Mi madre y mi tía

Mi madre y mi tía


Depois de ter sido salvo pela minha mãe de ser expulso e já aceitar que ela continuava dando pra ele, no sábado seguinte recebemos a visita da irmã do meu pai. Como ela se dava muito bem com a minha mãe, ficaram super felizes em se ver e, pra comemorar, começaram a beber. Quando já estavam no ponto, começaram a falar das coisas delas. Mesmo eu estando meio afastado, dava pra ouvir tudo direitinho. Minha mãe disse: "E aí, cunhada, aquele filho da puta do teu marido no final não voltou, né?" A tia respondeu: "Pois é, já faz uns dois anos, nada. Acho que ele achou alguém que fizesse as putarias que ele queria, porque ele era muito ruim." Minha mãe respondeu: "Pra mim, sim. Imagina, ele queria que eu chupasse a rola dele, e você nunca fez isso?" "Ai, que nojo, cunhada. Eu era igual a você, e agora acho que é a coisa mais gostosa que tem." "Pra mim, não", disse a tia. "E a propósito, o que o teu irmão fez pra você expulsar ele?" Minha mãe respondeu: "Ele não te contou? Pois é, por isso que eu tô aqui. Vou te falar: simplesmente porque não subia mais." A tia respondeu: "Ah, não. Se ele pelo menos me esquentava, mas na hora H, nada de nada." "Não pode ser, se meu irmão sempre foi muito tarado." "Pode ter sido com outras, porque comigo não teve nada." E continuaram bebendo. Quando já estavam mais bêbadas, minha mãe disse: "E aí, você não ficou com ninguém desde que aquele filho da puta foi embora?" "Ah, não, você acha? Vontade não falta, mas só de pensar que ele vai pedir a mesma coisa, eu já me arrependo." "Que desperdício", disse minha mãe. "Você ainda tá muito gostosa." "Valeu", respondeu a tia. "E aí...
peitudasVocê vai perdoar meu irmão? Não, e ainda menos agora que tenho quem me dê o que quero. "Já enganou ele, né?" "Pois sim", respondi minha mãe. "Você nem imagina as coisas que ele faz comigo." "Assim?", disse a tia. "Ah, sim", disse minha mãe. "Ele me dá umas chupadas na minha buceta que me fazem ver estrelas." A tia, já vermelha, disse: "Ah, danada! E ela é grande?" "Sim, e gostosa. Eu chupo ele bem gostoso." "E não te dá nojo?", perguntou a tia. "Uai, cunhada, você não sabe o que está perdendo." A tia, já excitada, disse: "Então vamos ver um dia, apresenta ele." "Olha, cunhada, vou te contar quem é, mas jura que não vai contar pra ninguém." "Juro." "Bom", e depois de dar um gole na cerveja, ela disse: "É meu filho." A tia ficou muda, e depois de um tempo disse: "Não pode ser, é pecado." "Olha", disse minha mãe, "eu sei que é errado, mas isso acaba quando ele está me comendo. Aí não é meu filho, é um homem dando prazer pra sua mulher. No final das contas, é da minha família e não tem risco. Ou você queria que eu saísse dando pra qualquer um pra pegar uma doença?" Depois de pensar um pouco, a tia disse: "Bom, vendo por esse lado, não é tão ruim. Mas você deixa ele fazer tudo?" "Ah, sim, cunhada, e ele faz tão gostoso que até me deu vontade." "Ah, cunhada, não continua mais, já vi." Disse minha mãe: "Você se excitou, né? Pois quem não ficaria com essas coisas? Melhor eu ir." "Não", disse minha mãe, "antes quero que você veja o que me faz feliz." E antes que a tia dissesse algo, minha mãe me chamou. E na frente delas, sem mais nem menos, ela abaixou meu zíper e meu pau duro brotou na frente delas. Minha mãe, encantada, disse: "Você acha que eu ia desperdiçar isso?" E começou a chupar. A tia, muda, não perdia detalhes enquanto mordia a língua. Depois de um tempo, ela disse: "E tem um gosto delicioso." E tirando da boca, colocou na frente dela e disse: "Olha, prova um pouquinho." E a tia, já excitada, esticou timidamente a língua e mal tocou na ponta, ficou mais vermelha. E quando eu vi, a língua dela lambia todo o meu pau, e a mão dela subia e descia no meu couro, enquanto minha mãe já começava a se despir para depois ficar atrás. da tia e começar a fazer o mesmo nela. A tia, já envolvida no boquete, deixava tudo rolar. E aí minha mãe falou: "olha só que gostosa, cê tá se jogando, cunhada". E mesmo não curtindo mulher, sempre tive curiosidade de fazer isso. E começou a chupar os peitões dela. A tia já gemia de prazer enquanto minha mãe já passava a mão na buceta peluda dela.gostosas de rabaodizia: "tá uma delícia e gostosa, já tá precisando de um pau. aí filho, abaixa o calor dessa buceta". e assim, me enfiando entre as pernas da tia, meu pau entrou devagar. a tia sentia que ia morrer a cada centímetro, e mesmo assim apertava, prova de que tava há tempos sem usar. enquanto isso, minha mãe oferecia os peitos pra ela chupar, coisa que ela não recusou, e nós três gemíamos juntos. depois, a tia falou: "quero subir". sentando, a tia montou e, depois de enfiar no meu pau, começou a subir e descer. minha mãe já tava de joelhos, chupando minhas bolas enquanto acariciava as bundonas da tia. e quando senti que ia gozar, tirei o pau pra dar umas chupadas nela e depois meter de novo na buceta já vermelha da tia. eu, com as duas mãos, abria as nádegas pra tocar naquele cuzinho gostoso e pequeno, e senti a língua da minha mãe pedindo pra lamber também. aí tirei meus dedos pra língua dela acariciar aquele cuzinho gostoso. a tia e eu já estávamos quase gozando, e só bastaram mais alguns segundos pra explodirmos juntos. senti muito líquido saindo da buceta dela enquanto ela tremia de prazer. depois de um tempo, ela desceu e, ainda tremendo, sentou. de pernas abertas, ainda continuava gozando. minha mãe já tinha tomado conta do meu pau e, depois de várias chupadas, tava pronta de novo. ela disse, se colocando de quatro na frente da tia: "agora, filho da puta, dá pra mim também". me colocando atrás dela, meu pau entrou na buceta já quente dela. e ela, vendo como começava a sair minha porra da buceta da tia, falou: "eu não vou deixar de provar isso". aproximando a boca, começou a chupar e engolir tudo que saía.milfessa buceta gostosa, a tia delirante, gemia e rebolava, dizendo "que delícia" enquanto as mãos dela puxavam a cabeça da minha mãe, querendo enfiar tudo. Eu, excitado, sentia que ia gozar de novo. Depois de um tempo, minha tia abriu mais as pernas e gozou de novo, molhando a cara toda da minha mãe, enquanto eu soltava mais uma porrada de porra. Depois de ficarmos um tempão parados feito estátuas, nos soltamos e, já sentados, minha mãe perguntou: "E aí, o que achou? Viu que não é tão ruim e nojento?" Enquanto se tocava na buceta molhada, a tia respondeu: "Ah, não, cunhada..." E depois de lamber um dos dedos que tirou da própria boceta, disse: "É, até que é gostoso. O boi do meu irmão não sabe o que tem, mas quando ele chegar, vai ouvir." Minha mãe respondeu: "Pois se ele sabe, nem me importa. Só quero que me deixe continuar trepando com meu filho em paz." Assim, depois de se despedirem, a tia disse: "Até logo, cunhada. E se um dia eu precisar disso, não me negue." "Claro", disse minha mãe, "pra isso somos família, né?" E foi embora feliz.

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