Preparei o jantar com as coisas que tinha comprado na volta da casa da minha mãe. Claro que minhas filhas ficaram super felizes na casa da avó, já que minha mãe era muito mais permissiva do que eu. Enfim, "os pais criam e os avós mimam", pensei resignada. Só esperava que minhas filhas cumprissem a palavra e não fossem dormir muito tarde.
Como todo dia que eu tinha livre, tinha nadado e mergulhado na piscina de casa, mas dessa vez vesti meu biquíni mais gostoso no lugar do maiô esportivo de sempre. Tava afim de provocar, alguma coisa tava mudando dentro de mim.
Depois de umas braçadas intensas, senti meus músculos vigorosos, prontos pro dia complicado que me esperava. Saí da água bufando e me deitei no sol. No calor do meio-dia, me perguntei por que tinha aguentado casada com o Afonso até agora: pelos filhos, por negar o fracasso, por medo da solidão, por pura teimosia… Me recriminei por não ter percebido antes a sacanagem do meu marido. Na real, se não fosse pela mancada da Gema, eu ainda não teria descoberto.
Talvez com o passar dos anos meu marido já não sentisse mais atração por mim, ou quem sabe outras mulheres dessem a ele algo que eu não podia, a emoção do proibido. O fato é que meu casamento tava moribundo há tempos e só eu continuava insistindo em mantê-lo vivo.
Lembrei exatamente que ainda não tinha ligado pra minha amiga Maite, minha advogada, quando o portão do jardim começou a abrir.
— Alberto, preciso da combinação do cofre — falei na maior naturalidade quando ele se aproximou pra me cumprimentar — Quero pegar o conjunto azul.
— Quarenta, trinta, vinte, dez
— OK
— Não erre, na terceira trava — comentou, me lembrando mais uma vez que já tinha acontecido comigo uma ocasião. Dessa vez não ia ser o caso…
Durante o jantar, abrimos uma garrafa de sidra, como fazíamos em ocasiões especiais. Tentei controlar o nervosismo e me convencer de que tudo ia dar certo. Embora eu mal tenha tomado uns goles, me preocupei que meu marido não ficasse sem sidra e vinho no copo dele.
No fim do jantar, comecei a ficar melosa e, às onze em ponto, sugeri ao Alfonso que subíssemos pro quarto. "Tenho uma surpresa", sussurrei no ouvido dele.
Alfonso estava tão bêbado que não me custou nada convencê-lo a se deixar algemar na cabeceira de ferro. Sim, com medo de que ele conseguisse se soltar se eu o amarrasse com uma corda, dei um jeito de conseguir um par de algemas de metal pra mantê-lo bem preso na cama.
Naquela noite, meu marido infiel tava a fim de sexo, ou pelo menos foi o que me fez intuir a ereção que começava a aparecer. Perversa, comecei a acariciá-lo e beijá-lo fingindo desejo. Minha intenção era excitá-lo o máximo possível pra que a frustração dele depois fosse ainda maior. Por baixo da calça, entrevi a piroca ficando dura, quando…
DING! DONG!
Quando o infeliz do meu marido ouviu a campainha, ficou atônito. Preso, sem conseguir se mexer quase, a expressão dele não podia ser mais ridícula.
— Quem caralhos…? — praguejou.
— Espera — acalmei ele, sussurrando de novo no ouvido dele — Faz parte da surpresa.
Não precisei abrir a porta pra logo se ouvir alguém entrando em casa.
— Quem é, Lorena? — perguntou meu marido, visivelmente desconcertado e nervoso ao ouvir alguém subindo as escadas.
— Agora você vai ver, não seja impaciente — ronronei como uma gatinha — Vai ver como vamos nos divertir.
Quando a porta se abriu, o desconcerto desfigurou o rosto do meu marido. O canalha ficou de boca aberta.
Um homem elegante e corpulento olhou sério pra ele da soleira da porta. Até eu tive dificuldade em reconhecer o Alberto com aquele terno impecável de marca. Eu tinha pedido pro rapaz vestir algo decente, mas não esperava que aparecesse tão elegantemente vestido.
— QUE PORRA TÁ ACONTECENDO AQUI! — berrou meu marido — ME SOLTA AGORA!!!
— Alberto, por favor — incentivei ele amavelmente a entrar. Alberto sabia exatamente o que tinha que fazer, eu tinha explicado passo a passo pra ele. O garoto conectou o celular dele na TV, e em segundos meu marido se viu na tela de quarenta polegadas junto com as colegas de partido.
— Mas que porra...! — o infeliz ficou mudo quando percebeu que a gente tinha gravado as sacanagens dele.
Eu não ia dar sermão no meu futuro ex-marido, muito menos ficar dando explicações. Então, bem tranquila, pedi o controle pro garoto e congelei a imagem bem na hora em que a Charo tava chupando ele. A putinha tava usando a aliança de casamento na mão que segurava a pica do meu marido.
A partir dali, agi como se o Alfonso nem estivesse ali. Peguei o Alberto pela gravata e puxei ele pra perto de mim. A gente se beijou com bem mais calma do que no dia anterior. No começo, o Alberto tava tenso, mas foi relaxando aos poucos e logo me mostrou que sabia como deixar uma mulher sem fôlego.
O garoto deslizou as alças do meu vestido pelos meus ombros, deixando a roupa cair no chão. Naquele dia, estreiei um par de meias de liga combinando com o conjunto que eu tava usando, um conjunto de uma loja especializada famosa. Também comprei de propósito pra aquela noite, a ocasião merecia. Preto, com renda e caro, muito caro.
Levado pela paixão, o Alberto apertou meus peitos com as mãos grandes dele, me fazendo gemer. Provavelmente o garoto era assim apaixonado com todas as namoradinhas dele, mas naquele momento era eu quem tava provocando aquele comportamento instintivo e animal nele.
Também não fiquei parada. Minhas mãos percorreram com vontade a musculatura foda dele. O Alberto era um gato tão gostoso que eu tive que me segurar pra não sair do roteiro.
DING! DONG!
A campainha tocou pela segunda vez.
— PORRA! ME SOLTA, LORENA! — meu marido, que tinha ficado calado até então, gritou apavorado.
Olhei pra ele e sorri.
Como eu já disse, No último momento, resolvi dar uma pequena mudada nos meus planos. Se meu maridinho tinha me chifrado com duas mulheres ao mesmo tempo, por que eu não faria o mesmo? Na real, essa era uma das minhas velhas fantasias. Dessa vez, tive que descer pra abrir a porta, porque, diferente do Alberto, meu segundo convidado não tinha chave de casa.
Eu tava mais quente que fogueira de São João, mas os saltos me obrigaram a descer as escadas com cuidado. Apertava as pernas, com medo de um jorro sair da minha buceta a qualquer momento, tava morrendo de vontade de foder. Mesmo que na tarde anterior eu tivesse dado um boquete suculento no Alberto, a verdade é que tava quase duas semanas sem um homem me tocar e, pior, tinha passado as últimas vinte e quatro horas fantasiando sobre minha primeira vez com dois caras.
Mesmo de lingerie, quando abri a porta, cumprimentei o Roberto com um sorriso e um aperto de mão discreto. Precisava me mostrar segura de mim mesma, manter o controle. Até aquele momento, aquele gostoso guarda civil e eu só tínhamos dividido um voo Paris–Alicante. Eu tinha sido comissária de bordo dele.
O Roberto também chegou impecável. Mais que isso, o terno dele parecia feito sob medida. Também tava com uma bolsa de academia. Apesar da curiosidade de saber o que tinha dentro, não perguntei nada. De repente, vi o Roberto tirar a arma dele de trás das costas. Apesar de ter me assustado, ele disse que só queria mostrar como intimidação. Então me aproximei, passei a mão no volume dele e falei: "Essa é a única arma que você vai precisar hoje à noite."
Quando subimos, fiz as devidas apresentações, mas obviamente em nenhum momento revelei que o Roberto era sargento da Guarda Civil. Tentei explicar pro Alberto o motivo de ter chamado reforços, aquela era minha vingança. O garoto ficou contrariado, porque ao ver a arma, deve ter pensado que era algum tipo de capanga. Menti pra acalmá-lo, tive que improvisar. Contei pra ela que o Roberto era umprofissionalque uma amiga de confiança tinha me recomendado. Desse jeito, no fim consegui convencer o rapaz de que eu só queria pagar meu marido na mesma moeda.
O sargento avisou meu marido pra não fazer nenhuma besteira e, na frente dele, tirou o pente da pistola, guardou no bolso e deixou a arma em cima da cômoda, bem à vista. Mais do que intimidado, meu marido tava francamenteacabrunhadoOs dois homens se aproximaram de mim e começaram a me beijar e a passar a mão. Sem perder tempo, Roberto desabotoou meu sutiã e jogou ele aos pés do meu marido.
Meu plano era chupar o pau deles na frente do Alfonso, mas pelo visto Roberto tinha seus próprios planos. Ele puxou minha calcinha pra baixo e enfiou a cara entre minhas pernas. O sargento era raposa velha e, naturalmente, a boceta fazia parte do cardápio dele. Devia estar tão faminto quanto eu, pela voracidade com que devorou minha xota molhada.
Enquanto Roberto se saciava entre minhas pernas, eu chupava a boca do jardineiro e tentava puxar o pau dele, mas aí ele começou a chupar meus mamilos.
AGH! AGH! AAAAAAGH!
Minha vingança dos sonhos não podia ter começado melhor. Alberto e Roberto cooperavam pra me fazer gozar. Meus gemidos profundos anunciavam o prazer imenso que estavam me dando.
O mais velho aproveitou a tempestade pra enfiar os dedos na minha bucetinha quente e acolhedora. Com suas manhas, fez minha xota ficar a ponto de soltar faísca. Se continuasse assim, eu não ia demorar a gozar.
AGH! AGH! AGH!
Minha boca estava seca de tanto gemer. Já minha bucetinha tinha virado uma ameixa melada.
AAAAAAAAAAAAAAH! — eu me assustei espontaneamente.
Tempo atrás, tinha descoberto que transar com vários homens ao mesmo tempo era uma fantasia comum entre minhas amigas, e aquele orgasmo potente me mostrou o motivo.
Roberto bebeu entre minhas pernas. Determinado a dar conta dos meus fluidos íntimos, a língua dele continuou procurando entre as dobras da minha xota o nascimento da minha fontinha.
— OOOOOOOOOOOH! — gemi com um segundo clímax.
Minhas pernas fraquejaram e acabei caindo no chão. Fiquei ofegando como uma puta, precisava de uma pausa. Mas Roberto não me deu trégua. Me virou de bruços na borda da cama, separou minhas nádegas e começou a chupar meu cu.
— AAAI! AAAI! — protestei. Fazia cócegas.
Ri na cara do meu marido, mas Bem quando eu tava mais me divertindo, o Roberto enfiou uma coisa em mim sem pedir permissão.
— ¡OOOH! — gemei, toda assustada.
Tentei tirar e percebi que o que tava no meu cu era o polegar dele, o dedão. Agarrei os lençóis com força e me contorci pra aguentar, mas, infelizmente, o sargento não tava nem aí pra ter pena de mim; com uma puta maestria, ele voltou a estimular meu clitóris irritado com os dedos da mesma mão.
— ¡AAAH! ¡AAAH! ¡AAAH! — gritei por causa daquela prolongação forçada do clímax. Nunca me senti tão dominada.
— ¡HA! ¡HA! ¡HA! — meus pedidos se misturavam com as gargalhadas do sargento, mas de repente…
¡PUMMM!
Aquele transe teve um fim súbito e violento quando meu marido aproveitou pra me dar um socão na cara.
Rápido, Roberto pulou em cima do Alfonso e começou a socá-lo enquanto o Alberto me segurava e me tirava de perto.
— Me solta, vou no banheiro — pedi pro rapaz.
Aquela não era a desculpa que eu tinha preparado, mas sabia que era minha chance de limpar o cofre.
¡PLASH! ¡PLASH! — ouvi mais umas porradas, mas não virei pra olhar. Tranquei a porta do banheiro e me olhei no espelho. Aquele filho da puta do meu marido tinha me acertado com o tornozelo, ia ficar um puta hematoma.
Não tinha tempo pra lamentar. Abri o cofre e meti os papéis, as joias e um pouco de dinheiro no cesto de roupa suja. Depois, tampei tudo direitinho, fechei o cofre de novo e sentei pra mijar.
Uns momentos antes, quase tinha mijado nas calças. Além disso, a coceira no meu esfíncter me fez perceber que meu último resquício de virgindade logo ia ser passado. Só de pensar naquele homem forte me possuindo pelo cu, fiquei louca de tesão. Quase me masturbei sentada na privada… Que puta loucura!
Quando saí, vi que tinham mudado meu marido de lugar, algemado no radiador. O Roberto tinha me dado as algemas na tarde anterior, então devia ter outra chave. Alfonso estava com a cara toda arrebentada, mas não senti pena dele. Ainda doía o golpe que ele tinha me dado.
— Não batam mais nele — falei mesmo assim.
— FOXY! VOU TE MATAR! — gritou Alfonso.
Roberto tirou da mochila de esporte um rolo de fita adesiva e amordaçou ele. Pelo visto, veio preparado pra qualquer eventualidade.
Joguei o travesseiro no chão, bem na frente do meu marido, e pedi pra eles se aproximarem. Passei a mão na virilha deles, olhando com raiva pro meu marido. Primeiro num, depois no outro.
— Porra! Que pauzão, garoto! — exclamou Roberto ao ver a piroca do moleque. A grossura era fora do comum.
Chupei o pau deles como uma campeã. Sempre gostei disso. Não sei por quê, mas é algo que me faz sentir irresistível, poderosa…
CHUPS! CHUPS! CHUPS!
Me comportei como uma boa garota e olhei nos olhos do sargento enquanto fazia a rola dele entrar e sair da minha boca. Apertei meus lábios no contorno daquele pau imponente que provavelmente ia desvirginar meu cu. Sabia que Roberto ia me fazer gozar, via nos olhos dele. Aquele homem tinha um jeito que me perturbava, além de uma bela piroca.
CHUPS! CHUPS! CHUPS!
Fui alternando entre os paus várias vezes, olhando de vez em quando pro meu marido pra zoar ele. Lambendo o tronco do sargento de cima a baixo e depois chupando a cabeçona do moleque. Mamava com gosto a estaca do Roberto e depois lambia as bolas do Alberto. O pau do garoto, que era visivelmente mais grosso, diminuía o membro do sargento. Mas nada disso, quando tentei engolir ele, a ponta do meu nariz não alcançava o púbis dele por uns três dedos ou mais. Dezessete ou dezoito centímetros magníficos.
— Continua! — exigiu o sargento numa das vezes que fiz menção de parar de chupar ele pra seguir com o do jardineiro.
Eu me esforcei ao máximo, querendo recompensar ele pelos orgasmos que ele tinha me dado.
— Porra, como sua mulher chupa bem! — disparou o sargento, zoando o Alfonso.
Senti que aquele O cara tinha a intenção mal-educada de gozar na minha boca sem me pedir permissão.
— Vamos, gostosa! Faz eu gozar! — ele disse, confirmando minhas suspeitas.
Por acaso, essa era exatamente a minha intenção: que o Alfonso visse outro homem gozando na boca da mulher dele. Logo senti aquela primeira gotinha que antecede a gozada. Aquele sabor foi um rastro certeiro pra uma puta caçadora como eu. Enlouquecida, comecei a chupar ele feito uma vagabunda, fazendo mais barulho de propósito.
CHUPS! CHUPS! CHUPS!
Pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo.
— OGH! — reclamou o Roberto, e de repente, o cavalheiro educado virou um tirano cruel. Puxou meu cabelo, esmagando a glande dele contra o céu da minha boca.
— OOOOOOGH! — ele ofegou fundo.
Um jato violento de porra bateu no meu paladar, espalhando o gosto delicioso da vingança por toda a minha boca.
— CHUPA! CHUPA! — ele implorou aos berros.
— UMMM! — eu grunhi, sentindo a boca encher de leite.
Foram uns instantes alucinantes. Mesmo depois que o Roberto soltou meu cabelo, eu não parei de chupar com toda a força. O esperma quente daquele homem deixou um gosto amargo na minha garganta, e ainda assim não consegui parar de chupar. Ele mesmo teve que tirar o pau dormente da minha boca um tempinho depois de ter acabado de gozar.
— Porra, cara, tua mulher me deixou seco! — zombou o sargento fortão — Preciso de um drinque. Vocês têm alguma coisa lá embaixo, né?
Fiquei pasma, sem saber como reagir diante de tanta cara de pau. Vi impotente o sargento guardar o pau de novo na calça e sumir escada abaixo.
— Deita — ouvi atrás de mim.
Quando o Roberto subiu com uma taça em cada mão, eu já estava montada no moleque feito uma gostosa desenfreada. No começo, o pauzão do jardineiro tinha me deixado sem fôlego, mas depois minha buceta se adaptou a ele como uma luva de látex. A gente tinha se posicionado de costas pro meu marido, de um jeito que ele pudesse ver aquele O artefato entrava e saía da minha bucetinha.
CLACK! CLACK! CLACK!
Minha bunda quicava sonoramente no púbis do garoto enquanto os lábios inchados da minha xota abraçavam a pica portentosa dele. O cara tinha me posto à prova, sim, mas depois de ter dado à luz dois filhos, não ia me assustar fácil. Na real, acabei fazendo valer minhas aulas de twerking em cima dele enquanto ele chupava meus peitos, e quando senti que ia gozar dentro de mim, apertei os dentes e me empenhei na pica dele.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAGH! — berrou o jardineiro ao ejacular, me arrastando também para um orgasmo foda.
Se quando um homem enche sua boca com o esperma dele é o auge da luxúria, sentir a essência quente dele na sua xota é a felicidade máxima. Não à toa, aquele instante de união é em si a origem de toda a vida.
Ao sentir parte do esperma dele escorrendo da minha xota, levantei a bunda. Me sentia tão febril e sem vergonha, que queria mostrar ao meu marido como a gozada impressionante do nosso jardineiro tinha transbordado minha bucetinha.
— É a minha vez! — ouvi o Roberto reivindicar.
Vi ele se aproximar com um drink e me oferecer um gole, só um, já que depois passou o copo pro Alberto e, me pegando pela nuca, me convidou a me ajoelhar de novo.
— Sabe... — começou o sargento, falando com meu marido — Ontem à tarde, quando encontrei sua mulher, reparei como ela mexia os quadris ao andar, como empinava a bunda e se remexia inquieta no banco. Pois é, já comprovei que quando uma mulher faz isso, geralmente é por dois motivos: ou porque tem umas hemorroidas do tamanho das minhas bolas, que é o mais comum, ou porque faz tempo que não levam no cu... Enfim, nem imagina como fiquei feliz ao ver que sua mulher não tem hemorroida.
Não consegui evitar rir enquanto me esforçava pra ajudar aquele tarado a recuperar a ereção.
Na real, meu marido nunca tinha me comido por trás, nunca tinha me sodomizado. O hipócrita era muito tradicional comigo. Suponho que manter sua secretária exigente satisfeita já era suficiente. Então, que jeito melhor de dar nosso casamento por encerrado do que obrigá-lo a testemunhar outro homem me desvirginando bem na cara dele?
Eu tinha certeza de que aquele sargento severo sentia devoção pela minha bunda. Quem diria que ele a ultrajaría do jeito que fez. Roberto me fez ficar de quatro a um metro de Alfonso. Me obrigou a olhar para meu marido enquanto ele se posicionava atrás de mim e voltava a devorar aquele orifício pelo qual o sargento mostrava uma predileção singular.
Eu gemia com a língua dele sondando meu cu, gemia enquanto seus dedos iam me abrindo, mas, acima de tudo, gemia com o jeito calmo e sensual dele de masturbar meu clitóris enquanto me preparava para ser sodomizada.
― AAAAAAAH! ― gritei quando o sargento venceu a resistência do meu cu, enfiando o pau dele entre minhas nádegas. A verdade é que, apesar daquele suplício breve, me senti satisfeita por finalmente um homem ter me sodomizado aos meus quarenta e três anos.
O que aconteceu depois, o jeito que Roberto se enfureceu comigo, eu gostaria de poder esquecer. Só vou contar que, depois de me sodomizar com delicadeza na frente do meu marido, Roberto me virou e então sim me fez saber o que évai tomar no cuA desolação do meu marido era total. Humilhado, forçado a contemplar como eu era sodomizada, via a pica do sargento entrando e saindo do cu da sua mulher sem poder fazer nada.
O jeito dele de me comer virou uma loucura, quase sádico. Mas, apesar disso, ele era tão bom amante que dava um jeito de continuar esfregando meu clitóris duro enquanto me fodia com toda a força. Perdi a conta do tempo que fiquei com a pica dele no cu e dos orgasmos que tive.
Quase tinha perdido a consciência quando Roberto finalmente me encheu de esperma. Aí, o degenerado tirou a pica do meu cu e separou minhas nádegas para meu marido ver bem como ele tinha me deixado. Todo orgulhoso, Roberto me deu um baita tapa na bunda, me parabenizando pelo meu comportamento. Reconheceu que fazia tempo que não se divertia tanto com uma mulher e, antes de ir embora, deixou claro que eu podia contar com ele para o que precisasse.
Apesar daquele desfecho traumático, me senti satisfeita. Tinha realizado minha vingança exatamente como planejei. Além disso, minha estreia como divorciada me fez perceber que uma vida nova e empolgante se abria diante de mim.
Como todo dia que eu tinha livre, tinha nadado e mergulhado na piscina de casa, mas dessa vez vesti meu biquíni mais gostoso no lugar do maiô esportivo de sempre. Tava afim de provocar, alguma coisa tava mudando dentro de mim.
Depois de umas braçadas intensas, senti meus músculos vigorosos, prontos pro dia complicado que me esperava. Saí da água bufando e me deitei no sol. No calor do meio-dia, me perguntei por que tinha aguentado casada com o Afonso até agora: pelos filhos, por negar o fracasso, por medo da solidão, por pura teimosia… Me recriminei por não ter percebido antes a sacanagem do meu marido. Na real, se não fosse pela mancada da Gema, eu ainda não teria descoberto.
Talvez com o passar dos anos meu marido já não sentisse mais atração por mim, ou quem sabe outras mulheres dessem a ele algo que eu não podia, a emoção do proibido. O fato é que meu casamento tava moribundo há tempos e só eu continuava insistindo em mantê-lo vivo.
Lembrei exatamente que ainda não tinha ligado pra minha amiga Maite, minha advogada, quando o portão do jardim começou a abrir.
— Alberto, preciso da combinação do cofre — falei na maior naturalidade quando ele se aproximou pra me cumprimentar — Quero pegar o conjunto azul.
— Quarenta, trinta, vinte, dez
— OK
— Não erre, na terceira trava — comentou, me lembrando mais uma vez que já tinha acontecido comigo uma ocasião. Dessa vez não ia ser o caso…
Durante o jantar, abrimos uma garrafa de sidra, como fazíamos em ocasiões especiais. Tentei controlar o nervosismo e me convencer de que tudo ia dar certo. Embora eu mal tenha tomado uns goles, me preocupei que meu marido não ficasse sem sidra e vinho no copo dele.
No fim do jantar, comecei a ficar melosa e, às onze em ponto, sugeri ao Alfonso que subíssemos pro quarto. "Tenho uma surpresa", sussurrei no ouvido dele.
Alfonso estava tão bêbado que não me custou nada convencê-lo a se deixar algemar na cabeceira de ferro. Sim, com medo de que ele conseguisse se soltar se eu o amarrasse com uma corda, dei um jeito de conseguir um par de algemas de metal pra mantê-lo bem preso na cama.
Naquela noite, meu marido infiel tava a fim de sexo, ou pelo menos foi o que me fez intuir a ereção que começava a aparecer. Perversa, comecei a acariciá-lo e beijá-lo fingindo desejo. Minha intenção era excitá-lo o máximo possível pra que a frustração dele depois fosse ainda maior. Por baixo da calça, entrevi a piroca ficando dura, quando…
DING! DONG!
Quando o infeliz do meu marido ouviu a campainha, ficou atônito. Preso, sem conseguir se mexer quase, a expressão dele não podia ser mais ridícula.
— Quem caralhos…? — praguejou.
— Espera — acalmei ele, sussurrando de novo no ouvido dele — Faz parte da surpresa.
Não precisei abrir a porta pra logo se ouvir alguém entrando em casa.
— Quem é, Lorena? — perguntou meu marido, visivelmente desconcertado e nervoso ao ouvir alguém subindo as escadas.
— Agora você vai ver, não seja impaciente — ronronei como uma gatinha — Vai ver como vamos nos divertir.
Quando a porta se abriu, o desconcerto desfigurou o rosto do meu marido. O canalha ficou de boca aberta.
Um homem elegante e corpulento olhou sério pra ele da soleira da porta. Até eu tive dificuldade em reconhecer o Alberto com aquele terno impecável de marca. Eu tinha pedido pro rapaz vestir algo decente, mas não esperava que aparecesse tão elegantemente vestido.
— QUE PORRA TÁ ACONTECENDO AQUI! — berrou meu marido — ME SOLTA AGORA!!!
— Alberto, por favor — incentivei ele amavelmente a entrar. Alberto sabia exatamente o que tinha que fazer, eu tinha explicado passo a passo pra ele. O garoto conectou o celular dele na TV, e em segundos meu marido se viu na tela de quarenta polegadas junto com as colegas de partido.
— Mas que porra...! — o infeliz ficou mudo quando percebeu que a gente tinha gravado as sacanagens dele.
Eu não ia dar sermão no meu futuro ex-marido, muito menos ficar dando explicações. Então, bem tranquila, pedi o controle pro garoto e congelei a imagem bem na hora em que a Charo tava chupando ele. A putinha tava usando a aliança de casamento na mão que segurava a pica do meu marido.
A partir dali, agi como se o Alfonso nem estivesse ali. Peguei o Alberto pela gravata e puxei ele pra perto de mim. A gente se beijou com bem mais calma do que no dia anterior. No começo, o Alberto tava tenso, mas foi relaxando aos poucos e logo me mostrou que sabia como deixar uma mulher sem fôlego.
O garoto deslizou as alças do meu vestido pelos meus ombros, deixando a roupa cair no chão. Naquele dia, estreiei um par de meias de liga combinando com o conjunto que eu tava usando, um conjunto de uma loja especializada famosa. Também comprei de propósito pra aquela noite, a ocasião merecia. Preto, com renda e caro, muito caro.
Levado pela paixão, o Alberto apertou meus peitos com as mãos grandes dele, me fazendo gemer. Provavelmente o garoto era assim apaixonado com todas as namoradinhas dele, mas naquele momento era eu quem tava provocando aquele comportamento instintivo e animal nele.
Também não fiquei parada. Minhas mãos percorreram com vontade a musculatura foda dele. O Alberto era um gato tão gostoso que eu tive que me segurar pra não sair do roteiro.
DING! DONG!
A campainha tocou pela segunda vez.
— PORRA! ME SOLTA, LORENA! — meu marido, que tinha ficado calado até então, gritou apavorado.
Olhei pra ele e sorri.
Como eu já disse, No último momento, resolvi dar uma pequena mudada nos meus planos. Se meu maridinho tinha me chifrado com duas mulheres ao mesmo tempo, por que eu não faria o mesmo? Na real, essa era uma das minhas velhas fantasias. Dessa vez, tive que descer pra abrir a porta, porque, diferente do Alberto, meu segundo convidado não tinha chave de casa.
Eu tava mais quente que fogueira de São João, mas os saltos me obrigaram a descer as escadas com cuidado. Apertava as pernas, com medo de um jorro sair da minha buceta a qualquer momento, tava morrendo de vontade de foder. Mesmo que na tarde anterior eu tivesse dado um boquete suculento no Alberto, a verdade é que tava quase duas semanas sem um homem me tocar e, pior, tinha passado as últimas vinte e quatro horas fantasiando sobre minha primeira vez com dois caras.
Mesmo de lingerie, quando abri a porta, cumprimentei o Roberto com um sorriso e um aperto de mão discreto. Precisava me mostrar segura de mim mesma, manter o controle. Até aquele momento, aquele gostoso guarda civil e eu só tínhamos dividido um voo Paris–Alicante. Eu tinha sido comissária de bordo dele.
O Roberto também chegou impecável. Mais que isso, o terno dele parecia feito sob medida. Também tava com uma bolsa de academia. Apesar da curiosidade de saber o que tinha dentro, não perguntei nada. De repente, vi o Roberto tirar a arma dele de trás das costas. Apesar de ter me assustado, ele disse que só queria mostrar como intimidação. Então me aproximei, passei a mão no volume dele e falei: "Essa é a única arma que você vai precisar hoje à noite."
Quando subimos, fiz as devidas apresentações, mas obviamente em nenhum momento revelei que o Roberto era sargento da Guarda Civil. Tentei explicar pro Alberto o motivo de ter chamado reforços, aquela era minha vingança. O garoto ficou contrariado, porque ao ver a arma, deve ter pensado que era algum tipo de capanga. Menti pra acalmá-lo, tive que improvisar. Contei pra ela que o Roberto era umprofissionalque uma amiga de confiança tinha me recomendado. Desse jeito, no fim consegui convencer o rapaz de que eu só queria pagar meu marido na mesma moeda.
O sargento avisou meu marido pra não fazer nenhuma besteira e, na frente dele, tirou o pente da pistola, guardou no bolso e deixou a arma em cima da cômoda, bem à vista. Mais do que intimidado, meu marido tava francamenteacabrunhadoOs dois homens se aproximaram de mim e começaram a me beijar e a passar a mão. Sem perder tempo, Roberto desabotoou meu sutiã e jogou ele aos pés do meu marido.
Meu plano era chupar o pau deles na frente do Alfonso, mas pelo visto Roberto tinha seus próprios planos. Ele puxou minha calcinha pra baixo e enfiou a cara entre minhas pernas. O sargento era raposa velha e, naturalmente, a boceta fazia parte do cardápio dele. Devia estar tão faminto quanto eu, pela voracidade com que devorou minha xota molhada.
Enquanto Roberto se saciava entre minhas pernas, eu chupava a boca do jardineiro e tentava puxar o pau dele, mas aí ele começou a chupar meus mamilos.
AGH! AGH! AAAAAAGH!
Minha vingança dos sonhos não podia ter começado melhor. Alberto e Roberto cooperavam pra me fazer gozar. Meus gemidos profundos anunciavam o prazer imenso que estavam me dando.
O mais velho aproveitou a tempestade pra enfiar os dedos na minha bucetinha quente e acolhedora. Com suas manhas, fez minha xota ficar a ponto de soltar faísca. Se continuasse assim, eu não ia demorar a gozar.
AGH! AGH! AGH!
Minha boca estava seca de tanto gemer. Já minha bucetinha tinha virado uma ameixa melada.
AAAAAAAAAAAAAAH! — eu me assustei espontaneamente.
Tempo atrás, tinha descoberto que transar com vários homens ao mesmo tempo era uma fantasia comum entre minhas amigas, e aquele orgasmo potente me mostrou o motivo.
Roberto bebeu entre minhas pernas. Determinado a dar conta dos meus fluidos íntimos, a língua dele continuou procurando entre as dobras da minha xota o nascimento da minha fontinha.
— OOOOOOOOOOOH! — gemi com um segundo clímax.
Minhas pernas fraquejaram e acabei caindo no chão. Fiquei ofegando como uma puta, precisava de uma pausa. Mas Roberto não me deu trégua. Me virou de bruços na borda da cama, separou minhas nádegas e começou a chupar meu cu.
— AAAI! AAAI! — protestei. Fazia cócegas.
Ri na cara do meu marido, mas Bem quando eu tava mais me divertindo, o Roberto enfiou uma coisa em mim sem pedir permissão.
— ¡OOOH! — gemei, toda assustada.
Tentei tirar e percebi que o que tava no meu cu era o polegar dele, o dedão. Agarrei os lençóis com força e me contorci pra aguentar, mas, infelizmente, o sargento não tava nem aí pra ter pena de mim; com uma puta maestria, ele voltou a estimular meu clitóris irritado com os dedos da mesma mão.
— ¡AAAH! ¡AAAH! ¡AAAH! — gritei por causa daquela prolongação forçada do clímax. Nunca me senti tão dominada.
— ¡HA! ¡HA! ¡HA! — meus pedidos se misturavam com as gargalhadas do sargento, mas de repente…
¡PUMMM!
Aquele transe teve um fim súbito e violento quando meu marido aproveitou pra me dar um socão na cara.
Rápido, Roberto pulou em cima do Alfonso e começou a socá-lo enquanto o Alberto me segurava e me tirava de perto.
— Me solta, vou no banheiro — pedi pro rapaz.
Aquela não era a desculpa que eu tinha preparado, mas sabia que era minha chance de limpar o cofre.
¡PLASH! ¡PLASH! — ouvi mais umas porradas, mas não virei pra olhar. Tranquei a porta do banheiro e me olhei no espelho. Aquele filho da puta do meu marido tinha me acertado com o tornozelo, ia ficar um puta hematoma.
Não tinha tempo pra lamentar. Abri o cofre e meti os papéis, as joias e um pouco de dinheiro no cesto de roupa suja. Depois, tampei tudo direitinho, fechei o cofre de novo e sentei pra mijar.
Uns momentos antes, quase tinha mijado nas calças. Além disso, a coceira no meu esfíncter me fez perceber que meu último resquício de virgindade logo ia ser passado. Só de pensar naquele homem forte me possuindo pelo cu, fiquei louca de tesão. Quase me masturbei sentada na privada… Que puta loucura!
Quando saí, vi que tinham mudado meu marido de lugar, algemado no radiador. O Roberto tinha me dado as algemas na tarde anterior, então devia ter outra chave. Alfonso estava com a cara toda arrebentada, mas não senti pena dele. Ainda doía o golpe que ele tinha me dado.
— Não batam mais nele — falei mesmo assim.
— FOXY! VOU TE MATAR! — gritou Alfonso.
Roberto tirou da mochila de esporte um rolo de fita adesiva e amordaçou ele. Pelo visto, veio preparado pra qualquer eventualidade.
Joguei o travesseiro no chão, bem na frente do meu marido, e pedi pra eles se aproximarem. Passei a mão na virilha deles, olhando com raiva pro meu marido. Primeiro num, depois no outro.
— Porra! Que pauzão, garoto! — exclamou Roberto ao ver a piroca do moleque. A grossura era fora do comum.
Chupei o pau deles como uma campeã. Sempre gostei disso. Não sei por quê, mas é algo que me faz sentir irresistível, poderosa…
CHUPS! CHUPS! CHUPS!
Me comportei como uma boa garota e olhei nos olhos do sargento enquanto fazia a rola dele entrar e sair da minha boca. Apertei meus lábios no contorno daquele pau imponente que provavelmente ia desvirginar meu cu. Sabia que Roberto ia me fazer gozar, via nos olhos dele. Aquele homem tinha um jeito que me perturbava, além de uma bela piroca.
CHUPS! CHUPS! CHUPS!
Fui alternando entre os paus várias vezes, olhando de vez em quando pro meu marido pra zoar ele. Lambendo o tronco do sargento de cima a baixo e depois chupando a cabeçona do moleque. Mamava com gosto a estaca do Roberto e depois lambia as bolas do Alberto. O pau do garoto, que era visivelmente mais grosso, diminuía o membro do sargento. Mas nada disso, quando tentei engolir ele, a ponta do meu nariz não alcançava o púbis dele por uns três dedos ou mais. Dezessete ou dezoito centímetros magníficos.
— Continua! — exigiu o sargento numa das vezes que fiz menção de parar de chupar ele pra seguir com o do jardineiro.
Eu me esforcei ao máximo, querendo recompensar ele pelos orgasmos que ele tinha me dado.
— Porra, como sua mulher chupa bem! — disparou o sargento, zoando o Alfonso.
Senti que aquele O cara tinha a intenção mal-educada de gozar na minha boca sem me pedir permissão.
— Vamos, gostosa! Faz eu gozar! — ele disse, confirmando minhas suspeitas.
Por acaso, essa era exatamente a minha intenção: que o Alfonso visse outro homem gozando na boca da mulher dele. Logo senti aquela primeira gotinha que antecede a gozada. Aquele sabor foi um rastro certeiro pra uma puta caçadora como eu. Enlouquecida, comecei a chupar ele feito uma vagabunda, fazendo mais barulho de propósito.
CHUPS! CHUPS! CHUPS!
Pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo.
— OGH! — reclamou o Roberto, e de repente, o cavalheiro educado virou um tirano cruel. Puxou meu cabelo, esmagando a glande dele contra o céu da minha boca.
— OOOOOOGH! — ele ofegou fundo.
Um jato violento de porra bateu no meu paladar, espalhando o gosto delicioso da vingança por toda a minha boca.
— CHUPA! CHUPA! — ele implorou aos berros.
— UMMM! — eu grunhi, sentindo a boca encher de leite.
Foram uns instantes alucinantes. Mesmo depois que o Roberto soltou meu cabelo, eu não parei de chupar com toda a força. O esperma quente daquele homem deixou um gosto amargo na minha garganta, e ainda assim não consegui parar de chupar. Ele mesmo teve que tirar o pau dormente da minha boca um tempinho depois de ter acabado de gozar.
— Porra, cara, tua mulher me deixou seco! — zombou o sargento fortão — Preciso de um drinque. Vocês têm alguma coisa lá embaixo, né?
Fiquei pasma, sem saber como reagir diante de tanta cara de pau. Vi impotente o sargento guardar o pau de novo na calça e sumir escada abaixo.
— Deita — ouvi atrás de mim.
Quando o Roberto subiu com uma taça em cada mão, eu já estava montada no moleque feito uma gostosa desenfreada. No começo, o pauzão do jardineiro tinha me deixado sem fôlego, mas depois minha buceta se adaptou a ele como uma luva de látex. A gente tinha se posicionado de costas pro meu marido, de um jeito que ele pudesse ver aquele O artefato entrava e saía da minha bucetinha.
CLACK! CLACK! CLACK!
Minha bunda quicava sonoramente no púbis do garoto enquanto os lábios inchados da minha xota abraçavam a pica portentosa dele. O cara tinha me posto à prova, sim, mas depois de ter dado à luz dois filhos, não ia me assustar fácil. Na real, acabei fazendo valer minhas aulas de twerking em cima dele enquanto ele chupava meus peitos, e quando senti que ia gozar dentro de mim, apertei os dentes e me empenhei na pica dele.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAGH! — berrou o jardineiro ao ejacular, me arrastando também para um orgasmo foda.
Se quando um homem enche sua boca com o esperma dele é o auge da luxúria, sentir a essência quente dele na sua xota é a felicidade máxima. Não à toa, aquele instante de união é em si a origem de toda a vida.
Ao sentir parte do esperma dele escorrendo da minha xota, levantei a bunda. Me sentia tão febril e sem vergonha, que queria mostrar ao meu marido como a gozada impressionante do nosso jardineiro tinha transbordado minha bucetinha.
— É a minha vez! — ouvi o Roberto reivindicar.
Vi ele se aproximar com um drink e me oferecer um gole, só um, já que depois passou o copo pro Alberto e, me pegando pela nuca, me convidou a me ajoelhar de novo.
— Sabe... — começou o sargento, falando com meu marido — Ontem à tarde, quando encontrei sua mulher, reparei como ela mexia os quadris ao andar, como empinava a bunda e se remexia inquieta no banco. Pois é, já comprovei que quando uma mulher faz isso, geralmente é por dois motivos: ou porque tem umas hemorroidas do tamanho das minhas bolas, que é o mais comum, ou porque faz tempo que não levam no cu... Enfim, nem imagina como fiquei feliz ao ver que sua mulher não tem hemorroida.
Não consegui evitar rir enquanto me esforçava pra ajudar aquele tarado a recuperar a ereção.
Na real, meu marido nunca tinha me comido por trás, nunca tinha me sodomizado. O hipócrita era muito tradicional comigo. Suponho que manter sua secretária exigente satisfeita já era suficiente. Então, que jeito melhor de dar nosso casamento por encerrado do que obrigá-lo a testemunhar outro homem me desvirginando bem na cara dele?
Eu tinha certeza de que aquele sargento severo sentia devoção pela minha bunda. Quem diria que ele a ultrajaría do jeito que fez. Roberto me fez ficar de quatro a um metro de Alfonso. Me obrigou a olhar para meu marido enquanto ele se posicionava atrás de mim e voltava a devorar aquele orifício pelo qual o sargento mostrava uma predileção singular.
Eu gemia com a língua dele sondando meu cu, gemia enquanto seus dedos iam me abrindo, mas, acima de tudo, gemia com o jeito calmo e sensual dele de masturbar meu clitóris enquanto me preparava para ser sodomizada.
― AAAAAAAH! ― gritei quando o sargento venceu a resistência do meu cu, enfiando o pau dele entre minhas nádegas. A verdade é que, apesar daquele suplício breve, me senti satisfeita por finalmente um homem ter me sodomizado aos meus quarenta e três anos.
O que aconteceu depois, o jeito que Roberto se enfureceu comigo, eu gostaria de poder esquecer. Só vou contar que, depois de me sodomizar com delicadeza na frente do meu marido, Roberto me virou e então sim me fez saber o que évai tomar no cuA desolação do meu marido era total. Humilhado, forçado a contemplar como eu era sodomizada, via a pica do sargento entrando e saindo do cu da sua mulher sem poder fazer nada.
O jeito dele de me comer virou uma loucura, quase sádico. Mas, apesar disso, ele era tão bom amante que dava um jeito de continuar esfregando meu clitóris duro enquanto me fodia com toda a força. Perdi a conta do tempo que fiquei com a pica dele no cu e dos orgasmos que tive.
Quase tinha perdido a consciência quando Roberto finalmente me encheu de esperma. Aí, o degenerado tirou a pica do meu cu e separou minhas nádegas para meu marido ver bem como ele tinha me deixado. Todo orgulhoso, Roberto me deu um baita tapa na bunda, me parabenizando pelo meu comportamento. Reconheceu que fazia tempo que não se divertia tanto com uma mulher e, antes de ir embora, deixou claro que eu podia contar com ele para o que precisasse.
Apesar daquele desfecho traumático, me senti satisfeita. Tinha realizado minha vingança exatamente como planejei. Além disso, minha estreia como divorciada me fez perceber que uma vida nova e empolgante se abria diante de mim.
0 comentários - Sede de vingança, meu marido vai pagar III