Virando boneca sexual sissy 006 đŸ€€đŸ’‹â™„ïž

Jenny vai ao shopping e faz um "novo" amigo. Mandi sorriu e se levantou. "Excelente! Agora, vamos ver seu novo guarda-roupa. Originalmente vim porque a gente ia na loja de games do shopping hoje. Ainda quero fazer isso, e vocĂȘ vai precisar de uma roupa bonita pra vestir." A expressĂŁo no meu rosto deve ter dito tudo, porque Mandi rapidamente completou: "Qual Ă©, galinha! VocĂȘ se deu todo esse trabalho pra começar a viver como uma menina, uma hora vai ter que sair!" Mandi colocou as mĂŁos nos quadris magros, "Isso nĂŁo Ă© uma cidade grande, mas aqui ainda Ă© um lugar bem tranquilo e acolhedor e, alĂ©m disso," Mandi cutucou meu nariz de brincadeira, "vocĂȘ jĂĄ tĂĄ toda gostosa.Virando boneca sexual sissy 006 đŸ€€đŸ’‹â™„ïžFiquei vermelha quando a Mandi me chamou de gostosa, e queria muito sair por aĂ­ como uma garota, sĂł nĂŁo tinha planejado fazer isso tĂŁo cedo. Tipo, daqui a meses, pelo menos. Mas essa era a Mandi, sempre dava um jeito de ultrapassar meus limites e me empurrar pra experimentar coisas novas. Uma coisa que eu sabia com certeza era que ela sempre pensava no meu bem e, na maioria das vezes, eu gostava do que ela queria que eu tentasse. Concordei com a cabeça e me levantei. "TĂĄ bom, posso, hum, dar uma limpada na ĂĄrea primeiro?" Mandi caiu na risada, balançando a cabeça. "Qual Ă©, acabei de ver vocĂȘ sendo comida e penetrada por uma mĂĄquina, e vocĂȘ me mostrou toda a sua histĂłria. NĂŁo tem nada pra esconder, e eu quero ver melhor sua cadeira de brinquedos." Abri a boca pra contestar, mas aĂ­ percebi o quĂŁo idiota aquilo era, e sĂł concordei com a cabeça e fui pra cima. Abri a porta do meu santuĂĄrio agora nem tĂŁo secreto e corri pro banheiro na hora. "Olha a cadeira se quiser, mas ainda vou limpar a mĂĄquina antes de sairmos, senĂŁo vai virar uma bagunça." "Ah, sim, boa ideia. Isso Ă©... intenso." SaĂ­ do banheiro e vi a Mandi debruçada sobre a cadeira, olhando todas as amarras e meu cofre de segurança. Fiquei vermelha, mas corri atĂ© a maldita mĂĄquina e limpei ela com uns panos limpos, depois joguei eles no cesto. "TĂĄ bom, entĂŁo, o quarto de vestir Ă© onde tĂĄ tudo.vadiaMandi parou com a cadeira e foi atĂ© o armĂĄrio, olhando em volta, "Caramba, garota, queria ter o teu guarda-roupa!" Pegou algumas coisas do cabideiro e deixou de lado, "Isso tudo Ă© meio feminino demais pra mim, mas mesmo assim, bom gosto pra roupa, querida." Mandi pegou mais algumas coisas antes de chegar na parte mais fetichista do armĂĄrio, "Oooh, pervertida. Essas sĂŁo muito bonitas, mas provavelmente nĂŁo sĂŁo pra primeira saĂ­da." Mandi olhou por cima do ombro e me deu um sorriso malicioso, "Mas um dia, quem sabe." As palavras da Mandi e o olhar nos olhos dela me fizeram corar ainda mais. Parecia que ela tava fazendo isso muito hoje. Tentei devolver o sorriso, "É, talvez um dia, mas dĂĄ pra gente ficar com algo menos chamativo hoje?" Mandi riu e revirou os olhos, "JĂĄ falei isso, bobinha." Ela pegou as roupas que tinha separado e jogou na cama, depois revirou as gavetas da minha roupa Ă­ntima pra pegar mais umas coisas. Tirou algumas calcinhas minhas e jogou na cama tambĂ©m, depois pegou um par de tĂȘnis, "Aposto que vocĂȘ tem praticado com salto, mas acho que hoje a gente vai de algo mais confortĂĄvel e menos Ăłbvio pra sua primeira vez." Eu sorri com isso, soltando um suspiro de alĂ­vio. Tava com medo de que a Mandi escolhesse uns saltos ridiculamente altos que eu tinha comprado e nem conseguia andar. Eu tava convencido de que era uma garota, mas meus tornozelos ainda tinham dĂșvidas sobre os saltos.travestiMandi me fez experimentar algumas combinaçÔes de roupas, mas todas eram baseadas em blusas de gola alta e saias na altura do joelho. Independentemente do que eu possa falar sobre a Mandi, ela estava se esforçando ao mĂĄximo pra me vestir com algo que nĂŁo fosse chamativo, mas ainda assim atraente. No final, ela decidiu por uma camiseta branca de gola alta, manga curta, com listras horizontais pretas, uma jaqueta jeans curta e leve, uma saia circular azul escura atĂ© o joelho, meia-calça cinza carvĂŁo e meus All Star branco bĂĄsico de cano baixo. Mandi me fez colocar um bralette de renda cor da pele e uma calcinha combinando pra que o bralette nĂŁo aparecesse por baixo da blusa. Mesmo que a Mandi nĂŁo curtisse moda muito feminina, ela sabia o que tava fazendo. Com certeza eu nĂŁo ia estar na capa da Vogue, mas ficou bonitinho. Terminei de vestir o look e finalizei com a rodadinha de saia circular de garota trans. Na real, me senti incrivelmente confortĂĄvel com a roupa e menos exposta do que imaginava. Mandi tinha escolhido bem, e eu sorri: "Valeu, ainda tĂŽ com medo, mas isso tĂĄ perfeito." Mandi sorriu calorosamente, toda aquela maldade que eu tinha visto antes tinha sumido, e ela me deu um abraço. Me apertou forte por mais tempo que nossos abraços normais: "VocĂȘ Ă© minha melhor amiga, Jenny. Te conheço quase desde que Ă©ramos bebĂȘs. Eu amava vocĂȘ como John, e vou amar vocĂȘ como Jenny. Nada vai mudar isso." Mandi se afastou um pouco e me deu um beijo na bochecha: "E essa Ă© a Ășltima vez que vou usar seu nome antigo. Esse nome jĂĄ era, viva a Jenny." Eu ouvi a Mandi, mas nĂŁo consegui responder. A onda de emoçÔes que eu tava sentindo me dominou e eu comecei a chorar. NĂŁo sei ao certo quanto tempo chorei, mas a Mandi me abraçou o tempo todo, passando a mĂŁo devagar no meu cabelo. Toda a tensĂŁo, todo o nervosismo, toda a agonia sobre como a Mandi reagiria, todos os meus outros medos simplesmente desapareceram. NĂŁo me entenda mal, ainda tava com medo de um monte de coisa que podia rolar no futuro, mas naquele momento eu soube que tinha uma pedra pra me segurar.travestisEventualmente, reduzi a velocidade e comecei a choramingar. Abracei a Mandi um pouco mais forte antes de me afastar um pouco. NĂŁo estava usando muita maquiagem, mas o pouco que tinha estava quase todo borrado na camisa da Mandi, que tambĂ©m estava encharcada com minhas lĂĄgrimas. "Meu Deus, me desculpa muito!" Mandi olhou pra camisa dela e depois pra mim de novo, "NĂŁo se preocupa com isso, querida, valeu a pena. AlĂ©m disso, vocĂȘ jĂĄ tĂĄ toda suja, pode repor se eu nĂŁo conseguir limpar. Pelo menos nĂŁo ficou com aquela roupa que eu me esforcei pra achar pra vocĂȘ." Eu ri e concordei, soluçando um pouco e enxugando algumas lĂĄgrimas do rosto, "É verdade, nos dois sentidos." Mandi me segurou pelos ombros e me virou de leve, me empurrando em direção ao banheiro. Ela deu um tapinha brincalhĂŁo na minha bunda e riu, "Vai se limpar e refazer a maquiagem. Um pouco menos nos olhos dessa vez, dava pra ver que vocĂȘ tava indo pro casual, mas ainda tava meio pesado. Eu cuido da minha camisa." Eu ri um pouco quando ela me deu o tapa, mas concordei e continuei andando pro banheiro, "Sim, senhora." "Boazinha," disse Mandi enquanto saĂ­a do quarto. As palavras da Mandi me tiraram do devaneio e me fizeram tremer um pouco. Lembrei na hora de como eu tava excitada e que na verdade nĂŁo tinha saĂ­do da porra da mĂĄquina. O plugue esquecido no meu buraco tambĂ©m se fez presente quando eu apertei involuntariamente em volta dele. Pensei rapidamente em usar meu vibrador pra gozar logo, mas percebi que a Mandi provavelmente nĂŁo acharia muita graça se voltasse e me encontrasse me masturbando de novo.transsexualJoguei um pouco de ĂĄgua fria no rosto na pia do banheiro pra tentar me acalmar um pouco, e funcionou meio que. Pelo menos o suficiente pra conseguir focar no que tava fazendo. Usei um demaquilante pra tirar os restos da minha cara toda borrada, depois lavei, hidratei e passei tudo de novo. Dessa vez, mais leve na maquiagem dos olhos. Penteie o cabelo e prendi num rabo de cavalo simples, mas com um elĂĄstico decorativo. Meu cabelo ainda nĂŁo era meu forte, entĂŁo tive que manter o bĂĄsico. Quando terminei, dei um passo pra trĂĄs, me olhei no espelho de corpo inteiro e soltei um gritinho de alegria. Tava bonita! Girei um pouco o vestido e amei a sensação do tecido roçando nas minhas pernas por cima da meia-calça. Me admirei no espelho de todos os Ăąngulos e fiquei tĂŁo satisfeita. Parecia uma garota de 19 anos! Um pouco estreita nos quadris, e nada de peito, mas parecia uma menina. Pensei que fosse chorar de novo, mas ouvi um assobio de lobo atrĂĄs de mim. "TĂĄ gostosa, Jenny", disse Mandi enquanto entrava pela porta. Ela tava usando uma das minhas camisetas velhas de banda que era grande demais pra nĂłs duas e caĂ­a de um ombro, mostrando a alça do sutiĂŁ preto. Com a gargantilha e o jeans rasgado que ela jĂĄ tava usando, ficou perfeito. Ela apontou pra camisa: "Gostou? Minha camisa nĂŁo ia ficar limpa sem pelo menos uma lavada, entĂŁo peguei essa do seu quarto. Talvez seu antigo quarto, devo dizer". Sorri e balancei a cabeça: "TĂĄ linda! Fica com ela. Eu ia usar algumas pra dormir, mas descobri rĂĄpido que prefiro camisolas e pijamas femininos". "Legal, valeu. Pronta pra ir?" Comecei a concordar, mas parei. "Na verdade, deixa eu ir no banheiro rapidinho, preciso mijar". "Tranquilo, me encontra lĂĄ embaixo quando terminar".travestiVoltei pro banheiro e fiz minhas coisas. Enquanto me secava, pensei em tirar o plug, mas senti vontade de mantĂȘ-lo dentro. Em vez disso, tirei, limpei, lubrifiquei de novo e coloquei de volta. Soltei um gemidinho quando ele se encaixou no lugar e me olhei no espelho. Ali estava eu, vestida, maquiada e inclinada, e de repente desejei que alguĂ©m estivesse atrĂĄs de mim, me preenchendo. Me imaginei sendo a Mandi me comendo com um strap-on, e meu clitĂłris deu um pulo e babou um pouco. Me arrepiei, depois limpei o fiozinho de lĂ­quido prĂ©-ejaculatĂłrio antes de subir a calcinha e a meia-calça. Peguei uma bolsa marrom clara no cabideiro e encontrei minha carteira e chaves. Tinha uma carteira que veio com a bolsa, entĂŁo transferi tudo da minha carteira de menino pra ela rapidinho e guardei, junto com meu celular e um pouco de lubrificante extra pro plug. Comecei a andar em direção Ă  porta, aĂ­ percebi que talvez precisasse retocar a maquiagem, entĂŁo peguei o necessaire e joguei dentro tambĂ©m. E alguns lenços. E lencinhos demaquilantes. Comecei a entender por que outras mulheres reclamavam das bolsas agora, tava começando a encher um pouco. Desci as escadas correndo e encontrei a Mandi no sofĂĄ, digitando no celular, parecendo estar tendo uma conversa muito intensa de vai e volta. "TĂĄ bom, pronta! VocĂȘ tem que dirigir, caso dĂȘ algum problema, nĂŁo tenho uma identidade que combine com minha aparĂȘncia." Mandi deu um pulinho quando ouviu minha voz, mas se recuperou rĂĄpido e concordou, "Sim, sem problema." Ela sorriu, "AlĂ©m disso, vocĂȘ Ă© uma motorista de merda." Mostrei a lĂ­ngua, "NĂŁo sou, sĂł nĂŁo tenho muita experiĂȘncia! Com quem vocĂȘ tava falando?Traduza o seguinte texto em espaMandi guardou o celular no bolso e tirou as chaves do outro; ela estava bem mais leve que eu naquele dia. "SĂł trocando umas mensagens com a Erin, avisando que a gente tava correndo pra chegar no shopping, sĂł isso." NĂŁo tava totalmente convencido de que acreditava nela, mas considerando o quanto ela tinha sido compreensiva com tudo, resolvi deixar pra lĂĄ. A gente entrou no carro da Mandi e ouviu umas mĂșsicas gĂłticas antigas que ela curte na viagem rĂĄpida atĂ© o shopping. Eu tava bem de boa com a parada toda enquanto dirigia, mas quando chegamos no estacionamento do shopping, comecei a ficar muito mais tenso. Mandi pareceu perceber e colocou a mĂŁo no meu joelho, nada sexual, sĂł pra confortar. Ela virou e me olhou nos olhos. "VocĂȘ tĂĄ linda. Super gostosa, atĂ©. Isso vai dar certo, e vocĂȘ consegue. Uma hora ou outra vocĂȘ precisa fazer isso, e eu tĂŽ aqui pra te proteger. VocĂȘ vai ficar bem." Soltei um tremor e um suspiro longo, e assenti. Ainda tava nervoso pra caralho, mas a confiança da Mandi realmente deu um gĂĄs na minha. Olhei nos olhos dela: "É." Sem mais palavras, tirei o cinto de segurança, abri a porta e entrei no mundo como uma garota. Na verdade, foi mais uma atrapalhada, os carros estavam estacionados muito perto, mas ainda assim, foi um momento foda pra mim. Ouvi um "boa garota" encorajador de dentro do carro antes de fechar a porta e a Mandi sair pelo outro lado. Ela piscou um olho pra mim e abriu caminho pro shopping.femboyMandi caminhava com um propĂłsito, e eu tive que me segurar pra acompanhar o passo dela. A gente passou por algumas pessoas que iam em direção Ă  porta principal, e eu ainda esperava que alguĂ©m começasse a me encarar. Me senti um bicho raro, mas ninguĂ©m parecia reparar em mim. Um cara me olhou com mais atenção, mas percebi que na verdade ele tava me encarando. NĂŁo demorou muito em mim, mas ainda assim, alguĂ©m tava me olhando! NĂŁo causei muito mais alvoroço e comecei a sentir que tinha me safado. AtĂ© que ouvi uma voz familiar. "Amor, por aqui!" Me virei e olhei, e lĂĄ estava a namorada da Mandi, Erin, correndo na nossa direção. Ela me agarrou e me deu um abraço. "Jenny, vocĂȘ tĂĄ uma gostosa! Que bom que vocĂȘ conseguiu vir com a gente!garoto afeminado

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No puedo esperar al siguiente capĂ­tulo đŸ–€