Visita na minha irmã II

Depois da chupada de pau que eu tinha levado, sabia que por uns minutos eu não ia reagir; ela continuava de joelhos com meu pau já mole na mão. Se deitou na cama de olhos fechados e pernas abertas, ver a calcinha dela meio molhada me excitava pra caralho; do jeito que tava, ela enfiou os dedos de novo dentro da calcinha e começou a se masturbar rapidinho, eu continuava parado.

Não demorou muito pra ela se contorcer e gemer alto com espasmos até ficar relaxada. Me aproximei nervoso e me joguei em cima dela, ela me abraçou com pernas e braços, tava liberado. Me deu um beijo de língua espetacular, não quis perder tempo e chupei os peitos dela, cada um, massageando. Num sussurro que mostrava desespero, ela exigiu: "Chupa ela! Por favor! Chupa minha buceta já, Juli!". Levantei e tirei a calcinha dela rapidinho, ver a virilha molhada e depilada dela era um convite pra morar ali. Fui direto no clitóris, chupava do jeito que ela mandava e pedia, tava no controle dela, era o brinquedo dela; não demorou pra ela pedir pra eu enfiar não um, mas dois dedos e fazer um movimento de gancho enquanto eu chupava e tentava tocar os peitos dela. Senti umas contrações na buceta dela que coincidiram com um gemido forte e o arqueio das costas. Minutos depois, a mesma coisa aconteceu até que, igual eu fiz, ela também pediu pra parar. Tava ofegante, vermelha, nem queria abrir os olhos, me deitei do lado dela e num momento carinhoso ela se aninhou em cima de mim.

Passado o momento, sentados na cama, fumamos com o cinzeiro no meio. Mais tarde a mãe dela ia chegar e a gente tinha que estar banhado e pronto. Ela tava bem relaxada, talvez só precisasse daquilo, um tempo de sexo. Ficamos um bom tempo falando besteira e rindo até que num momento ela retomou a conversa.

_ Valeu, Juli...
_ Por quê?
_ Por todo o carinho, pelo tempinho que você me deu agora, fez bem...
_ Não, Juli, valeu você, não quero ser desrespeitoso... Mas... que boca boa você tem! Juro que nunca ninguém me chupou assim...
_ Hahaha! Sempre me falam isso... eu, Juli, tem uma coisa que não te contei por vergonha...
_ O quê, Jesi?
_ Nunca engoli... nunca gozaram na minha boca, mas se a primeira vez tinha que ser especial... foi especial... E eu gostei
_ Sério? uau, parecia que você nem tinha dificuldade, ainda mais que engoliu de uma vez!
_ Bom, melhor nem pensar, senão a gente fica com receio, haha... Mas... parecia que você tinha gozado pra caramba...
Continuamos rindo e fomos tomar banho, fizemos umas compras pra comida e compramos uns vinhos, e mais cigarros também. Aproveitamos pra caminhar e tomar um ar, já de volta ao apartamento decidimos que íamos cozinhar cedo pra não ficar na correria, queríamos deixar tudo pronto pro jantar, mas a Juli era incansável na hora de querer provocar e deixar a gente sem graça...
_ Viu que a mamãe vai dormir aqui?
_ O quê?!
_ Sim, ela vai ficar, amanhã tem umas coisas pra resolver por perto, então é melhor pra ela...
_ Mas... como é que a gente vai dormir?
_ Idiota! tenho uma cama de casal, e olha o tamanho da gente, cabe super de boa... além do mais, acho que você não vai se importar de dormir com duas mulheres de calcinha fio dental...
_ Ah, Julieta! não começa...
_ E se a mamãe trouxer o brinquedinho dela... pra dormir tranquila como toda noite, sabe? Você quer que ela descanse bem, não quer?
_ Não tenta inverter a situação, Julieta... Além do mais, a mamãe é uma mulher linda e boa... podia ter um parceiro em vez de brinquedo...
_ Ela tem uns rolos por aí, nada sério, e tá tudo bem, ela gosta de ficar sozinha, passou muitos anos com o papai e você sabe que a maioria não foram bons...
_ Tá, mas... você viu eles e... eu também... eles transavam...
_ Ai, Julian!.. Quanto tempo duravam aquelas ejaculadas? três minutos?
_ Bom, Juli, não sei se é pra ficar falando tanto disso...
_ NÃO!, fala sério, Julian, vamos conversar dois segundos sem tabu. Você sabe que o papai traía a mamãe, fazia aquilo com ela só pra "cumprir tabela"... mas isso não era satisfação, não era sexo. Era um cara que quando não via a outra idiota ficava em casa pra bater uma, então não, você defende ele porque...
_ Não defendo, mas sempre pensei que talvez voltassem... nunca vi desse jeito que você fala...
_ E não, mano, se você não se coloca no lugar dela um segundo... Mas é melhor que não voltem, ela é mais feliz assim, que recupere o tempo perdido
_ É, você tem razão... Mas que bad, três minutos de algo mecânico e robótico, e às vezes menos!
_ Ah! Viu, punheteiro? que atenção que você prestava, hein...
_ NÃO, não, só me chamava a atenção...
_ Você batia uma pensando naquilo que via?
_ Julieta! não... eu gostava mais dela quando estava sozinha, sei lá
_ Bom, cuidado hoje hein, pra não ficar de olho demais.

Nossa mãe avisou que estava lá embaixo, então fui eu abrir; ela estava simples mas gostosa, uma bolsinha, legging e regata branca. Vinha da academia. Nos abraçamos e no elevador fomos colocando o papo em dia, abraçou a Julieta. Minha mãe é uma mulher baixinha, naturalmente tem pernas grossas e uma bunda grande com quadris largos, mas a academia tinha dado uma forma muito boa; ela era meio cheinha e os peitos também eram grandes, já não escondia mais como antes, agora usava blusas justas ou decotadas, não importava, dava pra ver um sutiã da mesma cor. Pediu pra tomar banho porque tinha ficado o dia todo fora e a academia não estava nos planos. Ao sair do chuveiro, mamãe já estava em casa, de fio dental, era castigo demais pra mim. Não só isso, tinha uma regata preta mas de um tecido tão fino que não só marcava os bicos dos peitos, mas deixava transparecer umas auréolas marrons gigantes, não usava um fio dental minúsculo, mas sentia que não era do tamanho dela, por trás sumia na bunda, na frente formava um cameltoe perfeito de uma buceta gordinha, não entendia como aquilo não incomodava ela; Julieta já estava no mesmo visual mas com uma blusa mais solta. Se terminaram de jantar, já que a gente tinha se atrasado falando besteira. Eu tava de short, torcendo pra não me entregar, porque de vez em quando sentia a rola começando a inchar. Enquanto eu ficava quieto ouvindo elas falarem de tudo, a Julieta começou a elogiar ela pela academia e do nada apertava as pernas dela e até a bunda.

_ Viu que mudanças boas que eu tive?
_ Sim! você tá mais durinha, tonificada, vem cá, filho, vê você mesmo
_ É, vê como sua mãe tá bem

Pra elas parecia normal, pra mim era um teste de fogo, minha mãe de pé e de costas. Toquei as pernas dela e enquanto subia engoli seco, toquei timidamente a bunda dela, um pouco de celulite, coisa da natureza, aí me animei e apertei umas vezes. O olhar tarado e atento da Julieta, apertei a outra nádega quando minha mãe apareceu.

_ Ah! parece que você gostou dos resultados, hein

As duas caíram na gargalhada e eu fiquei vermelho, não sabia o que dizer. "Tô só zoando, filho" minha mãe falou. Depois de um tempo, a Julieta passou do meu lado e sussurrou no meu ouvido "Que punheteiro você é, viu?". Jantamos e bebemos vinho, no final a gente dormiu os três na mesma cama, eu de cueca e elas do jeito que estavam, já não me importava mais de disfarçar se tava ou não de pau duro, acho que pra elas também não incomodava. Quando acordei, elas não estavam, uns barulhos do banheiro me acordaram, dava pra ouvir risadas e depois o chuveiro; não entendia nada. Demoraram bastante, resolvi dar uma olhada na gaveta da Juli e o vibrador não tava lá, fiquei com uma suspeita mas não podia ser, era impossível. Tentei me acalmar, uma ereção já tava aparecendo, quando abri outra gaveta ele tava lá, mas de qualquer forma significava que tinha sido usado, ou pelo menos era o que eu pensava.

Quando saíram do banheiro, as duas estavam muito alegres e continuavam conversando, mas num tom mais baixo. As duas estavam de toalha no corpo e outra no cabelo. Olharam pra mim e riram, a primeira a falar foi a Julieta

_ Finalmente acordou, filho! que jeito de roncar... _ O que foi? E esses barulhos? Parecia que tava doendo alguma coisa.
_ Haha, ajudei a mãe a se depilar, e de quebra a gente tomou banho junto, a gente fazia esses barulhos só pra se provocar, não tava doendo nada...

Elas continuaram como se eu não estivesse ali, agora secavam o cabelo, depois se livraram da outra toalha, era verdade, a mãe tava com a virilha lisinha, sem nenhum pelo. Eu não entendia por que elas se ajudavam ou se era algum tipo de ritual íntimo; rapidamente vestiram fio dental, camiseta e calça. Enquanto eu terminava meu cigarro de café da manhã, fui rápido tomar banho, também precisava aliviar. Tava tão excitado que foi uma punheta bem rápida. Quando saí, eu já estava vestido e elas tomando chimarrão, que me ofereceram. Cada um foi pra um lado diferente, nos dias seguintes troquei mensagens com a Julieta, ela me provocava e mandava eu dar uma olhada no vibrador da minha mãe. Aliás, era verdade, ela tinha um vibrador, medi, 18x4, mas menos realista que o da Julieta.

A gente se encontrou na casa da Julieta pra um lanche, era sábado, então o lanche virou cerveja rapidinho. A gente tava falando de coisas profundas e de vez em quando coisas engraçadas até que...

_ Viu que você me avisou? Bom... assim que você me avisou, a mãe falou que ia aproveitar que tava sozinha...
_ Ah... ela ia sair?
_ Não não, ia receber visitas.
_ As amigas?
_ Como você gosta de negar, hein, e olha que você perde a linha rápido, não vão amigas, vai um amigo.
_ Como assim um amigo?
_ Isso, um amigo, bom, um amigo com quem ela faz outras coisinhas, você imagina... Na mesma casa onde você tá agora, ela deve estar se divertindo...
_ Julieta!
_ Fala sério, se quiser saber mais detalhes... Te conto, é um homem 10 anos mais novo que ela, muito gato...
_ Chega, Julieta...
_ E na cama ele sabe fazer as coisas... faz ela gozar...
_ Já chega!
_ Tá bom! Pensei que você gostava de saber... você tá muito tenso pra algo que eu sei que você curte.

Julieta pegou no meu joelho e deslizou a mão até chegar na minha virilha. enquanto massageava, comecei a sentir a dureza do meu pau, eu só engolia saliva. Assim que ficou dura, ela parou de massagear e acendeu um baseado, recostando na cadeira, me olhando e com o pé continuou a massagem. "Toma, fuma um pra relaxar" acendi um cigarro, mas o nervosismo não passava, já queria fazer algo com ela, dessa vez queria ir mais longe. Pra minha má sorte, ela parou do nada soltando uma risadinha maldosa. "Juli, não faz isso comigo" falei com cara de coitado, mas ela se levantou mostrando a língua debochando. Parou na cozinha e eu abracei ela por trás.

_ Não quer um carinho, Julieta?
_ Carinho sim, outra coisa não sei...

Ela adorava me ver implorando, tanto que encostou a bunda no meu pau e ficou esfregando de leve, eu já tava ofegante segurando a barriga dela, subi e apertei os peitos dela sem sutiã, amava que ela não usava. Ela suspirou forte e colocou as mãos por cima das minhas, fiquei apalpando um tempo e agora era eu que me esfregava na bunda dela. Do nada ela me parou...

_ Para, para... a gente precisa conversar, Julião, eu sei que exagerei, mas que merda a gente tá fazendo?

Agora ela parecia preocupada de repente...

_ Não sei, Juli... achei que você tava gostando...
_ Tô, e esse é o problema, que eu tô gostando... Eu te amo, a gente se ama, e não tô dizendo que é errado o que a gente fez porque não prejudicou ninguém, mas é estranho
_ Olha, Julieta, eu te amo e me sinto bem com você, entendo o que cê diz, mas se a gente conseguir manter as coisas como estão, continuar se amando, mas poder aproveitar... Outro dia só de chupar meu pau você me deixou louco, e acho que você também curtiu, acho que a gente tem química na cama...
_ Claro que curti, e óbvio que a gente tem química, mas não deixa de ser loucura. Você não só me fez gozar, me tratou bem, me mimou... Mas não sei, ainda mais que a primeira vez que engoli foi com você, não paro de pensar em tudo, mas também gostei de tudo, se fosse por mim aquele mesmo dia a gente continuava...
_ E é isso que eu tô propondo... deixa as coisas seguirem como tiver que ser que continuar, vamos usar camisinha, ir testando as coisas...
_ Claro que vamos usar camisinha... deixa eu pensar... podemos sair pra tomar algo? preciso de ar

Fomos num bar onde tocava uma banda, a gente se divertiu e riu pra caramba, por esses acasos acabamos batendo papo com um grupo de gente legal, trocamos telefones e fomos embora. Já no apartamento, tomamos um banho tranquilo, com a janelona ela sentou pra fumar, a luz tava apagada, a gente tava na penumbra, sentei do lado dela. Não era muito tarde, servimos mais uma cerveja, não que a gente tivesse desconfortável, mas tinha muitos silêncios e nenhum dos dois falava muito. Da minha parte, escolhi ir me deitar, entendia que talvez ela precisasse ficar sozinha.

Pouco depois ouvi os passos dela, eu tava de bruços e, pra minha surpresa, senti ela subir na cama e sentar em cima de mim. Começou a massagear minhas costas, eu precisava daquilo, o toque dela era especial, na primeira vez que ela dobrou o tronco sobre mim, senti que não tava de camiseta, os peitos dela se apertavam nas minhas costas. Passou pelas minhas pernas, braços, ela mandava bem pra alguém que nunca tinha aprendido em lugar nenhum; massageou meus glúteos. O primeiro ataque dela foi beijar minhas costas, depois morder minha bunda e devagar tirar minha cueca, eu simplesmente fiquei lá, esperando cada movimento dela. Quase como um brinquedo, fiquei enquanto ela apertava minha bunda, abria, separava as duas nádegas; a curiosidade dela era grande, então eu podia esperar qualquer coisa. Com um dedo, ela fazia círculos no meu cu, estimulava com delicadeza; eu suspirava, tava gostando; não esperava o que veio depois, ela enfiou a boca no meu cu e começou a lamber, nunca tinha chupado ali e aquela sensação me deixava louco; de vez em quando um tapa. Cuspiu e devagar quis meter um dedo, talvez por nervosismo não deu de primeira, mas ela se levantou e pegou um gel, eu sabia o que vinha, mas tava totalmente entregue à experiência.

Com uma camisinha num dedo e muito lubrificante, não teve mais oposição pra meter um dedo em mim Roubar meu primeiro gemido, com aquele dedo entrando e saindo. Ficou assim por um tempo, deu uma pausa de uns minutos e eu não queria olhar só pra me surpreender. Ouvi uns barulhos e de repente uma pontinha no meu cu, sim, ela tinha um brinquedo, mas não era qualquer consolo, era um com cinta. Ela era minha penetradora e, bem devagar, mas com muita fluidez, conseguiu me penetrar pra me foder primeiro devagar e depois com muita vontade. Um tapa e uma ordem: "levanta, puta, encosta na parede". Obedeci e coloquei as mãos na parede. Agora aquela fodida vinha acompanhada de uma boa punheta, assim por uns minutos até que pedi pra ela parar, era minha vez. De jeito atrapalhado e como pude, coloquei uma camisinha. Depois de bem colocada, olhei pra ela; já esperava de pernas abertas na cama, toda ofegante, com uma cara de tesão que nunca tinha visto nela. Não teve tempo de carinho, dessa vez a parada era mais selvagem. Assim que subi nela, ela me prendeu com pernas e braços, do jeito que parecia que ela gostava. Assim que meu pau entrou na buceta dela, senti algo maravilhoso: molhada, ensopada, quente, apertada. Sem nos importar com nada, gemíamos como uns bichos. Ela pedia pra eu comer ela, eu obedecia até que, num abraço forte, ela me imobilizou enquanto se arqueava pra trás e assim gozamos. Ficamos não mais que cinco minutos assim, forte, rápido, sem pedir mais nada, eu gozei. Ela deu uma contração com a buceta dela que prendeu meu pau até não sobrar uma gota pra ejacular, como se soubesse que tinha me deixado seco. Os dois ofegantes, rindo dos gritos que soltamos e sem nos importar. Tínhamos avançado mais uma casa, estávamos felizes, mas o que mais me surpreendia era o tesão dela, a vontade de dominar e terminar sendo comida. Dei um nó na camisinha e joguei fora. Ela pediu os cigarros e, em silêncio, fumamos de novo. Ela queria me dizer algo, mas se segurava...

4 comentários - Visita na minha irmã II

Tu hermana te sorprende con sus morbo y calenturas. Tu mama esconde algo, en el baño paso algo que no fue bañarce. Vam puntos