Noite de balada com sorte

Bom dia, galera! Como vocês tão? Voltei com um novo relato..! Tava solteiro e aproveitava a solteirice não só pra comer quem aparecesse na frente, mas também pra sair pra putaria quase todo dia... Tinha uma balada que era a mais frequentada e lá eu tinha as melhores noites. Era normal numa noite eu comer duas ou três minas e depois cruzar com elas de novo outro dia. Mas aquela noite foi a melhor. Daquela noite saíram três fodas do caralho. No meio da noite, cruzei com a Valéria, uma morena que eu tinha comido umas semanas antes e comi ela de novo ali mesmo. Mas dessa vez era tanta tesão que eu tava com o pau bem duro no meio da balada, enquanto ela me beijava. Vale destacar que a balada nem era grande e lotava tanto que pra ir no banheiro, no andar de cima, você levava uns bons minutos. A Valéria percebeu que eu tava durasso e passou a mão por cima da calça. E na hora meteu a mão e começou a me bater uma. Sim, no meio da balada. Sim, cheio de gente ao nosso redor. Tava muito excitado. Gozei na mão dela, ela tirou da calça e lambeu a porra. "Isso é só um aperitivo" ela falou. Mas depois foi embora cedo e não conseguimos finalizar naquele dia. Melhor pra mim. Graças a ela ter ido embora, pesquei de novo e que pesca gostosa. Quando a balada fechou, saí pra pegar meu carro e no meio do caminho duas minas me pararam. Uma, Cecília. Morena, traços de índia, uma raba dos sonhos. Do caralho. A outra, Rocío. Ruiva, pele bem branca, uma boca de chupadora de primeira, uma bunda bem redondinha e uma buceta que se destacava no jeans claro apertado que ela tava usando. Me pediram se eu podia dar uma carona, que me conheciam do bairro e como eu já tinha visto a Rocío de vista, levei elas. No caminho pro bairro, elas falavam que não achavam táxi e que se não fosse por mim, teriam que voltar a pé. E queriam me pagar a viagem. Recusei na hora. Tinha um Gol com vidro fumê, três portas. A Rocío ia vai, e pra Cecília sair do carro, a Rocío tinha que descer. A Rocío desceu e a Cecília me disse que tinha que me pagar a corrida, falei de novo que não e aí ela não quis sair do carro. Me pediu pra deixar ela em outro lugar, mas ficou no banco de trás. A umas quadras da minha casa tem um parque com um mini boulevard arborizado. De noite é bem escuro e não passa ninguém por lá. Foi aí que a Cecília me pediu pra deixar ela. Mas antes ela insistiu de novo em me pagar a corrida. Falei que não e pra ela descer porque eu queria ir pra minha casa. Ela disse de novo que não e aí eu passei pra parte de trás do carro pra tirar ela. A porta do carro fechou e quando eu passei pra trás ela me disse "agora sim vou te pagar bem pagado". E na hora começou a me beijar. Me empurrou contra o vidro e abaixou o zíper da minha calça jeans. Me deu uma chupada de pica do caralho. Parava de vez em quando e me olhava nos olhos enquanto lambia a cabeça da pica. Eu tava muito tesudo. Mas não queria gozar na boca dela. Então peguei no cabelo dela e joguei a cara dela contra o outro vidro. Ela ficou de quatro na minha frente. Abaixei a calça dela e peguei ela por trás. Não acreditava na bundona que batia nas minhas bolas. Era algo impressionante. Quando tava quase gozando, tirei e terminei nas nádegas dela. Ela me olhava e ria. Limpou a porra com os dedos e chupou eles. Era a segunda gatinha que naquela noite eu dava a porra. Ela se virou e subiu em cima de mim. A gente transou tão forte que se alguém passasse lá fora ia perceber na hora que a gente tava fodendo. Terminamos e fumamos um cigarro. Levei ela de volta pra casa e fui pra minha. Depois de um tempo fiquei sabendo que fui a despedida de solteira dela. Ela casou e foi embora do bairro. Me dei um puta prazer naquela noite. Frutífera? Sim, tinha comido uma morena do caralho. Por que noite de balada com sorte? Porque depois eu ainda transei com a Rocío e com a Valéria também. Mas essas duas histórias eu deixo pra outros relatos. Um abraço!!

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