Esse texto vai ser sobre meu segundo parceiro sexual. Eu trabalhava na mesma empresa, mas não no mesmo lugar. A gente se conheceu numa festa que fizeram pra todo mundo da empresa. Fui pra casa me arrumar pra chegar bem apresentada. Quando cheguei, tinha gente que eu conhecia e outra que não, e aí todo mundo interagiu. Depois, juntou um grupo grande e saímos pra balada. Comecei a conhecer esse cara, alto, tipo 1,90m, magro, não muito bonito, mas tinha lábia, era simpático e me cativou. A gente sempre saía pra balada com mais gente, se divertia muito mais do que com o primeiro. O primeiro era mais sem graça, e esse tinha mais experiência. Até que um dia ele me pediu pra ser namorada dele, eu aceitei. A gente se via mais, ia pro shopping, pro centro, pra casa dele, até que chegou o dia... Um dia fomos pra casa dele, ficamos sozinhos, conversamos um pouco, rimos, e aí não foi mais conversa, foi putaria. Beijos de língua, apalpadas no corpo todo. Comecei a ficar toda molhada, e ele percebeu que eu tava muito tesuda. Ele apertava muito minha bunda, tirou minha blusa pra morder meus peitos. Eu tirei a calça e fiquei só de calcinha. Eu também tava curiosa e queria pegar no pau dele pra ter uma ideia de como era, pra quando ele metesse, saber se era grande ou pequeno, porque na real eu queria que ele gozasse tudo em mim por todos os lados. Percebi que ele tinha um pauzão enorme e gostoso demais. Nesse dia, eu tava de calcinha, claro, bem pequenininha, depilada e bem molhadinha, porque sou bem safada, pode-se dizer. Gosto de ser tratada como uma puta, de ser puxada pelo cabelo pra chupar, de levar tapa na bunda e de ter os peitos e os bicos mordidos. E ele adorava fazer tudo isso, inclusive gostava de bater na minha bunda porque ela tava pedindo pra ser chupada inteira, ele sempre falava isso. Eu, bem provocante e puta, sentei no pau gigante dele e comecei a rebolar gostoso. Ele batia na minha bunda até deixar ela vermelha, e eu adorava, reclamava e gritava que nem uma puta. Ele começou a beijar meu pescoço. Meu corpo inteiro, chupando e mordiscando onde desse, tudo excitado e quente. Depois, sentei na cara dele pra ele continuar chupando minha buceta e meu cu, ele adorava e eu também. Chupei o pau dele, senti todas as veias, adorava chupar a cabecinha até ele me deixar cheia de porra. E pensar que podia chegar mais alguém nos excitava ainda mais. Foi gostoso, rápido e excitante. Ele tinha um pau grande e o que eu mais amava era ele chupar minha buceta, passar a língua toda. Me excitava demais ele passar a língua ou chupar meus peitos. Ele tinha tanta experiência que sabia como tocar e fazer você se sentir bem. Foi uma boa experiência sexual, porque comparado com o primeiro, o pau dele era menor e não sabia tocar tão gostoso quanto o segundo, nem fazer direito. Ali eu percebi que é totalmente diferente com a pessoa que você tá. E é tão gostoso ir pra casa cheiinha, completamente cheia de porra por todos os lados, e ir satisfeita e prazerosa, pela puta que você aprende a ser a cada dia. É perfeito saber transar e aprender algo novo cada vez que você transa com alguém diferente. Depois disso, eu já sabia o que queria, ou seja, transar, e a gente transava onde desse.
Esse texto vai ser sobre meu segundo parceiro sexual. Eu trabalhava na mesma empresa, mas não no mesmo lugar. A gente se conheceu numa festa que fizeram pra todo mundo da empresa. Fui pra casa me arrumar pra chegar bem apresentada. Quando cheguei, tinha gente que eu conhecia e outra que não, e aí todo mundo interagiu. Depois, juntou um grupo grande e saímos pra balada. Comecei a conhecer esse cara, alto, tipo 1,90m, magro, não muito bonito, mas tinha lábia, era simpático e me cativou. A gente sempre saía pra balada com mais gente, se divertia muito mais do que com o primeiro. O primeiro era mais sem graça, e esse tinha mais experiência. Até que um dia ele me pediu pra ser namorada dele, eu aceitei. A gente se via mais, ia pro shopping, pro centro, pra casa dele, até que chegou o dia... Um dia fomos pra casa dele, ficamos sozinhos, conversamos um pouco, rimos, e aí não foi mais conversa, foi putaria. Beijos de língua, apalpadas no corpo todo. Comecei a ficar toda molhada, e ele percebeu que eu tava muito tesuda. Ele apertava muito minha bunda, tirou minha blusa pra morder meus peitos. Eu tirei a calça e fiquei só de calcinha. Eu também tava curiosa e queria pegar no pau dele pra ter uma ideia de como era, pra quando ele metesse, saber se era grande ou pequeno, porque na real eu queria que ele gozasse tudo em mim por todos os lados. Percebi que ele tinha um pauzão enorme e gostoso demais. Nesse dia, eu tava de calcinha, claro, bem pequenininha, depilada e bem molhadinha, porque sou bem safada, pode-se dizer. Gosto de ser tratada como uma puta, de ser puxada pelo cabelo pra chupar, de levar tapa na bunda e de ter os peitos e os bicos mordidos. E ele adorava fazer tudo isso, inclusive gostava de bater na minha bunda porque ela tava pedindo pra ser chupada inteira, ele sempre falava isso. Eu, bem provocante e puta, sentei no pau gigante dele e comecei a rebolar gostoso. Ele batia na minha bunda até deixar ela vermelha, e eu adorava, reclamava e gritava que nem uma puta. Ele começou a beijar meu pescoço. Meu corpo inteiro, chupando e mordiscando onde desse, tudo excitado e quente. Depois, sentei na cara dele pra ele continuar chupando minha buceta e meu cu, ele adorava e eu também. Chupei o pau dele, senti todas as veias, adorava chupar a cabecinha até ele me deixar cheia de porra. E pensar que podia chegar mais alguém nos excitava ainda mais. Foi gostoso, rápido e excitante. Ele tinha um pau grande e o que eu mais amava era ele chupar minha buceta, passar a língua toda. Me excitava demais ele passar a língua ou chupar meus peitos. Ele tinha tanta experiência que sabia como tocar e fazer você se sentir bem. Foi uma boa experiência sexual, porque comparado com o primeiro, o pau dele era menor e não sabia tocar tão gostoso quanto o segundo, nem fazer direito. Ali eu percebi que é totalmente diferente com a pessoa que você tá. E é tão gostoso ir pra casa cheiinha, completamente cheia de porra por todos os lados, e ir satisfeita e prazerosa, pela puta que você aprende a ser a cada dia. É perfeito saber transar e aprender algo novo cada vez que você transa com alguém diferente. Depois disso, eu já sabia o que queria, ou seja, transar, e a gente transava onde desse.
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