Boa noite, sei que tinha falado sobre minha aposentadoria e que não ia mais escrever, mas faz uns meses que tô namorando uma garota trans que conheci num site de anúncios. Ela é uma das 4 minas com quem eu já ficava antes (dá uma olhada nos dois últimos relatos pra ter contexto).
Foi bem difícil fazer ela se apaixonar, mas depois de tanto insistir, chamar ela pra sair e transar pra caralho, consegui estabelecer um relacionamento amoroso e sentimental com ela. Vou contar como foi o processo.
Ela sempre me atraiu, o rosto dela é lindo, tem uma voz sedutora e nem preciso falar do corpo gostoso e perfeito dela, por isso era uma das minhas favoritas. Durante vários meses (uns 8 meses atrás), enquanto eu tava na minha rotação sexual semanal, percebi que os encontros com ela eram sempre diferentes. Em vez de só transar e pronto, a gente conversava. Quando as sessões acabavam, ficávamos deitados um do lado do outro, abraçados por um tempão (uma vez até dormi na casa dela). Achei muito estranho e, aos poucos, comecei a gostar dela. Depois disso, notei que nas rotações, eu só ia com ela.
Meu coração já tava enfeitiçado por essa mulherão, então decidi fazer dela minha namorada. Comecei a chamar ela pra sair (claro que sempre terminava em sexo e eu pagando o serviço dela), mandava presentes, tentava conversar com ela mais vezes, até que um dia ela mesma me chamou pra sair. Aquela noite foi de festa, mas tudo terminou em sexo casual. Nos dias seguintes, a gente só saía, se beijava e pronto, feito dois namorados adolescentes (é muito engraçado, porque antes eu pagava ela pra transar).
Depois de um tempo, conversas, saídas e sexo, há 4 meses a gente virou casal e faz um mês que moramos juntos (ela tá aqui comigo enquanto escrevo isso).
O motivo de eu voltar a escrever é que ela e eu, depois que ela descobriu que eu antes escrevia sobre meus encontros, chegamos num acordo de contar pra vocês nossa vida sexual de casal. E se tão se perguntando se ela continua com o trabalho de "acompanhante", a resposta é sim, ela continua porque gosta e eu não tenho problema nenhum com isso. Então, enquanto a gente tá aqui os dois, vamos dar o primeiro relato sobre o presente de Natal que ela me deu.
Ela tinha me falado que o presente que ia me dar seria espetacular, então eu tava preparado pra um relógio, roupa ou alguma outra coisa, mas o que encontrei foi algo muito melhor. Quando saí do trabalho, ela me escreveu: "seu Seu presente vai estar te esperando debaixo da árvore". Eu, feliz e contente, fui pra minha humilde morada, entrei em casa e chamei por ela, mas ninguém respondeu, então pensei que ela tinha saído pra resolver alguma coisa. Quando fui pra sala de estar, no meio tinha uma caixa gigante, me aproximei e, timidamente, abri. Dentro, encontrei algo surpreendente.
Ela estava sentada, me olhando dentro da caixa e, ao se levantar, disse "Feliz Natal", me abraçou e me beijou. Eu, ainda atônito, me afastei um pouco pra deixar ela sair e vi que, em vez de roupa, ela tinha uma fita vermelha enrolada nos peitos, e na cintura, mais fita junto com um laço vermelho e verde nos seus lindos quadris.
"Seu presente desta noite sou eu e sexo selvagem". Ao dizer essas palavras, eu sorri e meu pau reagiu. "Desembrulha seu presente". Me aproximei dela e tirei o laço, removi a fita dos quadris dela e a dos peitos. Ela se aproximou de mim, me pegou pela mão, me levou pro quarto e vi como ela tinha transformado nosso quarto numa pequena masmorra do prazer. Nos cantos da cama tinham algemas, um pequeno chicote e brinquedos ao lado da cama, lubrificantes e camisinhas, e por algum motivo, tinha um móvel bem bonito dentro do quarto (deixo uma foto do Google pra vocês verem qual é).
Ela me despiu, disse pra eu não me preocupar com nada, que ela cuidava de tudo, era só eu aproveitar. Pediu pra eu deitar na cama e colocou as algemas nos meus pés, mas minhas mãos ficaram livres. Ela mandou eu pegar o chicote, subiu em cima de mim e começou a rebolando devagar, mexendo aquela cintura. Ela tava sentada na minha pélvis, nossos paus se roçando, as costas e a bunda dela viradas pro meu rosto. Estiquei a mão pra apertar, mas ela me parou e ordenou que eu não podia tocar nela, que ela faria tudo. Mas se me deu o chicote, pensei, era pra usar, então eu dava umas chicotadas enquanto ela mexia a cintura.
Ficamos vários minutos assim, ela rebolando enquanto meu pau roçava a bunda e o pau dela. Mas de repente ela parou, se virou e colocou os peitos na minha cara. Não perdi tempo, lambi e mordi de leve. Só que não percebi que ela tinha colocado as algemas nas minhas mãos. Sem sair de cima de mim, ela aproximou a cintura e o pau lindo e gostoso dela veio direto na minha boca, que abri com gosto pra chupar.
Ela começou a foder minha boca devagar enquanto gemia, parava de vez em quando pra eu respirar. Depois de um tempo, tirou o pau molhado da minha boca e colocou no meu rosto, deixando as bolas entrarem na minha boca, que eu chupei com gosto também.
"Papai, você me deixa louca", ela me deu um beijo e se afastou devagar até ficar com a cara direto no meu pau. Pegou ele com as mãos e, com massagens suaves, enfiou devagar na boca dela. Chupava com cuidado e calma, as mãos brincavam com as bolas e, de vez em quando, levava um dedo no meu cu.
Ficou assim um bom tempo, chupava devagar no começo, mas depois sugava com força e enfiava ele inteiro na boca. Só me restava me contorcer e gemer. Quando tirava da boca e lambia de baixo pra cima, me olhando nos olhos e rindo safada, me deixava louco até eu falar: "quero que você suba em mim e me deixe meter em você. Mas ainda faltava mais. Ela pegou um dos brinquedos, lambeu ele inteiro, cobrindo de saliva, e sentou na minha frente. Abriu as pernas e começou a se masturbar. Eu só conseguia me contorcer vendo um espetáculo tão divino. Ela fez tudo isso olhando nos meus olhos o tempo todo, até que parou. Tava muito acelerada, dava pra ver a vontade que ela tinha de me ter dentro dela. Então pegou uma camisinha, colocou em mim e passou um pouco de lubrificante. Sentou em cima de mim, com o rosto virado pro meu, e bem devagar me colocou dentro dela.
Eu levava uns sentões fortes pra caralho. O som das batidas da bunda dela na minha pelve enchia o quarto e se misturava com nossos gemidos. Eu tava no limite. Ver ela gemer, os peitos dela quicando e o pau dela batendo na minha barriga era o paraíso. Dava pra sentir como ela apertava o cuzinho pra me fazer gozar antes, e conseguiu. Não demorei pra gozar dentro dela, enquanto ela ainda dava sentões, e parou quando sentiu que eu tava ficando sem forças.
Ela deitou no meu peito e me beijou. "Feliz Natal", falou. "Espero que tenha gostado do seu presente." Eu respondi que sim. "Você já teve seu presente, agora é hora do meu." Quando ela falou isso, fiquei meio confuso, porque eu tinha dito que meu presente pra ela só chegaria na segunda ou terça (por causa de atrasos nas entregas). Mas não deu tempo de pensar, porque ela tirou as algemas de mim, me fez levantar, me guiou até o sofá e me colocou na parte mais alta, de bruços, com a raba empinada. Ela pegou meus braços e algemou os dois nas minhas costas. Naquele momento, eu soube que o presente dela, que eu ia dar, era ela me foder do jeito e na hora que ela quisesse.
Senti a língua dela percorrendo meu pau, as bolas e direto pro meu cu, onde ela deu vários beijos, lambeu e enfiou os dedos. Depois de uns minutos, senti o lubrificante e ouvi ela colocando a camisinha. Me deu uns tapas na bunda e, antes de começar, disse: "Feliz Natal, meu amor". E bem devagar, ela foi se enfiando dentro de mim.
Ela me penetrava devagar, apertava minha bunda. Gemia baixinho. O prazer que eu sentia era indescritível, mesmo que sempre que transamos nós dois somos penetrados, nunca tinha sentido aquele prazer, era algo estranho, mas eu gostava.
Aumentando o ritmo cada vez mais, nossos gemidos se sincronizaram e, ao chegar no clímax, ela me levantou rápido e me deu toda a porra dela na minha boca. Depois disso, me beijou e dividimos a carga entre nós dois.
Os dois estamos cansados, então nos deitamos na cama e, sem perceber, acabamos dormindo.
Esse foi o Natal mais intenso que já tive, a lembrança viva ainda está na minha mente. Espero que tenham gostado, vamos postar mais relatos nos próximos dias e, se tiverem alguma pergunta sobre a gente, não hesitem em fazer.
Foi bem difícil fazer ela se apaixonar, mas depois de tanto insistir, chamar ela pra sair e transar pra caralho, consegui estabelecer um relacionamento amoroso e sentimental com ela. Vou contar como foi o processo.

Ela sempre me atraiu, o rosto dela é lindo, tem uma voz sedutora e nem preciso falar do corpo gostoso e perfeito dela, por isso era uma das minhas favoritas. Durante vários meses (uns 8 meses atrás), enquanto eu tava na minha rotação sexual semanal, percebi que os encontros com ela eram sempre diferentes. Em vez de só transar e pronto, a gente conversava. Quando as sessões acabavam, ficávamos deitados um do lado do outro, abraçados por um tempão (uma vez até dormi na casa dela). Achei muito estranho e, aos poucos, comecei a gostar dela. Depois disso, notei que nas rotações, eu só ia com ela.Meu coração já tava enfeitiçado por essa mulherão, então decidi fazer dela minha namorada. Comecei a chamar ela pra sair (claro que sempre terminava em sexo e eu pagando o serviço dela), mandava presentes, tentava conversar com ela mais vezes, até que um dia ela mesma me chamou pra sair. Aquela noite foi de festa, mas tudo terminou em sexo casual. Nos dias seguintes, a gente só saía, se beijava e pronto, feito dois namorados adolescentes (é muito engraçado, porque antes eu pagava ela pra transar).
Depois de um tempo, conversas, saídas e sexo, há 4 meses a gente virou casal e faz um mês que moramos juntos (ela tá aqui comigo enquanto escrevo isso).
O motivo de eu voltar a escrever é que ela e eu, depois que ela descobriu que eu antes escrevia sobre meus encontros, chegamos num acordo de contar pra vocês nossa vida sexual de casal. E se tão se perguntando se ela continua com o trabalho de "acompanhante", a resposta é sim, ela continua porque gosta e eu não tenho problema nenhum com isso. Então, enquanto a gente tá aqui os dois, vamos dar o primeiro relato sobre o presente de Natal que ela me deu.
Ela tinha me falado que o presente que ia me dar seria espetacular, então eu tava preparado pra um relógio, roupa ou alguma outra coisa, mas o que encontrei foi algo muito melhor. Quando saí do trabalho, ela me escreveu: "seu Seu presente vai estar te esperando debaixo da árvore". Eu, feliz e contente, fui pra minha humilde morada, entrei em casa e chamei por ela, mas ninguém respondeu, então pensei que ela tinha saído pra resolver alguma coisa. Quando fui pra sala de estar, no meio tinha uma caixa gigante, me aproximei e, timidamente, abri. Dentro, encontrei algo surpreendente.
Ela estava sentada, me olhando dentro da caixa e, ao se levantar, disse "Feliz Natal", me abraçou e me beijou. Eu, ainda atônito, me afastei um pouco pra deixar ela sair e vi que, em vez de roupa, ela tinha uma fita vermelha enrolada nos peitos, e na cintura, mais fita junto com um laço vermelho e verde nos seus lindos quadris.
"Seu presente desta noite sou eu e sexo selvagem". Ao dizer essas palavras, eu sorri e meu pau reagiu. "Desembrulha seu presente". Me aproximei dela e tirei o laço, removi a fita dos quadris dela e a dos peitos. Ela se aproximou de mim, me pegou pela mão, me levou pro quarto e vi como ela tinha transformado nosso quarto numa pequena masmorra do prazer. Nos cantos da cama tinham algemas, um pequeno chicote e brinquedos ao lado da cama, lubrificantes e camisinhas, e por algum motivo, tinha um móvel bem bonito dentro do quarto (deixo uma foto do Google pra vocês verem qual é).
Ela me despiu, disse pra eu não me preocupar com nada, que ela cuidava de tudo, era só eu aproveitar. Pediu pra eu deitar na cama e colocou as algemas nos meus pés, mas minhas mãos ficaram livres. Ela mandou eu pegar o chicote, subiu em cima de mim e começou a rebolando devagar, mexendo aquela cintura. Ela tava sentada na minha pélvis, nossos paus se roçando, as costas e a bunda dela viradas pro meu rosto. Estiquei a mão pra apertar, mas ela me parou e ordenou que eu não podia tocar nela, que ela faria tudo. Mas se me deu o chicote, pensei, era pra usar, então eu dava umas chicotadas enquanto ela mexia a cintura.Ficamos vários minutos assim, ela rebolando enquanto meu pau roçava a bunda e o pau dela. Mas de repente ela parou, se virou e colocou os peitos na minha cara. Não perdi tempo, lambi e mordi de leve. Só que não percebi que ela tinha colocado as algemas nas minhas mãos. Sem sair de cima de mim, ela aproximou a cintura e o pau lindo e gostoso dela veio direto na minha boca, que abri com gosto pra chupar.
Ela começou a foder minha boca devagar enquanto gemia, parava de vez em quando pra eu respirar. Depois de um tempo, tirou o pau molhado da minha boca e colocou no meu rosto, deixando as bolas entrarem na minha boca, que eu chupei com gosto também.
"Papai, você me deixa louca", ela me deu um beijo e se afastou devagar até ficar com a cara direto no meu pau. Pegou ele com as mãos e, com massagens suaves, enfiou devagar na boca dela. Chupava com cuidado e calma, as mãos brincavam com as bolas e, de vez em quando, levava um dedo no meu cu.
Ficou assim um bom tempo, chupava devagar no começo, mas depois sugava com força e enfiava ele inteiro na boca. Só me restava me contorcer e gemer. Quando tirava da boca e lambia de baixo pra cima, me olhando nos olhos e rindo safada, me deixava louco até eu falar: "quero que você suba em mim e me deixe meter em você. Mas ainda faltava mais. Ela pegou um dos brinquedos, lambeu ele inteiro, cobrindo de saliva, e sentou na minha frente. Abriu as pernas e começou a se masturbar. Eu só conseguia me contorcer vendo um espetáculo tão divino. Ela fez tudo isso olhando nos meus olhos o tempo todo, até que parou. Tava muito acelerada, dava pra ver a vontade que ela tinha de me ter dentro dela. Então pegou uma camisinha, colocou em mim e passou um pouco de lubrificante. Sentou em cima de mim, com o rosto virado pro meu, e bem devagar me colocou dentro dela.
Eu levava uns sentões fortes pra caralho. O som das batidas da bunda dela na minha pelve enchia o quarto e se misturava com nossos gemidos. Eu tava no limite. Ver ela gemer, os peitos dela quicando e o pau dela batendo na minha barriga era o paraíso. Dava pra sentir como ela apertava o cuzinho pra me fazer gozar antes, e conseguiu. Não demorei pra gozar dentro dela, enquanto ela ainda dava sentões, e parou quando sentiu que eu tava ficando sem forças.
Ela deitou no meu peito e me beijou. "Feliz Natal", falou. "Espero que tenha gostado do seu presente." Eu respondi que sim. "Você já teve seu presente, agora é hora do meu." Quando ela falou isso, fiquei meio confuso, porque eu tinha dito que meu presente pra ela só chegaria na segunda ou terça (por causa de atrasos nas entregas). Mas não deu tempo de pensar, porque ela tirou as algemas de mim, me fez levantar, me guiou até o sofá e me colocou na parte mais alta, de bruços, com a raba empinada. Ela pegou meus braços e algemou os dois nas minhas costas. Naquele momento, eu soube que o presente dela, que eu ia dar, era ela me foder do jeito e na hora que ela quisesse.
Senti a língua dela percorrendo meu pau, as bolas e direto pro meu cu, onde ela deu vários beijos, lambeu e enfiou os dedos. Depois de uns minutos, senti o lubrificante e ouvi ela colocando a camisinha. Me deu uns tapas na bunda e, antes de começar, disse: "Feliz Natal, meu amor". E bem devagar, ela foi se enfiando dentro de mim.
Ela me penetrava devagar, apertava minha bunda. Gemia baixinho. O prazer que eu sentia era indescritível, mesmo que sempre que transamos nós dois somos penetrados, nunca tinha sentido aquele prazer, era algo estranho, mas eu gostava.
Aumentando o ritmo cada vez mais, nossos gemidos se sincronizaram e, ao chegar no clímax, ela me levantou rápido e me deu toda a porra dela na minha boca. Depois disso, me beijou e dividimos a carga entre nós dois.
Os dois estamos cansados, então nos deitamos na cama e, sem perceber, acabamos dormindo.
Esse foi o Natal mais intenso que já tive, a lembrança viva ainda está na minha mente. Espero que tenham gostado, vamos postar mais relatos nos próximos dias e, se tiverem alguma pergunta sobre a gente, não hesitem em fazer.
3 comentários - Vida de pareja (Shemale)