Relato de un seguidor

Essa história é real, é um pouco longa, mas vale muito a pena ler. Desde que você começar, vai ficar excitado.
PS: Vou contar essa história do meu ponto de vista e da minha mãe, já que ela me contou tudo o que pensava e sentia.

Esta é a minha história: sou um adolescente de 17 anos, tenho 1,75m, não sou magro nem gordo, tenho um corpo bom, mas não sou definido. Minha rola tem uns 14 ou 15 cm. Eu tinha muitas dúvidas sobre meu pau, porque meu prepúcio não esticava o suficiente para deixar a cabeça totalmente exposta. Na minha família, somos só eu, minha mãe e meu irmão. Meu pai nos deixou quando eu tinha 9 anos, e desde então minha mãe cuidou da gente e nos criou sozinha. Por isso ela não tinha namorado — não tinha tempo, mas também tava muito carente. Eu sabia, mas não podia fazer nada.

Uma madrugada, quando cheguei do trabalho às 2h, entrei em casa. Dessa vez quis avisar que tinha chegado, já que não costumo fazer isso. Quando estava indo pro quarto dela, ouvi uns barulhos, mas não dei importância. Quando entrei, vi minha mãe se masturbando. Cruzamos olhares, os dois constrangidos. Na hora, me desculpei todo sem graça, mas não conseguia me mexer. Tentei sair do quarto, e minha mãe me disse com uma voz nervosa:

— Filho, vem. Precisamos conversar. Tranca a porta e senta aqui comigo.

Eu obedeci e fiz o que ela pediu. Quando me sentei, ela, toda sem graça e nervosa, falou:

**Mãe** — Acho que você sabe o que eu tava fazendo…
**Eu** — Sim, mãe, você tava se masturbando.
**Mãe** — É… e você sabe que não é errado, né? Tô muito envergonhada.
**Eu** — Não se preocupa, mãe. O que você tava fazendo não tem nada de errado. Muita gente faz, e eu também às vezes. Cada um tem seus motivos.

Surpresa, ela disse:
**Mãe** — Nossa, filho, você pensa de um jeito muito maduro. E tem razão, eu tenho meus motivos. Às vezes me sinto muito sozinha e carente, já que não tenho nada sexual desde que seu pai foi embora. Preciso me aliviar.
**Eu** — Sério, mãe? Eu não sabia. Se tiver algo que eu possa fazer pra te apoiar, me fala.

Depois continuamos conversando por meia hora. Quando eu já tava mais calmo, ela me perguntou se eu já não… sou virgem, ao ouvir sua pergunta, respondi que ainda era, já que nunca tive namorada, enquanto na minha cabeça eu sabia que era mentira. Meses atrás, acompanhei meus amigos a um puteiro e lá fodi pela primeira vez. Ela, ao ouvir minha resposta, me disse que isso era bom, que eu tinha que esperar pela pessoa certa. Depois me perguntou se eu tinha dúvidas ou algum medo que me impedisse de tentar transar. Aí eu disse que sim, falei que tinha pênis de sangue e que meu prepúcio era apertado e não descia como deveria. Ela, ouvindo isso, me disse muito nervosa: "Mãe – me deixaria ver para ver se posso ajudar, pode ser grave". Eu fiquei corado e nervoso. Eu – "Claro". Aí me levantei, desabotoei minha calça, baixei até os joelhos junto com a cueca e sentei. Meu pau estava mole de vergonha e eu sabia que não ia conseguir deixar ele ereto só com o constrangimento que estava sentindo. Minha mãe me perguntou se eu conseguia deixá-lo ereto para ver o problema. Eu disse que não conseguiria sozinho, pois estava com vergonha. Ela me olhou, sorriu e disse: "NTP, eu vou te ajudar, pensa em outra pessoa se quiser". PEGOU MEU PAU COM A MÃO E COMEÇOU A ME MASTURBAR. Meu pau, sem que eu percebesse, começou a ficar ereto. Foi a primeira vez que senti e vi ele tão duro. Ela disse que assim estava bom, olhou meu pau, se surpreendeu e falou: "Você tem razão". Pegou o celular e começou a pesquisar, viu que há duas formas de resolver o problema: com uma circuncisão ou com uma série de exercícios manuais parecidos com masturbação, bastante eficazes. Eu disse que a operação era cara e me dava medo. Aí ela largou o telefone, me olhou nos olhos e disse que se sentia mal pelo que aconteceu e que, para me compensar, queria me ajudar. Eu senti vergonha, mas queria resolver o problema, então aceitei. O resto da noite nos informamos sobre os exercícios para poder realizá-los e combinamos que todas as noites, quando eu chegasse, iria ao quarto dela para fazê-los. exercícios em segredo depois disso fui pro meu quarto dormir e ela também. Já na cama, falei pra mim mesmo que não ia pensar besteira, que não seria nada sexual, só uma mãe ajudando o filho e nada mais. No dia seguinte foi tudo normal. À noite, quando cheguei, fui direto pro quarto da minha mãe. Ela estava deitada e me disse pra tirar a calça, ficar só de cueca e deitar do lado dela pra fazer os exercícios. Eu obedeci e, já na cama, minha mãe puxou minha cueca e com a mão tirou meu pau pra fora, começou a esfregar pra ele ficar ereto e assim poder começar. Depois de fazer os exercícios por uma hora, terminamos e ela me disse com carinho que eu já podia ir descansar e que me amava. Eu fiz caso, agradeci, dei um beijo na bochecha dela e disse que a via amanhã. E durante um mês foi a mesma coisa, cada vez mais tranquilos os dois. E notei que minha mãe começou a usar pijamas cada vez mais confortáveis e mais curtos. Ontem ela estava com um shorts bem curto, dava pra ver um pouco da bunda dela (pra dizer a verdade, minha mãe, minhas tias e primas têm a genética de ter uma bunda boa, todas bem formadas, empinadas e grandes, e minha mãe não era exceção). Também estava com uma blusa um pouco transparente e colada, e notei que ela não estava de sutiã. E ao vê-la cada vez mais assim, eu ficava excitado, comecei a ter cada vez mais desejos sexuais pela minha mãe, mas me controlava. Três dias depois, no meu dia de folga, estava em casa só com minha mãe, já que meu irmão estava na escola. Eu estava no meu quarto e, ao sair pra ir pra cozinha, esbarrei na minha mãe, que estava limpando o chão. Cabe mencionar que desde que começamos, minha mãe estava mais carinhosa, me dava mais beijos e me abraçava por trás com mais frequência. Ao fazer isso, ela encostava o peito em mim. O peito dela não era médio, tinha formato e não estava caído pra idade dela; minha mãe tinha bons atributos. Continuando a história, esbarramos e a bunda dela bateu em mim na área do meu pau. Eu fiquei excitado com a situação e meu pau começou a ficar duro da... Que vergonha, fui me trancar no banheiro. Minha mãe tinha percebido meu pau e não disse nada. Depois de ficar 15 minutos no banheiro com uma ereção que não passava, minha mãe parou do lado de fora e perguntou se estava tudo bem. Eu respondi que sim. Ela foi embora e 5 minutos depois entrou no banheiro sem avisar, preocupada comigo, e me viu sentado com o pau à mostra e bem duro. Eu disse que desculpa, mas meu pau ficou ereto ao esbarrar nela e que me perdoasse porque eu fiquei excitado.

Minha mãe me disse: "Filho, não se preocupe, isso acontece com qualquer um, não tenha vergonha. Você só ficou excitado ao sentir o corpo de uma mulher. O estranho é que continuou duro."

Eu: "Sim, estive tentando gozar, mas não consigo."

Mãe: "Que tal se eu te ajudar? Sei que soa estranho, mas sou uma mãe que quer ver seu filho bem e faria qualquer coisa por você. E se você deixar, posso te masturbar, talvez esse seja o problema."

Eu: "Vou aceitar só se você não tiver problema, mãe. Eu só quero que ele pare de ficar duro."

Mãe: "Claro, filho, vou te ajudar. Vem, vamos pro meu quarto para que eu te ajude sem que ninguém descubra ou nos veja."

Eu me levantei, subi minha cueca e calça, e ela me esperou, pegou minha mão e fomos para o quarto. Ela trancou a porta e minha mãe me disse: "Se quiser, tire tudo, deixe só a cueca, mas que você se sinta confortável." Foi o que fiz, e então minha mãe me disse que ia colocar algo mais fresco, já que estava muito abafado. Eu respondi que sim, e ela começou a tirar tudo. Eu espiei ela sem que percebesse, e ela colocou uma calcinha fio-dental que parecia um fio e muito pequena, shorts e um top de ginástica.

Ela deitou ao meu lado e começou a me masturbar, já que não tínhamos mais vergonha. Fazíamos quase a mesma coisa todas as noites. Começamos a conversar, e então ela me perguntou se eu já tinha dado meu primeiro beijo. Eu respondi que não, sabia que já tinha dado, já que desde pequeno eu beijava três primas minhas, haha, mas isso é outra história. Quando eu disse isso, ela falou: "Filho, eu só quero ajudar para que você não tenha nenhuma insegurança. Se você deixar, eu te... posso ajudar para que você tenha experiência com suas namoradas no futuro. Olhei para ela e com um pequeno sorriso disse: obrigado, mãe, por ser tão boa. Claro, eu adoraria que você me ajudasse, só se não for um problema, não quero te causar incômodo. Depois que disse isso, ela falou que não tinha problema nenhum e que me ensinaria a beijar de todas as formas, e que eu só precisava deixar minha boca bem soltinha e relaxada, e deixar ela me guiar. Falei que faria tudo o que fosse preciso e sorri. Ela me abraçou com a mão que não estava segurando meu pau, e como eu estava na altura dos peitos dela, meu rosto ficou colado neles e fiquei muito excitado — era a primeira vez que os tinha tão perto do meu rosto. Ela se ajeitou para que ficássemos cara a cara e disse:

— M: Se quiser, fecha os olhos, relaxa os lábios e não os deixa duros, e se aproxima de mim. Tenta encaixar seus lábios nos meus, tá bom?
— Eu: Sim, mãe.

Ela fechou os olhos e esperou eu me aproximar. Eu, meio nervoso, fiz o que ela pediu sem fechar os meus, e nos beijamos. Pouco a pouco, sentia que estava melhorando, e ela foi ficando cada vez mais gostosa e sensual. Acho que não beijava alguém assim desde o papai, ou talvez ela nunca tivesse feito nada disso e minha mãe precisava descontar todos os seus desejos sexuais. A verdade é que fiquei muito excitado e notei que minha mãe também. Depois de uns 30 minutos nos beijando, minha mãe se afastou e disse:

— M: Amor, você não beija nada mal, faz excelente.
Fiquei feliz com isso, e ela disse que já tinha conseguido me ensinar a beijar, só que meu pau continuava bem duro — na verdade, eu nem tinha percebido. Ela comentou que não achava que ia conseguir me fazer gozar se continuasse assim. Eu perguntei então o que podíamos fazer, porque realmente estava doendo um pouco. Ela disse que há muitas formas de resolver, mas que ia deixar a gente muito desconfortável. Concordei que ela tinha razão e que talvez fosse errado.

Aí ela falou com uma voz doce e nervosa:
— M: Você é meu filho, e eu farei o que for para você ficar bem. Não tem nada de errado, é só uma mãe ajudando o filho, fazendo o que está ao seu alcance. Com uma cara de surpresa, eu disse:
Eu - O que você vai fazer? Mas se não tem problema, eu concordo, mãe.
Mãe - Amor, você precisa ficar excitado para chegar ao orgasmo. Pensei em tirar meu top, talvez vendo meus peitos você fique excitado.

Minha mãe tirou o top. Eu, mais excitado do que nunca, e ela pegou meu pau e continuou me masturbando. Aí ela me disse que, se eu quisesse tocar nos peitos dela, podia fazer.

Eu nunca pensei que minha mãe me deixaria tocá-la ou beijá-la, mas não me importei. Com nervosismo, comecei a tocar e esfregar seus peitos. Minha mãe só olhou, então meu pau ficou duro sobre mim e ela perguntou:
Mãe - Filho, seu pau está doendo muito?
Eu - Sim, mãe, está começando a doer. Por que pergunta?
Mãe - Estive pensando e não acho que você queira que eu te leve ao médico, né?
Eu - Não, e se alguém me ver? O que podemos fazer?
Mãe - Acha que, se você meter dentro de mim, consegue gozar?

Eu fiquei em choque. Não sabia o que pensar ou dizer. Não esperava que minha mãe me ajudaria a ponto de deixar eu comer ela. Então parei de enrolação e falei sério e sinceramente:
Eu - Mãe, você realmente me ajudaria desse jeito?

Ela respondeu que não se importava. Pegou meu pau, lubrificou com saliva e deixou entrar. Começamos a foder, e minha mãe parecia bastante excitada. Eu me sentia muito bem, sentindo meu pau na buceta da minha mãe. A bunda dela fazia barulho ao bater nas minhas coxas. Aí minha mãe me perguntou como eu me sentia, já que seria minha primeira vez, e que estava feliz de ser a primeira. Eu só agradeci e disse como estava bom.

Ficamos fazendo até que ela parou, tirou meu pau e me disse para sentar. Eu sentei, e ela se sentou nas minhas pernas para começar a cavalgar de novo. Ela me disse que, se eu quisesse, podia tocar nos peitos dela. Eu me deixei levar e comecei a beijar, tocar, apertar e lamber. Mãe só riu, levantou minha cabeça e nos beijamos.

Continuamos transando até que, antes de eu gozar, avisei minha mãe. Ela me disse para gozar dentro dela, que não ia engravidar porque já não pode ter filhos. Eu gozei dentro sem problemas. Depois de terminar, conversamos um pouco, nos... a gente se acerta e age normalmente na frente do meu irmão
Todas as noites minha mãe me espera chegar pra foder
acho que já virou normal e eu tô muito feliz
desde então continuo ocupando o lugar do papai

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