Tava todo mundo dançando no meio da pista, a galera toda, já com uns bons drinques na cabeça. Não só dançava cada um com seu par, mas de vez em quando a gente trocava, de um jeito que todo mundo dançava com todo mundo.
A brincadeira era que todo mundo dançava todas as músicas, que na maioria eram puro "punchi-punchi", mas quando tocava uma mais devagar, daquelas que tem que dançar coladinho, a gente tinha que dançar com quem calhasse. E aí eu caí com o Diego.
Me aproximo e começo a me mexer na frente dele, chamando ele com o dedinho indicador: "vem cá". Só pra deixar claro, não tô fazendo isso pra seduzir ou excitar ele, é meu amigo, marido da minha amiga, então não queria provocar ele de jeito nenhum. Mas é, às vezes faço sem perceber.
Então ela vem, se aproxima e põe a mão na minha cintura.
-Feliz aniversário, Vane, ela me diz
Ele coloca a outra mão nas minhas costas, que estão à mostra por causa do decote do vestido, me puxa pra perto dele e me gruda tão colada que até sinto os ovos dele pulsando de tesão.
No começo, acho que é só empolgação do momento, a mistura de adrenalina e álcool, então não falo nada, mesmo tentando me afastar o máximo possível. Mas quando a encostada ficou mais firme e intensa, não deu mais pra continuar fingindo que não tava percebendo. Era evidente demais, e o que realmente me apavorava não era ela estar se esfregando em mim, mas sim que alguém do nosso grupo notasse.
—O que cê tá fazendo?" — pergunto, me afastando pela enésima vez.
—Ehhh...? — se faz de sonso.
-Vai, não se faz de bobo que você tá me apoiando" - falo de novo pra ele.
—Eu...?
-É, cê viu, imagina se a Paula e meu marido descobrem.
Olha pra onde estão nossos respectivos parceiros, me encara e então me diz:
—Vamos pra um reservado, então.
—Não seja otário — falo, me soltando e deixando ele dançando sozinho.
Aproveito pra ir mijar e me refrescar um pouco. Nessa hora, acho que me afastar é o melhor.
O banheiro da balada fica no fim de um corredor escuro e estreito, onde alguns casais se escondem pra fazer suas safadezas. Então, tanto na ida quanto na volta, tenho que ir desviando dos corpos.
Já tô voltando pra pista, quando alguém me agarra pelo braço. Surpresa, me viro e lá vejo ele, o Diego, me encarando como um assassino em série olharia pra sua vítima.
Com um puxão forte, ele me atrai pra perto. Sinto a respiração ofegante dele, o bafo de cachaça, não tá só bêbado, mas também todo excitado.
Coloca a mão na minha cintura de novo e me apoia com mais força do que da outra vez.
—Diego, não faz nada que você possa se arrepender depois — falo, tentando evitar o que já parece inevitável.
Igual faz isso, aproxima os lábios dos meus e me beija.
Sei que não devia fazer isso, não devia corresponder, mas minha boca se abre, deixando a língua dele, encharcada de álcool, se misturar com a minha.
Considerando isso como uma aceitação da minha parte, ele me encurrala de costas contra uma das colunas do corredor, enfia a mão por baixo da saia do meu vestido e me acaricia por cima da calcinha.
Sei que não devo, que não posso permitir, mas minhas pernas se abrem com facilidade, ainda mais quando ele enfia dois dedos na minha buceta e começa a me masturbar.
—Você não pode..., não pode fazer isso comigo...! — digo entre exclamações de prazer, mais do que de negação.
Mas ela faz isso comigo e eu não consigo (ou não quero) evitar.
—Vou pegar camisinha e já volto — ela me diz, me deixando ali, contra a coluna, com o orgasmo pulsando na entrada da minha buceta.
Poderia ter ido embora, deveria ter feito isso, mas não fui. Fiquei ali esperando por ele.
O banheiro dos homens fica a poucos passos, então volta logo. Ele pega na minha mão e me leva com ele sem que eu ofereça resistência alguma.
Os reservados ficam no primeiro andar, então subimos, ele na frente, me puxando com a pressa de quem esperou esse momento por um tempão.
—Diego..., vamos voltar..., já devem estar se perguntando onde a gente tá — falo, mas sem muito entusiasmo.
Não me responde, então também não insisto.
Nós sentamos no sofá do camarim e voltamos a nos beijar. Agora não são só nossas línguas que brincam, mas também nossas mãos, tentando agarrar tudo que conseguem. As dela focam nos meus peitos, as minhas no volume que incha a virilha dela.
Não temos muito tempo, então vamos pular algumas preliminares.
Levanta, fica de pé do meu lado e, abrindo a braguilha da calça, tira a rola pra fora.
Pego ela e chupo ela, não preciso mimar muito, porque ela já tá dura que nem um ferro desde que me pegou na pista.
—Diego..., isso tá errado... — falo pra ele de baixo, mas sem parar de chupar ele.
—E vai ficar pior ainda! — ela me garante.
Ele coloca uma camisinha, abre minhas pernas e, deitando-me de costas no sofá, entra em mim com a calcinha ainda no lugar.
Entrelaço minhas pernas em volta da cintura dele e me movo junto, sentindo cada golpe, cada empurrão como uma facada na nossa amizade.
Mordo meu lábio inferior, porque parece que meu marido e meus amigos podem me ouvir gemer, apesar da música e do barulho geral.
Diego também não ofega, ele se segura, como se pensasse o mesmo que eu.
Com os joelhos apoiados no sofá, ela senta em mim, uma e outra vez, até não aguentar mais e gozar com uma força que ecoa lá dentro. Eu também gozo, me fundindo com ela num prazer que, mesmo sendo culposo, é extremamente gostoso.
Quando ele tira de dentro de mim, levanto rápido, como se o sofá tivesse pegando fogo. Ajeito a calcinha e a saia do vestido, que tinha subido pra cima da cintura.
Ele joga fora a camisinha cheia de porra e fecha a calça. Ninguém fala nada, num momento desses as palavras são desnecessárias.
Descemos a escada devagar, nos protegendo de qualquer olhar indiscreto. Só agora percebo o descuidados que fomos ao subir.
Ao chegar no Térreo, Diego volta pra pista e eu vou pro banheiro.
Enxáguo a buceta, seco ela com bastante papel higiênico e, me olhando no espelho, tento tirar essa cara de quem levou uma foda.
Quando volto pros meus amigos, continuo dançando, mas com meu marido. Não quero mais trocas, não quero que o Diego me toque de novo.
Como é que vou fazer pra olhar na cara dele depois dessa noite? Como é que vou fazer pra olhar na cara da Paula depois dessa noite?
Reconheço que sou uma puta, aceito isso, mas achava que tinha meus limites.

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
A brincadeira era que todo mundo dançava todas as músicas, que na maioria eram puro "punchi-punchi", mas quando tocava uma mais devagar, daquelas que tem que dançar coladinho, a gente tinha que dançar com quem calhasse. E aí eu caí com o Diego.
Me aproximo e começo a me mexer na frente dele, chamando ele com o dedinho indicador: "vem cá". Só pra deixar claro, não tô fazendo isso pra seduzir ou excitar ele, é meu amigo, marido da minha amiga, então não queria provocar ele de jeito nenhum. Mas é, às vezes faço sem perceber.
Então ela vem, se aproxima e põe a mão na minha cintura.
-Feliz aniversário, Vane, ela me diz
Ele coloca a outra mão nas minhas costas, que estão à mostra por causa do decote do vestido, me puxa pra perto dele e me gruda tão colada que até sinto os ovos dele pulsando de tesão.
No começo, acho que é só empolgação do momento, a mistura de adrenalina e álcool, então não falo nada, mesmo tentando me afastar o máximo possível. Mas quando a encostada ficou mais firme e intensa, não deu mais pra continuar fingindo que não tava percebendo. Era evidente demais, e o que realmente me apavorava não era ela estar se esfregando em mim, mas sim que alguém do nosso grupo notasse.
—O que cê tá fazendo?" — pergunto, me afastando pela enésima vez.
—Ehhh...? — se faz de sonso.
-Vai, não se faz de bobo que você tá me apoiando" - falo de novo pra ele.
—Eu...?
-É, cê viu, imagina se a Paula e meu marido descobrem.
Olha pra onde estão nossos respectivos parceiros, me encara e então me diz:
—Vamos pra um reservado, então.
—Não seja otário — falo, me soltando e deixando ele dançando sozinho.
Aproveito pra ir mijar e me refrescar um pouco. Nessa hora, acho que me afastar é o melhor.
O banheiro da balada fica no fim de um corredor escuro e estreito, onde alguns casais se escondem pra fazer suas safadezas. Então, tanto na ida quanto na volta, tenho que ir desviando dos corpos.
Já tô voltando pra pista, quando alguém me agarra pelo braço. Surpresa, me viro e lá vejo ele, o Diego, me encarando como um assassino em série olharia pra sua vítima.
Com um puxão forte, ele me atrai pra perto. Sinto a respiração ofegante dele, o bafo de cachaça, não tá só bêbado, mas também todo excitado.
Coloca a mão na minha cintura de novo e me apoia com mais força do que da outra vez.
—Diego, não faz nada que você possa se arrepender depois — falo, tentando evitar o que já parece inevitável.
Igual faz isso, aproxima os lábios dos meus e me beija.
Sei que não devia fazer isso, não devia corresponder, mas minha boca se abre, deixando a língua dele, encharcada de álcool, se misturar com a minha.
Considerando isso como uma aceitação da minha parte, ele me encurrala de costas contra uma das colunas do corredor, enfia a mão por baixo da saia do meu vestido e me acaricia por cima da calcinha.
Sei que não devo, que não posso permitir, mas minhas pernas se abrem com facilidade, ainda mais quando ele enfia dois dedos na minha buceta e começa a me masturbar.
—Você não pode..., não pode fazer isso comigo...! — digo entre exclamações de prazer, mais do que de negação.
Mas ela faz isso comigo e eu não consigo (ou não quero) evitar.
—Vou pegar camisinha e já volto — ela me diz, me deixando ali, contra a coluna, com o orgasmo pulsando na entrada da minha buceta.
Poderia ter ido embora, deveria ter feito isso, mas não fui. Fiquei ali esperando por ele.
O banheiro dos homens fica a poucos passos, então volta logo. Ele pega na minha mão e me leva com ele sem que eu ofereça resistência alguma.
Os reservados ficam no primeiro andar, então subimos, ele na frente, me puxando com a pressa de quem esperou esse momento por um tempão.
—Diego..., vamos voltar..., já devem estar se perguntando onde a gente tá — falo, mas sem muito entusiasmo.
Não me responde, então também não insisto.
Nós sentamos no sofá do camarim e voltamos a nos beijar. Agora não são só nossas línguas que brincam, mas também nossas mãos, tentando agarrar tudo que conseguem. As dela focam nos meus peitos, as minhas no volume que incha a virilha dela.
Não temos muito tempo, então vamos pular algumas preliminares.
Levanta, fica de pé do meu lado e, abrindo a braguilha da calça, tira a rola pra fora.
Pego ela e chupo ela, não preciso mimar muito, porque ela já tá dura que nem um ferro desde que me pegou na pista.
—Diego..., isso tá errado... — falo pra ele de baixo, mas sem parar de chupar ele.
—E vai ficar pior ainda! — ela me garante.
Ele coloca uma camisinha, abre minhas pernas e, deitando-me de costas no sofá, entra em mim com a calcinha ainda no lugar.
Entrelaço minhas pernas em volta da cintura dele e me movo junto, sentindo cada golpe, cada empurrão como uma facada na nossa amizade.
Mordo meu lábio inferior, porque parece que meu marido e meus amigos podem me ouvir gemer, apesar da música e do barulho geral.
Diego também não ofega, ele se segura, como se pensasse o mesmo que eu.
Com os joelhos apoiados no sofá, ela senta em mim, uma e outra vez, até não aguentar mais e gozar com uma força que ecoa lá dentro. Eu também gozo, me fundindo com ela num prazer que, mesmo sendo culposo, é extremamente gostoso.
Quando ele tira de dentro de mim, levanto rápido, como se o sofá tivesse pegando fogo. Ajeito a calcinha e a saia do vestido, que tinha subido pra cima da cintura.
Ele joga fora a camisinha cheia de porra e fecha a calça. Ninguém fala nada, num momento desses as palavras são desnecessárias.
Descemos a escada devagar, nos protegendo de qualquer olhar indiscreto. Só agora percebo o descuidados que fomos ao subir.
Ao chegar no Térreo, Diego volta pra pista e eu vou pro banheiro.
Enxáguo a buceta, seco ela com bastante papel higiênico e, me olhando no espelho, tento tirar essa cara de quem levou uma foda.
Quando volto pros meus amigos, continuo dançando, mas com meu marido. Não quero mais trocas, não quero que o Diego me toque de novo.
Como é que vou fazer pra olhar na cara dele depois dessa noite? Como é que vou fazer pra olhar na cara da Paula depois dessa noite?
Reconheço que sou uma puta, aceito isso, mas achava que tinha meus limites.

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
11 comentários - Comi o marido da minha amiga
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