O bully negro do meu filho

O valentão negro
- Não foi ninguém, mãe.—Disse Ricardo.Caí na saída da escola.
- Uma queda não te deixa um olho roxo e uma costela dolorida.—Falei eu, irritada. Sabia que tinham batido nele, mas ele se recusava a me contar a verdade.—Foi uma queda forte... só isso.- Ele continuou com a versão dele. Não falei mais nada. Levantei da cama e saí do quarto dele.
Meu nome é Skarlet. Tenho 46 anos e sou mãe de dois: Victoria, de 24, e Ricardo, de 21. Acabei de me divorciar e tinha um monte de coisa na cabeça naquele momento, entre o despeito, a confusão do divórcio, as contas pra pagar, etc. Discutir com meu filho sobre o que realmente tinha acontecido no colégio era o que menos precisava naquela hora.
Desci as escadas da casa, que tem dois andares, e, embora não seja uma casa luxuosa, sempre me esforcei pra que ela tivesse cara de uma casa chique. Paredes brancas, escadas de madeira perfeitamente envernizadas, móveis modernos, tudo impecável. Enfim, sentei num dos sofás da sala ampla. Fiquei olhando pro nada por uns segundos e, decidida, peguei meu celular, que estava na mesa de centro da sala.
Depois de várias ligações, finalmente uma pessoa resolveu me contar o que tinha rolado. Felícia, a garota que o Ricardo gostava, me contou que um moleque novo chamado Yonatan (Sim, escrito assim) tinha pegado meu filho numa esquina perto do colégio onde eles estudam, e depois de trocarem umas palavras (ela não disse o que falaram), esse tal de Yonatan bateu forte nele.
Senti o sangue ferver de raiva. Então, depois de mais umas ligações pra outras pessoas, consegui mais informações sobre esse moleque novo. Pelo que soube, era um garoto preto, que tava uns anos abaixo do meu filho. Consegui o número de telefone dele e, sem pensar duas vezes, liguei, mas sem sucesso, porque ele não atendeu nenhuma das 8 ligações que fiz. Aí mandei uma mensagem no WhatsApp. Aqui vai a transcrição da conversa, com os erros de português e tudo:>Ei, que seja a última vez que você encosta no Ricardo.-Escrevi pra ele. Não sabia nem por onde começar, mas pensei que isso ia assustar ele.>Ah, é? E quem é você? A mãezinha dela?- Ela me respondeu, pra minha surpresa, quase na hora.>Porra, se é que é!!! Kkkkkkkk- me escreveu na hora, com um monte de risadinhas. Acho que viu minha foto de perfil onde eu aparecia com ele e com a Vitória.>Sim, sou sim. Fica longe dele, senão vou pra polícia.- Ameacei ele.>Se quiser, vai. Vamos ver quem eles enchem o saco primeiro.- Ela me respondeu.>Do que você tá falando?- Respondi pra ele. O Ricardo não tinha que ser fdp, o agressor era esse moleque.>Seu filho é um imbecil. Vive zoando os colegas negros, fazendo piadinhas racistas idiotas e enchendo o saco dos outros. Eu só coloquei ele no lugar dele.- Ela me disse.>Já! Claro que sim. Ninguém vai acreditar nisso.-Escrevi pra ela.>Ah, não é?—Ela me respondeu.
Em seguida, me mandou vários vídeos do Ricardo enchendo o saco dos moleques negros do colégio. Contando piadas ofensivas e chamando eles de nomes humilhantes. Na real, num dos vídeos, no último, pra ser mais específica, ele tava chamando o próprio Yonatan de "macaco". Me senti extremamente envergonhada com tudo que tava vendo. Meu filho, meu próprio filho, que eu criei e ensinei os melhores valores que pude, tava zoando os outros só pela cor da pele. Fiquei sem palavras, não sabia o que dizer.>Que foi? Não tem mais nada a dizer, né?- Ela me escreveu.>Ei... olha, não sei o que dizer. Tô muito envergonhada. Não criei ele pra ser assim.-Eu escrevi pra ela.>Claaaaaro, claro. Agora a conduta dela não é culpa de ninguém.-Ele me escreveu.>É a verdade. Eu dei a melhor educação que pude pra ela.-Escrevi pra ele. Me senti desarmada, impotente.>Olha, mulher, não sou idiota. Esse tipo de coisa geralmente começa em casa, com pais racistas ensinando essas merdas pros filhos.
>Eu não sou racista.—Eu falei pra ela.Como é que eu vou saber? Você tá parecendo uma racista que acabou de ser desmascarada.
>Deve ter algo que eu possa fazer pra consertar tudo isso.
>Claro, claro. E agora você quer que eu confie na mãe de um idiota da ku klux klan.
>Estou falando sério. Dá pra fazer alguma coisa. Sei lá, algum tipo de serviço comunitário ou uma doação.- Eu falei pra ela. A verdade é que o divórcio me deixou bem fudido financeiramente, mas achei que dava pra arrumar uma grana e doar pra alguma ONG antirracista ou algo do tipo.>Nada. Pura besteira. Pra consertar o que fez, pode começar chupando minha rola.-Ele me disse. Ao ler esta mensagem, ela se apagou automaticamente.>Com licença?-Escrevi, atônita.>O que você leu.-Ela me respondeu. Essa mensagem também se autodestruiu em poucos segundos.>Parece que você é burro pra caralho.- Eu escrevi pra ela.>Você acha?-Ela me escreveu. Essa mensagem também foi apagada automaticamente.> Não acredito, tenho certeza. Só um idiota acha que vou chupar a pica de um moleque.- Eu escrevi pra ela.>Puxa... seu filho vai acabar com mais do que umas costelas quebradas.- Ele me escreveu. Mais uma vez, a mensagem sumiu em poucos segundos depois de lida.>Você não teria coragem.-Eu escrevi pra ela.>Quem vai me parar? Os amiguinhos do teu filho são uns idiotas frangotes. Dou conta deles fácil.—Ele me disse. Essa mensagem também foi apagada.
Naquele momento, chegou uma foto pra mim. O que meus olhos viram, minha mente se recusava a acreditar. Era uma piroca preta descomunal. Parecia gigantesca, grossa, cheia de veias. Desumana. Fiquei olhando fixamente pra ela, atônita, por alguns segundos. Estou separada do Javier, meu ex, há dois anos. A papelada do divórcio tinha começado naquele mês em que estávamos. Mas já fazia vários anos que eu não via uma piroca, estava focada nos meus filhos. E, claro, sem ver nada tão enorme quanto aquilo. A foto não tinha sido apagada como o resto das mensagens.>Te espero no estacionamento do colégio daqui a uma hora. Você vai me chupar. Não se atrase.-Ele me disse. A mensagem, igual às anteriores, se apagou sozinha. (Pra não ficar tão repetitiva, o resto das mensagens dela também se apagaram automaticamente.)>Você espera que eu chupe isso?- Eu respondi pra ela.>Pra começar, sim.- Ela me respondeu.>Pra começar?- Escrevi pra ela.>Se apressa. Não é bom pro teu filho que tu chegue atrasada.—Ela me respondeu.
Não sabia o que fazer. Pensei em chamar a polícia, mas não tinha provas concretas do que ele me disse. Até tinha a foto, sim, mas não achei que pudesse provar nada. Além disso, não podia me envolver num problema desse tamanho, estava no meio do divórcio e podia perder uma grana preta.

Olhei o relógio. Peguei as chaves do meu carro, um Honda Civic azul 2007, minha bolsa, e saí de casa pra ir pro estacionamento do instituto. Não tinha muito trânsito, então cheguei com dez minutos de sobra. Estacionei e fiquei dentro do carro esperando. Era um campo aberto e amplo, cercado de árvores, jardins e calçadas, naquele momento estava vazio, meu carro era o único no lugar. Já naquela hora, umas 6 da tarde, não tinha ninguém da instituição.

Em poucos minutos, vi ele chegando de longe. Vinha andando, vestido com um moletom roxo com capuz, que ele estava usando, e um macacão esportivo da Adidas, azul meio chamativo. Além disso, estava de chinelo com meia, algo extremamente "caipira", como a gente fala aqui no meu país. Ele parecia mais magro do que nas fotos, embora a roupa que usava fosse bem larga. Mas era bem alto, mais do que eu, aliás, que tenho 1,73m. E dava pra ver o pacotão na virilha quando ele andava.

Ele chegou no meu carro e bateu no vidro do passageiro com uns tapinhas. Eu abaixei o vidro e examinei o rosto dele. Puta merda, ele era preto, bem preto. Sem dizer uma palavra, ele abriu a porta, destravou e sentou dentro.-Então, você é a mãe do racista.- Ela me disse.—Olha, isso tudo é um mal-entendido...Comecei a falar pra ela.-Psiu...—Caiu na minha buceta.Não tenho muito tempo. Vem, começa a chupar.—Ela me disse enquanto abaixava o macacão. Não estava usando calcinha, e o pau dela ficou à mostra. Pessoalmente, parecia ainda maior, já estava duro. Dava pra ver muito mais veias por todo aquele caralhão enorme. E ainda tinha uma moita grossa de pelos na base. O cheiro de pau e suor tomou conta do interior do meu carro, e também dos meus sentidos. Fiquei uns segundos olhando sem palavras.- Meu Deus... mas... isso... é...Não sabia o que dizer.-...Grande.—Ele completou.Vai, começa a chupar, senão vou embora e quebro a cara racista do Ricardito.- Ela me ameaçou.- Espera, espera... é que... eu não esperava...Disse tentando ganhar tempo, embora não soubesse pra quê. Não vou negar que uma pontada invadiu minhas entranhas. A pica do meu ex-marido não chegava nem na metade. E já fazia um bom tempo que eu não via ação, então a impressão que eu tava tendo naquele momento me excitava pra caralho.- Se você me disser pra esperar mais uma vez, o trato acabou e seu filhinho vai sofrer as consequências, sua puta.- Ele me disse. Ele me chamar de "puta" me pareceu tão... tão... não sei como dizer. Só sei que essa palavra ecoou na minha buceta.
Diante da ameaça, aproximei meu rosto do pau dele bem devagar, sob o olhar atento dele. A ponta estava brilhante, molhada. O cheiro ficava cada vez mais forte, mas por algum motivo não me desagradava; pelo contrário, me fazia desejar ainda mais. Quando me dei conta, meus lábios já estavam roçando nele. Ele me agarrou pelo cabelo com firmeza e me puxou de vez para perto do pau dele, esfregando ele no meu rosto. Eu estava com a boca fechada, algo dentro de mim dizia que estava errado. Eu estava confusa.
Mas ele resolveu isso me segurando com mais força pelo cabelo com a mão esquerda, enquanto com a direita segurava o membro preto e monstruoso dele pela base. Me deixando imóvel, ele começou a me bater na cara com o pau dele da forma mais humilhante possível, enquanto dizia a cada tapinha:Abre essa porra de boca, sua puta branquela.Eu obedeci, embora deva admitir que queria fazer aquilo. Mas o jeito como ele me tratava detonava dentro de mim uma bomba de sensações até então desconhecidas. Sensações de humilhação, fraqueza, inferioridade... que me causavam muito tesão, excitação... e prazer.

Ele enfiou o pau na minha boca depois que eu obedeci e abri, colocando um pouco menos da metade até que uma ânsia me atacou. Consegui jogar a cabeça pra trás naquele momento, mas ele, com força, me fez voltar até onde eu tinha engolido, e outra ânsia me atacou de novo. Tentei recuar outra vez, mas dessa vez ele não deixou. Segurou minha cabeça com muita força e começou um vai e vem na minha boca que me dava cada vez mais ânsia, porque ele tava chegando até a campainha da minha garganta, fazendo eu babar pra caralho, escorrendo minha saliva pelo pau dele e pelas bolas peludas. Consegui segurar a vontade fudida de vomitar que ele me causava, e comecei, instintivamente, a massagear ele com a língua e a chupar enquanto ele continuava metendo no ritmo dele. O gosto me confundia, era estranho, mas eu amava. Tinha gosto de homem, de macho. Apesar de tudo, eu não queria que ele parasse, amava o que ele tava fazendo comigo.

A gente ficou uns minutos naquela posição. Quando me dei conta, ele já não segurava meu cabelo, já não tava metendo, era eu que subia e descia naquele pau preto adolescente enorme por vontade própria, chupando com gosto cada centímetro novo que eu engolia. Ainda faltavam uns quantos pra eu conseguir engolir ele inteiro, mas, por algum motivo, eu fazia questão de me esforçar pra isso. A ponta dele já tava atravessando boa parte da minha garganta, o que continuava me dando ânsia pra caralho, mas eu aguentava, queria engolir ele todo.

Naquele momento, ele começou a levantar minha camiseta pela parte de baixo das minhas costas. Eu tava vestida com aquela camiseta azul mais uma calça jeans largada. Tipo, não tava vestida pra impressionar, fazia anos que eu não fazia isso. Não me maquiava, não arrumava o cabelo. Desde o momento em que descobri que meu marido me traía, me senti tão pequena... e isso refletia muito na minha aparência. Jurava que meus anos de juventude já tinham passado. Que me trocavam por não ser atraente, por ter chegado numa idade em que não tinha mais nada a oferecer. Por isso me senti tão estranha quando esse garoto começou a tirar minha camiseta. Tanto, que parei de repente.- O que você tá fazendo?- Eu perguntei pra ela.- Quero ver suas tetas.-Ele me disse.-Isso está fora dos limites. Combinamos que seria só um boquete.
- Os limites quem impõe sou eu. Mostra essas putas tetas.
- Não, não vou fazer isso.—Falei com ela com uma autoridade trêmula.- Ok.—Ele me disse. Puxou o macacão esportivo pra cima, escondendo o pauzão duro e encharcado da minha baba. Abriu a porta e desceu do carro, batendo com força. Desci pelo meu lado pra segui-lo.- Espera, pra onde você vai?—Perguntei nervosa.—Ainda não terminei de chupar!
- Te falei que quero ver seus peitos. Mostra eles pra mim.—Me ordenou. As palavras autoritárias dele ecoavam pelo meu corpo inteiro. Ele parecia tão macho me falando daquele jeito.- Tá bom, tá bom, você ganhou. Entra de novo no carro, eu mostro elas pra você aí e continuo te chupando.- Eu falei pra ela.- Não. Tira a flanela e o sutiã agora.— Ele me disse. Eu fiquei paralisada. Ele queria que eu tirasse ela ali mesmo?-¡¡YAAA!!- Ele gritou comigo. Assustada, tirei a flanela e o sutiã, ficando com o torso nu no meio do estacionamento da escola. Por sorte, não dava pra ver ninguém passando por ali.-Mas que pedaço de peito...Falei. Me senti lisonjeada. Sou uma mulher de peitos bem grandes, tenho 105 centímetros, copa DD.—São naturais?-Ela me perguntou.—Sim... são sim... Podemos voltar pro carro, por favor? Alguém pode aparecer...Eu disse, nervosa, e com uma vontade imensa de continuar chupando a pica dele.-Elas parecem gostosas demais pra ser naturais- Ele me disse. Fiquei vermelha com as palavras dele, fazia anos que ninguém me dizia algo assim. Ele se aproximou de mim e pegou nelas do jeito que quis, eu deixei ele fazer.Caralho... se são naturais— Disse enquanto as apalpava à vontade.-Quantos anos você tem?
- Quarenta...e...seis...mmmmhhh...-Eu disse, gemendo no final. Meus peitos são uma das zonas mais erógenas do meu corpo. Os estímulos ali me excitavam, e naquele momento os que o Yonatan fazia me fascinavam.- Porra! E com dois filhos pra criar... e ainda tem elas bem empinadinhas e firmes... e macias... são uma delícia, adorei. Devem ser bem gostosas em volta do meu pau. E essa barriga lisinha... essa cintura fina e curvada... Com esse corpanzil você devia ser modelo, por que anda tão largada por aí?-Ele me perguntou.Olha esse cabelo bagunçado... e essa cara de puta safada... tá precisando de maquiagem. Não se arruma pro seu marido, não?
-Sou... mmmhhh... sou... divor... mmmhh... divorciada...Falei entre suspiros e gemidos, com a respiração ofegante. Esse menino tava amassando meus peitos bem gostoso enquanto me criticava e elogiava ao mesmo tempo. As palavras dele pareciam mais uma espécie de bronca.- Divorciada? Nossa... desde quando você não vê uma pica boa?
-Desde... faz... mmmhhh.... quatro.... quatro... mmhh.. anos...— Falei pra ele. Sim, tava separada há 2 anos, mas desde 2 anos antes dessa separação, não transava. Meu ex-marido naquela época nem me tocava. Claro, a puta por quem ele me largou já naquela época mandava ele pra casa com os ovos vazios, e ele não tinha energia pra mim.- Já entendi... bom, isso vai mudar hoje. Tira essa calça.- Me ordenou.- Por favor, Yonatan... a gente tá num lugar público.
- Você acha que eu sou idiota? Sei onde estamos.-Ela me disse, abaixando levemente a parte da frente do macacão pra me mostrar a rola dela, que ainda tava dura.Se você quer mais disso, vai ter que fazer o que eu quero. E agora, quero que você tire essa porra da calça.— Ele me disse.- Eu... eu... por favor...Não sabia o que dizer pra ele. Claro que queria continuar chupando a pica dele. Lá no fundo, eu tava pedindo por aquilo aos berros. Mas tudo parecia tão errado...-Agora.- Ele me disse.
Desabotoei o jeans e deixei cair até os tornozelos. Fiquei só de calcinha verde, que eu tava usando na hora, cobrindo minha buceta. Yonatan deu uma volta ao meu redor, me inspecionando. Isso me deixava nervosa pra caralho... e me excitava também.- Mas que buceta gostosa... e essas pernas enormes que você tem, mulher. E esses quadris largos... Sem dúvida você se entregou de vez.- Ele me disse. Passou a mão nas minhas nádegas, para amassá-las à vontade.E essas bundonas... duras e firmes. Malha elas?- Ela me perguntou.- Não... faz tempo que não malho.- Eu confessei pra ela.- Mas tu tem um corpo que mais de uma puta da minha idade desejaria ter... Quais são suas medidas?
- A... a última vez que tirei minhas medidas foi 105 - 63 - 95.- Eu falei pra ela.- Genial... e ainda tá em ótimo estado... entra no carro.—Me ordenou. Eu me abaixei pra vestir a calça de novo.Não. Deixa a calça aqui fora. E a camisa largada no chão. Tira os sapatos também.
-Mas... mas.Tentei protestar.-Obedece.- Ele mandou.
Obedeci, tirei os sapatos e fiquei só de meias e calcinha. Ele deu a volta no carro e sentou de novo no banco do carona. Abaixou o macacão de novo e pude ver mais uma vez aquela pica fantástica, que fiquei olhando por uns segundos.E aí? Não vai chupar sozinho, não.—Ele me falou.
Na hora, me aproximei e comecei a chupar ele. Me senti gostosa, mesmo ele tendo dito que eu estava meio largada, mas saber que ele curtia meu corpo me fazia sentir incrível, desejada. E com tesão.
Apoiei a cabeça na barriga dele e comecei a mamar confortavelmente aquela pica imensa, ajoelhada no banco do piloto, com a bunda empinada pra janela. Ele aproveitou a posição pra puxar minha calcinha de lado, feito um "fio dental", fazendo o tecido entrar entre minhas nádegas. Em seguida, passou a mão na minha bunda por um bom tempo enquanto eu continuava chupando o pau dele com desejo e paixão, lambendo e brincando com a cabeça, engolindo o máximo que conseguia... tirando de novo, acariciando as bolas peludas e já molhadas pela baba que escorria até elas.
Depois de uns minutos longos, mas muito gostosos assim, ele me fez levantar pra reclinar o banco até ficar bem deitado.—Vem aqui, gostosa, enfia essa buceta no meu pau sozinha...—Me ordenou. Fiquei hesitante diante dele. Tava toda molhada, queria ele lá no fundo... mas era errado. Muito errado.- Espera... Yonatan, isso tá errado...Eu falei pra ela.-Eu decido o que é errado e o que não é.—Ela me disse- Não... não posso... você é muito novo... eu sou muito velha...
—E mesmo assim você está seminua pra mim e ficou me chupando.-Ele me disse. Passou a mão nos meus genitais, acariciando minha bucetinha por cima do tecido da calcinha.Além disso, você tá pingando... você quer muito isso.
—Yonatan... isso tá errado...Falei pra ela.- Não vou repetir. Enfia em você mesma AGORA- Ele me ordenou.- Por favor... Yonatan... por favor— implorei. Sim, não vou mentir, naquele ponto eu já tava doida de tesão por ele. Mas era errado.
Ele se levantou do banco, puxou o macacão pra cima mais uma vez e desceu do carro, saindo andando. Foi aí que a minha luxúria me fez agir. Desci do carro e corri atrás dele, com a calcinha enfiada no meio da bunda, andando de meia.- Espera!— Falei enquanto corria atrás dele.-Não me deixa assim, não!— Eu disse, pegando ele pelo braço quando o alcancei. Não me importei se me vissem naquele estado.- Me solta, não tenho paciência pra putas burras como você.—Ele me disse, se soltando das minhas mãos.- Não! Não!- Gritei desesperada. Por algum motivo, meus olhos se encheram d'água. Acho que foi pelo impacto de admitir pra mim mesma que não queria que ele fosse embora, mas que me comesse. Tanto tempo largada e com as palavras dele me senti desejada. Adorei sentir isso de novo. Ajoelhei e abracei uma das pernas dele.-Por favor!- Sollocé.—Vou fazer o que você quiser! Me perdoa! Mas não vai embora... me fode!- Eu implorei pra ela.-Jajajaja—Ele deu uma gargalhada.Você gostou da minha piroca, né?
—Sim... sim... eu gosto...Falei pra ela.-Então entenda de uma vez por todas: Eu tenho a buceta, eu dito as regras. E você vai segui-las cegamente.—Ele me disse, com prepotência. Eu sabia que isso podia acabar muito mal... mas sentia a necessidade de me entregar pra ele.Diz que você entendeu.-Ele me disse.-Entendo. Você dita as regras... você... você manda.- Eu falei pra ela. E dizer aquela última parte, o "você quem manda", por vontade própria, me deixou excitado pra caralho.- Beleza.—Ele me disse.
Me pegou pelo cabelo e, com muita habilidade, me fez ficar de quatro, me levando assim, de joelhos, de volta pro carro. Ele entrou primeiro, deitando no banco do carona que ainda estava com o encosto totalmente reclinado, e mais uma vez, baixou o macacão até os tornozelos. Dessa vez não precisei que ele me ordenasse nada; eu mesma me posicionei sobre ele com as pernas abertas de cada lado do corpo dele, não sem antes fechar a porta do carona. Afastando a calcinha de lado, comecei a descer devagar pra, como ele tinha me mandado antes, me enfiar naquela pica preta magnífica que, apesar de tudo, não tinha perdido a ereção. Só de sentir a ponta da pica roçar meus lábios vaginais já foi algo que me encheu de prazer e me fez tremer de gosto. Soltei um suspiro entrecortado enquanto começava a me enfiar devagar, engolindo primeiro a glande dele, enorme, grossa, sentindo minhas paredes vaginais se abrirem lentamente e com facilidade por causa da quantidade de lubrificação que escorria da minha buceta. Ele esticou um braço e agarrou minha teta direita. Foi um aperto nada suave nem gentil, mas que me excitava pra caralho. Um sorriso malicioso enfeitava o rosto dele, e num dado momento, quando comecei a gemer violentamente porque a pica dele, que nem tinha ido pela metade, já estava alcançando pontos que ninguém nunca tinha tocado antes, ele começou a dar risada.- Kkkkkkkkkk- Ela ria.-¡¡Aaahh!! O-que que tá rolando aaaahh??—Perguntei entre gemidos.- Me dá uma risada saber que vim atrás de cobre e encontrei ouro.-Ele me disse.-C-c-como assim?
- Vim atrás de um boquete de uma puta racista. E ela acabou me dando mais que isso. E louca pelo meu pau, porque isso que você tá fazendo é mais porque quer minha rola do que pra cuidar do filho da puta do seu filho, o arrombado.Eu fiquei calada e só me limitei a gemer, a sentir o gostoso do pau dele. A verdade é que ele tinha razão, eu tava fazendo isso pelo pau dele, porque eu queria ele. Já fazia um tempo que eu não mencionava meu filho, na verdade, praticamente tinha esquecido dele, o motivo principal de eu ter vindo nesse encontro. Quando desci do carro pela primeira vez pra convencer ele a ficar, fiz porque queria continuar chupando o pau dele. E na segunda vez, implorei de joelhos pra ele ficar e me comer. Esse pauzão preto tinha tirado meu filho da minha cabeça, e com muita eficiência, porque mesmo ele mencionando naquele momento, minha prioridade ainda era dar prazer pra esse negão que eu tava montando na hora. Ele me fazia sentir bem, apesar da atitude dura e rebelde. O pau dele me tinha presa no prazer.

Quando tive meu primeiro orgasmo, ainda não tinha sentado nele por completo. Ainda faltavam uns centímetros de carne dura pra enfiar. Nem tínhamos começado o ato de verdade, não teve sobe e desce, não teve mete e tira, não teve bombada. Só que o pau dele tava alcançando cantinhos das minhas entranhas que nunca tinham sido explorados por ninguém. Mesmo tendo tido dois filhos, e com a minha idade, minha bucetinha ainda tinha muito a dar, pelo visto.-¡¡¡¡AAAHHhhaaaHHHAAAHHHhh!!!! ¡¡M-MEHHHVEEEeehhHHHNGOOOooooHhOOhhh!!- Gritei alto entre tremores violentos que percorreram meu corpo inteiro como se fossem um terremoto terrível cujo epicentro era o fundo da minha buceta. Me inclinei pra frente e caí exausta no peito do garoto, que não soltava minha teta, brincando com ela à vontade.
Poucos segundos depois, na mesma posição, ele começou a bombar devagar enquanto eu jazia inerte e perdida nos mares do prazer. Sentia que as forças tinham abandonado meu corpo e a razão, minha mente. Não me importava mais com nada no mundo naquele momento, só com o garoto que estava metendo o pau em mim. Com aquele orgasmo, senti um laço, uma conexão, algo que me prendia a ele. Sentia a necessidade de agradá-lo, de satisfazê-lo. Quando voltei a mim, sentia que era outra mulher diferente. Me sentia mais jovial. Sentia um propósito. E estava sentindo ele dentro de mim, bombeando suavemente minha bucetinha encharcada.
Me ergui de novo, apoiando as mãos no peito dele, e ele aproveitou pra, com a mão livre, agarrar minha outra teta. Parou de mexer a pélvis no momento em que comecei a rebolar minhas cadeiras pra cima e pra baixo. Fazia tempo que não fazia isso, mas os movimentos saíam tão naturais, num ritmo delicioso, que me fazia descer cada vez mais, até o ponto em que eu já metia ele inteiro dentro de mim. "Clap clap clap" começou a ecoar dentro do carro o som dos nossos corpos se chocando, dos meus fluidos espirrando na minha vulva escorrendo.Ahhh, ahh ahh siiim ahh skkk siii continua, continuaah não para vadia continua, maldita que delícia continua, assim continuaaaaaahh—Ele dizia. Eu adorava ouvir aquilo dele. Me fazia sentir suja, promíscua, e me fascinava. Meus gemidos acompanhavam os dele enquanto eu me mexia para o prazer dele, olhando nos olhos dele, sorrindo de tesão. Ele brincava com meus peitos à vontade, eu amava a sensação, me fascinava que ele os amassasse com gosto, que beliscasse meus bicos, que os torcesse para me causar uma dor gostosa, uma tortura deliciosa que eu não queria que acabasse nunca.
Depois de um bom tempo, ele segurou minha cabeça com as duas mãos e, se movendo, fez a gente trocar de posição, ficando os dois deitados de lado no banco reclinado, mas de frente um pro outro. Ele passou a bombar à vontade, num ritmo muito mais frenético do que o que eu tava levando. Com a mão direita, soltou minha cabeça e enganchou o braço na minha perna esquerda, levantando ela até minha própria coxa encostar no meu peito esquerdo, segurando de novo minha cabeça com a mão. A posição me incomodou pra caralho, tava há anos sem me exercitar, minha flexibilidade tava meio enferrujada, mas mesmo assim não liguei pra dor que senti. Na real, eu gostava.
Enquanto ele possuía meu corpo, com os olhos dele tomava conta da minha alma. Nossos rostos estavam a centímetros de distância, eu queria beijar ele na boca. Mas não tive coragem. Por algum motivo, sentia que ele tava no controle, e não queria contrariar ele com meus desejos. Me deixei foder por um bom tempo que, confesso, passou muito, muito rápido, eu queria que aquele momento nunca acabasse. Mas ele tirou aquele pau preto enorme da minha buceta já encharcada de fluidos vaginais, me deixando trêmula e morrendo de vontade de mais.- Não... não... nãoohhh... por... poooor favoohhhhrrrr mete em mim mete em mim mete em mim eu te implorohhhh- Supliquei entre gemidos distorcidos.- Quer ele dentro da sua buceta de novo?- Ela me perguntou.-Siiiiihhh siiiihh siiiiihhh-Respondi com desespero crescente.- Bem... vou meter de novo... mas primeiro quero explorar mais.—Ele disse, soltando minha perna do braço com que a tinha enganchada, e logo em seguida, numa demonstração de macho, rasgou minha calcinha, além de tirar minhas meias, me deixando completamente pelada e descalça pra ele.—Você tem uns pés bonitos, mas essas unhas, mulher... tão sem graça...Ele falou, criticando as unhas dos meus pés. Como já disse mil vezes, eu estava muito largada por causa do meu papel de dona de casa e mãe separada. Não sobrava tempo pra ser gostosa. O comentário dele me fez sentir feia, e me encheu de tristeza e preocupação. Era inacreditável como ele tinha essa manha de me fazer passar de linda e viva pra feia e sem graça. Baixei o olhar depois daquela fala. Ele foi pro banco de trás e sentou.Fica de quatro, me mostra bem essa buceta— Disse ele, acendendo a luz do teto. Eu, diligentemente, obedeci à ordem dele, preocupada. Preocupada de que ele visse algo mais que não gostasse em mim. Ele me deixava louquinha.Olha só isso aqui... mulher, tu tem uma buceta muito gostosa...
- Você...você gosta?—Perguntei com uma esperança medrosa. Esperança de continuar agradando ele.- Claro...Disse, apoiando as mãos nas duas nádegas pra acariciar de leve. Dava pra sentir o olhar dele examinando cada poro da minha pele, assim como o toque. Me sentia aliviada em saber que ele tava gostando da minha bunda.—Já te comeram o cu alguma vez?
-N-não... n-n-nunca.—Falei com certa preocupação. Tava com medo que ele se animasse com aquilo. Nunca tinha levado nada por ali, e não sabia o que fazer se ele quisesse tentar. Por um lado, me dava medo, já ouvi que dói pra caralho e que até pode rasgar, sem falar no nojo que era. Por outro, não queria negar nada pra esse cara, que de repente passou de ser o babaca que batia no meu filho pra virar um Deus. Meu Deus de ébano.- Hora de mudar isso.— Disse ela, abrindo minhas nádegas para deixar bem à mostra meu furinho anal, pulsante, temeroso de quem ia se tornar seu dono de forma inevitável. Porque sim, eu sabia que, por mais que reclamasse, ele ia acabar enfiando o pau no meu cu.—Mas... mas... isso exige preparação... t-treinamento...Eu disse, numa tentativa de adiar o que já tinha dito que era inevitável. Não me restava vontade de discutir nada com ele. Na real, no fundo de mim, não queria negar nada a ele. Mas mesmo assim o medo me fez criar obstáculos.- Eu sei muito bem como arrebentar as bucetas de putas brancas como você.- Ela me disse.—Mas....
- Quer sentir meu pau dentro da sua buceta de novo?—Ela me perguntou me interrompendo.- Siiiiim, siiiim, eu preciso disso!!!
-Então você vai sentir primeiro no seu cu, e depois eu meto na sua buceta. Fim de papo.—Ele me disse de forma categórica, me dando uma palmada forte e sonora que me fez dar um pulinho engraçado no banco e soltar um gemidinho de dor e prazer. Me pareceu tão másculo, tão macho alfa, tão hipnotizante e excitante. Ele tinha a última palavra. Ele decidia.
Começou a esfregar com um dedo meu buraquinho anal, o que me fazia apertá-lo de forma reflexa. Percorria os arredores com esse mesmo dedo com muita maestria, o que me fazia ficar com a pele arrepiada, além de tremer. Brincou assim, com roçadas, por alguns minutos, e depois aproximou a mão esquerda da minha boca.- Cospe.— Me ordenou. Eu obedeci e cuspi um pouco.Não, mulher. Cospe mais. Cospe bastante.— Ele me disse. Obedeci e comecei a tirar saliva com a boca, cuspindo várias vezes na mão dele. Quando já tinha bastante cuspe grosso na palma, ele tirou a mão de novo e começou a passar no meu cu com gosto, massageando de leve. Ia ser aquele o lubrificante.
Uns segundos depois, do jeito que deu, ele se levantou um pouco do banco e, com o torso colado nas minhas costas, encostou o pau preto e duro dele em mim. A roçada da cabeça entre minhas nádegas me fez tremer. "Chegou a hora" foi a única coisa que pensei. Sim, era hora de perder minha virgindade anal, e nada mais, nada menos que com o mesmo cara que mandou meu próprio filho todo surrado e humilhado pra casa, um cara que naquele momento era o dono da situação e do meu corpo.
Ele começou a empurrar contra meu cu.-P-por favor, papai... d-de leve... por... por favor...Eu implorei. Senti uma risadinha leve dele na minha nuca. Minha atitude submissa e suplicante divertia ele. E eu não sabia se me sentir humilhada ou satisfeita por causar essa diversão. Ele continuou empurrando com mais pressão, mas meu buraquinho não cedia, por reflexo eu apertava. E doía. — Ayayayayay—chilé, mas sem fazer escândalo. Resolveu parar com essa primeira tentativa, recuando e sentando de novo.- Você não mentiu quando disse que não fez isso por aí.-Ele me disse, acariciando minhas nádegas de novo suavemente.Parece que vamos ter que começar com algo menor...—Falei. Senti de novo o dedo dele percorrendo meu cu besuntado de cuspe. Ele fazia movimentos circulares e suaves. Uns segundos depois, começou a fazer pressão, encontrando de novo minha resistência reflexa.Relaxa essa buceta, mulher... é melhor pra você, porque vai entrar, isso vai, e vai doer, mas depende de você se dói mais ou menos.-Ele me disse.
Eu obedeci e relaxei a bunda o máximo que pude, sentindo o dedo dele abrir caminho com facilidade no meu buraco e entrar no meu cu.Ééé isso... boa garota...Ele disse, o que me agradou, apesar da dor que eu sentia, a qual devo admitir que foi uma dor... excitante. Yonatan começou a dedar minha buceta primeiro com suavidade e lentidão, mas aumentando a intensidade aos poucos até chegar a um ritmo mais ou menos rápido e meio forte.-Aaaahhhh mmhhhh mmmhhhh ahhha ahhhhh ai ai mmmmhhh aihahhhhh– Eu gemia pra ele, a mistura de dor e prazer era deliciosa, sublime. Era a primeira vez que sentia algo assim, e eu tava adorando.
Depois de uns minutos de dedo, ele começou a fazer pressão com um segundo dedo, sem tirar o primeiro. Quando senti, meu corpo deu um pulo. Virei a cabeça pra olhar pra ele, suplicante. Mas nem eu mesma sabia pelo que tava implorando: se pra ele deixar meu cu em paz, ou se pra ele continuar e não parar com as tentativas. Ele me deu um tapa forte na bunda e continuou forçando o segundo dedo, que, depois de uns minutos de insistência da parte dele, conseguiu entrar.Aaayyyyaayyyay mmmhhhh- Gelei e gemi. Doía pra caralho. Mas me excitava demais.- Você gosta?- Ela me perguntou.SiiiiihhhRespondi com um gemido misturado.Hahaha vagabunda...- Ele me disse. Continuou dedando cada vez com mais força e intensidade por alguns minutos, girando os dedos dentro do meu cu, mexendo eles, me fazendo gemer e sofrer. Meu corpo tremia no ritmo da penetração dele. Eu me sentia possuída, humilhada, mas plena, viva. Eu gostava. Depois de alguns minutos, ele tirou os dedos devagar. Sentia meu cu aberto, pulsando. Me sentia quebrada, suja. Mas não se comparava ao que viria depois. Ele aproximou a outra mão da minha boca.-Cuspe—Ele mandou. Eu obedeci, e dessa vez cuspi bastante na mão dele, como ele já tinha me ensinado. E como da outra vez, assim que teve o suficiente da minha baba na mão, ele a tirou, mas, dessa vez, não passou no meu cu, que tava doendo e pulsando. Virei a cabeça de novo pra trás e vi que ele tava passando na pica dura dele. "Agora sim... é a hora", pensei. Não consegui evitar tremer de medo. Mas agora, uma parte de mim queria ele dentro do meu cu. E não era só pra agradar ele, era porque eu tinha gostado de sentir os dedos dele lá dentro e queria mais. Naquele pouco tempo, ele tinha me transformado com maestria numa puta de verdade, precisando de carne no meu cu, algo que eu nunca imaginei que fosse desejar.

Ele se levantou do banco, igual na primeira tentativa, encostando o tronco nas minhas costas de novo, colocando o rosto na minha nuca. Eu sentia a respiração dele, o hálito que naquele momento me parecia delicioso. Senti a ponta da glande dele, fria por causa da baba, mas dura e imponente, na entrada do meu ânus. Ele começou a empurrar devagar, e aí sim eu comecei a sentir meu buraquinho se alargando muito mais do que com os dedos dele.Relaxa, sua puta.— Ele me ordenou. Eu obedeci, mas a dor era intensa. Mesmo assim, não gritei, só mantive minha boquinha aberta num gemido que não conseguia sair por completo, diferente das minhas lágrimas, que escorriam dos meus olhos, brotando em resposta à penetração, expressando a dor que eu sentia. Senti os dedos dos meus pés e das minhas mãos se torcerem e apertarem com violência. No entanto, fiz tudo o que era humanamente possível para manter meu cu relaxado, sem apertar.
O pau dele foi entrando cada vez mais, esticando meu reto apertado, alargando, recalibrando no tamanho dele. Eu sentia cada milímetro de carne entrando em mim. Minhas lágrimas não paravam de escorrer dos meus olhos, assim como minha baba da boca, e meus sucos vaginais da minha buceta, porque sim, a dor era imensa, enorme, mas o prazer era indescritível, prazer causado principalmente por aquela sensação de plenitude, de propósito, de vida.—Tem, experimenta.—Yonatan sussurrou no meu ouvido, enfiando na minha boca aberta os dedos que tinha metido no meu cu segundos antes, dedos que chupei e saboreei com desejo, paixão e luxúria, encontrando um gosto delicioso neles. Eu amava o que ele estava fazendo comigo, no que ele estava me transformando, me fascinava como esse garoto estava me levando a cruzar limites que nenhum outro homem, nem mesmo meu ex-marido, tinha me feito cruzar antes.
Com a outra mão, ele se apossou dos meus peitos, que mais uma vez começou a apalpar, beliscar e torcer à vontade, enquanto com os dedos fodia minha boca e com o pau dele me perfurava o cu à larga. Eu estava perdida num mar de prazer agitado por uma linda tempestade de dor e sofrimento, que eu curtia e gozava a cada segundo que passava, implorando que esse momento nunca acabasse, suplicando do fundo da minha alma por mais.
O pau dele não parou até que a pélvis dele se encostou completamente no meu cu, e mesmo assim avançou mais uns centímetros, esmagando minhas nádegas carnudas e durinhas contra mim mesma para alcançar o canto mais profundo das minhas entranhas. Sem me dar tempo de me acostumar com a presença imponente dele dentro de mim, ele começou a tirar uns centímetros e depois meter de novo, iniciando um vai e vem lento e suave. Com a mão que ele tinha no meu rosto, com dois dedos na minha boca, ele fez eu esticar a cabeça para trás para olhar nos meus olhos, os meus estando quase totalmente brancos. Mal conseguia vê-lo, mas ele já não me parecia aquele garoto irritado, aproveitador e idiota que batia e enchia o saco do meu filho. Agora ele era meu amo, meu senhor, meu dono, meu Deus, algo inestimável, algo inalcançável, e eu esperava que com meu olhar ele pudesse entender o que passava na minha mente. "Obrigada, obrigada, obrigada" era o que eu pensava. Obrigada por ser suave com meu cu, mesmo eu não merecendo. Obrigada por me foder, mesmo eu não merecendo. Obrigada por me elogiar, mesmo eu não merecendo. Obrigada por tudo que ele me dava, mesmo eu não Me sentir naquele momento merecedora de tanto prazer e plenitude. As investidas dele foram aumentando de intensidade com o passar dos minutos, nós dois gemíamos de prazer.—De quem é essa bunda?—Ela me perguntou, tirando os dedos da minha boca mas sem soltar meu rosto, que segurava pelo queixo, me olhando nos olhos.- S-seu!-Respondi entre gemidos.
- E essa buceta?- Suaah sua suaahh!
- E esses peitos?—Ela me perguntou apertando minha teta direita com força e fazendo eu sentir o braço dela passando pela esquerda, apertando ela contra mim, já que era a mão esquerda dela que tava no controle dos meus peitos.- Sua... s-suas... suaasss
- Quem é uma boa putinha?
- Eu! Eu sooou uma cadela! Mmmhhhg! Aaahh! Sua cadelaaaaaggh!
- Late para mim, vagabunda.
- WooHhh...oof! Au! Auuu!
- KkkkkkkkkEla caiu na risada quando me ouviu gemer. Continuou castigando minha buceta com uma penetração forte e constante, me fazendo apertar um pouco pra dar mais prazer pra ele. A resistência e a energia dele eram incomparáveis, eu amava tudo que sentia, apesar da dor que ainda estava ali, e que eu também curtia pra caralho. Naquele instante, percebi meu celular começar a tocar. Ricardo, meu filho, estava me ligando. Naquele momento, meu filho precisava de mim. Meu instinto materno dizia pra eu parar tudo e atender. Era meu filho. Mas o que eu fiz foi desligar a chamada. Me senti uma puta suja e degenerada de verdade ao ver o nome e a foto dele na tela do celular e o aviso "Chamada rejeitada" em cima. Eu tava colocando o cara que batia no meu filho acima dele. Imediatamente, ele ligou de novo. E eu, sem hesitar, desliguei de novo. E ele ligou de novo.- Escuta aqui.— Yonatan me disse.- N-nãooh!— Disse.- Não ééééééééééé! Não é ne...ceeehh...ssááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááá
- Ah, não? Quem é?
- Nin-guémém!-Disse.- Me diz quem é a putinha.-Ele me ordenou, usando uma voz muito mais autoritária do que já vinha usando há um tempo, e que me fez tremer até a ponta dos meus cabelos.- P-Por favor, papaiii!-Implorei. Ela me deu um tapa fortíssimo como castigo, que me levou ao orgasmo de forma brutal e intensa.- Não vou te perguntar de novo, puta.
- É o Ricardo! É-é m-meu fiiilhooooh!- Eu confessei.- Sabe o que isso significa?
- N-não... nãoooohh siimm!
- Significa que você vai atender essa ligação, e enquanto fala com ele, eu vou foder essa sua bunda cada vez mais forte, e você vai ver como controla seus gritos e gemidos, sua puta.-Ele me disse.- P-p-p-por favor, papai! Eeeehh aaahhhhghh!! Isso nãoohh!- Eu roguei. Nisso a ligação caiu.—Sim, isso sim. Já falei. Retorna a ligação pra ela. Ou, se quiser, eu ligo.—Ela me disse- Não! Não! Eu faaahçoohh.-Falei. Peguei meu telefone e liguei pra ele.- Coloca no viva-voz.- Meu cruel dono me ordenou. Eu obedeci.- Alô, mãe?—Meu filho me respondeu. Naquela hora, o valentão começou a me empalar com o triplo da força, não o dobro. Eu, toda dolorida, mas excitadíssima, comecei a chorar. Chorava porque queria gemir à vontade, mas tinha que me segurar. Chorava porque queria gozar, mas tinha que me segurar. Chorava porque estava traindo meu filho, e mesmo assim tava curtindo igual uma porca.—Mamãe?- Ele perguntou de novo pelo alto-falante. As palavras não saíam. Levei as mãos à boca, apoiando os cotovelos no banco, para segurar os gritos de prazer que queriam sair do fundo do meu ser.—Mamãe, que barulho é esse, você tá bem?-Estava perguntando. O que soava era a pélvis do meu castigador batendo na minha bunda numa penetração feita sem nenhum tipo de remorso nem piedade.Alôôôô—Disse meu filho. Eu sentia que, se tirasse as mãos da boca e a abrisse, ia escapar o orgasmo mais alto e intenso da minha vida. Por sorte, Rodrigo acabou desligando a ligação.-¡¡¡¡OOOOOOHHHHHHHHHHH MEEEEEEEEEEEEEEEEEEUUUUUUUUUUU DEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE

4 comentários - O bully negro do meu filho

Porquería de comic, me cagó en esta porquería
kramalo +1
esta bueno...! bastante fantasioso....
IliCba
Wow que hermoso relato!!! como metio a su hija en esto? muero por leerlo!