Lamentamos informar que, por motivo de uma obra de urbanização, o centro da cidade ficará fechado para o tráfego de veículos particulares, podendo acessar o centro apenas os ônibus públicos. Essas obras acontecerão somente na segunda-feira durante toda a manhã. Pedimos desculpas pelo transtorno." Natália leu a notícia no trabalho, preocupada porque na segunda-feira teria que ir trabalhar de ônibus, já que o escritório onde trabalhava ficava bem no centro da cidade. Natália trabalhava numa agência de publicidade há uns dez anos, tinha quarenta anos e era casada desde os vinte e cinco, estava há quinze anos de casamento e o amor tinha acabado, fazia mais de cinco anos que não transava com o marido. Para Natália, a falta de relações íntimas não era problema, nunca tinha sido muito ativa sexualmente, o marido tinha sido o primeiro homem com quem ela tinha ficado, não tinham filhos, e a vida ia muito bem em todo o resto. Natália não era uma mulher excepcionalmente bonita, dava pra dizer que era comum, uma nota cinco de dez. Se cuidava só o mínimo necessário por causa do trabalho, já que às vezes precisava atender os clientes pessoalmente, mas tinha se largado bastante, embora nunca tivesse sido magra, agora tinha um leve sobrepeso que aumentava a cada ano. Natália tem cabelo castanho na altura das costas, abaixo da linha do sutiã, sempre preso num rabo de cavalo baixo porque era o mais fácil e confortável pra ela, olhos castanhos, rosto arredondado e peito generoso que sempre tentava disfarçar, pois tinha complexo pelo tamanho grande que já começava a causar dores nas costas. Natália sempre usa vestido no escritório porque é o mais adequado pro trabalho dela, que exige um mínimo de elegância, embora ela preferisse ir de calça e com outro tipo de roupa que disfarçasse melhor as curvas. Natália não era boba e percebia os olhares safados de alguns dos seus colegas, mas como ela era casada, também não insistiam muito. A coisa não passava de algumas brincadeiras e insinuações ocasionais. Quando chegou a segunda-feira em que não podia ir trabalhar de carro, Natalia agradeceu que perto do ponto de ônibus houvesse um estacionamento subterrâneo onde podia deixar o carro. Natalia estacionou o carro lá e foi para o ônibus. Estava nervosa, pois nunca tinha pegado um ônibus antes, já que nunca precisou, nem quando era criança. O ponto estava cheio de gente esperando o ônibus chegar. Quando o veículo chegou, Natalia subiu, pagou a passagem e foi para o fundo do ônibus. Por causa das restrições de trânsito, o ônibus estava lotado, então ela teve que ir a viagem toda em pé, um trajeto de meia hora. Para não cair no chão, Natalia se segurou na barra do teto. Tudo ia muito bem, apesar do desconforto da situação pelo contato constante com os outros passageiros. Depois de alguns minutos de viagem, Natalia sentiu uma mão na bunda dela. No começo, achou que foi sem querer, mas a mão começou a acariciar a bunda dela, apertando. Natalia, surpresa, não soube reagir, também não queria fazer um escândalo. A mão, vendo que Natalia não reclamava, continuou acariciando a bunda dela. Natalia começou a ficar vermelha, primeiro de vergonha e depois de raiva. Ia falar alguma coisa quando sentiu a mão subir pela coxa dela, por baixo do vestido. "Não, não pode ser, não pode estar se atrevendo a fazer isso, e ainda em público." Natalia pensou isso surpresa, ficando calada enquanto a mão continuava avançando, dessa vez por baixo da calcinha dela, acariciando a entrada da buceta dela. Natalia não podia acreditar no que estava acontecendo, sentia a respiração do homem atrás dela. A mão de Natalia apertou forte a barra enquanto ela mordia o lábio inferior, já que nunca tinham acariciado ela assim, e menos ainda em público. Natalia temia que alguma outra pessoa no ônibus percebesse o que estava estavam fazendo, mas o barulho dos outros passageiros escondia seus gemidos silenciosos que ela não conseguia reprimir. — Mmmm, mmmm, mmmmm. A mão continuava acariciando ela até que um dedo penetrou sua buceta e começou a foder ela com ele. Natalia não entendia nada, nunca tinha sentido o que estava sentindo hoje, e ela gostava. Natalia não resistia, até procurava o dedo, que saiu da sua buceta e acariciou seu clitóris em círculos. Natalia abriu os olhos surpresa com essa nova carícia, e sentiu pela primeira vez o que era ter um orgasmo. — Awwwwwww. Natalia gemeu baixinho, se segurando na barra para não cair. O que Natalia tinha sentido era incrível, e ela queria mais, mas a mão se retirou da sua buceta, e com ela o homem que tinha dado seu primeiro orgasmo. Natalia se virou, tentando adivinhar quem era o dono daquela mão, mas não conseguiu ver a pessoa que procurava. O ônibus chegou ao seu destino, Natalia desceu do veículo com as pernas ainda tremendo, teve que sentar no ponto para descansar, pois sua buceta começou a pulsar de novo. — Awwwwwww. Natalia gemeu outra vez baixinho, sem entender o que estava acontecendo com ela. Depois de cinco minutos, Natalia se levantou e foi para o trabalho, começando suas tarefas diárias, mas não conseguia tirar a imagem do que aconteceu da cabeça e lembrar disso fazia ela se molhar, sentia sua calcinha toda encharcada e não conseguiu aguentar mais. Natalia foi ao banheiro e começou a se masturbar, tentando imitar os movimentos que a mão desconhecida tinha feito na sua buceta, mas não era a mesma coisa e a única coisa que conseguiu foi se excitar muito mais. Frustrada, Natalia voltou ao trabalho toda acalorada. A jornada de trabalho acabou e Natalia voltou para o ônibus, desejando que o desconhecido estivesse lá para que ele a masturbasse de novo. Natalia sabia que era muito difícil a situação se repetir, mas mesmo assim seu coração batia forte esperando que acontecesse. Natalia estava tão excitada que teve a tentação de se acariciar ela mesma. Ela tinha Medo de ser pega fazendo aquilo, mas alguma coisa tinha despertado nela naquela manhã, algo dentro dela que ela não conseguia apagar. Natalia levou a mão até a buceta para se masturbar quando sentiu uma mão acariciando a bunda dela. Natalia se perguntou se era a mesma mão que acariciou a bunda dela de manhã, quando sentiu a mão subindo pela coxa dela, soube que sim, e Natalia não precisou de mais nada, era tanto desejo que ela mijou no ônibus, ou pelo menos foi o que ela pensou, porque na verdade ela tinha tido o primeiro squirt dela. — Awwwwww — Natalia gemeu em silêncio. O dono da mão percebeu o orgasmo de Natalia e começou a masturbá-la com mais força e velocidade. Natalia estava no paraíso, mordia o lábio para não gritar. — Mmmm, mmmm, mmmm. Natalia começou a ter um orgasmo atrás do outro, ia cair no chão quando o desconhecido a segurou pela cintura, sustentando ela. — Awwwww, awwww, awwww. Natalia gemia baixinho enquanto o desconhecido a acariciava cada vez mais devagar. Natalia fechou os olhos e respirou fundo, aos poucos as forças voltavam. — Amanhã vem sem calcinha. Natalia ouviu a frase e quando quis se virar, o homem já tinha se afastado dela, se misturando entre os outros passageiros. "Ir sem calcinha amanhã?", pensou Natalia. "Nem pensar, além do mais amanhã não preciso pegar o ônibus, isso já está indo longe demais." O ônibus chegou no ponto e Natalia foi até o carro dela, entrou, e na escuridão do estacionamento lembrou do que tinha acontecido, visualizou cada detalhe do que tinha passado e sem perceber começou a se tocar. Natalia não tinha consciência do que estava fazendo e sem perceber chegou ao orgasmo. — Awwwww. Dessa vez Natalia gritou bem alto, sem se reprimir, e ao perceber abriu os olhos, vendo como alguns usuários do estacionamento olhavam na direção do carro dela, com certeza tinham ouvido. Natalia estava envergonhada, mas ao mesmo tempo excitada. Nervosa, Natalia ligou o carro e foi embora pra casa. Já de noite, no quarto, Natalia Tento seduzir o marido dela, mas ele tava muito cansado e rejeitou ela. Natalia, deitada ao lado do marido, disfarçadamente, começou a se masturbar por baixo dos lençóis, conseguiu se excitar, mas não chegou ao orgasmo, então dormiu frustrada. Na terça, Natalia tava de volta no estacionamento, tinha prometido a si mesma não pegar o ônibus, mas sem perceber estacionou no mesmo lugar que na segunda. Natalia olhava o relógio do painel do carro, esperando o ônibus passar pra evitar a tentação, mas a cada minuto que passava a excitação aumentava, faltavam só cinco minutos pro ônibus sair e Natalia não aguentou mais, tirou a calcinha como pôde, sentindo no tato que tava encharcada, igual quando tirava da máquina de lavar. Não tinha tempo, então deixou ela em cima do banco do carro, qualquer um que passasse perto ia ver. Natalia correu pro ponto, chegando a tempo de subir no ônibus que já tava saindo pra próxima parada. Natalia respirava pesado pela corrida que teve que dar pra não perder o ônibus. Já mais calma, percebeu que dessa vez o ônibus não tava lotado, tinha lugares vazios pra sentar, mas Natalia ficou de pé, na mesma posição do dia anterior. Natalia tava um pouco triste porque hoje o desconhecido não ia se atrever a masturbar ela, já que seria óbvio que veriam o que estavam fazendo. —Fecha os olhos. Natalia reconheceu a voz do desconhecido de segunda e obedeceu. A mão acariciou a bunda dela, era tudo que Natalia precisava pra se excitar. A mão lentamente subiu pelas coxas dela. —Vejo que não tá de calcinha. Gosto que você seja obediente. Natalia não dizia nada, só se deixava fazer, mantinha os olhos fechados, porque tinha medo de abrir e ver todo mundo observando o que estavam fazendo com ela, podiam até estar gravando. Natalia ficou surpresa que esses pensamentos excitavam ela ainda mais. —Mmmmm, mmmmm, mmmmmm. Natalia sentia as carícias na buceta dela. -Mmmmm, mmmm, mmmm. A Natália tava perto do orgasmo e chegou a bunda dela mais perto do cara, sentindo pela primeira vez o volume na virilha dele. O homem tava excitado e a Natália queria ser comida por aquele pau. A bunda dela subia e descia acariciando o volume enquanto o dedo do desconhecido fodía ela. -Mmmm, mmmm, mmmmm. A Natália sentia o orgasmo chegando e queria muito. -Fica de olho fechado e conta até dez. Hoje você vai gozar quando voltar do trabalho, tá proibida de se masturbar. -Não. Falou alto a Natália, mas o desconhecido pegou ela pelo cabelo e puxou forte, fazendo ela levantar a cabeça. -Obedece ou nunca mais vai me ver. Pra Natália, aquela ação excitou ela ainda mais e ela não ousou falar nada, ficou quieta, não queria perder o prazer que tinha descoberto. A Natália contou até dez, nesse tempo o ônibus fez uma parada. Era óbvio que o desconhecido tinha descido nela. A Natália abriu os olhos e sentou, olhou pros outros passageiros e pelas caras deles adivinhou que tinham visto tudo que rolou ali. A Natália se perguntava por que ainda tava tão excitada, por que não ligava pro que os outros pensavam dela, por que só pensava no próprio prazer, e o mais importante, por que queria continuar obedecendo as ordens do desconhecido. Todas essas perguntas não tinham resposta pra Natália. Várias vezes durante o trabalho a Natália quis levantar e ir no banheiro se masturbar, mas não fez, queria ser obediente. Se não se masturbar já era difícil pra Natália, piorou quando percebeu que sem calcinha tava encharcando o banco dela, então várias vezes, disfarçadamente, teve que secar com lenços de papel. Terminou o expediente e a Natália foi pro ônibus, mais molhada que no dia anterior, a umidade escorria pelas coxas dela e qualquer um podia ver se prestasse atenção. A Natália subiu no ônibus e se posicionou como das outras vezes. Reconheceu algumas pessoas da manhã, que começaram a Cochichando entre elas, até tiveram coragem de trocar de lugar pra ver o espetáculo melhor. Natalia fechou os olhos e esperou. —Assim que eu gosto, que você saiba qual é o seu lugar. Abre as pernas. Natalia obedeceu e o desconhecido acariciou a buceta dela, masturbando-a. Não precisou de muito mais pra Natalia gozar. —Awwwwwwww. Dessa vez Natalia não disfarçou e gozou gemendo alto, podendo ouvir os comentários dos passageiros e, longe de incomodá-la, a excitavam muito mais. —Conta os orgasmos que você for tendo. Natalia, obediente, foi contando. —Awwwwww um, awwwwww dois... —Agradece depois de cada orgasmo. —Awwww três, obrigada, Senhor, awwwwww quatro, obrigada, Senhor. Natalia tinha um orgasmo atrás do outro, mais pela situação de se saber observada do que pelo efeito da mão na buceta dela. O desconhecido tirou as mãos da buceta de Natalia e começou a apertar os peitos dela com força. Natalia se surpreendeu com essa mudança e abriu os olhos. —Fecha os olhos. Natalia obedeceu, mas o pouco tempo que ficou com eles abertos foi suficiente pra ver os outros passageiros gravando ela com os celulares. —Se quiser gozar uma quinta vez, se masturba. Natalia queria gozar de novo e, sem pensar, começou a se masturbar enquanto o desconhecido torcia os bicos dos peitos dela com força. —Awwwww cinco, obrigada, Senhor. —Ajoelha e conta até dez como ontem. Amanhã vou continuar te adestrando. Natalia se ajoelhou no chão do ônibus e contou mentalmente até dez, como tinha feito na segunda-feira. O ônibus parou e o desconhecido desceu antes que Natalia terminasse de contar até dez. Assim que cumpriu a ordem de contar até dez de joelhos, Natalia se levantou e sentou. Os passageiros continuavam olhando pra ela. Natalia estranhava que ninguém falasse com ela depois do que tinham visto. Talvez o desconhecido estivesse entre eles e não tivesse descido do ônibus, e fosse por isso que não se atreviam a dizer nada. Será que Seu Senhor tinha tanto poder assim? "Seu Senhor." Por que Ele se referia a ela daquele jeito? No que ele estava transformando ela? Natalia olhou pro banco, igual tinha acontecido no trabalho, ele também estava completamente molhado, a excitação dela não diminuía. O ônibus chegou no ponto dela, Natalia desceu e sem olhar pra trás foi pro carro dela. Amanhã ela não ia subir naquele ônibus. Natalia não conseguiu evitar e na quarta-feira, pelo terceiro dia, estava no ponto de ônibus, esperando ele chegar. Do lado dela, um monte de passageiros, parecia que a notícia do que rolava ali tinha se espalhado e todo mundo queria ver o show. Natalia via mais e mais gente chegando, reconhecia os dos dias anteriores e sabia por que estavam ali, ficou tentada a levantar e ir pro carro, mas a excitação que sentia não deixava. O ônibus chegou, era a vez de Natalia subir quando uma mão pegou a dela. — Vem comigo. Natalia reconheceu a voz dos dias anteriores e seguiu o homem, os passageiros protestaram sem adiantar nada, hoje não ia ter show no ônibus. No fundo, Natalia ficou aliviada. Enquanto isso, o homem a levava pro estacionamento. Durante o caminho, Natalia reparou no homem, que pela idade podia ser pai dela, já que aparentava uns setenta anos. Não era nada atraente, mas o domínio que ele tinha sobre ela a excitava tanto que ela não ligava. Quando entraram no estacionamento, Natalia pensou que iam pro carro dele, mas foram pro banheiro masculino. Lá, em um dos cubículos, o desconhecido colocou Natalia de joelhos, num chão que não estava nem um pouco limpo. — Você é uma putinha, né? — Sim, Senhor. Respondeu Natalia, excitada. — Tira a roupa e limpa o chão com teu vestido. Natalia obedeceu, sem entender por que ser tratada daquele jeito podia excitar ela tanto. — Tira o sutiã. A partir de hoje, você nunca mais vai usar um. — Sim, Senhor. — Joga ele por debaixo da porta. Natalia tirou o sutiã e obedeceu a ordem. "Parece que alguém tá se divertindo aqui." Natalia ouviu alguém falar lá de fora. Natalia sentiu a buceta dela. palpitar. -Mmmm, mmmmm. -Você gosta de ser humilhada. Né vadia?. -Sim Senhor. Respondeu Natália. -Acaricia seus peitos. Natália obedecia, se sentindo extremamente excitada. -Quer gozar?. -Sim Senhor. -Quanto?. -Muito Senhor. -A partir de agora só vai gozar quando eu mandar. -Sim Senhor. -De quem você é?. -Sua, Meu Senhor. Natália dizia tudo isso enquanto segurava um orgasmo iminente. -Para de se tocar. Natália obedeceu, agradecida, porque não ia aguentar o orgasmo por muito mais tempo. -Agora chupa minha pica. Natália hesitou. -O que foi vadia?. Não entendeu a ordem?. -Nunca chupei uma pica. -Isso não me importa, você só obedece. Natália, de joelhos como estava, abaixou a calça do desconhecido, vendo aparecer na frente dela uma pica muito maior que a do marido. Natália ficou surpresa com o tamanho, mas o desconhecido a agarrou forte pelo cabelo, obrigando ela a chupar. -Vamos vadia, não temos o dia todo. Se quiser ter um orgasmo vai ter que obedecer tudo que eu mandar. Natália se viu com a pica dentro da boca, era a primeira vez, e não sabia o que fazer, sentia ela dura e quente e o líquido pré-gozo enchia sua língua, colocou as mãos nas coxas do desconhecido para não se afogar. TAPA -Aiiii. Um tapa caiu no rosto dela, enquanto o desconhecido, sem soltar o cabelo, puxou com força pra baixo obrigando ela a levantar a cabeça e olhar nos olhos dele. -Sem usar as mãos, coloca elas nas costas a não ser que queira que eu amarre. Natália olhou pra cima assustada. -Você é uma vadia, né?. -Sim Meu Senhor. Natália não entendia nada, só sabia que ser usada assim, como nunca antes, a excitava. -Abre a boca. Natália obedeceu submissa, e a saliva do desconhecido caiu na boca dela. -Continua chupando e engole até o fundo. -Mmmmmm, mmmmm, mmmmm. Natália se esforçava, mas a pica era muito grande e sendo a primeira vez não conseguia engolir inteira. O desconhecido, cansado de que Se ela não conseguisse engolir o pau inteiro, ele pegou o cinto e colocou no pescoço de Natalia como se fosse uma coleira. Puxando a ponta que sobrava, ele sufocou Natalia, que, longe de reclamar, continuava com as mãos nas costas. A asfixia, o medo, a incerteza fizeram ela gozar num squirt. — Awwwwww. Dava pra ouvir de leve o gemido de Natalia, já que mal conseguia respirar. — Você é uma puta que gozou sem permissão. Não serve pra ser minha escrava sexual. Natalia não aguentou ouvir aquilo, não queria perder o que tinha encontrado por acaso. Sem que ele mandasse, Natalia voltou a chupar o pau do desconhecido e, dessa vez, por mais difícil que fosse, conseguiu engolir ele inteiro. Ela ia tirar da boca quando o desconhecido, segurando a cabeça dela, manteve ela naquela posição. — Goza de novo, e aí pode tirar da garganta. Natalia abriu os olhos, não podia estar pedindo aquilo, ela não ia gozar, mas se enganou de novo: aos poucos sentiu o orgasmo chegando e se deixou levar. — Awwwwwwwww. O desconhecido soltou ela, e sem saber por quê, Natalia respondeu: — Obrigada, Meu Senhor. — Fica de quatro. Vou te foder. Natalia obedeceu. Fazia tempo que não era comida e a buceta dela estava super molhada, louca pra ser fodida por aquele pau que ela tinha chupado e era tão gostoso. — Levanta a tampa e enfia a cabeça dentro. Natalia, sem hesitar, obedeceu, enfiando a cabeça no vaso. Achava nojento, mas sentia necessidade de obedecer, além disso, quando cumpria uma ordem, a excitação dela aumentava e ela se sentia melhor. As mãos do desconhecido acariciaram a bunda dela, igual tinham feito nos dias anteriores no ônibus. — Mmmmm, mmmm, mmmm. Natalia não conseguia parar de gemer com os carinhos que recebia, que a excitavam tanto. — Mmmm, mmmm, mmmm. PLAS PLAS PLAS Vários tapas caíram na bunda dela, que a excitaram ainda mais, até que finalmente o desconhecido aproximou o pau da buceta molhada de Natalia e começou a penetrar ela. — Aaaah, aaaaah, aaaaah, aaaahh. Natalia sentia ele entrando na Buceta, como ele chegava em lugares que o marido dela nunca tinha alcançado. - Aaaah, aaaah, aaaah. - Piranha lambera. - Slurp, slurp, slurp. Natália lambia a água do banheiro. A situação era muito humilhante, mas aquela rola dentro da buceta dela era tão gostosa que não importava obedecer, contanto que ele não parasse. O ritmo da penetração foi aumentando e Natália não aguentava o orgasmo. - Vou gozar, Senhor, vou gozar, por favor, por favor. - Ainda não, piranha. O desconhecido pegou Natália pela cabeça e empurrou para baixo, afogando ela. Natália, pega de surpresa, não conseguia respirar e muito menos segurar o orgasmo, e gozou com a cabeça enfiada no banheiro. O desconhecido sentiu o orgasmo de Natália e, como castigo, puxou a descarga, enchendo o banheiro de mais água. Natália achou que ia morrer, quando foi puxada pelo cabelo e jogada com força para cima, arqueando as costas. - Goza de novo, piranha. - Awwwwwww Natália não precisou de mais nada para gozar, só aquela ordem, e explodiu num orgasmo que se encadeou com outros quando sentiu que o desconhecido gozava dentro da buceta dela. - Awwww, awwwww, awwwww. Os orgasmos de Natália não paravam, e ela ficava de joelhos no chão, agarrada ao banheiro. O homem empurrou ela, jogando no chão, e sentou no vaso. - Agora você vai me foder usando seu cu. Natália estava assustada, nunca tinha sido fodida pelo cu antes e hesitou. - Vamos, piranha, obedece. Natália se levantou e se posicionou, de costas, sentando na rola do desconhecido, surpresa que ele já estivesse duro de novo pra foder ela, enquanto o marido dela, depois que gozava, não levantava mais. Natália sentiu a cabeça tentando entrar no cu dela quando as mãos do desconhecido, agarrando a cintura dela, empurraram ela para baixo com força. - Vamos, piranha. Seu cu tem que engolir ela inteira. - Ayyyyyyy. Natália gritou de dor, mas também de prazer, já que o desconhecido torcia os mamilos dela e masturbava a buceta dela enquanto fodía o cu dela. - Vamos Vadia, se mexe sozinha, se fode. -Mmmmm, mmmm, mmmm. A Natalia mexia a bunda pra cima e pra baixo aguentando a dor que aos poucos tava virando prazer. -Bate uma enquanto se fode, mas não goza se não quiser ser castigada. -Mmmmmm, mmmmm, mmmmm. A Natalia sentia o prazer, como o calor dela aumentava, tava quase gozando de novo, era tão bom o que tava acontecendo que ela não queria que parasse. -Abre a porta, vadia, quero que todo mundo te veja. -Não, por favor não, isso não. -Obedece ou nunca mais vou te foder. O desconhecido ameaçou a Natalia puxando o cabelo dela pra trás e beijando a boca dela, procurando a língua. A Natalia nunca tinha sido beijada daquele jeito e devolveu o beijo. -Obedece, vadia. A Natalia obedeceu, abriu a porta do banheiro e todo mundo que tava lá viu ela sendo fodida enquanto não parava de se masturbar. -Mmmmmmm, mmmmm, mmmmm. "Que vadia." "Olha como a puta se diverte." "Queria muito foder uma vadia dessa." A Natalia ouvia todos aqueles insultos e, longe de diminuir a excitação, deixavam ela muito mais tesuda. A Natalia viu eles tirarem os celulares e gravarem ou tirarem fotos. -Mmmmm, mmmmm, mmmmm. A Natalia tava quase gozando. -Goza, vadia, deixa todo mundo ver o quão puta você é. -Awwwwwwwwww. A Natalia fechou os olhos e gozou no melhor dos orgasmos dela, jorrando um squirt no chão. -Aaaaaah, aaaaah, aaaaah. A Natalia tava cansada, apoiada no corpo do desconhecido. -Quando eu gozar dentro do teu cu, você goza de novo. O desconhecido mexeu a Natalia do jeito que quis, ela se deixou foder, tava tão cansada que não conseguia negar nada. Sentiu a porra quente no cu dela e gozou de novo. -Awwwwwww. -Muito bem, vadia, mas você não pode deixar esses cavalheiros na mão. A Natalia ouviu o desconhecido e entendeu o que ele queria que ela fizesse, além disso, os outros caras do banheiro começaram a tirar as picas. -Começa a chupar e engole toda a porra, vadia. A Natalia tirou a pica do desconhecido do cu dela e, de joelhos... começou a chupar as quatro rolas dos caras que estavam no banheiro. Uma por uma, Natalia chupou as quatro rolas, todos gozando na boca dela e ela engolindo toda a porra. — Deita no chão do banheiro e goza pra eles. Natalia obedeceu o desconhecido e começou a se masturbar. — Mmmm, mmmm, mmmm. Natalia não precisou se tocar por muito tempo, porque rapidamente explodiu em outro orgasmo. — Awwwwwwww — Agora vão embora. Disse o desconhecido pros outros caras, que satisfeitos saíram do banheiro. — Já que estamos aqui, temos que aproveitar. Natalia sentiu então o desconhecido começar a mijar em cima dela, na buceta dela, nos peitos dela, na cara dela, pra gozar na boca dela. — Bebe, puta. Natalia abriu a boca e começou a beber tudo que conseguia. — Agora você é minha e vou te tratar assim quando eu quiser. Fala. — Sou sua e pode fazer comigo o que quiser. Natalia não acreditava que estava falando aquilo, e ainda por cima desejava que nunca parasse. — Agora se limpa no banheiro feminino e vai trabalhar. Natalia saiu do banheiro pra ir no das mulheres e tentar se limpar um pouco. As mulheres, ao verem ela chegando daquele jeito, xingaram ela de puta. Natalia aguentou os xingamentos, terminou de se limpar e quando saiu do banheiro foi pro carro dela, entrou e foi pro trabalho. Natalia chegou atrasada no trabalho e a chefe dela comentou que o novo dono da empresa queria vê-la, já que não tolerava esses atrasos e ainda tava pensando em reduzir o quadro de funcionários. Natalia estava aterrorizada com a possibilidade de perder o emprego. As duas mulheres subiram pro andar onde ficava o escritório do presidente da empresa. — Senhor Norman, esta é a Natalia, a funcionária com quem o senhor queria falar e que hoje chegou atrasada. O Senhor Norman estava de costas, olhando pela janela enorme o jardim que tinha na frente do prédio. Devagar, ele girou a cadeira pra ver as funcionárias. — Eu mandei você se limpar e ir trabalhar. Não voltar pra casa, tomar banho e trocar de roupa. Natalia abriu Os olhos assustados, enquanto sentia a umidade da buceta escorrendo pelas coxas. — Você vai ter que ser castigada. Natalia não podia acreditar que o desconhecido era o Senhor Norman, seu novo chefe. — Chupa a buceta da Senhorita Noemi, sua chefe de seção. Natalia virou a cabeça para Noemi e viu que ela tinha levantado o vestido, não estava de calcinha e a buceta dela brilhava de umidade. Natalia nunca tinha chupado a buceta de uma mulher, mas só de pensar já estava excitada a ponto de gozar. O Senhor Norman percebeu que Natalia queria gozar. — Se você gozar agora, vai levar vinte chibatadas, dez no seu rabo, cinco na sua buceta e cinco nos seus peitos, que a Senhorita Noemi vai te dar. Natalia ouviu isso, imaginou, e não conseguiu evitar. — Awwwwww. Natalia caiu de joelhos, gozando várias vezes. — Começa a chupar, puta, você não sabe o que te espera a partir de hoje. Natalia viu Noemi na frente dela e começou a lamber e chupar a buceta dela. — Mmmmm, mmmm, mmmm. Noemi gemia de prazer com o que Natalia estava fazendo. — Isso, puta, continua assim. Natalia estava feliz, finalmente alguém a tratava como sempre tinha desejado, mas nunca tinha tido coragem de fazer ou realizar. Natalia continuava lambendo Noemi, esperando o orgasmo dela para saborear pela primeira vez uma mulher. Natalia queria gozar de novo, mas não faria isso até o Senhor Norman, seu dono, mandar. Natalia desejava que sua nova vida continuasse e fosse ainda mais humilhante e excitante. O que tinham dito sobre ela era verdade. Natalia era uma puta, uma gostosa, uma promíscua, era tudo isso e mais, era uma escrava sexual e queria continuar sendo, porque adorava sua nova condição. Três dias antes ela não sabia, mas Natalia tinha nascido para ser uma escrava submissa.
Lamentamos informar que, por motivo de uma obra de urbanização, o centro da cidade ficará fechado para o tráfego de veículos particulares, podendo acessar o centro apenas os ônibus públicos. Essas obras acontecerão somente na segunda-feira durante toda a manhã. Pedimos desculpas pelo transtorno." Natália leu a notícia no trabalho, preocupada porque na segunda-feira teria que ir trabalhar de ônibus, já que o escritório onde trabalhava ficava bem no centro da cidade. Natália trabalhava numa agência de publicidade há uns dez anos, tinha quarenta anos e era casada desde os vinte e cinco, estava há quinze anos de casamento e o amor tinha acabado, fazia mais de cinco anos que não transava com o marido. Para Natália, a falta de relações íntimas não era problema, nunca tinha sido muito ativa sexualmente, o marido tinha sido o primeiro homem com quem ela tinha ficado, não tinham filhos, e a vida ia muito bem em todo o resto. Natália não era uma mulher excepcionalmente bonita, dava pra dizer que era comum, uma nota cinco de dez. Se cuidava só o mínimo necessário por causa do trabalho, já que às vezes precisava atender os clientes pessoalmente, mas tinha se largado bastante, embora nunca tivesse sido magra, agora tinha um leve sobrepeso que aumentava a cada ano. Natália tem cabelo castanho na altura das costas, abaixo da linha do sutiã, sempre preso num rabo de cavalo baixo porque era o mais fácil e confortável pra ela, olhos castanhos, rosto arredondado e peito generoso que sempre tentava disfarçar, pois tinha complexo pelo tamanho grande que já começava a causar dores nas costas. Natália sempre usa vestido no escritório porque é o mais adequado pro trabalho dela, que exige um mínimo de elegância, embora ela preferisse ir de calça e com outro tipo de roupa que disfarçasse melhor as curvas. Natália não era boba e percebia os olhares safados de alguns dos seus colegas, mas como ela era casada, também não insistiam muito. A coisa não passava de algumas brincadeiras e insinuações ocasionais. Quando chegou a segunda-feira em que não podia ir trabalhar de carro, Natalia agradeceu que perto do ponto de ônibus houvesse um estacionamento subterrâneo onde podia deixar o carro. Natalia estacionou o carro lá e foi para o ônibus. Estava nervosa, pois nunca tinha pegado um ônibus antes, já que nunca precisou, nem quando era criança. O ponto estava cheio de gente esperando o ônibus chegar. Quando o veículo chegou, Natalia subiu, pagou a passagem e foi para o fundo do ônibus. Por causa das restrições de trânsito, o ônibus estava lotado, então ela teve que ir a viagem toda em pé, um trajeto de meia hora. Para não cair no chão, Natalia se segurou na barra do teto. Tudo ia muito bem, apesar do desconforto da situação pelo contato constante com os outros passageiros. Depois de alguns minutos de viagem, Natalia sentiu uma mão na bunda dela. No começo, achou que foi sem querer, mas a mão começou a acariciar a bunda dela, apertando. Natalia, surpresa, não soube reagir, também não queria fazer um escândalo. A mão, vendo que Natalia não reclamava, continuou acariciando a bunda dela. Natalia começou a ficar vermelha, primeiro de vergonha e depois de raiva. Ia falar alguma coisa quando sentiu a mão subir pela coxa dela, por baixo do vestido. "Não, não pode ser, não pode estar se atrevendo a fazer isso, e ainda em público." Natalia pensou isso surpresa, ficando calada enquanto a mão continuava avançando, dessa vez por baixo da calcinha dela, acariciando a entrada da buceta dela. Natalia não podia acreditar no que estava acontecendo, sentia a respiração do homem atrás dela. A mão de Natalia apertou forte a barra enquanto ela mordia o lábio inferior, já que nunca tinham acariciado ela assim, e menos ainda em público. Natalia temia que alguma outra pessoa no ônibus percebesse o que estava estavam fazendo, mas o barulho dos outros passageiros escondia seus gemidos silenciosos que ela não conseguia reprimir. — Mmmm, mmmm, mmmmm. A mão continuava acariciando ela até que um dedo penetrou sua buceta e começou a foder ela com ele. Natalia não entendia nada, nunca tinha sentido o que estava sentindo hoje, e ela gostava. Natalia não resistia, até procurava o dedo, que saiu da sua buceta e acariciou seu clitóris em círculos. Natalia abriu os olhos surpresa com essa nova carícia, e sentiu pela primeira vez o que era ter um orgasmo. — Awwwwwww. Natalia gemeu baixinho, se segurando na barra para não cair. O que Natalia tinha sentido era incrível, e ela queria mais, mas a mão se retirou da sua buceta, e com ela o homem que tinha dado seu primeiro orgasmo. Natalia se virou, tentando adivinhar quem era o dono daquela mão, mas não conseguiu ver a pessoa que procurava. O ônibus chegou ao seu destino, Natalia desceu do veículo com as pernas ainda tremendo, teve que sentar no ponto para descansar, pois sua buceta começou a pulsar de novo. — Awwwwwww. Natalia gemeu outra vez baixinho, sem entender o que estava acontecendo com ela. Depois de cinco minutos, Natalia se levantou e foi para o trabalho, começando suas tarefas diárias, mas não conseguia tirar a imagem do que aconteceu da cabeça e lembrar disso fazia ela se molhar, sentia sua calcinha toda encharcada e não conseguiu aguentar mais. Natalia foi ao banheiro e começou a se masturbar, tentando imitar os movimentos que a mão desconhecida tinha feito na sua buceta, mas não era a mesma coisa e a única coisa que conseguiu foi se excitar muito mais. Frustrada, Natalia voltou ao trabalho toda acalorada. A jornada de trabalho acabou e Natalia voltou para o ônibus, desejando que o desconhecido estivesse lá para que ele a masturbasse de novo. Natalia sabia que era muito difícil a situação se repetir, mas mesmo assim seu coração batia forte esperando que acontecesse. Natalia estava tão excitada que teve a tentação de se acariciar ela mesma. Ela tinha Medo de ser pega fazendo aquilo, mas alguma coisa tinha despertado nela naquela manhã, algo dentro dela que ela não conseguia apagar. Natalia levou a mão até a buceta para se masturbar quando sentiu uma mão acariciando a bunda dela. Natalia se perguntou se era a mesma mão que acariciou a bunda dela de manhã, quando sentiu a mão subindo pela coxa dela, soube que sim, e Natalia não precisou de mais nada, era tanto desejo que ela mijou no ônibus, ou pelo menos foi o que ela pensou, porque na verdade ela tinha tido o primeiro squirt dela. — Awwwwww — Natalia gemeu em silêncio. O dono da mão percebeu o orgasmo de Natalia e começou a masturbá-la com mais força e velocidade. Natalia estava no paraíso, mordia o lábio para não gritar. — Mmmm, mmmm, mmmm. Natalia começou a ter um orgasmo atrás do outro, ia cair no chão quando o desconhecido a segurou pela cintura, sustentando ela. — Awwwww, awwww, awwww. Natalia gemia baixinho enquanto o desconhecido a acariciava cada vez mais devagar. Natalia fechou os olhos e respirou fundo, aos poucos as forças voltavam. — Amanhã vem sem calcinha. Natalia ouviu a frase e quando quis se virar, o homem já tinha se afastado dela, se misturando entre os outros passageiros. "Ir sem calcinha amanhã?", pensou Natalia. "Nem pensar, além do mais amanhã não preciso pegar o ônibus, isso já está indo longe demais." O ônibus chegou no ponto e Natalia foi até o carro dela, entrou, e na escuridão do estacionamento lembrou do que tinha acontecido, visualizou cada detalhe do que tinha passado e sem perceber começou a se tocar. Natalia não tinha consciência do que estava fazendo e sem perceber chegou ao orgasmo. — Awwwww. Dessa vez Natalia gritou bem alto, sem se reprimir, e ao perceber abriu os olhos, vendo como alguns usuários do estacionamento olhavam na direção do carro dela, com certeza tinham ouvido. Natalia estava envergonhada, mas ao mesmo tempo excitada. Nervosa, Natalia ligou o carro e foi embora pra casa. Já de noite, no quarto, Natalia Tento seduzir o marido dela, mas ele tava muito cansado e rejeitou ela. Natalia, deitada ao lado do marido, disfarçadamente, começou a se masturbar por baixo dos lençóis, conseguiu se excitar, mas não chegou ao orgasmo, então dormiu frustrada. Na terça, Natalia tava de volta no estacionamento, tinha prometido a si mesma não pegar o ônibus, mas sem perceber estacionou no mesmo lugar que na segunda. Natalia olhava o relógio do painel do carro, esperando o ônibus passar pra evitar a tentação, mas a cada minuto que passava a excitação aumentava, faltavam só cinco minutos pro ônibus sair e Natalia não aguentou mais, tirou a calcinha como pôde, sentindo no tato que tava encharcada, igual quando tirava da máquina de lavar. Não tinha tempo, então deixou ela em cima do banco do carro, qualquer um que passasse perto ia ver. Natalia correu pro ponto, chegando a tempo de subir no ônibus que já tava saindo pra próxima parada. Natalia respirava pesado pela corrida que teve que dar pra não perder o ônibus. Já mais calma, percebeu que dessa vez o ônibus não tava lotado, tinha lugares vazios pra sentar, mas Natalia ficou de pé, na mesma posição do dia anterior. Natalia tava um pouco triste porque hoje o desconhecido não ia se atrever a masturbar ela, já que seria óbvio que veriam o que estavam fazendo. —Fecha os olhos. Natalia reconheceu a voz do desconhecido de segunda e obedeceu. A mão acariciou a bunda dela, era tudo que Natalia precisava pra se excitar. A mão lentamente subiu pelas coxas dela. —Vejo que não tá de calcinha. Gosto que você seja obediente. Natalia não dizia nada, só se deixava fazer, mantinha os olhos fechados, porque tinha medo de abrir e ver todo mundo observando o que estavam fazendo com ela, podiam até estar gravando. Natalia ficou surpresa que esses pensamentos excitavam ela ainda mais. —Mmmmm, mmmmm, mmmmmm. Natalia sentia as carícias na buceta dela. -Mmmmm, mmmm, mmmm. A Natália tava perto do orgasmo e chegou a bunda dela mais perto do cara, sentindo pela primeira vez o volume na virilha dele. O homem tava excitado e a Natália queria ser comida por aquele pau. A bunda dela subia e descia acariciando o volume enquanto o dedo do desconhecido fodía ela. -Mmmm, mmmm, mmmmm. A Natália sentia o orgasmo chegando e queria muito. -Fica de olho fechado e conta até dez. Hoje você vai gozar quando voltar do trabalho, tá proibida de se masturbar. -Não. Falou alto a Natália, mas o desconhecido pegou ela pelo cabelo e puxou forte, fazendo ela levantar a cabeça. -Obedece ou nunca mais vai me ver. Pra Natália, aquela ação excitou ela ainda mais e ela não ousou falar nada, ficou quieta, não queria perder o prazer que tinha descoberto. A Natália contou até dez, nesse tempo o ônibus fez uma parada. Era óbvio que o desconhecido tinha descido nela. A Natália abriu os olhos e sentou, olhou pros outros passageiros e pelas caras deles adivinhou que tinham visto tudo que rolou ali. A Natália se perguntava por que ainda tava tão excitada, por que não ligava pro que os outros pensavam dela, por que só pensava no próprio prazer, e o mais importante, por que queria continuar obedecendo as ordens do desconhecido. Todas essas perguntas não tinham resposta pra Natália. Várias vezes durante o trabalho a Natália quis levantar e ir no banheiro se masturbar, mas não fez, queria ser obediente. Se não se masturbar já era difícil pra Natália, piorou quando percebeu que sem calcinha tava encharcando o banco dela, então várias vezes, disfarçadamente, teve que secar com lenços de papel. Terminou o expediente e a Natália foi pro ônibus, mais molhada que no dia anterior, a umidade escorria pelas coxas dela e qualquer um podia ver se prestasse atenção. A Natália subiu no ônibus e se posicionou como das outras vezes. Reconheceu algumas pessoas da manhã, que começaram a Cochichando entre elas, até tiveram coragem de trocar de lugar pra ver o espetáculo melhor. Natalia fechou os olhos e esperou. —Assim que eu gosto, que você saiba qual é o seu lugar. Abre as pernas. Natalia obedeceu e o desconhecido acariciou a buceta dela, masturbando-a. Não precisou de muito mais pra Natalia gozar. —Awwwwwwww. Dessa vez Natalia não disfarçou e gozou gemendo alto, podendo ouvir os comentários dos passageiros e, longe de incomodá-la, a excitavam muito mais. —Conta os orgasmos que você for tendo. Natalia, obediente, foi contando. —Awwwwww um, awwwwww dois... —Agradece depois de cada orgasmo. —Awwww três, obrigada, Senhor, awwwwww quatro, obrigada, Senhor. Natalia tinha um orgasmo atrás do outro, mais pela situação de se saber observada do que pelo efeito da mão na buceta dela. O desconhecido tirou as mãos da buceta de Natalia e começou a apertar os peitos dela com força. Natalia se surpreendeu com essa mudança e abriu os olhos. —Fecha os olhos. Natalia obedeceu, mas o pouco tempo que ficou com eles abertos foi suficiente pra ver os outros passageiros gravando ela com os celulares. —Se quiser gozar uma quinta vez, se masturba. Natalia queria gozar de novo e, sem pensar, começou a se masturbar enquanto o desconhecido torcia os bicos dos peitos dela com força. —Awwwww cinco, obrigada, Senhor. —Ajoelha e conta até dez como ontem. Amanhã vou continuar te adestrando. Natalia se ajoelhou no chão do ônibus e contou mentalmente até dez, como tinha feito na segunda-feira. O ônibus parou e o desconhecido desceu antes que Natalia terminasse de contar até dez. Assim que cumpriu a ordem de contar até dez de joelhos, Natalia se levantou e sentou. Os passageiros continuavam olhando pra ela. Natalia estranhava que ninguém falasse com ela depois do que tinham visto. Talvez o desconhecido estivesse entre eles e não tivesse descido do ônibus, e fosse por isso que não se atreviam a dizer nada. Será que Seu Senhor tinha tanto poder assim? "Seu Senhor." Por que Ele se referia a ela daquele jeito? No que ele estava transformando ela? Natalia olhou pro banco, igual tinha acontecido no trabalho, ele também estava completamente molhado, a excitação dela não diminuía. O ônibus chegou no ponto dela, Natalia desceu e sem olhar pra trás foi pro carro dela. Amanhã ela não ia subir naquele ônibus. Natalia não conseguiu evitar e na quarta-feira, pelo terceiro dia, estava no ponto de ônibus, esperando ele chegar. Do lado dela, um monte de passageiros, parecia que a notícia do que rolava ali tinha se espalhado e todo mundo queria ver o show. Natalia via mais e mais gente chegando, reconhecia os dos dias anteriores e sabia por que estavam ali, ficou tentada a levantar e ir pro carro, mas a excitação que sentia não deixava. O ônibus chegou, era a vez de Natalia subir quando uma mão pegou a dela. — Vem comigo. Natalia reconheceu a voz dos dias anteriores e seguiu o homem, os passageiros protestaram sem adiantar nada, hoje não ia ter show no ônibus. No fundo, Natalia ficou aliviada. Enquanto isso, o homem a levava pro estacionamento. Durante o caminho, Natalia reparou no homem, que pela idade podia ser pai dela, já que aparentava uns setenta anos. Não era nada atraente, mas o domínio que ele tinha sobre ela a excitava tanto que ela não ligava. Quando entraram no estacionamento, Natalia pensou que iam pro carro dele, mas foram pro banheiro masculino. Lá, em um dos cubículos, o desconhecido colocou Natalia de joelhos, num chão que não estava nem um pouco limpo. — Você é uma putinha, né? — Sim, Senhor. Respondeu Natalia, excitada. — Tira a roupa e limpa o chão com teu vestido. Natalia obedeceu, sem entender por que ser tratada daquele jeito podia excitar ela tanto. — Tira o sutiã. A partir de hoje, você nunca mais vai usar um. — Sim, Senhor. — Joga ele por debaixo da porta. Natalia tirou o sutiã e obedeceu a ordem. "Parece que alguém tá se divertindo aqui." Natalia ouviu alguém falar lá de fora. Natalia sentiu a buceta dela. palpitar. -Mmmm, mmmmm. -Você gosta de ser humilhada. Né vadia?. -Sim Senhor. Respondeu Natália. -Acaricia seus peitos. Natália obedecia, se sentindo extremamente excitada. -Quer gozar?. -Sim Senhor. -Quanto?. -Muito Senhor. -A partir de agora só vai gozar quando eu mandar. -Sim Senhor. -De quem você é?. -Sua, Meu Senhor. Natália dizia tudo isso enquanto segurava um orgasmo iminente. -Para de se tocar. Natália obedeceu, agradecida, porque não ia aguentar o orgasmo por muito mais tempo. -Agora chupa minha pica. Natália hesitou. -O que foi vadia?. Não entendeu a ordem?. -Nunca chupei uma pica. -Isso não me importa, você só obedece. Natália, de joelhos como estava, abaixou a calça do desconhecido, vendo aparecer na frente dela uma pica muito maior que a do marido. Natália ficou surpresa com o tamanho, mas o desconhecido a agarrou forte pelo cabelo, obrigando ela a chupar. -Vamos vadia, não temos o dia todo. Se quiser ter um orgasmo vai ter que obedecer tudo que eu mandar. Natália se viu com a pica dentro da boca, era a primeira vez, e não sabia o que fazer, sentia ela dura e quente e o líquido pré-gozo enchia sua língua, colocou as mãos nas coxas do desconhecido para não se afogar. TAPA -Aiiii. Um tapa caiu no rosto dela, enquanto o desconhecido, sem soltar o cabelo, puxou com força pra baixo obrigando ela a levantar a cabeça e olhar nos olhos dele. -Sem usar as mãos, coloca elas nas costas a não ser que queira que eu amarre. Natália olhou pra cima assustada. -Você é uma vadia, né?. -Sim Meu Senhor. Natália não entendia nada, só sabia que ser usada assim, como nunca antes, a excitava. -Abre a boca. Natália obedeceu submissa, e a saliva do desconhecido caiu na boca dela. -Continua chupando e engole até o fundo. -Mmmmmm, mmmmm, mmmmm. Natália se esforçava, mas a pica era muito grande e sendo a primeira vez não conseguia engolir inteira. O desconhecido, cansado de que Se ela não conseguisse engolir o pau inteiro, ele pegou o cinto e colocou no pescoço de Natalia como se fosse uma coleira. Puxando a ponta que sobrava, ele sufocou Natalia, que, longe de reclamar, continuava com as mãos nas costas. A asfixia, o medo, a incerteza fizeram ela gozar num squirt. — Awwwwww. Dava pra ouvir de leve o gemido de Natalia, já que mal conseguia respirar. — Você é uma puta que gozou sem permissão. Não serve pra ser minha escrava sexual. Natalia não aguentou ouvir aquilo, não queria perder o que tinha encontrado por acaso. Sem que ele mandasse, Natalia voltou a chupar o pau do desconhecido e, dessa vez, por mais difícil que fosse, conseguiu engolir ele inteiro. Ela ia tirar da boca quando o desconhecido, segurando a cabeça dela, manteve ela naquela posição. — Goza de novo, e aí pode tirar da garganta. Natalia abriu os olhos, não podia estar pedindo aquilo, ela não ia gozar, mas se enganou de novo: aos poucos sentiu o orgasmo chegando e se deixou levar. — Awwwwwwwww. O desconhecido soltou ela, e sem saber por quê, Natalia respondeu: — Obrigada, Meu Senhor. — Fica de quatro. Vou te foder. Natalia obedeceu. Fazia tempo que não era comida e a buceta dela estava super molhada, louca pra ser fodida por aquele pau que ela tinha chupado e era tão gostoso. — Levanta a tampa e enfia a cabeça dentro. Natalia, sem hesitar, obedeceu, enfiando a cabeça no vaso. Achava nojento, mas sentia necessidade de obedecer, além disso, quando cumpria uma ordem, a excitação dela aumentava e ela se sentia melhor. As mãos do desconhecido acariciaram a bunda dela, igual tinham feito nos dias anteriores no ônibus. — Mmmmm, mmmm, mmmm. Natalia não conseguia parar de gemer com os carinhos que recebia, que a excitavam tanto. — Mmmm, mmmm, mmmm. PLAS PLAS PLAS Vários tapas caíram na bunda dela, que a excitaram ainda mais, até que finalmente o desconhecido aproximou o pau da buceta molhada de Natalia e começou a penetrar ela. — Aaaah, aaaaah, aaaaah, aaaahh. Natalia sentia ele entrando na Buceta, como ele chegava em lugares que o marido dela nunca tinha alcançado. - Aaaah, aaaah, aaaah. - Piranha lambera. - Slurp, slurp, slurp. Natália lambia a água do banheiro. A situação era muito humilhante, mas aquela rola dentro da buceta dela era tão gostosa que não importava obedecer, contanto que ele não parasse. O ritmo da penetração foi aumentando e Natália não aguentava o orgasmo. - Vou gozar, Senhor, vou gozar, por favor, por favor. - Ainda não, piranha. O desconhecido pegou Natália pela cabeça e empurrou para baixo, afogando ela. Natália, pega de surpresa, não conseguia respirar e muito menos segurar o orgasmo, e gozou com a cabeça enfiada no banheiro. O desconhecido sentiu o orgasmo de Natália e, como castigo, puxou a descarga, enchendo o banheiro de mais água. Natália achou que ia morrer, quando foi puxada pelo cabelo e jogada com força para cima, arqueando as costas. - Goza de novo, piranha. - Awwwwwww Natália não precisou de mais nada para gozar, só aquela ordem, e explodiu num orgasmo que se encadeou com outros quando sentiu que o desconhecido gozava dentro da buceta dela. - Awwww, awwwww, awwwww. Os orgasmos de Natália não paravam, e ela ficava de joelhos no chão, agarrada ao banheiro. O homem empurrou ela, jogando no chão, e sentou no vaso. - Agora você vai me foder usando seu cu. Natália estava assustada, nunca tinha sido fodida pelo cu antes e hesitou. - Vamos, piranha, obedece. Natália se levantou e se posicionou, de costas, sentando na rola do desconhecido, surpresa que ele já estivesse duro de novo pra foder ela, enquanto o marido dela, depois que gozava, não levantava mais. Natália sentiu a cabeça tentando entrar no cu dela quando as mãos do desconhecido, agarrando a cintura dela, empurraram ela para baixo com força. - Vamos, piranha. Seu cu tem que engolir ela inteira. - Ayyyyyyy. Natália gritou de dor, mas também de prazer, já que o desconhecido torcia os mamilos dela e masturbava a buceta dela enquanto fodía o cu dela. - Vamos Vadia, se mexe sozinha, se fode. -Mmmmm, mmmm, mmmm. A Natalia mexia a bunda pra cima e pra baixo aguentando a dor que aos poucos tava virando prazer. -Bate uma enquanto se fode, mas não goza se não quiser ser castigada. -Mmmmmm, mmmmm, mmmmm. A Natalia sentia o prazer, como o calor dela aumentava, tava quase gozando de novo, era tão bom o que tava acontecendo que ela não queria que parasse. -Abre a porta, vadia, quero que todo mundo te veja. -Não, por favor não, isso não. -Obedece ou nunca mais vou te foder. O desconhecido ameaçou a Natalia puxando o cabelo dela pra trás e beijando a boca dela, procurando a língua. A Natalia nunca tinha sido beijada daquele jeito e devolveu o beijo. -Obedece, vadia. A Natalia obedeceu, abriu a porta do banheiro e todo mundo que tava lá viu ela sendo fodida enquanto não parava de se masturbar. -Mmmmmmm, mmmmm, mmmmm. "Que vadia." "Olha como a puta se diverte." "Queria muito foder uma vadia dessa." A Natalia ouvia todos aqueles insultos e, longe de diminuir a excitação, deixavam ela muito mais tesuda. A Natalia viu eles tirarem os celulares e gravarem ou tirarem fotos. -Mmmmm, mmmmm, mmmmm. A Natalia tava quase gozando. -Goza, vadia, deixa todo mundo ver o quão puta você é. -Awwwwwwwwww. A Natalia fechou os olhos e gozou no melhor dos orgasmos dela, jorrando um squirt no chão. -Aaaaaah, aaaaah, aaaaah. A Natalia tava cansada, apoiada no corpo do desconhecido. -Quando eu gozar dentro do teu cu, você goza de novo. O desconhecido mexeu a Natalia do jeito que quis, ela se deixou foder, tava tão cansada que não conseguia negar nada. Sentiu a porra quente no cu dela e gozou de novo. -Awwwwwww. -Muito bem, vadia, mas você não pode deixar esses cavalheiros na mão. A Natalia ouviu o desconhecido e entendeu o que ele queria que ela fizesse, além disso, os outros caras do banheiro começaram a tirar as picas. -Começa a chupar e engole toda a porra, vadia. A Natalia tirou a pica do desconhecido do cu dela e, de joelhos... começou a chupar as quatro rolas dos caras que estavam no banheiro. Uma por uma, Natalia chupou as quatro rolas, todos gozando na boca dela e ela engolindo toda a porra. — Deita no chão do banheiro e goza pra eles. Natalia obedeceu o desconhecido e começou a se masturbar. — Mmmm, mmmm, mmmm. Natalia não precisou se tocar por muito tempo, porque rapidamente explodiu em outro orgasmo. — Awwwwwwww — Agora vão embora. Disse o desconhecido pros outros caras, que satisfeitos saíram do banheiro. — Já que estamos aqui, temos que aproveitar. Natalia sentiu então o desconhecido começar a mijar em cima dela, na buceta dela, nos peitos dela, na cara dela, pra gozar na boca dela. — Bebe, puta. Natalia abriu a boca e começou a beber tudo que conseguia. — Agora você é minha e vou te tratar assim quando eu quiser. Fala. — Sou sua e pode fazer comigo o que quiser. Natalia não acreditava que estava falando aquilo, e ainda por cima desejava que nunca parasse. — Agora se limpa no banheiro feminino e vai trabalhar. Natalia saiu do banheiro pra ir no das mulheres e tentar se limpar um pouco. As mulheres, ao verem ela chegando daquele jeito, xingaram ela de puta. Natalia aguentou os xingamentos, terminou de se limpar e quando saiu do banheiro foi pro carro dela, entrou e foi pro trabalho. Natalia chegou atrasada no trabalho e a chefe dela comentou que o novo dono da empresa queria vê-la, já que não tolerava esses atrasos e ainda tava pensando em reduzir o quadro de funcionários. Natalia estava aterrorizada com a possibilidade de perder o emprego. As duas mulheres subiram pro andar onde ficava o escritório do presidente da empresa. — Senhor Norman, esta é a Natalia, a funcionária com quem o senhor queria falar e que hoje chegou atrasada. O Senhor Norman estava de costas, olhando pela janela enorme o jardim que tinha na frente do prédio. Devagar, ele girou a cadeira pra ver as funcionárias. — Eu mandei você se limpar e ir trabalhar. Não voltar pra casa, tomar banho e trocar de roupa. Natalia abriu Os olhos assustados, enquanto sentia a umidade da buceta escorrendo pelas coxas. — Você vai ter que ser castigada. Natalia não podia acreditar que o desconhecido era o Senhor Norman, seu novo chefe. — Chupa a buceta da Senhorita Noemi, sua chefe de seção. Natalia virou a cabeça para Noemi e viu que ela tinha levantado o vestido, não estava de calcinha e a buceta dela brilhava de umidade. Natalia nunca tinha chupado a buceta de uma mulher, mas só de pensar já estava excitada a ponto de gozar. O Senhor Norman percebeu que Natalia queria gozar. — Se você gozar agora, vai levar vinte chibatadas, dez no seu rabo, cinco na sua buceta e cinco nos seus peitos, que a Senhorita Noemi vai te dar. Natalia ouviu isso, imaginou, e não conseguiu evitar. — Awwwwww. Natalia caiu de joelhos, gozando várias vezes. — Começa a chupar, puta, você não sabe o que te espera a partir de hoje. Natalia viu Noemi na frente dela e começou a lamber e chupar a buceta dela. — Mmmmm, mmmm, mmmm. Noemi gemia de prazer com o que Natalia estava fazendo. — Isso, puta, continua assim. Natalia estava feliz, finalmente alguém a tratava como sempre tinha desejado, mas nunca tinha tido coragem de fazer ou realizar. Natalia continuava lambendo Noemi, esperando o orgasmo dela para saborear pela primeira vez uma mulher. Natalia queria gozar de novo, mas não faria isso até o Senhor Norman, seu dono, mandar. Natalia desejava que sua nova vida continuasse e fosse ainda mais humilhante e excitante. O que tinham dito sobre ela era verdade. Natalia era uma puta, uma gostosa, uma promíscua, era tudo isso e mais, era uma escrava sexual e queria continuar sendo, porque adorava sua nova condição. Três dias antes ela não sabia, mas Natalia tinha nascido para ser uma escrava submissa.
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