A mulher do meu amigo (2)

Foi incrível transar com a Maite, algo impensável, consegui comer a mulher de um dos meus melhores amigos. Eles me convidaram pra passar uns dias no chalé deles. No dia seguinte, ao acordar, lembrei do tesão que senti em fazer aquilo na sala enquanto o marido dela dormia no quarto, e também de pensar que a Marisa, a filha, podia aparecer e nos pegar no flagra. Isso me fez aproveitar muito mais aquele momento…

No dia seguinte era o aniversário da Marisa, ela tava fazendo 22 anos e queriam fazer uma festa no chalé, convidando os amigos e os tios. Quando levantei, a Maite tava preparando o café da manhã, agindo como se nada tivesse acontecido. O Pedro, o marido dela, tava tomando café, e a Marisa, a filha, também.

— “Bom dia, Paco, dormiu bem?”
— “Bom dia, maravilhosamente, bem relaxado”, respondi olhando pra Maite, que desviava o olhar e eu via ela ficando vermelha.
— “Preciso ir ao escritório pegar uns documentos e levar ao banco. Na hora do almoço já volto, e à tarde vamos curtir o aniversário da minha linda filha, que já é uma mulher feita e direita.”
— “Com certeza”, pensei comigo mesmo enquanto sorria e olhava pra Marisa, que tava tomando café de pijama e dava pra ver que não tava usando nada por baixo. Os peitos dela eram pequenos, mas provocantes.

Depois do café, falei que ia pra piscina, peguei uma espreguiçadeira e me deitei. A Maite tinha saído pra fazer umas compras, e a Marisa tinha ficado no quarto dela.

Pouco depois, ela apareceu com um biquíni vermelho e se deitou do meu lado pra pegar sol. Eu continuei lendo, e ela, depois de dar um mergulho na piscina, se deitou ao lado. A menina tava uma gostosa pros 19 anos que ia fazer. Quando saiu da água, os biquinhos marcavam o top do biquíni, e comecei a pensar como seria delicioso apalpar aquilo numa garota jovem, mesmo tentando tirar essa ideia da cabeça, porque ela era minha afilhada e não achava isso certo.

Começamos a conversar e eu falei pra ela: E aí, como é que tava indo com o guri que cê tava saindo? A gente sempre teve essa liberdade pra conversar, apesar da diferença de idade."
— "Bom, não tamo mal, mas acho ele bem imaturo, e eu sempre gostei de gente que sabe o que quer e é ousada."
— "O que cê quer dizer com ousada?" perguntei. "De qualquer forma, ele é bem novo, tem sua idade, vai amadurecer com o tempo, certeza."
— "Que arrisca, que não se acanha em certas situações. Outro dia a gente tava comendo, tentei dar um beijo nele no restaurante e ele falou que ali não, que podiam ver a gente. E vou te contar um segredo, mas só porque cê é meu padrinho e eu confio em você: ele tem ejaculação precoce. Assim que eu toco um pouco, ele goza na hora e me deixa na mão."
Fiquei meio besta com o comentário, e minha cabeça começou a viajar, imaginando a Marisa tocando o namorado dela e o moleque gozando rápido e deixando ela com vontade.
— "Pô, então ele te deixa a ver navios!" respondi rindo.
— "Pois é, e depois eu é que me viro. Ainda bem que tenho o Manolito," ela respondeu com toda a cara de pau.
Imagino o que era o Manolito, e minha cabeça começou a criar cenas daquela garota que ia fazer 19 anos, com aquele corpo esbelto já de mulher, no quarto dela na companhia do Manolito. Comecei a sentir umas palpitações na barriga e tentei mudar de posição pra ela não perceber a ereção que tava crescendo debaixo do meu shorts.
— "E você, desde que se separou da Sara, não saiu com mais ninguém?" ela perguntou.
— "Bom, conheci gente, mas nada sério. Deve ser que eu procuro mulheres que sabem o que querem, uma mulher carinhosa com quem eu tenha total confiança e comunicação," respondi.
— "Viu, somos iguais. Mas com alguma você deve ter... já sabe, não acredito que cê tá a ver navios também, até porque cê é um cara atraente, hein," ela disse sorrindo.
Se ela soubesse que eu tinha passado a noite anterior com a mãe dela no sofá da sala... ufa, comecei a lembrar e minha excitação só aumentou. estava falando num tom mais quente com a filha da mulher que na noite anterior tinha gozado pensando nela.
—"Bom, alguma coisa eu tive, mas nada demais, falei, ei, tá calor, vou dar um mergulho"
Quando me levantei, percebi que meu pau tinha endurecido e tava marcando na sunga, tentei disfarçar do melhor jeito, mas não sei se consegui, saí correndo pra piscina e me joguei. Marisa se deitou na toalha e, da perspectiva da água, dava pra ver a fio dental enfiada na racha do cu dela, ela tava de bruços e num certo momento abriu as pernas, um pedacinho da calcinha tampava a virilha dela. Instintivamente, coloquei a mão no meu volume e comecei a me tocar, liberei o pau da sunga e comecei a me masturbar enquanto imaginava meus lábios e minha língua naquela pele lisa e jovem. Nessa hora, Marisa se levantou, ia entrar na água, e eu tava muito excitado, voltei a guardar o pau na sunga. Ela entrou na água e começou a nadar na minha direção, eu não sabia onde me enfiar. Ela começou a jogar água e fazer bagunça, eu peguei ela pela cintura pra jogar de volta na água quando a mão dela roçou no meu pau, ela deve ter percebido minha excitação, porque se aproximou de novo e, dessa vez, sem disfarce, olhando nos meus olhos, colocou os dedos no meu volume.
—"O que você tá fazendo?" falei
—"O que há com você? Tá duro, notei desde que você tava na toalha"
—"Por favor, Marisa, fica quieta, sou seu padrinho, seus pais estão pra chegar e isso não é certo"
A mão de Marisa entrou pela minha sunga e apalpou a dureza do pau,
—"Isso sim é um pau de verdade, não igual ao do meu namorado" ela disse descaradamente
Ela começou a me masturbar, a sensação da água e dos dedos finos dela tava me deixando louco, eu não queria, mas meus desejos eram maiores. Dei a língua pra ela, que saboreou, mas tirei na hora
—"Você não vai me tocar, Paco, quero ver sua cara de prazer enquanto se masturba, quero te ver gozar"
—"Você é uma menina safada, não pode fazer isso comigo" falei
—"Hoje é meu Aniversário e você vai me dar o presente, porque eu vou pedir" — ela disse.
Aumentou o ritmo no meu pau, eu estava apoiado na borda da piscina, minhas pernas tremiam e, massageando minhas bolas, ela acelerou até eu explodir num orgasmo, jorrando meu leite na água.
Ela me deu um sorriso e, quase sussurrando, disse:
— "Você vai me dar seu presente hoje à noite" — e se afastou, saindo da piscina.
Pouco depois, a mãe dela chegou com as compras que tinha feito e foi buscar o filho, que tinha passado a noite anterior na casa de um amigo. Daí a pouco, o pai chegou, sem saber que a esposa e a filha tinham me feito gozar.
Depois do almoço, começaram os preparativos para a festa que queriam fazer no aniversário da Marisa. Eu não parava de pensar naquela garota impulsiva que tinha me masturbado na piscina e na mãe dela, que parecia tão conservadora, mas que eu tinha curtido durante a noite. Pouco depois, chegou a tia Marian, que era a cunhada da Maite, acompanhada dos filhos — dois caras de 20 e 21 anos. O marido dela estava fora de Madrid a trabalho. Fazia tempo que eu não a via, ela tinha 53 anos, era uma mulher grande, cheinha, mas muito bem proporcionada. O cabelo dela era completamente branco, o que a deixava muito atraente.
Começaram a chegar os amigos da Marisa, e o lugar foi enchendo de jovens que aproveitaram a piscina. Eu estava com Pedro e alguns vizinhos dele que tinham aparecido enquanto preparavam o ágape pra comemorar. A Maite tinha vestido um preto de ombros, com o cabelo preso, e estava linda. A Marisa, um shortinho com uma camisa que não ficava atrás da mãe em nada. Eu não parava de observá-las, lembrando do que tinha rolado entre a gente.
Por um tempo, as duas cunhadas sumiram. Eu levantei pra ir até o quarto trocar de camisa, porque tinha me sujado com a bebida. Quando passei perto do quarto da Maite e do Pedro, ouvi a Maite e a Marian conversando com a porta... fechada,
MARIAN: "Esse vestido fica lindo em você, com certeza seu marido deve estar com o coração na mão."
MAITE: "Muito obrigada, mas o Pedro, com essa história de diabetes, só responde de vez em quando e, sinceramente, tô numa idade que tenho minhas necessidades e na maioria das vezes tenho que me aliviar sozinha... porque o dele não sobe."
MARIAN: "Pois o seu irmão, por enquanto, tá cheio de fogo, embora você saiba que eu também curto muito uma boa buceta e, de vez em quando, com minha vizinha Pilar, quando não tem ninguém, a gente se pega gostoso."
As duas riram, e eu, ouvindo essa conversa, comecei a ficar alterado — não imaginava que a Marian pudesse gostar de fazer com mulheres, e que a Maite passasse fome com o marido.
MAITE: "Olha, nessa gaveta aqui tenho um consolador que, com certeza, me dá mais prazer que o Pedro."
MARIAN: "E você nunca teve vontade de trair ele e comer uma rola de outro?"
MAITE: "Sim, mas sou fiel a ele e não seria capaz de fazer isso" — ela mentiu.
Houve um momento de silêncio, e começou a se ouvir um barulho suave; eu imaginei que era o vibrador que a Maite tinha ligado.
MARIAN: "Esse aparelho deve fazer maravilhas, uff, com essa vibração."
Nessa altura, eu já estava alterado e excitado, pensando na conversa das duas, imaginando a Maite e a Marian gozando como umas putas no cio com o consolador dentro. Ouvi elas fecharem a gaveta, e a Maite disse pra Marian: "Vamos lá fora, senão vão perguntar onde a gente tá. Se você quiser, hoje à noite, quando todo mundo dormir, eu te empresto e você me conta o que achou."
MARIAN: "Mmmmm, com certeza vou gostar."
Eu rapidamente entrei no quarto e fechei a porta, enquanto as duas saíam do quarto e iam pro jardim.
A situação me deixou muito excitado; eu sabia que à noite a gostosa impressionante da Marian ia se aliviar com o consolador da Maite, e isso deixava meu corpo todo nervoso.
A noite passou entre risadas, comida e bebida. Já de madrugada, o pessoal começou a ir embora, e eu fiquei com o Pedro conversando no... jardim, os caras foram pra um pub perto tomar uma bebida e a Marian e a Maite entraram na sala pra ver um pouco de TV e conversar. Depois de um tempo e uns dois drinques, o Pedro falou que ia dormir porque não aguentava mais, e eu disse que ia fazer o mesmo. Depois de dar um beijo na mulher dele, meio cambaleando, ele entrou no quarto. Fiquei deitado na cama pensando na conversa que tinha ouvido e não conseguia dormir. A casa toda estava em silêncio, os caras já tinham voltado, e depois de um tempo eu tava com uma sede danada e fui na cozinha beber água. Saí pra fumar um cigarro, quando vi que no sótão tinha luz. Pensei: "deixaram acesa", porque os outros quartos onde os filhos da Marian deviam estar dormindo ficavam no andar de baixo. Subi as escadas com cuidado, não queria fazer barulho, até chegar no sótão. A porta não estava fechada de todo e tinha uma fresta pequena. Antes de qualquer coisa, quis espiar pra ver se tinha alguém, e fiquei totalmente perplexo ao ver a Maite e a Marian conversando na cama e, entre elas, um vibrador duplo descansava no meio. As duas mulheres começaram a se beijar. A Marian dizia pra Maite relaxar, que ela ia gostar.

MAITE: "Nunca fiz isso com nenhuma mulher, e você é minha cunhada, não é certo."

A Marian levantou o vestido preto da Maite, colocou as mãos nas coxas dela e abriu, deixando ver uma calcinha fio dental preta. Os dedos da Marian começaram a percorrer a virilha da Maite enquanto os lábios dela se juntavam aos da outra, e ela foi descendo a alça do vestido, revelando os peitos da Maite, cujos mamilos já estavam durinhos. A Marian os saboreou com a língua e arrancou um gemido de prazer da Maite, enquanto seus dedos puxavam a tira da calcinha e começavam a brincar na buceta da Maite, abrindo os lábios dela. Imediatamente, a Marian ligou o vibrador e colocou na entrada da buceta da Maite, e... começou a fazer movimentos com a ponta sobre o clitóris, Maite estava entregue ao prazer que a cunhada estava lhe dando
MAITE: “Tô ficando muito excitada, isso é uma loucura total, por favor” — suplicava pra cunhada, que aumentava o ritmo

Enquanto isso, Marian tirou a camiseta que usava, os peitos estavam um pouco caídos, mas se mantinham muito bem pra idade dela, eram grandes, com uma auréola escura e um mamilo grosso, ela os colocou na boca de Maite que, a princípio relutante, acabou saboreando com frenesi

MARIAN: “Sabia que você ia gostar, você precisa aproveitar o sexo, querida”

As duas se entregaram a um beijo frenético, juntando as línguas, era lindo ver aquelas mulheres aproveitando o prazer que estavam sentindo. Marian levou a mão de Maite até a sua entreperna, ela resistiu, mas Marian segurou a mão enquanto mexia os quadris. Ela se afastou de Maite e tirou a calça que usava, diante dos meus olhos apareceram umas coxas largas e grossas, mas firmes. Quando tirou a calcinha fio dental, apareceu uma buceta com uma moita de pelos brancos na parte de cima. Ela pegou a mão de Maite de novo e a levou até a sua buceta, as duas começaram a se masturbar mutuamente. Miriam mexia o vibrador sobre a buceta de Maite, e essa fazia o mesmo com os dedos na buceta da cunhada. Minha mão massageava meu pau diante daquela visão, eu estava a mil vendo aquelas duas mulheres aproveitando ao máximo a excitação delas. Imediatamente, as duas começaram a tremer e gemer, se beijando com frenesi enquanto um forte orgasmo as invadia. Elas ficaram abraçadas, juntando os lábios num beijo suave.

Um barulho veio do andar de baixo, na cozinha, e eu parei minha masturbação. A ereção estava grande, mas com medo de alguém me ver, desisti. E como também não queria que as duas mulheres percebessem minha presença, saí do lugar, desci com cuidado pra ir pro meu quarto. Ao passar pela cozinha, vi que a Marisa estava tomando um copo d’água. Tentei passar sem que ela me visse, mas... estado de excitação que eu tava, mas ela percebeu minha presença
MARISA: “Paco, o que cê tá fazendo? Achava que tava dormindo”
– “Saí pra fumar um cigarro lá fora” foi a primeira coisa que me veio na cabeça e já ia pra cama,
Marisa chegou perto de mim, e disse que eu não tinha dado o presente dela, tava de pijama com short, sentia o calor dela e a lembrança da manhã e do que acabava de ver me excitava demais e ela percebia
– “Vem aqui que eu te dou” falei “tá no quarto”
Entramos no quarto e abri a gaveta pra dar o presente quando por trás senti ela encostar o corpo no meu, tava tão excitado que me virei e agarrei ela com os braços e beijei, ela tinha uns lábios macios quentes cheios de vontade de sentir prazer, no começo pegou ela de surpresa e ela tentou se afastar mas eu não deixei, eram tantas sensações que eu tava sentindo naqueles dias naquela casa, com as duas mãos segurei o rosto dela, era uma loucura, mas beijei abrindo os lábios dela com minha língua e procurando a dela, ela juntou a dela com a minha e começamos a mexer, enquanto isso, ela com as mãos tinha abaixado minha calça e minha cueca, minha pica dura apontava pra aquele corpo jovem que era o da minha afilhada, ela pegou com os dedos e bem devagar começou a acariciar, dava pra ver que a menina tinha jeito e sabia como me fazer gozar, deixou toda minha glande de fora e molhando os dedos começou a esfregar
– “Cê tá com ele bem quente macio e duro” ela disse
Enquanto eu continuava beijando ela, minhas mãos desceram as alças do pijama dela deixando à mostra dois peitos pequenos que cabiam numa mão, a auréola era grande rosada e um mamilo pequeno mas provocante, meus dedos massageavam e eu sentia eles ficarem tipo pedrinhas duras, a respiração dela ficou ofegante e aumentou o ritmo dos dedos na minha pica, se eu quisesse resistir aquilo tinha que parar, deitei ela na cama e tirei o short do pijama, ela não tava de calcinha e diante dos meus olhos descobri uma Buceta totalmente depilada, jovem e faminta, nunca tinha curtido uma mulher tão novinha, mas confesso que o corpo dela e a presença dela me deixavam louco. Passei minha língua e meus lábios desde o lóbulo da orelha dela, que mordisquei e chupei, continuei buscando os lábios dela, descendo pelos ombros, não queria deixar nenhum poro da pele dela sem saborear. Cheguei nos peitos dela, os mamilos estavam duros e com a ponta da língua eu brincava com eles, estavam durinhos, excitados. Ela se agarrava nas minhas costas com força, querendo mais, gemia igual uma gatinha no cio, enquanto meus dedos beliscavam os mamilos dela e os massageavam. Fui descendo até o umbigo dela, minha língua parou ali e o saboreei. Tirei meus dedos dos mamilos dela e agarrei os quadris dela, ela se mexia excitada. Meus lábios beijavam as coxas dela, esbeltas e macias. Abri as pernas dela e na minha frente apareceu uma buceta rosada, deliciosa, e bem devagarzinho, com minha língua, percorri desde o cu dela até em cima. Tava molhada, ela gemia e balançava a cabeça. Falei pra ela que tinha que fazer o mínimo de barulho possível, porque podiam nos ouvir. Minha língua foi abrindo os lábios com suavidade e delicadeza, e fui enfiando e subindo até chegar no clitóris dela, pequeno mas duro.
— “Por favor, me dá teu pau, não aguento mais.”
— “Essa manhã você me fez sofrer, então agora você vai ter quando eu quiser.”
Aumentei o ritmo da minha língua na buceta dela. A excitação que me unia ao pensamento que me deixava doido da mãe e da tia dela fez aumentar o movimento mais rápido das minhas lambidas. Um rio de sucos invadiu minha boca. Marisa tava gozando entre fortes convulsões, tive que segurar os quadris dela pra minha língua não parar de foder ela. Quando me separei, imediatamente ela se inclinou sobre meu pau e pegou ele como se fosse o melhor manjar que tinha encontrado em muito tempo. Começou a lamber ele com os lábios e a língua com força, massageava minhas bolas duras. Eu mexia meus quadris na boca dela. A porta tinha ficado meio aberta, se a mãe dela fosse pro quarto podia nos ver e isso me provocava e dava ainda mais tesão... que ela visse como eu comia a filha dela.

Peguei ela e, me deitando na cama, ela subiu em cima de mim, pegou minha rola dura e colocou na entrada dela, começou a esfregar a ponta no clitóris dela. Se continuasse assim, antes de penetrar ela, eu ia gozar. Ela começou a inserir devagar, era apertada, nisso parecia com a mãe dela. Comecei a sentir o calor imenso das paredes da buceta dela, ela estava na minha frente com o cabelo solto voando, o olhar fixo em mim, a carinha de menina safada que está curtindo, os peitos dela ao meu alcance. Comecei a beijá-los e ela fez um movimento, empurrando até sentir minha rola toda dentro e minhas bolas batendo na buceta dela encharcada de sucos. Ela começou a se mexer enquanto eu continuava beijando os mamilos dela, intercalando com beijos na boca dela. O movimento dela ficava cada vez mais frenético, cavalgando em mim. Inclinei ela para frente e com meus braços segurei ela para não se mexer, e fui eu quem começou a mover os quadris, cada vez com mais energia. Sentia minha rola cada vez mais molhada e quente dentro da buceta dela, os olhos dela se fechavam, ela gemia como uma verdadeira gata no cio.

Queria aguentar sem gozar ainda, mesmo tendo que fazer um esforço danado. Coloquei ela de quatro e, abrindo as pernas dela, lambi ela por trás igual um cachorro. A buceta dela não parava de babar sucos e o gosto da buceta dela me enlouquecia. Aproximei minha rola da entrada dela e fui esfregando sem penetrar.

— "Por favor, Paco, me fode com força" — ela pedia.

Inclinei ela para apoiar os peitos no travesseiro, levantando o quadril, e fui penetrando aquela buceta deliciosa. Entrou com muita facilidade por causa da lubrificação intensa que ela tinha. Quando minha rola entrou por completo, parei enquanto acariciava as costas macias dela. Comecei a aumentar o ritmo. Na minha mente, se misturava o prazer de comer minha afilhada e a lembrança da mãe e da tia dela, o tesão de que pudessem nos ouvir.

— "Ahhhhhhhhgh" — ela gemia e se contorcia com as mãos agarradas na cabeceira.

Achei que ouvi barulhos lá fora, mas era Tanta era a excitação que eu tava que não conseguia parar, segurei os quadris dela e meti com força, uma corrente começou a me invadir e tirei logo a pica de dentro, fechei os olhos e comecei a esguichar todo meu leite em cima da bunda dela, um tremor tomou conta de mim, enquanto a Marisa desabava de bruços na cama.
Quando abri os olhos, uma sombra na porta nos observava, com cara de choque e a mão tampando a boca……….era a mãe dela.

CONTINUA……

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