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Jenny é pega e faz uma admissão. Aí meu coração parou quando ouvi a voz inconfundível da minha melhor amiga Mandi: "Alô? Alô? John, você está aí?" Assim que ouvi a voz da Mandi, saí completamente do estado submisso em que estava e fiquei totalmente desperta. Me tensionei na hora, o que não é a melhor ideia quando uma máquina tá te fodendo o cu sem parar. Soltei um grito involuntário de dor, que teve o efeito colateral infeliz de chamar a atenção da Mandi lá em cima. Mandi gritou de novo: "John, é você? Tá bem?" Ouvi passos batendo nas escadas enquanto Mandi subia correndo, provavelmente pra encontrar a fonte do meu grito de dor. Pelo que eu ouvia, Mandi foi direto pro meu quarto, e começou a checar todos os cômodos menos aquele que ela sabia que eu nunca entrava. Entrei em pânico, tentando encontrar um jeito de parar a máquina antes do tempo, mas na minha pressa de tarada eu não tinha querido poder me parar. A máquina podia ser parada pelo laptop, mas não tinha como eu alcançar ele. Finalmente, depois de ter verificado todos os outros lugares, Mandi parou na porta do meu pequeno santuário. Nesse ponto não tinha como ela não ouvir a máquina de foder descaradamente enfiando no meu buraco, então ela ia ter que entrar pra descobrir o que era o barulho. Ouvi a porta abrir, seguida de um assustado "Que porra é essa?" Percebi que Mandi ainda não conseguia me ver, eu ainda tava escondida pela cama alta, então a confusão dela vinha do próprio cômodo. Ela sempre conheceu aquele espaço como o estúdio de arte da minha mãe, e agora era o quarto de uma mulher jovem cheio de umas paradas pervertidas, incluindo uma cadeira de jogos com restrições, vários vibradores e, o mais importante, uma garota trans pervertida que no momento tá se enchendo. Mandi rapidamente deixou a... deixei de lado o choque inicial e contornei a cama pra investigar o barulho. Tava olhando pra cima e ela fez contato visual na hora, aí viu o resto de mim todo amarrado. Ficou parada, confusa por um instante, até que finalmente falou: "Cara, que porra é essa?" Olhei pra Mandi e tentei fazer uma careta de súplica, murmurando sem parar por trás da mordaça: "Desculpa, desculpa!" Mandi se afastou, aliviada, então não precisei mais encarar ela, dizendo: "Meu Deus, cara, isso é foda. Desliga essa merda e desce. Tenho... MUITAS perguntas". Mandi começou a sair do quarto, e eu gritei o mais alto que pude com a mordaça: "Não vou perder isso!" Mandi parou e se virou: "Ah, caralho, alguém fez isso com você? Como desliga?Convirtiéndome en muñeca sexual sissy 005 🤤💋♥️Fiz um gesto frenético com a cabeça na direção do notebook, a tela mostrava um botão vermelho gigante de parada bem óbvio junto com o cronômetro regressivo. Mandi fez o possível para não olhar pra mim enquanto virava o notebook pra poder ver a tela. "Espera, esse é o seu notebook. Tem um cronômetro. Você fez isso consigo mesma!" Mandi balançou a cabeça, apertou o botão de parada no notebook e se levantou. A máquina parou e se retirou na hora, e as amarras se soltaram. Apesar da tensão do momento, a retirada do consolo me deixou com um vazio e me peguei meio triste por causa disso. Fiquei de joelhos pra usar as duas mãos e tirar a mordaça, e Mandi me encarou, dando uma olhada no meu corpo sem pelos e depois na gaiola entre minhas pernas. Ela realmente encarou aquilo enquanto eu desafivelava a mordaça, soltando "Que porra é essa?" Tirei a mordaça da boca e tentei falar, soltando outra desculpa com a voz rouca e depois pegando a garrafa d'água pra molhar a garganta. Mandi aproveitou essa pausa pra se virar e sair do quarto, dizendo "Se limpa e me encontra lá embaixo, a gente precisa conversar." Isso foi um eufemismo, pra dizer o mínimo, mas fiquei feliz que ela queria conversar em vez de simplesmente ir embora e nunca mais falar comigo. Levantei, me espreguicei um pouco e fui pro banheiro. Limpei a baba do rosto e arrumei um pouco o cabelo, que tinha ficado meio bagunçado enquanto eu surtava. Decidi que, se Mandi ia saber a verdade, ela ia saber a verdade toda, então comecei a passar uma maquiagem leve. Mantive tudo bem natural, ou pelo menos tão natural quanto minhas habilidades ainda bem amadoras conseguiam, uma sombra neutra e um batom nude.vadiaEstava prestes a voltar pro quarto pra pegar umas roupas quando vi o plug que tinha usado antes. Assim que olhei pra ele, percebi que ainda me sentia vazio depois de sair da máquina e senti uma vontade irresistível de ter ele dentro de novo. Lubrifiquei o plug e empurrei ele pra cima no meu buraco, gemendo um pouco enquanto ele se acomodava na minha bunda sensível e bem fodida. Peguei uma calcinha de algodão liso, um legging casual e uma regata de algodão macio. Queria ser feminina, mas sem exagerar na primeira vez. Me recomponho, dei um trago no meu vaporizador pra ajudar a acalmar os nervos e desci as escadas pra aceitar meu destino.

Quando desci, encontrei a Mandi olhando os pacotes que eu tinha deixado espalhados pelo chão e segurando o manual de instruções de papel na mão. Mandi estava de costas pra mim e ainda não tinha me notado, então fiquei olhando pra ela por um momento. Mandi abriu o manual e folheou, balançando a cabeça. Ela murmurou: "Isso deve ter custado uma fortuna. Acho que ele pode pagar, mas ainda assim..." Decidi que era melhor encarar a música, então desci os últimos degraus um pouco mais forte do que o necessário pra avisar a Mandi que eu tava ali. Ela se virou e me olhou, com o manual ainda na mão, "John, que porra você tem feito? Quer dizer, eu sei que um cara sozinho pode fazer todo tipo de coisa estranha, mas eu não esperava...", ela apontou pra sala, "ISSO!" Eu corei e tentei falar, soltando um pequeno grasnido antes de limpar a garganta, "É Jennifer." "O quê?" "É Jennifer agora. Jenny. Sou trans." Mandi ficou chocada por um momento antes de largar o manual e caminhar até mim. Ela olhou nos meus olhos, o olhar dela queimando na minha alma. Mesmo vestida, me senti mais nu do que quando ela me encontrou pelado sendo comido por uma máquina. Depois do que pareceu uma eternidade, Mandi só concordou com a cabeça e depois me abraçou.travestiMandi me abraçou por um bom tempo e eu tremi, soltando alguns pequenos soluços. Eu estava com tanto medo de como ela reagiria quando descobrisse, ela era a única conexão real com minha vida antiga antes do acidente. Ela rompeu o abraço e estendeu os braços, "Jo... Jenny, você é minha melhor amiga e eu te amo. Seu nome e seu gênero não mudam isso." Mandi fez uma pausa e me olhou um pouco mais firme, a voz um pouco mais séria, "Mas isso não explica tudo isso." Mandi pegou minha mão, me levou até o sofá e apontou: "Senta. Me conta tudo." Eu assenti e me sentei, o plug no meu buraco se mexeu levemente, me fazendo soltar um pequeno gemido. Não tenho certeza se Mandi percebeu, mas se percebeu, não disse nada. Respirei fundo algumas vezes para me acalmar e então comecei a falar.travestisContei tudo pra Mandi: como eu me sentia, como tomei minhas decisões, o que tinha feito até agora e o que planejava fazer. Mandi ficou na maior parte do tempo calada, só interrompendo pra esclarecer alguma coisa. Era difícil ler a expressão dela, o rosto dela variava entre divertido e preocupado, mas qualquer raiva que ela pudesse ter tido parecia ter passado. Quando terminei, balancei a cabeça, e então Mandi assentiu e se levantou. Ela olhou pra mim, "Levanta, quero ver essa coisa no seu... como é que eu vou chamar? 'Pau' parece inadequado". Olhei pra ela, envergonhado, mas respondi "Eu tenho chamado de clitóris desde que comecei". "Fofo. Tá bom, levanta e me mostra". Sentei no sofá, atordoado. Mandi nunca tinha mostrado interesse nele quando era meu pau, não que ela mostrasse muito interesse em pau nenhum. Mandi revirou os olhos e fez um gesto pra eu me levantar. "Qual é, não é como se eu já não tivesse visto tudo antes. Já te vi pelado algumas vezes enquanto você crescia, e literalmente acabei de te ver sendo comido por uma máquina, acho que já passamos da fase do pudor." Fiquei vermelho brilhante, mas assenti e me levantei. Algo no jeito que Mandi falou comigo fez meu clitóris pular um pouco dentro da gaiola. Eu tava ficando excitado por ser mandado pela minha melhor amiga e ainda não sabia muito bem como lidar com isso. Levantei em silêncio, puxei a legging e a calcinha pra baixo e levantei um pouco a regata pra não cair em cima da gaiola. Mandi deu um sorrisinho, olhando pra baixo, "Calcinha bonita. Pensei que você ia escolher algo mais exótico". Fiquei vermelho de novo e balancei a cabeça "Tenho outras, só pensei, sei lá, não ir longe demais considerando o que acabou de acontecer".travestiMandi assentiu de novo, mas os olhos dela estavam grudados na gaiola em volta do meu clitóris. "Então você tem uma chave pra isso lá em cima, num cofre com trava de tempo, e outra num cofre de banco, pra 'emergências', né?" Eu assenti com a cabeça. "Isso mesmo, pra garantir." Mandi riu. "Nossa... Jenny, você é minha melhor amiga, e eu te amo, mas às vezes você faz umas merdas muito idiotas." Eu gaguejei, tentando responder: "B... Bem, eu pensei que isso me manteria focado, só isso." Mandi riu de novo. "Não tô tão certa do motivo, mas não é isso que quero dizer, sua burra. Qual é a utilidade de estar a horas de distância numa emergência? E se você cair e se machucar e um médico precisar tirar isso? Pelo jeito que essa coisa parece, eles podem te cortar tentando arrancá-la." Eu pausei por um segundo. Em todo o meu planejamento, nem tinha considerado essa possibilidade. Só balancei a cabeça. "Não sei. Não pensei nisso. Eu estava tão decidida a ir em frente a todo vapor que nem considerei nenhuma dessas coisas." Mandi riu, e pareceu genuíno. "Você pode ser trans, mas ainda tava pensando com aquela coisa entre as pernas, o que significa que não tava pensando nada. Você tá realmente decidida a fazer isso? Não sente falta de brincar consigo mesma?" Eu ri também. "Você me pegou brincando comigo mesma. Mas não, não senti muita falta. Encontrei outras maneiras de aliviar. Como uma garota." Mandi me olhou de novo, depois encarou meus olhos. Percebi que ela estava pensando e não quis interromper; mesmo que ela estivesse sorrindo, eu estava apavorada com o que ela poderia dizer. Me mexi um pouco, parada ali com minha calça legging e calcinha abaixadas, minha gaiola exposta pra minha melhor amiga. Fiquei horrorizada quando percebi que um pouco de líquido pré-ejaculatório tinha começado a escorrer da ponta da minha gaiola e que eu estava visivelmente excitada por ela. Depois do que pareceu uma Eternidade, Mandi finalmente falou. "Tá bom, posso ver que você tá falando sério, e sei que é melhor nem tentar te convencer quando você já tomou uma decisão. Também sei que seu planinho é idiota pra caralho, então a gente vai modificar esse plano. Hoje é sábado e já é tarde pra ir no banco, então a gente vai segunda-feira e você vai pegar sua chave." Comecei a interromper, e Mandi levantou o dedo: "Sim, eu sei, você quer manter a chave longe de você pra não ter tentação. Por isso que você vai me dar ela, e eu vou guardar num lugar seguro pra você, caso tenha uma emergência. Não tenho o menor interesse no seu 'clitóris', então, a menos que seja uma emergência, ela vai ficar longe de você até o outro temporizador acabar. Fechado?" Fiquei chocada! De todas as coisas que pensei que poderiam acontecer quando Mandi me encontrou lá em cima, essa não foi uma delas! Isso na verdade tirou ainda mais controle de mim, o que fez meu clitóris inchar um pouco na sua gaiola. Assenti rapidamente: "Tá bom, totalmente... Posso subir minha calça legging agora, por favor?crossdresserMandi riu e balançou a cabeça. "É, cobre aí e senta. Tem mais coisa nesse acordo, então pode ficar tranquila. Depois que a gente terminar no banco, vamos achar uma clínica pra você dar seu consentimento e conseguir um médico pra te examinar. Sei que você é inteligente, mas tomar hormônio aleatório que achou na internet não foi a ideia mais brilhante que você já teve." Eu tinha subido a calcinha e a legging de novo e me sentei, meio envergonhada. Mandi tava certa, claro, mais uma vez eu deixei meu clitóris pensar por mim na empolgação. "Não queria que minha tia soubesse, ela ainda tem uma palavra a dizer sobre como eu consigo dinheiro nos próximos anos." Mandi concordou, "Jenny, você é adulta e sua tia não é sua tutora. A clínica, os médicos, a farmácia, não podem divulgar informação nenhuma a menos que VOCÊ autorize." Me recostei e ri um pouco, "Bom, talvez eu também não quisesse lidar com a burocracia, mas você tem razão. Tá bom, a gente vai na clínica." Mandi se inclinou pra frente e sorriu de novo, com um olhar um pouco mais intenso nos olhos. "A última coisa. Aquela máquina que você tem lá em cima? Boa ideia, mas perigosamente estúpida de novo. E se desse algum problema com a máquina enquanto você tava presa? Não tinha botão de pânico, eu tive que desligar pra você." Balancei a cabeça, "Eu sei, é perigoso, acabei de receber ela, mas você viu as caixas. Queria testar e adoro não ter o controle." Mandi sorriu um pouco mais e se inclinou mais pra frente, "Já que você gosta que as coisas fujam do seu controle, vou te ajudar nisso. Olha, eu também sou pervertida. Você é claramente submissa, e eu sou definitivamente dominante, e a ideia de ter alguém sob controle assim me excita. Sabia que você era uma submissa há muito tempo, mas você sabe que eu não curto caras. Erin é... meio termo, ela não gosta de abrir mão desse tipo de controle. Então vou assumir o controle de você. Isso não é uma relação sexual, a gente não está Saindo, mas vou controlar suas chaves e sua máquina." Eu estava, de novo, atordoado. Não conseguia acreditar no que a Mandi estava dizendo e fiquei de boca aberta por um tempão antes que ela saísse de mim. Assenti docilmente e gritei "Tá bom". "Tá bom o quê?" "Tá bom, você pode controlar minhas chaves e a máquina." "E você concorda em seguir minhas instruções?" "Sim." "Não, quando você fala comigo sobre essas coisas, é 'Sim, senhorita'." "Sim, senhorita." Mandi sorriu, "Boa garota".Travesti  SissyEssas palavras me fizeram tremer. Ninguém nunca tinha me chamado de garotinha antes, e não só isso, ela estava me dando o controle que eu tanto desejava. Sorri: "Obrigado, senhorita." Mandi sorriu ainda mais: "Você está começando a entender agora. Sua primeira instrução é usar esse seu cérebro para criar um botão de pânico. Você vai adicionar isso e uma câmera na configuração da sua máquina. Faz assim: se você apertar o botão, ele me liga com a câmera e aí eu decido se você deve ser solta. Você tem um pouco mais de segurança, mas ainda pode abrir mão do controle. Acha que consegue fazer isso?" Assenti rapidamente, meu clitóris pulsando de excitação: "Sim, senhorita. O programa já foi feito para controle remoto, então é só instalar o aplicativo no seu celular. Fazer um botão que disca rapidamente uma videochamada é moleza." Mandi sorriu e se levantou. "Excelente! Agora, vamos ver seu novo guarda-roupa. Originalmente vim porque a gente ia na loja de jogos do shopping hoje. Ainda quero fazer isso, e você vai precisar de uma roupinha gostosa pra vestir.femboy

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