Quando criança, não fui tão promiscua, na verdade achava os garotos da minha idade uns bobos e chatos. Na escola era só estudo e minhas fantasias se limitavam a algum cantor ou ator bem dotado do cinema popular ou da novela da moda. Mas, no geral, minha vida sexual se resumia a me acariciar o clitóris com o jato do chuveiro e, à noite, algumas carícias sem maior interesse além de um momento bom. Na verdade, eu nem fazia ideia do que era um orgasmo.
Bom, até que tudo mudou um belo dia... Para minha sorte, nossa relíquia de professora de espanhol estava se aposentando da escola, e em seu lugar um estagiário universitário assumia a matéria... Ele era um idealista, entrou na sala como um verdadeiro poeta e bombástico. Minhas colegas lançavam olhares sagazes e famintos, igual cachorro de rua seguindo o infeliz vendedor de cachorro-quente. Eu, por minha parte, só estava impressionada e não ligava muito para seu jeito altivo e educado de falar. Enfim, tudo era melhor agora que não tínhamos mais a múmia que nos ensinava as línguas perdidas de Tutancâmon. Pelo menos, havia algo mais atual para olhar.
Com o passar dos dias, tudo continuou normal, eu com meu chato e pegajoso namorado da moda (não podia ser menos, nem a freira da sala), as aulas que iam e vinham, o handebol, minha virgindade implacável, meus amores no banho e as bobagens do meu namorado. Não podia ser tudo mais normal, até que um dia na sala pude ver que uma colega estava dando em cima descaradamente desse galã empedernido e, antes de sair da sala sem que ninguém percebesse, exceto eu, ela deixou cair sua calcinha de dentro de um caderno de anotações que ofereceu ao galã... Fingi que não percebi e olhei para outro lado.
Com o passar dos dias, minhas colegas comentavam que esse professor transava como um Deus. Que ele tinha suas prediletas e que elas eram as rainhas do universo, escolhidas entre todas por serem tão putinhas. Bom... (Pensei por elas). Mas a ideia da minha intratável virgindade já não era tão consistente. O que era tudo aquilo que elas falavam e que eu não entendia... E só de lembrar do que contavam, eu ficava a mil... Eu também queria que ele me olhasse com olhos de luxúria...
Então, coloquei mãos à obra: procurei um jumper usado do ano anterior, arrumei (apertei 😏) e coloquei na mochila para brincar de putinha. Antes da aula dele, corri ao banheiro, troquei de roupa e já na sala fiquei esperando para ver o que acontecia... Não vou dizer que foi imediato... Mas quando ele notou, o safado pateta prendeu o olhar em... minhas pernas descobertas. Seguindo o manual da putinha metida, eu cruzava as pernas sem querer mostrar minha calcinha e podia sentir que ele estava me olhando... (Eu derretia com aquele jogo tão quente) ele me olhava e eu me contorcia na cadeira fazendo o papel ruim de uma doida exagerada, naquele dia, enquanto a aula acontecia, ele me deu a imagem mais quente da minha vida até aquele momento. Ele se aproximou da minha carteira lendo uns textos do Quixote, e quase em cima dela me perguntou algo relacionado ao texto... Eu estava perdida no volume inchado dele na minha mesa... Sublime... Minha buceta escorria e eu não conseguia segurar nada... Estava vermelha... (Não de vergonha... De tesão) Minhas mãos tremiam... E, trêmula, eu disse que não tinha prestado atenção, os babacas de sempre riram e eu saí do momento. Mas enquanto continuei lendo, pude ver que ele seguiu no jogo e queria continuar olhando... Eu me inclinei ainda mais para frente na cadeira para forçar que o jumper subisse... Meus colegas da fileira ao lado se deliciavam vendo uma das minhas nádegas aparecer. Até que ele cravar os olhos ali... Justo na minha calcinha... Justo na minha pussy encharcada que, se eu a visse, suponho que ele a tinha em primeiro plano. Pedia para ver e notar como o pau dele se transformava... Ali estava o membro mórbido que todas já tinham provado... ele teve que se sentar para disfarçar, mas não parava de me olhar, notei como ele baixou uma mão para se ajeitar e apalpar o volume. Eu não podia estar mais excitada, em êxtase... (Isso era mil vezes melhor que o banho) mas minha buceta pedia carícias aos gritos... Quando a aula terminou, ele pegou os livros, se despediu e foi embora com um andar desconfortável disfarçando a ereção. Eu fiquei sentada fingindo que estava atualizando minhas anotações... Todos e todas foram embora e fiquei sozinha... Pensando no que tinha acontecido... a xota não parava de me molhar. Uma brisa daquelas da tarde empurrou a porta da sala e a fechou... E como se fosse um grito surdo... Abri as pernas e Enfiei minha mão para me dar prazer sentada na minha carteira apoiada na mesa, gemendo ao me tocar, nunca tinha alcançado aquele êxtase e não queria parar... Tinha na cabeça aquele volume servido sobre minha mesa e os gemidos escapavam junto com espasmos elétricos na minha barriga e quadris. Travava de lembrar com mais detalhes, até tocar onde aquele manjar tinha passado... E sendo bem sincera, lambi o canto da mesa onde ele tinha estado apoiado... Não tinha mais volta... Não lembro exatamente quanto tempo fiquei assim, até ouvir alguém xingando do lado de fora da sala porque a porta estava trancada... Levantei de um salto, organizei minhas coisas e me preparei para sair. O homem da limpeza estava lá fora. Abri a porta. Baixei a cabeça e saí rapidamente dali, enquanto ele com cara de "que diabos" me via saindo toda acabada como se tivesse feito esporte... Aí ainda soltou um comentário... "Não faça tanto esporte, filha, vai ficar doente..." (E riu... Dá pra acreditar?) Bom, os dias passaram e dia sim, dia não, era sagrado o espetáculo com meu professor... O auxiliar de limpeza me vendo estranho e meu namorado que era incapaz de alcançar qualquer desafio. Lembro que antes das festas, a sala estava decorada com clima natalino. Depois da aula, eu estava preparada para minha sessão de amor próprio... Quando chega antes o auxiliar, fazendo-se de desentendido... Tive que ir embora... mas aquele dia em especial, eu queria me tocar na mesa dele... Então esperei... assim que o sujeito saiu, entrei pela janela... e toda excitada me entreguei às minhas fantasias mais quentes com ele... imaginava que ele comia minha buceta em todas as posições... Eu deitada sobre a mesa dele, sentada na cadeira dele, até imaginava ele lambendo meu cu enquanto me pegava de quatro em cima da mesa... Aquele dia meus dedos invadiram lugares onde nunca tinha conseguido antes... Até consegui enfiar a ponta de um no meu cu... Gostava da ideia daquele professor abusador, deixei a cadeira encharcada... meu corpo não ajudava muito, e me excitava ver quão putinha eu tinha me transformado. Estava gemendo baixinho, dessa vez em nenhuma posição comprometedora... só ali com as pernas apertadas imaginando uma mão abusadora e com a cabeça apoiada sobre a escrivaninha... Qualquer um sem pensamentos maliciosos teria achado que eu estava dormindo... Quando, no meio de um clímax... que agora relaciono com aquele instante antes do orgasmo... ouço alguém me perguntar se estou bem e por que estou chorando..... (Uaaaaaaaaaa, pulei do vigésimo andar para onde estava encolhida na escrivaninha... Olhei em volta e estava tudo em ordem... Exceto o cheiro...) Era o dono das minhas punhetas... Ali bem parado, esbelto e com sua calça de lã sob medida, que realçava seu volume, por debaixo do braço pude ver... Tive que responder... disse para ele me deixar sozinha, numa posição furiosa, fingindo estar machucada... Ele me consola... (O que eu podia fazer...) Mas os hormônios estavam no ar... Ele começou a notar meu aroma... E deslizou o dedo na escrivaninha ainda úmida onde eu tinha esfregado minha buceta... levou à boca. A vagina me transbordou... Literalmente escorria... Enquanto via a espetacular ereção a apenas sentimentos de mim... E senti seu cheiro de pau... Não conseguia falar... Ele me perguntou de novo se estava bem... dessa vez só balancei a cabeça... Ele se virou e fechou a porta... rapidamente levantei a cabeça para sair, mas ele tinha ficado dentro... Estava numa posição e situação que não tinha imaginado... E só queria ver o pau dele... Minha mente me traía, não conseguia pensar... o clitóris pulsava e a boceta derretia... sentia os mamilos duros lutando para se libertar do sutiã... De repente me pega no colo em posição fetal... Vejo seus olhos fixos na cadeira e ele me olha com malícia... estava morta de vergonha... Ele pergunta se pode me ajudar e eu respondi que tudo era culpa dele... quis escapar, mas entre o calor e a falta de jeito Joguei meu joelho contra as bolas dele. Ao perceber a agressão, instintivamente levei minhas mãos para remediar a dor, quando percebi o que havia feito, vi que não tinha mais volta... Me joguei sobre ele com um beijo infantil... E ele me respondeu, com um beijo fogoso, inundou minha boca com sua língua e senti que ele levou até parte dos meus suspiros... Pegou minha mão direita e a cheirou... E lambeu meus dedos... Naquele momento deixei de ser racional... a buceta estava escorrendo de novo e com desespero abri sua calça e tirei o membro, que dei alguns minutos para contemplar aquele fenômeno da natureza... Aquilo não caberia na minha ppk... quase pensei em colocá-lo na boca... pois faria algo com aquele pedaço de carne. Os beijos continuaram espalhados, ele com o pau pra fora, eu ainda vestida com os peitos ao ar, sendo devorada sobre a escrivaninha como nas minhas fantasias, estava totalmente satisfeita e plácida... Os beijos percorriam meu pescoço, meus peitos, ventre e de repente minhas coxas... Senti vontade de dizer (Ei, eu tenho uma buceta... por que não dá amor nela?) Mas suas carícias e beijos me fizeram divagar até que ele me disse no ouvido "agora vou comer a sobremesa". Peguei sua cabeça e a levei entre minhas pernas, queria sua língua e seus beijos na minha vagina escorrendo e libidinosa... E ele começou a comer...
instintivamente antes do orgasmo eu escapava porque não aguentava o êxtase e em contorções elétricas me afastava da boca dele apertando minha bunda virgem... Mas de repente ele me pega no colo e me diz... Agora você não vai mais poder fugir... me coloca em cima de uma estante e começa a me comer sem piedade... Os espasmos e os tremores já estavam incontroláveis... sentia que já estava mijando... A respiração descontrolada... E meus gemidos brincalhões agora soavam profissionais... De repente senti meu corpo se contrair junto com uma sensação de prazer extremo... Soltei um gritinho e mijei em cima dele... Depois disso desabei...
Eu não conseguia fazer nada... Ele me acomodou com ternura entre seus braços e perguntou se era meu primeiro orgasmo... Eu nem sabia onde estava minha nariz... nunca tinha me contorcido tão deliciosamente... Instintivamente, agarrei seu pau e comecei a beijar e lamber aquele ferro pegajoso e melado que ele tinha acabado de gozar... Ele soltou vários jatos potentes que caíram no chão... Um PERTO da minha boca... Peguei disfarçadamente e coloquei na boca... Era nojento e excitante ao mesmo tempo... Me deu nojo, mas me deixou tão quente quanto passar a língua no pau dele... O gozo... tinha aquele cheiro característico de saco... Ele me pegou, me sentou em seu colo, me beijou e disse... agora vou ser seu professor de sexo... E vou te ensinar como chupar esse pau que, se você se comportar, será só seu... Me senti abençoada... Feliz e única... E moralmente bem porque ainda era virgem...
Bom, até que tudo mudou um belo dia... Para minha sorte, nossa relíquia de professora de espanhol estava se aposentando da escola, e em seu lugar um estagiário universitário assumia a matéria... Ele era um idealista, entrou na sala como um verdadeiro poeta e bombástico. Minhas colegas lançavam olhares sagazes e famintos, igual cachorro de rua seguindo o infeliz vendedor de cachorro-quente. Eu, por minha parte, só estava impressionada e não ligava muito para seu jeito altivo e educado de falar. Enfim, tudo era melhor agora que não tínhamos mais a múmia que nos ensinava as línguas perdidas de Tutancâmon. Pelo menos, havia algo mais atual para olhar.Com o passar dos dias, tudo continuou normal, eu com meu chato e pegajoso namorado da moda (não podia ser menos, nem a freira da sala), as aulas que iam e vinham, o handebol, minha virgindade implacável, meus amores no banho e as bobagens do meu namorado. Não podia ser tudo mais normal, até que um dia na sala pude ver que uma colega estava dando em cima descaradamente desse galã empedernido e, antes de sair da sala sem que ninguém percebesse, exceto eu, ela deixou cair sua calcinha de dentro de um caderno de anotações que ofereceu ao galã... Fingi que não percebi e olhei para outro lado.
Com o passar dos dias, minhas colegas comentavam que esse professor transava como um Deus. Que ele tinha suas prediletas e que elas eram as rainhas do universo, escolhidas entre todas por serem tão putinhas. Bom... (Pensei por elas). Mas a ideia da minha intratável virgindade já não era tão consistente. O que era tudo aquilo que elas falavam e que eu não entendia... E só de lembrar do que contavam, eu ficava a mil... Eu também queria que ele me olhasse com olhos de luxúria...
Então, coloquei mãos à obra: procurei um jumper usado do ano anterior, arrumei (apertei 😏) e coloquei na mochila para brincar de putinha. Antes da aula dele, corri ao banheiro, troquei de roupa e já na sala fiquei esperando para ver o que acontecia... Não vou dizer que foi imediato... Mas quando ele notou, o safado pateta prendeu o olhar em... minhas pernas descobertas. Seguindo o manual da putinha metida, eu cruzava as pernas sem querer mostrar minha calcinha e podia sentir que ele estava me olhando... (Eu derretia com aquele jogo tão quente) ele me olhava e eu me contorcia na cadeira fazendo o papel ruim de uma doida exagerada, naquele dia, enquanto a aula acontecia, ele me deu a imagem mais quente da minha vida até aquele momento. Ele se aproximou da minha carteira lendo uns textos do Quixote, e quase em cima dela me perguntou algo relacionado ao texto... Eu estava perdida no volume inchado dele na minha mesa... Sublime... Minha buceta escorria e eu não conseguia segurar nada... Estava vermelha... (Não de vergonha... De tesão) Minhas mãos tremiam... E, trêmula, eu disse que não tinha prestado atenção, os babacas de sempre riram e eu saí do momento. Mas enquanto continuei lendo, pude ver que ele seguiu no jogo e queria continuar olhando... Eu me inclinei ainda mais para frente na cadeira para forçar que o jumper subisse... Meus colegas da fileira ao lado se deliciavam vendo uma das minhas nádegas aparecer. Até que ele cravar os olhos ali... Justo na minha calcinha... Justo na minha pussy encharcada que, se eu a visse, suponho que ele a tinha em primeiro plano. Pedia para ver e notar como o pau dele se transformava... Ali estava o membro mórbido que todas já tinham provado... ele teve que se sentar para disfarçar, mas não parava de me olhar, notei como ele baixou uma mão para se ajeitar e apalpar o volume. Eu não podia estar mais excitada, em êxtase... (Isso era mil vezes melhor que o banho) mas minha buceta pedia carícias aos gritos... Quando a aula terminou, ele pegou os livros, se despediu e foi embora com um andar desconfortável disfarçando a ereção. Eu fiquei sentada fingindo que estava atualizando minhas anotações... Todos e todas foram embora e fiquei sozinha... Pensando no que tinha acontecido... a xota não parava de me molhar. Uma brisa daquelas da tarde empurrou a porta da sala e a fechou... E como se fosse um grito surdo... Abri as pernas e Enfiei minha mão para me dar prazer sentada na minha carteira apoiada na mesa, gemendo ao me tocar, nunca tinha alcançado aquele êxtase e não queria parar... Tinha na cabeça aquele volume servido sobre minha mesa e os gemidos escapavam junto com espasmos elétricos na minha barriga e quadris. Travava de lembrar com mais detalhes, até tocar onde aquele manjar tinha passado... E sendo bem sincera, lambi o canto da mesa onde ele tinha estado apoiado... Não tinha mais volta... Não lembro exatamente quanto tempo fiquei assim, até ouvir alguém xingando do lado de fora da sala porque a porta estava trancada... Levantei de um salto, organizei minhas coisas e me preparei para sair. O homem da limpeza estava lá fora. Abri a porta. Baixei a cabeça e saí rapidamente dali, enquanto ele com cara de "que diabos" me via saindo toda acabada como se tivesse feito esporte... Aí ainda soltou um comentário... "Não faça tanto esporte, filha, vai ficar doente..." (E riu... Dá pra acreditar?) Bom, os dias passaram e dia sim, dia não, era sagrado o espetáculo com meu professor... O auxiliar de limpeza me vendo estranho e meu namorado que era incapaz de alcançar qualquer desafio. Lembro que antes das festas, a sala estava decorada com clima natalino. Depois da aula, eu estava preparada para minha sessão de amor próprio... Quando chega antes o auxiliar, fazendo-se de desentendido... Tive que ir embora... mas aquele dia em especial, eu queria me tocar na mesa dele... Então esperei... assim que o sujeito saiu, entrei pela janela... e toda excitada me entreguei às minhas fantasias mais quentes com ele... imaginava que ele comia minha buceta em todas as posições... Eu deitada sobre a mesa dele, sentada na cadeira dele, até imaginava ele lambendo meu cu enquanto me pegava de quatro em cima da mesa... Aquele dia meus dedos invadiram lugares onde nunca tinha conseguido antes... Até consegui enfiar a ponta de um no meu cu... Gostava da ideia daquele professor abusador, deixei a cadeira encharcada... meu corpo não ajudava muito, e me excitava ver quão putinha eu tinha me transformado. Estava gemendo baixinho, dessa vez em nenhuma posição comprometedora... só ali com as pernas apertadas imaginando uma mão abusadora e com a cabeça apoiada sobre a escrivaninha... Qualquer um sem pensamentos maliciosos teria achado que eu estava dormindo... Quando, no meio de um clímax... que agora relaciono com aquele instante antes do orgasmo... ouço alguém me perguntar se estou bem e por que estou chorando..... (Uaaaaaaaaaa, pulei do vigésimo andar para onde estava encolhida na escrivaninha... Olhei em volta e estava tudo em ordem... Exceto o cheiro...) Era o dono das minhas punhetas... Ali bem parado, esbelto e com sua calça de lã sob medida, que realçava seu volume, por debaixo do braço pude ver... Tive que responder... disse para ele me deixar sozinha, numa posição furiosa, fingindo estar machucada... Ele me consola... (O que eu podia fazer...) Mas os hormônios estavam no ar... Ele começou a notar meu aroma... E deslizou o dedo na escrivaninha ainda úmida onde eu tinha esfregado minha buceta... levou à boca. A vagina me transbordou... Literalmente escorria... Enquanto via a espetacular ereção a apenas sentimentos de mim... E senti seu cheiro de pau... Não conseguia falar... Ele me perguntou de novo se estava bem... dessa vez só balancei a cabeça... Ele se virou e fechou a porta... rapidamente levantei a cabeça para sair, mas ele tinha ficado dentro... Estava numa posição e situação que não tinha imaginado... E só queria ver o pau dele... Minha mente me traía, não conseguia pensar... o clitóris pulsava e a boceta derretia... sentia os mamilos duros lutando para se libertar do sutiã... De repente me pega no colo em posição fetal... Vejo seus olhos fixos na cadeira e ele me olha com malícia... estava morta de vergonha... Ele pergunta se pode me ajudar e eu respondi que tudo era culpa dele... quis escapar, mas entre o calor e a falta de jeito Joguei meu joelho contra as bolas dele. Ao perceber a agressão, instintivamente levei minhas mãos para remediar a dor, quando percebi o que havia feito, vi que não tinha mais volta... Me joguei sobre ele com um beijo infantil... E ele me respondeu, com um beijo fogoso, inundou minha boca com sua língua e senti que ele levou até parte dos meus suspiros... Pegou minha mão direita e a cheirou... E lambeu meus dedos... Naquele momento deixei de ser racional... a buceta estava escorrendo de novo e com desespero abri sua calça e tirei o membro, que dei alguns minutos para contemplar aquele fenômeno da natureza... Aquilo não caberia na minha ppk... quase pensei em colocá-lo na boca... pois faria algo com aquele pedaço de carne. Os beijos continuaram espalhados, ele com o pau pra fora, eu ainda vestida com os peitos ao ar, sendo devorada sobre a escrivaninha como nas minhas fantasias, estava totalmente satisfeita e plácida... Os beijos percorriam meu pescoço, meus peitos, ventre e de repente minhas coxas... Senti vontade de dizer (Ei, eu tenho uma buceta... por que não dá amor nela?) Mas suas carícias e beijos me fizeram divagar até que ele me disse no ouvido "agora vou comer a sobremesa". Peguei sua cabeça e a levei entre minhas pernas, queria sua língua e seus beijos na minha vagina escorrendo e libidinosa... E ele começou a comer...
instintivamente antes do orgasmo eu escapava porque não aguentava o êxtase e em contorções elétricas me afastava da boca dele apertando minha bunda virgem... Mas de repente ele me pega no colo e me diz... Agora você não vai mais poder fugir... me coloca em cima de uma estante e começa a me comer sem piedade... Os espasmos e os tremores já estavam incontroláveis... sentia que já estava mijando... A respiração descontrolada... E meus gemidos brincalhões agora soavam profissionais... De repente senti meu corpo se contrair junto com uma sensação de prazer extremo... Soltei um gritinho e mijei em cima dele... Depois disso desabei...
Eu não conseguia fazer nada... Ele me acomodou com ternura entre seus braços e perguntou se era meu primeiro orgasmo... Eu nem sabia onde estava minha nariz... nunca tinha me contorcido tão deliciosamente... Instintivamente, agarrei seu pau e comecei a beijar e lamber aquele ferro pegajoso e melado que ele tinha acabado de gozar... Ele soltou vários jatos potentes que caíram no chão... Um PERTO da minha boca... Peguei disfarçadamente e coloquei na boca... Era nojento e excitante ao mesmo tempo... Me deu nojo, mas me deixou tão quente quanto passar a língua no pau dele... O gozo... tinha aquele cheiro característico de saco... Ele me pegou, me sentou em seu colo, me beijou e disse... agora vou ser seu professor de sexo... E vou te ensinar como chupar esse pau que, se você se comportar, será só seu... Me senti abençoada... Feliz e única... E moralmente bem porque ainda era virgem...
2 comentários - Malcriada