Um dia na empresa onde trabalho, uma colega me contou que a cunhada dela tinha um namorado e que, segundo a cunhada, aquele cara tinha um pau enorme, com mais de trinta centímetros, bem grosso e que fazia a cunhada gozar tanto que ela já tinha dividido o namorado com algumas amigas, e todas ficaram super encantadas com aquele pauzão; a gente ria e disfarçava com brincadeiras e piadas o fato de que aquilo tinha nos impressionado pra caralho; meu marido tem um pau grande, mas não daquele jeito que a amiga contou, e eu comecei a lembrar do pau do cara que me comeu no teatro; nunca tinha visto outro diferente do do meu marido, pelo menos ao vivo, o do homem do teatro era menor que o do Alberto porque entrou mais fácil no meu cu; minha colega de trabalho me perguntou se eu já tinha dado pra um pau muito grande, eu falei que não tão grande quanto o que ela tava contando, mas que adoraria ver, pra saber se era real, falei meio na brincadeira, mas ela me contou em segredo que já tinha o endereço do namorado da cunhada e que tava interessada em ir lá e tentar ficar com o cara; ela me disse onde era e que naquele fim de semana iria.
Na segunda seguinte, eu tava mais ansiosa do que nunca e minha colega chegou com um sorriso que não cabia no rosto; ela me contou com detalhes tudo que tinha feito e que, de fato, o pau era tão grande quanto descreviam, que o rapaz tava acostumado a receber várias mulheres na casa dele porque já era sabido que não era só o pauzão, mas que ele transava de um jeito espetacular; eu imediatamente falei pra minha colega que eu nunca faria uma coisa dessas, mas que respeitava os gostos dela e tava feliz por ela.
Mas a coisa não podia ficar por isso; eu não queria contar pro meu marido o quanto o comentário da minha colega me excitou, porque ele ia se empolgar e tentar fazer eu ir lá e fazer algo que eu me arrependeria depois; mas Eu estava tão curiosa e, no fundo, sem saber, com uma excitação tão forte. Imaginava que o cara do teatro era aquele com aquele pau enorme e que ele encostava ele nas minhas nádegas e tentava enfiar em mim. Eu ajudava ele a meter, e sempre que ele começava a enfiar no meu cu, eu gozava num orgasmo foda; ficava sempre com vontade de saber como seria sentir um pau daquele dentro de mim.
Não aguentei mais e, uma tarde na saída do trabalho, fui até o lugar onde ficava a casa do namorado da cunhada da minha colega pra tentar ver ele e saber como ele era. Sentei num café que ficava na esquina da frente e me acomodei na janela pra ver se ele saía. Depois de um tempo, vi chegar um táxi de onde desceu um casal que entrou na casa. Ao caminhar pelo jardim, vi que a garota era uma loira muito alta e que ela tava agarrada na cintura dele, com a cabeça apoiada no peito do homem. Aí entendi que ele era o do pau grande, tinha que ser. Era um cara de uns 35 anos, quase 1,90 de altura, parecia meio atlético e me causou uma impressão muito boa. Só de ver ele e imaginar a ferramenta enorme dele, fiquei molhadinha e tive que apertar as pernas pra não deixar vazar nenhum líquido. Fiquei nesse café umas horas e já tava indo embora quando a mulher que tinha entrado saiu e foi em direção à esquina onde ficava o café em que eu estava. Senti um arrepio, sabendo que ela tinha acabado de receber aquele pauzão e que vinha andando com uma leveza típica de uma boa transa, e no rosto dela dava pra ver que tava muito feliz. Eu fiquei olhando ela andar e já ia seguir reto, mas de repente ela voltou e entrou no café. Pediu um cigarro e sentou pra fumar. Não me contive, me aproximei e perguntei se podia sentar com ela. Ela me olhou meio desconfiada, mas disse que sim. Na hora perguntei se ela conhecia minha colega de trabalho, fiz isso pra saber se era a cunhada ou se era outra amiga. Ela disse que não o conhecia e então eu me atrevi a confessar porque estava ali, ela me confessou que era a segunda vez que o visitava e que cada vez gostava mais, que na verdade o pau dele não era só enorme, mas o cara realmente sabia usar. Ela me recomendou que não deixasse passar essa oportunidade, que agora ele estava mais do que disposto porque sabia que não teria visitas pelo resto da tarde. Ela foi embora e eu fiquei um tempão pensando, sabia que pelo meu marido não teria problema, aliás, ele adoraria a ideia, o problema era eu; por um lado, estava com um medo danado, fui criada de um jeito muito recatado e achava que não conseguiria superar, mas por outro lado a excitação era muito maior, me decidi a seguir meu destino. Toquei a campainha e uma voz muito forte e grave, quase tanto quanto a do meu marido, me atendeu — aliás, adoro esse tipo de voz. Me identifiquei como amiga da cunhada da minha colega de escritório e ele mandou eu entrar e seguir para o pátio interno que ele já me atenderia. Naquele dia, estava com um vestido de uma peça bem primaveril, cheio de flores e de um tecido muito macio que o vento mexia enquanto eu andava, me sentia fresca e frágil. Como quase sempre, e de acordo com os gostos do Alberto, que já eram quase os meus próprios gostos, não estava usando sutiã e tinha uma calcinha fio dental daquelas que atrás é só uma tirinha que entra bem fundo, me sentia como se estivesse nua por baixo do vestido, que mal cobria o fim das minhas nádegas. Cheguei no pátio interno e no meio tinha uma espécie de fonte, me aproximei pra ver se tinha peixes, água ou o que era. Não via ninguém em lugar nenhum e subi um pé na borda da piscininha e me inclinei pra olhar. Era uma fonte pequena que estava desligada, tinha um pouco de água onde não se via nenhum peixe, mas parecia ser água bem fresca. Fiquei um tempão olhando o movimento da água e sentindo o vento levantar suavemente meu vestido por trás, pensando que se alguém Me via assim, ele podia ver minhas nádegas quase nuas; eu estava ficando mais excitada com essa ideia quando senti uma presença atrás de mim. Não quis me virar, sabia que era ele. Comecei a ficar tão animada que meu pulso acelerou, sentia um nó na garganta e a respiração parecia não querer sair. Queria me mexer, fazer alguma coisa, mas estava paralisada. Sabia que ele podia ver por baixo da minha saia e sentia ele se aproximando cada vez mais. Senti o calor dele antes de sentir o corpo encostar nas minhas costas. Fiquei imóvel, sentindo os olhos dele me percorrerem toda, esperando o momento em que as mãos dele chegariam até mim. Por um instante, numa parte da minha mente, lembrei do homem que me tocou no cinema e fiquei ainda mais excitada. Sentia que minhas pernas estavam falhando, minha buceta estava tão molhada que começava a sentir líquido escorrendo pela minha coxa, e até senti meu cu pulsar. Desejei tanto que ele me pegasse nos braços, porque senão eu cairia. Desejei tanto me virar e ver aquele pau lindo e grande que eu queria pra mim, queria sentir ele de uma vez. Era tão prazeroso, mas não aguentei mais. Desabei num orgasmo explosivo que quase me jogou no chão. Não conseguia me conter, tremia tanto e gemia como nunca em nenhum orgasmo dos muitos que meu marido já tinha me dado. Era incrível, não acabava, sentia que ainda saía fluxo e não parava, e estava tão quente que queimava, e ele ainda não tinha me tocado. Era tanta delícia que meu corpo todo se convulsionou de tal forma que ele me segurou pelos ombros e, com certeza, como quem sabia muito bem o que estava acontecendo, simplesmente me abraçou e, acariciando meu cabelo, olhou nos meus olhos, que eu fechava intermitentemente para viver ainda mais o orgasmo mais fantástico de toda a minha vida. Era tanto e tão lindo o que eu sentia que estava totalmente disposta a me entregar a ele naquele momento, e foi assim. Definitivamente, meu marido tinha toda a razão: eu estava tão excitada só de sentir a presença de um estranho perto. Sabendo que em breve deixaria de ser fiel ao meu único homem, isso me deixava ainda mais excitada. O cara me segurava abraçada, me deixando aproveitar aquele orgasmo tão intenso; eu tremia da cabeça aos pés, e meus fluidos vaginais continuavam escorrendo. Devagar, ele me levou andando até dentro de casa e me ajudou a sentar, porque eu sentia que ia cair se não me segurasse. Ele me trouxe uma taça de vinho, que eu bebi com sede, e depois o observei bem devagar. Ele era bem bonito e alto, tinha o peito largo e dava pra ver claramente os músculos dele, mas claro que meu olhar tinha um ponto fixo: queria saber se era verdade tudo o que me contaram sobre ele. Olhei pro volume dele por cima da calça e, claro, tinha algo bem grande ali. Não conseguia tirar os olhos daquela protuberância enorme, mas, fazendo um esforço, olhei nos olhos dele. Ele me convidou com o olhar pra chegar mais perto. Eu estava petrificada, não conseguia me mexer, só queria sair correndo. Olhei pra ele como quem pede ajuda, e talvez ele tenha entendido, porque se aproximou devagar. Sentou do meu lado, acariciando meu cabelo, me beijou suavemente na bochecha e tentou chegar aos meus lábios. Eu não consegui aceitar e virei o rosto. Então ele parou, levantou meu rosto com as mãos e me perguntou por que eu tinha vindo. Tentei explicar, mas as palavras saíam atropeladas, quase sem sentido. Não sei o que eu disse pra ele, porque ele simplesmente me envolveu com os braços grandes e me apertou forte, sem pressa, e eu me senti muito melhor. Depois, acariciou meu pescoço e disse que não faríamos nada que eu não pedisse. Olhei nos olhos dele e agradeci com o olhar.
Ele me perguntou se eu queria ver o que tinha vindo ver. Eu apenas concordei com a cabeça, e então ele desabotoou a calça que estava usando e ficou parado. Eu fiquei tensa, mas aproximei minha mão e apertei forte aquele volume enorme por cima da calça. Senti que ele se mexeu com força, aí não aguentei mais e coloquei a mão pra dentro… hummmmmmm, que emoção, senti ele tão quente, tão grande, não conseguia… acreditar no que tava rolando, eu tinha que ver e, apressada, puxei pra baixo a calça dele que já tava solta e, diante de mim, saltou imponente um pauzão, não, era muito mais, eu já tinha visto vários paus em filmes e alguns eram bem grandes, até o do meu marido eu achava supergrande, mas aquilo superava qualquer comparação de longe; peguei ele com as duas mãos e, mesmo tendo mãos grandes e colocando uma do lado da outra, não conseguia segurar aquele pau todo, tão grosso e comprido; comecei a imaginar que nenhuma mulher conseguiria enfiar um pedaço daquele, mas entendi que o prazer devia ser tão intenso porque eu já tava soltando uma quantidade enorme de fluidos pela minha buceta, até sentia meu cu pulsando, queria fazer alguma coisa mas não tinha coragem, ele sabia o que eu tava sentindo porque devagar me pegou pelos ombros e começou a me despir, eu queria que a terra me engolisse, mas também queria experimentar aquilo, já não dava mais pra parar; uma vez nua, ele começou a acariciar meus peitos com uma delicadeza que não parecia própria de um homem daquele tamanho, fazia isso com uma mão só e com a outra tirou a roupa dele, ficando como eu, completamente nu; o pauzão, por causa do peso, não conseguia ficar na horizontal, balançava pra cima e pra baixo e de um lado pro outro, eu não conseguia evitar, minhas mãos tocavam tudo, da base até a cabeçona imensa que parecia uma pera vermelha gigante; ele me pegou pela nuca e tentou me fazer descer pra eu fazer sexo oral nele; sabia que não podia recusar que ele fizesse comigo o que quisesse e aproximei meu rosto e toquei ele com meus lábios, suave, e depois fui beijando todo o contorno, sentia aquele pedaçao de carne pulsando com a proximidade dos meus lábios, comecei a dar beijinhos suaves e cada vez foram mais fortes, eu gostava de sentir aquela pele tão macia e aquele cheiro de macho, forte, excitante, ele me pegou pela cabeça e me aproximou da ponta pra eu pegar ele com meus lábios; por mais que eu quisesse, não conseguia enfiar Esse pau na minha boca, mas eu tinha uma obrigação comigo mesma e com esse homem de tentar, então abri minha boca o máximo que pude e mal sentia uma pequena parte da cabeça do pau tentando entrar. Diante disso, ele, sem soltar meu rosto, começou a acariciar meu pescoço e ao redor da boca, que estava totalmente aberta, tentando relaxar mais meus músculos, mas era impossível. Então ele ficou mais excitado e tentou meter com muita força; senti que ia rasgar minha boca e tentei abri-la ao máximo, senti que entrou um pouco mais, mas nem assim a ponta inteira entrou. Aí senti o gosto do líquido pré-seminal dele, e amei; tentei passar um pouco e minha boca sugou; ele aproveitou para enterrar toda a glande, senti que me preenchia completamente, mas era uma sensação de satisfação tão grande que senti outro orgasmo chegando. Ele sentiu meus tremores e me penetrou com os dedos na minha buceta, tornando minha chegada ainda mais explosiva. Ele continuava empurrando o pau enorme dentro da minha boca, mas não tinha como continuar; toda a glande estava dentro, sentia minha mandíbula como se fosse se soltar do resto do rosto. Tentei me entregar às sensações na minha buceta e não sentir nenhuma dor na boca, mas era muito difícil; o pau parecia que crescia. Então percebi tarde demais o que estava acontecendo: ele começou a gozar e, claro, me engasguei com tanto esperma que perdi o controle e peguei com as duas mãos aquele pau intruso para puxar e tirar antes de sufocar com o líquido quente dele. Ele entendeu errado, pensou que eu queria era masturbá-lo e apertou mais o quadril contra meu rosto, e não sei o que aconteceu comigo, minha garganta dilatou tanto que permitiu que o pau dele entrasse um pouco mais e se enchesse de esperma que eu engolia e engolia sem parar. Ele empurrou mais e senti que se introduzia mais fundo até travar bem lá no fundo da minha garganta; eu não conseguia me mexer e senti meu nariz se abrindo ao máximo para respirar porque a boca e a garganta estavam totalmente entupidas. Senti como se continuava derramando esperma até que ele ficou parado dentro de mim, eu continuei num orgasmo tão prolongado por causa daquela excitação que sentia ao sentir aquele pau enorme tentando entrar mais e mais; sabia que já não ia entrar mais e ainda faltava mais da metade; eu tentava imaginar a cena, eu quase de joelhos na frente de um completo desconhecido, cujo pau enorme estava perfurando minha garganta inteira e ainda queria penetrar mais; isso não parava de me excitar ainda mais. Depois de vários minutos ele me pegou pelo pescoço e, massageando, foi tirando aos poucos o pau que ainda continuava ereto, embora não tanto como antes; me levantou do chão e me beijou com força no pescoço, nos olhos, no rosto todo e finalmente me beijou na boca, me penetrando com a língua insistente, tentando acariciar a pele interior machucada por tamanho esforço.
Aos poucos, recuperei a compostura; senti que era hora de sair daquela casa, mas estava longe da realidade; ele me levou para a cama enorme dele, parecia que tudo nele e ao redor dele era enorme; me deitou de lado e se deitou junto a mim. Me acariciou devagar, o corpo todo, eu tentava não sentir nada pra me acalmar e ir embora o mais rápido possível, mas as carícias dele eram tão sedosas, tão intensamente suaves e firmes que me deixei levar de novo; não ousava olhar nos olhos dele, só baixava o olhar e percebi que o pau dele estava pronto de novo, isso me excitou tanto que peguei ele com as duas mãos e passei de cima a baixo, tentava abranger toda a grossura mas não conseguia, ele com uma das mãos me acariciava a bunda e com a outra apertava meus peitos que estavam duros a ponto de doer; meus mamilos estavam bem eretos, depois ele me beijou uma e outra vez, adoro ser beijada; ele me beijava e enfiava a língua bem fundo e eu devorava ela e tentava puxar pra sentir cada vez mais pra dentro; depois começou a me penetrar com os dedos na minha buceta, eram longos e grossos, como um pau não tão pequeno, me Penetrou com dois dedos, depois mais um e outro, tentando enfiar a mão inteira, girava e empurrava. Eu tentei ajudar e abri bem as pernas. Então, com a outra mão, ele acariciou selvagemente meu cu e me penetrou com um dedo bem fundo. Eu sentia que estava me molhando de novo de tesão e de outro orgasmo iminente.
Quando ele sentiu que eu estava mais do que pronta, me virou e me colocou de joelhos com o quadril bem levantado. Eu tremia pelo que vinha, sabia que daria o meu melhor pra sentir aquele monstro me penetrando, mas seria impossível conseguir. Sabia que ele era o expert e, assim, decidi me entregar totalmente nas mãos dele. Me deixei fazer o que quisesse e, quando me colocou na posição que queria, abriu bem minhas pernas, deixando minha buceta totalmente aberta, mas mais ainda meu cu. Ele pegou um lubrificante da mesinha lateral e passou uma quantidade generosa, dentro da buceta bem fundo e pelos lábios — aquela carícia me excitava ainda mais. Depois, pegou mais lubrificante e me penetrou com dois dedos no cu, mexia pra todo lado, girava, enfiava até o fundo, tirava até a ponta e, sem tirar, separava os dedos e enfiava de novo sem juntá-los. Aí senti que enfiava mais um dedo, girava e abria pra deixar o esfíncter dilatar o máximo possível. De repente, senti que me penetrava pelo cu com algo muito mais grosso, não eram os dedos dele. Pensei que tinha enfiado a mão inteira, mas não, era mais firme. Tremi ao pensar que era o pau dele, mas não podia ser, quase não doeu, pelo contrário, me sentia plena e muito tesuda por ter aquilo dentro. Olhei de novo e percebi — não sei em que momento — ele tinha tirado um consolador grande com formato de pau e estava enfiando tudo no meu cu. Era tão grande quanto o pau do meu marido, era delicioso sentir aquilo. Lentamente, ele enfiava e tirava; ao mesmo tempo, acariciava meu clitóris com a outra mão. Depois, senti que ele abria minha buceta com os dedos e agora era ali que ele... se dispôs a abrir ela o máximo que pôde, enfiou quatro dedos e mexia como se fosse um pau prestes a gozar, com uma rapidez incrível; não parava um segundo, o vibrador no cu continuava entrando e saindo; já estava quase gozando de novo quando, sem esperar, num movimento só, tirou o vibrador, tirou a mão da buceta e encaixou o pau dele na minha buceta; empurrou o suficiente pra se trancar lá dentro; não consegui impedir; que orgasmos, tremia da cintura pra cima igual uma doente, meus peitos doíam de tão duros que estavam, meu quadril ficou imóvel, não conseguia nem avançar nem recuar, o pau tinha entrado sem eu esperar quase até a metade, era imenso, não aguentava a dor tão forte que sentia, mas era tanto prazer e tanto líquido que continuava saindo, que minhas pernas amoleceram e quase caí na cama, mas ele me segurou firme sem me deixar cair, começou a retirada do pau imperioso e gigante dele, era um pequeno descanso, depois de tirar só uma parte, enfiou de novo ainda mais fundo e aí não deu mais pra me segurar e caí quase desmaiada na cama; ele se arrastou comigo pra não perder a penetrada, então se virou de lado e se deitou ao meu lado sem tirar, depois pegou minha perna esquerda e levantou o máximo que pôde pra girar o corpo dele e ficar dentro das minhas pernas, pra assim me virar e eu ficar de costas e ele por cima na posição de papai e mamãe, depois, sem tirar o pau, continuei me mexendo pra deslocar minhas pernas até a cintura dele e ir subindo elas, cada vez que me ajustava sentia o pau entrando mais e mais; chegou a colocar minhas pernas nos ombros dele e nessa posição senti que ele podia me perfurar tanto e me machucar, tentei me levantar, mas claro que não deixou, pelo contrário, me apertou forte e me penetrou tão duro que desmaiei.
Acordei sentindo um ardor forte na buceta e uma sensação de estar cheia, totalmente cheia, ele Ele tava me encarando intensamente; quanto tempo passou, não importa, ele sorriu e me fez sorrir, senti o pauzão enorme dele todo dentro de mim, sabia que tinha me rasgado, sentia líquidos escorrendo da minha buceta, sabia que não era só meu orgasmo, era sangue com certeza e porra também; ele ficou parado, minhas pernas pra cima, eu olhava pra elas e parecia que não eram minhas, não sentia nada, ele me beijou doce e suavemente, depois com mais paixão e finalmente a gente se beijava com tanto fogo, minha língua procurava a dele, chupava ela e ele apertava meus lábios com os dele, senti um calor novo na minha buceta dolorida, o pau dele tava recuperando o tamanho, embora parecesse que nunca tinha perdido, fiquei com medo de pensar que ia me machucar de novo, mas não, ele ficou parado, só o pau se mexia dentro de mim, senti ele pulsando e comecei a mexer os músculos da buceta pra acompanhar, fui me excitando de novo e ele começou a se mover devagar pra frente e pra trás; ele enfiou um dedo no meu cu; depois meteu dois dedos e depois mais um, me apertei forte nele e senti minha buceta se acostumando com o volume dele….meu cu tava sendo bem cuidado e eu tava começando a sentir que outro orgasmo tava chegando; ele se ajeitou melhor e tirou boa parte do pau pra depois meter até o fundo e de novo tirava até a metade e afundava até sentir bater na parede do útero; sentia uma dor forte a cada estocada, mas era maior o prazer de me sentir tão cheia, tão completamente possuída; aquele pauzão quase entrando tudo dentro de mim até onde dava e os quatro dedos dele no meu cu, que prazer indescritível, gozei num novo orgasmo, dessa vez totalmente consciente e foi de tanto prazer que apertei ele com força como agradecendo por tudo que ele me fazia sentir; sabia que meu marido ia ficar absolutamente encantado quando eu contasse e lembrando disso senti outro orgasmo de novo.
Não sei quanto tempo durou aquele momento sublime, ele gozou tanto que a cama e as tendidos estariam completamente encharcados, aí eu tiro o pau até a metade e tiro os dedos dele do meu cu; ele me olhou nos olhos e disse que agora a gente ia testar o cu; pulei da cama como pude, nem sei como, me soltei do abraço dele e quase gritando falei que nem louca ia meter aquilo no meu cu e comecei a catar minhas roupas; me vesti correndo e quase sem me despedir saí de casa; mal na rua percebi que tava toda molhada, que não tinha me lavado e que qualquer um ia perceber o estado que eu tava, mas não liguei; eu ia continuar curtindo essa experiência por muito tempo.
Na segunda seguinte, eu tava mais ansiosa do que nunca e minha colega chegou com um sorriso que não cabia no rosto; ela me contou com detalhes tudo que tinha feito e que, de fato, o pau era tão grande quanto descreviam, que o rapaz tava acostumado a receber várias mulheres na casa dele porque já era sabido que não era só o pauzão, mas que ele transava de um jeito espetacular; eu imediatamente falei pra minha colega que eu nunca faria uma coisa dessas, mas que respeitava os gostos dela e tava feliz por ela.
Mas a coisa não podia ficar por isso; eu não queria contar pro meu marido o quanto o comentário da minha colega me excitou, porque ele ia se empolgar e tentar fazer eu ir lá e fazer algo que eu me arrependeria depois; mas Eu estava tão curiosa e, no fundo, sem saber, com uma excitação tão forte. Imaginava que o cara do teatro era aquele com aquele pau enorme e que ele encostava ele nas minhas nádegas e tentava enfiar em mim. Eu ajudava ele a meter, e sempre que ele começava a enfiar no meu cu, eu gozava num orgasmo foda; ficava sempre com vontade de saber como seria sentir um pau daquele dentro de mim.
Não aguentei mais e, uma tarde na saída do trabalho, fui até o lugar onde ficava a casa do namorado da cunhada da minha colega pra tentar ver ele e saber como ele era. Sentei num café que ficava na esquina da frente e me acomodei na janela pra ver se ele saía. Depois de um tempo, vi chegar um táxi de onde desceu um casal que entrou na casa. Ao caminhar pelo jardim, vi que a garota era uma loira muito alta e que ela tava agarrada na cintura dele, com a cabeça apoiada no peito do homem. Aí entendi que ele era o do pau grande, tinha que ser. Era um cara de uns 35 anos, quase 1,90 de altura, parecia meio atlético e me causou uma impressão muito boa. Só de ver ele e imaginar a ferramenta enorme dele, fiquei molhadinha e tive que apertar as pernas pra não deixar vazar nenhum líquido. Fiquei nesse café umas horas e já tava indo embora quando a mulher que tinha entrado saiu e foi em direção à esquina onde ficava o café em que eu estava. Senti um arrepio, sabendo que ela tinha acabado de receber aquele pauzão e que vinha andando com uma leveza típica de uma boa transa, e no rosto dela dava pra ver que tava muito feliz. Eu fiquei olhando ela andar e já ia seguir reto, mas de repente ela voltou e entrou no café. Pediu um cigarro e sentou pra fumar. Não me contive, me aproximei e perguntei se podia sentar com ela. Ela me olhou meio desconfiada, mas disse que sim. Na hora perguntei se ela conhecia minha colega de trabalho, fiz isso pra saber se era a cunhada ou se era outra amiga. Ela disse que não o conhecia e então eu me atrevi a confessar porque estava ali, ela me confessou que era a segunda vez que o visitava e que cada vez gostava mais, que na verdade o pau dele não era só enorme, mas o cara realmente sabia usar. Ela me recomendou que não deixasse passar essa oportunidade, que agora ele estava mais do que disposto porque sabia que não teria visitas pelo resto da tarde. Ela foi embora e eu fiquei um tempão pensando, sabia que pelo meu marido não teria problema, aliás, ele adoraria a ideia, o problema era eu; por um lado, estava com um medo danado, fui criada de um jeito muito recatado e achava que não conseguiria superar, mas por outro lado a excitação era muito maior, me decidi a seguir meu destino. Toquei a campainha e uma voz muito forte e grave, quase tanto quanto a do meu marido, me atendeu — aliás, adoro esse tipo de voz. Me identifiquei como amiga da cunhada da minha colega de escritório e ele mandou eu entrar e seguir para o pátio interno que ele já me atenderia. Naquele dia, estava com um vestido de uma peça bem primaveril, cheio de flores e de um tecido muito macio que o vento mexia enquanto eu andava, me sentia fresca e frágil. Como quase sempre, e de acordo com os gostos do Alberto, que já eram quase os meus próprios gostos, não estava usando sutiã e tinha uma calcinha fio dental daquelas que atrás é só uma tirinha que entra bem fundo, me sentia como se estivesse nua por baixo do vestido, que mal cobria o fim das minhas nádegas. Cheguei no pátio interno e no meio tinha uma espécie de fonte, me aproximei pra ver se tinha peixes, água ou o que era. Não via ninguém em lugar nenhum e subi um pé na borda da piscininha e me inclinei pra olhar. Era uma fonte pequena que estava desligada, tinha um pouco de água onde não se via nenhum peixe, mas parecia ser água bem fresca. Fiquei um tempão olhando o movimento da água e sentindo o vento levantar suavemente meu vestido por trás, pensando que se alguém Me via assim, ele podia ver minhas nádegas quase nuas; eu estava ficando mais excitada com essa ideia quando senti uma presença atrás de mim. Não quis me virar, sabia que era ele. Comecei a ficar tão animada que meu pulso acelerou, sentia um nó na garganta e a respiração parecia não querer sair. Queria me mexer, fazer alguma coisa, mas estava paralisada. Sabia que ele podia ver por baixo da minha saia e sentia ele se aproximando cada vez mais. Senti o calor dele antes de sentir o corpo encostar nas minhas costas. Fiquei imóvel, sentindo os olhos dele me percorrerem toda, esperando o momento em que as mãos dele chegariam até mim. Por um instante, numa parte da minha mente, lembrei do homem que me tocou no cinema e fiquei ainda mais excitada. Sentia que minhas pernas estavam falhando, minha buceta estava tão molhada que começava a sentir líquido escorrendo pela minha coxa, e até senti meu cu pulsar. Desejei tanto que ele me pegasse nos braços, porque senão eu cairia. Desejei tanto me virar e ver aquele pau lindo e grande que eu queria pra mim, queria sentir ele de uma vez. Era tão prazeroso, mas não aguentei mais. Desabei num orgasmo explosivo que quase me jogou no chão. Não conseguia me conter, tremia tanto e gemia como nunca em nenhum orgasmo dos muitos que meu marido já tinha me dado. Era incrível, não acabava, sentia que ainda saía fluxo e não parava, e estava tão quente que queimava, e ele ainda não tinha me tocado. Era tanta delícia que meu corpo todo se convulsionou de tal forma que ele me segurou pelos ombros e, com certeza, como quem sabia muito bem o que estava acontecendo, simplesmente me abraçou e, acariciando meu cabelo, olhou nos meus olhos, que eu fechava intermitentemente para viver ainda mais o orgasmo mais fantástico de toda a minha vida. Era tanto e tão lindo o que eu sentia que estava totalmente disposta a me entregar a ele naquele momento, e foi assim. Definitivamente, meu marido tinha toda a razão: eu estava tão excitada só de sentir a presença de um estranho perto. Sabendo que em breve deixaria de ser fiel ao meu único homem, isso me deixava ainda mais excitada. O cara me segurava abraçada, me deixando aproveitar aquele orgasmo tão intenso; eu tremia da cabeça aos pés, e meus fluidos vaginais continuavam escorrendo. Devagar, ele me levou andando até dentro de casa e me ajudou a sentar, porque eu sentia que ia cair se não me segurasse. Ele me trouxe uma taça de vinho, que eu bebi com sede, e depois o observei bem devagar. Ele era bem bonito e alto, tinha o peito largo e dava pra ver claramente os músculos dele, mas claro que meu olhar tinha um ponto fixo: queria saber se era verdade tudo o que me contaram sobre ele. Olhei pro volume dele por cima da calça e, claro, tinha algo bem grande ali. Não conseguia tirar os olhos daquela protuberância enorme, mas, fazendo um esforço, olhei nos olhos dele. Ele me convidou com o olhar pra chegar mais perto. Eu estava petrificada, não conseguia me mexer, só queria sair correndo. Olhei pra ele como quem pede ajuda, e talvez ele tenha entendido, porque se aproximou devagar. Sentou do meu lado, acariciando meu cabelo, me beijou suavemente na bochecha e tentou chegar aos meus lábios. Eu não consegui aceitar e virei o rosto. Então ele parou, levantou meu rosto com as mãos e me perguntou por que eu tinha vindo. Tentei explicar, mas as palavras saíam atropeladas, quase sem sentido. Não sei o que eu disse pra ele, porque ele simplesmente me envolveu com os braços grandes e me apertou forte, sem pressa, e eu me senti muito melhor. Depois, acariciou meu pescoço e disse que não faríamos nada que eu não pedisse. Olhei nos olhos dele e agradeci com o olhar.
Ele me perguntou se eu queria ver o que tinha vindo ver. Eu apenas concordei com a cabeça, e então ele desabotoou a calça que estava usando e ficou parado. Eu fiquei tensa, mas aproximei minha mão e apertei forte aquele volume enorme por cima da calça. Senti que ele se mexeu com força, aí não aguentei mais e coloquei a mão pra dentro… hummmmmmm, que emoção, senti ele tão quente, tão grande, não conseguia… acreditar no que tava rolando, eu tinha que ver e, apressada, puxei pra baixo a calça dele que já tava solta e, diante de mim, saltou imponente um pauzão, não, era muito mais, eu já tinha visto vários paus em filmes e alguns eram bem grandes, até o do meu marido eu achava supergrande, mas aquilo superava qualquer comparação de longe; peguei ele com as duas mãos e, mesmo tendo mãos grandes e colocando uma do lado da outra, não conseguia segurar aquele pau todo, tão grosso e comprido; comecei a imaginar que nenhuma mulher conseguiria enfiar um pedaço daquele, mas entendi que o prazer devia ser tão intenso porque eu já tava soltando uma quantidade enorme de fluidos pela minha buceta, até sentia meu cu pulsando, queria fazer alguma coisa mas não tinha coragem, ele sabia o que eu tava sentindo porque devagar me pegou pelos ombros e começou a me despir, eu queria que a terra me engolisse, mas também queria experimentar aquilo, já não dava mais pra parar; uma vez nua, ele começou a acariciar meus peitos com uma delicadeza que não parecia própria de um homem daquele tamanho, fazia isso com uma mão só e com a outra tirou a roupa dele, ficando como eu, completamente nu; o pauzão, por causa do peso, não conseguia ficar na horizontal, balançava pra cima e pra baixo e de um lado pro outro, eu não conseguia evitar, minhas mãos tocavam tudo, da base até a cabeçona imensa que parecia uma pera vermelha gigante; ele me pegou pela nuca e tentou me fazer descer pra eu fazer sexo oral nele; sabia que não podia recusar que ele fizesse comigo o que quisesse e aproximei meu rosto e toquei ele com meus lábios, suave, e depois fui beijando todo o contorno, sentia aquele pedaçao de carne pulsando com a proximidade dos meus lábios, comecei a dar beijinhos suaves e cada vez foram mais fortes, eu gostava de sentir aquela pele tão macia e aquele cheiro de macho, forte, excitante, ele me pegou pela cabeça e me aproximou da ponta pra eu pegar ele com meus lábios; por mais que eu quisesse, não conseguia enfiar Esse pau na minha boca, mas eu tinha uma obrigação comigo mesma e com esse homem de tentar, então abri minha boca o máximo que pude e mal sentia uma pequena parte da cabeça do pau tentando entrar. Diante disso, ele, sem soltar meu rosto, começou a acariciar meu pescoço e ao redor da boca, que estava totalmente aberta, tentando relaxar mais meus músculos, mas era impossível. Então ele ficou mais excitado e tentou meter com muita força; senti que ia rasgar minha boca e tentei abri-la ao máximo, senti que entrou um pouco mais, mas nem assim a ponta inteira entrou. Aí senti o gosto do líquido pré-seminal dele, e amei; tentei passar um pouco e minha boca sugou; ele aproveitou para enterrar toda a glande, senti que me preenchia completamente, mas era uma sensação de satisfação tão grande que senti outro orgasmo chegando. Ele sentiu meus tremores e me penetrou com os dedos na minha buceta, tornando minha chegada ainda mais explosiva. Ele continuava empurrando o pau enorme dentro da minha boca, mas não tinha como continuar; toda a glande estava dentro, sentia minha mandíbula como se fosse se soltar do resto do rosto. Tentei me entregar às sensações na minha buceta e não sentir nenhuma dor na boca, mas era muito difícil; o pau parecia que crescia. Então percebi tarde demais o que estava acontecendo: ele começou a gozar e, claro, me engasguei com tanto esperma que perdi o controle e peguei com as duas mãos aquele pau intruso para puxar e tirar antes de sufocar com o líquido quente dele. Ele entendeu errado, pensou que eu queria era masturbá-lo e apertou mais o quadril contra meu rosto, e não sei o que aconteceu comigo, minha garganta dilatou tanto que permitiu que o pau dele entrasse um pouco mais e se enchesse de esperma que eu engolia e engolia sem parar. Ele empurrou mais e senti que se introduzia mais fundo até travar bem lá no fundo da minha garganta; eu não conseguia me mexer e senti meu nariz se abrindo ao máximo para respirar porque a boca e a garganta estavam totalmente entupidas. Senti como se continuava derramando esperma até que ele ficou parado dentro de mim, eu continuei num orgasmo tão prolongado por causa daquela excitação que sentia ao sentir aquele pau enorme tentando entrar mais e mais; sabia que já não ia entrar mais e ainda faltava mais da metade; eu tentava imaginar a cena, eu quase de joelhos na frente de um completo desconhecido, cujo pau enorme estava perfurando minha garganta inteira e ainda queria penetrar mais; isso não parava de me excitar ainda mais. Depois de vários minutos ele me pegou pelo pescoço e, massageando, foi tirando aos poucos o pau que ainda continuava ereto, embora não tanto como antes; me levantou do chão e me beijou com força no pescoço, nos olhos, no rosto todo e finalmente me beijou na boca, me penetrando com a língua insistente, tentando acariciar a pele interior machucada por tamanho esforço.
Aos poucos, recuperei a compostura; senti que era hora de sair daquela casa, mas estava longe da realidade; ele me levou para a cama enorme dele, parecia que tudo nele e ao redor dele era enorme; me deitou de lado e se deitou junto a mim. Me acariciou devagar, o corpo todo, eu tentava não sentir nada pra me acalmar e ir embora o mais rápido possível, mas as carícias dele eram tão sedosas, tão intensamente suaves e firmes que me deixei levar de novo; não ousava olhar nos olhos dele, só baixava o olhar e percebi que o pau dele estava pronto de novo, isso me excitou tanto que peguei ele com as duas mãos e passei de cima a baixo, tentava abranger toda a grossura mas não conseguia, ele com uma das mãos me acariciava a bunda e com a outra apertava meus peitos que estavam duros a ponto de doer; meus mamilos estavam bem eretos, depois ele me beijou uma e outra vez, adoro ser beijada; ele me beijava e enfiava a língua bem fundo e eu devorava ela e tentava puxar pra sentir cada vez mais pra dentro; depois começou a me penetrar com os dedos na minha buceta, eram longos e grossos, como um pau não tão pequeno, me Penetrou com dois dedos, depois mais um e outro, tentando enfiar a mão inteira, girava e empurrava. Eu tentei ajudar e abri bem as pernas. Então, com a outra mão, ele acariciou selvagemente meu cu e me penetrou com um dedo bem fundo. Eu sentia que estava me molhando de novo de tesão e de outro orgasmo iminente.
Quando ele sentiu que eu estava mais do que pronta, me virou e me colocou de joelhos com o quadril bem levantado. Eu tremia pelo que vinha, sabia que daria o meu melhor pra sentir aquele monstro me penetrando, mas seria impossível conseguir. Sabia que ele era o expert e, assim, decidi me entregar totalmente nas mãos dele. Me deixei fazer o que quisesse e, quando me colocou na posição que queria, abriu bem minhas pernas, deixando minha buceta totalmente aberta, mas mais ainda meu cu. Ele pegou um lubrificante da mesinha lateral e passou uma quantidade generosa, dentro da buceta bem fundo e pelos lábios — aquela carícia me excitava ainda mais. Depois, pegou mais lubrificante e me penetrou com dois dedos no cu, mexia pra todo lado, girava, enfiava até o fundo, tirava até a ponta e, sem tirar, separava os dedos e enfiava de novo sem juntá-los. Aí senti que enfiava mais um dedo, girava e abria pra deixar o esfíncter dilatar o máximo possível. De repente, senti que me penetrava pelo cu com algo muito mais grosso, não eram os dedos dele. Pensei que tinha enfiado a mão inteira, mas não, era mais firme. Tremi ao pensar que era o pau dele, mas não podia ser, quase não doeu, pelo contrário, me sentia plena e muito tesuda por ter aquilo dentro. Olhei de novo e percebi — não sei em que momento — ele tinha tirado um consolador grande com formato de pau e estava enfiando tudo no meu cu. Era tão grande quanto o pau do meu marido, era delicioso sentir aquilo. Lentamente, ele enfiava e tirava; ao mesmo tempo, acariciava meu clitóris com a outra mão. Depois, senti que ele abria minha buceta com os dedos e agora era ali que ele... se dispôs a abrir ela o máximo que pôde, enfiou quatro dedos e mexia como se fosse um pau prestes a gozar, com uma rapidez incrível; não parava um segundo, o vibrador no cu continuava entrando e saindo; já estava quase gozando de novo quando, sem esperar, num movimento só, tirou o vibrador, tirou a mão da buceta e encaixou o pau dele na minha buceta; empurrou o suficiente pra se trancar lá dentro; não consegui impedir; que orgasmos, tremia da cintura pra cima igual uma doente, meus peitos doíam de tão duros que estavam, meu quadril ficou imóvel, não conseguia nem avançar nem recuar, o pau tinha entrado sem eu esperar quase até a metade, era imenso, não aguentava a dor tão forte que sentia, mas era tanto prazer e tanto líquido que continuava saindo, que minhas pernas amoleceram e quase caí na cama, mas ele me segurou firme sem me deixar cair, começou a retirada do pau imperioso e gigante dele, era um pequeno descanso, depois de tirar só uma parte, enfiou de novo ainda mais fundo e aí não deu mais pra me segurar e caí quase desmaiada na cama; ele se arrastou comigo pra não perder a penetrada, então se virou de lado e se deitou ao meu lado sem tirar, depois pegou minha perna esquerda e levantou o máximo que pôde pra girar o corpo dele e ficar dentro das minhas pernas, pra assim me virar e eu ficar de costas e ele por cima na posição de papai e mamãe, depois, sem tirar o pau, continuei me mexendo pra deslocar minhas pernas até a cintura dele e ir subindo elas, cada vez que me ajustava sentia o pau entrando mais e mais; chegou a colocar minhas pernas nos ombros dele e nessa posição senti que ele podia me perfurar tanto e me machucar, tentei me levantar, mas claro que não deixou, pelo contrário, me apertou forte e me penetrou tão duro que desmaiei.
Acordei sentindo um ardor forte na buceta e uma sensação de estar cheia, totalmente cheia, ele Ele tava me encarando intensamente; quanto tempo passou, não importa, ele sorriu e me fez sorrir, senti o pauzão enorme dele todo dentro de mim, sabia que tinha me rasgado, sentia líquidos escorrendo da minha buceta, sabia que não era só meu orgasmo, era sangue com certeza e porra também; ele ficou parado, minhas pernas pra cima, eu olhava pra elas e parecia que não eram minhas, não sentia nada, ele me beijou doce e suavemente, depois com mais paixão e finalmente a gente se beijava com tanto fogo, minha língua procurava a dele, chupava ela e ele apertava meus lábios com os dele, senti um calor novo na minha buceta dolorida, o pau dele tava recuperando o tamanho, embora parecesse que nunca tinha perdido, fiquei com medo de pensar que ia me machucar de novo, mas não, ele ficou parado, só o pau se mexia dentro de mim, senti ele pulsando e comecei a mexer os músculos da buceta pra acompanhar, fui me excitando de novo e ele começou a se mover devagar pra frente e pra trás; ele enfiou um dedo no meu cu; depois meteu dois dedos e depois mais um, me apertei forte nele e senti minha buceta se acostumando com o volume dele….meu cu tava sendo bem cuidado e eu tava começando a sentir que outro orgasmo tava chegando; ele se ajeitou melhor e tirou boa parte do pau pra depois meter até o fundo e de novo tirava até a metade e afundava até sentir bater na parede do útero; sentia uma dor forte a cada estocada, mas era maior o prazer de me sentir tão cheia, tão completamente possuída; aquele pauzão quase entrando tudo dentro de mim até onde dava e os quatro dedos dele no meu cu, que prazer indescritível, gozei num novo orgasmo, dessa vez totalmente consciente e foi de tanto prazer que apertei ele com força como agradecendo por tudo que ele me fazia sentir; sabia que meu marido ia ficar absolutamente encantado quando eu contasse e lembrando disso senti outro orgasmo de novo.
Não sei quanto tempo durou aquele momento sublime, ele gozou tanto que a cama e as tendidos estariam completamente encharcados, aí eu tiro o pau até a metade e tiro os dedos dele do meu cu; ele me olhou nos olhos e disse que agora a gente ia testar o cu; pulei da cama como pude, nem sei como, me soltei do abraço dele e quase gritando falei que nem louca ia meter aquilo no meu cu e comecei a catar minhas roupas; me vesti correndo e quase sem me despedir saí de casa; mal na rua percebi que tava toda molhada, que não tinha me lavado e que qualquer um ia perceber o estado que eu tava, mas não liguei; eu ia continuar curtindo essa experiência por muito tempo.
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