Culo da Mili 19

Esclarecimento 1: essa história não é de minha autoria, foi escrita pelo adrianreload que não está mais aqui no P!, estou repostando porque também gostei muito na época.
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade.

Enquanto eu comia a Mili no carro, desativei o alarme pra não fazer barulho, as travas da porta estavam destravadas, qualquer um podia entrar… aquele professor que não tolerava nada, que por menos expulsava aluno da sala, se me pegasse com meu pau enfiado na buceta da Mili, fácil a gente era expulso.

Já tava quase na frente do carro, se aproximava colocando as mãos na altura dos olhos, igual as pessoas fazem pra espiar dentro de um carro com vidro escuro… esse maldito voyeur, deve ter visto o carro balançando e suspeitou do que tava rolando e quer bisbilhotar de certeza… filho da puta… pensei, enquanto virava o rosto, pelo menos pra ele não ver minha cara, nem a da Mili que tava enterrada no banco.

- Ei… o que cê tá fazendo aí?...

Merda… fomos descobertos… mas não, quando virei o rosto pra não ser visto pelo professor, notei que do outro lado vinha outra pessoa… que porra… mais gente?, outro professor?... não, era um segurança… ao ouvir a voz dele, a Mili reagiu, levantou a cabeça e tentou falar alguma coisa, eu coloquei a mão na boca dela pra calar a boca.

- Sou o professor Rodriguez, este carro tá no estacionamento do decano… disse se desculpando o professor que tinha sido pego querendo bisbilhotar dentro de um carro alheio.

Porra… pela pressa de ir dar aula, estacionamos em qualquer lugar e logo na porra da vaga do decano, estávamos ferrados de vez. A Mili bufava e soluçava ao perceber a situação. Não dava pra fazer nada, só ficar parados feito estátuas, se a gente se mexesse o carro balançava e entregava a gente.

- Bom, o decano não veio hoje… mas deixa eu fazer a ronda pra ver quem é o dono do carro e dar a multa certinha… disse o segurança todo educado.

- Ok… deixo com você… disse o professor e voltou pro carro dele.

Enquanto ouvia o carro do professor se afastando, o segurança ficou rondando de longe o carro, esperando ver o dono chegar pra encher o saco dele. descuido.
— Por que você não vai embora?... murmurava Mili nervosa, sentia meu gozo escorrendo do cu dela e se espalhando pelas coxas.
— Calma, fica tranquila... eu dizia pra acalmá-la, mas no fundo já sentia que logo mais alunos e professores iam sair e a gente ia ficar ainda mais exposto.
No meio do nosso azar, demos sorte de o rádio do vigia tocar — deviam ter pedido reforço, porque ele foi saindo devagar, virando de vez em quando pra olhar... finalmente, pensei, respirando aliviado.
— Ai, Dany!... por que essas coisas só acontecem com a gente?... reclamava Mili.
— Sei lá, mas não dá tempo, a gente tem que se trocar... falei, sem tempo pra teorizar.
Peguei uns panos que meu velho deixava atrás do banco pra limpar os vidros do carro, me limpei com eles, mas a atrapalhada da Mili, na pressa, se limpou na barra da própria blusa, sujando tudo... e lá ia ela de novo perfumada com o cheiro do meu leite.
Pra mim era fácil: enfiava o pau na calça e pronto... mas a Mili... a calcinha dela tava rasgada e esticada, a blusa manchada de porra mal cobria porque ela arregaçou pra não mostrar a mancha... com tudo isso, ela não podia sair do carro daquele jeito. Só restou se espremer entre os bancos pra ir pra frente, enquanto eu saía rápido e passava pro banco do motorista.
Mili, desesperada, via a calcinha rasgada, mostrando toda a intimidade dela, mas a gente resolveria isso depois — agora era fugir da faculdade... mas... ouvi umas batidas no vidro... porra... de novo... virei pra ver... e era o vigia que tinha voltado... não dava pra abaixar o vidro porque ele ia ver o show todo da buceta da Mili exposta. Ela só segurava o rosto vermelho de vergonha, quase chorando.
— Aluno, vi você entrar, por favor abaixe o vidro e se identifique... dizia o vigia do lado do carro.
— Me dá um minuto... falei, enquanto procurava algo pra cobrir a Mili.
Lembrei que meu pai guardava os documentos do carro num envelope grande no porta-luvas. Tirei ele e coloquei em cima das pernas da Mili, tampando a buceta dela. Quando ela se sentiu coberta, sorriu aliviada. Abri o vidro e era o mesmo segurança que semanas antes babou nas curvas da Mili quando a viu sair depois que eu comi ela no banheiro e também rasguei a blusa dela. Obviamente começou a bronca, expliquei a situação da exposição, mesmo assim ele quis reter minha carteirinha de estudante. Foi aí que a Mili entrou, o segurança reconheceu ela, ficou nervoso lembrando das formas dela, então baixou o tom e só nos avisou pra não fazer de novo. Saímos correndo pra casa dela, tirei a camisa e ela vestiu por cima, entrou na casa coberta e eu fiquei só de regata.

No dia seguinte, Mili e eu íamos encontrar a Vane na prova. Mili sabendo disso, nessa competição feminina, vestiu uma blusa branca decotada com um sutiã preto que transparecia um pouco, uma saia xadrez vermelha e preta soltinha, na altura entre a buceta e os joelhos, e umas calcinhas pretas… me fez lembrar a imagem que fantasiei na garagem da casa dela quando ouvi ela falar mimando o pai… quando quis vê-la vestida de colegial e comer ela selvagemente como uma lolita…

Já a Vane não usou roupa provocante como na festa, mas também não voltou às roupas recatadas… digamos que pra disfarçar as caras que mostrou na casa do Guille, ela escolheu um meio-termo, como se não quisesse que falassem que se vestiu assim pra chamar minha atenção, mas que era parte da mudança de visual… dessa vez usava jeans apertados, se antes ela cobria com blusas ou casacos compridos, agora estavam na altura da cintura, deixando ver a raba bem desenhada…

Mais de um quando entrou na sala se surpreendeu gostosamente ao vê-la de costas… óbvio que eu, como homem, olhei mais de uma vez, mas tinha a vigilância da Mili por perto, então tentava olhar disfarçado. E bom, como vocês devem imaginar, Mili odiava a Vane, porque ela quis roubar o boy dela, porque a insultou e desprezou… sim se estivessem sozinhas, fácil se pegavam pelos cabelos de novo.
Por sorte, o bom e velho Guille cuidava pra manter a Vane longe da gente, puxava conversa pra distrair ela, mas não impedia que a Vane me mandasse olhares safados que irritavam a Mili… era isso que a Vane queria, provocar ela, tipo dizendo que ainda não tava tudo resolvido… que podia roubar o homem dela.
Pra nossa sorte, o pessoal tava mais preocupado com as provas, alguns olhares caíram em mim e na Mili, lembrando do incidente na festa, talvez algum comentário, mas não passou disso… uns conhecidos perguntaram do inchaço na minha bochecha e tive que inventar uma desculpa de um acidente no banheiro (que era meio verdade, sem entrar em detalhes escabrosos e escandalosos).
O bom é que o Javier tava mais atrasado nos estudos e não dividia matérias com a gente. Só quem viu ele me disse, zoando, que parecia que o Javier tinha tentado beijar um caminhão e o caminhão atropelou ele (o caminhão tinha meu nome na placa)… se minha cara tava meio inchada, imagina a dele.
Durante a prova, a Vane virava pra mim, toda safada, e até piscava o olho de vez em quando… essa bruxa provocadora… a Mili, ao perceber, mandava uns olhares furiosos… depois ela me diria algo que parecia ter sido ensinado pelo pai militar dela: "O que é meu, é meu e não divido!"… eu fazia sinal pra Mili se acalmar e continuar a prova, faltava meia hora pra acabar… mas…
- Vocês aí… o que tão fazendo?… me entreguem as provas… falou o professor, sério, atrás de mim.
Fodeu… o professor achou que a gente tava colando. Não deu pra reclamar muito, porque ele já tinha a gente na mira fazia tempo, por causa das nossas faltas na matéria. Ele nos tirou da sala enquanto o Guille olhava preocupado e a insidiosa da Vane ria da gente, debochando… essa maldita…
Ele deixou um vigia tomando conta da sala, enquanto nos levava pro escritório dele. Pediu pra gente esperar ali até a prova acabar, depois a gente ia conversar sobre as punições… nos deixou sentados lá na mesa dele. Volto para a sala, eu de mau humor, xingando minha sorte… assim que ela se afastou, começaram as desculpas:

- Me desculpa, Dany… é minha culpa… aquela cadela… me tira do sério… disse ela entre envergonhada e excitada.
- Você caiu no jogo dela e já viu onde estamos… falei resignado.
- Fiquei com ciúmes, porque vi como você olhava pra ela antes da prova… disse Mili se levantando.
- Lá vem você com isso, não confia em mim? Uma coisa é eu olhar sem querer, outra é desejar… expliquei.
- Então… e eu… você me deseja?... disse provocativamente, se inclinando pra eu ver os peitos dela.
- Como coelho no cio… respondi, me perdendo entre os melões e o decote.
- Agora?... ela disse enquanto apoiava a barriga na mesa.
- Você é louca?... falei surpreso, quase fomos pegos por descuido, mas isso era suicídio.
- Me prova o quanto me deseja… pediu feito uma menina mimada.
Agora eu não via só os peitões dela, mas a saia levantada revelando a bunda generosa… fiquei acariciando e apertando aquela bunda, besta. A calcinha pequena tinha sumido no meio daqueles dois enormes glúteos… ela tava ficando excitada e, no delírio, fez o último pedido…
- Se você me ama… vai me comer aqui e agora… disse ela, completamente tesuda.
Era uma chantagem sentimental que eu não teria aceitado em outras circunstâncias, mas essa mulher me tinha enfeitiçado, tarado ao extremo… pensando mais com a cabeça de baixo do que com a de cima. Por um momento hesitei, mas virei pra ver a bunda macia e gorda dela enquanto acariciava.
Pra minha má sorte, atrás da Mili tinha um espelho e eu podia ver completamente os glúteos enormes dela, onde se perdia uma calcinha fina… um pouco mais abaixo, onde terminava a bunda rechonchuda, começavam as ligas sexy da calcinha que, por sua vez, envolviam as pernas bem torneadas, que estavam entrelaçadas e se contraíam a cada carícia, ainda mais quando eu puxava a tanga dela e enfiava na buceta molhada… eu não aguentava mais ver aquilo. Cena. Meu pau queria rasgar minha calça…
- Ai não… Dany, não, não… eu só tava brincando, só queria saber se você faria… – ela dizia se contorcendo.
Mas já era tarde, eu tinha despertado meus instintos mais primitivos… ela negava com palavras o que o corpo dela pedia aos gritos: queria ser comida como uma puta, queria se sentir segura de que o homem dela só perdia a cabeça por ela… ela tinha jogado as cartas dela pra me provocar e fazer eu provar meu afeto, mas o joguinho e o capricho dela escaparam do controle e iam acabar no cu dela…
- Não, Dany… chega… pelo amor de Deus, não… que vão nos… ouuuu… uhmmm… – gemeu quando sentiu meu pau entrando fácil na buceta molhada dela.
Ela tinha virado minha fantasia nos últimos dias: comer ela de uniforme escolar encostada num móvel, igual uma colegial malcriada na sala do diretor… dessa vez eu ia castigar ela por ser uma puta provocadora que não mede as consequências do ciúme e das chantagens dela…
- Você é louco… uhmmm… para… não… ahhh… – reclamava enquanto eu fazia a bunda gordinha dela quicar entre meu corpo e o móvel.
Com as palavras ela resistia, mas o corpo dela me esperava, as mãos bem firmes nas bordas do móvel, quase arranhando, aguentando minhas investidas... eu montava nela segurando a barra da saia como rédea e, de vez em quando, usava as ligas da calcinha dela pra puxar do meu jeito... meu pau se deliciava com a buceta dela, mas não por muito tempo... Mili, num espasmo violento, contraiu o corpo, satisfeita... tanto tempo sem meter na buceta dela que já tava super sensível...-       Ohhh… ufff… exclamei satisfeita.
Mas eu ainda estava na pista… obcecado em fazer tudo que pudesse com ela naquela roupa de lolita… esperei uns instantes ela se recuperar… tirei minha pica molhada da buceta dela. Ela tentou se levantar pra dar aquela limpada de sempre no meu pau… mas não deixei, com minhas mãos mantive a cintura dela pressionada contra o móvel… ela era minha escrava até eu me satisfazer.
-       Queee… não Dany, já chega… só isso… para aí, sim… não mais… ela me repreendeu, ainda ofegante.
-       Você não vai se livrar tão fácil… falei, ela me provocou quase num chantagem, agora que aguente.
Não dei chance pra ela reclamar mais… apontei minha pica pro cu dela, que se contraiu pra não me deixar entrar. Eu me inclinei nela, puxei o cabelo dela pra ela saber quem mandava naquela foda e depois beijei o pescoço dela… isso a desarmou por uns momentos, que aproveitei pra enfiar minha pica até o fundo…
-       Auuu… por que você é assim?... sabe que não… uhmmm… gemeu de novo, submissa.
-       Você que começou… me justifiquei, começando a montar nela, dessa vez pelo cu.
A gente tava na sala do professor que a qualquer momento podia entrar, de novo a porta sem tranca e não tava nem aí… vivíamos nossa sexualidade no limite, que karma nada… aquele rabo merecia ser violentado selvagemente, aquele pseudo-disfarce de colegial tinha levado meu tesão ao extremo.
-       Ohhh ufff… Mili resfolegava, aguentando minhas investidas, evitando gemer pra não ser ouvida lá fora, sabia que eu não ia embora sem me saciar e ela se preparava pra aproveitar também.
Que imagem o professor ia encontrar se entrasse: os alunos dele fodendo como coelhos em cima da mesa… Mili, que com certeza era parte das fantasias do professor, estava com a saia na cintura, a calcinha fio dental de lado, a calcinha puxada, a bunda gorda sendo martelada pela minha virilha, o cu empalado pela minha pica com vontade… e ela com os cabelos bagunçados e uma expressão safada de satisfação…
-       Ohmmm… sou sua mulher, Verdade?... ela disse, me olhando meio extasiada e romântica.
- Sim... só você é minha mulher... e minha putinha... respondi, e vi ela sorrir satisfeita com minha resposta selvagem, que afastava os fantasmas de ciúme que a Vane tinha plantado desde a festa.

Em outro momento de tesão, a Mili virou e me olhou besta com a força que eu tava castigando o cu dela... viu uma imagem atrás da gente, se arrepiou pensando que era o professor... mas percebeu que era o espelho... a curiosidade falou mais alto e ela se esticou um pouco mais pra ver melhor... nos viu quase de lado, a bunda enorme dela balançando com meu vigor, quicando, sentiu meu pau entrando e saindo do cu dela...
- Que bucetão que eu tenho!... ouuu... e você tá me arrombando!... uhmmm... murmurou surpresa, com certeza se olhando no espelho em outras situações ela não percebia o tesão que as formas carnudas dela inspiravam, agora ver a bunda quicando enchia ela de alegria.
- Cala a boca!, que vão nos ouvir... avisei.
- Vou calar, mas continua por favor... continua... ohhhh... dizia gemendo agora baixinho.

Com aquela imagem selvagem da punição anal, com o esfíncter criminosamente satisfeito, ela recuperou a excitação que tinha perdido de leve ao achar que o profe tava atrás... o único atrás era eu, bombando o cu dela com ferocidade... tanto que a Mili não demorou pra chegar no segundo orgasmo dela e eu no primeiro...
- Ahhhh.... Ohhhh.... exclamou finalmente tapando a boca.

Num último esforço, enfiei meu pau o mais fundo que deu, as nádegas inchadas dela terminaram espremidas contra minha virilha, enquanto meu pau metralhava o interior dela com rajadas de porra que faziam a espinha dela se contrair. Depois ela se deixou cair satisfeita no móvel. Eu bufava feliz por ter realizado minha fantasia às custas da Mili e da sala do profe... mas como nunca temos sorte...

A sirene da faculdade tocou, a que indicava a troca de horário e, nesse caso, que a prova tinha acabado... merda... já vinha o profe dar a bronca, se nos encontrasse assim não só nos reprovava, nos votaram da facul... como dizem, depois do prazer vem o desgosto...
A Mili se contraiu toda, apertando as bundas dela e meu pau... auuu caralho... tava moendo meu pênis... tive que dar um tapa na bunda gorda dela pra ela relaxar. Olhei em volta, não tinha nada pra limpar, só provas, relatórios e atas de notas... Porra...
Até que avistei numa prateleira um rolo de papel toalha... mas tava meio longe... não dava pra tirar o pau porque íamos sujar tudo: a calcinha dela, a saia, o chão, a mesa, os documentos... Fiz sinal pra Mili pra gente se mover junto... parecíamos de novo cachorros grudados depois de cruzar, andamos até o papel feito um trenzinho... até que...
A porta rangeu ao abrir... gelados feito estátuas, só viramos a cabeça pra ver quem nos descobriu dessa vez: o vigia?, o professor? ou pior, o decano ou o reitor... mas de novo vimos um rosto descomposto, decepcionado e puto... porra... que sorte a dela...
- Vocês de novo... são cachorros, por acaso?... disse a Vane furiosa, saindo rápido e batendo a porta.
- Invejosa... murmurou Mili num tom vingativo, triunfante, quase feliz que ela nos encontrasse assim pra mostrar que ela era minha única mulher.
- Certeza que vai buscar o professor... falei pra Mili, trazendo ela de volta à realidade.
A gente se apressou pra pegar o papel, nos limpamos o mais rápido que deu... mas o quarto cheirava ao meu esperma e aos sucos da Mili. A sala parecia mais uma cela, só tinha janelas no alto, que abri como pude pra arejar o ambiente... A Mili tirou um perfume da bolsa e borrifou, quase fumigou a sala, pra tirar o cheiro de sexo de motel que o quarto exalava.
Pouco depois chegou o professor, ele demorou porque depois da prova teve perguntas de um tal de Guille que segurou ele um tempão. Esse Guille salvou a gente de várias. Acho que o Guille já desconfiava do que a gente fazia e do que a Vane queria fazer quando saiu da sala antes da prova acabar, então segurou o professor o máximo que pôde. Obviamente o professor nos repreendeu, mas foi engraçado porque ele não parava de espirrar, já que a Mili exagerou no perfume e ativou a alergia dele… Depois ameaçou ligar pros nossos pais, mas o que segurou ele foi perceber que nossas provas não eram iguais, ou seja, não tínhamos colado… aí ele deu um sermão sobre casais e relacionamentos, que isso não devia interferir na nossa vida universitária… a Mili até gostou da última parte, de reconhecerem que éramos um casal… enfim, coisas de mulher…

De vez em quando eu via que os olhos dele iam pro decote da Mili, senti um pouco de ciúme, mas estávamos nas mãos do professor… No fim, ele deixou a gente ir sem anular a prova… pedimos desculpas pelo ocorrido e vazamos. Assim que saímos da sala, percebemos que quase não tinha aluno na faculdade.

Saímos aliviados, facilmente a gente tava aprovado com o que já tínhamos respondido até o momento em que tomaram a prova. Passamos pelo estacionamento, onde vimos um carro esportivo… já tinha visto ele antes. De repente, saiu de dentro uma figura conhecida… Era a Vane, parecia que tava esperando a gente pra falar alguma coisa, xingar ou sei lá o que passava na cabeça quente dela de nos ver transando de novo…

A Mili não deixou ela falar nada, simplesmente me puxou pelo braço, me jogou contra uma parede e me deu um beijo apaixonado, quase sexual. De canto de olho vi a Vane, vermelha de raiva. Não aguentou mais, entrou no carro e foi embora… maliciosamente pensei: pensar que com a Vane eu podia ter aquele carro… mas preferia ter uma mina com uma boa carroceria e um desempenho foda como a Mili.

Essa era uma guerra de fodonas terrível, que não ia acabar bem… o pior é que eu tava no meio e sabia que ia piorar. A Mili tinha vencido a batalha, mas eu intuía que a Vane, pra ganhar a guerra, faria o impensável. Acho que a Mili tava confiante demais porque a Vane não tinha contado nada do que viu até agora… era brincar com fogo continuar provocando ela… mas não importava, naquela noite a Mili tava feliz.

Ela me pegou pela mão e em cada esquina que dava na telha Ela me beijou e saímos como um casal da faculdade. Na viagem pra casa dela, também me encheu de beijos, carícias, etc., se mostrava apaixonada e eu não tava achando ruim, me sentia bem. Voltei pra casa e meu pai perguntou como tinha sido, ficou satisfeito que eu passei. Depois perguntou pela Viví, não quis dar detalhes, só falei que esse relacionamento já era.

Fui pro meu quarto com a lembrança da minha ex, que jeito do meu pai de acabar com meu bom humor e me trazer memórias. Viví sempre foi orgulhosa, uma vez me disse que a única coisa que nunca, mas nunca (ela enfatizou assim) nunca perdoaria era a traição… e bem, eu pequei nisso, duvidava que ela fosse me ligar de novo… mas naquele momento meu telefone tocou… será que chamei ela com a mente? Mas o que eu diria?

- Alô?... Quem é?... perguntei curioso porque aquele número não me era familiar.
- Não reconhece minha voz?... ela disse sedutora e como eu não respondi, ela completou: sou… a Vane…

Meu corpo gelou, lembrei da insinuação dela na festa, do tapa no banheiro depois de me ver com a Mili, da indignação pelo meu suposto desprezo, do medo dela fofocar tudo, do que viu no escritório do professor, da provocação da Mili no estacionamento… ela tinha toda a informação e os motivos necessários pra nos afundar em fofoca, mas não tinha feito isso até agora… por quê? O que ela tava planejando?...

- Ah… sim, oi… a que devo sua ligação?... respondi depois de uns segundos processando, já que antes ela tinha sido tão orgulhosa, desdenhosa e agora me ligava.
- Você sabe o que eu quero… ela disse sem hesitar, feito uma femme fatale.
- Na verdade não… minhas anotações de aula?... falei ingenuamente, mas já tava desconfiando.
- Não seja bobo… ela disse rindo com sarcasmo.
- Então o quê?... perguntei, me vinham muitas coisas que uma mulher magoada podia pedir.
- Você sabe o que eu vi… e essas imagens não saem da minha cabeça… ela disse pensativa.
- E o que eu posso fazer?... perguntei, na real era problema dela, não meu, até que virou meu: Você pode fazer muitas coisas… ela me disse, maliciosamente.
- Por exemplo?... retruquei, dando a entender que parasse de rodeios.
- Você pode fazer o mesmo comigo… o mesmo que fez com ela… sentenciou Vane, provocativamente.
Se eu não estivesse sentado, teria caído… porra… essa garota estava descontrolada… a ponto de o ego ferido ou a excitação das cenas que viu a levar a isso… não podia acreditar… ela estava me pedindo para desvirginar o cu rosado dela, empalar aquela bunda branca e bem feita… fiquei perplexo, não conseguia acreditar.
- Como é?... tá brincando ou o quê?... falei, não dá pra confiar em mulher despeitada, talvez ela só estivesse me testando ou até me gravando pra depois contar pra Mili.
- Não, eu não tô pra joguinhos… disse ela, firme, e depois completou, se fazendo de interessante: além disso, lembra que… eu vi muitas coisas que na faculdade adorariam saber… seria o fofoca do momento…
- Uau… peraí… você tá me ameaçando?... falei, surpreso, não acreditava que, por capricho, vingança ou obsessão, ela tava me forçando a arrombar a bunda dela.
- Leve como quiser, essa semana tem provas e não quero distração… mas quero sua resposta antes de sábado à noite… disse determinada, a mandona.
- Calma… você sabe que eu tô com a Mili… e que não posso fazer isso… falei, tentando fazê-la refletir, essas revanches e vinganças estavam passando dos limites do razoável.
- Esse é seu problema… disse ela, irritada ao ouvir o nome da rival, e só completou: tchauuu… se despediu debochando, sem me deixar responder.
Porra… me deixou pasmo, qualquer um agradeceria uma garota pedindo pra ser desvirginada, mas ameaçando… por outro lado, com a Mili eu tava começando algo que podia ter futuro, uma mina que parecia ter tudo que eu queria: carinhosa, inteligente e, claro… uma puta na cama…
Assim como Javier tinha uma conta a acertar comigo, a Vane tinha uma conta a acertar com a Mili… era uma revanche, uma competição entre as duas faculdades e Meio que eu... ficava como um puto... como um homenzinho que tinha que satisfazê-las, mas com a Mili me sugando até o talo, duvidava que ia sobrar energia pra Vane...

Eu tinha evitado ter parceiras na facul pra não ter rolo que atrapalhasse meu desempenho nos estudos... mas isso era o cúmulo, uma loucura... além do mais, o que me garantia que depois de satisfazer a Vane ela não fosse falar algo que prejudicasse a Mili... e arrombar o cu da Vane também daria a ela motivos pra me ter nas mãos, e talvez no cu dela, quantas vezes ela quisesse... era complicado demais pra resolver sozinho...

Não podia contar pra Mili, da última vez que fui sincero sobre a festa na casa do Guille, acabei indo e piorando as coisas. E falar com meu velho seria pior, ele ainda não me perdoou por ter largado uma mina que ele considerava perfeita pra mim (Viviana) pela Mili, que lembrava ele da minha aventura com uma prima de traços parecidos (Anita)... e o Javier, com quem eu tinha uma certa confiança nessas paradas de mulher, me odiava, claro, depois que arrombei a namorada dele e depois quebrei a cara dele...

Na real, por manter meus rolos amorosos longe da universidade, não tinha muitos amigos dentro da facul... só conhecidos, grupos pra estudar ou pra farra e festa... mas não tinha o costume de contar minhas coisas pra ninguém, meus enrosco... só uma vez, numa bebedeira, alguém me ouviu e me de uns conselhos razoáveis...

- Oi, posso ir na sua casa pra conversar... eu falei e ele topou.

Continua

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