois caras grandões, mas não tão grandes quanto meu pai. Trouxeram cerveja, coisa que eu não bebia, e logo me perguntaram quanto eu cobrava. Isso me excitou pra caralho. Dei um preço que não era muito caro, e eles disseram que não tinha problema. Baixaram as calças e mandaram eu chupar os dois. Como uma boa puta, obedeci sem hesitar. Quando um já tava bem duro, me dediquei ao outro. O primeiro foi pra minha costa na hora, levantou meu vestidinho e puxou minha tanga. Já sabia o que vinha: enfiou o pau na minha buceta e começou a me foder enquanto eu chupava o outro. Tudo em silêncio, só se ouvia meus gemidos de puta. O outro tirou o pau da minha boca e na mesma hora meteu no meu cu. Doeu pra caralho, mas como uma boa puta, tinha que mostrar que tava gostando. Além disso, era uma delícia ter aqueles paus enfiados nos dois buracos ao mesmo tempo. Quando se cansaram de me comer, trocaram — os dois queriam provar todos os meus buracos. depois disso me fizeram chupar as picas deles e se vestiram, eu cobrei o pagamento dos meus serviços e eles não falavam nada
Por favor, me paguem, eu fiz tudo que vocês mandaram, fiz tudo que vocês quiseram, me deem o dinheiro de vocês, eu mereço, por favor, não sejam tão ruins comigo.
Nenhum dos dois disse nada, eu fiquei chorando enquanto eles iam embora, meu vestidinho tinha ficado todo sujo, mas isso era o que menos importava, eles me comeram do jeito que quiseram e quantas vezes tiveram vontade, olhei o relógio e já tinham passado três horas e meia, não conseguia acreditar como tinham abusado de mim, quando minha mãe chegou e ficou sabendo o que tinha acontecido, me perguntou se eu os conhecia e eu disse que não.
Velha, com certeza elas tão trabalhando em alguma casa de putaria, esquece de conseguir cobrar delas, essa foi uma lição: primeiro você cobra, depois você come, senão você sempre vai se foder.
Tirei o vestido e fui no banheiro lavar, tava cheio de porra pra todo lado, me senti muito mal por ter perdido daquele jeito, mas era os risco do ofício segundo minha mãe. Troquei por uma roupinha menos chamativa, não coloquei fio dental nem calcinha, o atrito tava incomodando. Naquela noite, meu pai de novo ficou bêbado e comeu minha mãe e eu de novo. Doeu por causa da foda que já tinha levado, mas não importou muito, sabia que minha mãe ia arrancar uns trocados dele e foi o que aconteceu. Mas no domingo, enquanto eu tava dormindo, ele falou pra minha mãe que uns colegas de trabalho iam vir, que ela se preparasse porque dava pra tirar uma grana boa.
Velha, tu quer que eu transe com eles? Nem sonha, querido.
Velho, você e a putinha da menina, são três, já tá tudo resolvido.
Velha, então a gente tem que transar pra tu levar a grana? Nem sonha.
Velho, vamos meio a meio, gostosa.
Velha, metade pra cada um, as bolas e a mina que ganha? A gente divide entre três, senão não tem acordo.
Velho, beleza, tá bom, mas é muita grana. Se arruma gostosa e coloca a menina bem putinha, mais do que ela já é.
Velha, e como é que tu sabe que é uma puta? Por acaso tu não comeu ela ontem à noite, filho da puta?
Cara, é por isso mesmo que eu tô falando, essa buceta já tem muita pica dentro.
Minha velha veio me chamar, mas eu já tinha ouvido tudo, então ela se dedicou a me maquiar feito uma puta. Me colocou uma saia curta de quando eu era mais nova, mal cobria minha bunda, e uma camisa amarrada sem sutiã, e eu tava sem calcinha. Parecia uma puta oferecida, pronta pra pica. Já ela vestiu um vestido mais comprido, mas sem sutiã, e como era decotado dava pra ver os peitões dela, mal cobrindo os bicos. Ao meio-dia chegaram os três, todos morenos e um muito grande e gordo. Ficaram com muito tesão quando me viram. Pensei: "o gordo não pode fazer nada comigo, com certeza tem uma piquinha, o porco". Mas me enganei. Minha velha foi na hora com meu velho, provavelmente pedir a grana, ela não era burra. Quando voltou, quase não tinha passado tempo, e eu já tava rodeada pelos três caras me apalpando por todo lado. Minha velha, como toda veterana, pegou um e levou pro quarto. Meu velho foi atrás deles, e eu fiquei sozinha com esses dois caras que já enfiavam os dedos na minha buceta e no meu cu enquanto eu fingia que não tava vendo. Até que o gordo tirou a pica dele. Não era muito grande, mas era bem grossa. Mal cabia na minha boca, já que ele me obrigou a ajoelhar na frente dele e chupar, enquanto o amigo dele abriu meu cu e, depois de cuspir, meteu a pica.
gordo  hui  nem  sabe,  os  olhinhos  da  mina  ficaram  brancos,  hoje  mandamos  essa  puta  pro  hospital
Essa pica entrava e saía do meu cu sem parar, tava me matando e eu nem queria imaginar o que a pica do gordo ia fazer comigo. De repente, ele mijou na minha boca, fazendo eu borrar todo o batom. O outro finalmente encheu meu cu de porra e, sem perceber, eu tinha mijado em mim mesma. Me levaram pro quarto e lá o gordo disse que era a vez dele. Por sorte, ele escolheu minha buceta, que mesmo assim me fez ver estrelas. Quando terminou, me deixou largada na cama. Todos foram com a minha mãe, e foi aí que eu ouvi ela gemer aos berros. Era estranho, porque quase nunca ela reclamava tanto das picas. Do jeito que tava, fui ver o que rolava e minha pobre mãe tava recebendo as três picas enquanto meu pai se masturbava de lado. Ficaram assim quase a tarde toda: uma hora com a minha mãe, outra comigo. Quando foram embora, as duas ficamos exaustas. O gordo, com a pica enorme dele, tinha destruído a bunda da minha mãe e a minha também. Naquela noite, meu pai dormiu sozinho. Ele pagou o combinado e disse que aquilo ia se repetir no fim de semana. Eu pensei que ele ia querer comer nós duas, mas não fez isso. O bêbado já tinha se punhetado e parecia demais. Agora a gente já era as putinhas dele, e ele nos vendia pra ganhar uma grana. Naquele dia, aprendi que os homens ficavam desesperados vendo uma mina como eu de minissaia, decotada e bem maquiada. Aproveitei isso pra arrumar clientes por conta própria. Minha mãe só conseguia pegar algum bêbado; o corpo dela não era como o meu. Na quarta-feira, o amigo do meu pai voltou. Falou com a minha mãe, mas nem tocou nela. Veio direto pra mim, que tava na cozinha tomando chimarrão. Naquele dia, eu já imaginava que algo ia rolar. Minha roupa era uma minissaia... que só cobria minha bunda, uma regatinha bem decotada e justa que deixava meus bicos aparecendo, toda maquiada pra guerra e sentada de pernas cruzadas, quando ele me beijou eu falei
Não sei o que você falou com a minha mãe, mas as coisas mudaram. Agora quem manda sou eu. Se quiser transar comigo, me paga o que eu pedir. Pra minha mãe você dá uma grana por deixar. Depois, se você curte ser corno do seu amigo, pode comer ela, mas isso já é outra história.
Ele não disse nada, aceitou minhas regras, mas falou que tinha uns amigos que queriam me conhecer, que pagaria o que fosse e talvez até conhecessem minha velha. Nem pensei duas vezes, só deixei claro que todos tinham que pagar adiantado. Ele perguntou o preço de cada um, mas disse que ninguém saberia, porém ninguém podia desconfiar que tinham nos pago. Eram quatro caras de outra obra que ele tinha. Me deu a grana e falou que na manhã seguinte viria com eles e ficariam até pouco antes do meu velho voltar. Ele queria me ver como uma menina inocente, e eu tinha que estar assim vestida e, se possível, mais maquiada. Quando ele foi embora, ficou um bom tempo conversando com minha velha, que ele comeu em cima da pia de lavar roupa. Quando ele foi, minha velha entrou, parecia muito exausta.
Velha, eu não vou participar, já tô cansada dessa parada de ficar transando com vários caras tão seguido, então vira aí e assume você, piranha, me parece que tu curte muito uma pica.
Tá bom, gostosa, eu cuido disso, não acho que vai ser pior que domingo.
Velha, é... não sei, mana. Ele me disse que tão com muita fome e, cê sabe, são homens fortes. Sexta-feira eu falo com o bêbado. Aqui ninguém mais me vende. Até agora eu mantive bem escondido. Se continuar assim, vou virar a puta do bairro, e não quero isso. Se você quiser se dar de bandeja por mim, tudo bem.
Perfeito, mas isso é por causa do domingo, né? Pegaram pesado com você, véia. Comigo foi diferente.
Velha, tomara que continue sendo assim por muito tempo.
No dia seguinte, eles apareceram perto do meio-dia. Eu já estava preparada com a mini saia mais curta que tinha, quase metade da bunda de fora, e uma camisetinha branca bem apertada que deixava meus bicos aparecendo. Toda pintada pra guerra: muito rímel nos olhos e a boca lambuzada de batom bem vermelho. Na hora, os quatro safados me rodearam e não demoraram nada pra começar a me acariciar.
Macho1: cê é uma deusa, neném, dá pra ver que tu adora brincar
Es meu jogo favorito, adoro que me mimem e sejam carinhosos comigo
Macho2, hoje não vai te faltar, não.
Macho3, ela é quase uma profissional, parceiro.
Amigo, assim como da outra vez, a mina é muito inocente, acha que vai se divertir pra caralho. Então, mina, vem cá, abaixa e começa.
Tirei o pau dele pra fora e fiquei balançando na minha frente, eu obedeci na hora, me ajoelhei diante do pau dele e comecei a chupar.
Macho1: que obediente que é a putinha, parece que ela adora chupar pau, vamos meter esse pau nela pra ela matar a vontade de chupar essa vagabunda
Em segundos, eu tinha todas as picas na minha cara e eu chupando um pouco de cada uma sem parar, sem saber, eu tinha me colocado sozinha no modo de puta viciosa e vagabunda, garota iludida que seria abusada com seu pleno consentimento, foi assim que me comeram até a exaustão, me dando por todos os lados e principalmente enrabando minha bucetinha minúscula, acho que queriam me dar uma lição e conseguiram na hora, mesmo eu pedindo para serem menos brutos, não ligaram, até enfiaram duas picas na minha pussy, coisa que eu não sabia que dava, só pararam para descansar, minha calcinha fio-dental rasgada de lado, minha camisetinha toda lambuzada de porra e minha mini-saia virou um cinto, eles foram pegar uma bebida gelada que minha mãe comprou pra eles, acho que era cerveja, que depois me deram pra beber. Depois de uma hora e meia, eles se recuperaram e eu realmente não aguentava mais, estava exausta e dolorida de tanta rola que recebi, mas não podia negar nada, afinal, pra isso tinham pago. A segunda rodada foi diferente, já não vieram todos juntos, dessa vez foi um de cada vez, enquanto os outros observavam como me comiam à vontade até me deixar seca e não conseguir gozar mais. Saía um, entrava outro, assim eu recebia sem parar por várias horas até que chegou um momento em que minhas perninhas começaram a tremer, minha bunda doía horrores e eles perceberam pelos meus gritos quando me enrabavam, com certeza estava bem vermelhinha, mas no fim, depois de me dar tanto, terminei chupando a pica de um por um, me deixaram a carinha cheia de porra e, embora me obrigassem a engolir muito, terminei toda lambuzada entre meu batom, meu rímel e a porra de todos eles, que no final se vestiram e foram embora. Fiquei implorando para que domingo chegasse logo. Diferente e com meu corpo que tremia de vez em quando, sem conseguir me mexer da cama, mesmo sentindo nojo de ter todo aquele gozo no meu corpo, só fiquei ali parada pra me recuperar da grande foda que tinham me dado. Por sorte, minha mãe me deixou dormir sossegada e quando meu pai chegou, não percebeu nada. Ele brigou muito com ela por causa da decisão dela de não ser comida por nenhum dos colegas dele. Ele ficou furioso e disse que se ela não fizesse isso, teria que sair de casa. Naquela noite, minha mãe dormiu comigo, compartilhando o gozo dos meus males que me comeram até eu ficar exausta.





2 comentários - Garota doce, muito puta

Como va a terminar la nena y la madre, las descocidas de tanto coger. Van puntitos