Anteriormente:
Minha mãe chega no meu apartamento de surpresa e descobre que a Andrea, a amiga psicóloga dela que estava nos ajudando a superar nossos atos perversos, estava transando comigo regularmente.
Isso a deixa furiosa, ela briga com a amiga aos gritos no meu quarto e sai berrando do meu apartamento.
No fim de semana, descubro que ela vai sair despeitada atrás de homens, então decido ir buscá-la pra impedir essa loucura.
Naquela noite, acabamos resolvendo nossas diferenças no barzinho, com a música alta tocando, os drinks indo e vindo e a escuridão da noite.
Dançamos e nos divertimos, até que em certo momento paramos encostados numa parede, com minha mão dentro da calcinha fio-dental dela por baixo da minissaia e a mão dela dentro da minha calça, nos masturbando um ao outro com a cumplicidade da escuridão e da multidão.
Alguns perceberam o que a gente tava fazendo, mas deixaram a gente continuar, cúmplices também. Pra eles, éramos dois amantes, um jovem e uma mulher madura, loucos por sexo.
Em certo momento, nossas bocas se separam e nos olhamos intensamente, sem falar nada, nos perguntando se íamos dar o próximo passo.
Sem palavras, sabemos que os dois querem, então decidimos sair do bar.
Ambos tínhamos ido com nossos carros, então cada um foi no seu.
Minha mãe vai na frente, eu sinto nervoso, minhas mãos suam, sinto o tesão no ar.
Ao chegar numa esquina, encontramos uma blitz. Mandam minha mãe parar, mas eu não.
Sigo mais uma quadra e paro pra olhar pelo retrovisor.
É um teste do bafômetro.
Óbvio que a gente não passaria com o que bebeu.
Vejo minha mãe gesticular, mexer as mãos, claramente iam reter o carro dela.
Desço pra ir até ela sem que vejam que saí do meu carro, também não tô em condições de fazer o teste.
Ando pela rua devagar.
Minha mãe tá gritando, se recusa a descer, os policiais se amontoam, chegam policiais mulheres pra forçá-la a descer. do carro.
Os gritos das policiais desafiam minha mãe e tentam abrir a porta dela, ela acelera e foge do bloqueio policial, atropelando uma policial.
Vejo a policial ser arremessada por cima do capô e cair de forma horrível no asfalto.
Não acredito no que minha mãe acabou de fazer, a polícia sai pra perseguir ela, carros, caminhonetes, motos.
Outros pedem pra ambulância vir socorrer a mulher policial que está desmaiada.
Eu dou meia-volta e apresso o passo até meu carro, enquanto vejo ao fundo minha mãe continuar acelerando e a polícia com as sirenes atrás dela.
Ao chegar no meu carro, acelero atrás do rastro da minha mãe, ligo pra ela no celular, mas ela não atende.
Tento seguir as luzes azuis que viram em certa esquina, sei que minha mãe vai pra casa dela, então vou pra lá também.
Vou rápido pra tentar alcançá-los, mas não chego a tempo, já passaram minutos suficientes pra perder o rastro.
Vejo uma viatura passar a toda velocidade numa rua e sigo ela, é óbvio que minha mãe está atraindo as viaturas da cidade inteira.
Ao chegar num certo ponto, vejo todas as luzes azuis, viaturas bloqueando a passagem, estaciono e vou até uma lanchonete 24 horas, peço um café, chicletes e um desodorante barato pra tirar o cheiro de álcool.
Num posto de gasolina onde todo mundo está olhando o que acontece, vou mijar à força pra tirar o máximo de álcool do corpo.
Ando pela calçada, ouço os vizinhos falarem de uma louca que está trancada no carro e bateu em vários carros na calçada.
Chego o mais perto que posso, e lá vejo policiais prendendo minha mãe, cobrindo o rosto dela, caminhando em direção a uma viatura.
Aí saio do anonimato e digo pra me deixarem passar, que é minha mãe, me mandam ir pra delegacia, que ela está presa por furar o bloqueio, atropelar e causar danos na via pública.
As notícias parecem estar escassas, porque os jornais chegam pra fazer a Relato de uma noite de fúria.
Minha mãe foi usada como bode expiatório de todos os males da sociedade.
Ela está presa, tem protestos pedindo punição severa por causa da policial atropelada que está em coma.
Os grandes jornais pedem condenações exemplares. Os políticos se aproveitam para ganhar seguidores pro partido, condenando ela e pedindo que a justiça não seja mole.
Ela está incomunicável.
Com meu pai, que resolveu aparecer por causa da repercussão, decidimos pagar um dos melhores advogados de Buenos Aires.
Deixam a gente ver ela por alguns minutos cada um, mas o maior tempo fica com o advogado.
A gente não fala nada sobre o que rolou naquela noite antes do surto dela.
Só damos força, porque sabemos que a situação dela é foda, ela tá com olheiras, olhos inchados, chorou pra caralho naquela cela.
Passam várias semanas, e a gente só vê ela por uns minutos, a notícia é nacional, e a gente só leva comida e roupa.
Nosso advogado briga na televisão tentando mostrar as qualidades da minha mãe, que foi acidental, que foi emoção violenta, o terror pela ação policial, mas não adianta.
Chega um julgamento relâmpago pra acalmar a sociedade, minha mãe é condenada a 3 anos de prisão.
Pelo menos a recuperação da policial atropelada aliviou a pena dela, que teria sido catastrófica se ela tivesse morrido.
Mas a policial era convidada pra todos os programas, chorava e cada lágrima dela dava mais um dia de condenação pra minha mãe na cadeia.
Meu pai, assim que o julgamento acabou, decide sumir de novo, me deixando com a responsa total de cuidar da minha mãe.
Toda semana eu visito ela e levo comida, roupa, livros, tudo que deixam pra ela passar o tempo.
Maribel, a amiga dela, assim que soube da notícia naquela sexta-feira do atropelamento, dissolveu a sociedade. Enquanto minha mãe tava na delegacia, a amiga e sócia já tava com advogados dando um jeito de desfazer o negócio conjunto e não se foder junto.
Andrea tentou visitar minha mãe, mas ela não perdoou. Ainda.
O resto dos familiares e amigos nem apareceu, era muita a carga negativa de ficar do lado da minha mãe.
Só sobrou eu.
No meu trabalho, me mudaram de cargo, me rebaixaram e me mandaram pra um lugar periférico da empresa pra que meu nome não ficasse associado a ela, e tinha rumores de que os advogados estavam procurando um jeito de me mandar embora sem ter que pagar o que é de direito.
Chegamos no primeiro ano da condenação, e a empresa me chama pra acertar uma saída consensual.
Acabamos resolvendo minha demissão, não sem antes brigar por uma boa indenização.
Com isso, decido reabrir o café da minha mãe, e também saio do apartamento pra ir pra casa vazia dela.
Ao visitar minha mãe, ela me diz que tem um jeito de ter mais horas e mais intimidade do que a visita tradicional no espaço comum.
As visitas higiênicas.
Era claro que o que a gente tinha vivido tinha ficado no esquecimento, minha mãe só queria ficar mais tempo fora da cela e acompanhada, sem os barulhos da cadeia.
É impossível conseguirmos porque somos parentes, mas com um suborno eles deixam a gente ir pro quarto especial.
Temos 3 horas pra relaxar. Minha mãe fala, conta o que acontece, o que sente, suas culpas. Ela desabafa.
Essas horas passam muito rápido, saímos como entramos, e esperamos pela semana seguinte.
Toda semana são 3 horas de intimidade conversando, às vezes chorando e outras rindo.
Minha mãe faz exercício no presídio, tem que ficar em forma pra intimidar e não virar faxineira da cadeia.
O jeito dela endurece, cada vez o rosto fica mais rígido, lá dentro não pode mostrar fraqueza nem submissão.
Ela diz que é respeitada por ter atropelado uma policial, isso dá um certo status no lugar. O que antes era choro agora é motivo de risada.
Já passou um ano e meio da condenação dela, seis meses das visitas íntimas.
Minha mãe pergunta sobre alguma namorada, eu digo que nada, não tenho tempo nem cabeça pra um relacionamento.
Ela ri me dizendo que lá na cadeia ela só se masturba, e faz isso direto.
Nunca tinha falado comigo desse jeito.
Faz isso direto, diz que é tanta reclusão que as horas passam devagar, e ela precisa passar o tempo imaginando coisas pra se masturbar e matar as longas horas.
Me diz que a última coisa que lembra é o que vivemos naquela noite de sexta na balada.
Também que relembra quando me masturbou e quando eu enfiei os dedos nela enquanto passava protetor solar.
Enquanto me conta, ela ronrona, tá diferente. Claramente a reclusão tá afetando a sexualidade dela.
"posso te pedir um favor?" ela me diz enquanto leva um dedo à boca
"só preciso de mais material... só ver ela" minha mãe sugere.
Quero recusar, mas sei que minha mãe tá numa situação de sofrimento na cadeia pra ficar discutindo se é conveniente ou não.
"só olhar, nada mais, quero ver ela"
Então eu vou tirando a calça. E baixando a cueca.
"tira a camiseta também" minha mãe ordena.
Obedeço e fico completamente pelado na frente dela.
Ela só olha, não faz mais nada, quer se tocar mas se segura, não tem nada de sexy, tá de moletom preto folgado, camiseta grande e um coque no cabelo.
Meu pau tá dormindo, caído. Minha mãe não parece se importar, fica olhando, como se tivesse gravando cada detalhe na memória.
Nisso bate na porta, avisam que em 5 minutos temos que desocupar a sala.
Quebra a tensão, me visto e a gente se despede até a semana que vem.
Nessa nova semana a gente fala muito pouco sobre o que rolou, minha mãe de novo diz que quer ver, que não quer perder mais tempo.
Tenho uma surpresa, tô de cueca branca.
Quando fico só de cueca e vou tirar ela me para.
Pega a garrafa d'água, se aproxima e vai derramando devagar em cima da peça.
Molha tudo, até que dá pra ver o que tem por baixo, isso me excita e faz começar uma ereção.
Ela pede pra eu me mexer, andar, que Quer ver como meu pau se encaixa na cueca branca, parece que ela gosta de ver através do tecido.
Finalmente ela me pede pra tirar. Eu tiro.
Agora meu pau tá duro, grande, ereto. O sorriso da minha mãe é nítido.
Ela continua com aquela roupa nada sexy, calça larga, camiseta, um moletom grandão, sem pentear o cabelo, sem maquiagem.
Mesmo assim conseguiu me excitar e deixar meu membro duro.
Ela fica olhando até que me diz: "posso te pedir mais um favor?"
Começo a tremer antes mesmo dela falar.
"Você se masturbaria?"
Minha mão desce até a base do meu pau, que tá enorme, começa a subir e descer na frente dela.
Ela não se toca, só observa, eu subo e desço devagar, com calma, sem pressa. Mostro o comprimento e a grossura do meu pau quente.
Continuo me masturbando, ela se aproxima de mim, mas é pra chegar onde estão meus pés. Lá, pega do chão a cueca branca.
Leva pra cama e continua olhando enquanto passa a cueca no rosto, no nariz, na boca.
Ela me pede pra chegar perto, que quer sentir o calor do meu pau.
Quando subo na cama, tenho minha mãe a poucos centímetros, olhando vidrada na minha punheta.
De vez em quando ela olha minhas bolas, vê elas balançarem e parece que fica hipnotizada.
Depois de longos minutos nessa posição, aviso que vou gozar.
Ela não fala nada, só levanta o olhar e me encara com safadeza.
Continuo subindo e descendo, a cabeça do pau tá vermelha, grande e quente.
Minhas bolas se contraem e jorram grandes golfadas de porra quente na cara da minha mãe.
Cai no cabelo dela, na testa, nas pálpebras, nas bochechas, na boca e no queixo.
Tô ofegante, minhas pernas tremem e querem deitar, mas ela não me deu permissão, então tento continuar de joelhos na cama com meu pau apontado pra cara dela.
Ela também tá ofegante, o peito dela sobe e desce rápido.
Ela abre a boca e parte da minha porra entra, a língua dela aparece tentando pegar o que tem nos lábios e levar pra dentro.
O resto do que tem na Cara, ele se limpa com minha cueca branca.
Fica um pouco escorrendo na glande, que continua pulsando.
Um dedo dela se aproxima e recolhe essa última gota, o contato da ponta do dedo com minha glande me eletrifica.
Ela não se importou, porque continuou até secar aquela gota completamente.
Esse dedo ela leva lentamente à boca, me olhando nos olhos.
Meu pau fica duro de novo, ela saboreia aquela gota como se fosse a última gota d'água no deserto.
Ela vê como meu membro ficou e sorri.
"Obrigada, filho. Até semana que vem."
Ao sair do quarto, o guarda, que sabe que somos mãe e filho e não suspeita de nada, percebe que, ao levar minha mãe para a cela, ela tem um líquido branco no cabelo.
É óbvio que é porra. Ao perceber isso, ele olha para minha mãe e para mim com nojo.
Minha mãe vai sorrindo para a cela dela, e eu, cansado, com as pernas tremendo, vou embora esperando saber o que vai rolar na semana que vem.
Minha mãe chega no meu apartamento de surpresa e descobre que a Andrea, a amiga psicóloga dela que estava nos ajudando a superar nossos atos perversos, estava transando comigo regularmente.
Isso a deixa furiosa, ela briga com a amiga aos gritos no meu quarto e sai berrando do meu apartamento.
No fim de semana, descubro que ela vai sair despeitada atrás de homens, então decido ir buscá-la pra impedir essa loucura.
Naquela noite, acabamos resolvendo nossas diferenças no barzinho, com a música alta tocando, os drinks indo e vindo e a escuridão da noite.
Dançamos e nos divertimos, até que em certo momento paramos encostados numa parede, com minha mão dentro da calcinha fio-dental dela por baixo da minissaia e a mão dela dentro da minha calça, nos masturbando um ao outro com a cumplicidade da escuridão e da multidão.
Alguns perceberam o que a gente tava fazendo, mas deixaram a gente continuar, cúmplices também. Pra eles, éramos dois amantes, um jovem e uma mulher madura, loucos por sexo.
Em certo momento, nossas bocas se separam e nos olhamos intensamente, sem falar nada, nos perguntando se íamos dar o próximo passo.
Sem palavras, sabemos que os dois querem, então decidimos sair do bar.
Ambos tínhamos ido com nossos carros, então cada um foi no seu.
Minha mãe vai na frente, eu sinto nervoso, minhas mãos suam, sinto o tesão no ar.
Ao chegar numa esquina, encontramos uma blitz. Mandam minha mãe parar, mas eu não.
Sigo mais uma quadra e paro pra olhar pelo retrovisor.
É um teste do bafômetro.
Óbvio que a gente não passaria com o que bebeu.
Vejo minha mãe gesticular, mexer as mãos, claramente iam reter o carro dela.
Desço pra ir até ela sem que vejam que saí do meu carro, também não tô em condições de fazer o teste.
Ando pela rua devagar.
Minha mãe tá gritando, se recusa a descer, os policiais se amontoam, chegam policiais mulheres pra forçá-la a descer. do carro.
Os gritos das policiais desafiam minha mãe e tentam abrir a porta dela, ela acelera e foge do bloqueio policial, atropelando uma policial.
Vejo a policial ser arremessada por cima do capô e cair de forma horrível no asfalto.
Não acredito no que minha mãe acabou de fazer, a polícia sai pra perseguir ela, carros, caminhonetes, motos.
Outros pedem pra ambulância vir socorrer a mulher policial que está desmaiada.
Eu dou meia-volta e apresso o passo até meu carro, enquanto vejo ao fundo minha mãe continuar acelerando e a polícia com as sirenes atrás dela.
Ao chegar no meu carro, acelero atrás do rastro da minha mãe, ligo pra ela no celular, mas ela não atende.
Tento seguir as luzes azuis que viram em certa esquina, sei que minha mãe vai pra casa dela, então vou pra lá também.
Vou rápido pra tentar alcançá-los, mas não chego a tempo, já passaram minutos suficientes pra perder o rastro.
Vejo uma viatura passar a toda velocidade numa rua e sigo ela, é óbvio que minha mãe está atraindo as viaturas da cidade inteira.
Ao chegar num certo ponto, vejo todas as luzes azuis, viaturas bloqueando a passagem, estaciono e vou até uma lanchonete 24 horas, peço um café, chicletes e um desodorante barato pra tirar o cheiro de álcool.
Num posto de gasolina onde todo mundo está olhando o que acontece, vou mijar à força pra tirar o máximo de álcool do corpo.
Ando pela calçada, ouço os vizinhos falarem de uma louca que está trancada no carro e bateu em vários carros na calçada.
Chego o mais perto que posso, e lá vejo policiais prendendo minha mãe, cobrindo o rosto dela, caminhando em direção a uma viatura.
Aí saio do anonimato e digo pra me deixarem passar, que é minha mãe, me mandam ir pra delegacia, que ela está presa por furar o bloqueio, atropelar e causar danos na via pública.
As notícias parecem estar escassas, porque os jornais chegam pra fazer a Relato de uma noite de fúria.
Minha mãe foi usada como bode expiatório de todos os males da sociedade.
Ela está presa, tem protestos pedindo punição severa por causa da policial atropelada que está em coma.
Os grandes jornais pedem condenações exemplares. Os políticos se aproveitam para ganhar seguidores pro partido, condenando ela e pedindo que a justiça não seja mole.
Ela está incomunicável.
Com meu pai, que resolveu aparecer por causa da repercussão, decidimos pagar um dos melhores advogados de Buenos Aires.
Deixam a gente ver ela por alguns minutos cada um, mas o maior tempo fica com o advogado.
A gente não fala nada sobre o que rolou naquela noite antes do surto dela.
Só damos força, porque sabemos que a situação dela é foda, ela tá com olheiras, olhos inchados, chorou pra caralho naquela cela.
Passam várias semanas, e a gente só vê ela por uns minutos, a notícia é nacional, e a gente só leva comida e roupa.
Nosso advogado briga na televisão tentando mostrar as qualidades da minha mãe, que foi acidental, que foi emoção violenta, o terror pela ação policial, mas não adianta.
Chega um julgamento relâmpago pra acalmar a sociedade, minha mãe é condenada a 3 anos de prisão.
Pelo menos a recuperação da policial atropelada aliviou a pena dela, que teria sido catastrófica se ela tivesse morrido.
Mas a policial era convidada pra todos os programas, chorava e cada lágrima dela dava mais um dia de condenação pra minha mãe na cadeia.
Meu pai, assim que o julgamento acabou, decide sumir de novo, me deixando com a responsa total de cuidar da minha mãe.
Toda semana eu visito ela e levo comida, roupa, livros, tudo que deixam pra ela passar o tempo.
Maribel, a amiga dela, assim que soube da notícia naquela sexta-feira do atropelamento, dissolveu a sociedade. Enquanto minha mãe tava na delegacia, a amiga e sócia já tava com advogados dando um jeito de desfazer o negócio conjunto e não se foder junto.
Andrea tentou visitar minha mãe, mas ela não perdoou. Ainda.
O resto dos familiares e amigos nem apareceu, era muita a carga negativa de ficar do lado da minha mãe.
Só sobrou eu.
No meu trabalho, me mudaram de cargo, me rebaixaram e me mandaram pra um lugar periférico da empresa pra que meu nome não ficasse associado a ela, e tinha rumores de que os advogados estavam procurando um jeito de me mandar embora sem ter que pagar o que é de direito.
Chegamos no primeiro ano da condenação, e a empresa me chama pra acertar uma saída consensual.
Acabamos resolvendo minha demissão, não sem antes brigar por uma boa indenização.
Com isso, decido reabrir o café da minha mãe, e também saio do apartamento pra ir pra casa vazia dela.
Ao visitar minha mãe, ela me diz que tem um jeito de ter mais horas e mais intimidade do que a visita tradicional no espaço comum.
As visitas higiênicas.
Era claro que o que a gente tinha vivido tinha ficado no esquecimento, minha mãe só queria ficar mais tempo fora da cela e acompanhada, sem os barulhos da cadeia.
É impossível conseguirmos porque somos parentes, mas com um suborno eles deixam a gente ir pro quarto especial.
Temos 3 horas pra relaxar. Minha mãe fala, conta o que acontece, o que sente, suas culpas. Ela desabafa.
Essas horas passam muito rápido, saímos como entramos, e esperamos pela semana seguinte.
Toda semana são 3 horas de intimidade conversando, às vezes chorando e outras rindo.
Minha mãe faz exercício no presídio, tem que ficar em forma pra intimidar e não virar faxineira da cadeia.
O jeito dela endurece, cada vez o rosto fica mais rígido, lá dentro não pode mostrar fraqueza nem submissão.
Ela diz que é respeitada por ter atropelado uma policial, isso dá um certo status no lugar. O que antes era choro agora é motivo de risada.
Já passou um ano e meio da condenação dela, seis meses das visitas íntimas.
Minha mãe pergunta sobre alguma namorada, eu digo que nada, não tenho tempo nem cabeça pra um relacionamento.
Ela ri me dizendo que lá na cadeia ela só se masturba, e faz isso direto.
Nunca tinha falado comigo desse jeito.
Faz isso direto, diz que é tanta reclusão que as horas passam devagar, e ela precisa passar o tempo imaginando coisas pra se masturbar e matar as longas horas.
Me diz que a última coisa que lembra é o que vivemos naquela noite de sexta na balada.
Também que relembra quando me masturbou e quando eu enfiei os dedos nela enquanto passava protetor solar.
Enquanto me conta, ela ronrona, tá diferente. Claramente a reclusão tá afetando a sexualidade dela.
"posso te pedir um favor?" ela me diz enquanto leva um dedo à boca
"só preciso de mais material... só ver ela" minha mãe sugere.
Quero recusar, mas sei que minha mãe tá numa situação de sofrimento na cadeia pra ficar discutindo se é conveniente ou não.
"só olhar, nada mais, quero ver ela"
Então eu vou tirando a calça. E baixando a cueca.
"tira a camiseta também" minha mãe ordena.
Obedeço e fico completamente pelado na frente dela.
Ela só olha, não faz mais nada, quer se tocar mas se segura, não tem nada de sexy, tá de moletom preto folgado, camiseta grande e um coque no cabelo.
Meu pau tá dormindo, caído. Minha mãe não parece se importar, fica olhando, como se tivesse gravando cada detalhe na memória.
Nisso bate na porta, avisam que em 5 minutos temos que desocupar a sala.
Quebra a tensão, me visto e a gente se despede até a semana que vem.
Nessa nova semana a gente fala muito pouco sobre o que rolou, minha mãe de novo diz que quer ver, que não quer perder mais tempo.
Tenho uma surpresa, tô de cueca branca.
Quando fico só de cueca e vou tirar ela me para.
Pega a garrafa d'água, se aproxima e vai derramando devagar em cima da peça.
Molha tudo, até que dá pra ver o que tem por baixo, isso me excita e faz começar uma ereção.
Ela pede pra eu me mexer, andar, que Quer ver como meu pau se encaixa na cueca branca, parece que ela gosta de ver através do tecido.
Finalmente ela me pede pra tirar. Eu tiro.
Agora meu pau tá duro, grande, ereto. O sorriso da minha mãe é nítido.
Ela continua com aquela roupa nada sexy, calça larga, camiseta, um moletom grandão, sem pentear o cabelo, sem maquiagem.
Mesmo assim conseguiu me excitar e deixar meu membro duro.
Ela fica olhando até que me diz: "posso te pedir mais um favor?"
Começo a tremer antes mesmo dela falar.
"Você se masturbaria?"
Minha mão desce até a base do meu pau, que tá enorme, começa a subir e descer na frente dela.
Ela não se toca, só observa, eu subo e desço devagar, com calma, sem pressa. Mostro o comprimento e a grossura do meu pau quente.
Continuo me masturbando, ela se aproxima de mim, mas é pra chegar onde estão meus pés. Lá, pega do chão a cueca branca.
Leva pra cama e continua olhando enquanto passa a cueca no rosto, no nariz, na boca.
Ela me pede pra chegar perto, que quer sentir o calor do meu pau.
Quando subo na cama, tenho minha mãe a poucos centímetros, olhando vidrada na minha punheta.
De vez em quando ela olha minhas bolas, vê elas balançarem e parece que fica hipnotizada.
Depois de longos minutos nessa posição, aviso que vou gozar.
Ela não fala nada, só levanta o olhar e me encara com safadeza.
Continuo subindo e descendo, a cabeça do pau tá vermelha, grande e quente.
Minhas bolas se contraem e jorram grandes golfadas de porra quente na cara da minha mãe.
Cai no cabelo dela, na testa, nas pálpebras, nas bochechas, na boca e no queixo.
Tô ofegante, minhas pernas tremem e querem deitar, mas ela não me deu permissão, então tento continuar de joelhos na cama com meu pau apontado pra cara dela.
Ela também tá ofegante, o peito dela sobe e desce rápido.
Ela abre a boca e parte da minha porra entra, a língua dela aparece tentando pegar o que tem nos lábios e levar pra dentro.
O resto do que tem na Cara, ele se limpa com minha cueca branca.
Fica um pouco escorrendo na glande, que continua pulsando.
Um dedo dela se aproxima e recolhe essa última gota, o contato da ponta do dedo com minha glande me eletrifica.
Ela não se importou, porque continuou até secar aquela gota completamente.
Esse dedo ela leva lentamente à boca, me olhando nos olhos.
Meu pau fica duro de novo, ela saboreia aquela gota como se fosse a última gota d'água no deserto.
Ela vê como meu membro ficou e sorri.
"Obrigada, filho. Até semana que vem."
Ao sair do quarto, o guarda, que sabe que somos mãe e filho e não suspeita de nada, percebe que, ao levar minha mãe para a cela, ela tem um líquido branco no cabelo.
É óbvio que é porra. Ao perceber isso, ele olha para minha mãe e para mim com nojo.
Minha mãe vai sorrindo para a cela dela, e eu, cansado, com as pernas tremendo, vou embora esperando saber o que vai rolar na semana que vem.
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