Jenny vai ao shopping e faz um "novo" amigo. Mandi sorriu e se levantou. "Excelente! Agora, vamos ver seu novo guarda-roupa. Originalmente vim porque a gente ia na loja de games do shopping hoje. Ainda quero fazer isso, e você vai precisar de uma roupa bonita pra vestir." A expressão no meu rosto deve ter dito tudo, porque Mandi rapidamente completou: "Qual é, galinha! Você se deu todo esse trabalho pra começar a viver como uma menina, uma hora vai ter que sair!" Mandi colocou as mãos nos quadris magros, "Isso não é uma cidade grande, mas aqui ainda é um lugar bem tranquilo e acolhedor e, além disso," Mandi cutucou meu nariz de brincadeira, "você já tá toda gostosa.
Fiquei vermelha quando a Mandi me chamou de gostosa, e queria muito sair por aí como uma garota, só não tinha planejado fazer isso tão cedo. Tipo, daqui a meses, pelo menos. Mas essa era a Mandi, sempre dava um jeito de ultrapassar meus limites e me empurrar pra experimentar coisas novas. Uma coisa que eu sabia com certeza era que ela sempre pensava no meu bem e, na maioria das vezes, eu gostava do que ela queria que eu tentasse. Concordei com a cabeça e me levantei. "Tá bom, posso, hum, dar uma limpada na área primeiro?" Mandi caiu na risada, balançando a cabeça. "Qual é, acabei de ver você sendo comida e penetrada por uma máquina, e você me mostrou toda a sua história. Não tem nada pra esconder, e eu quero ver melhor sua cadeira de brinquedos." Abri a boca pra contestar, mas aí percebi o quão idiota aquilo era, e só concordei com a cabeça e fui pra cima. Abri a porta do meu santuário agora nem tão secreto e corri pro banheiro na hora. "Olha a cadeira se quiser, mas ainda vou limpar a máquina antes de sairmos, senão vai virar uma bagunça." "Ah, sim, boa ideia. Isso é... intenso." Saí do banheiro e vi a Mandi debruçada sobre a cadeira, olhando todas as amarras e meu cofre de segurança. Fiquei vermelha, mas corri até a maldita máquina e limpei ela com uns panos limpos, depois joguei eles no cesto. "Tá bom, então, o quarto de vestir é onde tá tudo.
Mandi parou com a cadeira e foi até o armário, olhando em volta, "Caramba, garota, queria ter o teu guarda-roupa!" Pegou algumas coisas do cabideiro e deixou de lado, "Isso tudo é meio feminino demais pra mim, mas mesmo assim, bom gosto pra roupa, querida." Mandi pegou mais algumas coisas antes de chegar na parte mais fetichista do armário, "Oooh, pervertida. Essas são muito bonitas, mas provavelmente não são pra primeira saída." Mandi olhou por cima do ombro e me deu um sorriso malicioso, "Mas um dia, quem sabe." As palavras da Mandi e o olhar nos olhos dela me fizeram corar ainda mais. Parecia que ela tava fazendo isso muito hoje. Tentei devolver o sorriso, "É, talvez um dia, mas dá pra gente ficar com algo menos chamativo hoje?" Mandi riu e revirou os olhos, "Já falei isso, bobinha." Ela pegou as roupas que tinha separado e jogou na cama, depois revirou as gavetas da minha roupa íntima pra pegar mais umas coisas. Tirou algumas calcinhas minhas e jogou na cama também, depois pegou um par de tênis, "Aposto que você tem praticado com salto, mas acho que hoje a gente vai de algo mais confortável e menos óbvio pra sua primeira vez." Eu sorri com isso, soltando um suspiro de alívio. Tava com medo de que a Mandi escolhesse uns saltos ridiculamente altos que eu tinha comprado e nem conseguia andar. Eu tava convencido de que era uma garota, mas meus tornozelos ainda tinham dúvidas sobre os saltos.
Mandi me fez experimentar algumas combinações de roupas, mas todas eram baseadas em blusas de gola alta e saias na altura do joelho. Independentemente do que eu possa falar sobre a Mandi, ela estava se esforçando ao máximo pra me vestir com algo que não fosse chamativo, mas ainda assim atraente. No final, ela decidiu por uma camiseta branca de gola alta, manga curta, com listras horizontais pretas, uma jaqueta jeans curta e leve, uma saia circular azul escura até o joelho, meia-calça cinza carvão e meus All Star branco básico de cano baixo. Mandi me fez colocar um bralette de renda cor da pele e uma calcinha combinando pra que o bralette não aparecesse por baixo da blusa. Mesmo que a Mandi não curtisse moda muito feminina, ela sabia o que tava fazendo. Com certeza eu não ia estar na capa da Vogue, mas ficou bonitinho. Terminei de vestir o look e finalizei com a rodadinha de saia circular de garota trans. Na real, me senti incrivelmente confortável com a roupa e menos exposta do que imaginava. Mandi tinha escolhido bem, e eu sorri: "Valeu, ainda tô com medo, mas isso tá perfeito." Mandi sorriu calorosamente, toda aquela maldade que eu tinha visto antes tinha sumido, e ela me deu um abraço. Me apertou forte por mais tempo que nossos abraços normais: "Você é minha melhor amiga, Jenny. Te conheço quase desde que éramos bebês. Eu amava você como John, e vou amar você como Jenny. Nada vai mudar isso." Mandi se afastou um pouco e me deu um beijo na bochecha: "E essa é a última vez que vou usar seu nome antigo. Esse nome já era, viva a Jenny." Eu ouvi a Mandi, mas não consegui responder. A onda de emoções que eu tava sentindo me dominou e eu comecei a chorar. Não sei ao certo quanto tempo chorei, mas a Mandi me abraçou o tempo todo, passando a mão devagar no meu cabelo. Toda a tensão, todo o nervosismo, toda a agonia sobre como a Mandi reagiria, todos os meus outros medos simplesmente desapareceram. Não me entenda mal, ainda tava com medo de um monte de coisa que podia rolar no futuro, mas naquele momento eu soube que tinha uma pedra pra me segurar.
Eventualmente, reduzi a velocidade e comecei a choramingar. Abracei a Mandi um pouco mais forte antes de me afastar um pouco. Não estava usando muita maquiagem, mas o pouco que tinha estava quase todo borrado na camisa da Mandi, que também estava encharcada com minhas lágrimas. "Meu Deus, me desculpa muito!" Mandi olhou pra camisa dela e depois pra mim de novo, "Não se preocupa com isso, querida, valeu a pena. Além disso, você já tá toda suja, pode repor se eu não conseguir limpar. Pelo menos não ficou com aquela roupa que eu me esforcei pra achar pra você." Eu ri e concordei, soluçando um pouco e enxugando algumas lágrimas do rosto, "É verdade, nos dois sentidos." Mandi me segurou pelos ombros e me virou de leve, me empurrando em direção ao banheiro. Ela deu um tapinha brincalhão na minha bunda e riu, "Vai se limpar e refazer a maquiagem. Um pouco menos nos olhos dessa vez, dava pra ver que você tava indo pro casual, mas ainda tava meio pesado. Eu cuido da minha camisa." Eu ri um pouco quando ela me deu o tapa, mas concordei e continuei andando pro banheiro, "Sim, senhora." "Boazinha," disse Mandi enquanto saía do quarto. As palavras da Mandi me tiraram do devaneio e me fizeram tremer um pouco. Lembrei na hora de como eu tava excitada e que na verdade não tinha saído da porra da máquina. O plugue esquecido no meu buraco também se fez presente quando eu apertei involuntariamente em volta dele. Pensei rapidamente em usar meu vibrador pra gozar logo, mas percebi que a Mandi provavelmente não acharia muita graça se voltasse e me encontrasse me masturbando de novo.
Joguei um pouco de água fria no rosto na pia do banheiro pra tentar me acalmar um pouco, e funcionou meio que. Pelo menos o suficiente pra conseguir focar no que tava fazendo. Usei um demaquilante pra tirar os restos da minha cara toda borrada, depois lavei, hidratei e passei tudo de novo. Dessa vez, mais leve na maquiagem dos olhos. Penteie o cabelo e prendi num rabo de cavalo simples, mas com um elástico decorativo. Meu cabelo ainda não era meu forte, então tive que manter o básico. Quando terminei, dei um passo pra trás, me olhei no espelho de corpo inteiro e soltei um gritinho de alegria. Tava bonita! Girei um pouco o vestido e amei a sensação do tecido roçando nas minhas pernas por cima da meia-calça. Me admirei no espelho de todos os ângulos e fiquei tão satisfeita. Parecia uma garota de 19 anos! Um pouco estreita nos quadris, e nada de peito, mas parecia uma menina. Pensei que fosse chorar de novo, mas ouvi um assobio de lobo atrás de mim. "Tá gostosa, Jenny", disse Mandi enquanto entrava pela porta. Ela tava usando uma das minhas camisetas velhas de banda que era grande demais pra nós duas e caía de um ombro, mostrando a alça do sutiã preto. Com a gargantilha e o jeans rasgado que ela já tava usando, ficou perfeito. Ela apontou pra camisa: "Gostou? Minha camisa não ia ficar limpa sem pelo menos uma lavada, então peguei essa do seu quarto. Talvez seu antigo quarto, devo dizer". Sorri e balancei a cabeça: "Tá linda! Fica com ela. Eu ia usar algumas pra dormir, mas descobri rápido que prefiro camisolas e pijamas femininos". "Legal, valeu. Pronta pra ir?" Comecei a concordar, mas parei. "Na verdade, deixa eu ir no banheiro rapidinho, preciso mijar". "Tranquilo, me encontra lá embaixo quando terminar".
Voltei pro banheiro e fiz minhas coisas. Enquanto me secava, pensei em tirar o plug, mas senti vontade de mantê-lo dentro. Em vez disso, tirei, limpei, lubrifiquei de novo e coloquei de volta. Soltei um gemidinho quando ele se encaixou no lugar e me olhei no espelho. Ali estava eu, vestida, maquiada e inclinada, e de repente desejei que alguém estivesse atrás de mim, me preenchendo. Me imaginei sendo a Mandi me comendo com um strap-on, e meu clitóris deu um pulo e babou um pouco. Me arrepiei, depois limpei o fiozinho de líquido pré-ejaculatório antes de subir a calcinha e a meia-calça. Peguei uma bolsa marrom clara no cabideiro e encontrei minha carteira e chaves. Tinha uma carteira que veio com a bolsa, então transferi tudo da minha carteira de menino pra ela rapidinho e guardei, junto com meu celular e um pouco de lubrificante extra pro plug. Comecei a andar em direção à porta, aí percebi que talvez precisasse retocar a maquiagem, então peguei o necessaire e joguei dentro também. E alguns lenços. E lencinhos demaquilantes. Comecei a entender por que outras mulheres reclamavam das bolsas agora, tava começando a encher um pouco. Desci as escadas correndo e encontrei a Mandi no sofá, digitando no celular, parecendo estar tendo uma conversa muito intensa de vai e volta. "Tá bom, pronta! Você tem que dirigir, caso dê algum problema, não tenho uma identidade que combine com minha aparência." Mandi deu um pulinho quando ouviu minha voz, mas se recuperou rápido e concordou, "Sim, sem problema." Ela sorriu, "Além disso, você é uma motorista de merda." Mostrei a língua, "Não sou, só não tenho muita experiência! Com quem você tava falando?
Mandi guardou o celular no bolso e tirou as chaves do outro; ela estava bem mais leve que eu naquele dia. "Só trocando umas mensagens com a Erin, avisando que a gente tava correndo pra chegar no shopping, só isso." Não tava totalmente convencido de que acreditava nela, mas considerando o quanto ela tinha sido compreensiva com tudo, resolvi deixar pra lá. A gente entrou no carro da Mandi e ouviu umas músicas góticas antigas que ela curte na viagem rápida até o shopping. Eu tava bem de boa com a parada toda enquanto dirigia, mas quando chegamos no estacionamento do shopping, comecei a ficar muito mais tenso. Mandi pareceu perceber e colocou a mão no meu joelho, nada sexual, só pra confortar. Ela virou e me olhou nos olhos. "Você tá linda. Super gostosa, até. Isso vai dar certo, e você consegue. Uma hora ou outra você precisa fazer isso, e eu tô aqui pra te proteger. Você vai ficar bem." Soltei um tremor e um suspiro longo, e assenti. Ainda tava nervoso pra caralho, mas a confiança da Mandi realmente deu um gás na minha. Olhei nos olhos dela: "É." Sem mais palavras, tirei o cinto de segurança, abri a porta e entrei no mundo como uma garota. Na verdade, foi mais uma atrapalhada, os carros estavam estacionados muito perto, mas ainda assim, foi um momento foda pra mim. Ouvi um "boa garota" encorajador de dentro do carro antes de fechar a porta e a Mandi sair pelo outro lado. Ela piscou um olho pra mim e abriu caminho pro shopping.
Mandi caminhava com um propósito, e eu tive que me segurar pra acompanhar o passo dela. A gente passou por algumas pessoas que iam em direção à porta principal, e eu ainda esperava que alguém começasse a me encarar. Me senti um bicho raro, mas ninguém parecia reparar em mim. Um cara me olhou com mais atenção, mas percebi que na verdade ele tava me encarando. Não demorou muito em mim, mas ainda assim, alguém tava me olhando! Não causei muito mais alvoroço e comecei a sentir que tinha me safado. Até que ouvi uma voz familiar. "Amor, por aqui!" Me virei e olhei, e lá estava a namorada da Mandi, Erin, correndo na nossa direção. Ela me agarrou e me deu um abraço. "Jenny, você tá uma gostosa! Que bom que você conseguiu vir com a gente!
Fiquei vermelha quando a Mandi me chamou de gostosa, e queria muito sair por aí como uma garota, só não tinha planejado fazer isso tão cedo. Tipo, daqui a meses, pelo menos. Mas essa era a Mandi, sempre dava um jeito de ultrapassar meus limites e me empurrar pra experimentar coisas novas. Uma coisa que eu sabia com certeza era que ela sempre pensava no meu bem e, na maioria das vezes, eu gostava do que ela queria que eu tentasse. Concordei com a cabeça e me levantei. "Tá bom, posso, hum, dar uma limpada na área primeiro?" Mandi caiu na risada, balançando a cabeça. "Qual é, acabei de ver você sendo comida e penetrada por uma máquina, e você me mostrou toda a sua história. Não tem nada pra esconder, e eu quero ver melhor sua cadeira de brinquedos." Abri a boca pra contestar, mas aí percebi o quão idiota aquilo era, e só concordei com a cabeça e fui pra cima. Abri a porta do meu santuário agora nem tão secreto e corri pro banheiro na hora. "Olha a cadeira se quiser, mas ainda vou limpar a máquina antes de sairmos, senão vai virar uma bagunça." "Ah, sim, boa ideia. Isso é... intenso." Saí do banheiro e vi a Mandi debruçada sobre a cadeira, olhando todas as amarras e meu cofre de segurança. Fiquei vermelha, mas corri até a maldita máquina e limpei ela com uns panos limpos, depois joguei eles no cesto. "Tá bom, então, o quarto de vestir é onde tá tudo.
Mandi parou com a cadeira e foi até o armário, olhando em volta, "Caramba, garota, queria ter o teu guarda-roupa!" Pegou algumas coisas do cabideiro e deixou de lado, "Isso tudo é meio feminino demais pra mim, mas mesmo assim, bom gosto pra roupa, querida." Mandi pegou mais algumas coisas antes de chegar na parte mais fetichista do armário, "Oooh, pervertida. Essas são muito bonitas, mas provavelmente não são pra primeira saída." Mandi olhou por cima do ombro e me deu um sorriso malicioso, "Mas um dia, quem sabe." As palavras da Mandi e o olhar nos olhos dela me fizeram corar ainda mais. Parecia que ela tava fazendo isso muito hoje. Tentei devolver o sorriso, "É, talvez um dia, mas dá pra gente ficar com algo menos chamativo hoje?" Mandi riu e revirou os olhos, "Já falei isso, bobinha." Ela pegou as roupas que tinha separado e jogou na cama, depois revirou as gavetas da minha roupa íntima pra pegar mais umas coisas. Tirou algumas calcinhas minhas e jogou na cama também, depois pegou um par de tênis, "Aposto que você tem praticado com salto, mas acho que hoje a gente vai de algo mais confortável e menos óbvio pra sua primeira vez." Eu sorri com isso, soltando um suspiro de alívio. Tava com medo de que a Mandi escolhesse uns saltos ridiculamente altos que eu tinha comprado e nem conseguia andar. Eu tava convencido de que era uma garota, mas meus tornozelos ainda tinham dúvidas sobre os saltos.
Mandi me fez experimentar algumas combinações de roupas, mas todas eram baseadas em blusas de gola alta e saias na altura do joelho. Independentemente do que eu possa falar sobre a Mandi, ela estava se esforçando ao máximo pra me vestir com algo que não fosse chamativo, mas ainda assim atraente. No final, ela decidiu por uma camiseta branca de gola alta, manga curta, com listras horizontais pretas, uma jaqueta jeans curta e leve, uma saia circular azul escura até o joelho, meia-calça cinza carvão e meus All Star branco básico de cano baixo. Mandi me fez colocar um bralette de renda cor da pele e uma calcinha combinando pra que o bralette não aparecesse por baixo da blusa. Mesmo que a Mandi não curtisse moda muito feminina, ela sabia o que tava fazendo. Com certeza eu não ia estar na capa da Vogue, mas ficou bonitinho. Terminei de vestir o look e finalizei com a rodadinha de saia circular de garota trans. Na real, me senti incrivelmente confortável com a roupa e menos exposta do que imaginava. Mandi tinha escolhido bem, e eu sorri: "Valeu, ainda tô com medo, mas isso tá perfeito." Mandi sorriu calorosamente, toda aquela maldade que eu tinha visto antes tinha sumido, e ela me deu um abraço. Me apertou forte por mais tempo que nossos abraços normais: "Você é minha melhor amiga, Jenny. Te conheço quase desde que éramos bebês. Eu amava você como John, e vou amar você como Jenny. Nada vai mudar isso." Mandi se afastou um pouco e me deu um beijo na bochecha: "E essa é a última vez que vou usar seu nome antigo. Esse nome já era, viva a Jenny." Eu ouvi a Mandi, mas não consegui responder. A onda de emoções que eu tava sentindo me dominou e eu comecei a chorar. Não sei ao certo quanto tempo chorei, mas a Mandi me abraçou o tempo todo, passando a mão devagar no meu cabelo. Toda a tensão, todo o nervosismo, toda a agonia sobre como a Mandi reagiria, todos os meus outros medos simplesmente desapareceram. Não me entenda mal, ainda tava com medo de um monte de coisa que podia rolar no futuro, mas naquele momento eu soube que tinha uma pedra pra me segurar.
Eventualmente, reduzi a velocidade e comecei a choramingar. Abracei a Mandi um pouco mais forte antes de me afastar um pouco. Não estava usando muita maquiagem, mas o pouco que tinha estava quase todo borrado na camisa da Mandi, que também estava encharcada com minhas lágrimas. "Meu Deus, me desculpa muito!" Mandi olhou pra camisa dela e depois pra mim de novo, "Não se preocupa com isso, querida, valeu a pena. Além disso, você já tá toda suja, pode repor se eu não conseguir limpar. Pelo menos não ficou com aquela roupa que eu me esforcei pra achar pra você." Eu ri e concordei, soluçando um pouco e enxugando algumas lágrimas do rosto, "É verdade, nos dois sentidos." Mandi me segurou pelos ombros e me virou de leve, me empurrando em direção ao banheiro. Ela deu um tapinha brincalhão na minha bunda e riu, "Vai se limpar e refazer a maquiagem. Um pouco menos nos olhos dessa vez, dava pra ver que você tava indo pro casual, mas ainda tava meio pesado. Eu cuido da minha camisa." Eu ri um pouco quando ela me deu o tapa, mas concordei e continuei andando pro banheiro, "Sim, senhora." "Boazinha," disse Mandi enquanto saía do quarto. As palavras da Mandi me tiraram do devaneio e me fizeram tremer um pouco. Lembrei na hora de como eu tava excitada e que na verdade não tinha saído da porra da máquina. O plugue esquecido no meu buraco também se fez presente quando eu apertei involuntariamente em volta dele. Pensei rapidamente em usar meu vibrador pra gozar logo, mas percebi que a Mandi provavelmente não acharia muita graça se voltasse e me encontrasse me masturbando de novo.
Joguei um pouco de água fria no rosto na pia do banheiro pra tentar me acalmar um pouco, e funcionou meio que. Pelo menos o suficiente pra conseguir focar no que tava fazendo. Usei um demaquilante pra tirar os restos da minha cara toda borrada, depois lavei, hidratei e passei tudo de novo. Dessa vez, mais leve na maquiagem dos olhos. Penteie o cabelo e prendi num rabo de cavalo simples, mas com um elástico decorativo. Meu cabelo ainda não era meu forte, então tive que manter o básico. Quando terminei, dei um passo pra trás, me olhei no espelho de corpo inteiro e soltei um gritinho de alegria. Tava bonita! Girei um pouco o vestido e amei a sensação do tecido roçando nas minhas pernas por cima da meia-calça. Me admirei no espelho de todos os ângulos e fiquei tão satisfeita. Parecia uma garota de 19 anos! Um pouco estreita nos quadris, e nada de peito, mas parecia uma menina. Pensei que fosse chorar de novo, mas ouvi um assobio de lobo atrás de mim. "Tá gostosa, Jenny", disse Mandi enquanto entrava pela porta. Ela tava usando uma das minhas camisetas velhas de banda que era grande demais pra nós duas e caía de um ombro, mostrando a alça do sutiã preto. Com a gargantilha e o jeans rasgado que ela já tava usando, ficou perfeito. Ela apontou pra camisa: "Gostou? Minha camisa não ia ficar limpa sem pelo menos uma lavada, então peguei essa do seu quarto. Talvez seu antigo quarto, devo dizer". Sorri e balancei a cabeça: "Tá linda! Fica com ela. Eu ia usar algumas pra dormir, mas descobri rápido que prefiro camisolas e pijamas femininos". "Legal, valeu. Pronta pra ir?" Comecei a concordar, mas parei. "Na verdade, deixa eu ir no banheiro rapidinho, preciso mijar". "Tranquilo, me encontra lá embaixo quando terminar".
Voltei pro banheiro e fiz minhas coisas. Enquanto me secava, pensei em tirar o plug, mas senti vontade de mantê-lo dentro. Em vez disso, tirei, limpei, lubrifiquei de novo e coloquei de volta. Soltei um gemidinho quando ele se encaixou no lugar e me olhei no espelho. Ali estava eu, vestida, maquiada e inclinada, e de repente desejei que alguém estivesse atrás de mim, me preenchendo. Me imaginei sendo a Mandi me comendo com um strap-on, e meu clitóris deu um pulo e babou um pouco. Me arrepiei, depois limpei o fiozinho de líquido pré-ejaculatório antes de subir a calcinha e a meia-calça. Peguei uma bolsa marrom clara no cabideiro e encontrei minha carteira e chaves. Tinha uma carteira que veio com a bolsa, então transferi tudo da minha carteira de menino pra ela rapidinho e guardei, junto com meu celular e um pouco de lubrificante extra pro plug. Comecei a andar em direção à porta, aí percebi que talvez precisasse retocar a maquiagem, então peguei o necessaire e joguei dentro também. E alguns lenços. E lencinhos demaquilantes. Comecei a entender por que outras mulheres reclamavam das bolsas agora, tava começando a encher um pouco. Desci as escadas correndo e encontrei a Mandi no sofá, digitando no celular, parecendo estar tendo uma conversa muito intensa de vai e volta. "Tá bom, pronta! Você tem que dirigir, caso dê algum problema, não tenho uma identidade que combine com minha aparência." Mandi deu um pulinho quando ouviu minha voz, mas se recuperou rápido e concordou, "Sim, sem problema." Ela sorriu, "Além disso, você é uma motorista de merda." Mostrei a língua, "Não sou, só não tenho muita experiência! Com quem você tava falando?
Mandi guardou o celular no bolso e tirou as chaves do outro; ela estava bem mais leve que eu naquele dia. "Só trocando umas mensagens com a Erin, avisando que a gente tava correndo pra chegar no shopping, só isso." Não tava totalmente convencido de que acreditava nela, mas considerando o quanto ela tinha sido compreensiva com tudo, resolvi deixar pra lá. A gente entrou no carro da Mandi e ouviu umas músicas góticas antigas que ela curte na viagem rápida até o shopping. Eu tava bem de boa com a parada toda enquanto dirigia, mas quando chegamos no estacionamento do shopping, comecei a ficar muito mais tenso. Mandi pareceu perceber e colocou a mão no meu joelho, nada sexual, só pra confortar. Ela virou e me olhou nos olhos. "Você tá linda. Super gostosa, até. Isso vai dar certo, e você consegue. Uma hora ou outra você precisa fazer isso, e eu tô aqui pra te proteger. Você vai ficar bem." Soltei um tremor e um suspiro longo, e assenti. Ainda tava nervoso pra caralho, mas a confiança da Mandi realmente deu um gás na minha. Olhei nos olhos dela: "É." Sem mais palavras, tirei o cinto de segurança, abri a porta e entrei no mundo como uma garota. Na verdade, foi mais uma atrapalhada, os carros estavam estacionados muito perto, mas ainda assim, foi um momento foda pra mim. Ouvi um "boa garota" encorajador de dentro do carro antes de fechar a porta e a Mandi sair pelo outro lado. Ela piscou um olho pra mim e abriu caminho pro shopping.
Mandi caminhava com um propósito, e eu tive que me segurar pra acompanhar o passo dela. A gente passou por algumas pessoas que iam em direção à porta principal, e eu ainda esperava que alguém começasse a me encarar. Me senti um bicho raro, mas ninguém parecia reparar em mim. Um cara me olhou com mais atenção, mas percebi que na verdade ele tava me encarando. Não demorou muito em mim, mas ainda assim, alguém tava me olhando! Não causei muito mais alvoroço e comecei a sentir que tinha me safado. Até que ouvi uma voz familiar. "Amor, por aqui!" Me virei e olhei, e lá estava a namorada da Mandi, Erin, correndo na nossa direção. Ela me agarrou e me deu um abraço. "Jenny, você tá uma gostosa! Que bom que você conseguiu vir com a gente!
3 comentários - Virando boneca sexual sissy 006 🤤💋♥️