Jennifer continua sua jornada e seu segredo é descoberto sem querer, o que leva a consequências no futuro. Me olhei no espelho e sorri por dentro: "Bem, Jenni, definitivamente não tem volta". Limpei a maquiagem e depois voltei cambaleando pro quarto até meu computador. Deixei meu vibrador no lugar e me sentei. Agora que eu tinha gozado e minha excitação tinha diminuído um pouco, fiz uma careta quando o plug bateu na cadeira, mas me ajustei e liguei meu navegador. Antes de ir pra cama, encontrei o site de uma máquina de foder que eu tinha visto e personalizado com alguns acessórios opcionais. Sem pensar duas vezes, coloquei a máquina no carrinho e encomendei. Iam levar algumas semanas pra chegar, mas agora eu tinha certeza de que ia precisar dela. Os plugs sozinhos não iam dar conta.
Fechei as coisas e me enfiei na cama. Peguei meus fones de ouvido sem fio no criado-mudo, liguei e coloquei, a espuma macia se expandindo para preencher meus ouvidos. Abri minha playlist noturna no player que comprei só pra cama e comecei a tocar. Um ruído branco sutil preencheu meus ouvidos, misturado com mensagens binaurais e subliminares. Foi projetado pra ser silencioso o bastante e com ruído branco suficiente pra eu conseguir dormir, mas ainda assim reforçar os outros arquivos hipnóticos que eu tinha ouvido. Coloquei minha máscara de dormir, me deitei e peguei no sono com o plugue ainda enterrado no meu buraco e faixas de hipnose tocando nos meus ouvidos. Apesar de tudo, dormi melhor do que no ano passado. Duas semanas depois Meus dias foram bem parecidos com aquele primeiro dia, só que com um pouco mais de tempo dedicado ao treinamento e um pouco menos ao lazer. Acordava, tomava meus hormônios, limpava o plugue, fazia um enema, tomava banho, praticava maquiagem, ouvia e assistia minhas hipnoses, montava roupas, malhava, aprendia a andar e falar como uma garota, e continuava explorando como gozar como uma garota. As únicas diferenças importantes nas próximas duas semanas foram que eu usava os fones quase o tempo todo e que meu sistema de depilação a laser chegou, então comecei a trabalhar nisso. Os fones tocavam um arquivo de hipnose ativa ou um áudio subliminar como minhas faixas noturnas enquanto eu fazia meu outro treinamento. A depilação começou pelo meu rosto, depois desci pelo meu corpo, deixando um pequeno tufo sobre minha gaiola, mas removendo todo o resto abaixo do pescoço. Felizmente, eu já tinha pelos bem claros pra começar, mas ninguém te avisa no folheto o quanto dói usar laser na bunda. Talvez fossem os hormônios, talvez fosse a hipnose, talvez fossem os dois, mas com certeza comecei a me sentir mais feminina a cada dia. Minhas sessões noturnas com o vibrador e os plugues a cada cada vez maiores, certamente começaram a me fazer sentir menos masculino e, claro, não ter acesso ao meu clitóris ajudou pra caralho. Eu tava gozando, mas ainda me sentia com tesão, e não pude evitar querer ser comida.
Finalmente, num sábado, minha máquina chegou, uns dias antes. Eu vinha rastreando ela sem parar desde que foi enviada, mas o sistema da transportadora era uma merda, então chegou de surpresa. Por sorte, o entregador ligou antes, como eu tinha pedido, e deu tempo de me trocar antes de baterem na porta. Tirei a maquiagem e vesti minhas roupas de menino, o que foi estranho pra caralho depois de semanas usando só roupa de menina, mas eu ia ter que mostrar um documento, então precisava combinar. Mandei o entregador deixar a caixa grande na sala e dei uma gorjeta pra ele. Ele me olhou meio estranho quando entreguei o dinheiro, mas agradeceu e foi embora. Mal sabia o gatinho (quando foi que comecei a achar os caras gatinhos?) o motorista da entrega que eu estava trancado, plugado e usando uma tanga por baixo da minha roupa larga e sem graça. Isso, e que eu estava prestes a ser fodido pelo que ele tinha acabado de deixar.
Sorri assim que a porta se fechou e praticamente rasguei a caixa com as minhas próprias mãos. Foi nesse momento que percebi que ainda tinha unhas acrílicas compridas, pintadas de rosa, grudadas nos meus dedos. Acho que sabia por que aquele entregador tinha se enganado, mas ri sozinha e continuei. Abri a embalagem, deixei no chão da sala e separei as peças. A máquina veio desmontada em algumas partes, e eu as levei para cima, pro meu quarto de mocinha, e montei tudo no chão, do lado oposto da cama em relação à porta. Primeiro veio a estrutura, que tinha rodinhas giratórias com trava pra facilitar a movimentação e algemas de pulso e tornozelo embutidas. Depois veio o banco acolchoado e os apoios de braços e pernas; o banco ficava posicionado embaixo da barriga pra alguém de quatro, com almofadas pros joelhos e cotovelos. O próximo foi o conjunto motor/eixo e um braço articulado feito pra segurar um vibrador varinha mágica bem firme no lugar. A última peça foi o sistema de controle junto com os cabos correspondentes.
Não era exatamente um gênio com ferramentas, mas a máquina e o quadro foram projetados para se encaixar praticamente sozinhos, com apenas alguns parafusos para evitar movimento, que se apertam fácil com a chave inclusa. Era como se a IKEA fizesse móveis pra foder. Um pouco mais complexa era a caixa de controle, mas felizmente eu era bom com eletrônica. Tinha dois feixes de cabos indo pro conjunto do motor, um pra alimentação e outro pros controles. Peguei a varinha mágica que comprei especificamente pra esse equipamento e coloquei no suporte, depois conectei ao conjunto do motor. Fechei a porta do plugue, que selava contra os elementos e impedia que soltasse. O conjunto do motor tinha uma fonte de alimentação variável que controlava a velocidade do motor no vibrador. Eles pensaram em TUDO. Os outros cabos da caixa de controle eram um que ia pra uma caixa com dials pra variar a velocidade dos motores e vibrar manualmente, junto com botões pra variar a profundidade, e um cabo USB que ia pro meu notebook. O manual não entrava em muitos detalhes, mas basicamente a caixa de controle podia interagir com um computador usando algumas entradas básicas que variavam a velocidade e profundidade da fodida, a velocidade do vibrador e até o sistema de lubrificação automática no conjunto do motor. O computador também podia controlar as travas dos punhos embutidos, o que era essencial pro uso pessoal.
Peguei um dos consolos que tinha encomendado pra máquina, um dos mais fininhos já que eu não tinha muita experiência com ele, e instalei. Enchi o reservatório de lubrificante com um vidro inteiro, como manda o manual, e aí liguei na tomada. Liguei o bicho, esperei um pouco até a luz de pronto acender e então fui subindo o maldito dial devagar. O motor ganhou vida com um zumbido e o consolo começou a se mover pra frente e pra trás suavemente. Aumentei a velocidade até o máximo, que era uma velocidade realmente violenta, e testei os controles de profundidade. Testei o controle de vibração, segurando a mão sobre a cabeça enquanto passava por todas as velocidades. Fiquei impressionado com o quão suaves eram os dois controles, e nem tinha chegado na parte chique ainda! Peguei meu notebook e conectei o cabo USB, esperando reconhecer o driver, e então abri o software que me deram. O software já vinha com umas rotinas básicas embutidas, variando velocidade, profundidade e vibração. Também vinha com uma função de programação que permitia criar suas próprias rotinas e a capacidade de sincronizar com outro software. Eu já tinha tido tempo de brincar com o software, então aprendi um pouco sobre como integrar com outros programas e criei algumas rotinas.
Liguei uma das rotinas pré-programadas pra testar as paradas e fiquei babando vendo ela correr pelos passos. Depois testei o mecanismo de trava, travando e destravando manualmente, e em seguida testei um bloqueio de tempo curto. Tudo funcionou como esperado e fiquei doida pra experimentar. Tirei aquela roupa nojenta de moleque que só tinha deixado por via das dúvidas, caso me sujasse, e fui pro banheiro. Tomei outra ducha de enema e limpei meu cu, depois voltei pro quarto, jogando fora a roupa velha. Abri meu notebook de novo e garanti que tava ligado no carregador antes de passar pro meu brinquedo novo. Usei o botão manual do dispensador de lubrificante e passei uma quantidade generosa no consolo todo e no meu buraco. Limpei as mãos, montei na máquina e deslizei pra trás até ficar no lugar, com o consolo na entrada do meu buraco. Me mexi um pouco pra frente e ajustei o motor pra frente e depois pra trás, agora com o consolo começando a empurrar no meu buraco.
Me mexi um pouco e o consolo entrou em mim, enfiando-se no meu buraco facilmente, já que era menor que meu último plug. Depois, executei a rotina de calibração no programa de controle do brinquedo no meu notebook. Ele empurrou o consolo devagar até atingir a profundidade máxima, me fazendo gemer. Quando chegou no limite, ajustei a posição do conjunto do motor de novo, movendo ele para dentro até onde eu me sentisse confortável. Agora a máquina tinha uma profundidade mínima e máxima e sabia exatamente até onde podia ir pra me foder. Coisa realmente impressionante. Comecei uma rotina constante de caralho enquanto me acostumava com o jeito que a máquina se movia. Toda vez que sentia que ela tava tendo dificuldade pra me empurrar, a caixa de controle detectava a mudança e aplicava mais lubrificante, fazendo ela voltar a se mover mais suave. Tinha um sistema de segurança embutido que ativava se detectasse resistência demais, o que era bom. Deixei ela agir por uns 10 minutos, devagar, não o suficiente pra fazer muito, e depois acelerei um pouco. Isso foi uma delícia, e eu nem tinha chegado perto do máximo. Parei a porra do movimento e saí da máquina. Peguei uma garrafa d'água, tomei uns goles, depois peguei uma mordaça de bola furada do meu baú de brinquedos e amarrei na minha cabeça. Juntei meu cabelo e estiquei um pouco antes de montar a máquina de novo. Sabia que provavelmente devia esperar, mas não consegui evitar, então enfiei o consolo de volta no meu buraco e fui pro notebook. Configurei o bloqueio de tempo pra 90 minutos e usei uma rotina básica pré-programada chamada "provocar". Ajustei o suporte de vibração pra pressionar um pouco mais contra minha gaiola, depois apertei o botão de iniciar no computador. Agora eu tinha 3 minutos pra me posicionar e fechar os punhos. Fechei os dois tornozelos e me certifiquei de que estavam confortáveis, depois coloquei meus bonecas nos punhos. A pulseira da mão direita estava ajustada para fechar sozinha quando eu apertasse o suficiente, então, assim que meu braço entrou, ela se fechou.
O temporizador de início zerou e eu ouvi as 4 travas clicarem, com os controles acendendo em verde. O som das travas me fez gemer, e eu senti meu clitóris tremer e escorrer. O primeiro gemido foi seguido rapidamente por outro, ainda mais alto, quando a máquina começou a me foder. Começou devagar no começo, só me sondando suavemente, mas foi acelerando aos poucos. A máquina estabeleceu um ritmo constante e então a vibração ativou, me fazendo tremer. O consolo e a vibração trabalharam juntos, começando a me enlouquecer quase na hora, mas sem me fazer gozar. Acho que agora eu sabia o que significava "provocar". Fechei os olhos por uns instantes e deixei as sensações rolarem. Não tinha nenhum arquivo de hipnose tocando, mas mesmo assim me senti num tipo de transe enquanto era fodida, não totalmente perdida, mas ainda entrando na zona. Fiquei chegando perto de gozar, mas nunca completava, arrancando mais gemidos de frustração de mim.
Esse estado durou uns 45 minutos da minha sessão de 90 minutos, a máquina me dava mais lubrificante de vez em quando, mas fora isso, foi avançando de forma constante. Só que foi nessa marca dos 45 minutos que um barulho inesperado me tirou daquele transe. Na primeira vez que aconteceu, eu nem ouvi direito, mas foi o suficiente pra me acordar. Já na segunda vez, não tive dificuldade nenhuma pra identificar o que era: a campainha. Eu tava no meio de uma sessão fechada de 90 minutos e agora a campainha tava tocando. Escutei e tocou de novo, aí parou. Talvez fosse outra entrega que eu tinha esquecido e desistiram. Provavelmente era isso. Aí meu coração parou quando ouvi a voz inconfundível da minha melhor amiga Mandi: "Olá? Olá? John, você tá aí?
Fechei as coisas e me enfiei na cama. Peguei meus fones de ouvido sem fio no criado-mudo, liguei e coloquei, a espuma macia se expandindo para preencher meus ouvidos. Abri minha playlist noturna no player que comprei só pra cama e comecei a tocar. Um ruído branco sutil preencheu meus ouvidos, misturado com mensagens binaurais e subliminares. Foi projetado pra ser silencioso o bastante e com ruído branco suficiente pra eu conseguir dormir, mas ainda assim reforçar os outros arquivos hipnóticos que eu tinha ouvido. Coloquei minha máscara de dormir, me deitei e peguei no sono com o plugue ainda enterrado no meu buraco e faixas de hipnose tocando nos meus ouvidos. Apesar de tudo, dormi melhor do que no ano passado. Duas semanas depois Meus dias foram bem parecidos com aquele primeiro dia, só que com um pouco mais de tempo dedicado ao treinamento e um pouco menos ao lazer. Acordava, tomava meus hormônios, limpava o plugue, fazia um enema, tomava banho, praticava maquiagem, ouvia e assistia minhas hipnoses, montava roupas, malhava, aprendia a andar e falar como uma garota, e continuava explorando como gozar como uma garota. As únicas diferenças importantes nas próximas duas semanas foram que eu usava os fones quase o tempo todo e que meu sistema de depilação a laser chegou, então comecei a trabalhar nisso. Os fones tocavam um arquivo de hipnose ativa ou um áudio subliminar como minhas faixas noturnas enquanto eu fazia meu outro treinamento. A depilação começou pelo meu rosto, depois desci pelo meu corpo, deixando um pequeno tufo sobre minha gaiola, mas removendo todo o resto abaixo do pescoço. Felizmente, eu já tinha pelos bem claros pra começar, mas ninguém te avisa no folheto o quanto dói usar laser na bunda. Talvez fossem os hormônios, talvez fosse a hipnose, talvez fossem os dois, mas com certeza comecei a me sentir mais feminina a cada dia. Minhas sessões noturnas com o vibrador e os plugues a cada cada vez maiores, certamente começaram a me fazer sentir menos masculino e, claro, não ter acesso ao meu clitóris ajudou pra caralho. Eu tava gozando, mas ainda me sentia com tesão, e não pude evitar querer ser comida.
Finalmente, num sábado, minha máquina chegou, uns dias antes. Eu vinha rastreando ela sem parar desde que foi enviada, mas o sistema da transportadora era uma merda, então chegou de surpresa. Por sorte, o entregador ligou antes, como eu tinha pedido, e deu tempo de me trocar antes de baterem na porta. Tirei a maquiagem e vesti minhas roupas de menino, o que foi estranho pra caralho depois de semanas usando só roupa de menina, mas eu ia ter que mostrar um documento, então precisava combinar. Mandei o entregador deixar a caixa grande na sala e dei uma gorjeta pra ele. Ele me olhou meio estranho quando entreguei o dinheiro, mas agradeceu e foi embora. Mal sabia o gatinho (quando foi que comecei a achar os caras gatinhos?) o motorista da entrega que eu estava trancado, plugado e usando uma tanga por baixo da minha roupa larga e sem graça. Isso, e que eu estava prestes a ser fodido pelo que ele tinha acabado de deixar.
Sorri assim que a porta se fechou e praticamente rasguei a caixa com as minhas próprias mãos. Foi nesse momento que percebi que ainda tinha unhas acrílicas compridas, pintadas de rosa, grudadas nos meus dedos. Acho que sabia por que aquele entregador tinha se enganado, mas ri sozinha e continuei. Abri a embalagem, deixei no chão da sala e separei as peças. A máquina veio desmontada em algumas partes, e eu as levei para cima, pro meu quarto de mocinha, e montei tudo no chão, do lado oposto da cama em relação à porta. Primeiro veio a estrutura, que tinha rodinhas giratórias com trava pra facilitar a movimentação e algemas de pulso e tornozelo embutidas. Depois veio o banco acolchoado e os apoios de braços e pernas; o banco ficava posicionado embaixo da barriga pra alguém de quatro, com almofadas pros joelhos e cotovelos. O próximo foi o conjunto motor/eixo e um braço articulado feito pra segurar um vibrador varinha mágica bem firme no lugar. A última peça foi o sistema de controle junto com os cabos correspondentes.
Não era exatamente um gênio com ferramentas, mas a máquina e o quadro foram projetados para se encaixar praticamente sozinhos, com apenas alguns parafusos para evitar movimento, que se apertam fácil com a chave inclusa. Era como se a IKEA fizesse móveis pra foder. Um pouco mais complexa era a caixa de controle, mas felizmente eu era bom com eletrônica. Tinha dois feixes de cabos indo pro conjunto do motor, um pra alimentação e outro pros controles. Peguei a varinha mágica que comprei especificamente pra esse equipamento e coloquei no suporte, depois conectei ao conjunto do motor. Fechei a porta do plugue, que selava contra os elementos e impedia que soltasse. O conjunto do motor tinha uma fonte de alimentação variável que controlava a velocidade do motor no vibrador. Eles pensaram em TUDO. Os outros cabos da caixa de controle eram um que ia pra uma caixa com dials pra variar a velocidade dos motores e vibrar manualmente, junto com botões pra variar a profundidade, e um cabo USB que ia pro meu notebook. O manual não entrava em muitos detalhes, mas basicamente a caixa de controle podia interagir com um computador usando algumas entradas básicas que variavam a velocidade e profundidade da fodida, a velocidade do vibrador e até o sistema de lubrificação automática no conjunto do motor. O computador também podia controlar as travas dos punhos embutidos, o que era essencial pro uso pessoal.
Peguei um dos consolos que tinha encomendado pra máquina, um dos mais fininhos já que eu não tinha muita experiência com ele, e instalei. Enchi o reservatório de lubrificante com um vidro inteiro, como manda o manual, e aí liguei na tomada. Liguei o bicho, esperei um pouco até a luz de pronto acender e então fui subindo o maldito dial devagar. O motor ganhou vida com um zumbido e o consolo começou a se mover pra frente e pra trás suavemente. Aumentei a velocidade até o máximo, que era uma velocidade realmente violenta, e testei os controles de profundidade. Testei o controle de vibração, segurando a mão sobre a cabeça enquanto passava por todas as velocidades. Fiquei impressionado com o quão suaves eram os dois controles, e nem tinha chegado na parte chique ainda! Peguei meu notebook e conectei o cabo USB, esperando reconhecer o driver, e então abri o software que me deram. O software já vinha com umas rotinas básicas embutidas, variando velocidade, profundidade e vibração. Também vinha com uma função de programação que permitia criar suas próprias rotinas e a capacidade de sincronizar com outro software. Eu já tinha tido tempo de brincar com o software, então aprendi um pouco sobre como integrar com outros programas e criei algumas rotinas.
Liguei uma das rotinas pré-programadas pra testar as paradas e fiquei babando vendo ela correr pelos passos. Depois testei o mecanismo de trava, travando e destravando manualmente, e em seguida testei um bloqueio de tempo curto. Tudo funcionou como esperado e fiquei doida pra experimentar. Tirei aquela roupa nojenta de moleque que só tinha deixado por via das dúvidas, caso me sujasse, e fui pro banheiro. Tomei outra ducha de enema e limpei meu cu, depois voltei pro quarto, jogando fora a roupa velha. Abri meu notebook de novo e garanti que tava ligado no carregador antes de passar pro meu brinquedo novo. Usei o botão manual do dispensador de lubrificante e passei uma quantidade generosa no consolo todo e no meu buraco. Limpei as mãos, montei na máquina e deslizei pra trás até ficar no lugar, com o consolo na entrada do meu buraco. Me mexi um pouco pra frente e ajustei o motor pra frente e depois pra trás, agora com o consolo começando a empurrar no meu buraco.
Me mexi um pouco e o consolo entrou em mim, enfiando-se no meu buraco facilmente, já que era menor que meu último plug. Depois, executei a rotina de calibração no programa de controle do brinquedo no meu notebook. Ele empurrou o consolo devagar até atingir a profundidade máxima, me fazendo gemer. Quando chegou no limite, ajustei a posição do conjunto do motor de novo, movendo ele para dentro até onde eu me sentisse confortável. Agora a máquina tinha uma profundidade mínima e máxima e sabia exatamente até onde podia ir pra me foder. Coisa realmente impressionante. Comecei uma rotina constante de caralho enquanto me acostumava com o jeito que a máquina se movia. Toda vez que sentia que ela tava tendo dificuldade pra me empurrar, a caixa de controle detectava a mudança e aplicava mais lubrificante, fazendo ela voltar a se mover mais suave. Tinha um sistema de segurança embutido que ativava se detectasse resistência demais, o que era bom. Deixei ela agir por uns 10 minutos, devagar, não o suficiente pra fazer muito, e depois acelerei um pouco. Isso foi uma delícia, e eu nem tinha chegado perto do máximo. Parei a porra do movimento e saí da máquina. Peguei uma garrafa d'água, tomei uns goles, depois peguei uma mordaça de bola furada do meu baú de brinquedos e amarrei na minha cabeça. Juntei meu cabelo e estiquei um pouco antes de montar a máquina de novo. Sabia que provavelmente devia esperar, mas não consegui evitar, então enfiei o consolo de volta no meu buraco e fui pro notebook. Configurei o bloqueio de tempo pra 90 minutos e usei uma rotina básica pré-programada chamada "provocar". Ajustei o suporte de vibração pra pressionar um pouco mais contra minha gaiola, depois apertei o botão de iniciar no computador. Agora eu tinha 3 minutos pra me posicionar e fechar os punhos. Fechei os dois tornozelos e me certifiquei de que estavam confortáveis, depois coloquei meus bonecas nos punhos. A pulseira da mão direita estava ajustada para fechar sozinha quando eu apertasse o suficiente, então, assim que meu braço entrou, ela se fechou.
O temporizador de início zerou e eu ouvi as 4 travas clicarem, com os controles acendendo em verde. O som das travas me fez gemer, e eu senti meu clitóris tremer e escorrer. O primeiro gemido foi seguido rapidamente por outro, ainda mais alto, quando a máquina começou a me foder. Começou devagar no começo, só me sondando suavemente, mas foi acelerando aos poucos. A máquina estabeleceu um ritmo constante e então a vibração ativou, me fazendo tremer. O consolo e a vibração trabalharam juntos, começando a me enlouquecer quase na hora, mas sem me fazer gozar. Acho que agora eu sabia o que significava "provocar". Fechei os olhos por uns instantes e deixei as sensações rolarem. Não tinha nenhum arquivo de hipnose tocando, mas mesmo assim me senti num tipo de transe enquanto era fodida, não totalmente perdida, mas ainda entrando na zona. Fiquei chegando perto de gozar, mas nunca completava, arrancando mais gemidos de frustração de mim.
Esse estado durou uns 45 minutos da minha sessão de 90 minutos, a máquina me dava mais lubrificante de vez em quando, mas fora isso, foi avançando de forma constante. Só que foi nessa marca dos 45 minutos que um barulho inesperado me tirou daquele transe. Na primeira vez que aconteceu, eu nem ouvi direito, mas foi o suficiente pra me acordar. Já na segunda vez, não tive dificuldade nenhuma pra identificar o que era: a campainha. Eu tava no meio de uma sessão fechada de 90 minutos e agora a campainha tava tocando. Escutei e tocou de novo, aí parou. Talvez fosse outra entrega que eu tinha esquecido e desistiram. Provavelmente era isso. Aí meu coração parou quando ouvi a voz inconfundível da minha melhor amiga Mandi: "Olá? Olá? John, você tá aí?
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