Minha tia e o supositório

Quando eu era pré-adolescente, vivia com o pau duro o tempo todo, e um dos lugares onde eu conseguia material pra bater punheta era na casa da minha tia, uma mulher mais velha, mas bem liberal. Ela não tinha problema em se trocar na minha frente ou ficar só de calcinha quando fazia calor. Ela era bem grande, assim como as calcinhas dela, mas me deixava de pau duro o tempo todo. Foi com ela que descobri o prazer do voyeurismo: toda vez que ela entrava no banheiro, eu espiava pelo buraco da fechadura; quando ela tomava banho, eu batia uma olhando pra ela. Uma vez, quase fui pego — ou ela percebeu, mas não falou nada. Ela abriu a porta de repente, e eu ainda estava ajoelhado olhando pela fechadura. Dei um pulo e falei qualquer besteira, enquanto ela se virava e dava uns tapas na própria bunda, toda molhada. Cada vez eu ficava mais agarrado com ela, e ela me surpreendia com os comentários. Quando passava perto, fingia que ia pegar no meu pinto e perguntava como estava o passarinho, se eu já tinha emprestado pra alguma menina. Eu ficava vermelho de vergonha, mas passava rápido, e quando dava, eu dava um tapa na bunda dela e falava pra ela se comportar. Não via a hora de perder a virgindade com ela, mas as coisas não saíram como eu esperava. Naquele verão, me ofereci pra pintar o apartamento dela. Comecei numa segunda e quase terminei uma semana depois. O problema é que no último dia eu me senti muito mal: estava com dor de cabeça, náusea e muita dor na barriga. Minha tia chamou um vizinho do prédio que é médico pra me examinar. Depois de me ver por um tempo e fazer umas perguntas, ele deu o diagnóstico: intoxicação por tinta. Fazia uma semana que eu não ia ao banheiro. O médico disse pra minha tia preparar um caldo de legumes e, o mais interessante, colocar um supositório em mim pra eu evacuar tudo. Eu não falava nada, estava na cama dobrado de dor. Minha tia saiu e, quando voltou, tinha uma sacolinha com uma caixa de supositórios. Eu sabia como se usava, mas nunca imaginei que teria que colocar. Pensei que minha tia ia me dar um pra eu colocar sozinho. Mas não, ela pediu pra eu deitar de bruços e abaixar a roupa. Na hora, não sei por que, mas nem pensei duas vezes: fiz tudo que ela mandou e fiquei com a bunda de fora, mostrando tudo pra ela. Minha tia foi até o banheiro e voltou com um creme, pediu pra eu relaxar, coisa difícil porque a situação tava fervendo minha cabeça. Nessa altura, já tinha molhado a cama inteira com meus líquidos. Com uma mão, ela separou minhas nádegas e com a outra passou o creme, fazendo círculos no meu buraquinho até que, depois de um tempinho, enfiou um dedo de leve. Eu dei um pulo e ela caiu na gargalhada. Falei que nunca tinham me dedado, e ela ficou felizona porque ia ser a primeira. De lado, vi ela abrir a embalagem prateada, tirar o bagulho e se aproximar da minha bunda. Abriu minhas nádegas, encostou a ponta e pediu pra eu prender a respiração. Na hora, começou a enfiar: primeiro entrou o supositório, e depois o dedo dela, que meteu inteiro e deixou lá dentro um tempão. De vez em quando, tirava um pouco e enfiava de novo, dizendo que ia me soltar. Depois de um bom tempo com o dedo lá dentro, tirou e deixou um vazio. Ela foi lavar as mãos, e eu sentia a bunda toda melada de creme. Passaram uns minutos e veio uma cólica do caralho. Corri pro banheiro, passando com o pau balançando na frente dela, e sentei no vaso. Caguei a vida, e o alívio foi imediato. Entrei no chuveiro pra me lavar bem, notei que o cu tava irritado de tanta bagunça e falei pra minha tia quando saí. A filha da puta me mandou ficar de quatro pra examinar e passou creme de novo. Acho que, igual a mim, ela tava adorando aquilo...

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